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Viana: Linha do Minho reaberta após atropelamento mortal em Darque

A linha ferroviária do Minho reabriu hoje às 17:15 após ter sido cortada ao início da tarde em Darque, em Viana do Castelo, na sequência de um atropelamento que fez uma vítima mortal, indicou fonte da Proteção Civil.

À Lusa, a fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Minho apontou que o atropelamento aconteceu às 13:45 e envolveu um comboio de mercadorias que permaneceu no apeadeiro próximo da Senhora das Areias.

A linha esteve cortada nos dois sentidos e no local estão os bombeiros Sapadores de Viana do Castelo com oito elementos auxiliados por duas viaturas, bem como duas patrulhas da PSP local e o delegado de saúde.

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Caminha vai alargar ponte sobre o rio Coura

A Câmara de Caminha vai prolongar a ecovia de Seixas e está a trabalhar com as Infraestruturas de Portugal (IP) tendo em vista o alargamento do tabuleiro da ponte sobre o rio Coura, revelou hoje a presidente da autarquia.

“É para começar [o prolongamento da ecovia] logo onde acaba a ponte. A parte da ponte, estamos a trabalhar isso agora com a IP, para ver se se faz o alargamento efetivo da ponte, por fora”, afirmou Liliana Silva, em declarações aos jornalistas após visitar a praia de Vila Praia de Âncora, onde foi concluída uma obra de reposição de areias.

A obra da ecovia de 1,5 quilómetros foi alvo de um protocolo com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que define a conclusão dos trabalhos em dezembro de 2027.

“[A obra] tem que ser rápida, porque temos o protocolo para cumprir, e o protocolo tem prazos, que é até dezembro do próximo ano. Pretendemos lançar o concurso e iniciar a empreitada ainda este ano”, disse Liliana Silva, que fez a visita à praia acompanhada do presidente da APA. 

Tanto a autarca como o responsável da APA, José Pimenta Machado, referiram perspetivar uma outra empreitada no concelho de Caminha, os passadiços das dunas dos Caldeirões, também em Vila Praia de Âncora.

“O concurso público vai avançar agora, porque estivemos a aguardar os parecer do ICNF [Instituto de Conservação da Natureza e Florestas]”, explicou Liliana Silva.

De acordo com a autarca do PSD, o valor base do procedimento para a empreitada é de 150 mil euros.

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Candidatos ao Vitória SC pedem união após eleições

Os quatro candidatos à presidência do Vitória SC enalteceram hoje a participação dos sócios do emblema da I Liga portuguesa de futebol nas eleições e pediram união em torno dos novos órgãos sociais.

Realizado por força da demissão do ainda presidente dos minhotos, António Miguel Cardoso, oficializada em 14 de abril, o ato eleitoral reúne o maior número de listas na história do clube, encabeçadas por Belmiro Pinto dos Santos, Rui Rodrigues, Júlio Vieira de Castro e Viriato Sampaio, o primeiro candidato a votar.

O ‘rosto’ da lista C compareceu no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense às 10:45 e, após exercer o seu direito, disse ter “a força e a convicção” de que está perante “um dia histórico” e realçou a intenção de executar um projeto a 10 anos, caso seja eleito, num ato em que espera afluência elevada às urnas.

“Temos a expetativa de muita votação, de muitos associados a votarem em nós. Quisemos vir em primeiro para mostrar isso mesmo, da mesma forma que em campanha fomos sempre os primeiros a apresentar as ideias para que os sócios acreditem que vale a pena vir votar na nossa candidatura”, disse aos jornalistas o sócio número 1.994 dos vitorianos.

Viriato Sampaio prometeu ainda convidar os candidatos a presidentes da assembleia-geral das quatro listas para uma reunião para “mostrar que a união faz a força”, caso seja eleito presidente.

Às 11:30, Júlio Vieira de Castro dirigiu-se à mesa dos sócios mais antigos entre as sete disponíveis e realçou, aos jornalistas, que é “uma felicidade tremenda concorrer” pela segunda vez à presidência do clube, depois de o ter feito em 2018, e manifestou a esperança num recorde de votantes, para já fixado em 7.274.

“Vencer, sem dúvida. O Vitória é isto e espero que venham mais sócios votar como tem decorrido até agora. Espero chegar ao final do dia com um recorde de votantes. O ato eleitoral é um ato de união e, após os resultados, a união será determinante para o futuro do Vitória”, frisou o sócio número 1.447, perante os jornalistas.

O candidato da lista D, Rui Rodrigues, votou às 12:15, enalteceu o sentido positivo da sua campanha, com visitas a empresas e a clubes locais, além das sessões de esclarecimento com os sócios, e mostrou-se tranquilo para o que resta do dia, convencido de que pode vencer as eleições.

“Tentámos passar a nossa mensagem e o que pensamos para o futuro do Vitória, mas, a partir do momento em que se saiba quem será presidente, o mais importante é que haja união”, realçou o sócio número 5.592, ainda vice-presidente da direção demissionária, liderada por António Miguel Cardoso.

Já o candidato da lista A, Belmiro Pinto dos Santos, congratulou os sócios por estarem à altura da “grandeza do clube”, com a afluência às urnas, e o presidente da mesa da assembleia-geral, João Henrique Faria, pela forma como organizou as eleições, tendo vincado que é preciso “mudar muito”, mas também estabilidade nos próximos três anos.

“O Vitória tem de mudar muito na gestão, desportiva e financeira, na forma como se comunica para o exterior, para a massa associativa e para as instituições do futebol. Independentemente de quem vença, que a massa associativa se una em torno do próximo presidente. Temos tido problemas relacionados com falta de estabilidade”, disse o sócio número 4.995, aos jornalistas, após votar às 15:00.

O presidente demissionário votou pouco depois das 09:00 e realçou, em declarações ao Grupo Santiago, órgão de comunicação local, que os vitorianos estão mais organizados do que em 2022 e que as quatro candidaturas são “sérias”, apesar de terem candidatos diferentes.

“São quatro listas sérias, quatro listas de vitorianos, por isso quero desejar o melhor a quem ganhe e acima de tudo querer que o Vitória continue a ganhar, porque foram anos de muitos sucessos desportivos que tivemos”, disse António Miguel Cardoso.

O ainda presidente da mesa da assembleia-geral, João Henrique Faria, divulgou a primeira atualização da afluência às urnas às 13:00, esclarecendo que, até essa hora, votaram 2.794 sócios, mais 25% face ao mesmo horário no ato eleitoral de 2025, em que António Miguel Cardoso derrotou Luís Cirilo Carvalho.

Aberto aos sócios desde as 09:00, o Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense encerra as portas após as 19:00.

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Caminha: Presidente da APA recusa falar sobre guarda-sóis em frente a concessões de praia

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) recusou hoje falar sobre as questões levantadas a propósito da colocação de guarda-sóis em frente às concessões de praia. 

“Sobre isso não falo. Já dissemos o que tínhamos a dizer. Desejo é boa época balnear, e vai ser, com certeza”, afirmou José Pimenta Machado, no dia em que arranca a época balnear em muitas praias, em declarações aos jornalistas após visitar a praia de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, onde foi concluída uma obra de reposição de areias.

A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) esclareceu a 02 de junho que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia e que estas são áreas de uso privado que não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia.

O presidente da Associação de Concessionários de Praia e Bares da zona Norte considerou na sexta-feira que a colocação de guarda-sóis em frente a zonas concessionadas está “ultrapassada” e que o convívio entre banhistas sempre foi saudável.

“Acho que essa questão já está mais do que ultrapassada. Não vejo aí qualquer polémica. Essas coisas sempre funcionaram bem. Nos pontos onde haja alguma coisa a corrigir, as situações são perfeitamente corrigíveis e, na generalidade do país, o convívio dos banhistas tem sido sempre saudável”, afirmou Luís Carvalho, em declarações à Lusa.

Também na sexta-feira, a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor – DECO PROteste alertou que os banhistas podem colocar toalhas e chapéus-de-sol em frente às concessões balneares, desde que não ocupem zonas de segurança devidamente assinaladas.

A 05 de junho a ministra do Ambiente sublinhou que o areal das praias é de acesso livre, exceto nas zonas concessionadas e nas faixas de segurança, lembrando que cabe aos municípios definir essas áreas e divulgar os planos de praia.

A Federação Portuguesa de Concessionários de Praia (FPCP) assegurou que a legislação em vigor está a ser aplicada, mas alertou para dúvidas na aplicação das regras relativas à sinalização das zonas de chapéus-de-sol nos areais.

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Em Vila Praia de Âncora, foram movimentados 12 mil metros cúbicos de areia

O investimento de 27 milhões de euros em obras urgentes para reparar os danos das tempestades nas praias está concretizado, faltando concluir uma empreitada, revelou hoje o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

“Fizemos tudo. As obras que estavam planeadas estão executadas. Ainda estamos a acabar uma empreitada na Costa da Caparica, mas mais dois dias [e] estará finalizada. O investimento ficou dentro daquilo que eram as nossas estimativas até ao início da época balnear, de 27 milhões [de euros]”, disse José Pimenta Machado em declarações aos jornalistas após visitar a praia de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, distrito de Viana do Castelo, onde está concluída uma obra de reposição de areias.

De acordo com Pimenta Machado, a par de 2012, este foi “o ano mais difícil” relativamente a empreitadas para minimizar o impacto de tempestades na época balnear.

“Foi um ano muito complicado, fizemos um conjunto de intervenções no país inteiro, desde Moledo até Vila Real de Santo de António. Diria que é um dos anos em que mais reforçámos as nossas praias, acima de tudo para minimizar o risco de erosão costeira”, disse. 

Em Vila Praia de Âncora, foram movimentados 12 mil metros cúbicos de areia.

“No fundo, colocámos a areia que estava a criar um problema de segurança e fomos colocar onde ela faz falta. A melhor maneira de nos defender da zona costeira é a areia. É alimentar as praias e reforçar as dunas”, observou. 

A ministra do Ambiente revelou a 07 de abril que o Governo tem 174 milhões de euros para intervir no litoral até ao fim de 2027, após ter contabilizado 571 danos causados pelas tempestades do inverno.

“No litoral, no país, temos 174 milhões de euros. Temos 571 danos que necessitam de obras no litoral. As mais urgentes, que vão ser feitas antes da época balnear, até ao início ou meio de maio, correspondem a 27 milhões”, afirmou Maria da Graça Carvalho, após uma visita às obras de consolidação do paredão de Moledo, em Caminha.

A governante explicou que o Governo dispõe ainda de “63 milhões de euros que já estavam nos programas europeus”, para obras urgentes, e “mais cerca de 80 milhões”, para executar até ao fim de 2027 com financiamento do Fundo Ambiental ou de fundos europeus. 

Portugal continental foi atingindo por um comboio de tempestades, entre o final de janeiro e o início de fevereiro, que deixou um rasto de destruição, sobretudo na região Centro do país.

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Ruly García deixa Vizela após duas temporadas

O guarda-redes espanhol Ruly García vai deixar o Vizela após duas temporadas ao serviço dos minhotos, terminando a ligação ao clube no final do contrato, anunciou o futebolista nas redes sociais.

O guardião, de 26 anos, despediu-se dos vizelenses através de uma mensagem publicada nas redes sociais, na qual agradeceu aos companheiros de equipa, estrutura, adeptos e associados pelo apoio recebido durante a passagem pelo clube, que milita na II Liga portuguesa.

“Hoje chega ao fim uma etapa muito especial da minha vida. Depois de duas temporadas ao serviço do Vizela, quero expressar a minha mais sincera gratidão a todos aqueles que fizeram parte desta caminhada”, escreveu o jogador.

Ruly García destacou ainda a relação construída no balneário e o apoio dos adeptos ao longo das duas épocas, referindo que as experiências vividas no clube minhoto ficarão para sempre na sua memória.

Contratado para a temporada 2024/25, o espanhol assumiu a titularidade durante boa parte da sua primeira época em Vizela, mas perdeu espaço no plantel em 2025/26, após a chegada de Antonio Gomis, que se afirmou como primeira opção para a baliza.

A passagem de Ruly García pelo Vizela termina com 26 jogos realizados, numa ligação de duas temporadas ao emblema minhoto.

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Fernando Pimenta medalha de bronze nos Europeus de canoagem

Fernando Pimenta conquistou hoje a medalha de bronze na prova de K1 1.000 metros dos Europeus de canoagem, o primeiro pódio de Portugal na competição, que decorre em Montemor-o-Velho. 

O campeão da Europa em título liderou boa parte da regata, contudo na parte final Uladzislau Kravets, russo a competir sob bandeira neutra, impôs-se, em 3.24,311 minutos, deixando o húngaro Balint Kopasz a 700 milésimos e Pimenta a 1,005 segundos. 

Este é o 182.º pódio de Fernando Pimenta, que ainda hoje disputa a final de K1 500 metros e no domingo a de K1 5.000, nas mais importantes provas internacionais. 

Fernando Pimenta, detentor de duas medalhas olímpicas, foi campeão da Europa em 2016 em Moscovo, 2017 em Plovdiv, na Bulgária, 2018 em Belgrado, e 2025 em Racice, na República Checa.

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Reabilitação para incendiários começa em julho em sete cadeias

O Programa de Reabilitação para Incendiários, anunciado em 2018, deverá ter início em julho e será implementado em sete cadeias, incluindo Lisboa e Porto, depois da formação de 20 técnicos especialistas que acontece na próxima semana.

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) disse à Lusa que, para já, o programa vai funcionar em formato individual, uma decisão que resultou da análise do projeto-piloto que decorreu entre 2019 e 2022 e em que foram detetadas algumas dificuldades na aplicação do programa em formato de grupo.

O programa destinado a condenados pelo crime de incêndio vai funcionar tanto em prisões como fora delas e, por isso, foi dada prioridade de formação aos técnicos das cadeias “onde existe maior número de indivíduos condenados por crime de incêndio florestal e às Equipas de Reinserção Social que acompanham o maior número de indivíduos condenados por este crime”. 

Para já, o programa será implementado em sete cadeias: Castelo Branco, Coimbra, Izeda (Bragança), Lisboa, Vale do Sousa, Viseu e Porto. 

Em relação à formação dos técnicos, a DGRSP explicou que o objetivo será habilitar os profissionais para que possam aplicar o programa em questão e também para “formar outros técnicos posteriormente, numa filosofia de disseminação de acordo com as necessidades de aplicação do programa a cada momento”.

Neste momento, estão nas cadeias portuguesas 29 presos preventivos, 59 condenados e 20 inimputáveis com medida de internamento em instituição psiquiátrica pelo crime de incêndio florestal. 

Fora das prisões, a DGRSP conta 108 pessoas com suspensão da execução da pena de prisão e quatro com obrigação de permanência na habitação com pulseira eletrónica. 

O Programa de Reabilitação para Incendiários começou a ser desenhado em 2016, tendo a DGRSP avançado com uma proposta de adaptação para o contexto português do programa “Firesetting Intervention, Programme For Prisoners”, da Universidade de Kent, no Reino Unido, que tinha como objetivo prevenir a reincidência.

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Em Monção, presidente do FC Porto defendeu chave de repartição dos direitos televisivos

O presidente do FC Porto, André Villas-Boas, defendeu hoje a chave de distribuição das receitas televisivas, no âmbito do processo de centralização, aprovada pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP).

À margem da visita à Casa do FC Porto de Monção, para as celebrações do 25.º aniversário daquela delegação, o dirigente portista contrariou as críticas do presidente do Nacional, Rui Alves, que apresentou uma proposta alternativa, entretanto chumbada.

“É um passo decisivo no futuro do futebol português. Agora, o futuro passa por ir ao mercado angariar as quantias que ambicionamos e julgamos valer. Aquela chave de distribuição valoriza todos os clubes e dignifica os três ‘grandes’ como motores económicos do futebol português”, comentou, em declarações aos jornalistas.

Em relação ao mercado de transferências, o presidente dos ‘dragões’ assegurou que o processo está numa fase muito embrionária, com as atenções centradas no Campeonato do Mundo, e que o FC Porto segue o seu plano.

“A realidade é que a equipa está a ser construída, queremos atacar o título no próximo ano da mesma forma”, frisou, admitindo que Lewandowski é um “sonho irrealista” e o médio Caleb Yirenkyi, do Nordsjaelland, da Dinamarca, um jogador “referenciado” pelo FC Porto.

O presidente portista negou ainda, de forma veemente, qualquer envolvimento no interesse do candidato presidencial do Fenerbahçe Hakan Safi em Luis Suárez, avançado do Sporting.

“É um absurdo de criatividade do presidente do Sporting. Não temos nada a ver com os jogadores do Sporting e temos mais que fazer do que conspirar transferências”, defendeu.

Por fim, comentou o regresso ao clube de André Silva, que assinou com os ‘dragões’ por uma temporada, mais outra de opção: “Estamos confiantes de que dará muito a esta casa e queremos que esse ano de opção se concretize para ficar no FC Porto”.

André Villas-Boas esteve acompanhado pelo vice-presidente Francisco Araújo e pelos antigos jogadores João Pinto, Helton e Rolando, numa iniciativa que contemplou ainda um jantar com um grupo de sócios.

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Incêndio em Vieira do Minho que deflagrou às 06:00 já está dominado

O incêndio que deflagrou hoje de manhã no concelho de Vieira do Minho, distrito de Braga, foi dado como dominado pelas 21:55, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

Fonte do Comando Sub-regional do Ave indicou que não há registo de danos ou feridos na sequência do incêndio.

Antes, a mesma fonte tinha referido que o incêndio estava a consumir mato num encosta de difícil acesso, sublinhando não haver casas ou bens em risco.

O combate ao fogo, que deflagrou pouco depois das 06:00 na União das Freguesias de Ruivães e Campos, foi sendo reforçado ao longo do dia.

Pelas 22:15 de hoje, mantinham-se no local 127 operacionais, apoiados por 35 viaturas, segundo o ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

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