Evento será realizado na Fecomércio-GO e reunirá os principais nomes da comunicação goiana para celebrar os destaques de 2026
Os vencedores da 23ª edição do Prêmio dos Mais Influentes da Comunicação em Goiás serão homenageados em cerimônia de premiação no próximo dia 11 de junho (quinta-feira), às 20h, na sede da Fecomércio-GO, em Goiânia.
Promovida pela Contato Comunicação, a iniciativa reconhece profissionais, empresas e instituições que se destacaram ao longo de 2026 e contribuíram para o fortalecimento do setor da comunicação em Goiás. Consolidado como um dos mais tradicionais reconhecimentos da área no Estado, o prêmio valoriza trajetórias de excelência, inovação e influência em diferentes segmentos do mercado.
A escolha dos vencedores ocorreu por meio de votação realizada entre os dias 5 e 20 de maio. Ao todo, foram registrados 155 votos, dos quais 98 foram validados, definindo os mais influentes em categorias que contemplam jornalismo, publicidade, marketing, produção audiovisual, assessoria de imprensa, mídias digitais, veículos de comunicação, instituições de ensino e empresas especializadas.
Entre as presenças confirmadas para a cerimônia estão Altair Tavares, vencedor na categoria Radialista do Ano; o Portal 6, vencedor na categoria Portal de Notícias – Site; a Rádio Positiva Goiânia FM, vencedora na categoria Rádio FM; a Plural Imagem e Som, vencedora na categoria Produtora de Vídeo; e Matheus Ribeiro, vencedor nas categorias Político Ligado à Comunicação e Jornalista do Ano, entre outros.
Além de homenagear os vencedores, a cerimônia será palco para o encontro de profissionais, empresas e instituições que se destacam pela excelência e contribuição para o desenvolvimento da comunicação em Goiás.
Para mais detalhes: @contatocomunica.
Serviço Evento: 23º Prêmio dos Mais Influentes da Comunicação em Goiás Data: 11/06 (quinta-feira) Horário: 20h Local: Fecomércio-GO (Avenida 136, nº 1084, Setor Marista, Goiânia) Informações: Letícia Lustosa (62) 98168-9371
O influenciador Mayk Leão, que ganhou repercussão após divulgar vídeos sobre um suposto OVNI em Campo Largo (PR), apareceu chorando em uma sequência de stories publicada nesta terça-feira (09/06). O desabafo ocorre após a polêmica envolvendo a destruição de um HD que, segundo ele, continha gravações relacionadas ao caso.
Mayk afirmou estar emocionalmente abalado com a repercussão e as mensagens recebidas nas redes sociais. “Gente, eu não aguento mais. Eu vou ter que ir pro hospital, sério. Eu tô sucumbindo”, declarou. O vídeo gerou preocupação entre seus seguidores.
Nos stories, Mayk voltou a falar sobre a pressão psicológica que tem enfrentado e os ataques virtuais recebidos nos últimos dias. Ele não detalhou se realmente procurou atendimento médico ou se mantém os planos de internação.
A Policlínica de Quirinópolis recebeu pacientes e acompanhantes na recepção da unidade para uma ação educativa com o tema “Ansiedade e receios que impedem a doação de sangue”. A iniciativa teve como objetivo esclarecer dúvidas, reduzir mitos e incentivar atitudes positivas em relação à doação.
Foram discutidos os principais fatores que costumam gerar insegurança em potenciais doadores, como o medo de agulhas, dor, mal-estar e a apreensão diante do procedimento. Também foi explicado o conceito de ansiedade, destacando que se trata de uma resposta natural do organismo frente a situações novas ou desconhecidas.
As etapas da doação de sangue e os cuidados adotados para garantir segurança e bem-estar ao doador também foram apresentados, assim como orientações práticas para lidar com a ansiedade, incluindo a busca por informações confiáveis, técnicas de respiração e o respeito ao próprio tempo e limites individuais.
“Sentir medo é algo comum e não deve ser motivo de vergonha. Quando a pessoa compreende o processo e entende que está em um ambiente seguro, a tendência é que a ansiedade diminua e a decisão de doar se torne mais tranquila”, explicou a psicóloga. A ação também reforçou a importância da doação de sangue como um gesto de solidariedade capaz de salvar vidas.
Um gesto simples, mas carregado de ciência e afeto, marcou a rotina da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais (UCIN) do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara (HMMCC) nesta semana.
O bebê Daniel, internado há 57 dias na unidade, recebeu o banho de ofurô, também conhecido como banho de balde, realizado pela fisioterapeuta Maria José Caetano, com apoio da técnica de enfermagem Mychelle Caroline.
O procedimento integra as práticas de cuidado humanizado e busca proporcionar conforto e bem-estar ao recém-nascido. “O banho de ofurô é uma técnica utilizada em maternidades e UTIs neonatais para promover conforto e organização comportamental do bebê”, explica a fisioterapeuta.
Segundo Maria José, a posição dentro do balde, semelhante à do útero materno, ajuda a reduzir o estresse e a agitação, favorecendo o relaxamento, o controle da dor, a melhora do sono, a estabilidade fisiológica e o desenvolvimento neurocomportamental.
“A água deve estar entre 36,5°C e 37,5°C. O bebê permanece o tempo todo sob supervisão, com a cabeça fora da água. Após o ofurô, pode ser realizado o banho de higienização. A técnica não é indicada para recém-nascidos com instabilidade clínica importante”, orienta a fisioterapeuta.
Durante o procedimento, a equipe observa sinais como conforto, redução do choro, melhora do padrão respiratório e menor gasto energético. A fisioterapeuta destaca ainda que o banho pode ser realizado na presença da mãe, com orientação da equipe durante a internação, quando há interesse da família.
A mãe do bebê, Heryka Pereira Sobral, 38 anos, acompanhou o momento e ressaltou a importância de cada cuidado no desenvolvimento do filho durante a internação. “Tudo que ajuda no desenvolvimento do nosso filho nesse momento é importante. Quando se tem um bebê prematuro, tudo é novo, e cada cuidado que traz melhora é uma bênção”, afirmou.
Clima geral do dia: energia de execução — bom pra priorizar o essencial e cortar ruído.
Palavra do dia: ritmo.
Dica prática: menos planejamento infinito: faça uma entrega pequena e real.
Áries
Você vai querer velocidade, mas o dia cobra estratégia. Faça o urgente sem atropelar relações. Trabalho/dinheiro: corte tarefas que não geram resultado. Amor: menos impulsividade, mais presença. Atenção: evite discutir por detalhes.
Touro
Dia bom pra estabilizar. Use a busca por segurança a favor: organize e finalize. Trabalho/dinheiro: revisar gastos e contratos. Amor: conversa madura resolve mais que cobrança. Atenção: teimosia pode te atrasar.
Gêmeos
Sua mente vai longe, mas o dia pede consistência. Entregue uma coisa bem feita. Trabalho/dinheiro: reuniões rendem com pauta objetiva. Amor: menos ironia, mais clareza. Atenção: não prometa além do que dá.
Câncer
Você fica mais sensível ao ambiente. Selecione melhor com quem você troca energia. Trabalho/dinheiro: não assuma problema dos outros. Amor: acolhimento sem se anular. Atenção: evite nostalgia que puxa pra baixo.
Leão
Liderança silenciosa: não precisa provar nada, só fazer acontecer. Trabalho/dinheiro: reconhecimento vem por entrega. Amor: demonstre com atitude. Atenção: ego ferido não decide bem.
Virgem
Organização e ajuste fino em alta. Só não transforme isso em autocobrança cruel. Trabalho/dinheiro: planejamento e revisão. Amor: cuidado com crítica disfarçada de “ajuda”. Atenção: perfeccionismo trava.
Libra
Hoje é sobre limite. Você não precisa agradar todo mundo — precisa ser justo com você. Trabalho/dinheiro: decida o que fica e o que sai da agenda. Amor: sinceridade com gentileza. Atenção: indecisão custa caro.
Escorpião
Dia bom pra cortar excessos e ir no ponto. Use sua leitura com inteligência. Trabalho/dinheiro: negociação e estratégia. Amor: evite testar o outro. Atenção: controle demais vira ansiedade.
Sagitário
Vontade de expandir, mas o dia pede base. Aprenda o que precisa e depois acelera. Trabalho/dinheiro: foque em processo, não só em ideia. Amor: leveza sem fugir de conversa séria. Atenção: dispersão.
Capricórnio
Dia forte pra produtividade. Disciplina hoje vira semana mais leve. Trabalho/dinheiro: organize o plano e ataque o topo da lista. Amor: mostre constância. Atenção: dureza desnecessária.
Aquário
Boas soluções diferentes surgem. Só valide o básico antes de mudar tudo. Trabalho/dinheiro: inovação com pé no chão. Amor: conversa franca sobre expectativas. Atenção: rebeldia só por rebeldia.
Peixes
Dia pede aterramento. Menos fantasia, mais execução do que você já sabe. Trabalho/dinheiro: organize o ambiente e a mente. Amor: vulnerabilidade com limites. Atenção: não absorva o caos alheio.
Baggio, Roberto Baggio, perdeu. Mandou por cima da baliza. Mas o italiano não erra, poucas vezes falhou, por que desperdiçaria uma penalidade máxima agora? A bola deveria beijar o ângulo de Claudio Taffarel. E não beijou. O Brasil virou o primeiro tetracampeão, em 1994.
A câmera enquadra o camisa 10 da Azzurra. Está com a mão na cintura, olha para a marca da cal, expressão incrédula. Começa o doc “Tetra: Acreditar de Novo” (Netflix), dirigido por Luis Ara: a desacreditada seleção de Carlos Alberto Parreira conquistou a Copa após 24 anos.
Na TV Globo, Galvão Bueno se esganiça. “Acabou, acabou! É tetra, é tetra, é tetra”, grita o narrador, abraçado ao Rei Pelé. Mas essa cena, que pena!, não está no filme. De toda forma, inicia-se a festa no Rose Bowl, em Pasadena, Los Angeles, nos EUA, com 94.194 pessoas.
Não importa se foi a primeira final de Copa do Mundo a ficar no 0 a 0. Nem se foi a primeira decidida nos pênaltis. Mário Lobo Zagallo, coordenador técnico, sagrou-se em 17 de julho de 94 o único a participar de quatro títulos mundiais — era jogador em 58 e 62, técnico em 70.
Corta. É 24 de junho de 1990, Brasil e Argentina, oitavas de final da Copa. O Delle Alpi, em Turim, na Itália, viu o lesionado Diego Armando Maradona ajeitar a bola no centro e, como numa tacada de sinuca, enfiar um passe mágico para Caniggia, que saiu na cara de Taffarel.
El Pájaro eliminou a Seleção. E Maradona quase fez o segundo gol argentino em cobrança de falta espalmada por Taffarel. O técnico Sebastião Lazaroni, no entanto, achou que sua equipe jogara melhor. “Criamos mais”, lamentou ao “O Globo”, em 2023, ainda triste pelo placar.
E os culpados?
“Ao final, com a eliminação da Copa, vem a necessidade de apontar o culpado, o responsável ou os responsáveis. Acredito que um dos fatores do insucesso tenha recaído sobre mim”, desabafa, lembrando ter feito parte da transição do futebol arte para o pragmatismo de 94.
Do fracasso à glória — conforme mostra “Acreditar de Novo” —, a jornada foi incerta. A Seleção ia mal nas Eliminatórias. De cara, empatou sem gols com o Equador, sofrendo em seguida uma derrota inédita para a Bolívia, em La Paz, na qual Taffarel cometeu uma falha.
Parreira, agora o técnico, estava ameaçado. Cobravam-lhe Romário, mas o Baixinho não era fácil. Nem seus antecedentes o ajudavam, já que, em 1985, de acordo com Zagallo, o atacante urinou em direção a turistas barulhentos e fez gestos obscenos a prostitutas de Copacabana.
“Em relação a essa colocação, eu espero que não tenha saído dele, pois seria mentiroso. Nunca fiz isso”, rebateu o artilheiro, que brilhara no PSV e era a estrela no Barcelona. “Uma coisa que o meu pai sempre me ensinou foi ter respeito com as pessoas, independente da idade.”
Aquele 19 de setembro de 93 foi decisivo. A Bolívia havia se classificado para o Mundial, obrigando Brasil e Uruguai a disputarem a última vaga. Parreira chegou pressionado ao confronto. Cedeu à pressão popular: Romário convocado. Formaria o ataque com Bebeto.
“Acreditar de Novo” revive jogo decisivo no Maraca
Romário dribla goleiro uruguaio nas Eliminatórias, em 1993 – Foto: Youtube/ Reprodução
No filme “Tetra: Acreditar de Novo”, o Baixinho conta que tinha dois (ou três) objetivos naquele jogo. Um deles, claro, era dar uma caneta num zagueiro celeste, enquanto as outras promessas envolviam sua habilidade maior, o gol. Os tentos saíram no segundo tempo.
Adeus maracanazo, adeus trauma de 50: Romário abriu o placar. Subiu lá em cima e, então, botou a testa na bola. Doze minutos depois, o atacante recebeu em profundidade, com um latifúndio a ser explorado à sua frente. Corria. A torcida observava o ídolo da forma como mais gostava: livre, sem ninguém para marcá-lo, tendo a bola nos pés e o gol diante de si.
Ciente de seu papel, o goleiro Siboldi tentou esticar o cotovelo. Não parou o camisa 11, que aplicou-lhe um debochado drible de corpo e, como um felino, pôs a caça adiante. Aí ficou fácil: Romário levou a redonda aonde gostava. Cem mil pessoas explodiram no Maraca.
Até o dia 20 de junho de 94, quando o Brasil enfrentou a Rússia, Parreira pensou no time ideal para a estreia nos Estados Unidos. Mas, claro, ele não podia barrar o craque de seus titulares. Ao escalá-lo, o placar acabou 2 a 0 para a Canarinha — com um gol de Romário.
Dunga converte cobrança de pênalti na decisão da Copa de 94 – Foto: Netflix/ Divulgação
Campanha
Passada a ansiedade da estreia, a Seleção garantiu a vaga para a próxima fase ao vencer Camarões. Romário marcou no primeiro tempo. Já o terceiro tento nasceu de uma jogada na qual ele driblou o goleiro, mas errou o chute. Bem-posicionado, Bebeto empurrou a pelota.
Em Detroit, pela terceira rodada da fase de grupos, a Seleção Brasileira fez uma partida fraca. Ficou no empate com a Suécia por 1 a 1, mesma equipe que iria enfrentar na semifinal. Inclusive, os brasileiros saíram atrás, mas Romário igualou o marcador no segundo tempo.
Nas oitavas de final, não foi simples superar os donos da casa. O gol só saiu aos 28 minutos da etapa final, quando Bebeto assegurou a classificação às quartas. Depois dessa partida, o Brasil ainda suou para vencer a Holanda — Branco acertou um forte chute de fora da área.
Em meio à muralha sueca, o pequeno Romário (1,68 m) cabeceou após cruzamento de Jorginho. O atacante perderia outra chance, chutando à direita do arqueiro escandinavo. A Seleção, enfim, chegou à final. E você já sabe: Baggio, Roberto Baggio, perdeu aquele pênalti.
Jogadores fazem festa no Rose Bowl, em Pasadena, nos EUA, com 94.194 pessoas – Foto: Netflix/ Divulgação
Por unanimidade, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu nesta terça-feira (09/06) que não houve estupro de vulnerável na relação de um jovem de 18 anos e uma menina de 13 anos no Paraná. O caso tramita em segredo de Justiça.
O relator do caso, ministro Messod Azulay Neto, afirmou que é preciso entender que há casos excepcionais. “O réu sempre trabalhou, não tem anotações criminais. E o mais importante é que formam um núcleo familiar. Eles têm cinco anos de diferença, não há abuso, não há violência”, afirmou.
Sancionada em março, a nova lei fixou no Código Penal a presunção absoluta da condição de vítima no crime de estupro de vulnerável. Pela norma, não há circunstância que possa relativizar o crime. Conforme o Código Penal, comete estupro de vulnerável quem tem relação com menor de 14 anos.
O ministro Ribeiro Dantas afirmou que o direito penal não pode ser a resposta única para tudo. “Não podemos sacrificar núcleo familiar que está funcional e caminhando normalmente. Vamos, em nome da inflexibilidade de um punitivismo, buscar somente a sanção? Por isso, condições excepcionalíssimas”, acrescentou.
Apesar da decisão no caso concreto, o STJ tem entendimento consolidado (súmula) que orienta as instâncias inferiores: o crime de estupro de vulnerável se configura com ato libidinoso com menor de 14 anos, sendo irrelevante eventual consentimento da vítima ou existência de relacionamento amoroso com o agente.
O mercado imobiliário de Goiânia cresceu três vezes mais que a média nacional no primeiro trimestre de 2026. As vendas nacionais cresceram 4,1% no período. A capital goiana registrou alta de 12,7% no número de unidades comercializadas, chegando a 2.882 imóveis vendidos no trimestre.
“Goiás cresce acima da média nacional há quase duas décadas consecutivas, impulsionado por uma economia diversificada e resiliente. O crescimento populacional do estado foi de 20% entre os dois últimos censos, contra apenas 7% na média nacional”, afirma Credson Batista, diretor de Pesquisas e Estatísticas da Ademi-GO.
Nacionalmente, 49% das vendas foram realizadas dentro do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). No Centro-Oeste, o índice é de 34%. Em Goiânia, apenas 26% das unidades comercializadas estão enquadradas no MCMV, o que representa menos de 750 unidades.
Na avaliação do presidente da Ademi-GO, Felipe Melazzo, a explicação para o descompasso está nas condições de aprovação de projetos na capital. “Nossa capital está perdendo um potencial enorme de fornecer moradia digna para a população que mais precisa. O que falta é destravar o processo de aprovação para que os projetos possam sair do papel.”
O preço médio do metro quadrado em Goiânia registrou crescimento de 3,6% apenas nos três primeiros meses de 2026, chegando a R$ 10.914/m². Considerando os bairros Marista, Bueno, Oeste e Jardim Goiás, o valor médio alcança R$ 12.881/m², com o Marista liderando ao atingir R$ 13.462/m².
Fernando Razuk, presidente do Conselho da Ademi-GO, destaca que a revisão do Plano Diretor reduziu o aproveitamento construtivo das áreas da cidade em 7,5 vezes. “O terreno passa a custar pelo menos 33% a mais na conta, pois onde antes se faziam 100 unidades hoje só conseguimos implantar 75.”
O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado, criticou na segunda-feira (08/06) o corte de R$ 4,3 bilhões no orçamento das Forças Armadas promovido pelo governo federal. Em publicação nas redes sociais, o governador afirmou que a medida compromete ações estratégicas de segurança nacional.
Segundo Caiado, a redução dos recursos levou ao cancelamento de operações do Exército em áreas de fronteira. Ele argumentou que a ausência de militares nessas regiões enfraquece o combate a atividades ilícitas e amplia os desafios de fiscalização em pontos considerados sensíveis para a segurança do país.
Na avaliação do pré-candidato, a interrupção das ações de monitoramento nas fronteiras pode favorecer o avanço de organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas e ao contrabando. A declaração reforçou críticas que o pré-candidato tem feito à política de segurança pública adotada pelo governo federal.
Em publicação feita no Instagram nesta terça-feira (09/06), a ex-deputada federal Joice Hasselmann afirmou que eleitores favoráveis à alternância de poder precisam adotar uma estratégia eleitoral para a disputa presidencial de 2026. Segundo ela, a definição dos nomes que chegarão ao segundo turno será decisiva para o resultado da eleição.
Na avaliação de Joice, uma eventual presença de Flávio Bolsonaro no segundo turno favoreceria a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ex-parlamentar sustentou que o senador não teria força eleitoral suficiente para vencer o atual chefe do Executivo em uma disputa direta.
Durante a manifestação, Joice Hasselmann citou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como o nome que reúne melhores condições para enfrentar Lula no cenário atual. Ela argumentou que o goiano apresenta maior potencial de competitividade em uma eventual disputa nacional.
A declaração ocorre em meio às movimentações políticas que antecedem a corrida presidencial de 2026. Lideranças partidárias e possíveis pré-candidatos ampliam articulações nos estados e em Brasília, enquanto diferentes grupos buscam consolidar espaço no debate eleitoral.