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França 3 x 1 Senegal: assista aos melhores momentos da Copa do Mundo

16 June 2026 at 22:19

A França estreou com vitória na Copa do Mundo de 2026 ao derrotar o Senegal por 3 a 1, nesta terça-feira, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. VEJA OS MELHORES MOMENTOS:

Depois de um primeiro tempo equilibrado, Kylian Mbappé abriu o placar na etapa final, Bradley Barcola ampliou após sair do banco de reservas e o camisa 10 voltou a marcar nos acréscimos para garantir o triunfo francês.

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    Kylian Mbappé, atacante da França • Shaun Botterill - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Mbappé comemora gol da França sobre Senegal pela Copa do Mundo • Dan Mullan/Getty Images

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    Mbappé em sua estreia na 3ª Copa do Mundo da carreira • Foto: Al Bello/Getty Images

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    Mbappé antes de França x Senegal pela Copa do Mundo • Hannah Peters - FIFA/FIFA via Getty Images

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    Kylian Mbappe e Dembélé comemoram gol pela França • Photo by Shaun Clark/Getty Images

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    Kylian Mbappé, da França, acena para os torcedores antes do amistoso entre Brasil e França • Michael Owens/Getty Images

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    Mbappé, atacante da seleção francesa • Foto: Franco Arland/Getty Images

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    Mbappé em ação pela seleção francesa • Divulgação/Seleção Francesa

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    Kylian Mbappé com a camisa da França • Reprodução/X/@equipedefrance

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    Kylian Mbappé comemorando seu gol contra o Azerbaijão, pelas Eliminatórias • Reprodução/X/@UEFAEURO

Ibrahim Mbaye descontou para os senegaleses nos minutos finais.

Apesar do favoritismo francês, quem levou mais perigo nos primeiros 45 minutos foi o Senegal. A melhor chance veio aos 25 minutos, quando Nicolas Jackson aproveitou um contra-ataque, invadiu a área e acertou a trave direita de Mike Maignan.

Mbappé revela quais jogadores gostaria de enfrentar na Copa do Mundo

 

Negros e mulheres avançam, mas topo do serviço público segue desigual

Logo Agência Brasil

A presença de mulheres e de pessoas negras em cargos de alto escalão do serviço público brasileiro aumentou ao longo do tempo, mas ainda é pequena. Segundo pesquisadores, entre 1999 e 2025, os homens ocuparam 75% dos cargos de direção no setor e as pessoas brancas, 78%. No período, pretos e pardos eram, respectivamente, cerca de 3% e 14%.

As informações fazem parte de três estudos que integram a pesquisa Lideranças Públicas no Brasil: Mobilidade, Trajetórias e Perfil dos Cargos de Direção, Chefia e Assessoramento, conduzida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a entidade civil Movimento Pessoas à Frente e com a Fundação Lemann.

Notícias relacionadas:

Ao divulgar os dados, nesta terça-feira (16), os pesquisadores destacaram que, embora estejam conquistando espaço crescente, as mulheres e os negros em geral continuam sub-representados no alto escalão do serviço público. Segundo eles, os avanços, principalmente entre as mulheres, que, hoje, já ocupam perto de 40% dos cargos de direção, se intensificaram a partir de 2022, mas ainda não refletem a pluralidade da sociedade brasileira.

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A maior diversidade é constatada justamente em ministérios como o da Igualdade Racial e das Mulheres. Além disso, para os pesquisadores, as indicações de pessoas de fora do serviço público têm funcionado como um dos caminhos para mais diversidade, já que mulheres e pessoas negras aparecem com mais frequência entre os ocupantes recrutados externamente. Tipo de contratação que, segundo os pesquisadores, foi majoritária até por volta do ano de 2004, quando passou a cair consistentemente, principalmente devido a leis que passaram a exigir percentuais mínimos de servidores de carreira nas chefias.

Paradoxalmente, a constatação do impacto do recrutamento externo para oxigenar a burocracia estatal e acelerar o processo de promoção das igualdades de raça e gênero no serviço público se choca com o mito de que, para escalar o cume do setor, bastaria ter uma indicação política.

Segundo um dos estudos apresentados nesta terça-feira, As Várias Faces da Burocracia Dirigente: Perfil da Alta Liderança na Administração Federal Brasileira, no período analisado (1999-2025), o alto escalão do setor público federal foi majoritariamente ocupado por servidores públicos concursados. Estes eram 63% do pessoal lotado nos antigos cargos de Direção e Assessoramento Especial (DAS) nível 5 ou de Natureza Especial, como secretarias executivas ou especiais e presidências ou diretorias de entidades autárquicas, entre outros. Destes, 75% já tinham experiência prévia no setor público antes de assumir a função de direção; 86% completaram o ensino superior (embora apenas 10% tivessem pós-graduação) e 16% estavam formalmente filiados a um partido político.

Um segundo estudo, Perda ou Circulação de Lideranças? Trajetórias dos Dirigentes Públicos Brasileiros na RAIS, 2009-2023, demonstra que, quando se observa a duração de episódios em um órgão e cargo específicos, a permanência é mais curta: 57% duram até dois anos e 37% se encerram já no primeiro ano. A trajetória na liderança, porém, vai bem além disso. Entre as pessoas que assumem a direção, 79% seguem em posições dirigentes em outro órgão após dois anos, 55% após quatro e cerca de 20% depois de dez anos. Além disso, 80% dos servidores que deixam um cargo de direção continuam no setor público no ano seguinte. 

Outro fato que chamou a atenção dos pesquisadores é que, no âmbito federal, 44% dos dirigentes que deixam um determinado órgão público retornam a ele em algum momento – fenômeno que os estudiosos apelidaram de “efeito bumerangue”.

“Esses índices demonstram que uma parte considerável do que é entendido como rotatividade corresponde, na verdade, à circulação dessas lideranças dentro do próprio Estado, com ganho de experiência acumulada”, apontam os estudos, sugerindo a existência de uma elite burocrática capaz de acumular memória institucional e profissionalizar a gestão tecnicamente. Até porque, em média, os ocupantes dos antigos cargos DAS-5 tinham, em média, oito anos e quatro meses de experiência prévia em cargos comissionais, e os de nível 6, nove anos e meio, evidenciando que, na maioria das vezes, a subida ao topo é gradual.

Coordenador-geral do projeto de pesquisa e autor do terceiro estudo, Mobilidade Vertical e Trajetória dos Dirigentes na Burocracia do Executivo Federal, o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Felix Lopez destacou a importância dos achados.

“Toda discussão sobre capacidade estatal passa, em algum momento, por sabermos quem governa a máquina pública e qual a lógica de seleção das pessoas que ocupam posições dirigentes”, afirmou Lopez. Para ele, os resultados dos três estudos indicam uma realidade muito mais complexa e, em muitos aspectos, interessantes, do que o senso comum pressupõe.

“No ponto mais alto da burocracia [federal] há um ponto de convergência entre as demandas da autoridade política e o funcionamento cotidiano do Estado”, acrescentou Lopez. “Geralmente, os debates sobre os cargos públicos transitam entre dois extremos. De um lado, a concepção dos cargos como um cimento de coalizão política e trocas partidárias, preenchidas por aliados sem experiência, em detrimento de eficiência e continuidade administrativa. No outro extremo, em especial no Executivo federal, celebra-se o mérito de uma burocracia essencialmente técnica e profissional que formula e implementa políticas independentemente de pressões políticas de plantão. O problema é que nenhuma dessas duas imagens se aproxima de uma realidade que é muito mais complexa.”

As versões finais dos três estudos apresentados hoje vão ser publicadas em breve em uma edição temática do Boletim de Análise Político-Institucional (Bapi) dedicada ao tema Dirigentes Públicos e Liderança Democrática no Brasil, que vai ser disponibilizado no site do Ipea.

De acordo com a responsável pela Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest), do Ipea, Luseni Aquino, as três análises se inserem em um amplo debate sobre lideranças e capacidades estatais no Brasil.

“Pessoas e lideranças são fundamentais na administração pública. Não só pelo seu papel na sustentação da máquina pública e dos processos de políticas públicas, mas também pelo seu potencial como atores de inovação e transformação do Estado. Acho que esta é uma chave cada vez mais relevante ao pensarmos gestão pública”, enfatizou Luseni.

Negros e mulheres avançam, mas topo do serviço público segue desigual

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A presença de mulheres e de pessoas negras em cargos de alto escalão do serviço público brasileiro aumentou ao longo do tempo, mas ainda é pequena. Segundo pesquisadores, entre 1999 e 2025, os homens ocuparam 75% dos cargos de direção no setor e as pessoas brancas, 78%. No período, pretos e pardos eram, respectivamente, cerca de 3% e 14%.

As informações fazem parte de três estudos que integram a pesquisa Lideranças Públicas no Brasil: Mobilidade, Trajetórias e Perfil dos Cargos de Direção, Chefia e Assessoramento, conduzida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a entidade civil Movimento Pessoas à Frente e com a Fundação Lemann.

Notícias relacionadas:

Ao divulgar os dados, nesta terça-feira (16), os pesquisadores destacaram que, embora estejam conquistando espaço crescente, as mulheres e os negros em geral continuam sub-representados no alto escalão do serviço público. Segundo eles, os avanços, principalmente entre as mulheres, que, hoje, já ocupam perto de 40% dos cargos de direção, se intensificaram a partir de 2022, mas ainda não refletem a pluralidade da sociedade brasileira.

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A maior diversidade é constatada justamente em ministérios como o da Igualdade Racial e das Mulheres. Além disso, para os pesquisadores, as indicações de pessoas de fora do serviço público têm funcionado como um dos caminhos para mais diversidade, já que mulheres e pessoas negras aparecem com mais frequência entre os ocupantes recrutados externamente. Tipo de contratação que, segundo os pesquisadores, foi majoritária até por volta do ano de 2004, quando passou a cair consistentemente, principalmente devido a leis que passaram a exigir percentuais mínimos de servidores de carreira nas chefias.

Paradoxalmente, a constatação do impacto do recrutamento externo para oxigenar a burocracia estatal e acelerar o processo de promoção das igualdades de raça e gênero no serviço público se choca com o mito de que, para escalar o cume do setor, bastaria ter uma indicação política.

Segundo um dos estudos apresentados nesta terça-feira, As Várias Faces da Burocracia Dirigente: Perfil da Alta Liderança na Administração Federal Brasileira, no período analisado (1999-2025), o alto escalão do setor público federal foi majoritariamente ocupado por servidores públicos concursados. Estes eram 63% do pessoal lotado nos antigos cargos de Direção e Assessoramento Especial (DAS) nível 5 ou de Natureza Especial, como secretarias executivas ou especiais e presidências ou diretorias de entidades autárquicas, entre outros. Destes, 75% já tinham experiência prévia no setor público antes de assumir a função de direção; 86% completaram o ensino superior (embora apenas 10% tivessem pós-graduação) e 16% estavam formalmente filiados a um partido político.

Um segundo estudo, Perda ou Circulação de Lideranças? Trajetórias dos Dirigentes Públicos Brasileiros na RAIS, 2009-2023, demonstra que, quando se observa a duração de episódios em um órgão e cargo específicos, a permanência é mais curta: 57% duram até dois anos e 37% se encerram já no primeiro ano. A trajetória na liderança, porém, vai bem além disso. Entre as pessoas que assumem a direção, 79% seguem em posições dirigentes em outro órgão após dois anos, 55% após quatro e cerca de 20% depois de dez anos. Além disso, 80% dos servidores que deixam um cargo de direção continuam no setor público no ano seguinte. 

Outro fato que chamou a atenção dos pesquisadores é que, no âmbito federal, 44% dos dirigentes que deixam um determinado órgão público retornam a ele em algum momento – fenômeno que os estudiosos apelidaram de “efeito bumerangue”.

“Esses índices demonstram que uma parte considerável do que é entendido como rotatividade corresponde, na verdade, à circulação dessas lideranças dentro do próprio Estado, com ganho de experiência acumulada”, apontam os estudos, sugerindo a existência de uma elite burocrática capaz de acumular memória institucional e profissionalizar a gestão tecnicamente. Até porque, em média, os ocupantes dos antigos cargos DAS-5 tinham, em média, oito anos e quatro meses de experiência prévia em cargos comissionais, e os de nível 6, nove anos e meio, evidenciando que, na maioria das vezes, a subida ao topo é gradual.

Coordenador-geral do projeto de pesquisa e autor do terceiro estudo, Mobilidade Vertical e Trajetória dos Dirigentes na Burocracia do Executivo Federal, o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Felix Lopez destacou a importância dos achados.

“Toda discussão sobre capacidade estatal passa, em algum momento, por sabermos quem governa a máquina pública e qual a lógica de seleção das pessoas que ocupam posições dirigentes”, afirmou Lopez. Para ele, os resultados dos três estudos indicam uma realidade muito mais complexa e, em muitos aspectos, interessantes, do que o senso comum pressupõe.

“No ponto mais alto da burocracia [federal] há um ponto de convergência entre as demandas da autoridade política e o funcionamento cotidiano do Estado”, acrescentou Lopez. “Geralmente, os debates sobre os cargos públicos transitam entre dois extremos. De um lado, a concepção dos cargos como um cimento de coalizão política e trocas partidárias, preenchidas por aliados sem experiência, em detrimento de eficiência e continuidade administrativa. No outro extremo, em especial no Executivo federal, celebra-se o mérito de uma burocracia essencialmente técnica e profissional que formula e implementa políticas independentemente de pressões políticas de plantão. O problema é que nenhuma dessas duas imagens se aproxima de uma realidade que é muito mais complexa.”

As versões finais dos três estudos apresentados hoje vão ser publicadas em breve em uma edição temática do Boletim de Análise Político-Institucional (Bapi) dedicada ao tema Dirigentes Públicos e Liderança Democrática no Brasil, que vai ser disponibilizado no site do Ipea.

De acordo com a responsável pela Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia (Diest), do Ipea, Luseni Aquino, as três análises se inserem em um amplo debate sobre lideranças e capacidades estatais no Brasil.

“Pessoas e lideranças são fundamentais na administração pública. Não só pelo seu papel na sustentação da máquina pública e dos processos de políticas públicas, mas também pelo seu potencial como atores de inovação e transformação do Estado. Acho que esta é uma chave cada vez mais relevante ao pensarmos gestão pública”, enfatizou Luseni.

Estados Unidos asegura haber entregado más de 300 criminales a México durante el mandato de Trump

16 June 2026 at 20:01

Ronald Johnson, embajador de Estados Unidos en México, ha asegurado este lunes que durante la Administración de Donald Trump se ha entregado a las autoridades de su vecino al sur de la frontera a 313 personas buscadas por la justicia mexicana para que “enfrenten las consecuencias de sus actos”. A través de una publicación en su cuenta en la red social X, el diplomático ha dado a conocer la captura y entrega de un ciudadano mexicano buscado en el país por prostitución de un menor y agresión sexual, como “un ejemplo más de la sólida cooperación” entre ambos países. Este mensaje llega en un momento de tensión en las relaciones entre las dos naciones a raíz de la presión de Washington hacia el Ejecutivo de Claudia Sheinbaum en materia de seguridad y la lucha contra las drogas y tras las solicitudes de extradición de políticos de Morena acusados por EE UU de vínculos con el narcotráfico. Por su parte, desde Palacio Nacional han reclamado a la Casa Blanca por la falta de reciprocidad en pedidos similares que han sido denegados por el país vecino.

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© SSPC (Cuartoscuro)

Traslado de presos a Estados Unidos, en Toluca, el 20 de enero.

Reunião de Montenegro e Ventura termina sem acordo

“Até ao momento não foi possível chegar a um entendimento”, revelou André Ventura aos jornalistas no Parlamento, após a segunda reunião com o primeiro-ministro no espaço de uma semana para tentar, nomeadamente, chegar a acordo sobre as novas regras para o mercado de trabalho. “Mantivemos a linha daquilo que tínhamos dito até agora e das exigências fundamentais para esta alteração”, acrescentou o líder do Chega, esclarecendo que “na questão das reformas, continua a haver uma divergência substantiva entre as posições dos partidos”.

Ainda assim, Ventura garante que o diálogo com o Governo não vai ficar por aqui. “Durante as próximas horas — e estou confiante também de que ao longo da próxima quarta-feira — continuaremos a estabelecer um contacto preciso, técnico, em relação às questões que aqui se levantaram, mas também um diálogo político, para ver se se chega ou não a algum entendimento nestas matérias”. O líder do Chega diz que estão ainda “a trabalhar para que se possa, pelo menos, chegar a algum resultado apresentável aos portugueses”.

André Ventura tem insistido na redução da idade de reforma para os 65 anos ou até o trabalhador completar 40 anos de descontos. Uma medida que foi classificada como “incomportável” pela ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, que aponta um custo anual potencial de pelo menos 2,6 mil milhões de euros. O líder do Chega reconhece que é “uma questão complexa”, com implicações orçamentais, mas fazendo desta medida uma condição para aprovar o pacote laboral.

Atualmente, a idade da reforma é de 66 anos e nove meses, mas a fórmula de cálculo, indexada ao aumento da esperança média de vida, vai trazer um acréscimo de dois meses no próximo ano.

O Chega quer ainda, entre outras medidas, a reposição dos três dias de férias retirados durante o período da Troika e “equiparar essa reposição de férias também na administração pública para garantir que não há regimes desfasados”. Este e outros temas, reconhece, “continuam a criar alguma divergência, bem como a concretização normativa de alguns aspectos, por exemplo, da licença que atribuímos aos avós para cuidar dos netos”.

Se não houver alterações entretanto, o pacote laboral será debatido esta quinta-feira em plenário, devendo ser votado na generalidade no dia seguinte.

Além destas matérias, Ventura insistiu nas subvenções políticas. “Nós não podemos estar a fazer revisões ou reformas à legislação laboral e deixar em vigor ou em implantação uma das maiores vergonhas nacionais a que temos assistido”, referiu. “E o nosso objetivo é acabar com todas as subvenções vitalícias políticas em Portugal e poder revisitar, inclusivamente, as que foram injusta e ilegalmente pagas — milhares de euros todos os meses — por mero privilégio político”. Também aqui “não foi possível chegar a um entendimento”, mas “há um entendimento de princípio” sobre o caminho a seguir. “Há abertura da parte do PSD para um regime que ponha fim às subvenções que ainda subsistem, de forma direta ou indireta, em Portugal”, mas Ventura quer “ir mais longe, por saber que muitas destas subvenções vitalícias foram pagas de forma injusta, milionária e arbitrária”, defendeu.

Artigo atualizado às 19h43

El Gobierno reforma la Ley de RTVE y le perdona el 'agujero' de 940 millones por el IVA

16 June 2026 at 18:37
Aprueba una modificación retroactiva de la ley para enterrar los problemas judiciales entre el ente público y Hacienda y evitar un rescate Leer

Aprueba una modificación retroactiva de la ley para enterrar los problemas judiciales entre el ente público y Hacienda y evitar un rescate

Conta de luz subirá mais de 16% para 3,2 milhões de imóveis no RS

16 June 2026 at 17:46

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (16) o reajuste tarifário anual de 2026 da RGE Sul Distribuidora de Energia, empresa do grupo CPFL Energia que atende cerca de 3,19 milhões de unidades consumidoras no Rio Grande do Sul. As novas tarifas entram em vigor em 19 de junho e resultarão em um aumento médio de 16,06% para os consumidores da concessionária.

Segundo a decisão relatada pela diretora Agnes da Costa, o reajuste médio será de 19,02% para os consumidores atendidos em alta tensão, como indústrias e grandes empresas, e de 14,93% para os consumidores de baixa tensão. Para os clientes residenciais, enquadrados no subgrupo B1, o aumento médio será de 14,97%.

A Aneel destacou que parte relevante do reajuste está relacionada à recomposição tarifária iniciada após a calamidade pública que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024. Naquele ano, a agência decidiu manter as tarifas sem aumento, reconhecendo um ativo regulatório de R$ 1,233 bilhão em favor da distribuidora.

A medida evitou um impacto tarifário imediato para os consumidores após as enchentes, mas determinou que os valores fossem recuperados ao longo dos processos tarifários subsequentes. Em 2025, já haviam sido recompostos cerca de R$ 370 milhões desse montante.

De acordo com a Aneel, o reajuste deste ano é resultado de três componentes principais. O reposicionamento dos custos de Parcela A e Parcela B respondeu por 3,03 pontos percentuais do índice final. A inclusão dos componentes financeiros acumulados no período adicionou 8,15 pontos percentuais ao reajuste, enquanto a retirada dos componentes financeiros considerados no processo anterior respondeu por outros 4,89 pontos percentuais.

Entre os custos que mais pressionaram as tarifas estão os encargos setoriais e os custos de transmissão. A CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), principal encargo do setor elétrico, teve impacto de 2,82 pontos percentuais no resultado final. Já os custos de transmissão contribuíram com 1,97 ponto percentual, refletindo principalmente o aumento das receitas anuais permitidas e das tarifas de uso da rede básica de transmissão aprovadas para o ciclo 2025-2026.

A agência também apontou que os componentes financeiros tiveram forte influência no reajuste. Entre eles, destacam-se os valores da Conta de Compensação de Variação de Valores de Itens da Parcela A (CVA), que somaram impacto de 6,87 pontos percentuais, e a recomposição do diferimento tarifário de 2024, responsável por mais 3,63 pontos percentuais. Essa parcela corresponde a aproximadamente um quarto do valor efetivamente diferido durante o período das enchentes, totalizando R$ 424,2 milhões neste processo tarifário.

Por outro lado, alguns fatores ajudaram a reduzir o reajuste. A reversão de créditos de PIS/Cofins retirou 2,41 pontos percentuais do índice, enquanto a reversão dos valores relacionados à Conta Escassez Hídrica reduziu o efeito tarifário em 1,07 ponto percentual.

A decisão da Aneel mostra ainda que os custos classificados como Parcela A (que incluem energia comprada, transmissão, encargos setoriais e receitas irrecuperáveis) representam cerca de 66% dos custos totais da distribuidora. Já a Parcela B, ligada à remuneração da atividade de distribuição, responde por 34% da receita requerida da concessionária.

A RGE, sediada em São Leopoldo, atende consumidores em grande parte do território gaúcho e registra faturamento anual da ordem de R$ 11,68 bilhões.

Verdade ou mito: Comer maçã deixa-nos com mais fome?

A maçã é conhecida por promover a saciedade graças ao seu teor de fibras e água. Ainda assim, algumas pessoas sentem mais fome depois de a comer. Especialistas explicam que o efeito depende da variedade escolhida, dos seus compostos naturais e da forma como a fruta é consumida.

Catalunya permitirá subir hasta los 30 euros la tasa que pagan los cruceristas que hacen escala en Barcelona

16 June 2026 at 16:02

Catalunya permitirá subir hasta los 30 euros la tasa que pagan los cruceristas que hacen escala en Barcelona

PSC, ERC y Comuns acuerdan una enmienda a la ley de acompañamiento de los Presupuestos para que el Ayuntamiento de Barcelona pueda triplicar el recargo a los cruceros

El Puerto de Barcelona acepta reducir de siete a cinco terminales de cruceros

Barcelona va camino de triplicar la tasa que pagan los cruceristas que hacen escala en la ciudad, es decir, los que pasan menos de 12 horas de visita en la capital catalana. PSC, ERC y Comuns, que tienen mayoría en el Parlament de Catalunya, han llegado a un acuerdo para incrementar de 8 a 24 euros el límite del recargo municipal máximo que pueden imponer los ayuntamientos a los cruceristas. 

Si al recargo de 24 euros se le suman los seis euros del Impuesto sobre las Estancias en Establecimientos Turísticos (IEET) que recauda la Generalitat, la conocida como tasa turística, lo que pagaría cada crucerista podría ascender a 30 euros. 

La demanda de subir esta tasa nace del Ayuntamiento de Barcelona, donde ya existe la entente entre las tres fuerzas de izquierdas para aprobarlo de cara a 2027 (aunque habrá que negociar cómo). A pesar de la voluntad de eliminar terminales de cruceros en el futuro, la cifra de estos visitantes no para de crecer y en 2025 alcanzó un nuevo récord: 3,99 millones de pasajeros que atracaron en la ciudad. 

El alcalde Jaume Collboni anunció en mayo en una entrevista en el diario Ara que tenía intención de triplicar la tasa a los cruceristas que hacen escala en la ciudad, un perfil de turistas que defiende que hay que reducir para evitar la masificación. 

Unas semanas después, los Comuns anunciaron este lunes que iban a registrar una enmienda a la Ley de Acompañamiento de los Presupuestos de 2026 –acordados por el Govern de Illa con ellos y ERC– para incluir el aumento de este umbral impositivo. Finalmente, la enmienda se ha acordado con ERC y con el PSC, que también tienen intención de avalar este miércoles en la comisión de Economía del Ayuntamiento la subida hasta los 24 euros. 

Los Comuns piden a Collboni que se aplique “cuanto antes mejor” el incremento del recargo, en palabras de su portavoz en el Parlament, David Cid, pero antes habrá que negociar si se aplica de golpe o de forma progresiva, como se decidió con el aumento de la tasa turística en la ciudad. Sea como sea, no será posible antes de 2027, puesto que la medida se debe incluir en unas nuevas ordenanzas fiscales. 

Desde ERC, este lunes anunciaron también su intención de aumentar el recargo y añadieron que con su recaudación, que añadiría 20 millones a las arcas municipales, podrían bonificar en un 50% los comedores escolares de todos los barceloneses. 

El Gobierno municipal ha enmarcado el aumento de la fiscalidad dentro de la otra gran medida con la que buscan reducir los cruceristas, que es la eliminación de siete a cinco las terminales previstas en la ciudad en 2030. “Esta iniciativa la siguen otras ciudades portuarias como Venecia o Dubrovnik, que es la necesidad de tener más control sobre la actividad de cruceros dentro de la ciudad”, ha manifestado Jordi Valls, teniente de alcaldía de Barcelona, en una comparecencia en el Parlament.

Copa do Mundo: quanto custam os produtos na loja oficial da Fifa?

16 June 2026 at 16:01

Quem procura pela loja oficial da Fifa em Nova York em busca de uma diversa gama de produtos relacionados à Copa do Mundo provavelmente se decepciona com o que vê.

O estabelecimento, localizado no Rockefeller Center, coração de Manhattan, reúne poucos itens e o preço, para quem converte do dólar para o real, pode afastar o fã brasileiro de futebol.

A reportagem da CNN Brasil esteve na loja e se surpreendeu com a pouca diversidade de produtos do Mundial. Nas prateleiras, os escassos souveniers dividem atenção com camisas oficiais das seleções.

Um chaveiro de um dos três mascotes da Copa custa US$ 15 (cerca de R$ 76). Já uma garrafa térmica com o design oficial do torneio sai pelo valor de US$ 25 (R$ 127).

Moletons da Copa do Mundo custam US$ 78, quase R$ 400. Uma camiseta oficial da sede de Nova York/Nova Jersey está US$ 40 (R$ 203), mesmo preço dos bonés.

A loja da Fifa em Manhattan fica no Rockefeller Center, onde também há um Museu da Fifa montado especialmente para a competição — a entrada é gratuita — e um ponto de troca de figurinhas do álbum oficial.

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Produtos à venda na loja oficial da Fifa em Nova York

  • Chaveiro dos mascotes – US$ 15 (R$ 76)
  • Garrafa térmica – US$ 25 (R$ 127)
  • Camiseta oficial – US$ 40 (R$ 203)
  • Boné – US$ 40 (R$ 203)
  • Moletom – US$ 78 (R$ 397)
  • Bola oficial do Mundial – US$ 170 (R$ 866)

Copa 2026: veja exposições sobre futebol em Miami, NY e Vancouver

Submarinistas de la Guardia Civil buscan al menor desaparecido en la bahía de Roses

16 June 2026 at 15:43

Media docena de submarinistas del Grupo Especial de Actividades Subacuáticas (GEAS) de la Guardia Civil con base en l’Estartit (Girona) y Barcelona están efectuando inmersiones desde este lunes en varios puntos de la bahía de Roses (Alt Empordà) para intentar encontrar algún indicio que permita localizar a Adam H.B., el menor de 16 años desaparecido el miércoles pasado cuando conducía una moto de agua. Salvamento Marítimo y el resto de equipos de emergencias pasaron a hacer búsqueda pasiva el fin de semana ante la imposibilidad de encontrarlo con vida, en el caso de que estuviera en el agua. Los buzos concentran sus esfuerzos en diversas zonas donde testigos sitúan a los menores, sin embargo, el hecho de que ni desde la empresa ni la decena de menores que iban en las motos estén dando información veraz a los investigadores de Policía Judicial de la Comandancia de la Guardia Civil de Girona que investigan las “extrañas” circunstancias de la desaparición dificulta la resolución del caso.

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© SALVAMENTO MARÍTIMO (SALVAMENTO MARÍTIMO)

Una embarcación de Salvamento Marítimo, en una foto de archivo.

BE exige reactivação do programa Estudante Insular

16 June 2026 at 14:45
O Bloco de Esquerda Madeira exigiu a reativação imediata do programa “Estudante Insular”, considerando que a sua suspensão representa um prejuízo para os estudantes madeirenses e porto-santenses deslocados no ensino superior, defendendo que as dificuldades associadas à insularidade não podem transformar o acesso à educação num privilégio reservado apenas a quem tem capacidade financeira para […]

Susana Uribarri, la manager de los famosos, recibe el alta tras su preocupante ingreso hospitalario

16 June 2026 at 14:39
Susana Uribarri ya se encuentra en su domicilio recuperándose tras haber permanecido ingresada de urgencia la pasada semana en un hospital de Madrid. La conocida representante de famosos y colaboradora televisiva ha recibido el alta médica tras lograr superar una fuerte neumonía que encendió todas las alarmas en su entorno más cercano.

Orquestra Clássica da Madeira realiza concerto no Reid´s Palace

16 June 2026 at 14:13
Hoje, 16 de junho, pelas 21h30, a Orquestra Clássica da Madeira apresenta um concerto especial com o Quinteto de Metais Madbrass5, no Reid´s Palace A Belmond Hotel. Para este concerto os músicos dedicados da secção dos metais da Orquestra Clássica da Madeira, Mário Pinto e Rui Vidal na trompete, Péter Víg na Trompa, Luís Rodrigues […]

Quinta Grande Acolhe Projeto de Arte Urbana

16 June 2026 at 12:42
Depois do arranque na freguesia do Jardim da Serra, o projeto de arte urbana “Curva Contra Curva” prepara-se para chegar à freguesia da Quinta Grande, dando continuidade a uma iniciativa de descentralização cultural promovida pela Câmara Municipal de Câmara de Lobos. Desenvolvido por Tiago Marques Rodrigues, artista e designer responsável pelo projeto, que surge na […]
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