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Copa de 2026 conta com 13 seleções de países marcados por guerras e conflitos

Enquanto a Copa do Mundo de 2026 mobiliza milhões de torcedores nos Estados Unidos, México e Canadá, uma realidade distante dos gramados acompanha parte dos participantes do torneio. Das 48 seleções classificadas para o Mundial, 13 representam países que enfrentam guerras, conflitos armados ou graves episódios de violência interna.

Confira os países participantes da Copa envolvidos em conflitos ou crises de segurança:

SeleçãoTipo de conflito
Estados UnidosConflito internacional
MéxicoViolência do crime organizado
HaitiViolência de gangues
IrãConflito internacional
JordâniaImpactos da crise no Oriente Médio
CatarImpactos da crise no Oriente Médio
Arábia SauditaImpactos da crise no Oriente Médio
ColômbiaGuerrilhas e narcotráfico
MarrocosDisputa pelo Saara Ocidental
ArgéliaDisputa pelo Saara Ocidental
República Democrática do Congo (RDC)Conflito com grupos rebeldes
IraqueImpactos da crise no Oriente Médio
Coreia do SulConflito adormecido com a Coreia do Norte

Os cenários variam desde confrontos entre Estados até disputas com grupos rebeldes, organizações criminosas e movimentos separatistas. Em alguns casos, os conflitos são recentes, em outros, se arrastam há décadas sem uma solução definitiva.

Tensões internacionais alcançam países presentes no Mundial

Entre os casos mais emblemáticos está o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã. Enquanto as duas seleções participam da Copa do Mundo, seus países permanecem ligados a uma crise militar iniciada em fevereiro deste ano, após ataques norte-americanos contra território iraniano.

Apesar de uma trégua firmada em abril, episódios de hostilidade continuaram sendo registrados às vésperas da abertura do torneio. Ainda assim, a Fifa manteve sua posição de neutralidade e não adotou sanções esportivas contra nenhuma das seleções envolvidas.

A postura contrasta com decisões tomadas em outros momentos, como em 2022, quando Rússia e clubes do país foram excluídos de competições internacionais após a invasão da Ucrânia.

A participação do Irã no Mundial chegou a ser questionada durante a escalada da crise. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a presença da seleção iraniana não seria apropriada diante do contexto geopolítico. Integrantes de sua administração também defenderam a substituição da equipe pela Itália, proposta que acabou rejeitada pela Fifa.

Mesmo confirmada na competição, a delegação iraniana enfrentou obstáculos logísticos, incluindo atrasos na emissão de vistos, mudança do centro de treinamento originalmente previsto para o Arizona e autorização para entrar nos Estados Unidos apenas pouco antes das partidas da fase de grupos.

Além de Estados Unidos e Irã, outras seleções ligadas às tensões no Oriente Médio participam do torneio. Jordânia, Catar, Arábia Saudita e Iraque foram afetados indiretamente pela crise regional, já que instalações norte-americanas localizadas nesses países estiveram entre os alvos de ataques iranianos.

Crime organizado e violência interna marcam outras seleções

Nem todos os conflitos presentes entre os participantes da Copa envolvem disputas entre países. Um dos exemplos é o México, que convive há décadas com a violência associada ao narcotráfico e às organizações criminosas.

O cenário se agravou ao longo dos últimos vinte anos em razão das disputas territoriais entre cartéis de drogas e das operações realizadas pelas forças de segurança mexicanas. Em fevereiro deste ano, a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho e apontado como fundador do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG), provocou uma nova onda de confrontos.

El Mencho foi apontado como fundador do Cartel Jalisco Nova Geração, um dos principais grupos criminosos do México | Foto: Departamento de Estado dos EUA

A reação incluiu ataques contra militares, bloqueios de estradas e episódios violentos que deixaram ao menos 73 mortos.

Na Colômbia, os conflitos continuam ligados à atuação de grupos guerrilheiros, especialmente o Exército de Libertação Nacional (ELN), além do avanço de organizações ligadas ao narcotráfico.

O Haiti também atravessa uma grave crise de segurança. Facções criminosas ampliaram sua influência sobre Porto Príncipe, capital do país, onde estimativas indicam que cerca de 80% do território urbano esteja sob domínio de gangues. O avanço desses grupos tem provocado assassinatos, sequestros e deslocamentos em massa.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 1,4 milhão de pessoas foram obrigadas a deixar suas residências em decorrência da violência registrada no país caribenho.

Conflitos históricos seguem sem solução definitiva

Outro participante da Copa afetado por um conflito prolongado é a República Democrática do Congo. O país enfrenta instabilidade no leste de seu território desde a década de 1990, em uma disputa que envolve questões étnicas, controle de recursos minerais e a atuação de grupos armados.

Entre eles está o movimento rebelde M-23, criado em 2012 sob o argumento de proteger a população tutsi que vive na região. De acordo com a ONU, o grupo recebe apoio de Ruanda, acusação rejeitada pelo governo ruandês.

As raízes da crise remontam ao genocídio ocorrido em Ruanda em 1994, quando cerca de um milhão de pessoas morreram em aproximadamente 100 dias. Após o massacre, milhares de refugiados atravessaram a fronteira para o território congolês, contribuindo para o aumento das tensões regionais.

Em 2025, uma nova escalada da violência ocorreu quando a coalizão Alliance Fleuve Congo (AFC), que reúne o M-23, ampliou sua ofensiva e passou a controlar cerca de 34 mil quilômetros quadrados no leste da República Democrática do Congo.

Apesar de tentativas de mediação e de um cessar-fogo articulado pelos Estados Unidos entre Congo e Ruanda, os confrontos continuam afetando a população local.

Além disso, algumas seleções classificadas para o Mundial convivem com disputas consideradas de menor intensidade, mas ainda sem resolução definitiva.

A Coreia do Sul permanece tecnicamente em guerra com a Coreia do Norte desde a década de 1950. Embora um armistício tenha sido assinado em 1953, nunca houve um tratado de paz formal entre os dois países, mantendo o conflito em aberto até hoje.

Já Marrocos e Argélia seguem envolvidos, direta ou indiretamente, na disputa pelo Saara Ocidental. A região é reivindicada pela Frente Polisário, movimento que busca a independência do território atualmente controlado em sua maior parte pelos marroquinos. Um cessar-fogo mediado pela ONU vigorou por quase três décadas, mas foi rompido em 2020, reativando as tensões na região.

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México vence África do Sul por 2 a 0 na abertura da Copa, e Wilton Pereira Sampaio ganha destaque com três expulsões

O México começou a Copa do Mundo de 2026 com vitória diante da África do Sul por 2 a 0 em um Estádio Azteca lotado, na tarde desta quinta-feira (10/06). A equipe mexicana controlou boa parte das ações e aproveitou a superioridade numérica construída no segundo tempo para encaminhar resultado importante na abertura do torneio. O confronto teve primeiro tempo equilibrado, mas ganhou intensidade após o intervalo, quando os lances decisivos passaram a definir o rumo da partida.

A seleção sul-africana viu suas chances diminuírem drasticamente depois de ficar com um jogador a menos logo nos primeiros minutos da etapa final. Mais tarde, uma segunda expulsão complicou ainda mais a reação da equipe, que passou a enfrentar forte pressão mexicana. Mesmo com o cenário desfavorável, o confronto seguiu movimentado até os acréscimos, quando mais um cartão vermelho elevou a tensão dentro de campo.

O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio foi um dos protagonistas da partida ao tomar três decisões disciplinares de grande impacto. Ele expulsou Sithole por impedir uma oportunidade clara de gol, aplicou cartão vermelho a Zwane após revisão do VAR por agressão e também expulsou o mexicano Montes nos acréscimos por interromper uma jogada promissora de ataque. A última marcação gerou debate, mas a atuação do brasileiro foi marcada por firmeza, personalidade e controle da partida em momentos de alta pressão.

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Copa do Mundo 2026 expõe tensões fora do campo

Logo Agência Brasil

Espaço de celebração esportiva e encontro entre povos, a Copa do Mundo de 2026 tem sido marcada também por polêmicas e controvérsias que extrapolam o futebol, colocando em evidência os efeitos das políticas interna e externa de um de seus países-sede, os Estados Unidos.

Do ponto de vista externo, a guerra dos EUA contra o Irã, que também participa da competição, tem implicado em dificuldades para o país visitante, a ponto de sua delegação chegar a ser proibida de pernoitar em território estadunidense.

Notícias relacionadas:

Do ponto de vista interno, a política migratória implementada pelo presidente Donald Trump tem causado problemas para delegações, torcedores e até mesmo para a arbitragem da competição.

Diante da situação, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) buscou, nos períodos que antecederam a Copa, negociar com autoridades dos EUA a flexibilização de algumas regras durante o torneio, de forma a reduzir algumas das barreiras impostas pelo controle migratório daquele país.

Apesar do esforço – e diante do fato de a entidade atuar mais como mediadora do que como decisora – são muitos os relatos de dificuldades para a entrada de fãs, delegações e outros profissionais do esporte no país.

Para além disso, há também questionamentos sobre custos de ingressos e organização, o que reforça as expectativas de que a Copa será marcada por tensões que vão além do futebol.

Delegação iraniana

As polêmicas por conta das políticas migratórias dos EUA começaram muito antes da Copa. Entre as delegações que tiveram mais problemas, a de maior destaque é a do Irã, país contra o qual os EUA declararam guerra.

As tensões começaram meses antes do evento, com a dificuldade dos jogadores iranianos para obter visto, o que só aconteceu às vésperas do torneio. Integrantes da comissão técnica e dirigentes foram impedidos de viajar aos EUA, a tempo de possibilitar uma preparação adequada da equipe.

Para piorar, a delegação iraniana foi proibida de se hospedar no estado norte-americano do Arizona, conforme era previsto inicialmente. Vale lembrar que as três partidas iniciais do Irã serão disputadas em território estadunidense.

A solução adotada emergencialmente foi a de mudar a base da delegação para a cidade de Tijuana, no México. Na sequência, o governo dos EUA informou que não permitiria que a delegação pernoitasse nos EUA, antes ou após as partidas. Essa decisão, no entanto, foi revista, de forma a permitir o pernoite da equipe na noite anterior a cada partida.

Os torcedores iranianos também têm encontrado dificuldade para participar do maior evento futebolístico do planeta. Há, segundo agências internacionais, relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados a poucos dias do início do mundial.

Aymen Hussein

Um outro caso polêmico envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein. Ele foi retido por várias horas na imigração dos EUA no aeroporto de Chicago, onde passou por um interrogatório rigoroso poucos dias antes do início do mundial.

Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país.

Hussein não foi o único da delegação iraquiana a ter problema. O fotógrafo da equipe, Talal Salah, foi impedido de entrar nos EUA, após ficar por mais de 10 horas retido na imigração.

Árbitro barrado

A imigração dos EUA barrou também a entrada daquele que seria o primeiro árbitro da Somália a apitar uma partida de Copa do Mundo. Omar Abdulkadir Artan foi considerado “inadmissível” pelas autoridades estadunidenses ao desembarcar no aeroporto de Miami, vindo de Istambul.

Segundo comunicado da alfândega, ele teve a entrada negada devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”. As autoridades, no entanto, não especificaram quais seriam tais preocupações.

Mesmo tendo visto aprovado e estando oficialmente credenciado pela Fifa, Artan foi impossibilitado de participar do torneio. A Fifa lamentou o episódio sob o argumento de não ter controle sobre decisões de imigração nos países-sede.

Preço dos ingressos

Outra polêmica da Copa de 2026 envolve o preço cobrado pelos ingressos. Segundo a imprensa internacional, a atual edição é considerada uma das mais caras da história, com preços que vão de US$ 2 mil a US$ 7,8 mil, no caso da final.

Na Copa do Catar, em 2022, o valor do ingresso da final estava em cerca de US$ 1,6 mil.O modelo adotado para o Mundial nos Estados Unidos, Canadá e México segue a lógica tradicional da Fifa de dividir os ingressos por categorias — o que determina tanto o preço quanto a localização do torcedor no estádio.

O ingresso mais barato custa cerca de US$ 60, para a fase de grupos. Eles, no entanto, foram vendidos em quantidade bastante limitada, levando a maioria a pagar até US$ 620 para as primeiras partidas.

Para as fases eliminatórias, os ingressos chegam a custar mais de US$ 3 mil. Já os preços cobrados para a grande final vão de US$ 2.030 a cerca de US$ 7,8 mil.

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Copa do Mundo 2026 expõe tensões fora do campo

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Espaço de celebração esportiva e encontro entre povos, a Copa do Mundo de 2026 tem sido marcada também por polêmicas e controvérsias que extrapolam o futebol, colocando em evidência os efeitos das políticas interna e externa de um de seus países-sede, os Estados Unidos.

Do ponto de vista externo, a guerra dos EUA contra o Irã, que também participa da competição, tem implicado em dificuldades para o país visitante, a ponto de sua delegação chegar a ser proibida de pernoitar em território estadunidense.

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Do ponto de vista interno, a política migratória implementada pelo presidente Donald Trump tem causado problemas para delegações, torcedores e até mesmo para a arbitragem da competição.

Diante da situação, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) buscou, nos períodos que antecederam a Copa, negociar com autoridades dos EUA a flexibilização de algumas regras durante o torneio, de forma a reduzir algumas das barreiras impostas pelo controle migratório daquele país.

Apesar do esforço – e diante do fato de a entidade atuar mais como mediadora do que como decisora – são muitos os relatos de dificuldades para a entrada de fãs, delegações e outros profissionais do esporte no país.

Para além disso, há também questionamentos sobre custos de ingressos e organização, o que reforça as expectativas de que a Copa será marcada por tensões que vão além do futebol.

Delegação iraniana

As polêmicas por conta das políticas migratórias dos EUA começaram muito antes da Copa. Entre as delegações que tiveram mais problemas, a de maior destaque é a do Irã, país contra o qual os EUA declararam guerra.

As tensões começaram meses antes do evento, com a dificuldade dos jogadores iranianos para obter visto, o que só aconteceu às vésperas do torneio. Integrantes da comissão técnica e dirigentes foram impedidos de viajar aos EUA, a tempo de possibilitar uma preparação adequada da equipe.

Para piorar, a delegação iraniana foi proibida de se hospedar no estado norte-americano do Arizona, conforme era previsto inicialmente. Vale lembrar que as três partidas iniciais do Irã serão disputadas em território estadunidense.

A solução adotada emergencialmente foi a de mudar a base da delegação para a cidade de Tijuana, no México. Na sequência, o governo dos EUA informou que não permitiria que a delegação pernoitasse nos EUA, antes ou após as partidas. Essa decisão, no entanto, foi revista, de forma a permitir o pernoite da equipe na noite anterior a cada partida.

Os torcedores iranianos também têm encontrado dificuldade para participar do maior evento futebolístico do planeta. Há, segundo agências internacionais, relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados a poucos dias do início do mundial.

Aymen Hussein

Um outro caso polêmico envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein. Ele foi retido por várias horas na imigração dos EUA no aeroporto de Chicago, onde passou por um interrogatório rigoroso poucos dias antes do início do mundial.

Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país.

Hussein não foi o único da delegação iraquiana a ter problema. O fotógrafo da equipe, Talal Salah, foi impedido de entrar nos EUA, após ficar por mais de 10 horas retido na imigração.

Árbitro barrado

A imigração dos EUA barrou também a entrada daquele que seria o primeiro árbitro da Somália a apitar uma partida de Copa do Mundo. Omar Abdulkadir Artan foi considerado “inadmissível” pelas autoridades estadunidenses ao desembarcar no aeroporto de Miami, vindo de Istambul.

Segundo comunicado da alfândega, ele teve a entrada negada devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”. As autoridades, no entanto, não especificaram quais seriam tais preocupações.

Mesmo tendo visto aprovado e estando oficialmente credenciado pela Fifa, Artan foi impossibilitado de participar do torneio. A Fifa lamentou o episódio sob o argumento de não ter controle sobre decisões de imigração nos países-sede.

Preço dos ingressos

Outra polêmica da Copa de 2026 envolve o preço cobrado pelos ingressos. Segundo a imprensa internacional, a atual edição é considerada uma das mais caras da história, com preços que vão de US$ 2 mil a US$ 7,8 mil, no caso da final.

Na Copa do Catar, em 2022, o valor do ingresso da final estava em cerca de US$ 1,6 mil.O modelo adotado para o Mundial nos Estados Unidos, Canadá e México segue a lógica tradicional da Fifa de dividir os ingressos por categorias — o que determina tanto o preço quanto a localização do torcedor no estádio.

O ingresso mais barato custa cerca de US$ 60, para a fase de grupos. Eles, no entanto, foram vendidos em quantidade bastante limitada, levando a maioria a pagar até US$ 620 para as primeiras partidas.

Para as fases eliminatórias, os ingressos chegam a custar mais de US$ 3 mil. Já os preços cobrados para a grande final vão de US$ 2.030 a cerca de US$ 7,8 mil.

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Falta 1 dia: Seleção Brasileira pode repetir oito titulares da Copa de 2022 em 2026

A Seleção Brasileira deve iniciar a Copa do Mundo de 2026 repetindo uma base já conhecida do torcedor. Na estreia contra o Marrocos, no sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, o time comandado por Carlo Ancelotti tende a ter grande parte da formação utilizada no ciclo anterior.

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A projeção indica a equipe com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha.

Base do Catar ainda presente na nova formação

A comparação com a Copa do Mundo de 2022 mostra continuidade significativa no elenco. Na estreia contra a Sérvia, oito dos jogadores cotados para iniciar em 2026 também estiveram em campo naquele Mundial.

Além disso, o grupo atual mantém forte ligação com o ciclo anterior: 12 atletas que estiveram no elenco no Catar foram novamente convocados para a Copa de 2026, entre eles Alisson, Ederson, Weverton, Alex Sandro, Danilo, Marquinhos, Bruno Guimarães, Casemiro, Fabinho, Raphinha e Vinicius Júnior.

Seleção raramente repete base entre Copas consecutivas

Apesar dessa manutenção, a história mostra que o Brasil costuma mudar bastante suas escalações entre Mundiais seguidos. Em estreias de Copas consecutivas, a Seleção nunca repetiu mais de cinco jogadores entre os titulares.

O padrão já apareceu em diferentes gerações. Em 2006, cinco jogadores que estiveram na conquista de 2002 voltaram a ser titulares: Cafu, Lúcio, Roberto Carlos, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo.

Já em 2022, a Seleção repetiu cinco nomes que haviam iniciado a Copa de 2018: Alisson, Danilo, Thiago Silva, Casemiro e Neymar.

A estreia contra o Marrocos abre a caminhada brasileira em busca do hexacampeonato no torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México, em um grupo considerado um dos mais competitivos da primeira fase.

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Lula comenta estreia do Brasil na Copa e diz que vitória “de meio a zero já está bom”

Às vésperas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou confiança em um resultado positivo contra o Marrocos. A equipe comandada por Carlo Ancelotti entra em campo no próximo sábado (13), às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

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Durante a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), o Conselhão, realizada no Palácio Itamaraty, em Brasília, Lula comentou a expectativa para a partida e afirmou acreditar em vitória brasileira. Em tom de brincadeira, o presidente lembrou previsões feitas em Copas anteriores que não se concretizaram, mas reforçou o otimismo com o desempenho da Seleção.

“Olha, sinceramente, o meu palpite é de que o Brasil vai ganhar. Eu já errei em 1982, em 1986, mas eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom. Mas acho que o Brasil vai ganhar”, disse Lula.

Brasil inicia caminhada em busca do hexacampeonato

A partida contra o Marrocos marcará o início da campanha brasileira na Copa do Mundo de 2026. O duelo será disputado em Nova Jersey e representa o primeiro compromisso da Seleção no torneio sediado por Estados Unidos, Canadá e México.

Apontado como o adversário mais forte do Grupo C, o Marrocos surge como o principal desafio da fase inicial para a equipe brasileira. O confronto também será o primeiro teste de Carlo Ancelotti em uma Copa do Mundo à frente da Seleção.

O Brasil chega ao Mundial em busca do sexto título da história. A estreia diante dos marroquinos é vista como um passo importante para as pretensões da equipe na competição, que reúne 48 seleções pela primeira vez.

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Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta (11) com duelo entre México e África do Sul

A Copa do Mundo de 2026 iniciará nesta quinta-feira (11), com o duelo entre México e África do Sul no Estádio Azteca, na Cidade do México. A partida, marcada para as 16h, abre oficialmente a programação do torneio.

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Antes da bola rolar, a cerimônia de abertura está prevista para as 14h30 (horário de Brasília). O espetáculo contará com apresentações de Shakira, J Balvin, Belinda, Burna Boy, Danny Ocean, Lila Downs, Los Ángeles Azules e Maná, reunindo artistas latinos e africanos em uma abertura voltada à diversidade cultural do Mundial.

A programação musical da Copa será distribuída ao longo da competição, com apresentações previstas em diferentes jogos e países-sede, integrando o calendário esportivo às atrações culturais do torneio.

Na sexta-feira (12), a rodada inaugural segue com dois jogos. Canadá e Bósnia se enfrentam às 16h, no BMO Field, em Toronto. Mais tarde, às 22h, Estados Unidos e Paraguai entram em campo no SoFi Stadium, em Los Angeles.

Reedição de duelo histórico marca abertura de 2010

O confronto entre México e África do Sul também resgata uma lembrança marcante do futebol mundial. As seleções repetem o jogo de abertura da Copa de 2010, disputada na África do Sul. Na ocasião, o empate por 1 a 1 no FNB Stadium teve gols de Tshabalala, para os anfitriões, e Rafa Márquez, para os mexicanos.

Agora, 16 anos depois, as equipes voltam a se enfrentar novamente em um jogo de abertura de Mundial, revivendo um duelo que marcou a história recente da competição.

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Estepilha, A Copa do Mundo de 2026 Começa na Fronteira Americana

AF! À medida que se aproxima a Copa do Mundo de 2026, os Estados Unidos parecem determinados a adicionar uma nova camada de emoção ao torneio: transformar a chegada das delegações numa prova de resistência digna de medalha olímpica — embora sem garantia de entrada. O mais recente “competidor” foi o árbitro somali Omar Abdulkadir […]
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Governo Lula avalia decretar ponto facultativo em jogos do Brasil na Copa de 2026

Com a aproximação da Copa do Mundo, o governo federal deve anunciar nos próximos dias as regras que irão disciplinar o funcionamento dos órgãos públicos durante os jogos da Seleção Brasileira. A expectativa é que sejam divulgadas orientações específicas para o expediente dos servidores nos dias em que o Brasil entrar em campo ao longo do torneio, que começa oficialmente nesta quinta-feira (11).

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A equipe brasileira faz sua estreia no Mundial no próximo sábado (13), diante do Marrocos, às 19h, no horário de Brasília. Como a partida ocorre durante o fim de semana, não há impacto direto sobre o funcionamento da administração pública.

Já os outros dois compromissos da Seleção na fase de grupos estão marcados para dias úteis. O Brasil enfrenta o Haiti em 19 de junho, uma sexta-feira, e volta a campo em 24 de junho, uma quarta-feira, quando encara a Escócia. Por coincidirem com o expediente regular dos órgãos públicos, as partidas podem levar à adoção de horários especiais de trabalho.

Distrito Federal avalia possíveis alterações

Enquanto aguarda a definição do governo federal, o Governo do Distrito Federal (GDF) também discute medidas para adequar o funcionamento dos serviços públicos durante os jogos da Seleção.

A possibilidade de decretar ponto facultativo nos dias das partidas está em análise pela administração distrital. Segundo a governadora Celina Leão (PP), a decisão dependerá dos horários dos confrontos e da necessidade de manter o atendimento à população.

De acordo com a chefe do Executivo local, a elaboração do cronograma levará em consideração tanto o interesse dos servidores em acompanhar os jogos quanto a continuidade dos serviços considerados essenciais.

“Uma coisa que a gente não pode deixar é a população sem assistência, mas também não vamos privar. Acho que o bom senso vai caber nesse cronograma que nós vamos fazer”, afirmou a governadora.

A expectativa é que as definições sobre eventuais mudanças no expediente sejam divulgadas antes dos próximos jogos da Seleção Brasileira na competição.

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Goiânia terá eventos com shows e telões para os jogos do Brasil na Copa de 2026

A dois dias do início da Copa do Mundo de 2026, Goiânia se prepara para receber uma série de eventos voltados à transmissão dos jogos da Seleção Brasileira. Com expectativa de reunir milhares de torcedores ao longo do torneio, espaços da capital apostam em programações que combinam futebol, shows e experiências temáticas para atrair o público durante a competição.

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Entre os principais projetos está a parceria entre a Copa Experience e a Arena N1, que ocupará o Centro Cultural Oscar Niemeyer. O local será transformado em uma arena voltada para a exibição das partidas do Brasil, com estrutura dedicada ao entretenimento e apresentações musicais em datas específicas do Mundial.

No dia 13, durante o confronto entre Brasil e Marrocos, os shows serão de Israel Novaes e Kamisa 10. Já em 19 de junho, quando a Seleção enfrenta o Haiti, a programação prevê apresentações de Marcos e Belutti e Ju Marques. No dia 24, durante a partida contra a Escócia, o cantor Xande de Pilares será a atração principal. Caso o Brasil avance à próxima fase, Matheus Fernandes comandará o palco em 29 de junho.

Programação vai além dos dias de jogos

Além das transmissões da Seleção Brasileira, o espaço receberá uma agenda própria de atrações entre os dias 11 e 19 de junho. Estão confirmados artistas como Emicida, que se apresenta ao lado de Mano Brown, Marina Sena, Fernando e Sorocaba, Hungria, Tribo da Periferia, Planta e Raiz, Maskavo, Grelo, Léo Foguete, Dos Rosa, Traplaudo e Kamisa 10.

A estrutura contará ainda com área infantil equipada com atividades recreativas e jogos eletrônicos, além do Museu do Futebol, espaço voltado à história e à cultura do esporte.

Outra iniciativa prevista para o período é o Copa na Arquibancada, organizado pela B2 Eventos no Espaço Dois Ipês. O projeto terá transmissões em telões, ambientação temática e programação musical. Entre as atrações já anunciadas estão Dilsinho, Japa NK, Benzadeus e Thauane.

Segundo os organizadores, os ingressos serão comercializados em modalidades individuais e também em pacotes que incluem cinco partidas da Seleção Brasileira e a final da Copa do Mundo. A capacidade do espaço será limitada.

Capital terá três grandes pontos de transmissão

O Portão 62 também terá programação especial durante a competição. O estabelecimento promoverá eventos nos dias dos jogos da Seleção Brasileira, com transmissões em telões e atrações musicais após as partidas.

Na estreia contra o Marrocos, o público contará com apresentações do Pagode do Boy e do DJ Daniel de Mello. No segundo compromisso do Brasil, diante do Haiti, a programação terá participação do DJ Rodrigo Lagoa. Já após o duelo contra a Escócia, o show ficará por conta do grupo Pagode do PDA.

O espaço disponibilizará mesas com consumação inclusa mediante reserva antecipada. Caso haja vagas remanescentes, também será permitida a entrada avulsa, sujeita à capacidade máxima do local.

Além de Goiânia, a Arena N1 será realizada simultaneamente em Salvador, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre. De acordo com a organização, as cidades participantes serão mencionadas durante as transmissões oficiais das partidas pelas emissoras detentoras dos direitos de exibição.

Com diferentes formatos de evento e programação distribuída ao longo do torneio, Goiânia terá ao menos três grandes polos de transmissão da Copa do Mundo de 2026: o Centro Cultural Oscar Niemeyer, com a Copa Experience e Arena N1, o Espaço Dois Ipês, com o Copa na Arquibancada e o Portão 62. A expectativa dos organizadores é aproveitar o interesse dos torcedores pela competição para reunir público em experiências que vão além da exibição dos jogos.

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Seleção do Irã terá restrições de entrada nos EUA durante a Copa do Mundo de 2026

A Seleção do Irã enfrentará uma logística incomum durante a disputa da Copa do Mundo de 2026. De acordo com informações divulgadas pelo embaixador iraniano no México, Abolfazl Pasandideh, os integrantes da equipe terão autorização para entrar nos Estados Unidos apenas nos dias das partidas, sendo obrigados a retornar ao México logo após os compromissos válidos pelo torneio.

A delegação ficará concentrada em Tijuana, cidade mexicana localizada próxima à fronteira com os Estados Unidos. A mudança ocorreu após dificuldades relacionadas à emissão de vistos para membros da equipe em meio às tensões diplomáticas e militares entre os dois países.

Segundo Pasandideh, os jogadores poderão cruzar a fronteira na manhã dos jogos e deverão deixar o território norte-americano no mesmo dia. A medida afeta diretamente a preparação da seleção iraniana, que disputará todas as partidas da fase de grupos em cidades dos Estados Unidos.

O Irã integra o Grupo G da Copa do Mundo ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Durante a primeira fase, a equipe terá dois compromissos em Los Angeles e outro em Seattle.

Vistos geram impasse para delegação iraniana

Além das restrições de deslocamento, a seleção ainda enfrenta dificuldades relacionadas à documentação de parte da delegação. Segundo autoridades iranianas, 15 integrantes do grupo continuam sem visto para entrar nos Estados Unidos. Entre eles estão dirigentes e membros da comissão técnica.

A situação já havia sido alvo de manifestações da embaixada iraniana na Turquia, que criticou a decisão das autoridades norte-americanas de liberar a entrada dos atletas e da comissão técnica considerada essencial, mas negar a autorização para outros representantes da delegação.

A polêmica ganhou força após declarações do embaixador dos Estados Unidos na Turquia, Tom Barrack, que confirmou a emissão dos vistos destinados aos jogadores e profissionais necessários para a participação da equipe no Mundial. Posteriormente, a Casa Branca também confirmou que os atletas receberam autorização para viajar ao país.

Ainda assim, representantes iranianos classificaram a negativa de vistos para parte da delegação como um ato de discriminação contra o país. De acordo com a agência de notícias Fars, mais de uma dezena de integrantes das equipes médica e esportiva tiveram os pedidos recusados, além do presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj.

As restrições estariam relacionadas, em parte, a possíveis vínculos com a Guarda Revolucionária Islâmica. Em ocasiões anteriores, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que pessoas ligadas à organização não teriam permissão para ingressar no país. Mehdi Taj, que já integrou a corporação, havia sido impedido de participar do sorteio da Copa do Mundo realizado em dezembro.

Diante das incertezas envolvendo a concessão de vistos, a federação iraniana decidiu transferir sua base de preparação de Tucson, no estado do Arizona, para Tijuana, no México. A delegação tem chegada prevista ao território mexicano após um período de treinamentos na Espanha.

Para o governo iraniano, a presença da seleção na competição, mesmo diante das restrições impostas e do atual cenário de conflito, representa uma oportunidade de demonstrar disposição para o diálogo e a convivência pacífica por meio do esporte.

Tensão entre Irã e Estados Unidos impacta preparação para a Copa

A edição de 2026 também marca um fato inédito na história da Copa do Mundo. Será a primeira vez, desde a criação do torneio em 1930, que uma das nações participantes disputará partidas em um país com o qual mantém um conflito militar em andamento.

Enquanto a competição se aproxima, o cenário geopolítico segue tenso. Poucas horas após confirmar a entrada dos jogadores iranianos, os Estados Unidos anunciaram novos ataques aéreos contra instalações ligadas ao Irã, alegando riscos à segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Paralelamente, negociações diplomáticas continuam em busca de um possível acordo para reduzir as hostilidades entre os dois países.

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Seleção da Suíça enfrenta alerta de cobras durante treinos para a Copa de 2026

A Seleção da Suíça encontrou um motivo inusitado de preocupação durante a preparação para a Copa do Mundo de 2026. Instalada em San Diego, no estado da Califórnia, a equipe está treinando em uma região cercada por áreas onde há registro frequente da presença de cobras, incluindo espécies consideradas peçonhentas.

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A situação foi destacada pela própria delegação suíça nas redes sociais. Em uma publicação, a seleção mostrou o entorno do centro de treinamento e indicou a área habitada pelos animais, chamando atenção para um risco que vai além dos desafios dentro de campo.

Seleção da Suíça destacou nas redes sociais a área próxima ao centro de treinamento onde há presença de cobras | Foto: Reprodução

De acordo com informações sobre a fauna local, San Diego abriga 28 espécies diferentes de cobras. Entre elas, a mais comum é a Cascavel do Pacífico Sul, uma espécie venenosa cuja picada pode provocar dores intensas e outras complicações que exigem atendimento médico imediato.

Preparação para a estreia

Enquanto adota medidas de precaução durante a estadia na Califórnia, a seleção suíça mantém o foco na disputa da Copa do Mundo. A equipe integra o Grupo B da competição, ao lado de Catar, Canadá e Bósnia.

A estreia dos suíços está marcada para o próximo sábado (13), às 16h, no horário de Brasília. O adversário será o Catar, em partida que será realizada na cidade de Santa Clara, também nos Estados Unidos.

Até o início do torneio, a delegação permanecerá em San Diego realizando treinamentos e ajustes finais para a competição, ao mesmo tempo em que segue as recomendações de segurança relacionadas à presença de cobras na região.

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Episódio antigo de “Os Simpsons” aponta possível campeã da Copa do Mundo de 2026

Teorias que associam a animação “Os Simpsons” a supostas previsões de acontecimentos reais voltaram a ganhar destaque, desta vez relacionadas à Copa do Mundo de 2026. Um episódio exibido na década de 1990 passou a ser apontado como uma possível referência ao próximo campeão do torneio.

Lançada em 1989, a série acumulou ao longo dos anos diversas comparações com fatos que aconteceram posteriormente. Entre os exemplos mais conhecidos estão situações relacionadas à eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e à popularização das chamadas de vídeo.

No esporte, a animação também já foi relacionada a acontecimentos marcantes. Um dos casos mais citados envolve um episódio associado à Copa do Mundo de 2014, que apresentava elementos comparados posteriormente à lesão de Neymar e à derrota da Seleção Brasileira para a Alemanha, embora com diferenças em relação ao que ocorreu no torneio.

Cena de Os Simpsons exibida antes da Copa de 2014 foi associada posteriormente à lesão de Neymar durante o torneio | Foto: Reprodução

Episódio mostra confronto entre Portugal e México

A teoria mais recente tem como base um episódio exibido em 1997, que mostra uma partida disputada no Springfield Stadium entre as seleções de Portugal e México. Na trama, Portugal aparece como vencedor do confronto, fato que passou a ser relacionado à disputa do Mundial de 2026.

Outro ponto frequentemente mencionado é a semelhança entre o estádio retratado na animação e o MetLife Stadium, em Nova Jersey, local escolhido para receber a final da próxima Copa do Mundo. A presença do México na cena também é apontada como um elemento que reforça a associação com a edição de 2026, já que o país será uma das sedes do torneio ao lado de Estados Unidos e Canadá.

Estádio exibido em episódio de Os Simpsons é comparado ao palco da final da Copa do Mundo de 2026 | Foto: Reprodução

Apesar das comparações, não há qualquer evidência de que o episódio tenha sido criado com a intenção de prever o resultado da competição. As associações são baseadas em coincidências observadas entre a animação e fatos do mundo real.

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Faltam 6 dias: FIFA proíbe vuvuzelas nos estádios da Copa do Mundo de 2026

Os torcedores que forem acompanhar a Copa do Mundo de 2026 presencialmente não poderão utilizar vuvuzelas nas arquibancadas. A proibição faz parte do código de conduta estabelecido pela FIFA para os estádios que receberão partidas do torneio nos Estados Unidos, Canadá e México.

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A entidade definiu uma série de restrições voltadas à segurança e à organização das arenas, incluindo a proibição de objetos considerados capazes de provocar ruídos excessivos durante os jogos. Entre eles estão as tradicionais vuvuzelas, que ficaram conhecidas mundialmente durante a Copa do Mundo realizada na África do Sul, em 2010.

Produzidas em plástico e utilizadas por torcedores para criar uma atmosfera festiva nos estádios, as vuvuzelas se tornaram um dos símbolos daquele Mundial. Ao mesmo tempo, o som contínuo emitido pelo instrumento dividiu opiniões entre jogadores, narradores, espectadores e dirigentes esportivos, que frequentemente apontavam dificuldades de comunicação durante as partidas.

Regras incluem restrições a outros itens e comportamentos

Além das vuvuzelas, a FIFA também vetou a entrada de apitos, buzinas de ar comprimido e quaisquer dispositivos capazes de gerar ruídos considerados excessivos. A restrição será aplicada em todos os 16 estádios que receberão jogos da competição.

O regulamento ainda impede o acesso de equipamentos que emitam feixes de laser, incluindo apontadores e dispositivos semelhantes. Segundo a entidade, a medida busca evitar situações que possam comprometer a segurança dos atletas, árbitros e torcedores.

As normas também estabelecem regras de comportamento dentro das arenas. A FIFA esclarece que pinturas corporais e tatuagens não substituem vestimentas. Dessa forma, torcedores não poderão utilizar apenas pinturas no corpo para acessar os estádios.

Outra conduta proibida é a invasão do gramado. Também estão vetadas ações que envolvam a exposição de partes íntimas do corpo ou a retirada de roupas com esse objetivo durante as partidas.

Entre os itens barrados aparece ainda a entrada de garrafas reutilizáveis de água. A justificativa apresentada pela entidade está relacionada aos protocolos de segurança adotados para o evento.

O código de conduta prevê punições para quem descumprir as determinações. Dependendo da situação, o torcedor poderá ser impedido de entrar na arena ou retirado do estádio durante a realização da partida.

A Copa do Mundo de 2026 será a primeira edição da história com a participação de 48 seleções. O torneio está programado para ocorrer entre 11 de junho e 19 de julho, com jogos distribuídos entre Estados Unidos, Canadá e México. A partida de abertura será disputada no México, que enfrentará a África do Sul no dia 11 de junho.

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