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Perigo máximo de incêndio em 12 distritos de Portugal continental

Vários concelhos estão também em perigo muito elevado e elevado de incêndio rural, pelo menos, até domingo. ANEPC lembra população das proibições e emite algumas recomendações para os próximos dias quentes. Cerca de 140 concelhos de doze distritos de Portugal continental apresentam este sábado perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Os concelhos que estão em perigo máximo pertencem aos distritos de Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro. Ao mesmo tempo, vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real,

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Incêndio em Vieira do Minho que deflagrou às 06:00 já está dominado

O incêndio que deflagrou hoje de manhã no concelho de Vieira do Minho, distrito de Braga, foi dado como dominado pelas 21:55, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

Fonte do Comando Sub-regional do Ave indicou que não há registo de danos ou feridos na sequência do incêndio.

Antes, a mesma fonte tinha referido que o incêndio estava a consumir mato num encosta de difícil acesso, sublinhando não haver casas ou bens em risco.

O combate ao fogo, que deflagrou pouco depois das 06:00 na União das Freguesias de Ruivães e Campos, foi sendo reforçado ao longo do dia.

Pelas 22:15 de hoje, mantinham-se no local 127 operacionais, apoiados por 35 viaturas, segundo o ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

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Loulé juntou equipas de 1ª intervenção em fogos rurais do concelho num encontro em Salir

34 equipas operacionais de 1ª intervenção em fogos rurais de Loulé reuniram-se em Vale Maria Dias, na freguesia de Salir, na terça-feira, para «um momento de formação e sensibilização», onde também foram esclarecidas «dúvidas sobre procedimentos que devem ser acautelados por estas equipas em contexto real».

O 9º Encontro Municipal de Equipas de 1ª Intervenção em Fogos Rurais teve lugar na Unidade Avançada de Proteção Civil e teve o objetivo geral de «otimizar a resposta a incêndios florestais, numa altura em que estamos a entrar na fase crítica do ano», segundo a Câmara de Loulé.

Esta foi «uma ação eminentemente prática, fomentando as dinâmicas de grupo. O Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé abordou as temáticas das regras de segurança, comunicações rádio (noções básicas) e equipamentos de proteção individual. Coube ao ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas esclarecer dúvidas sobre o fogo controlado e a prevenção estrutural».

O representante do Exército, uma das entidades parceiras da Câmara Municipal de Loulé, «fez o enquadramento da sua presença neste dispositivo, abordando ainda a questão da vigilância armada das Forças Armadas».

«Já os Bombeiros Sapadores de Loulé, elementos que estão na linha da frente do combate a incêndios, esclareceram os participantes no Encontro sobre o protocolo de segurança e a importância da segurança nos teatros de operação. Finalmente, a GNR – Guarda Nacional Republicana explicou como decorrem os processos de investigação das causas de incêndio e a importância da preservação de vestígios», descreveu a autarquia.

O dispositivo do concelho de Loulé conta com equipas de diversas entidades locais, nomeadamente de associações e clubes de caça (22 equipas), dos Sapadores Florestais de Loulé (uma equipa), dos Sapadores Florestais da Serra do Caldeirão (uma), da Quinta da Ombria (uma), Vigiquinta (Quinta do Lago, uma) , de Juntas de Freguesia (seis – Ameixial, Salir, Alte, Querença, Tôr e Benafim) e duas equipas municipais de Intervenção Florestal .

«Todas as equipas estão dotadas de kits de primeira intervenção cedidos pelo Município, equipados com depósitos de água, motobombas, abafadores e equipamentos de proteção individual», salientou a Câmara de Loulé.

A autarquia lembra que, na semana em que se celebrou o dia do município reforçou este apoio «com a entrega de reboques com kits adicionais para pré-posicionamento nas Juntas de Freguesia».

«Estas forças desempenham um papel crucial ao garantir o ataque inicial rápido, extinguindo a maioria dos focos de incêndio à nascença. Atuam ainda no rescaldo e na vigilância diurna e noturna. Os caçadores assumem relevância especial pelo conhecimento profundo do território, guiando os bombeiros no terreno», resumiu.

Face às previsões de um ano particularmente difícil, a Câmara Municipal de Loulé «vai intensificar as campanhas de sensibilização pública. O plano de segurança para os meses de maior risco inclui o patrulhamento a cavalo da GNR e a vigilância ativa das equipas do Exército no interior do concelho. O Município irá também acelerar as medidas de proteção da floresta, como a criação de mais Condomínios de Aldeia e o programa “Aldeias Seguras”».

«Este ano será particularmente difícil, por isso temos que estar todos muito vigilantes. O Município vai reforçar as medidas de sensibilização e comunicação para o risco de incêndio e para a necessidade de todos adotarmos medidas preventivas que permitam reduzir o risco de incêndio. Só assim poderemos evitar uma eventual calamidade que coloque em risco a população, os seus bens e também o nosso património natural», assegurou Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé.

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Compromisso com o futuro marca celebração dos 50 anos dos Bombeiros do Pinhão

VTM

O vice-presidente da Câmara Municipal de Alijó, Vítor Ferreira, destacou a importância da corporação para a proteção civil do concelho, sublinhando que os Bombeiros Voluntários do Pinhão desempenham um papel essencial na garantia do socorro às populações e na proteção de pessoas e bens. O autarca considerou que a celebração dos 50 anos da corporação representa não apenas o reconhecimento de um percurso construído ao longo de meio século, mas também um compromisso com o futuro. “Cinquenta anos é sempre uma data importante, não só pelo passado que representa, mas também pela garantia do futuro e da prestação de socorro que esta corporação continuará a assegurar”, afirmou.

Para o comandante Bruno Soares, o aniversário constitui um momento de orgulho e de homenagem a todos aqueles que ajudaram a construir a história da a ssociação. “Temos de honrar quem cá esteve e quem já partiu. Foram eles que nos transmitiram esta casa e que nos ensinaram no dia a dia”, referiu, deixando também uma palavra de reconhecimento às famílias dos bombeiros. “A família é o nosso suporte. É quem nos apoia, quem com preende as ausências e os sacrifícios que esta missão exige.”

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Fogo em Terras de Bouro reforçado com três meios aéreos

O fogo está consumir "uma área de mato numa encosta de difícil acesso", mas combate às chamas “está a decorrer favoravelmente”, não havendo casas em risco. O alerta foi dado às 19h57 de quarta-feira.

© PAULO NOVAIS/LUSA

Às 10h30, o combate às chamas mobilizava 117 operacionais, apoiados por 30 viaturas e três meios aéreos.
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Fogo em Odemira foi dado como dominado ao final da noite de quarta-feira

O incêndio que deflagrou esta quarta-feira, dia 10 de Junho, numa zona de mato do concelho de Odemira foi dado como dominado ao final da noite, de acordo com o site da Proteção Civil.

O fogo que lavrou mais de 11 horas na freguesia de São Luís está em fase de resolução desde as 23h45, depois de uma segunda frente, que estava em direção a sul, também ter sido debelada.

Durante a tarde, os bombeiros tiveram de defender das chamas, que lavravam desde as 11h49, um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou à Lusa o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio.

Cerca das 00h30, continuavam no terreno 138 operacionais, com o apoio de 54 meios terrestres.

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Fogo continua a lavrar em Odemira com uma frente ativa

O incêndio numa zona de mato que deflagrou esta quarta-feira no concelho de Odemira continuava, às 20h00, a lavrar com uma frente ativa, mobilizando 143 operacionais e quatro meios aéreos, revelou a Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio, indicou que «uma das duas frentes foi debelada», estando a outra, em direção a sul e junto a uma linha de água, a oferecer mais resistência ao combate.

Durante esta tarde, referiu o responsável, os bombeiros tiveram que defender das chamas um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou.

Tiago Bugio previu que o incêndio seja controlado nas próximas horas, antevendo «muito trabalho» durante a noite.

«O objetivo é evitar que esta frente em direção a sul progrida, seguidamente é consolidar todo o perímetro com máquina de rasto e também fazer um rescaldo de forma a evitar reativações», acrescentou.

O fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís.

Às 20h00, as chamas eram combatidas por 143 operacionais, apoiados por 52 veículos, dois aviões e dois helicópteros.

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Fogo em Odemira combatido por mais de 160 operacionais

Mais de 160 operacionais, com o apoio de três meios aéreos, combatiam às 17h30 de hoje um incêndio em mato no concelho de Odemira, havendo casas em perigo, de acordo com as autoridades.

A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral indicou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís, no concelho de Odemira.

Contactado pela Lusa, o comandante dos bombeiros de Odemira, Luís Oliveira, limitou-se a adiantar que as chamas estão próximas de algumas casas.

O combate às chamas mobilizava, às 17h30, um total de 161 operacionais, com o apoio de 56 meios terrestres e três meios aéreos, segundo o site da Proteção Civil.

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Bombeiros exigem “obra feita” e Governo promete medidas

VTM

A sessão solene, integrada no Dia Distrital do Bombeiro, reuniu dirigentes associativos, comandantes, autarcas, entidades da Proteção Civil, forças de segurança e representantes da Liga dos Bombeiros Portugueses.

O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Vila Real, Hernâni Carvalho, referiu, na sua intervenção, que o propósito da instituição é “valorizar os bombeiros”.

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