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Fact-Check: Trump’s Claims About His Arch, Reflecting Pool Repairs and Other Renovation Projects

President Trump has made false or exaggerated claims of a Civil War-era push for a triumphal arch, hundreds of millions spent on repairs on the Reflecting Pool, and an absence of working fountains.
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What we know about Starobilsk strike Russia turned into propaganda flashpoint

When a Ukrainian strike hit Russian-occupied Starobilsk on May 22, Moscow seized on the attack almost instantly, with Russian officials claiming that 21 students of a local vocational college were killed and dozens more injured and portraying the strike as a deliberate attack on civilians — which Ukraine denied.

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Pedro Oliveira: “Queremos ser um farol para o ensino superior em Portugal”

Pedro Oliveira, dean da Nova School of Business and Economics (NOVA SBE), foi apresentado aos jornalistas em fevereiro de 2023, no metaverso. Engenheiro de formação, entusiasta do avanço tecnológico, defensor de um ensino superior português exportador, tem mandato até 2027.

No início da polémica com a Universidade Nova de Lisboa, escreveu no “Expresso” que o debate sobre a utilização do inglês nas designações académicas “não deve distrair-nos do essencial”. O que é essencial?
O essencial é muito simples: Portugal precisa de instituições públicas fortes capazes de competir a nível global. Orgulhamo-nos de ser uma escola pública que representa Portugal no mundo ao mais alto nível, e que tem impacto real no país e, por consequência, nos portugueses. O essencial é não só a qualidade de ensino e investigação, mas também a internacionalização e a capacidade de colocar Portugal e os portugueses no mapa do conhecimento global. Queremos ser um “farol” para o ensino superior em Portugal e isso é o que não podemos perder de vista. Obviamente não vamos deixar que isso aconteça.
Mais do que a pequena polémica que se instalou, o que está verdadeiramente em causa é algo maior: é se o ensino superior público português tem ambição para desenvolver as capacidades que lhe permitam ser uma alavanca de desenvolvimento económico e científico do país, ou se se resigna a uma lógica burocrática e administrativa como a dessa polémica.

O nome Nova School of Business and Economics/Nova SBE é vital para a internacionalização, como defendem alguns professores da instituição?
Sem dúvida. A marca é um ativo construído ao longo de décadas, reconhecido nos rankings e no mercado global. Mas não é a marca em si, o que internacionaliza uma escola é o que essa marca representa e que foi construído ao longo das últimas décadas e não permitiremos que seja destruído. O que a Nova SBE comunica a um aluno, um investigador ou professor, ou a uma empresa (seja ela nacional ou estrangeira), é um padrão de excelência académica, de rigor científico e de ambiente globalizado. Mudar – ou diluir – essa marca seria destruir um investimento feito pelo país, por toda uma comunidade de alunos, professores, alumni e parceiros empresariais.
A designação legal em português existe, sempre existiu e existirá. As duas coexistem com naturalidade. A questão não é uma ou outra, é perceber que proteger a marca é defender um ativo público de grande valor.
Falemos dos resultados dessa estratégia. Quantos alunos de fora estudam aqui e quais as nacionalidades dominantes?
Conseguimos tornar Portugal num destino mundial de talento, num país procurado por alunos de todo o mundo para estudar. Mais de metade da nossa comunidade académica é internacional. Só no ano letivo 2025/2026, recebemos quase 4.000 novos alunos vindos de 90 países. Os países mais representados são, além de Portugal, a Alemanha, Itália, França e Áustria. Registámos, este ano, crescimentos muito expressivos: a ‘fatia’ de alunos dinamarqueses e polacos subiu 67% e 41%, respetivamente; enquanto a de alunos belgas aumentou 23% e de americanos 18%. Nada disto acontece por acaso, pelo contrário: é o resultado de décadas de investimento consistente em qualidade, reputação e ligação às redes internacionais do conhecimento.

E de aposta nos estrangeiros.
Importa dizer com clareza que o nosso objetivo nunca foi ter muitos alunos estrangeiros como um fim em si mesmo. O objetivo é trazer para Portugal e para os portugueses o melhor que se faz no mundo e gerar um polo de ensino e investigação que coloque Portugal, os portugueses e as nossas empresas no mapa global. E isto não se faz em isolamento.
Por outro lado, enquanto escola pública portuguesa, para nós foi essencial desenvolver um programa de bolsas e apoios financeiros para garantir que todos os alunos nacionais que tenham capacidade académica para serem admitidos na nossa escola, o fazem e não deixar de estudar na Nova SBE por dificuldades financeiras relacionadas com custos de deslocação (alojamento e refeições) ou propinas.

Que montante destinaram a bolsas neste ano letivo?
Em 2025, investimos 3,1 milhões de euros no nosso programa de bolsas, de modo a garantir que qualquer aluno com a excelência académica necessária para estudar na Nova SBE não ficasse impedido de o fazer por questões financeiras. Para os próximos anos, o objetivo é continuar a garantir que o talento não pode ser desperdiçado por razões económicas.

No corpo docente, qual o rácio de estrangeiros?
Temos uma percentagem muito significativa de docentes internacionais (cerca de 55%), e isso é deliberado e desejado. Uma escola que quer estar no top europeu não pode recrutar apenas no mercado local – nem, na nossa opinião, recrutar os seus próprios alunos doutorados, como parte de uma estratégia que a Nova SBE já assume de recusa de endogamia académica. Competimos globalmente por talento académico, tal como as melhores universidades do mundo.

Quais as principais vantagens?
Beneficia diretamente os nossos alunos portugueses porque estudar com professores que publicam nas melhores revistas científicas do mundo e que trazem perspetivas de diferentes culturas académicas é uma vantagem competitiva que nenhuma escola fechada sobre si própria consegue oferecer. A qualidade académica não tem passaporte.

A cada ranking seja de que segmento for (Formação Executiva é o último), a NOVA SBE continua a subir. O que está na base deste sucesso?
A base é a consistência da qualidade de ensino ao longo dos anos. Não há segredos. São décadas de investimento em qualidade científica, em atrair os melhores professores e investigadores, em construir uma comunidade académica verdadeiramente internacional, e em manter padrão muito elevado. Em 2025, o nosso Mestrado em Gestão ficou em 4.º lugar mundial no Financial Times e o Mestrado em Finanças em 6.º. Somos a primeira escola portuguesa com dois mestrados no top 10 mundial do FT. Também a formação de executivos entrou, este ano, no top 10 mundial do FT de programas customizados (9.º lugar mundial) e no top 20 mundial em programas abertos.
Fazemos parte do 1% de escolas no mundo com acreditação Triple Crown (AACSB, EQUIS e AMBA) e pertencemos, ainda, a redes como o CEMS, que junta as mais prestigiadas business schools do mundo.

Até onde podem ir?
A pergunta “até onde podemos e queremos ir” é a mais interessante: a minha resposta honesta é que ainda há muito caminho a trilhar. E temos as condições para isso, se tivermos a autonomia e o investimento necessários para continuar a construir.

Ouvi-o dizer várias vezes que o Ensino Superior pode vir a ser tão bem-sucedido como o turismo ou o futebol. Já estamos no ponto de ser considerados um exportador?
Estamos a caminho. Ter seis escolas de negócios portuguesas com programas reconhecidos internacionalmente no mesmo ranking é um sinal inequívoco de que o país desenvolveu uma capacidade real. Tal como aconteceu com o turismo ou o futebol, o ensino superior pode tornar-se um setor de exportação de referência, não porque o tentamos imitar, mas porque reunimos as condições estruturais de qualidade, localização, custo-benefício, segurança e diversidade. O que falta é, sobretudo, escala e coordenação. Uma escola só não faz um setor. Precisamos de mais instituições com esta ambição e de uma aposta política consistente que trate o ensino superior como ativo estratégico nacional, não como centro de custo a gerir.

Disse-nos há dias que não tem intenção de aprofundar a polémica com a Universidade Nova, que, em rigor, não originou, mas esclareça-nos: já está enterrado o machado de guerra que tem vindo a decepar valor nas duas marcas?
Somos UNL e isso não muda com os reitores que passam. O que existe é, como é normal em qualquer organização complexa, um debate sobre como as instituições se organizam para responder aos desafios do futuro. Uma escola com o nível de internacionalização e de competitividade da Nova SBE precisa de agilidade para tomar decisões rápidas, para fechar parcerias internacionais, para gerir o campus. Vivemos tempos institucionalmente desafiantes, não vou negar isso. Mas existe um alinhamento muito forte entre as unidades orgânicas da UNL para que este impasse se resolva da melhor forma possível para todos. Esse é o único critério que importa.

Disse numa conferência do JE que a Nova SBE quer liderar o conceito de “escola do futuro”. Como a descreve em cinco palavras?
Adaptabilidade. Inovação. Interdisciplinaridade. Impacto. Comunidade.

Como se preparam os estudantes para profissões que não existem? Que ferramentas lhes estão a dar aqui que não sejam obsoletas amanhã?
Essa é, na verdade, a pergunta mais importante que qualquer escola deve fazer a si própria. A ferramenta mais valiosa que podemos dar a um estudante hoje não é técnica, é a capacidade de aprender a pensar e aprender a aprender – é a capacidade de navegar a incerteza com rigor, inovação e criatividade. As profissões vão continuar a mudar. O que não muda é a necessidade de pensar bem e criticamente, de colaborar e de ter princípios. É nisso que estamos a investir.
A resposta não está nos currículos, está na forma de ensinar e de aprender. O que estamos a construir aqui não é um conjunto de disciplinas atualizadas, é uma plataforma onde a inteligência artificial é infraestrutura, não tema de estudo; onde a multidisciplinaridade é o ponto de partida, não um módulo opcional; onde os estudantes aprendem a aprender, a questionar e a adaptar-se.

Com base em que pressupostos estão a formar os futuros líderes?
Com base em três pressupostos: primeiro, que a liderança se exerce em contextos de incerteza radical. Não adianta formar para a estabilidade quando a estabilidade já não existe. Segundo, que os melhores líderes não são os que têm todas as respostas, mas os que fazem as perguntas certas e constroem equipas capazes de responder. Terceiro, que ética e impacto social não são ornamentos da formação em gestão, devem ser o seu centro. Uma escola de negócios que forma pessoas para maximizar resultados sem consciência do contexto em que operam está a produzir um problema, não uma solução. O nosso objetivo é formar líderes que sejam simultaneamente competitivos e responsáveis.

O que falta ao país para conseguir transformar a ciência em inovação, fazer produto e criar riqueza?
Falta menos do que costumava faltar, e mais do que deveria. Já temos investigação de qualidade, temos proximidade com empresas e temos ecossistemas de empreendedorismo. O que ainda falta é velocidade na transferência de conhecimento, é tolerância ao risco e ao fracasso, é capital paciente para fazer a ponte entre a investigação e o mercado. E falta, também, uma cultura empresarial que veja a universidade não como fornecedora de mão de obra barata, mas como parceira estratégica de inovação. Quando isso existir – e há sinais de que está a emergir – Portugal tem condições reais para criar riqueza a partir do conhecimento.

Quando termina o seu mandato? Já pensou no que vai fazer a seguir?
O meu atual mandato termina em janeiro de 2027. Sou professor e empreendedor, mas quanto ao que se segue ainda é cedo para anunciar seja o que for. O que posso dizer é que sou uma pessoa de projetos e de objetivos. O poder pelo poder não me interessa, nem serve o país, nem a Nova SBE. O que me interessa atualmente é o espetacular projeto que temos na Nova SBE, o impacto que geramos, e, enquanto estiver neste cargo, o foco é o de deixar a escola numa melhor posição do que a encontrei: mais preparada para um futuro incerto e com capacidade de ajudar a definir esse mesmo futuro e com muita ambição de continuar a contribuir para o nosso país.

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Medicine distribuite in farmacia, la lista si allunga: la proposta di Aifa e il rischio spesa pubblica in aumento. Emilia Romagna dice no

La partita sulla distribuzione dei farmaci si allarga ancora. Dopo le gliflozine, ora tocca alle insuline a lento rilascio e ai farmaci cardiovascolari. Lunedì scorso, durante una riunione tra AIFA e le Regioni rappresentate al tavolo tecnico, è stata presentata la proposta di trasferire verso la distribuzione territoriale, attraverso le farmacie convenzionate, nuove categorie di farmaci oggi gestite prevalentemente attraverso i canali regionali della distribuzione diretta e per conto. Tra i prodotti interessati figurano insuline come Lantus, Abasaglar e Toujeo, utilizzate da centinaia di migliaia di pazienti diabetici, e farmaci come Entresto, terapia di riferimento per lo scompenso cardiaco cronico sviluppata da Novartis.

La proposta arriva in un momento tutt’altro che neutrale. Da mesi il sottosegretario alla Salute Marcello Gemmato, farmacista di professione e principale sostenitore politico della riforma della remunerazione delle farmacie e della “farmacia dei servizi”, porta avanti una strategia che punta a rafforzare la sua categoria all’interno del Servizio sanitario nazionale. Una linea che alcune Regioni leggono come un progressivo trasferimento di risorse pubbliche verso il canale delle farmacie private convenzionate che, come scritto dal Fatto Quotidiano, hanno incrementato il loro fatturato nel 2025 di circa 4 miliardi rispetto al biennio 2021-2022, segnato dalla fase più intensa dell’emergenza Covid.

I farmaci oggi distribuiti attraverso i canali regionali vengono acquistati direttamente dalle Regioni, spesso a condizioni economiche vantaggiose grazie alle gare pubbliche e con un onere di servizio per la distribuzione per conto che ha una percentuale variabile da regione a regione. Questi strumenti, insieme al payback sanitario, consentono alle Regioni di mantenere il controllo sulla spesa e sui consumi. Ma lo spostamento verso la distribuzione convenzionata modifica inevitabilmente questo equilibrio. Con la nuova remunerazione delle farmacie, entrata in vigore nel 2024 e sostenuta dal Governo Meloni, ogni confezione dispensata genera infatti una remunerazione specifica per la farmacia, composta da quote fisse e da una componente percentuale. Così per le Regioni più prudenti, il problema resta aperto: ogni nuovo farmaco trasferito dal canale diretto a quello convenzionato rischia di produrre un aumento della spesa. È in questo contesto che si colloca il no dell’Emilia-Romagna. Secondo quanto ci risulta, la Regione guidata dal centrosinistra è stata l’unica a esprimere una netta contrarietà alla proposta presentata da AIFA.

Diverso l’atteggiamento delle altre Regioni presenti al tavolo — Lombardia, Veneto e Friuli Venezia Giulia — tutte amministrate dal centrodestra e apparentemente più disponibili a valutare lo spostamento di nuovi farmaci. Sul fronte opposto dell’Emilia, Federfarma, in un proprio report, difende la riforma richiamando le valutazioni contenute nella relazione tecnica della Legge di Bilancio e riprese dalla Corte dei Conti. Nel documento si sottolinea che “sebbene sia ancora prematuro formulare valutazioni definitive, le prime applicazioni della riforma consentono già alcune considerazioni”.

Il settore sostiene che il costo effettivo della riforma sia molto più contenuto di quanto spesso viene raccontato: in pratica, non costerebbe così tanto. Il nuovo sistema determina infatti un maggior onere netto per il Servizio sanitario nazionale di circa 53 milioni di euro nel 2024 e di circa 77 milioni di euro annui a regime dal 2025. Le stesse stime governative indicano un incremento lordo della remunerazione pari a circa 227 milioni di euro, ma una parte consistente di queste risorse era già riconosciuta alla categoria attraverso la remunerazione aggiuntiva introdotta negli anni precedenti, per un valore di circa 150 milioni di euro annui. Secondo il presidente di Federfarma Marco Cossolo: “La nuova remunerazione, portata avanti da numerosi governi di diversi orientamenti politici, sostiene questi servizi allineando l’Italia ai parametri europei. Grazie alla nostra capillarità, assicuriamo l’accesso alle cure anche nelle aree più isolate. Potenziare la farmacia dei servizi non costituisce un costo aggiuntivo, ma un investimento strutturale per una sanità territoriale efficiente”

Ma quali siano, i benefici economici e clinici derivanti da questi trasferimenti non è chiaro. Per i farmaci destinati a patologie croniche come il diabete o lo scompenso cardiaco, infatti, una maggiore accessibilità della farmacia sotto casa potrebbe rappresentare un vantaggio per il paziente. Ma perché l’operazione sia davvero conveniente per il Servizio sanitario nazionale, occorrerebbe dimostrare che tale beneficio produca un miglioramento misurabile dell’aderenza terapeutica e il contenimento di altre voci di spesa sanitaria. Ma finché non arriveranno dati trasparenti e verificabili dal Governo Meloni, il dubbio continuerà ad accompagnare ogni nuovo trasferimento proposto da Aifa e sostenuto dal sottosegretario farmacista di Fratelli D’Italia Marcello Gemmato.

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