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Vai ser possível fazer obras durante o Verão nas zonas turísticas do Município de Loulé

A afirmação é da Câmara Municipal de Loulé, que em nota distribuída à imprensa diz que vai abrir exceções e permitir a realização de obras de edificação e demolição nas zonas urbano-turísticas, no período de 1 de julho e 31 de agosto, desde que devidamente fundamentadas.

A autarquia louletana, considera que “não obstante a suspensão dos trabalhos neste período,” autorizará que, quem apresentar a devida fundamentação, possa continuar com as empreitadas. Deste modo, “os promotores que pretendam prosseguir com as obras durante o verão deverão solicitar formalmente a sua continuidade.”

Esclarece ainda a Câmara de Loulé, que “as fundamentações deverão ser apresentadas até ao próximo dia 15 de junho“, nos serviços do Departamento de Urbanismo e Administração do Território, acompanhadas de elementos que permitam identificar qual o grau e natureza dos trabalhos que se pretende executar durante o período em questão.

Contudo, a edilidade sublinha que “quaisquer trabalhos que impliquem a diminuição da qualidade de vida dos cidadãos, incómodo, congestão de tráfego, ou mesmo violação do direito ao repouso e ao descanso, não poderão ter a virtualidade de ser autorizados”.

Salienta entidade que com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Loulé “quer, por um lado, apoiar os promotores, minimizando os prejuízos que possam vir a ter com a suspensão imposta pela Lei, garantindo, no entanto, o direito ao descanso de residentes e turistas.”

Mais, para que a avaliação seja efetuada, “os pedidos de continuidade devem incluir o levantamento fotográfico atualizado do estado da obra, o plano detalhado dos trabalhos previstos, horários estipulados para a laboração e medidas concretas para reduzir o impacte ambiental e sonoro.”

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Diez años conviviendo y dos hijos en común no bastan: La Justicia negó la pensión de viudedad a una mujer por no inscribir formalmente la relación con su pareja

Formar una familia unida, compartir un hogar durante más de diez años y criar a dos hijos no es garantía para que el Estado reconozca los derechos económicos de un conviviente tras una tragedia.

Esta es la dura realidad a la que se enfrentó una ciudadana que, tras perder a su compañero en el otoño del año 2022, acudió a la administración para solicitar la ayuda correspondiente por su viudedad. Su sorpresa llegó cuando la entidad gestora rechazó su petición, argumentando que la pareja jamás había oficializado su situación de manera legal.

El peso de la burocracia frente a la realidad familiar

La historia de esta familia estaba sobradamente documentada en la práctica diaria. Ambos compartían el mismo domicilio en un municipio toledano ,donde estaban empadronados juntos desde hacía más de una década, y habían tenido dos hijos en los años noventa.

Para la afectada, estos datos del padrón y el historial familiar eran evidencias incontestables de una convivencia totalmente estable. Por ello, decidió llevar su caso ante los tribunales, exigiendo que se reconociera su derecho a cobrar una base reguladora mensual cercana a los 750 euros, defendiendo que cualquier medio válido probatorio debería bastar para acceder a la prestación.

Sin embargo, la pugna judicial culminó en el pasado otoño de 2025 con una resolución inflexible dictada por el tribunal regional superior, documentada bajo la sentencia STSJ CLM 2152/2025. Los magistrados analizaron si las pruebas palpables de una vida en común podían sustituir la falta de un sello oficial. La respuesta fue completamente negativa, marcando un límite estricto entre lo que la sociedad considera una familia y lo que la estricta normativa exige para desembolsar los fondos públicos.

La diferencia legal entre el amor y el registro oficial

Los jueces fueron muy claros en su dictamen al explicar que la ley no está diseñada para proteger económicamente a todas las convivencias, señalando que la prestación opera en exclusivo beneficio de las parejas de hecho "registradas". El tribunal recordó que el mandato legislativo impone una doble exigencia para que las uniones sean valoradas como "parejas de derecho".

Estas son, por un lado, demostrar cinco años de convivencia ininterrumpida y, por otro, contar con una formalización de la relación mediante un notario o un registro específico de parejas.

La resolución judicial concluye que la simple convivencia resulta insuficiente para cobrar esta pensión si la unión decide no constituirse formalmente. Al no existir un certificado de inscripción ni un documento público que diera fe del vínculo con al menos dos años de antelación al fallecimiento, la justicia determinó que la ciudadana carecía del estatus legal necesario para recibir la ayuda. Este fallo confirma que una genuina unión sentimental de décadas carece de valor prestacional si sus protagonistas olvidan pasar por el registro oficial.

© Europa Press

Tribunal Superior de Justicia de Castilla La Mancha

© Pixabay

Imagen de archivo de una cruz en un cementerio.
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Nova plataforma permite aos cidadãos reportar problemas e acompanhar a resolução em Leiria

O Município de Leiria lançou a plataforma digital “Leiria Repara”, uma ferramenta que permite a cidadãos e turistas reportar problemas no espaço público, acompanhar a sua resolução em tempo real e solicitar serviços como a recolha de monos e resíduos, reforçando a participação da população na gestão do concelho.

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Meo pede ajuda ao Governo para despedir 1.200 pessoas

A operadora de telecomunicações Meo solicitou ao Governo o estatuto de empresa em reestruturação, que foi concedido, e espera fechar a saída por mútuo acordo de 1.200 trabalhadores no âmbito do programa de transformação interna, foi hoje noticiado.

“No âmbito do seu programa de transformação interna, a Meo tem privilegiado soluções de saída por mútuo acordo, acompanhadas pelas estruturas representativas dos trabalhadores, assegurando que cada decisão é livre e informada”, justificou a empresa ao jornal Público, precisando que “o total de saídas voluntárias é de 1.200 colaboradores”.

Segundo o diário, o pedido da operadora da Altice para obtenção do estatuto de empresa em reestruturação foi feito em 2025 e atribuído no início deste ano.

“Em janeiro de 2026 foi proferido despacho que concedeu a atribuição de estatuto de empresa em reestruturação, até ao dia 30 de junho corrente”, confirmou ao Público o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

A solicitação invocava os “fundamentos previstos na lei, nomeadamente, reestruturar para assegurar a sustentabilidade financeira da empresa”.

A atribuição daquele estatuto a uma empresa é um passo que facilita a rescisão de contratos com os trabalhadores, uma vez que permite ir além das quotas legalmente previstas nas saídas por mútuo acordo com atribuição de subsídio de desemprego, explica o jornal.

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Participa Cuba en reunión sobre alimentación y agricultura de OIEA

La Habana, 13 jun (Prensa Latina) Cuba participó en una reunión en Viena que convocó el Organismo Internacional de Energía Atómica para identificar prioridades estratégicas en alimentación y agricultura de América Latina y el Caribe en el marco de la iniciativa Atoms4Food.

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Musk primo trilionario della storia: il suo patrimonio supera il Pil di 130 Paesi. Il nodo dei pensionati azionisti di SpaceX “a loro insaputa”

Se fosse un Paese, Elon Musk si collocherebbe tra le prime venti economie del pianeta. Nel pieno del dibattito globale su come tassare i super ricchi, il fondatore di Space X ha appena sfondato una soglia mai raggiunta prima: mille miliardi di dollari di ricchezza personale. Secondo le stime di Forbes, grazie alla quotazione record del gruppo che include anche la piattaforma X e xAI il patrimonio del patron di Tesla, Neuralink e una galassia di altre società vale ora circa 1.100 miliardi di dollari. Oltre tre volte i circa 300 miliardi di Larry Page, che lo segue in classifica. La cifra sfugge all’immaginazione ed è la plastica dimostrazione del livello di concentrazione della ricchezza raggiunto nell’era delle Big Tech e della finanza globale. Per dare un’idea delle dimensioni, stando ai dati del Fondo monetario internazionale la fortuna del grande finanziatore di Donald Trump, con cui ha rotto lo scorso anno abbandonando la guida del dipartimento per l’efficienza del governo salvo ricucire qualche mese fa, è superiore al Pil annuo di oltre 130 Paesi: dall’Argentina (688 miliardi di dollari) alla Svizzera (1.150), passando per Belgio (777 miliardi) e Taiwan (977).

Mentre a Times Square andava in scena una protesta contro i deepfake pornografici creati da xAi (foto a fianco), SpaceX al debutto a Wall Street ha raccolto 75 miliardi di dollari, superando il record detenuto fino ad oggi dal colosso petrolifero saudita Aramco. Le azioni, collocate a 135 dollari, hanno chiuso poco sotto i 161. L’azienda, che tra l’inizio del 2025 e il 31 marzo 2026 ha accumulato perdite per 8,7 miliardi di dollari, è quindi valutata circa 2.100 miliardi. Il giorno dopo l’ipo è già la sesta società quotata statunitense dietro Microsoft, Nvidia, Apple, Amazon e Alphabet. Questo nonostante negli stessi documenti depositati in vista della quotazione si ammetta che una parte rilevante dei suoi progetti si basa su tecnologie e attività che potrebbero non diventare mai redditizie. Vale a dire che una quota degli enormi investimenti nella costellazione satellitare Starlink, nell’intelligenza artificiale e nell’esplorazione spaziale potrebbe rivelarsi una cattiva scommessa.

Come riassume il Financial Times, il consorzio di banche tra cui Goldman Sachs e Morgan Stanley che ha seguito la quotazione, e ora si appresta a ricevere una commissione anch’essa da record di 500 milioni di dollari, ha chiesto agli investitori di “credere in una strategia fantascientifica, di ignorare ingenti perdite, di accettare una valutazione senza precedenti e di cedere il controllo totale a un fondatore controverso e imprevedibile” (grazie a una particolare struttura azionaria, il fondatore continuerà a detenere l’82% dei diritti di voto). Missione compiuta: evidentemente il mercato continua a puntare sulla capacità di Musk di trasformare idee considerate impossibili in business miliardari, come è successo con le auto elettriche di Tesla e i razzi riutilizzabili di SpaceX.

Peccato che la quotazione non riguardi soltanto chi è davvero disposto a credere agli annunci del 54enne nato in Sudafrica, che durante la cerimonia di apertura delle contrattazioni al Nasdaq – collegato dalla base texana di Starbase – ha promesso di rendere l’umanità una specie “multiplanetaria” avviando una colonia da un milione di persone su Marte, creando giganteschi data center in orbita per alimentare la prossima generazione di servizi digitali e intelligenza artificiale. Il Nasdaq e Ftse Russell hanno infatti modificato le proprie regole per consentire un ingresso accelerato negli indici azionari (già quindici giorni dopo la quotazione) della società e delle altre Big tech pronte a sbarcare in borsa con valutazioni monstre. Una scelta che potrebbe portare il titolo nei portafogli di milioni di risparmiatori attraverso fondi indicizzati e fondi pensione. La prospettiva ha fatto salire sulle barricate i supervisori dei fondi pensione pubblici di New York, New York City, Illinois e Maryland: per quei gestori, che amministrano i risparmi previdenziali di milioni di lavoratori, il cambiamento rischia di favorire le grandi società in fase di quotazione a scapito degli investitori dei fondi passivi, che si ritroverebbero il titolo in portafoglio senza un’adeguata valutazione dei rischi a fronte delle perdite del gruppo e dell’enorme concentrazione di potere nelle mani di Musk.

“Esortiamo il Consiglio di amministrazione dell’indice FTSE Russell a riconsiderare le modifiche alla sua metodologia e a non anteporre gli interessi delle società quotate e dei loro sottoscrittori agli interessi degli asset dei fondi passivi che sopporteranno il costo di eventuali errori di prezzo che potrebbero verificarsi con SpaceX o altre Ipo a breve termine come OpenAI e Anthropic“, recita una delle missive inviate a FTSE Russell e alla sua società madre, il London Stock Exchange Group, che incidentalmente è il gruppo di cui fa parte anche Borsa italiana. La richiesta è di sospendere le nuove regole in attesa di uno studio indipendente sul loro impatto. Il Nasdaq ha respinto le contestazioni e pare intenzionato ad andare avanti. Con il risultato che una parte del capitale necessario per finanziare le ambizioni di Musk, che nel frattempo continuerà a controllare SpaceX quasi come se fosse una società privata e non potrà essere rimosso dal suo ruolo, arriverà dai risparmi di insegnanti, impiegati e vigili del fuoco.

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Empresa de Guimarães aposta no gelo de luxo

A Alpha Premium Ice, fundada em Guimarães, desenvolve soluções de gelo inovador para o mercado de luxo, apostando na qualidade, higiene e conveniência para diferenciar um produto tradicionalmente tratado como banal.

Segunda a empresa, o gelo é encarado como um produto alimentar, dando prioridade à qualidade da água, aos processos de produção, às condições de armazenamento e aos padrões de segurança alimentar.

Entre os produtos desenvolvidos estão os Ice Tray, tabuleiros concebidos para produzir pedras de gelo de grande dimensão para utilização doméstica, e o Ice Cup, uma embalagem que integra copo e gelo num único produto.

A empresa considera que o mercado do gelo de luxo em Portugal ainda se encontra numa fase inicial, mas acredita que a procura por produtos diferenciados e de maior valor acrescentado poderá impulsionar o crescimento da empresa.

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15h. MEO quer negociar a saída de mais de mil trabalhadores

A operadora de telecomunicações pediu ao Governo o estatuto de empresa em reestruturação, que foi concedido. Ainda, o canoísta Fernando Pimenta conquistou esta manhã a medalha de bronze nos Europeus.

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Marca de luxo chega a Braga e esgota lojas de espaço comercial

A marca espanhola de moda premium Adolfo Domínguez abriu uma nova loja no Liberdade Street Fashion, na Avenida da Liberdade, em Braga, reforçando a sua presença em Portugal. O espaço ocupa a fração 15 do empreendimento, tem uma área de 214,4 metros quadrados e abriu ao público no dia 9 de junho.

Fundada em 1976 e sediada em Ourense, Espanha, a Adolfo Domínguez opera atualmente uma rede de 379 pontos de venda distribuídos por 54 países. No mercado ibérico, a empresa conta com cerca de 138 lojas em Espanha e dispõe de 21 pontos de venda em Portugal, considerado o seu segundo maior mercado europeu.

Com a abertura desta loja, o Liberdade Street Fashion, um empreendimento de uso misto localizado no centro de Braga, que integra comércio, restauração, escritórios e habitaçãoo empreendimento, atinge uma taxa de ocupação de 100%.

O complexo é composto por 16 espaços comerciais, onde estão instaladas várias marcas nacionais e internacionais, e dispõe ainda de um parque de estacionamento público com mais de 200 lugares.

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