“Já dissemos o que tínhamos a dizer. Desejo é boa época balnear”, afirmou José Pimenta Machado. APA já tinha esclarecido que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia.
“Já dissemos o que tínhamos a dizer. Desejo é boa época balnear”, afirmou José Pimenta Machado. APA já tinha esclarecido que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia.
José Pimenta Machado vincou que o organismo já disse o que tinha a dizer sobre a polémica. A APA referiu no início do mês que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol diante das concessões de praia.
A afirmação é da Câmara Municipal de Loulé, que em nota distribuída à imprensa diz que vai abrir exceções e permitir a realização de obras de edificação e demolição nas zonas urbano-turísticas, no período de 1 de julho e 31 de agosto, desde que devidamente fundamentadas.
A autarquia louletana, considera que “não obstante a suspensão dos trabalhos neste período,” autorizará que, quem apresentar a devida fundamentação, possa continuar com as empreitadas. Deste modo, “os promotores que pretendam prosseguir com as obras durante o verão deverão solicitar formalmente a sua continuidade.”
Esclarece ainda a Câmara de Loulé, que “as fundamentações deverão ser apresentadas até ao próximo dia 15 de junho“, nos serviços do Departamento de Urbanismo e Administração do Território, acompanhadas de elementos que permitam identificar qual o grau e natureza dos trabalhos que se pretende executar durante o período em questão.
Contudo, a edilidade sublinha que “quaisquer trabalhos que impliquem a diminuição da qualidade de vida dos cidadãos, incómodo, congestão de tráfego, ou mesmo violação do direito ao repouso e ao descanso, não poderão ter a virtualidade de ser autorizados”.
Salienta entidade que com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Loulé “quer, por um lado, apoiar os promotores, minimizando os prejuízos que possam vir a ter com a suspensão imposta pela Lei, garantindo, no entanto, o direito ao descanso de residentes e turistas.”
Mais, para que a avaliação seja efetuada, “os pedidos de continuidade devem incluir o levantamento fotográfico atualizado do estado da obra, o plano detalhado dos trabalhos previstos, horários estipulados para a laboração e medidas concretas para reduzir o impacte ambiental e sonoro.”
José Pimenta Machado vincou que o organismo já disse o que tinha a dizer sobre a polémica. A APA referiu no início do mês que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol diante das concessões de praia.
A reposição de areia entre Quarteira e Garrão devolveu segurança balnear ao litoral de Loulé, mas os especialistas alertam que a solução é temporária. A reposição de areia entre Quarteira e Garrão garantiu a segurança balnear a tempo do verão numa das zonas mais procuradas da costa algarvia, embora os efeitos alcançados para travar a […]
José Pimenta Machado, presidente da APA, alerta para as consequência das alterações climáticas na costa portuguesa. Ainda neste jornal, Fernando Pimenta conquista bronze nos Europeus canoagem.
A aldeia de Marmelete acolhe no próximo dia 21 de junho, pelas 16:00 horas, o lançamento da 2.ª edição da revista Fábrica de Memórias.
O lançamento, segundo nos informa a Associação Vicentina, acontece no dia que assinala o solstício de verão, dando continuidade ao ciclo iniciado com a primeira edição no solstício de inverno.
Nesta segunda edição, reúnem-se novamente conteúdos que valorizam o património material e imaterial do concelho, abordando temas como as práticas agrícolas, a arquitetura, as festividades e os modos de vida locais. Ao longo desta edição, destaca-se a água enquanto elemento estruturante do território e recurso distintivo de Monchique no contexto regional. O património cultural imaterial assume também particular valor, através de um conjunto de oralidades recolhidas e registadas em Alferce e Marmelete, dando relevância à riqueza da tradição oral do concelho.
A sessão terá lugar às 16:00 horas, no Largo da Igreja de Marmelete, reunindo comunidade local, participantes e colaboradores do projeto para dar a conhecer os conteúdos desta nova edição. Após a apresentação da publicação, pelas 16h30, terá início o percurso cultural e “O Caminho das Fontes”, uma iniciativa concebida para assinalar o lançamento da revista e promover a ligação das diferentes gerações ao património cultural local.
Com partida no Largo da Igreja, o percurso conduzirá o público por algumas das fontes da aldeia, palco de momentos dedicados à partilha de cantigas, tradições orais, histórias e crenças associadas às festividades de verão. A entrada é livre.
A revistaFábrica de Memórias é uma das ações do projeto Cluster Criativo – Monchique Fábrica de Memórias, um projeto que resulta da parceria entre a Associação Vicentina e o Município de Monchique, financiado pelo Programa Regional Algarve 2030 através da operação Inclusão pela Cultura. Com duas edições anuais, publicadas em junho e dezembro, a publicação assume-se como um instrumento de valorização do património cultural material e imaterial e de promoção do envolvimento da comunidade em ações de valorização e preservação do mesmo.
José Pimenta Machado, presidente da APA, alerta para as consequência das alterações climáticas na costa portuguesa. Ainda neste jornal, Fernando Pimenta conquista bronze nos Europeus canoagem.
A época balnear está oficialmente aberta em todo o país, segundo a Agência Portuguesa do Ambiente. Ainda neste jornal, damos destaque ao possível acordo entre Irão e Estados Unidos.
A época balnear está oficialmente aberta em todo o país, segundo a Agência Portuguesa do Ambiente. Ainda neste jornal, damos destaque ao possível acordo entre Irão e Estados Unidos.
Ramala, 13 jun (Prensa Latina) Gaza enfrenta hoy una inminente catástrofe humanitaria, sanitaria y ambiental por el deterioro acelerado de los servicios de agua y saneamiento debido al continuo bloqueo israelí, denunciaron hoy fuentes oficiales.
España ha duplicado su producción ecológica en la última década y el año pasado alcanzó los 3.250 millones de euros, el doble que diez años atrás, entre la agricultura y la ganadería. Este crecimiento sostenido de los productos con el sello de la hoja verde ha hecho que la superficie también se haya disparado desde los dos millones de hectáreas que ocupaba hace 10 años hasta tres millones de hoy, un 12% del total, incluyendo tierras labradas y pastos permanentes.
Maria Vassilakou, de 57 años, llegó a mediados de los ochenta a Viena procedente de su Atenas natal para estudiar traducción del alemán, inglés y francés. Hoy se dedica a traducir y divulgar “el lenguaje del urbanismo” de la capital austriaca después de ejercer de vicealcaldesa entre 2010 y 2019 en uno de los principales referentes urbanos del mundo por su vivienda accesible y su calidad de vida en general. “Me quedé impactada con el coraje y la valentía para hacer las cosas en Viena”, explica sobre las políticas centenarias de proporcionar a sus vecinos un buen hogar en alquiler a un precio justo. El 75% de sus dos millones de habitantes viven como inquilinos.
O El Niño já começou e a previsão é de que se intensifique no fim do ano, informou ontem a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA). Na semana passada, a diretora da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Celeste Saulo, disse que o mundo precisa se preparar para um El Niño que pode "exacerbar a seca e as chuvas intensas e aumentar o risco de ondas de calor tanto em terra quanto no oceano".
O El Niño é um fenômeno climático natural que aquece as temperaturas da superfície no Pacífico equatorial central e oriental, provocando mudanças globais nos ventos, na pressão atmosférica e nos padrões de precipitação. Ele geralmente ocorre a cada 2 a 7 anos e dura de 9 a 12 meses. As condições oscilam entre o El Niño e seu oposto, La Niña, com períodos neutros.
A OMM afirma que mesmo um El Niño moderado torna alguns eventos climáticos extremos mais prováveis. O último El Niño contribuiu para que 2023 fosse o segundo ano mais quente já registrado e 2024 o ano com a temperatura mais alta de todos os tempos, em torno de 1,55°C, acima da média pré-industrial de 1850-1900.
A Organização Meteorológica Mundial afirmou que não há evidências de que as mudanças climáticas aumentem a frequência ou a intensidade dos eventos de El Niño. No entanto, a agência acredita que elas podem amplificar os efeitos associados, porque um oceano e uma atmosfera mais quentes aumentam a disponibilidade de energia e umidade para eventos climáticos extremos, como ondas de calor e chuvas intensas. A única resposta eficaz é uma ação climática à altura da crise: acabar com a dependência de combustíveis fósseis, acelerar a transição para energias renováveis e proteger os mais vulneráveis.
PREVISÃO
Embora o El Niño normalmente atinja seu pico entre novembro e fevereiro, o consequente aumento de temperatura geralmente ocorre mais tarde, considerando o início e a intensidade do El Niño. A OMM afirmou que, de junho a agosto, prevê "uma predominância quase universal de temperaturas acima do normal em praticamente todo o globo". Isso aumenta o risco de agravamento dos riscos em algumas regiões e acelera o início de condições de seca onde as chuvas são reduzidas.
A OMM espera que o alerta antecipado oriente o preparo, especialmente em setores sensíveis ao clima, como agricultura, gestão de recursos hídricos, energia e saúde. Centros climáticos regionais preveem chuvas "abaixo do normal" durante a estação chuvosa de junho a setembro no norte do Chifre da África; chuvas de monção abaixo da média no sul da Ásia; e verões mais secos e quentes na América Central. Durante o verão no Hemisfério Norte, as águas quentes associadas ao El Niño podem alimentar furacões no Pacífico central e oriental, enquanto dificultam seu desenvolvimento no Oceano Atlântico.