Shakira deslumbra en la ceremonia de inauguración, con Sheinbaum como gran ausente


Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.
Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.
As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.
Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.
Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.
Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.
Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.
Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.
Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.
Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.
Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.
Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.
Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.
Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.
Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.
As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.
Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.
Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.
Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.
Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.
Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.
Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.
Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.
Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.
Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.
Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

© Luis Antonio Rojas for The New York Times
Sarà il Mondiale dell’Argentina campione in carica, e di Spagna e Francia, Inghilterra e Brasile, le principali pretendenti al titolo. Ma anche di Uzbekistan e Curacao, Giordania e Capo Verde, le debuttanti iridate. Dei carneadi catapultati sotto i riflettori internazionali al fianco di Messi e Ronaldo, i grandi vecchi arrivati al loro ultimo ballo, e delle giovani stelle Yamal, Olise, Vinicius. C’è posto per tutti a Usa (ma anche Messico e Canada) 2026, il mondiale extralarge di Gianni Infantino.
La 23esima edizione della Coppa del Mondo – in calendario da giovedì 11 giugno fino a domenica 19 luglio, giorno della gran finale al MetLife Stadium nel New Jersey – offre mille spunti di interesse e chiavi di lettura, sul piano organizzativo, economico, geopolitico: stiamo vedendo in questi giorni cosa vuol dire giocare un torneo sportivo nell’America di Donald Trump e in questo periodo di tensioni di guerra, con i disagi per i tifosi, perquisizioni persino per calciatori e tesserati di alcune nazionali, i prezzi alle stelle che rendono la manifestazione un’esperienza di lusso per consumatori ricchi. Tutte polemiche che ci porteremo dietro dal calcio d’inizio fino alla premiazione finale, come del resto in ogni edizione: non è che nel Qatar degli emiri o nella Russia di Putin, tanto per citare gli ultimi due precedenti, le cose fossero andate troppo meglio. A livello tecnico, però, il fattore che caratterizzerà di più questa edizione è l’elemento centrale di ogni competizione: il numero delle partecipanti, 48, mai così tante nella storia. Forse troppe.
Debutta quest’estate il nuovo format che ha portato a un aumento del 50% delle squadre, rispetto alla formula a 32 che si era ormai affermata nella consuetudine (era in uso dal 1998). Una riforma fortemente voluta dalla Fifa, per soldi e per potere, le solite ragioni che muovono il mondo, anche del pallone. Il formato a 48 ha permesso di qualificarsi a tante nazioni che altrimenti il mondiale avrebbero solo potuto sognarlo (anche perché, come abbiamo sperimentato sulla nostra pelle, la distribuzione dei nuovi posti era piuttosto sbilanciata sugli altri continenti), e sono gli stessi piccoli Paesi che votano nel congresso Fifa e costituiscono il consenso del presidente Infantino. E poi più squadre significano automaticamente più partite, quindi più biglietti da vendere agli spettatori, diritti televisivi più cari per le pay tv: questo farà sì che il Mondiale raggiungerà un giro d’affari complessivo di circa 9 miliardi di dollari di fatturato, che diventano 13 nell’intero ciclo 2023-2026. Un record per la Fifa, il cui carrozzone si regge interamente su questa manifestazione (al contrario della Uefa, ad esempio, la quale può contare sia sugli Europei che sulla Champions).
A che prezzo però tutto ciò? La Fifa ha scelto di toccare un meccanismo quasi perfetto (come testimonia il fatto che l’edizione 2022 è stata ad unanime giudizio quella più bella di sempre), col rischio di rovinarlo. Sono almeno due le incognite della nuova formula. La prima è proprio di tipo numerico: le 48 squadre, e la necessità di inserire un ulteriore turno ad eliminazione diretta (i sedicesimi), fanno sì che dai 12 gironi da 4 passeranno non soltanto le prime due, ma anche le 8 migliori terze, in gruppi per altro di per sé non proprio proibitivi. Di fatto, la prima fase si trasforma in uno stillicidio un po’ inutile, con addirittura 72 partite per eliminare soltanto 16 squadre. La sproporzione è evidente. Poi c’è un altrettanto evidente tema di competitività. Le fiabe delle Cenerentole piacciono a tutti, seguiremo con curiosità le peripezie di Curacao &Co. Però è chiaro che aver allargato così tanto il numero delle partecipanti ha aperto il torneo a nazionali che non sembrano oggettivamente attrezzate per un palcoscenico simile, e la realtà del campo potrebbe essere durissima. Partite come Haiti-Brasile, Iraq-Francia o Giordania-Argentina rischiano di trasformarsi in delle “mattanze” sportive poco divertenti da vedere.
È normale che alla fine arrivino in fondo sempre le solite squadre più forti, ma lungo il percorso incontreremo anche qualche sorpresa? Sarà un’edizione appassionante e combattuta, o il gigantismo andrà a scapito dello spettacolo? La grande sfida dei Mondiali 2026 (e quelli del futuro: c’è già chi vorrebbe ampliare ulteriormente il numero delle squadre, fino a 64), è tutta qui. Un discorso che era già valso in parte per il Mondiale per club, lanciato la scorsa estate. Ma se allora le compagini asiatiche e sudamericane avevano tutto sommato retto l’impatto con le big europee (vuoi forse anche per un certo grado di rilassatezza di quest’ultime), stavolta non è così scontato che Infantino vinca la sua scommessa. Forse nemmeno gli interessa: la Fifa ha già vinto fuori dal campo.
L'articolo Inizia oggi il primo Mondiale extralarge di Infantino: fase a gironi deturpata, 72 partite per eliminare appena 16 squadre proviene da Il Fatto Quotidiano.
Ciudad de México, 10 jun (Prensa Latina) La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, dio la bienvenida hoy en Palacio Nacional al titular de la FIFA, Gianni Infantino, y a representantes de federaciones y confederaciones, en vísperas de la inauguración del Mundial 2026.
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© Carl Recine/Getty Images