Police dispersed demonstrators in Nanyuki, 120 miles from Nairobi, amid rising anger at US plans
Kenyan police have shot dead a man during a protest against a proposed Ebola quarantine facility for US citizens.
Patrick Wahome, who has organised protests in Nanyuki against the centre, told Reuters on Tuesday the man died from a gunshot wound to the head. Reporters from the agency saw his body lying motionless in a police van with a large head wound.
Temos assistido a uma transformação profunda e irreversível no mundo do trabalho. Aquilo que outrora era um modelo centrado no escritório como um espaço exclusivo de produtividade, evoluiu para um ecossistema mais dinâmico, flexível e orientado para as pessoas.
Hoje, o escritório tem um papel mais central na cultura corporativa. Deixou de ser apenas um
local para onde se “vai trabalhar” para se tornar um espaço de encontro e construção da cultura organizacional. Num contexto em que o modelo híbrido se consolidou como padrão, as empresas compreenderam que a produtividade não depende da presença física constante, mas sim da qualidade das interações e da capacidade de alinhar equipas em torno de objetivos comuns.
Os colaboradores, por sua vez, valorizam a flexibilidade e a possibilidade de gerir o seu tempo, fatores decisivos na atração e retenção de talento. No entanto, essa flexibilidade não elimina a importância do contacto presencial, pelo contrário, reforça-o. O escritório passa a ser o palco privilegiado para desenvolvimento profissional, networking, criatividade e reforço do sentimento de pertença.
E, assim, neste novo paradigma, o mercado imobiliário corporativo teve de se adaptar rapidamente.
A nível ocupacional, o mercado de escritórios de Lisboa registou uma absorção de 28.913 m², um crescimento de cerca de 80% face ao período homólogo, e a procura manteve-se particularmente dinâmica nos edifícios de nova geração, evidenciando uma clara tendência de “flight to quality”. Estão previstos cerca de 255.000 m² de novos escritórios, dos quais aproximadamente 60.000 m² deverão ser concluídos até ao final de 2026, uma oferta que está já a influenciar a dinâmica de preços, com a renda prime no Prime CBD de Lisboa a atingir os 32€/m²/mês.
O Porto evidencia também uma trajetória de recuperação muito expressiva. No primeiro trimestre do ano, a ocupação totalizou 7.150 m², um crescimento de 67% face ao período homólogo. O pipeline da cidade totaliza atualmente cerca de 79.000 m², com aproximadamente 45.000 m² previstos para entrega em 2026, e com uma renda prime a situar-se nos 21€/m²/mês.
No contexto europeu, o setor de escritórios também continuou a mostrar sinais de recuperação gradual, com Paris a liderar as taxas de ocupação, com cerca de 370,000 m², Madrid 80,000 m², Milão 66,000 m² e Amesterdão 62,000 m² neste primeiro trimestre do ano. Também a procura continuou concentrada em espaços prime, alinhados com critérios ESG, nos CBDs e nos submercados conectados.
A limitação desta oferta de escritórios premium continua a pressionar rendas prime em várias
cidades europeias, demonstrando uma crescente polarização entre ativos capazes de responder às exigências de ESG, tecnologia, flexibilidade e experiência do utilizador e o restante stock.
Destaco quatro grandes tendências que marcam a procura no mercado em 2026. Em primeiro lugar, o trabalho híbrido, que veio para ficar e obriga as organizações a repensar a utilização dos seus espaços, criando políticas flexíveis que aumentam a satisfação dos colaboradores sem comprometer a produtividade.
O design dos escritórios surge como outra tendência central. Os espaços são agora desenhados para promover colaboração e criatividade, com áreas multifuncionais, zonas sociais e a integração de elementos naturais que promovem o bem-estar. O conceito de escritório aproxima-se progressivamente de uma lógica de serviço e experiência, incorporando elementos tradicionalmente associados à hotelaria.
Em terceiro lugar, a integração digital e a sustentabilidade, que se tornaram permanentes.
Escritórios inteligentes, inteligência artificial, sensores de ocupação e ferramentas avançadas de colaboração são hoje parte integrante do ambiente de trabalho, contribuindo para maior eficiência e, consequentemente, menor impacto ambiental.
Por fim, destacam-se os novos padrões de mobilidade. O modelo casa-trabalho tornou-se mais flexível, refletindo uma maior procura por localizações bem conectadas e com uma boa oferta de serviços nas imediações. As grandes cidades continuam relevantes, sem qualquer dúvida, mas tem havido também uma maior valorização de escritórios em localizações descentralizadas, desde que providas de uma boa rede de transportes e com serviços.
Seja em Portugal ou na Europa, numa empresa portuguesa ou estrangeira, uma coisa é certa: o escritório hoje já não é apenas um espaço físico, mas sim uma ferramenta estratégica crucial e conta com uma componente emocional importante. Num mundo cada vez mais digital, paradoxalmente, o valor do encontro presencial, torna-se ainda mais significativo. O desafio das empresas será continuar a reinventar estes espaços, colocando as pessoas no centro e garantindo que o escritório permanece relevante, inspirador e, acima de tudo, humano.
A associação cívica Causa Pública pediu hoje à Assembleia da República que rejeite o pedido de autorização legislativa para a criação da Prestação Social Única, que diz reforçar as barreiras de acesso e criar novas formas de exclusão.
Num documento a que a Lusa teve acesso, a organização liderada pelo ex-ministro socialista Paulo Pedroso considera que a proposta do Governo precisa de ser escrutinada e de debate público e que a necessidade de não perder fundos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) não pode ser justificação para um processo legislativo errado.
Diz que a opção por legislar por autorização legislativa, sem permitir ao parlamento trabalhar diretamente o articulado, e a remissão para portaria de “aspetos essenciais” da medida revelam “uma fuga ao escrutínio democrático”.
Para a associação, este método legislativo é inadequado para uma matéria com este impacto social e político, pois “adia e esconde” as opções decisivas, retirando-lhes o controlo democrático.
“Sem conhecer o valor de referência a adotar, nem sequer é possível avaliar com rigor o impacto da proposta nas várias dimensões prestacionais”, exemplifica, considerando que todo o processo “alimenta a suspeita num corte generalizado nos apoios sociais aos mais vulneráveis”.
Sublinhando que é favorável à ideia de simplificar o processo de apoios sociais, a organização diz recusar a forma como esta ideia foi “desfigurada” na proposta do Governo, que diz reforçar o preconceito e a punição sobre quem mais precisa de proteção.
“Em todo o texto não há uma única referência a percursos de inserção nem a programas de compromisso entre a comunidade e as pessoas beneficiárias para uma cidadania plena”, aponta a Causa Pública, que considera que a proposta assenta numa “visão errada” da inserção social.
Em vez de acompanhar, capacitar e integrar, o Governo opta por “vigiar, suspeitar e punir”, diz a associação cívica, que critica ainda o canal de denuncias proposto por transformar os beneficiários “em pessoas sob suspeita permanente”.
“É também por isso que este modelo é inaceitável: trata pessoas em situação de vulnerabilidade como suspeitas e não como sujeitos com direitos”, insiste.
A Causa Pública considera ainda que a proposta do Governo assenta numa visão errada da inserção social, não investindo em acompanhamento, capacitação e acesso efetivo a oportunidades.
Outro dos motivos que leva a organização a rejeitar a proposta é o facto de transformar a proteção social “em instrumento de coação”, impondo atividades obrigatórias que “desvalorizam o trabalho e contornam o princípio do trabalho com direitos”, diz a associação, referindo-se ao “trabalho social” ou comunitário obrigatório.
Diz ainda que as chamadas atividades de solidariedade social mais não são do que “uma forma encapotada” de contornar o princípio do trabalho com direitos: “O que se prevê não é trabalho digno: é ocupação obrigatória, sem salário, castigadora e estigmatizante”.
“O que está em causa não é apenas uma prestação, mas a ideia de comunidade política que queremos sustentar”, conclui a associação, para quem a proposta legislativa não oferece uma via de “inclusão sustentável”, nem valoriza de forma justa o compromisso de todos com a comunidade e com o bem comum.
Numa sociedade justa – insiste – “a participação cívica e comunitária deve ser distinção, nunca estigma”.
A Causa Pública recusa ainda “a narrativa da alegada dependência prolongada” do Estado e diz que a proposta do Governo parte de um objetivo de simplificação do sistema, mas concretiza-o de forma “politicamente errada, socialmente regressiva e institucionalmente opaca”.
O Governo aprovou em Conselho de Ministros uma revisão das prestações sociais não contributivas, criando uma Prestação Social Única que consolidará 13 apoios.
Os beneficiários desta prestação poderão ter de fazer até 15 horas de trabalho social por semana, estando previsto que percam a prestação em caso de incumprimento.
Llanos Massó traslada a la mesa la resolución por la cual se descarta finalmente llevar los incidentes a la Fiscalía se advierte a Compromís de que debe instruir a las personas invitadas al hemiciclo de las normas que deben cumplir o de lo contrario, si se diera un nuevo incidente, se le retirarían "todas sus invitaciones hasta el final de la legislatura"
Vox apoya llevar a la Fiscalía a las profesoras que protestaron en las Corts y el PP guarda silencio
“Sancionar a las personas que lanzaron billetes y un chaleco a los escaños con la prohibición de acceso a la tribuna de invitados del hemiciclo y al conjunto de edificios del Palau de Les Corts”. La resolución de la presidencia del parlamento valenciano que ostenta Llanos Massó, de Vox, se expresa en estos términos en relación con las protestas que realizaron las profesoras que fueron expulsados en la última sesión de control del pasado 21 de mayo por lanzar un chaleco y billetes de 200 euros con la cara del presidente del Gobierno valenciano, Juan Francisco Pérez Llorca, en el marco de la huelga educativa. La prohibición no concreta un periodo determinado de expulsión.
El documento que se ha trasladado este martes a la Mesa de las Corts en la que tienen mayoría el PP y Vox incluye todas las medidas disciplinarias que se podían adoptar entre las que se incluyen la posibilidad de remitir los incidentes a la Fiscalía, una opción que sin embargo se ha descartado.
La resolución también advierte a Comrpomís, partido que invitó a las docentes, de que en lo sucesivo debe instruir a las personas que lleve al hemiciclo de las normas de orden que deben cumplir dentro del recinto o de lo contrario, si se diera un nuevo incidente, se le retirarían “todas sus invitaciones hasta el final de la legislatura”.
Al respecto, el sindic del PSPV, José Muñoz, ha celebrado que “la Mesa de las Corts haya tenido un poco de trellat y no lleve a los profesores ante la Fiscalía” y ha remarcado que “no podemos permitirnos unas instituciones que amenacen a la sociedad”. “Se estaba cometiendo violencia institucional con esa amenaza de llevarles ante la Fiscalía”, ha indicado, al tiempo que ha recordado que “era una amenaza totalmente desproporcionada”.
Por su parte, el portavoz de Compromís, Joan Baldoví, ha comentado que van a recurrir la propuesta al entender que es “un nuevo insulto a los docentes valencianos, no han condenado la agresión a la profesora que fue agredida por la Policía, y esto es una nueva agresión al colectivo docente” al tiempo que ha advertido de que “cuando haya una nueva mayoría estas personas podrán volver a entrar a las Corts”. Baldoví ha recordado que fue una protesta “pacífica”, que en ningún momento interrumpieron a los oradores y que las profesoras no opusieron resistencia cuando les pidieron que abandonaran el hemiciclo.
O grupo Stellantis lançou uma campanha de revisão de 1,3 milhões de veículos da marca Jeep vendidos nos últimos anos, após detetar que, em alguns casos, existe risco de incêndio devido a uma falha elétrica.
Num comunicado divulgado hoje pela agência de notícias Efe, a Stellantis indicou que entrará em contacto com os proprietários desses veículos, os modelos Jeep Wrangler e Jeep Gladiator fabricados entre 2021 e 2025, para lhes pedir que contactem o seu concessionário e marquem uma consulta para a revisão.
A deteção da falha decorreu de uma investigação interna do fabricante, que determinou que alguns veículos podem apresentar um problema de ligação elétrica na direção assistida, que pode provocar risco de incêndio.
Por norma o reembolso do IRS e do subsídio de férias, significa para milhares de famílias portuguesas um reforço financeiro considerável nesta altura do ano. Contudo a DECO PROteste deixa um alerta, deixar esse dinheiro parado na conta bancária, ou gastá-lo impulsivamente, pode significar, perder uma oportunidade importante de melhorar a estabilidade financeira futura.
Segundo a organização, o contexto atual de inflação continua a penalizar quem mantém as poupanças sem rentabilidade. A taxa média líquida dos depósitos a prazo ronda apenas 1%, muito abaixo da inflação prevista para 2026, estimada em 2,8%, o que representa perda de poder de compra.
Nesse âmbito, a DECO PROteste recomenda que os consumidores utilizem este “dinheiro extra” de forma estratégica, ajustando as decisões de investimento ao seu perfil de risco, fase de vida e objetivos financeiros.
“Mais importante do que o valor do reembolso é aquilo que cada pessoa decide fazer com ele. O IRS pode ser apenas um alívio temporário ou o início de uma mudança financeira mais sólida e duradoura”, refere a DECO PROteste.
A organização identifica três prioridades essenciais para quem recebe um reforço financeiro:
· Criar ou reforçar um fundo de emergência: Antes de qualquer investimento, a prioridade deve passar pela constituição de uma reserva financeira para imprevistos. A DECO PROteste recomenda um fundo equivalente a, pelo menos, seis meses de despesas, aplicado em produtos seguros e com liquidez imediata, como depósitos a prazo ou Certificados de Aforro.
· Preparar a reforma com antecedência: Para quem ainda está longe da idade da reforma, os Planos Poupança Reforma (PPR) continuam a ser uma das soluções mais adequadas para criar um complemento de rendimento futuro, beneficiando ainda de vantagens fiscais.
· Investir para fazer crescer o património – Quem já tem assegurado um fundo de emergência e um complemento de reforma pode considerar investimentos com maior potencial de valorização, como ETF e fundos de investimento diversificados. A organização sublinha que as ações têm sido historicamente a classe de ativos mais rentável no longo prazo, embora impliquem maior risco.
Segundo os dados analisados pela DECO PROteste Investe, as bolsas mundiais registaram um rendimento médio anual de 9,3% nos últimos 20 anos, incluindo dividendos reinvestidos. A organização deixa ainda um alerta para cinco erros frequentes dos consumidores:
Deixar o dinheiro parado na conta;
Investir sem objetivo definido;
Concentrar tudo numa única solução;
Confundir segurança com estagnação;
Pensar apenas no curto prazo.
“A pior decisão pode ser não decidir. Mesmo pequenas quantias investidas regularmente podem ter um impacto significativo no património ao longo do tempo”, conclui a DECO PROteste Investe. (deco.proteste.pt/investe).
Com a aproximação do verão e o aumento do risco de incêndios rurais, a limpeza de terrenos volta a estar no centro das atenções. A gestão de material combustível é uma obrigação legal para muitos proprietários e uma medida essencial para proteger pessoas, habitações, explorações agrícolas e áreas florestais.
Mas afinal, até quando deve limpar o seu terreno? Quais são as regras a cumprir? E o que acontece se não o fizer?
Qual é o prazo para limpar terrenos em 2026?
O prazo geral para a realização dos trabalhos de gestão de combustível termina a 31 de maio de 2026.
Contudo, o Governo determinou um alargamento excecional do prazo para alguns territórios afetados pelas condições meteorológicas adversas registadas este ano. Nos concelhos abrangidos por declaração de calamidade, os trabalhos podem ser realizados até 30 de junho de 2026.
Esta extensão teve em conta fatores como a precipitação intensa, os ventos fortes e os efeitos da depressão Kristin, que dificultaram a execução dos trabalhos agrícolas e florestais.
Quem é responsável pela limpeza?
A obrigação de limpeza recai sobre:
• proprietários dos terrenos;
• arrendatários;
• usufrutuários;
• ou qualquer entidade que detenha a gestão do terreno.
A responsabilidade existe sobretudo quando os terrenos se encontram junto de habitações, edifícios, aglomerados populacionais ou outras infraestruturas consideradas sensíveis.
Como deve ser feita a limpeza do terreno?
A limpeza não significa eliminar toda a vegetação existente. O objetivo é reduzir o material combustível e diminuir a propagação de incêndios.
Entre as principais regras encontram-se:
• remoção de ervas, mato e arbustos junto de edifícios;
• criação de uma faixa de proteção de 50 metros em redor de construções
localizadas em espaços rurais ou florestais;
• corte de ramos das árvores até quatro metros acima do solo;
• manutenção de uma distância mínima entre árvores;
• eliminação de árvores e arbustos demasiado próximos das edificações;
• remoção dos sobrantes resultantes da limpeza.
No caso de espécies mais inflamáveis, como pinheiros-bravos e eucaliptos, existem exigências adicionais relativamente ao espaçamento.
Existem espécies protegidas?
Sim. Espécies como o sobreiro e a azinheira estão protegidas por lei e não podem ser abatidas sem autorização do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Também existem árvores classificadas de interesse público e habitats protegidos que beneficiam de regras específicas de conservação.
Por isso, antes de realizar cortes significativos, é importante confirmar se existem condicionantes aplicáveis ao terreno.
A fiscalização é assegurada por várias entidades, entre elas:
• GNR;
• PSP;
• câmaras municipais;
• ICNF;
• polícias municipais;
• vigilantes da natureza.
As verificações incidem sobretudo sobre terrenos localizados junto de habitações, aldeias, parques industriais, parques de campismo e outras áreas consideradas prioritárias para a prevenção de incêndios.
O que acontece se não limpar o terreno?
O incumprimento das obrigações legais pode resultar em coimas. Para pessoas singulares, os valores podem variar entre 150 e 1.500 euros, dependendo da infração.
Em situações mais graves, os montantes podem ser superiores. Além disso, caso o proprietário não execute os trabalhos, a câmara municipal pode avançar com a limpeza do terreno e posteriormente cobrar os custos da intervenção.
Como denunciar terrenos por limpar?
Se identificar um terreno que represente risco de incêndio por falta de limpeza, pode comunicar a situação às autoridades competentes. A denúncia pode ser feita através:
• da câmara municipal da área em causa;
• da GNR;
• da linha SOS Ambiente e Território (808 200 520).
Em caso de incêndio ou perigo iminente, deve contactar imediatamente o 112
Existe apoio para proprietários?
Em 2026 foi criado um apoio extraordinário destinado à recuperação de áreas florestais afetadas pela tempestade Kristin.
O apoio pode atingir 1.500 euros por hectare, sendo financiado através do Fundo Ambiental. As candidaturas destinam-se aos municípios e entidades gestoras das áreas abrangidas, permitindo posteriormente apoiar os proprietários afetados.
E se tiver dúvidas ou dificuldades?
Se surgirem dificuldades relacionadas com notificações, coimas, execução dos trabalhos ou outras questões associadas à limpeza de terrenos, pode recorrer ao Portal da Queixa para contactar as entidades envolvidas, expor a situação e consultar experiências de outros cidadãos.
Além de facilitar a comunicação com as entidades responsáveis, esta partilha contribui para dar visibilidade a problemas que possam estar a afetar outros proprietários na mesma situação.
O mercado imobiliário em Portugal continua a mostrar alguns sinais preocupantes e de acordo com dados da plataforma “idealista”, revelados esta terça-feira, o stock de casas acessíveis caiu 31% no primeiro trimestre do ano.
Numa análise ao mercado de compra em Portugal que quantifica, a plataforma destaca que encontrar uma casa abaixo dos 300 mil euros no mercado é cada vez mais difícil.
“No primeiro trimestre de 2026, apenas uma em cada três casas à venda custava menos de 300.000 euros — e o stock nessa faixa caiu 31% num só ano. Ao mesmo tempo, a procura nesse segmento mantém-se a mais elevada de todo o mercado”, destaca esta análise.
Os dados do idealista revelam que a oferta total de casas à venda caiu 19% no primeiro trimestre de 2026 e que 44% das casas à venda no mercado custam entre 300 mil euros e 600 mil euros.
No que diz respeito à oferta do mercado imobiliário nas grandes cidades, o idealista destaca que no Porto, 45% da oferta já está acima dos 600 mil euros e em Lisboa, Funchal e Faro, menos de 15% das casas à venda ficam abaixo dos 300 mil euros. Outro dado apurado é que a procura no segmento entre 300.000 e 600.000 euros cresceu mais de 30%.
Evento em destaque: Maputo recebe esta terça e quarta-feira o 2º Fórum de Negócios Moçambique-União Europeia. Portugal é um dos parceiros europeus deste evento sendo que este fórum coloca o foco em temas como a transição energética, industrialização verde e agroindústria.
Outros eventos em foco:
Presidente da República nos Açores no âmbito do Dia da Região Autónoma dos Açores e do Dia de Portugal;
Comissão Parlamentar da Cultura visita cidade de Aveiro e reúne com responsáveis municipais da área da cultura. 08h30 – Aveiro;
Visita da Comissão Parlamentar de Agricultura e Pescas à Feira Nacional da Agricultura. 10h;
INE divulga: Estatísticas do Comercio Internacional de Bens/abril26; Índice de Custos de Construção Habitação Nova/abril26; Índices de Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas na Indústria/abril26;
Oxfam/França: Publicação do relatório sobre 100 maiores empresas europeias que fomentam desigualdade;
AIEA: Prossegue reunião trimestral do Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atómica, até dia 12 de junho
Com um valor de mercado de mil milhões de euros, de acordo com o site “Transfermarkt”, a Seleção portuguesa que vai estar no Mundial é responsável por quase um décimo da avaliação total das 16 seleções da UEFA que vão marcar presença na maior prova de seleções do mundo e que irá ter início a 11 de junho.
De acordo com a análise da Winsportsonline, a UEFA é de longe a confederação mais valiosa do Mundial da FIFA com uma avaliação estimada de 10,4 mil milhões de euros do conjunto das dezasseis equipas que vão disputar a prova. De resto, o valor de mercado agregado das outras confederações não daria sequer para equivaler a avaliação da UEFA.
A CONMEBOL (que leva seis seleções sul-americanas ao Mundial) tem a segunda melhor avaliação com 2,9 mil milhões de euros, enquanto a CAF (que alberga dez seleções africanas) traz uma avaliação de mercado de 2,4 mil milhões de euros. A Concacaf, confederação de onde são originárias as três seleções anfitriãs, coloca seis seleções no Mundial e vale 891 milhões de euros; já a Confederação Asiática, com nove equipas, vale 710,4 milhões de euros. Por último, a Confederação da Oceania, que leva apenas a seleção da Austrália surge com um valor modesto de 32 milhões de euros.
Como seria de esperar, a UEFA também apresenta a avaliação média por seleção mais elevada deste Mundial, já que, em média, cada Seleção tem um valor de mercado mínimo de 652,3 milhões de euros. Mais uma vez, a Seleção portuguesa surge em grande destaque já que acrescenta 350 milhões de euros ao valor médio de cada seleção da UEFA presente no Mundial.
Portugal surge num restrito grupo de Seleções cujos grupos de jogadores têm uma avaliação perto dos mil milhões de euros. Só três Seleções deste Mundial conseguem suplantar este marco: Espanha surge com um valor de mercado de 1,2 mil milhões de euros e a França tem uma avaliação de quase 1,5 mil milhões de euros. Inglaterra tem um valor de 1,3 mil milhões de euros. Atrás deste restrito grupo está a temida “mannschaft”: a Alemanha está avaliada em 947 milhões de euros.
Com três seleções à sua frente, Portugal consegue suplantar equipas de grande relevância, pelo menos no que diz respeito ao valor de mercado. É o caso da Bélgica, uma equipa com bons valores individuais, mas que, no Mundial da avaliação, está apenas no nono lugar com 547 milhões de euros; os Países Baixos, campeão da Europa em 1988, surgem com uma avaliação de 804 milhões na sétima posição.
Surpreendente são as posições de seleções como o pentacampeão mundial Brasil (sexta mais valiosa com 928 milhões de euros) e a tricampeã mundial Argentina (oitava avaliada em 782 milhões de euros).
Una sentencia y una cláusula en el contrato de la promotora con CACSA advertían de que la segunda jornada del festival se podría suspender si en la primera se superaban los límites autorizados; el sábado 6 de junio el Ayuntamiento de València remitió un requerimiento ordenando el cese al superarse decibelios y advirtió: "Los promotores conocían las reglas del juego"
La resolución que suspendió el Festival de les Arts: decibelios disparados y “estricto” cumplimiento de la sentencia del ruido
La empresa que gestiona el Festival de Les Arts de València, cancelado este sábado antes de arrancar su segunda jornada, vendió miles de entradas sabiendo que el evento podría ser suspendido si se superaban los límites de ruido establecido en la normativa municipal. Una sentencia emitida el pasado marzo y una cláusula en el contrato con la Ciudad de las Artes y las Ciencias (CACSA), recinto en el que se lleva celebrando una década el festival, advertían de la posibilidad de cancelar el evento si se recibía una denuncia por superar los decibelios permitidos en la normativa. En concreto, la mencionada cláusula establecía que si en la primera jornada del evento se certificaba el exceso de decibelios, la segunda quedaría suspendida.
Las mediciones realizadas por la Policía Local de València el viernes, durante la primera jornada, acreditaron que se superaba “en exceso” los umbrales permitidos en momentos puntuales. Si la norma establece un máximo de 80 decibelios —el umbral de sonido tolerable—, los agentes que realizaron las mediciones detectaron 88, 91 y 96 en tres escenarios. También lo certificó la unidad de Policía Nacional adscrita a la Generalitat Valenciana.
El informe policial remitido a la dirección de la Ciudad de las Artes, que provocó la suspensión, concluye que “no se han respetado la limitación de los equipos limitadores-registradores previstos en la documentación acústica”. Y eso pese a las quejas masivas del público durante la primera jornada por el sonido, que obligaron a varios artistas a disculparse y terminaron por señalar también al Ayuntamiento de València que gobiernan PP y Vox por las limitaciones. El consistorio no autoriza eventos en la Ciudad de las Artes (CACSA), pero la sentencia del pasado marzo le obliga a adoptar medidas que garanticen el descanso de los vecinos y le recuerda que debe hacer cumplir las ordenanzas municipales sobre ruidos.
La propia organización explica en su comunicado que un mes antes la promotora trasladó dos festivales a otro emplazamiento, el estadio del Levante UD, tras conocer la sentencia sobre los eventos en el recinto. La organización cargó contra el consistorio, al que acusan de falta de diálogo, y también atribuyó la denuncia a “unos pocos vecinos” —son 46, concretamente—, publicando su dirección exacta en redes sociales, para anunciar que no habría una segunda jornada. “Esa voluntad de encontrar soluciones queda demostrada por el traslado de otros eventos de nuestra promotora, como Love The 90’s e I Love Reggaeton, al Estadi Ciutat de València. Sin embargo, nos produce una enorme tristeza y frustración comprobar que, durante todo este proceso, no hemos tenido la oportunidad de mantener una reunión con la Alcaldía del Ayuntamiento de València, ni con responsables del Ayuntamiento para estudiar conjuntamente posibles alternativas que permitieran garantizar el futuro del festival en la ciudad”, señaló el festival en un comunicado.
La mercantil House of Music Festivals, filial de The Music Republic, participada por el fondo KKR, suscribió un contrato con la Ciudad de las Artes y las Ciencias (CACSA), empresa pública de la Generalitat Valenciana, en la que se incluía una cláusula que permite suspender el certamen si se supera la acústica permitida. En concreto, según ha informado CACSA a elDiario.es, la mencionada cláusula advertía de que si en la primera jornada se constataba la superación de los límites establecidos en la ordenanza municipal, la segunda quedaría suspendida.
El contrato decía textualmente, según informa El Confidencial: “En caso de que durante la celebración del evento la autoridad competente levante acta, formule denuncia, dicte requerimiento o adopte cualquier medida de control por presunto incumplimiento de la normativa vigente en materia de ruido, contaminación acústica o protección de la salud pública, así como cuando exista resolución administrativa o judicial, firme o ejecutiva, que determine la superación de los niveles sonoros autorizados, la existencia de riesgos para la salud pública o cualquier otro incumplimiento de las condiciones acústicas exigibles al evento, CACSA podrá a su sola discreción y en su caso a cancelar la segunda jornada del evento”. Dos cuestiones de peso a la hora de abordar una organización de tal calibre como un festival que reúne a más de 20.000 personas.
¿Por qué decidió la organización seguir adelante con el evento? Según señala a este diario, porque en las pruebas previas y durante el festival “se contaba con cumplir la normativa”. De hecho, explican fuentes de la organización, en las mediciones que se realizaron el viernes durante el festival, ·en las fachadas colindantes, se obtuvieron exactamente los mismos resultados que los días anteriores a la celebración del evento“. Estas fuentes insisten que en fachada los niveles eran los permitidos, aunque el informe de Policía Local remitido al Ayuntamiento recoge momentos superiores.
En el escrito del festival no se menciona la cláusula suscrita con CACSA, sino que se atribuye a la empresa pública y al Ayuntamiento la decisión. Efectivamente, el Ayuntamiento, en el marco de sus competencias y en cumplimiento de lo dispuesto en la sentencia judicial, remitió un requerimiento a CACSA el pasado 6 de junio por el que se le advirtió de que se había certificado que en la primera jornada no se habían cumplido los límites legales de decibelios, por lo que se ordenaba que procediera a la suspensión del festival.
La organización señala que ha trabajado con la Generalitat para mantener el festival “encontrando un equilibrio” entre la fiesta y el descanso vecinal, y que, en paralelo, ha tratado de buscar otra ubicación, además de incorporar soluciones de sonido para respetar la normativa“. En vista de la suspensión, el evento abrirá un canal para devolver el 50% de los abonos y los sobrantes de las pulseras con las que se pagan las consumiciones. Según las mismas fuentes, se devolverá la mitad del importe, puesto que se ha celebrado el 50% del evento y el procedimiento habitual es el de devolver la parte proporcional no disfrutada del mismo cuando se suspende por causa mayor.
“Los promotores conocían las reglas del juego”
Este lunes, el concejal de Urbanismo y Licencias de València, Juan Giner, manifestaba que lo que ha hecho el consistorio es cumplir con la normativa. La sentencia del pasado marzo obliga al Ayuntamiento a garantizar su cumplimiento y el descanso de los vecinos, llegando a revocar autorizaciones si es necesario. “Los promotores conocen perfectamente el contenido de la ordenanza y las reglas del juego”, ha apuntado Giner, que ha considerado que los “verdaderos perjudicados” han sido los asistentes.
La sentencia posibilita revocar autorizaciones
El pasado marzo, el juzgado número 8 de lo contencioso condenó al Ayuntamiento de València a indemnizar a 46 vecinos por daños morales derivados del ruido de los festivales en la Ciudad de las Artes y la discoteca de su azotea. El magistrado titular consideró acreditado que los niveles de ruido registrados en los domicilios de los vecinos superaron “ampliamente los máximos permitidos por la normativa” en conciertos y fiestas durante los años 2022 y 2023. También falló que el Ayuntamiento debe “adoptar las medidas necesarias, inclusive revocación de autorizaciones o reubicación de eventos o actividades, para imposibilitar definitivamente la violación de los derechos fundamentales de los demandantes”.
Está dado mais um passo para a efetivação da centralização dos direitos televisivos (obrigatória a partir de 2028/29) do futebol profissional em Portugal com a aprovação, esta segunda-feira, da proposta de chave de distribuição, uma fórmula que mereceu o parecer favorável de 80% dos votos.
A 17 de abril deste ano, os clubes da Liga já tinham aprovado a comercialização conjunta dos direitos audiovisuais com mais de 92% dos votos, um ato eleitoral que contou com o voto contra do Benfica e a abstenção do Nacional.
A estimativa da Liga Portugal é que o valor global angariado pelos direitos televisivos dos clubes em Portugal possa atingir um máximo de 225 milhões por temporada, ou possa mesmo ultrapassar este valor se existir a revenda destes pacotes para outras plataformas de transmissão.
Esta segunda-feira, a Liga propôs à votação a chave de distribuição destas verbas, um modelo que já tinha sido apresentado numa Cimeira de Presidentes e que propunha que 90% das receitas arrecadadas fosse direcionado para os cofres das SAD da Liga, sendo que os restantes 10% ficariam para os clubes da Liga 2.
No principal escalão do futebol português, esta divisão de verbas vai ser feita com cinco critérios como base desta distribuição. Como seria de esperar, 44,2% dessa verba vai naturalmente depender do mérito desportivo mas não apenas da classificação final já que critérios como o histórico de classificações e a contribuição para o ranking da UEFA também vão contar. Já 33,2% das receitas dos direitos TV vão ser distribuídos em partes iguais por todos os clubes do primeiro escalão. A restantes percentagens vão ter em conta critérios como as assistências médias e audiências televisivas (17,6%), as condições disponibilizadas para as transmissões (3%) mas também a qualidade dos relvados, iluminação e condições de trabalho para os media (1%).
The executive order issued by the White House on May 1 has shaken Cuba’s foundations. The United States decided to tighten the noose around an economy that was already in intensive care even before the new sanctions that took effect on Friday, or the oil blockade implemented earlier this year. Washington’s threat to freeze assets on U.S. territory of any foreign company or individual doing business with the Cuban regime — especially with the vast portfolio of businesses held by Gaesa, the military conglomerate that controls half of Cuba’s GDP — has produced its first effects. And once foreign companies withdraw, their replacement by U.S. firms appears to be the next step.
La guerra en Medio Oriente volvió a escalar este lunes después de que Israel lanzara ataques aéreos contra objetivos en el centro y el oeste de Irán, en respuesta al lanzamiento de misiles desde territorio iraní. La televisión estatal de Irán informó que se escucharon explosiones en Isfahán, Karaj, Tabriz y Teherán. Tras los ataques, Irán cerró el espacio aéreo alrededor del aeropuerto internacional Imam Khomeini, el principal del país.
Al amanecer, el ejército israelí confirmó el inicio de la operación con un breve comunicado. “Hace poco, la Fuerza Aérea Israelí atacó objetivos militares pertenecientes al régimen terrorista iraní en el oeste y centro de Irán”, señaló. Por su parte, la Guardia Revolucionaria de Irán sostuvo que Israel utilizó misiles balísticos lanzados desde el aire durante la ofensiva. Las autoridades israelíes no difundieron más detalles sobre los objetivos alcanzados.
Horas después, varias explosiones se escucharon en Jerusalén mientras Israel alertaba sobre una nueva oleada de misiles iraníes. El ejército informó que identificó proyectiles lanzados desde Irán y que trabajaba para interceptarlos.
Según funcionarios estadounidenses citados por medios israelíes, Donald Trump habló previamente con Benjamin Netanyahu y le pidió que evitara una represalia inmediata tras los ataques iraníes que rompieron el frágil alto el fuego vigente desde abril. La Casa Blanca no realizó comentarios inmediatos sobre la operación israelí ni sobre una eventual coordinación con Estados Unidos.
A continuación el minuto a minuto de la guerra en Medio Oriente:
Israel suspendió los ataques contra Irán tras el pedido de Donald Trump, pero mantiene ofensiva en Líbano
Un funcionario israelí informó que Israel decidió suspender sus ataques contra Irán, según informó este lunes el Times Of Israel. La decisión que, según medios hebreos, respondió a un pedido del presidente de Estados Unidos, Donald Trump. La misma fuente remarcó que la ofensiva contrael grupo terrorista Hezbollah en el sur de Líbano continuará, al señalar: “La sensación es que esta ronda de combates ha terminado. Estamos a la espera de una decisión final de la dirigencia política”.
El medio israelí informó también que el primer ministro Benjamin Netanyahu y Trump mantuvieron una conversación telefónica antes de que Teherán anunciara que cesaría sus ataques si Israel detenía su ofensiva contra los terroristas de Hezbollah en Líbano.
El ejército israelí interceptó tres proyectiles lanzados desde el Líbano
El ejército de Israel interceptó este lunes tres proyectiles disparados desde Líbano, según reportó un corresponsal de AFP cerca de la frontera. Las autoridades militares indicaron que los disparos tenían como objetivo a las fuerzas israelíes que operan en el sur libanés.
“Algunos de los proyectiles fueron interceptados antes de cruzar a territorio israelí y otro cayó cerca de soldados de las FDI. No se reportaron heridos”, informó el ejército.
Irak reabre su espacio aéreo tras el fin de la operación militar de Irán contra Israel
La Autoridad de Aviación Civil de Irak informó este lunes la reapertura del espacio aéreo iraquí, luego del anuncio de Irán sobre el cese de su operación militar contra Israel. El organismo comunicó que se reanudan los vuelos hacia y desde todos los aeropuertos del país y que continuará evaluando la situación regional.
El cierre del espacio aéreo, anunciado la noche del domingo, tuvo una duración de 72 horas tras los ataques con misiles iraníes contra Israel, los primeros desde el inicio del alto el fuego en la guerra de Medio Oriente el 8 de abril.
El presidente de Irán dijo que el país sigue en la mesa de negociaciones tras el cese de los ataques contra Israel
Irán sigue en la “mesa de negociaciones”, dijo su presidente, Masud Pezeshkian, después de que el mando militar del país islámico anunciara el cese de los ataques contra Israel.
“La defensa y la diplomacia son los dos pilares del poder nacional. No hemos abandonado ni el campo de batalla ni la mesa de negociaciones”, escribió en X.
El ejército de Irán anuncia el cese de los ataques contra Israel
Las Fuerzas Armadas de Irán anunciaron este lunes el fin de sus ataques contra Israel, tras el lanzamiento de misiles en respuesta al bombardeo ejecutado por el Ejército israelí en la capital libanesa, Beirut. Las autoridades iraníes advirtieron que tomarán “medidas mucho más duras y aplastantes” si Israel continúa sus acciones, incluidas operaciones en territorio libanés.
En un comunicado emitido por la televisión pública IRIB, el ejército iraní explicó que su ofensiva respondió a las “agresiones y atrocidades del régimen sionista en el sur de Líbano y Dahiye”, perpetradas con el respaldo de Estados Unidos. Irán indicó que optó por detener las operaciones, aunque aseguró que, si se repiten las agresiones en la región, la respuesta será más severa. Las declaraciones se produjeron tras horas de ataques cruzados y luego de que el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, exigiera el cese de los bombardeos.
Irán lanzó 24 misiles balísticos contra Israel
Las Fuerzas de Defensa de Israel informaron que Irán lanzó 24 misiles balísticos contra territorio israelí desde la noche anterior. De acuerdo con el reporte militar, la mayoría de estos proyectiles fueron interceptados, mientras que algunos impactaron en zonas despobladas.
El ejército israelí señaló que fuerzas estadounidenses colaboraron en la interceptación de parte de los misiles. No se registraron heridos por los ataques, aunque un fragmento cayó en Cisjordania y provocó daños en varias viviendas dentro de un asentamiento.
Donald Trump llamó a Israel e Irán a cesar inmediatamente los enfrentamientos
Donald Trumpinstó públicamente aIsraeleIrána detener de inmediato los ataques, en medio de una escalada de violencia que puso a prueba unafrágil treguay amenazó las negociaciones para un posible acuerdo de paz enOriente Medio. En su red socialTruth Social, el presidente estadounidense escribió:“Israel e Irán deben dejar de ‘disparar’ de inmediato”.
En un nuevo mensaje, Trump afirmó que “tanto Israel como Irán buscan un alto el fuego inmediato”. El presidente estadounidense indicó que las negociaciones finales sobre la paz están en marcha, aunque advirtió que “la ignorancia o la estupidez podrían obstaculizarlas”. Trump señaló que el bloqueo se mantendrá vigente hasta alcanzar un acuerdo definitivo y remarcó la necesidad de que “todo avance con rapidez”. Concluyó su comunicación agradeciendo la atención, reiterando su llamado a la resolución del conflicto.
El régimen de Irán advirtió que la reanudación de la guerra afectará las negociaciones con Estados Unidos
Irán afirmó este lunes que la reanudación de las hostilidades en la guerra de Medio Oriente tendrá consecuencias sobre las conversaciones en curso con Estados Unidos destinadas a alcanzar un acuerdo que permita poner fin al conflicto en la región.
“Es perfectamente natural que el proceso diplomático iniciado para poner fin a esta guerra impuesta se vea afectado”, declaró el portavoz del Ministerio de Relaciones Exteriores iraní, Esmail Baqaei, durante una conferencia de prensa en Teherán.
El funcionario también sostuvo que la mediación de Pakistán para buscar una salida negociada continúa pese al reinicio de los ataques entre Israel y la república islámica.
“Las consultas diplomáticas continúan naturalmente en todas las circunstancias”, señaló Baqaei, aunque previamente advirtió que la reanudación de las hostilidades afectará este “proceso diplomático”.
Los rebeldes hutíes reivindicaron un ataque con misiles contra Israel y decretaron un bloqueo a la navegación israelí en el mar Rojo
Los rebeldes hutíes de Yemen, respaldados por el régimen de Irán, anunciaron este lunes un ataque con misiles contra Israel y declararon una prohibición total a la navegación israelí en el mar Rojo, una medida que amenaza con reactivar las graves interrupciones en una de las rutas marítimas más importantes del mundo. En un comunicado, las fuerzas armadas hutíes señalaron: “Declaramos una prohibición completa y total de la navegación marítima israelí en el mar Rojo”.
El grupo advirtió además que “consideramos todos los movimientos del enemigo como objetivos militares legítimos para nuestras fuerzas armadas desde el momento en que se emite este comunicado”.
Los hutíes afirmaron que “lanzaron una andanada de misiles contra objetivos sensibles del enemigo israelí” y sostuvieron que los ataques “alcanzaron sus objetivos con precisión”. Por su parte, el ejército israelí informó previamente que detectó el lanzamiento de un misil desde Yemen hacia territorio israelí y que los sistemas de defensa aérea actuaban para interceptar la amenaza.
La ofensiva se produjo mientras Israel e Irán intercambiaban ataques este lunes, una situación que puso bajo presión la frágil tregua vigente desde abril. Los hutíes, que se sumaron al conflicto regional en apoyo de Irán en marzo, forman parte del denominado “Eje de la Resistencia”, junto con el grupo terrorista libanés Hezbollah.
Durante la guerra entre Israel y Hamás, los rebeldes atacaron buques mercantes en el mar Rojo, lo que obligó a numerosas compañías navieras a desviar sus rutas alrededor del extremo sur de África.
Israel atacó y desmanteló “sistemas de defensa estratégicos” del régimen de Irán
El ejército israelí anunció el lunes que había atacado y desmantelado sistemas de defensa iraníes desplegados en varias zonas del país.
“Recientemente, se desplegaron sistemas de defensa en numerosas zonas de Irán como parte de los esfuerzos del régimen por restablecer sus capacidades de detección y defensa, que se vieron mermadas durante la Operación León Rugiente”, declaró el ejército.
“El ataque provocó el desmantelamiento de estos sistemas”, decía el comunicado, añadiendo que decenas de aviones de combate participaron en la operación.
Irán anunció que sus bombardeos fueron dirigidos contra las bases militares israelíes de Nevatim y Tel Nof
Irán anunció este lunes bombardeos contra las bases militares israelíes de Nevatim y Tel Nof, en el marco de los mayores ataques recíprocos entre ambos países desde la entrada en vigor de una frágil tregua hace dos meses. Nevatim, ubicada en el sur de Israel, y Tel Nof, en el centro del país, figuran entre las instalaciones militares más importantes de las fuerzas armadas israelíes.
Los Guardianes de la Revolución, el ejército ideológico del régimen de la República Islámica, informaron que la operación militar respondió a una ofensiva israelí previa. “La operación fue lanzada en respuesta al ataque con misiles perpetrado por el régimen sionista (...) contra varios sitios de radares situados en tres lugares diferentes” de Irán, señalaron en un comunicado.
La Unión Europea pidió calma tras los nuevos ataques entre Irán e Israel
La alta representante de la Unión Europea para Asuntos Exteriores, Kaja Kallas, pidió calma este lunes después de que Irán e Israel intercambiaran ataques en una nueva escalada de tensión en Medio Oriente.
Según Kallas, los enfrentamientos pusieron a prueba una frágil tregua y amenazaron las expectativas de alcanzar un acuerdo que permita poner fin al conflicto en la región.
“De la noche a la mañana, hemos visto una nueva escalada. Creo que la región no necesita una escalada, sino que las partes se sienten a la mesa de negociaciones y lleguen a un acuerdo”, afirmó la funcionaria europea.
El ejército de Israel atacó varios objetivos en el complejo petroquímico de Mahshahr, en el suroeste de Irán
Israel informó que su Fuerza Aérea atacó varios objetivos en el complejo petroquímico de Mahshahr, en el suroeste de Irán. Según el comunicado militar, la operación se realizó bajo la conducción de la Inteligencia Militar. “La Fuerza Aérea, guiada por la Inteligencia Militar, atacó hace poco varios objetivos en el complejo petroquímico de Mahshahr, en el suroeste de Irán. Detalles adicionales a continuación”, señaló el ejército israelí.
En paralelo, medios de comunicación iraníes reportaron que Israel atacó una empresa petroquímica en Mahshahr, mientras ambos países intercambiaban ataques horas después de que el presidente de Estados Unidos, Donald Trump, realizara un llamamiento a la moderación.
“El enemigo sionista llevó a cabo un ataque aéreo contra la empresa petroquímica Karoon en Mahshahr”, publicaron medios locales iraníes en Telegram. Según esas versiones, un funcionario policial de la zona afirmó que proyectiles israelíes impactaron en las instalaciones.
Israel detectó otro lanzamiento de misiles desde Irán
Las Fuerzas de Defensa de Israel (FDI) informaron que detectaron un nuevo lanzamiento de misiles balísticos desde Irán, en medio de la escalada de tensiones entre ambos países.
Según el reporte difundido por las autoridades israelíes, se prevé que las sirenas de alerta antiaérea suenen en la zona de Jerusalén durante los próximos minutos como medida preventiva ante la amenaza.
El anuncio llegó poco después de que Israel informara sobre otros lanzamientos de misiles iraníes y activara sus sistemas de defensa para intentar interceptarlos.
Netanyahu reunirá al gabinete de seguridad en medio de la escalada con Irán
El primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, convocó para las 11 de la mañana una reunión reducida del gabinete de seguridad en medio de la reanudación de los enfrentamientos con Irán, según informó un funcionario israelí a The Times of Israel.
De acuerdo con la información publicada, al encuentro asistirán únicamente un grupo reducido de ministros considerados clave dentro del gabinete.
El régimen de Irán lanzó una nueva oleada de misiles contra Israel y escala la tensión en Medio Oriente
Las Fuerzas de Defensa de Israel (FDI) informaron que detectaron misiles lanzados desde Irán hacia territorio israelí. Según el comunicado oficial, los sistemas de defensa entraron en funcionamiento para interceptar la amenaza.
En paralelo, el Mando del Frente Interno envió en los últimos minutos una alerta preventiva directamente a los teléfonos móviles de las zonas afectadas. Las autoridades pidieron a la población actuar con responsabilidad y seguir las instrucciones de seguridad.
Las directrices indican que, al recibir una alerta, los ciudadanos deben dirigirse a un espacio protegido y permanecer allí hasta nuevo aviso. Además, las autoridades señalaron que solo se permite abandonar un refugio tras recibir instrucciones explícitas y reiteraron el pedido de cumplir con las indicaciones del Mando del Frente Interno.
Huckabee: “Irán y sus agentes del mal quieren aniquilar a Estados Unidos e Israel”
El embajador de Estados Unidos en Israel, Mike Huckabee, aseguró que Irán lanzó misiles contra Israel durante la noche y la madrugada, en el marco de la actual escalada de tensiones en la región. Según indicó, las alertas antiaéreas sonaron a las 6 de la mañana en Jerusalén.
“Irán lanzó misiles contra Israel anoche y esta madrugada. Las alertas de misiles sonaron a las 6 de la mañana en Jerusalén. ¡Gracias a Dios, fueron interceptados!”, escribió Huckabee al referirse a los ataques y a la respuesta de las defensas israelíes.
El diplomático también apuntó directamente contra Teherán y sus aliados. “Irán y sus agentes del mal quieren aniquilar a Estados Unidos e Israel. La nave nodriza de Satanás está en Teherán”, sostuvo en su mensaje.
Israel centra sus ataques en los sitios de lanzamientos de misiles iraníes
El embajador de Israel en Estados Unidos, Yechiel Leiter, condenó en términos enérgicos el ataque iraní registrado este domingo, al informar que Irán disparó once misiles balísticos contra territorio israelí. Según explicó, “cada uno de esos misiles puede arrasar un barrio entero y matar a cientos”. El diplomático subrayó que “ningún país con dignidad” toleraría una agresión de esa magnitud y que Israel tampoco lo hará.
El embajador detalló que las fuerzas israelíes están actualmente enfocadas en atacar los sitios de lanzamiento de misiles superficie-superficie en Irán, así como infraestructuras no asociadas al sector energético. Leiter agregó que el pueblo de Líbano ha manifestado su rechazo al grupo terrorista Hezbollah, y ha instado a Irán a retirarse del país.
Leiter advirtió que, si Hezbollah dispara contra Israel, los centros de mando de la organización ubicados en Dahiya, en el sur de Beirut, serán objeto de duros ataques. Además, enfatizó que la situación actual “no tiene nada que ver con Irán”, en referencia a posibles intentos de desligar a la República Islámica de las acciones de Hezbollah. El embajador concluyó que, en su opinión, la comunidad internacional ha perdido la paciencia con el régimen iraní: “Todos han tenido suficiente de este régimen iraní maniaco”.
Smoke billows in the distance from an oil refinery following an Israeli strike on the Iranian capital Tehran on June 17, 2025. Israel and Iran exchanged fire again, the fifth day of strikes in their most intense confrontation in history, fuelling fears of a drawn-out conflict that could engulf the Middle East. (Photo by ATTA KENARE / AFP)
There are two Joaquín Guzmáns. One, known as “El Chapo,” rose to become the world’s biggest drug trafficker. He was feared by his rivals and by the authorities. He spilled the blood of anyone who crossed his path. It didn’t matter if they were members of a rival cartel, or innocent civilians.
El líder supremo de Irán, Mojtaba Khamenei, difundió este jueves un nuevo mensaje escrito en el que acusó a Estados Unidos e Israel de intentar sembrar divisiones dentro de la sociedad iraní en medio de la guerra regional que sigue marcando la agenda política y diplomática de Oriente Medio.
La carta fue divulgada durante las ceremonias que conmemoraron el 37º aniversario de la muerte del fundador de la República Islámica, Ruhollah Khomeini, una de las fechas más importantes del calendario político y religioso iraní.
En el texto, leído en su nombre por un clérigo durante los actos celebrados en el mausoleo de Khomeini, al sur de Teherán, Khamenei afirmó que “el enemigo malicioso” busca sembrar “dudas, desesperación, miedo, desconfianza y división” entre los iraníes.
También instó a la población a responder con “firmeza”, “perspicacia” y “unidad”, y sostuvo que cualquier acción que fomente el pesimismo o la frustración dentro del país terminaría favoreciendo los intereses de sus adversarios.
Las declaraciones llegan en un momento en que persisten los esfuerzos diplomáticos para alcanzar un acuerdo más amplio entre Irán, Estados Unidos e Israel. Aunque un frágil cese el fuego detuvo los combates más intensos en abril, las tensiones entre las partes continúan elevadas y las negociaciones posteriores no han logrado consolidar una solución duradera.
El mensaje volvió además a reflejar la visión oficial de Teherán sobre la guerra. Según la narrativa oficial iraní, Estados Unidos e Israel no lograron alcanzar sus objetivos estratégicos durante el conflicto y sufrieron un revés político y militar. Washington y Tel Aviv, por su parte, sostienen que sus operaciones causaron daños significativos a las capacidades iraníes.
Más allá de su contenido, la carta volvió a poner de relieve uno de los aspectos más llamativos de la transición política iraní: la ausencia pública de Mojtaba Khamenei.
El dirigente fue designado líder supremo en marzo tras la muerte de su padre, Ali Khamenei, durante los ataques de Estados Unidos e Israel del 28 de febrero, que marcaron el inicio de la guerra regional. Sin embargo, desde entonces no ha sido visto públicamente y todas sus intervenciones han sido difundidas por escrito a través de los medios estatales o leídas por representantes religiosos.
La ceremonia de este jueves reforzó esa imagen. Por primera vez desde 1989, el acto central en homenaje a Ruhollah Khomeini no contó con la presencia del líder supremo. En el lugar donde durante décadas habló Ali Khamenei se observó una silla vacía acompañada por su retrato, mientras los asistentes escuchaban el mensaje de su sucesor.
La conmemoración tuvo este año un significado especial al ser la primera celebrada desde la muerte de Ali Khamenei y la llegada de Mojtaba Khamenei a la máxima autoridad política y religiosa del país. Imágenes transmitidas por la televisión estatal mostraron retratos de los tres líderes de la República Islámica junto a miles de asistentes reunidos en el complejo religioso del sur de Teherán.
Entre los presentes también pudieron verse banderas iraníes y estandartes de Hezbollah, el movimiento libanés respaldado por Teherán. La presencia de esos símbolos reflejó la importancia que el régimen sigue otorgando a sus alianzas regionales en un momento en que la situación en varios frentes continúa siendo uno de los principales obstáculos para un acuerdo más amplio.
Irán ha insistido en que cualquier entendimiento definitivo con Estados Unidos debe estar acompañado por una reducción general de las hostilidades en la región, incluido el frente libanés. En ese contexto, el mensaje difundido este jueves volvió a combinar referencias a la guerra, advertencias sobre supuestos intentos externos de influir en la situación interna del país y llamados a preservar la unidad nacional mientras continúan las negociaciones para contener la crisis regional.
Las cámaras de vigilancia captaron el momento exacto en que un drone impactó contra la Terminal 1 del Aeropuerto Internacional de Kuwait. Las imágenes muestran cómo el aparato se dirige directamente hacia el edificio antes de estrellarse contra el techo y provocar una potente explosión que desata una enorme bola de fuego, lanza escombros en distintas direcciones y cubre el área con una espesa columna de humo negro.
Las imágenes, difundidas este jueves por la Autoridad de Aviación Civil de Kuwait, constituyen el primer registro oficial publicado por el gobierno kuwaití del ataque que dejó un muerto y más de 60 heridos durante la ofensiva del miércoles, en medio de la creciente tensión que persiste en el Golfo Pérsico pese a los intentos por sostener un frágil alto el fuego en la región.
La secuencia, grabada por varias cámaras de seguridad instaladas en el aeropuerto, muestra la aproximación del drone desde distintos ángulos. En una de las tomas se observa cómo el aparato aparece sobre la terminal y mantiene una trayectoria recta hasta impactar contra el techo de la estructura. Apenas se produce la colisión, una enorme bola de fuego se extiende sobre la terminal, seguida de una densa nube de humo.
Los videos también permiten observar la magnitud de la onda expansiva. Fragmentos de la estructura salen despedidos mientras el humo se expande por el área afectada. En cuestión de segundos, gran parte del sector impactado queda oculto tras una nube oscura que continúa creciendo sobre el complejo aeroportuario.
Las imágenes más dramáticas provienen del interior de la terminal. Las cámaras muestran a varias personas caminando por el amplio salón principal sin señales aparentes de alarma. Segundos después, la explosión sacude el edificio y el lugar se llena de humo, polvo y restos de materiales desprendidos por la detonación.
La visibilidad se reduce de forma abrupta mientras algunas personas corren en busca de refugio. Otras desaparecen momentáneamente detrás de la nube de escombros y partículas suspendidas que invade el recinto. Aunque las grabaciones carecen de sonido, la violencia del impacto resulta evidente por la rapidez con la que la onda expansiva transforma una escena cotidiana en un escenario de caos.
Junto con los videos, las autoridades difundieron fotografías de los daños ocasionados en la Terminal 1. Las imágenes muestran sectores destruidos, techos dañados y amplias áreas afectadas por el incendio posterior a la explosión.
En el mensaje que acompañó la publicación, la Aviación Civil de Kuwait calificó el episodio como “los primeros instantes del brutal ataque con drones iraníes contra la Terminal T1 del Aeropuerto Internacional de Kuwait", ocurrido el 3 de junio.
Las autoridades kuwaitíes acusaron a Irán de lanzar una treintena de misiles y drones contra el país, una ofensiva que provocó la muerte de un ciudadano indio, dejó 63 heridos y causó daños en instalaciones consideradas estratégicas y en sedes diplomáticas.
Teherán rechazó la acusación. La Guardia Revolucionaria iraní sostuvo, según medios estatales, que el aeropuerto no fue alcanzado por drones iraníes y atribuyó los daños a un supuesto fallo de misiles interceptores estadounidenses. Washington negó esa versión y afirmó que el aeropuerto fue atacado deliberadamente por aeronaves no tripuladas iraníes.
El ataque se produjo apenas semanas después de que Kuwait anunciara la reapertura gradual de su aeropuerto internacional, cerrado durante meses por la guerra entre Estados Unidos, Israel e Irán. Las imágenes difundidas ahora ofrecen el registro más detallado hasta la fecha de los segundos en que esa infraestructura volvió a convertirse en un objetivo de la escalada regional.
Mientras drones iraníes impactaban contra la terminal de pasajeros del Aeropuerto Internacional de Kuwait y las autoridades suspendían de emergencia las operaciones comerciales, otra señal de la crisis comenzaba a hacerse visible sobre el Golfo Pérsico: los aviones dejaban de volar sobre el espacio aéreo kuwaití.
Las imágenes de seguimiento de vuelos de Flightradar24 registraron cómo, a partir de las 04:00 GMT de este miércoles, numerosas aeronaves modificaron sus trayectorias para evitar la zona afectada.
Las rutas que normalmente convergen hacia Kuwait comenzaron a desviarse hacia países vecinos, mientras otros vuelos eran redirigidos a aeropuertos alternativos. El cambio se produjo después de que las autoridades confirmaran daños severos en la Terminal 1 y ordenaran la suspensión total del tráfico aéreo.
El ataque dejó un muerto y varios heridos, según informaron posteriormente las autoridades kuwaitíes.
El portavoz del Ministerio de Defensa, el general de brigada Saud Abdulaziz Al-Otaibi, afirmó que “varios drones hostiles” alcanzaron las instalaciones aeroportuarias y calificó la operación como una “agresión criminal iraní” que causó importantes daños materiales.
La agencia estatal de noticias de Kuwait informó que la Autoridad General de Aviación Civil suspendió todos los vuelos comerciales y desvió las operaciones hacia otros aeropuertos de la región. Kuwait Airways anunció además la paralización de sus servicios hasta nuevo aviso.
La interrupción representa un nuevo desafío para las aerolíneas que operan en el Golfo, una región que concentra algunas de las rutas más importantes entre Europa, Asia y África. En medio de la escalada militar, los operadores han debido adaptar constantemente sus planes de vuelo para evitar zonas consideradas de riesgo.
El cierre del espacio aéreo kuwaití se produjo horas después de un nuevo intercambio de ataques entre Irán y Estados Unidos. El Ejército estadounidense informó que dos misiles iraníes lanzados contra Kuwait no alcanzaron su objetivo o se desintegraron durante el trayecto, mientras que otros proyectiles dirigidos contra Bahréin fueron interceptados por fuerzas estadounidenses y bahreiníes.
Por su parte, Bahréin aseguró haber derribado tres misiles iraníes y varios drones que tenían como objetivo instalaciones civiles.
La Guardia Revolucionaria iraní reivindicó ataques contra objetivos militares estadounidenses en la región y sostuvo que actuó en respuesta a operaciones previas de Washington. Posteriormente, el Comando Central de Estados Unidos informó que atacó una estación militar iraní en la isla de Qeshm, situada en el estratégico estrecho de Ormuz.
La ofensiva contra Kuwait ocurrió apenas dos días después de que el aeropuerto hubiera reanudado sus operaciones tras un cierre previo vinculado al conflicto regional. El nuevo ataque volvió a paralizar una infraestructura clave para el transporte aéreo y evidenció hasta qué punto la confrontación militar está afectando actividades civiles lejos del frente de combate.
Mientras continúan las incertidumbres sobre las negociaciones para mantener el alto el fuego entre Irán, Estados Unidos e Israel, el tráfico aéreo ofreció una de las imágenes más visibles de la crisis. Allí donde habitualmente decenas de vuelos cruzan el Golfo Pérsico cada hora, los radares mostraron un vacío inusual sobre Kuwait, una señal de cómo la guerra volvió a extenderse hasta los cielos de la región.
Así cambió el tráfico aéreo sobre el Golfo Pérsico ante el ataque de Irán que destruyó el aeropuerto de Kuwait
The clock keeps ticking. The United States waits patiently after its latest checkmate against Cuba. The move has shaken a country that is already held together by pins, plunged into a severe crisis that has only worsened this year as economic strangulation by Washington intensifies. And all of this is unfolding in the shadow of a possible military intervention. Adding to this climate of extreme tension is an ultimatum: Friday, June 5, 2026. That is the date when a White House executive order of May 1 will take effect. The order threatens to freeze the assets on U.S. soil of any foreign companies or individuals that are still doing business with the Cuban regime.
Bad Bunny performs today, June 1, at Metropolitano Stadium. He played on May 30 and 31, and will return on June 2, 3, and so on, for a total of 10 shows. In the entertainment industry, this is known as a musical residency — a series of concerts an artist stages in the same venue over a short period of time. There’s no exact number that defines one, but one of the core ideas behind the concept is impact: the more shows, the better.