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Goiás entra em alerta para tempestades com risco de granizo, diz Inmet

Moradores do sudoeste de Goiás devem ficar atentos às mudanças no tempo ao longo desta quinta-feira (11). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou parte da região sob alerta de perigo potencial para tempestades, com previsão de chuva intensa, rajadas de vento e possibilidade de queda de granizo.

Segundo o aviso meteorológico, os acumulados podem chegar a 50 milímetros em 24 horas, enquanto os ventos devem variar entre 40 km/h e 60 km/h. Apesar das condições adversas, o instituto avalia que a chance de ocorrências mais graves, como alagamentos, interrupções no fornecimento de energia ou queda de árvores, permanece baixa.

Entre os municípios que podem registrar os efeitos da instabilidade estão Rio Verde, Jataí, Quirinópolis e Chapadão do Céu, além de outras cidades localizadas na porção sudoeste do estado.

Mudança no tempo é provocada por sistemas atmosféricos

A formação das áreas de chuva está associada à atuação conjunta de diferentes sistemas meteorológicos sobre o Centro-Oeste. De acordo com a meteorologista Elizabete Alves Ferreira, do Inmet, a aproximação de uma frente fria pelo Sul do país, somada ao transporte de umidade vindo da Região Norte, criou condições favoráveis para a formação de nuvens carregadas em Goiás.

Esse cenário também aumenta a possibilidade de ocorrência de granizo em pontos isolados. Conforme explica a especialista, o contraste entre o ar mais quente próximo ao solo e as temperaturas mais baixas em níveis mais elevados da atmosfera favorece a formação das pedras de gelo dentro das nuvens de tempestade.

O Inmet destaca que o fenômeno não deve ocorrer de forma generalizada. Caso haja registros de granizo, eles tendem a ser localizados, atingindo apenas algumas áreas dentro da região abrangida pelo alerta meteorológico.

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De la Espriella tendría “conflicto de lealtades”, alertan en Colombia

11 June 2026 at 17:30

Bogotá, 11 jun (Prensa Latina) Exmagistrados de distintas ramas judiciales de Colombia alertan hoy sobre cómo la nacionalidad estadounidense del candidato ultraderechista Abelardo de la Espriella podría acarrear un conflicto de intereses durante su desempeño si llegara a conquistar la Presidencia.

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“Durante 25 anos ninguém se apercebeu, consegui manter uma fachada, uma vida dupla”: Jorge perdeu muito para o jogo, mas conseguiu parar

11 June 2026 at 13:30

O vício do jogo é considerado uma doença pela Organização Mundial de Saúde. Mas então porque é que é normal ver publicidade a apostas nas ruas, na internet e com figuras públicas? “Vendi o carro da minha mulher sem ela saber e disse-lhe que tinha tido um acidente”, confessa Jorge Antunes, um ex-jogador. Neste episódio de Consulta Aberta, falamos sobre esta dependência com quem já passou por isso

A eternidade não tem tempo e a eternidade infantil ainda menos

11 June 2026 at 08:09

Sem o esperar dei comigo a ser premiado por um texto que escrevi para afirmar que a eternidade infantil é uma outra forma de dizer liberdade.

Um “jovem velho”, como procuro ser, escreve para fazer de todos os que o leem uma espécie de gatos ouvintes à espera que uma das palavras, arrumadas como filas de peças de dominó, se desequilibre para que possam, como felinos distraidamente atentos, saltar sobre elas e descobrir a porta da parede intransponível que é o refrigério do deserto em que as nossas almas, se perderem a eternidade infantil, se podem tornar.

Gatos leitores, gatos ouvintes, a maioria a deixar-se colorir com um eventual pitoresco que se lê e ouve, de olhos fechados, entre sorrisos que afirmam coincidências e confidências.

Escrevo, atrevo-me a generalizar: escrevemos para homenagear as crianças que fomos e que não queriam saber da vida mais do que o prazer de cada instante, para vencer qualquer outono e a saber que fruir o tempo é cada vez mais o espaço de viver a eternidade infantil.

Deixem que vos fale dos Três Castelos. Escrevi-os na esperança de encontrar as peças do puzzle da eternidade infantil as quais não sabia onde se escondiam, e a desejar poder reconstruir, numa qualquer esquina, o caudal inesgotável da alegria de quem, mesmo sem nunca lhe saber o lugar, deseja a utopia, sempre a brincar com o tempo e não lutar contra ele.

Brincar e ler ou o contrário. Isso também pertence à eternidade infantil: a criança contra a máquina; as mãos contra os interruptores; a música da vida; a arte de construir novas durações nas quais, nos limites da melodia, se desprezam os segundos; descobrir que o passado pode estar aqui, sem ser lembrado, e o futuro ali, sem ser previsto, no momento oportuno, no acontecimento inesperado, no encontro determinado pelo acaso.

E depois… ser criança. Apenas ser criança: aceitar o novo e desejar tudo; aprender a existir, a ser amado, a pertencer a todos os lugares; acreditar que há futuro; ser aventura, desafio; perdoar antes ainda de acabar a briga; gostar de quem fala com os olhos, sem gritar; ser artista, conquistado e conquistador; ser feliz com pouco; ser inventor, poeta e escritor antes das palavras; ser impaciente e apressado sem ligar ao tempo; ser giganteira e miniatura conforme apetece e conseguir ser do tamanho de um brinquedo; adorar olhar as nuvens de barriga para o ar e inventar o faz-de-conta; gostar de fantasias e acreditar nelas; não ter medo dos amigos imaginários; gostar do aconchego de um colo; desafinar na melhor das afinações; colar o nariz nas janelas e desenhar nuvens para o céu azul; pedir e oferecer com os olhos; saber como embrulhar os desapontamentos e abrir as caixinhas das surpresas; nada saber e poder tudo; gostar do perfume quente da mão dos avós e amar o perfume fresco das mãos dos netos.

Sem o esperar dei comigo a ser premiado pelo Pingo Doce, por um texto que escrevi para afirmar que a eternidade infantil é uma outra forma de dizer liberdade.

Bem haja a quem me leu, a quem nos lê para preservar, pela literatura, a eternidade infantil.

Chapéus há muitos

11 June 2026 at 00:11
A APA e a Ministra do Ambiente vêm como defensores dos banhistas, dos chapéus-de-sol e da inveja contra os concessionários - os mesmos que asseguram apoios de praia, vigilância e nadadores-salvadores.

A D. Maria não é um internamento social 

11 June 2026 at 00:02
O problema está num sistema que chama “social” ao tempo de espera entre a doença e os cuidados necessários. Que chama "social" ao que é clínico.

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