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© ANDRÉ DIAS NOBRE / OBSERVADOR
Madrid es una de las ciudades sobre las que más se ha escrito. Sin embargo, todavía guarda infinidad de episodios poco conocidos que permanecen ocultos tras las fachadas de sus edificios, los nombres de sus calles o los rincones por los que miles de personas pasan cada día sin detenerse a pensar en lo que ocurrió allí.
Con esa idea nace “Madrid en 300 historias”, el nuevo libro de Carlos Ibares, una obra que invita al lector a recorrer la historia de la capital a través de 300 relatos breves que combinan investigación y curiosidad.
Lejos de plantear un recorrido cronológico convencional, el libro propone un viaje por acontecimientos singulares, personajes olvidados, tradiciones, transformaciones urbanas y episodios que permiten comprender mejor la ciudad y su evolución.
Desde la Plaza Mayor y la Puerta del Sol hasta jardines escondidos, antiguos viajes de agua, cafés históricos o barrios que protagonizaron episodios insólitos, la obra ofrece una mirada distinta sobre Madrid, mostrando cómo la ciudad se ha ido construyendo a través de pequeñas historias que, en conjunto, explican su carácter.
“Madrid es una ciudad que creemos conocer. Sin embargo, detrás de muchos lugares aparentemente cotidianos se esconden acontecimientos extraordinarios que ayudan a entender quiénes somos y cómo hemos llegado hasta aquí”, explica Carlos Ibares.
La publicación recoge siglos de historia madrileña a través de relatos independientes que permiten una lectura libre y abierta. El lector puede recorrer el libro de principio a fin o abrir cualquier página y dejarse sorprender por alguno de los muchos episodios que forman parte del pasado de la ciudad.
“Madrid en 300 historias” está dirigido tanto a los apasionados de la historia como a quienes simplemente sienten curiosidad por la ciudad en la que viven o que visitan con frecuencia.
A través de un lenguaje cercano y una narrativa divulgativa, la obra acerca al gran público hechos poco conocidos que ayudan a comprender mejor el patrimonio, las costumbres y la evolución de la capital.
El resultado es una invitación a pasear por Madrid con una mirada diferente, descubriendo que detrás de muchos lugares conocidos existen relatos capaces de sorprender incluso a quienes creen conocer bien la ciudad.
Carlos Ibares es historiador, investigador y divulgador especializado en la historia de Madrid. Autor de “Madrid: Reseña histórica” y “Latina: 50 años 50 historias”, lleva años estudiando y difundiendo el patrimonio histórico madrileño mediante conferencias, publicaciones y actividades culturales.
Con “Madrid en 300 historias” continúa su labor divulgadora reuniendo algunos de los episodios más llamativos y menos conocidos de la ciudad en una obra concebida para acercar la historia de Madrid a todos los públicos.


© Cedida
O diretor-geral da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), Qu Dongyu, afirmou que a crise no Estreito de Ormuz representa um risco para a segurança alimentar global, especialmente devido aos possíveis impactos sobre o fornecimento de fertilizantes e insumos agrícolas.
Segundo Qu, o estreito é uma rota estratégica para o comércio internacional. Aproximadamente 35% das exportações globais de petróleo bruto, 20% das exportações de GNL (gás natural liquefeito), entre 20% e 30% das exportações mundiais de fertilizantes e cerca de 50% das exportações globais de enxofre passam pela região.
“O fechamento do Estreito de Ormuz não é uma questão regional, é um risco global para a segurança alimentar”, afirmou durante Sessão do Conselho da entidade.
De acordo com o diretor-geral, o principal impacto da crise não seria uma escassez imediata de alimentos, mas um choque relacionado aos fertilizantes e à produção agrícola. Com a crise alcançando a marca de 100 dias, agricultores da Ásia, África e América Latina já enfrentam aumento dos custos de produção e decisões mais complexas sobre o uso de fertilizantes e o planejamento das safras.
Diante desse cenário, a FAO apresentou um conjunto de recomendações de curto, médio e longo prazo. Entre as medidas imediatas estão a manutenção da abertura do comércio internacional, a não adoção de restrições às exportações de insumos agrícolas, a proteção de corredores humanitários para alimentos e a busca por rotas logísticas alternativas.
A organização também informou que está ampliando iniciativas voltadas ao uso mais eficiente de fertilizantes, incluindo mapeamento de solos, agricultura de precisão e sistemas de cultivo consorciados para reduzir a dependência de fertilizantes nitrogenados. Além disso, trabalha na criação de fundos para o desenvolvimento de alternativas como amônia verde e biofertilizantes.
Qu também alertou para possíveis riscos climáticos associados ao fenômeno El Niño ainda neste ano, que podem afetar a produção agrícola em países já submetidos a crises alimentares.
Durante o discurso, o diretor-geral apresentou uma atualização sobre o Apelo Global de Emergência e Resiliência, lançado pela FAO em dezembro de 2025 com o objetivo de alcançar 100 milhões de pessoas até 2026.
Até o final de maio deste ano, a iniciativa havia recebido US$ 206 milhões dos US$ 2,5 bilhões considerados necessários, o equivalente a cerca de 8% da meta financeira.
“Embora os recursos recebidos estejam fazendo a diferença, eles também nos lembram da dimensão do desafio que temos pela frente”, declarou.
A FAO destacou ações realizadas em áreas afetadas por conflitos e insegurança alimentar. No Sudão, a organização e seus parceiros vacinaram mais de 6,2 milhões de animais em 17 estados, beneficiando aproximadamente 1,9 milhão de pessoas. Em Gaza, o fornecimento emergencial de ração para mais de 2.200 criadores permitiu a manutenção dos rebanhos e a continuidade da produção de alimentos, segundo a entidade.
Apesar do déficit de recursos do apelo global, a FAO informou ter mobilizado US$ 564 milhões em contribuições voluntárias até o final de maio, valor cerca de 4% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.
Qu também ressaltou o apoio recebido de instituições financeiras internacionais e de fundos voltados ao clima e ao meio ambiente. Segundo ele, a parceria entre a FAO e o Fundo Global para o Meio Ambiente atingiu, em dezembro de 2025, a marca de US$ 2 bilhões em financiamentos.
O diretor-geral destacou ainda a adesão de mais de 77 países ao Programa de Parceria Global para Doenças Animais Transfronteiriças, iniciativa voltada à prevenção e ao controle de enfermidades que afetam a produção agropecuária.
Na América Latina e no Caribe, as prioridades incluem a preservação dos avanços recentes na redução da fome, além do enfrentamento dos altos custos de dietas saudáveis e da pobreza rural.
Ao encerrar o discurso, Qu reforçou a necessidade de fortalecer a capacidade de antecipação e resposta a crises em um cenário marcado por conflitos, eventos climáticos e desafios econômicos globais.
“Ocurrirá algo mágico”, declara a La Vanguardia Carme Portaceli. La directora del TNC, que acaba su mandato este verano, pero aún dirigirá la temporada 26-27 del Teatre Nacional de Catalunya, revela que le han encargado que inaugure la temporada de la Comédie Française este otoño.


Cuando el martes se reunió en Oviedo el jurado que concede el Premio Princesa de Asturias de las Letras, la heroica ciudad aún no dormía la siesta. Si la capital del Principado es capital literaria lo es, evidentemente, gracias a La Regenta. Si ahora la obra maestra de Leopoldo Alas pudiese elegir a su mejor embajador internacional, optaría sin duda por Julian Barnes. A lo largo de los años el escritor británico ha reiterado su fascinación por una novela que es hermana de los clásicos de la ficción del adulterio del siglo XIX como Madame Bovary, Ana Karenina o Effi Briest. No ha regateado el elogio: Barnes ha descrito la novela protagonizada por Ana Ozores como “the foreign classic tardily discovered”.

© Lisbeth Salas

“Este ano, aproveitamos o SP Audiovisual Hub para anunciar que estamos tirando do papel uma demanda histórica do audiovisual, que é o apoio direto às salas de cinema e de rua. Isso, somado aos já consolidados editais de fomento do Programa de Ação Cultural (ProAC), programa que celebra duas décadas em 2026”, afirmou Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas, durante o evento de apoio ao audiovisual promovido pela própria secretaria.
As linhas de apoio também incluirão a área de games, com edital para desenvolvimento ou finalização e publicação de jogos eletrônicos, dividido em dois módulos específicos.
Para a área de arquitetura haverá o edital de elaboração de projeto de arquitetura para ocupação de bens tombados.
A área de economia criativa terá o edital voltado para design de moda e de produtos, composto por dois módulos.
Está também previsto para hoje o lançamento do edital de mostras, festivais e eventos, além do destinado à realização de projetos culturais em municípios de até 50 mil habitantes.
Esses dois chamamentos visam a complementar políticas de impacto mais restrito em cidades onde a estrutura municipal não tem condições de suprir as demandas dos artistas e da população.

“Este ano, aproveitamos o SP Audiovisual Hub para anunciar que estamos tirando do papel uma demanda histórica do audiovisual, que é o apoio direto às salas de cinema e de rua. Isso, somado aos já consolidados editais de fomento do Programa de Ação Cultural (ProAC), programa que celebra duas décadas em 2026”, afirmou Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas, durante o evento de apoio ao audiovisual promovido pela própria secretaria.
As linhas de apoio também incluirão a área de games, com edital para desenvolvimento ou finalização e publicação de jogos eletrônicos, dividido em dois módulos específicos.
Para a área de arquitetura haverá o edital de elaboração de projeto de arquitetura para ocupação de bens tombados.
A área de economia criativa terá o edital voltado para design de moda e de produtos, composto por dois módulos.
Está também previsto para hoje o lançamento do edital de mostras, festivais e eventos, além do destinado à realização de projetos culturais em municípios de até 50 mil habitantes.
Esses dois chamamentos visam a complementar políticas de impacto mais restrito em cidades onde a estrutura municipal não tem condições de suprir as demandas dos artistas e da população.

Na "Carta de São Paulo", divulgada ao fim do congresso, a organização defendeu um olhar voltado, para além dos grupos especiais do Rio de Janeiro e São Paulo, para as escolas de bairro e os desfiles comunitários.
Notícias relacionadas:
"Milhares de escolas de samba mantêm acesa a chama de uma tradição que atravessa gerações, formando artistas, preservando memórias e fortalecendo identidades", destacou o manifesto.
O encontro, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, discutiu carnaval de rua, empreendedorismo, sustentabilidade e a importância das mulheres na dinâmica da festa e das escolas, além de questões profissionais e desafios técnicos do setor. As discussões fizeram parte do documento, que destacou também o papel do samba na preservação das memórias e a importância de discutir a ampliação das fontes de financiamento.
A necessidade de financiamento é uma das propostas concretas do documento, com pedido de "políticas públicas de Estado permanentes que garantam a qualificação dos profissionais do carnaval, ampliem o acesso aos mecanismos de financiamento, promovam o intercâmbio de experiências e fortaleçam as estruturas das escolas de samba em todas as regiões do Brasil".
Os representantes das escolas presentes ao congresso consideraram imprescindível a distribuição justa e proporcional de verbas públicas, pensando em mecanismos de equidade para favorecer grupos que não contam com visibilidade e apoio privado. A medida, defendem, permitiria um planejamento financeiro e evitaria decisões apressadas ou pontuais, dependentes de recursos de última hora.
"Promover essas conexões é fortalecer o carnaval das escolas como identidade nacional na esfera global do samba, das escolas e do carnaval como manifestações culturais nacionais, presentes em todos os estados brasileiros", defendeu a Carta. Ela também cobrou, do Ministério da Cultura, a consolidação e criação imediata de uma Política Nacional de Fomento ao Carnaval, com recursos federais permanentes e distribuição equitativa entre estados, respeitando critérios técnicos, culturais e sociais.

Na "Carta de São Paulo", divulgada ao fim do congresso, a organização defendeu um olhar voltado, para além dos grupos especiais do Rio de Janeiro e São Paulo, para as escolas de bairro e os desfiles comunitários.
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O encontro, realizado entre os dias 4 e 7 de junho, discutiu carnaval de rua, empreendedorismo, sustentabilidade e a importância das mulheres na dinâmica da festa e das escolas, além de questões profissionais e desafios técnicos do setor. As discussões fizeram parte do documento, que destacou também o papel do samba na preservação das memórias e a importância de discutir a ampliação das fontes de financiamento.
A necessidade de financiamento é uma das propostas concretas do documento, com pedido de "políticas públicas de Estado permanentes que garantam a qualificação dos profissionais do carnaval, ampliem o acesso aos mecanismos de financiamento, promovam o intercâmbio de experiências e fortaleçam as estruturas das escolas de samba em todas as regiões do Brasil".
Os representantes das escolas presentes ao congresso consideraram imprescindível a distribuição justa e proporcional de verbas públicas, pensando em mecanismos de equidade para favorecer grupos que não contam com visibilidade e apoio privado. A medida, defendem, permitiria um planejamento financeiro e evitaria decisões apressadas ou pontuais, dependentes de recursos de última hora.
"Promover essas conexões é fortalecer o carnaval das escolas como identidade nacional na esfera global do samba, das escolas e do carnaval como manifestações culturais nacionais, presentes em todos os estados brasileiros", defendeu a Carta. Ela também cobrou, do Ministério da Cultura, a consolidação e criação imediata de uma Política Nacional de Fomento ao Carnaval, com recursos federais permanentes e distribuição equitativa entre estados, respeitando critérios técnicos, culturais e sociais.


Fue celebración tanto como llamada a la acción. Fue reflexión tanto como chorro de energía, pogos y rave. Ante una abarrotada sala La Riviera —1.800 personas, no había entradas disponibles desde meses antes— el trío norilandés Kneecap, un conjunto creado por dos alumnos gamberros y su profesor de gaélico irlandés en 2018, sacó partido de todo su repertorio, una furiosa combinación de rap, techno clásico, cultura rave y unas letras con mensaje que comparten rabia con el hip hop francés nacido en las banlieues de sus grandes urbes y al rock-punk clásico euskera. El cóctel funcionó; va a ser difícil vivir en los próximos meses otra actuación con tanta felicidad asalvajada.

© Ricardo Rubio (Europa Press)
Durante la entrevista, Nina Persson (Jönköping, Suecia, 1974), cantante de The Cardigans, se levanta de la silla, coge el portátil (la conversación es por videollamada) y con la cámara frontal del portátil muestra toda su estantería llena de libros. Se llega a este punto gracias a la nostalgia, cuando habla de esos años en los que se palpaban los vinilos y los cd. “Sucede los mismo con los libros, que los tocas y los hueles”. El streaming lo ha liquidado.



© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
¿Existe mejor forma de concluir una carrera que recibir el cariño de los lectores, además de ganar uno de los premios literarios más importantes? Julian Barnes (Leicester, Reino Unido, 1946) puede presumir de ambas cosas. El escritor británico, que a principios de 2026 anunció que había publicado su último libro, Despedidas (Anagrama/Angle), ha ganado el premio Princesa de Asturias de las Letras, que recogerá el próximo 23 de octubre en una ceremonia de entrega que se celebrará en el Teatro Campoamor de Oviedo.


“¿Qué más puede desear un pintor que pintar la piel de la gente?”, se pregunta el artista Eusebi Vila Delclòs.


O XXXI Festival de Folclore Infantil terá lugar em Faro, no dia 12 de junho, às 20h00, no Passeio da
O conteúdo Faro acolhe O XXXI festival de folclore infantil no passeio da doca aparece primeiro em Algarve 7.
