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Neymar é o jogador da Seleção com mais contratos publicitários, aponta Forbes

Às vésperas da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, um levantamento da revista Forbes aponta Neymar como o jogador mais valorizado comercialmente entre os convocados da Seleção Brasileira. O atacante lidera o ranking com 20 contratos publicitários ativos.

Na sequência aparecem Vini Jr, com 16 parcerias comerciais, e Raphinha, com nove acordos. O estudo considera apenas atletas com contratos identificados pela publicação.

A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México e começa nesta quinta-feira (11). A Seleção Brasileira estreia no sábado (13), em meio à expectativa dentro e fora de campo.

Neymar lidera ranking de valor comercial da Seleção

Entre os convocados, o setor ofensivo concentra os jogadores mais valorizados no mercado publicitário. Além dos três primeiros colocados, Endrick também aparece entre os atletas com maior número de contratos comerciais.

Nem todos os 26 convocados integram o levantamento da Forbes. A publicação considera apenas jogadores com acordos publicitários ativos identificados, o que deixa parte do elenco fora da lista.

Ficaram fora do ranking nomes como Alex Sandro, Roger Ibañez, Douglas Santos, Fabinho, Igor Thiago e Rayan.

O atacante Wesley chegou a ser convocado, mas acabou cortado após lesão em amistoso contra o Egito. Para a vaga, o técnico Carlo Ancelotti chamou o volante Éderson, que também aparece no levantamento com contrato publicitário ativo.

Ranking dos jogadores da Seleção com mais contratos publicitários

JogadorContratos publicitários
Neymar20
Vini Jr.16
Raphinha9
Endrick6
Alisson5
Matheus Cunha4
Casemiro2
Weverton2
Luiz Henrique2
Gabriel Martinelli2
Éderson1
Marquinhos1
Gabriel Magalhães1
Bremer1
Léo Pereira1
Bruno Guimarães1
Lucas Paquetá1
Danilo1

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Governo Lula avalia decretar ponto facultativo em jogos do Brasil na Copa de 2026

Com a aproximação da Copa do Mundo, o governo federal deve anunciar nos próximos dias as regras que irão disciplinar o funcionamento dos órgãos públicos durante os jogos da Seleção Brasileira. A expectativa é que sejam divulgadas orientações específicas para o expediente dos servidores nos dias em que o Brasil entrar em campo ao longo do torneio, que começa oficialmente nesta quinta-feira (11).

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A equipe brasileira faz sua estreia no Mundial no próximo sábado (13), diante do Marrocos, às 19h, no horário de Brasília. Como a partida ocorre durante o fim de semana, não há impacto direto sobre o funcionamento da administração pública.

Já os outros dois compromissos da Seleção na fase de grupos estão marcados para dias úteis. O Brasil enfrenta o Haiti em 19 de junho, uma sexta-feira, e volta a campo em 24 de junho, uma quarta-feira, quando encara a Escócia. Por coincidirem com o expediente regular dos órgãos públicos, as partidas podem levar à adoção de horários especiais de trabalho.

Distrito Federal avalia possíveis alterações

Enquanto aguarda a definição do governo federal, o Governo do Distrito Federal (GDF) também discute medidas para adequar o funcionamento dos serviços públicos durante os jogos da Seleção.

A possibilidade de decretar ponto facultativo nos dias das partidas está em análise pela administração distrital. Segundo a governadora Celina Leão (PP), a decisão dependerá dos horários dos confrontos e da necessidade de manter o atendimento à população.

De acordo com a chefe do Executivo local, a elaboração do cronograma levará em consideração tanto o interesse dos servidores em acompanhar os jogos quanto a continuidade dos serviços considerados essenciais.

“Uma coisa que a gente não pode deixar é a população sem assistência, mas também não vamos privar. Acho que o bom senso vai caber nesse cronograma que nós vamos fazer”, afirmou a governadora.

A expectativa é que as definições sobre eventuais mudanças no expediente sejam divulgadas antes dos próximos jogos da Seleção Brasileira na competição.

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Goiânia terá eventos com shows e telões para os jogos do Brasil na Copa de 2026

A dois dias do início da Copa do Mundo de 2026, Goiânia se prepara para receber uma série de eventos voltados à transmissão dos jogos da Seleção Brasileira. Com expectativa de reunir milhares de torcedores ao longo do torneio, espaços da capital apostam em programações que combinam futebol, shows e experiências temáticas para atrair o público durante a competição.

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Entre os principais projetos está a parceria entre a Copa Experience e a Arena N1, que ocupará o Centro Cultural Oscar Niemeyer. O local será transformado em uma arena voltada para a exibição das partidas do Brasil, com estrutura dedicada ao entretenimento e apresentações musicais em datas específicas do Mundial.

No dia 13, durante o confronto entre Brasil e Marrocos, os shows serão de Israel Novaes e Kamisa 10. Já em 19 de junho, quando a Seleção enfrenta o Haiti, a programação prevê apresentações de Marcos e Belutti e Ju Marques. No dia 24, durante a partida contra a Escócia, o cantor Xande de Pilares será a atração principal. Caso o Brasil avance à próxima fase, Matheus Fernandes comandará o palco em 29 de junho.

Programação vai além dos dias de jogos

Além das transmissões da Seleção Brasileira, o espaço receberá uma agenda própria de atrações entre os dias 11 e 19 de junho. Estão confirmados artistas como Emicida, que se apresenta ao lado de Mano Brown, Marina Sena, Fernando e Sorocaba, Hungria, Tribo da Periferia, Planta e Raiz, Maskavo, Grelo, Léo Foguete, Dos Rosa, Traplaudo e Kamisa 10.

A estrutura contará ainda com área infantil equipada com atividades recreativas e jogos eletrônicos, além do Museu do Futebol, espaço voltado à história e à cultura do esporte.

Outra iniciativa prevista para o período é o Copa na Arquibancada, organizado pela B2 Eventos no Espaço Dois Ipês. O projeto terá transmissões em telões, ambientação temática e programação musical. Entre as atrações já anunciadas estão Dilsinho, Japa NK, Benzadeus e Thauane.

Segundo os organizadores, os ingressos serão comercializados em modalidades individuais e também em pacotes que incluem cinco partidas da Seleção Brasileira e a final da Copa do Mundo. A capacidade do espaço será limitada.

Capital terá três grandes pontos de transmissão

O Portão 62 também terá programação especial durante a competição. O estabelecimento promoverá eventos nos dias dos jogos da Seleção Brasileira, com transmissões em telões e atrações musicais após as partidas.

Na estreia contra o Marrocos, o público contará com apresentações do Pagode do Boy e do DJ Daniel de Mello. No segundo compromisso do Brasil, diante do Haiti, a programação terá participação do DJ Rodrigo Lagoa. Já após o duelo contra a Escócia, o show ficará por conta do grupo Pagode do PDA.

O espaço disponibilizará mesas com consumação inclusa mediante reserva antecipada. Caso haja vagas remanescentes, também será permitida a entrada avulsa, sujeita à capacidade máxima do local.

Além de Goiânia, a Arena N1 será realizada simultaneamente em Salvador, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre. De acordo com a organização, as cidades participantes serão mencionadas durante as transmissões oficiais das partidas pelas emissoras detentoras dos direitos de exibição.

Com diferentes formatos de evento e programação distribuída ao longo do torneio, Goiânia terá ao menos três grandes polos de transmissão da Copa do Mundo de 2026: o Centro Cultural Oscar Niemeyer, com a Copa Experience e Arena N1, o Espaço Dois Ipês, com o Copa na Arquibancada e o Portão 62. A expectativa dos organizadores é aproveitar o interesse dos torcedores pela competição para reunir público em experiências que vão além da exibição dos jogos.

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Investidores ampliam presença no futebol e clubes viram ativos do mercado global

A presença de investidores institucionais no futebol mundial tem crescido de forma consistente, impulsionada pelo aumento das receitas do setor, pela busca de novas formas de monetização e pela percepção dos clubes como ativos cada vez mais escassos e valiosos. Na temporada 2025/26, estima-se que mais de 36% dos clubes das cinco principais ligas europeias já possuam algum tipo de ligação com o mercado de capitais, segundo dados da PitchBook citados pelo UBS.

Esse movimento não se limita à aquisição de controle acionário de clubes menores ou com dificuldades financeiras, modelo observado em casos como Paris FC, Birmingham City, Botafogo e Cruzeiro. De acordo com o UBS, novas estruturas de investimento vêm ganhando espaço, incluindo participações minoritárias, operações de financiamento estruturado e modelos híbridos que ampliam a entrada de capital no futebol.

Entre os exemplos recentes estão aportes realizados em clubes como Paris Saint-Germain e Juventus, além de operações de crédito com garantias específicas utilizadas por equipes como Barcelona, Atalanta e Olympique de Lyon. No cenário brasileiro, o São Paulo também adotou uma estrutura semelhante ao recorrer a um FIDC estruturado pela Galapagos.

Novos modelos de investimento ampliam receitas no futebol

Outra tendência em expansão é o compartilhamento de receitas futuras. Um dos casos mais conhecidos é a parceria entre a gestora Sixth Street e o Real Madrid envolvendo a modernização do estádio Santiago Bernabéu, com participação em receitas vinculadas ao empreendimento.

No Brasil, um modelo semelhante foi observado na relação entre a WTorre e o Palmeiras, parceria que, apesar de disputas ao longo dos anos, contribuiu para consolidar a arena como uma importante fonte de receitas paralelas ao desempenho esportivo do clube.

Com a diversificação das formas de investimento e a entrada de novos agentes financeiros, o futebol passa a ser cada vez mais estruturado como um setor integrado ao mercado de capitais global, ampliando as possibilidades de receita e de valorização dos clubes.

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Seleção do Irã terá restrições de entrada nos EUA durante a Copa do Mundo de 2026

A Seleção do Irã enfrentará uma logística incomum durante a disputa da Copa do Mundo de 2026. De acordo com informações divulgadas pelo embaixador iraniano no México, Abolfazl Pasandideh, os integrantes da equipe terão autorização para entrar nos Estados Unidos apenas nos dias das partidas, sendo obrigados a retornar ao México logo após os compromissos válidos pelo torneio.

A delegação ficará concentrada em Tijuana, cidade mexicana localizada próxima à fronteira com os Estados Unidos. A mudança ocorreu após dificuldades relacionadas à emissão de vistos para membros da equipe em meio às tensões diplomáticas e militares entre os dois países.

Segundo Pasandideh, os jogadores poderão cruzar a fronteira na manhã dos jogos e deverão deixar o território norte-americano no mesmo dia. A medida afeta diretamente a preparação da seleção iraniana, que disputará todas as partidas da fase de grupos em cidades dos Estados Unidos.

O Irã integra o Grupo G da Copa do Mundo ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. Durante a primeira fase, a equipe terá dois compromissos em Los Angeles e outro em Seattle.

Vistos geram impasse para delegação iraniana

Além das restrições de deslocamento, a seleção ainda enfrenta dificuldades relacionadas à documentação de parte da delegação. Segundo autoridades iranianas, 15 integrantes do grupo continuam sem visto para entrar nos Estados Unidos. Entre eles estão dirigentes e membros da comissão técnica.

A situação já havia sido alvo de manifestações da embaixada iraniana na Turquia, que criticou a decisão das autoridades norte-americanas de liberar a entrada dos atletas e da comissão técnica considerada essencial, mas negar a autorização para outros representantes da delegação.

A polêmica ganhou força após declarações do embaixador dos Estados Unidos na Turquia, Tom Barrack, que confirmou a emissão dos vistos destinados aos jogadores e profissionais necessários para a participação da equipe no Mundial. Posteriormente, a Casa Branca também confirmou que os atletas receberam autorização para viajar ao país.

Ainda assim, representantes iranianos classificaram a negativa de vistos para parte da delegação como um ato de discriminação contra o país. De acordo com a agência de notícias Fars, mais de uma dezena de integrantes das equipes médica e esportiva tiveram os pedidos recusados, além do presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj.

As restrições estariam relacionadas, em parte, a possíveis vínculos com a Guarda Revolucionária Islâmica. Em ocasiões anteriores, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que pessoas ligadas à organização não teriam permissão para ingressar no país. Mehdi Taj, que já integrou a corporação, havia sido impedido de participar do sorteio da Copa do Mundo realizado em dezembro.

Diante das incertezas envolvendo a concessão de vistos, a federação iraniana decidiu transferir sua base de preparação de Tucson, no estado do Arizona, para Tijuana, no México. A delegação tem chegada prevista ao território mexicano após um período de treinamentos na Espanha.

Para o governo iraniano, a presença da seleção na competição, mesmo diante das restrições impostas e do atual cenário de conflito, representa uma oportunidade de demonstrar disposição para o diálogo e a convivência pacífica por meio do esporte.

Tensão entre Irã e Estados Unidos impacta preparação para a Copa

A edição de 2026 também marca um fato inédito na história da Copa do Mundo. Será a primeira vez, desde a criação do torneio em 1930, que uma das nações participantes disputará partidas em um país com o qual mantém um conflito militar em andamento.

Enquanto a competição se aproxima, o cenário geopolítico segue tenso. Poucas horas após confirmar a entrada dos jogadores iranianos, os Estados Unidos anunciaram novos ataques aéreos contra instalações ligadas ao Irã, alegando riscos à segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Paralelamente, negociações diplomáticas continuam em busca de um possível acordo para reduzir as hostilidades entre os dois países.

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