Normal view

MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

Logo Agência Brasil

Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.

Notícias relacionadas:

 Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.

O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. 

A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.

Inscrições

Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.

A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.

Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.

Seleção

O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.

Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.

Cronograma do Sisu+

As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.

Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.

O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.

Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.

O que é o Sisu+

O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.

O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. 

Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.

Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.

Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.

Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.

MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

Logo Agência Brasil

Os estudantes interessados em participar do Sisu+ (a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada) já podem consultar as vagas disponíveis no programa, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

A plataforma permite consultar antecipadamente as vagas e filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições de ensino.

Notícias relacionadas:

 Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior.

O Sisu, coordenado pelo Ministério da Educação (MEC), tem como objetivo democratizar o acesso ao ensino superior de instituições públicas que aderiram ao processo seletivo. 

A etapa do Sisu+ oferece eventuais vagas disponíveis para ingresso no segundo semestre.

Inscrições

Os candidatos que participaram de pelo menos uma edição do Enem nos últimos três anos precisam ter concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026 para poderem se inscrever no Sisu+ no período de 15 a 19 de junho.

A inscrição no Sisu+ também ocorre pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.

Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.

Seleção

O MEC explica que será usada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso e com os critérios para inscrição, classificação e seleção dos estudantes.

Para a seleção, o sistema do Sisu considerará diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.

Cronograma do Sisu+

As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da única chamada regular com os nomes dos pré-selecionados, na página eletrônica do Sisu.

Para quem precisar recorrer à lista de espera porque não está entre os pré-selecionados, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.

O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.

Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.

O que é o Sisu+

O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.

O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, nos quais o estudante é admitido mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. 

Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.

Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que, paralelamente, realizam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.

Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.

Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.

Professores de Lauro de Freitas participam de formação sobre educação midiática

9 June 2026 at 17:00
Professores da rede municipal de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, participaram, nesta terça-feira, 9, no campus da faculdade Unime, de uma formação voltada para a educação midiática e o uso do jornal como ferramenta pedagógica. A iniciativa, realizada em parceria com o Programa A TARDE Educação, do Grupo A Tarde, buscou fortalecer práticas de leitura, interpretação e produção de conteúdo nas escolas, além de estimular o pensamento crítico entre estudantes e educadores.A articuladora municipal da Política Nacional para a Equidade das Relações Étnico-Raciais e da Educação Quilombola, Rosângela Accioly, destacou a importância de aproximar os professores das novas linguagens de comunicação utilizadas pelos estudantes.Segundo ela, a educação midiática se tornou uma necessidade diante das transformações tecnológicas vividas pela sociedade. “Nós somos de uma geração em que não havia internet e nem essa possibilidade tecnológica que nos enriquece. Trabalhar com essas mídias mais contemporâneas é de suma importância para aproximar as nossas linguagens pedagógicas dos nossos alunos”, afirmou. Leia Também: EDUCAÇÃO Dinheiro extra: Bahia libera mais de R$ 103 milhões em abono para educadores AINDA DÁ TEMPO Vai fazer o Enem? Veja como planejar os estudos no segundo semestre EDUCAÇÃO Da Bahia para o mundo: estudante de Itabuna é aprovado em universidade dos EUA Rosângela ressaltou ainda que os estudantes de hoje acessam conteúdos por diferentes plataformas e formatos, o que exige uma atualização constante das práticas educacionais. “É fundamental que o professor acompanhe essas mudanças da sociedade”, completou.A expectativa da Secretaria Municipal de Educação é que a iniciativa gere impactos positivos em toda a rede. De acordo com a articuladora, a formação não se limitará a um único encontro. “Nós temos expectativas muito positivas, porque não será somente uma formação. Teremos vários encontros ao longo do ano e o Jornal A Tarde tem muita força para trazer essa discussão para o município”, disse.Entre os participantes da capacitação esteve a professora de Língua Portuguesa e Inglesa Maria de Fátima, da Escola Municipal Pedro Paranhos, em Portão. Com mais de 25 anos de atuação na educação, ela acredita que ensinar os alunos a consumir notícias é uma ferramenta importante para a formação cidadã.“É muito importante para os alunos se manterem atualizados. Hoje eles querem usar o celular de outras formas, mas a gente precisa incentivá-los a ler notícias para compreender o que acontece ao seu redor e até compartilhar essas informações com a família”, afirmou.A docente também vê diversas possibilidades de aplicar o conteúdo da formação em suas aulas. Segundo ela, o jornal pode servir de base para atividades de leitura, interpretação e produção textual. “Podemos trabalhar notícias, interpretações e até a criação de notícias baseadas no que estamos estudando em sala. Em inglês, também é possível desenvolver atividades de tradução e compreensão de textos”, explicou.Para o professor de Artes Dourival Sousa Neto, a utilização do jornal amplia as possibilidades de aprendizagem ao conectar os conteúdos escolares com acontecimentos do cotidiano. “O jornal pode ser utilizado como uma ferramenta pedagógica de fato. Ele traz informações variadas e uma série de elementos que podemos utilizar em diferentes abordagens dentro da sala de aula”, afirmou.Na área artística, ele acredita que a proposta pode contribuir para o desenvolvimento da criatividade e da análise crítica dos estudantes. “A arte trabalha questões históricas, culturais e sociais. O jornal pode ajudar o aluno a refletir sobre essas questões e construir uma visão mais crítica da realidade”, explicou.O professor também destacou o protagonismo estudantil como um dos principais benefícios da iniciativa. “O aluno vai pesquisar, ler, escrever, interpretar imagens e produzir conteúdo. A proposta do jornal permite que ele desenvolva sua criatividade e participe ativamente do processo de aprendizagem”, concluiu.Com a formação, a expectativa é que os professores levem para as salas de aula novas estratégias de ensino capazes de aproximar os estudantes do universo da informação, fortalecendo habilidades de leitura, escrita e análise crítica por meio da educação midiática.A atividade foi conduzida pela equipe do A TARDE Educação, sendo representada por Marcia Firmino, coordenadora pedagógica e Isadora Cruz, mestra em Educação e Contemporaneidade.

'Movimento Bahia pela Educação' encerra ciclo de debates em Salvador

9 June 2026 at 15:15
Após percorrer diferentes territórios do estado, o Movimento Bahia pela Educação encerrou, nesta terça-feira, 9, no auditório da Federação das Indústrias (FIEB), em Salvador, um ciclo de encontros voltados à alfabetização. A iniciativa reuniu prefeitos, secretários municipais de Educação, diretores, coordenadores escolares e especialistas para discutir estratégias que garantam a alfabetização na idade certa.Com o tema “A Bahia aprende com a Bahia: o desafio de alfabetizar 80% das crianças até 2030”, a programação foi aberta com uma mesa institucional e seguiu com o painel “Os desafios de alfabetizar na idade certa”. O debate contou com a participação do professor Mozart Ramos, da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira da USP de Ribeirão Preto, e de Kátia Smole, diretora do Instituto Reúna e uma das principais referências nacionais em letramento matemático.A defesa da alfabetização como um processo que vai além da leitura e da escrita foi discutida por Kátia Smole. Segundo ela, é preciso incluir a Matemática desde os primeiros anos da aprendizagem. “A Matemática potencializa a alfabetização em Língua Portuguesa. Crianças que começam a aprender Matemática mais tarde, não vão ter tanto sucesso podem, inclusive, ter dificuldade com o componente curricular. E, ao contrário, se elas começam cedo, esse sucesso se perpetua por muito tempo”, afirmou. Kátia Smole é diretora do Instituto Reúna e uma das principais referências nacionais em letramento matemático - Foto: José Simões/Ag. A TARDE Durante sua fala, o professor Mozart Ramos destacou três fatores fundamentais para garantir avanços consistentes na educação:1. Assegurar que todas as crianças sejam alfabetizadas até os sete anos de idadePara o especialista, esse processo representa a base de toda a trajetória escolar, já que dificuldades nessa etapa tendem a comprometer o desempenho dos estudantes nos anos seguintes e aumentar os riscos de evasão escolar;2. Fortalecimento do regime de colaboração entre municípios, Estado e UniãoMozart ressaltou que avanços precisam ocorrer de forma equilibrada em todo o território baiano, evitando que apenas alguns municípios melhorem seus indicadores enquanto outros permanecem estagnados. Nesse contexto, iniciativas como o Movimento Bahia pela Educação ajudam a ampliar a cooperação institucional e a promover maior equidade;3. Mobilização da sociedade em torno da causa educacionalEle destacou que a proposta está alinhada ao artigo 205 da Constituição Federal, que estabelece a educação como dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade. Para ele, a itinerância promovida pelo movimento nos últimos meses materializa esse princípio ao reunir diferentes setores em torno de um objetivo comum.“No segundo semestre, a gente vai ter um momento delicado, que são as eleições. Então, o clima é outro. Precisamos reconhecer isso. Mas, durante esse período, nós vamos fazer formação de alfabetizadores, de diretores escolares. Também vamos reconhecer os municípios que mais avançaram na alfabetização e que estão com patamares acima de 75% de crianças alfabetizadas”, explicou Mozart, detalhando que, além das formações o Movimento prevê a entrega do Prêmio Município Alfabetizador, em novembro, para reconhecer as cidades com melhores índices de alfabetização. Professor Mozart Ramos atua na Cátedra Sérgio Henrique Ferreira da USP de Ribeirão Preto - Foto: José Simões/Ag. A TARDE A mobilização também foi destacada pelo superintendente do Serviço Social da Indústria (Sesi Bahia), Armando da Costa Neto. Segundo ele, os encontros realizados reuniram 1.020 participantes e fazem parte de uma estratégia mais ampla de enfrentamento aos baixos índices de alfabetização.“Esses eventos é uma das ações que nós temos. Estamos atendendo 30 municípios que tiveram um indicador que precisa de mais melhoria. Nós estamos fazendo capacitação de 40 horas para esses municípios, com apoio da USP e apoio do Sesi São Paulo. Nesses municípios, os professores vão receber capacitação para melhorar a performance em sala de aula e melhorar os indicadores de alfabetização. Além disso, tem toda a ação nossa de informação, de disponibilizar a informação e de mobilizar a sociedade”, destacou. Armando da Costa Neto é superintendente do Sesi Bahia - Foto: José Simões/Ag. A TARDE Município compartilha experiência e resultadosExperiências exitosas também foram apresentadas durante o encontro. Em Licínio de Almeida, no sudoeste baiano, o município alcançou 99% de crianças alfabetizadas, ao final do segundo ano do ensino fundamental, resultado apresentado como um dos principais cases do evento.Segundo a coordenadora pedagógica e articuladora do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), Poliana Silva de Oliveira, o desempenho é resultado de um conjunto de estratégias que inclui monitoramento constante da aprendizagem, planejamento baseado em evidências, avaliações periódicas e intervenções rápidas junto aos estudantes que apresentam dificuldades.“Isso é fruto de um trabalho de monitoramento, de planejamento estratégico, de intervenção rápida com base em evidências. Com esses resultados, a gente organiza as intervenções que são necessárias para que todas as crianças adquiram o desenvolvimento necessário ao final do segundo ano. Então, planejamos, avaliamos, monitoramos como é que está essa avaliação e fazemos as intervenções necessárias”.Poliana destacou ainda a ampliação da carga horária nas escolas de tempo integral, que passou a oferecer atividades de reforço em Língua Portuguesa e Matemática no contraturno, além de ações lúdicas voltadas ao fortalecimento da aprendizagem. Outro investimento permanente é a formação dos professores, fortalecida por iniciativas como o Seminário de Alfabetização, realizado há três anos consecutivos e considerado uma importante ferramenta de apoio e engajamento dos educadores.O encerramento do encontro foi dedicado ao debate sobre financiamento da educação, com discussões sobre mecanismos como o Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] e o ICMS Educacional. A palestra foi conduzida por Leomar da Silva, integrante da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, da USP de Ribeirão Preto.A etapa de Salvador conclui uma série de encontros realizados entre março e junho de 2026 em Juazeiro, Ilhéus, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Barreiras e Eunápolis.Movimento Bahia pela EducaçãoO Movimento é articulado pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), em parceria com o Governo da Bahia, Secretaria de Educação do Estado, Ministério Público da Bahia, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), União dos Municípios da Bahia (UPB), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Federação das Empresas de Transporte (Fetrabase), Serviço Social da Indústria (SESI) e Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, da Universidade de São Paulo (USP Ribeirão Preto).Lançada oficialmente em outubro de 2025, a iniciativa intersetorial é inédita no estado, que ocupa a 24ª posição no ranking nacional de alfabetização na idade certa - cenário que reforça a necessidade de mobilização urgente e conjunta.

UAlg acolhe lançamento de plataforma europeia de formação gratuita em Aquacultura 4.0

9 June 2026 at 17:09

AQUATECHinn 4.0 oferece formação gratuita e certificada para preparar profissionais da Aquacultura 4.0. Será apresentado em Faro, na Universidade do Algarve (UAlg) a 17 de junho de 2026.

O conteúdo UAlg acolhe lançamento de plataforma europeia de formação gratuita em Aquacultura 4.0 aparece primeiro em Barlavento.

Fies abre adesão para instituições de ensino superior no 2º semestre

Logo Agência Brasil

As instituições privadas de educação superior interessadas em aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao 2º semestre devem acessar o Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta. O prazo vai até às 23h59 de 15 de junho, no horário de Brasília.

O Fies financia a graduação de estudantes em cursos presenciais de faculdades privadas com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC). Prioritariamente, o programa beneficia alunos que ainda não concluíram o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Adesão

Notícias relacionadas:

Conforme o edital, publicado pelo MEC nesta segunda-feira (8), as mantenedoras das instituições de educação superior deverão preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.

Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.

 O termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora.

Enamed

Nesta edição do Fies, serão aplicadas as medidas cautelares para os cursos com resultados insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

De acordo com os resultados divulgados em janeiro deste ano pelo MEC e pelo Ministério da Saúde (MS), 99 cursos de medicina obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — o que representa que menos de 60% dos seus estudantes concluintes apresentaram desempenho considerado adequado no exame.

O baixo desempenho resulta em medidas cautelares escalonadas, conforme portarias publicadas em março. Entre elas, a suspensão da possibilidade de celebrar contratos do Fies e em outros programas federais  .

Fies

O Fies realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.

 

Fies abre adesão para instituições de ensino superior no 2º semestre

Logo Agência Brasil

As instituições privadas de educação superior interessadas em aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao 2º semestre devem acessar o Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta. O prazo vai até às 23h59 de 15 de junho, no horário de Brasília.

O Fies financia a graduação de estudantes em cursos presenciais de faculdades privadas com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC). Prioritariamente, o programa beneficia alunos que ainda não concluíram o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Adesão

Notícias relacionadas:

Conforme o edital, publicado pelo MEC nesta segunda-feira (8), as mantenedoras das instituições de educação superior deverão preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.

Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.

 O termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora.

Enamed

Nesta edição do Fies, serão aplicadas as medidas cautelares para os cursos com resultados insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

De acordo com os resultados divulgados em janeiro deste ano pelo MEC e pelo Ministério da Saúde (MS), 99 cursos de medicina obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — o que representa que menos de 60% dos seus estudantes concluintes apresentaram desempenho considerado adequado no exame.

O baixo desempenho resulta em medidas cautelares escalonadas, conforme portarias publicadas em março. Entre elas, a suspensão da possibilidade de celebrar contratos do Fies e em outros programas federais  .

Fies

O Fies realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.

 

Dinheiro extra: Bahia libera mais de R$ 103 milhões em abono para educadores

9 June 2026 at 13:55
O Governo da Bahia realizou, nesta terça-feira, 9, o pagamento de uma nova parcela do precatório principal do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), além do abono extraordinário destinado aos profissionais da Educação da rede estadual. A medida beneficia milhares de servidores ativos e aposentados e reforça as ações voltadas à valorização da categoria.Nesta etapa, o abono extraordinário soma mais de R$ 103,3 milhões. Os profissionais com carga horária de 20 horas recebem R$ 719,73, enquanto aqueles com jornada de 40 horas recebem R$ 1.439,47. O benefício contempla mais de 85 mil servidores vinculados ao quadro do magistério estadual. Leia Também: AINDA DÁ TEMPO Vai fazer o Enem? Veja como planejar os estudos no segundo semestre EDUCAÇÃO Projeto leva 6 mil estudantes de Salvador para visitação gratuita EDUCAÇÃO Da Bahia para o mundo: estudante de Itabuna é aprovado em universidade dos EUA Também foi efetuado o pagamento de uma nova parcela do precatório do Fundef, destinado aos profissionais da Educação Básica que atuaram na rede estadual entre os anos de 1998 e 2006. Ao todo, cerca de 87 mil servidores têm direito ao benefício. Os valores são calculados de forma proporcional ao período de exercício e à carga horária de cada trabalhador, conforme critérios estabelecidos em legislação específica.Os recursos pagos fazem parte do processo de complementação dos valores do Fundef, fundo que antecedeu o atual Fundeb. O repasse é resultado de acordos e decisões judiciais que asseguraram ao Estado da Bahia o recebimento de recursos federais anteriormente não transferidos.De acordo com a secretária da Educação, Luciana Menezes, os pagamentos representam o reconhecimento ao trabalho desempenhado pelos profissionais da área. “Os pagamentos reafirmam o compromisso com os educadores e o reconhecimento à dedicação de quem contribui para a aprendizagem em todo o território baiano”, destacou.A iniciativa integra a política estadual de valorização dos profissionais da Educação e busca reconhecer a contribuição de professores e demais servidores para o fortalecimento da rede pública de ensino na Bahia.Quem pode receber?Além dos profissionais que estão atualmente em atividade, o pagamento dos precatórios contempla servidores que atuaram na rede pública de ensino durante os períodos em que houve repasses insuficientes aos fundos educacionais. Têm direito ao benefício professores, coordenadores pedagógicos, diretores escolares e outros profissionais da educação que estavam em efetivo exercício na época abrangida pelos recursos.O direito ao recebimento também se estende a aposentados e pensionistas que trabalharam nos períodos contemplados. Em casos de falecimento do profissional beneficiário, os herdeiros legais podem requerer o pagamento, seguindo os procedimentos estabelecidos pelos órgãos responsáveis.Os profissionais que desejam verificar se possuem direito ao benefício podem consultar os canais oficiais disponibilizados pelo Governo da Bahia. A relação de contemplados e os lotes de pagamento do Fundef estão disponíveis no portal de precatórios da Secretaria da Educação do Estado, enquanto informações complementares podem ser obtidas por meio do sistema RH Bahia.A consulta é importante para confirmar a inclusão na lista de beneficiários, acompanhar o cronograma de pagamentos e obter orientações sobre os procedimentos necessários para o recebimento dos valores. Em casos específicos, como os de pensionistas e herdeiros, pode ser necessária a apresentação de documentação adicional para a liberação do benefício.

Vai fazer o Enem? Veja como planejar os estudos no segundo semestre

9 June 2026 at 13:20
Faltando cinco meses para a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, especialistas afirmam que ainda há tempo suficiente para quem deseja iniciar a preparação e conquistar uma boa pontuação. A recomendação é apostar em planejamento, organização e estudo direcionado, em vez de jornadas excessivas de aprendizado.Segundo Juliana Evelyn, coordenadora pedagógica da Rede Enem, plataforma de educação digital da Vitru Educação, o estudante que começa a estudar em junho deve priorizar a qualidade da preparação e concentrar esforços nos conteúdos mais recorrentes da prova."Iniciar a preparação em junho exige uma mudança de postura: o foco sai da quantidade e vai para a qualidade. Ainda há tempo de sobra para garantir uma excelente nota, desde que o estudante utilize um roteiro bem delimitado", explica Juliana.A especialista destaca que uma estratégia eficiente é analisar os temas mais cobrados nas edições anteriores do exame. Dessa forma, o candidato consegue otimizar o tempo disponível, reduzir a ansiedade e construir uma rotina de estudos mais sustentável.Segundoe ela, como o Enem tem priorizado a interpretação de textos e a aplicação prática de conhecimentos do cotidiano, o estudo focado na resolução de questões e problemas tende a ser mais eficaz do que a simples memorização de conteúdos.Como organizar os estudosPara quem precisa conciliar o cronograma com o trabalho ou a escola nos próximos cinco meses, a chave do sucesso está na constância e na disciplina inteligente Juliana Evelyn aponta três atitudes práticas que fazem a diferença:Foco e produtividade: Dedicar menos horas diárias, mas com foco total e sem distrações. A qualidade do tempo de estudo é o que determina a absorção do conteúdo.Aproveitamento de intervalos: Utilizar períodos de deslocamento ou janelas livres ao longo do dia para leituras rápidas ou exercícios práticos. Vinte minutos diários de revisão somam uma carga relevante ao final da semana.Preservação da saúde mental: Manter uma rotina equilibrada com sono regulado e momentos de lazer é parte fundamental do processo de aprendizagem e consolidação da memória.Foco na reda final: Programa Semiextensivo de cinco meses (totalmente gratuíto) Leia Também: EDUCAÇÃO Projeto leva 6 mil estudantes de Salvador para visitação gratuita EDUCAÇÃO Da Bahia para o mundo: estudante de Itabuna é aprovado em universidade dos EUA EDUCAÇÃO Município baiano prorroga inscrição de processo seletivo da Educação; veja prazos As provas do Enem serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro. Para apoiar os estudantes que iniciam nesta jornada preparatória no segundo semestre, a plataforma digital Rede Enem disponibiliza gratuitamente o Plano Semiextensivo, estruturado especificamente para a janela de tempo até o exame. Com liberação marcada para o dia 8 de junho, o plano funciona como um guia diário de estudos.“Nossa curadoria pedagógica analisou a recorrência histórica das provas do Enem e selecionou os temas de maior relevância, reduzindo a carga horária pela metade em comparação ao curso anual. Ao acessar a plataforma, o estudante já encontra as metas do dia definidas, eliminando a hesitação e facilitando o foco”, afirma a Coordenadora Pedagógica Rede Enem.

Cortejo dos finalistas do Instituto Piaget percorre ruas de Silves

9 June 2026 at 15:14

Finalistas do Instituto Piaget assinalam o fim do percurso académico com um cortejo que vai percorrer as ruas de Silves.

O conteúdo Cortejo dos finalistas do Instituto Piaget percorre ruas de Silves aparece primeiro em Barlavento.

Prazo para concluir obras de 12,2 milhões em Viana alargado por 34 dias

9 June 2026 at 14:34

O executivo municipal de Viana do Castelo aprovou por maioria alargar o prazo por 34 dias para a conclusão da reabilitação, ampliação e modernização da escola básica da Abelheira pelo valor de 12.242.248,67 euros, intervenção financiada pelo PRR.

Esta aprovação não contou com o voto do vereador do Chega, que se ausentou por conflito de interesses, uma vez que leciona naquele estabelecimento de ensino.

A conclusão da obra está prevista para 31 de julho.

O presidente da Câmara, Luís Nobre, explicou o atraso com as condições meteorológicas adversas registadas este ano, atrasos na entrega de materiais, mão de obra escassa e, principalmente, alterações no projeto de especialidade devido aos constrangimentos de estrutura dos edifícios existentes.

O projeto de ampliação e modernização da escola básica da Abelheira, construída em 1990 e que conta com mais de 600 alunos, é reclamado há anos por pais e encarregados de educação.

O projeto prevê “o aumento da capacidade da escola de 24 para 28 turmas, melhores condições físicas dos espaços para os alunos com multideficiência, acessibilidades, melhoria da eficácia energética, segurança contra incêndios e das condições gerais do edifício na componente letiva”.

De acordo com a proposta aprovada, o júri do concurso decidiu propor ao executivo municipal contratar a adjudicação ao concorrente Baltor – Engenharia e Construção, Lda., pelo valor de 12.242.248,67 euros, acrescido de IVA, à taxa legal em vigor, a “única empresa que apresentou proposta ao concurso público lançado em agosto”.

O executivo municipal aprovou também, por unanimidade, a abertura de concurso público e o projeto para a empreitada por lotes na ampliação da rede de drenagem de águas residuais e rede de abastecimento de água.

Em causa estão obras que vão permitir levar uma nova rede de águas residenciais a 90 habitações de cinco freguesias de Viana.

O executivo municipal aprovou ainda, por unanimidade, um contrato de comodato do Edifício da Antiga Escola Primária de Mazarefes para que este espaço se torne a futura Junta de Freguesia.

De acordo com o contrato de comodato, a ser firmado entre a Câmara Municipal de Viana do Castelo e a Junta de Freguesia de Mazarefes, foi solicitada a cedência do edifício da antiga escola primária, situado na Rua das Boas Novas, n.º 926, em regime de contrato de comodato, com vista ao início do processo de reabilitação do referido espaço.

A cedência do uso da escola é efetuada pelo prazo de 10 anos, a contar da data de assinatura do contrato, podendo o mesmo ser renovado por igual período se se mantiver o fim e objeto previstos.

O conteúdo Prazo para concluir obras de 12,2 milhões em Viana alargado por 34 dias aparece primeiro em O MINHO.

Ensino Superior: ministro acusado de fechar "uma das portas de acesso aos estudantes com deficiência"

By: Lusa
9 June 2026 at 13:58

A Associação Portuguesa de Deficientes condena as recentes alterações às condições de acesso ao ensino superior, apelando ao ministro da Educação para que "reveja a política" no sentido de melhorar as condições de acesso e de frequência no ensino superior.

Estudantes encerram greve de quase dois meses na USP

9 June 2026 at 13:16

Logo Agência Brasil

Os alunos da Universidade de São Paulo (USP), por meio do Diretório Central dos Estudantes (DCE), anunciaram na noite desta segunda-feira (8) o fim da greve que faziam há quase dois meses.

Eles reivindicavam melhores condições de alimentação, moradia e aumento das bolsas estudantis.

Notícias relacionadas:

A decisão pelo fim da greve ocorreu após assembleia que teve 323 votos pelo fim da paralisação contra 255 pela manutenção do movimento.

Segundo decisão coletiva, os cursos podem decidir de forma independente se mantêm ou encerram a greve.

Invasão

Também na noite desta segunda, um grupo de seis jovens, entre 18 e 22 anos, foi detido após invadir o prédio da Administração Central da USP. Segundo a Polícia Militar, que foi acionada, eles bloquearam o acesso ao edifício com barricadas.

No confronto, três seguranças ficaram feridos. A PM prendeu seis pessoas que estavam, de acordo com a autoridade, com fogos de artifício, porretes, rádios comunicadores, megafone, marreta e estilingue. Houve ainda danos a equipamentos e móveis da universidade.

O DCE da USP informou que não ter relação com a invasão. Em manifesto publicado nas redes, o grupo de alunos que invadiu o prédio se declarou independente e se colocou contra o fim da greve.

Os manifestantes foram levados para o 7º distrito Policial, na Lapa (zona oeste), onde foram ouvidos e liberados. O caso foi registrado como lesão corporal grave e dano ao patrimônio público.

Estudantes encerram greve de quase dois meses na USP

9 June 2026 at 13:16

Logo Agência Brasil

Os alunos da Universidade de São Paulo (USP), por meio do Diretório Central dos Estudantes (DCE), anunciaram na noite desta segunda-feira (8) o fim da greve que faziam há quase dois meses.

Eles reivindicavam melhores condições de alimentação, moradia e aumento das bolsas estudantis.

Notícias relacionadas:

A decisão pelo fim da greve ocorreu após assembleia que teve 323 votos pelo fim da paralisação contra 255 pela manutenção do movimento.

Segundo decisão coletiva, os cursos podem decidir de forma independente se mantêm ou encerram a greve.

Invasão

Também na noite desta segunda, um grupo de seis jovens, entre 18 e 22 anos, foi detido após invadir o prédio da Administração Central da USP. Segundo a Polícia Militar, que foi acionada, eles bloquearam o acesso ao edifício com barricadas.

No confronto, três seguranças ficaram feridos. A PM prendeu seis pessoas que estavam, de acordo com a autoridade, com fogos de artifício, porretes, rádios comunicadores, megafone, marreta e estilingue. Houve ainda danos a equipamentos e móveis da universidade.

O DCE da USP informou que não ter relação com a invasão. Em manifesto publicado nas redes, o grupo de alunos que invadiu o prédio se declarou independente e se colocou contra o fim da greve.

Os manifestantes foram levados para o 7º distrito Policial, na Lapa (zona oeste), onde foram ouvidos e liberados. O caso foi registrado como lesão corporal grave e dano ao patrimônio público.

Capacidade crítica em foco

9 June 2026 at 04:00

Estudo comparativo realizado a cada três anos em vários países, para identificar e qualificar a eficiência do conhecimento adquirido pelos estudantes no ensino básico, e assim, fornecer informações para o aperfeiçoamento do aprendizado e dos sistemas de ensino, o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) anunciou um acréscimo importante na metodologia. Em sintonia com a preocupação externada no mundo inteiro acerca dos impactos da imersão digital de adolescentes, e da cada vez maior disseminação das ferramentas de Inteligência Artificial (IA) entre os jovens, o Pisa resolveu introduzir em sua avaliação periódica a capacidade crítica de assimilação responsável das novas tecnologias pelos estudantes.
A novidade não valerá para a aplicação das avaliações este ano que continuarão averiguando o aprendizado em leitura, matemática e ciências – destacando a compreensão e a interpretação do que se lê, que tendem a ser prejudicadas pela vida digitalizada e a dependência da IA para responder a tudo e fornecer textos sobre qualquer assunto. Mas a partir de 2029, na próxima rodada, o Pisa contará com questões dirigidas ao letramento em mídia digital e Inteligência Artificial.
Vale recordar que os governos dos países tentam não ficar para trás na discussão dos efeitos, e principalmente, na providência de medidas de prevenção e orientação aos estudantes. No Brasil, por exemplo, o Ministério da Educação lançou, em abril, um documento a respeito de alternativas curriculares e o uso da IA na educação básica, dividido em duas partes: aprender sobre a IA e aprender com a IA. As abordagens complementares parecem oportunas, num momento em que o acesso às ferramentas digitais é maior do que as diretrizes transmitidas a professores e alunos, sobretudo na rede público de ensino.
Um dos envolvidos na elaboração da nova avaliação do Pisa, Luis Francisco Vargas Madriz disse para o jornal Folha de S. Paulo que “o debate não é mais se devemos usar ou não a tecnologia e a inteligência artificial na educação. Elas já estão presentes na vida das crianças e jovens. A questão agora é se eles estão aprendendo a lidar com elas e usá-las”. Tal ponto de reconhecimento é fundamental para o planejamento da gestão pública e privadas do ensino em qualquer parte do mundo, mas há que se levar em conta com mais atenção no Brasil. A noção de que a IA seja uma inovação dispensável da sala de aula simplesmente não funciona, uma vez que a tendência é o desenvolvimento das ferramentas disponíveis, e a chegada de novas, ainda mais atraentes para os estudantes e o público em geral.
O pressuposto do Pisa mostra que eventuais proibições travestidas de regulação excessiva podem, na verdade, prejudicar o aprendizado, ao invés de deixá-lo fluir livre da IA. O momento é de compreensão profunda dos potenciais e dos riscos da tecnologia de informação turbinada pela IA, por toda a rede da educação: dos gestores públicos, das empresas da área, dos professores e, também dos estudantes. Nesse aspecto, o exame do Pisa há de evidenciar, como sempre faz, que as notas obtidas pelos jovens avaliados dizem mais sobre os sistemas em que estão inseridos, do que sobre suas próprias capacidades individuais de apreensão do conhecimento.

Por que professores estão adoecendo em São Paulo?

“Chegava na esquina da escola onde trabalhava e sentia tonturas e dores no estômago. A pressão disparava e minhas pernas se recusavam a dar o próximo passo”, conta uma professora que é moradora do Conjunto Habitacional Sítio Conceição, em Cidade Tiradentes, no extremo leste de São Paulo.

Ela lecionou por 14 anos no ensino infantil em escolas públicas e particulares e que preferiu não se identificar por medo de represálias. Casos como esse estão longe de ser isolados.

Só na Grande São Paulo, foram registrados quase 37 mil casos de afastamento de professores por questões de saúde mental, entre janeiro de 2024 e setembro de 2025. Os dados se referem apenas à rede estadual e são o equivalente a 58 profissionais fora das salas de aula por dia, por causa desse desgaste.

As informações são da Diretoria de Perícias Médicas e foram obtidas pelo CPP (Centro do Professorado Paulista), por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação).

Correspondentes da Agência Mural de Embu das Artes e Itapecerica da Serra, da Grande São Paulo, Cidade Tiradentes, na zona leste, e Jardim São Luís, na zona sul de São Paulo, ouviram professores da rede pública sobre a situação.

Eles relatam jornadas diárias de 10 a 12 horas, baixos salários, violência física e moral, infraestrutura precária e cobrança excessiva por resultados estão entre os principais fatores que contribuem para o adoecimento de educadores nas periferias.

Professores no limite

“Quando eu me aproximava da escola, minha frequência cardíaca disparava”, relata o professor de educação física Sílvio Benedito, 60, morador do Jardim São Luís, na zona sul de São Paulo.

Ele atua há cerca de 22 anos na escola municipal Edvaldo dos Santos Dantas e foi diagnosticado, em 2024, com ansiedade e depressão, quadro associado à síndrome de burnout, ligada ao esgotamento físico e emocional provocado pelo trabalho.

Acordava já com o peso de saber que chegaria ali e encontraria tudo aquilo que me adoecia. Quando recebi o diagnóstico, fiquei assustado. Imagina: um professor de educação física com depressão
Silvio
Professor na zona sul de SP

Em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, a professora Talita da Silva Vitoriano Leal, 35, também enfrentou o adoecimento mental ligado ao trabalho.

Docente há 14 anos no município, precisou se afastar por 10 meses para tratar de dois problemas: um pólipo nas cordas vocais (são lesões que surgem nas pregas vocais semelhantes a pequenas bolhas ou tumores não benignos) e o TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada).

“Em 5 de agosto de 2024 perdi a voz, fiquei 45 dias totalmente afônica, não saía nada. Fui de atestado em atestado, no primeiro o médico me deu 10 dias, voltei a trabalhar, mas não consegui retomar as atividades porque a voz não saia”, conta.

Talita leciona nas escolas E.E. Dr. Honório Monteiro e EMEF Acácia e relata que a rotina em busca de tratamento não foi fácil, porque precisou fazer vários exames. Em outubro de 2024, ela encaminhou o pedido de readaptação para as secretarias municipal e estadual, mas só conseguiu no município.

Sala de aula do 2° ano do fundamental II, escola estadual Dr Honório Monteiro localizado no bairro Chácara Sonho Azul
Sala de aula do 2° ano do fundamental II, escola estadual Dr Honório Monteiro localizado no bairro Chácara Sonho Azul

Talita, ao retornar da licença, não imaginava que o corpo entraria em colapso com o ambiente escolar. “Não sei o que aconteceu, se eu saí correndo, se eu gritei ou passei mal. Só sei que acordei na secretaria, com os meus colegas me chamando, e já ligaram para o meu marido”, diz. Ali manifestou o transtorno de ansiedade.

Ao retornar ao colégio após sofrer a crise de ansiedade, a educadora detalha que ficou atônita ao faltar o ar, e outros sintomas como crises de choro.

Quando o sinal tocou ao retornar do intervalo, não cheguei nem na porta. Tive uma crise de pânico no meio do corredor
Talita
Educadora em Itapecerica da Serra

Na escola Acácia ela foi readaptada e assumiu as funções administrativas com a mesma carga horária e sem contato direto com alunos mas na escola EE Dr. Honório Monteiro suas funções eram as mesmas e a todo momento seu pesadelo diário em ter que continuar lecionando.

O processo de readaptação de professores é um direito garantido por lei para docentes que enfrentam restrições físicas ou mentais que os impedem de exercer suas funções habituais e assegura-se a manutenção da remuneração carga horária adequada, progressão na carreira e o direito à aposentadoria especial.

Sílvio, por sua vez, permaneceu seis meses longe das atividades após ser intimidado por uma pessoa em situação de rua que ocupava a quadra da escola durante uma das aulas. Ao retornar ao trabalho, os professores lembraram de enfrentar crises de ansiedade ainda nos primeiros dias.

“A escola era muito aberta. No fim de semana, muita gente usava o espaço como se fosse um clube. Tinha que recolher de tudo: desde preservativo até espetinho de churrasco”, conta Silvio.

“Sempre reclamava, mas diziam que ‘na periferia é assim mesmo’”, relembra. “Eu respondia que trabalho na periferia desde que me conheço por gente e sei que não precisa ser assim.”

Plataformas e pressão por desempenho

Moradora do bairro Jardim Pinheirinho, em Embu das Artes, na Grande São Paulo, a professora Angela Saraiva, 43, afirma que o comportamento dos alunos não é um problema, o que pesa mesmo é a intensa cobrança do governo do Estado de São Paulo.

Angela leciona para ensino fundamental 2 na Escola Estadual Maria Antonieta Martins de Almeida e conta que começou a desenvolver ansiedade após a perda dos pais em 2002.

Além de sintomas como insônia e palpitações, ela diz que tem sentido muita dor no corpo, o que, segundo o médico, pode ser fibromialgia.

A saúde mental da educadora foi ainda mais prejudicada com a pressão escolar, que se intensificou com a implementação de plataformas digitais de educação.

Uma delas é o Centro de Mídias SP, implementado em março de 2020. Com o isolamento social imposto pela pandemia da Covid-19, a iniciativa ofertou aulas remotas por meio de aplicativos e ferramentas de videoconferência com a finalidade de não impactar o desempenho dos alunos.

Porém, a Secretaria de Educação descontinuou a plataforma em 2025 e foi substituído pela ferramenta “Sala do Futuro”.

Angela afirma que incentiva o uso da plataforma digital em sala de aula, mas que precisa lidar com limitações de aprendizagem e dificuldades técnicas dos alunos fora da escola. “Tem uma boa parte que não faz porque não tem celular, alguns não tem internet em casa.” Mesmo assim, a cobrança tem sido em cima dos educadores.

A outra é a Secretaria Escolar Digital que contém um sistema de indicadores chamado “Farol do Desempenho”. É nele que são avaliados o desempenho dos professores e a gestão escolar, como frequência, formação e metas, em cumprimento do PDI (Plano de Desenvolvimento Individual).

De acordo com Angela, a escola está sempre no indicador vermelho, ou seja, rendimento insatisfatório. Com isso, o governo do estado intensifica a cobrança por melhores resultados.

Essa pressão leva a educadora a tirar licenças esporádicas e de curta duração, de no máximo 7 dias. Ela afirma que nem mesmo a falta de recursos básicos é pior do que a forma como ela e os colegas são tratados.

Angela cita o chamado “leilão de professores”, um termo usado pelos sindicatos e pela oposição à administração do atual Secretário de Educação, Renato Feder, que tem se concentrado em regras mais rígidas para a renovação dos contratos dos professores.

A Resolução SEDUC nº 08/2026 propõe a rescisão contratual de professores da categoria “O” que se ausentam do trabalho por 30 dias ou mais. O decreto também confere ao diretor da escola o poder de decidir sobre a continuidade do vínculo empregatício do professor.

A educadora pontua que a situação é complicada, mas que o fato dela ser efetivada permite que ela possa pegar atestados, enquanto um professor na categoria O não tem a mesma possibilidade. A categoria “O” envolve docentes contratados de forma temporária na rede estadual de ensino.

Não costumo pedir licença médica, mas agora sou obrigada a priorizar a minha saúde

Angela espera conseguir a licença não remunerada para não perder a carga horária de ensino e poder realizar outras atividades.

A educadora atua na profissão há 20 anos e afirma que não costumava pedir licença médica, mas agora é obrigada a priorizar a saúde.

Ela espera obter licença não remunerada para não perder a carga horária de ensino e ter a oportunidade de realizar outras atividades de forma mais flexível e saudável para sua rotina.

Segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo, essa licença tem validade máxima de dois anos, e esse período de ausência não é contabilizado para a suspensão do tempo de serviço nem para qualquer outra finalidade, inclusive legal.

Violência em sala de aula

Trabalhando 12 horas por dia com crianças com idades de 0 a 6 anos, a professora citada no início desta reportagem, viveu uma situação traumática, em 2024, dentro de uma escola particular na Vila Mariana, zona sul de São Paulo.

Ela foi agredida por uma aluna que, de acordo com os educadores da instituição, era muito inteligente, mas sofria com problemas familiares. “O dia que apanhei pela primeira vez dessa menina, não esperava uma situação dessa. Foi do nada”, relembra.

A estudante mordeu os colegas e desferiu tapas e socos na profissional pelo fato de dizer não por três vezes para que ela não ficasse em pé durante uma tarefa em sala.

“Foi uma sequência de socos no meu rosto”, desabafa. “Enquanto gritava socorro para a minha colega da sala ao lado, os alunos pediram ajuda para a coordenadora”, relembra.

Para impedir as agressões, a educadora tomou a atitude de abraçar a aluna. No entanto, a mãe de outro aluno viu a situação e fez uma reclamação para direção achando que a agressão vinha da profissional. “A mãe não viu antes que fui chutada e mordida”, conta.

Depois do fato, a educadora conta que a pressão arterial chegou a 23 por 18, fora o desespero diante da possibilidade de perder o emprego. “Vou ser mandada embora por justa causa e por ser mulher preta, posso ser presa porque a menina é branca”, lamenta.

O que são CIDs?

CID é a sigla para Classificação Internacional de Doenças, sistema da Organização Mundial da Saúde (OMS) que padroniza diagnósticos médicos.

Na saúde mental, alguns dos CIDs mais frequentes são:

  • CID F41 – transtornos de ansiedade
  • CID F32 / F33 – depressão
  • CID Z73.0 – síndrome de burnout (relacionada ao trabalho)

Diferente de outros transtornos mentais, o burnout não é um diagnóstico clínico isolado, mas um quadro associado às condições de trabalho, que pode envolver sintomas registrados sob diferentes CIDs, como ansiedade e depressão.

Entre a naturalização da agressão e o burnout

Toda a situação foi flagrada pelas câmeras de segurança do colégio. E mesmo que as imagens provassem a atitude da profissional, o incidente, para a direção, deveria ser mantido em segredo.

“Eu vou apanhar, ser mordida? Estou me protegendo e protegendo os alunos e mesmo assim estou errada?”, disse ela surpresa à direção. “Sim, você está errada. Por ser uma escola particular e por ter câmeras, são eles [os pais] que pagam o seu salário”, disse a pessoa que estava na direção à época.

Ao longo de seis meses, a rotina dela se tornou insustentável. Além de lidar com os alunos, caso algum colega de trabalho faltasse, cobria outras turmas com alunos que tinham comportamentos semelhantes, o que fez a saúde dela piorar.

Cheguei a entregar 15 atestados porque todos os dias eu ia para o pronto-socorro porque sentia dores, ansiedade, não levantava mais da cama e sentia medo de ir sozinha
Educadora de Cidade Tiradentes

A ficha da educadora caiu quando a médica que a atendeu deu o diagnóstico de Síndrome de Burnout e a aconselhou que o trabalho estava lhe adoecendo.

“Não é uma coisa só de pronto-socorro. Você tem que procurar ajuda”, alerta a médica a educadora.

Com o acolhimento e orientações da médica, a professora tomou a decisão de pedir as contas, em junho de 2024, da unidade escolar. “Se eu não pedisse as contas talvez eu não chegaria até o final do ano. E se eu chegasse até o final do ano, eu não chegaria saudável”, conclui.

Como reconhecer o problema e pedir ajuda?

Especialista indica os pontos de atenção

  1. A psicóloga Keissy de Oliveira Silva explica que o adoecimento de professores está diretamente relacionado às condições de trabalho enfrentadas diariamente nas escolas. “Há uma cobrança para que o professor seja sempre resiliente e criativo, mesmo sem condições reais de trabalho. Quando esse desgaste vira rotina, o adoecimento se instala”, afirma.
  2. O primeiro passo é reconhecer que há um problema. Cansaço extremo, insônia, dores frequentes, irritabilidade, dificuldade de concentração, desânimo e sensação constante de esgotamento estão entre os principais sinais de alerta. Segundo ela, o corpo costuma dar sinais antes que a situação se torne insustentável.
  3. Para além da identificação individual, a especialista afirma que a escola também precisa se tornar um espaço de escuta — e não apenas de cobrança. Isso envolve rever práticas que adoecem os profissionais, criar espaços reais de diálogo, oferecer apoio psicológico e construir uma gestão mais humana, capaz de reconhecer limites e distribuir responsabilidades de forma mais justa.
  4. A psicóloga destaca ainda que muitas dessas questões ultrapassam a capacidade de ação das próprias escolas e estão ligadas a problemas estruturais, tanto da rede pública quanto das instituições privadas. “É fundamental que os professores sejam vistos como pessoas, com limites, subjetividades e direitos, e não como responsáveis por todas as falhas do sistema”, afirma. “Quando a comunidade escolar entende o professor como parceiro, e não como adversário, o fortalecimento é coletivo.”

Governo do estado

Em nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que acompanha os indicadores de saúde dos servidores em parceria com a Diretoria de Perícias Médicas do Estado.

Segundo a pasta, 16.216 professores da rede estadual estavam em licença médica em 2025.

A secretaria também afirma que mantém ações voltadas à saúde mental dos educadores, como o programa “Programa Cuidar de Quem Educa”, que é um serviço de teleatendimento em psicologia e psiquiatria. De acordo com a Seduc, já foram realizados 875.424 atendimentos psicológicos e 52.599 teleconsultas psiquiátricas até janeiro de 2026.

O órgão informou ainda que 8.846 docentes estão atualmente readaptados na rede estadual. Os dados referem-se apenas ao sistema estadual de ensino.

A reportagem também procurou as prefeituras de Embu das Artes e Itapecerica da Serra, mas não obteve retorno até a publicação.

MEC Livros empresta mais de 3 mil títulos por dia; veja os mais lidos

Logo Agência Brasil

A plataforma MEC Livros alcançou a marca de 468 mil obras literárias acessadas gratuitamente desde o lançamento da ferramenta, em abril deste ano, o que resulta em uma média de 3,4 mil livros por dia.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), mais de 107 mil livros foram vistos integralmente, com pelo menos 90% do conteúdo lido.

Notícias relacionadas:

Somado todo o tempo de leitura de todos os usuários na plataforma, foram registradas 269 mil horas, o equivalente a cerca de 30 anos de leitura ininterrupta.

A biblioteca digital do Brasil tem registrados 862 mil usuários em todo o país, dos quais 44% já pegaram ao menos uma obra emprestada.

A iniciativa do governo federal de emprestar os livros tem o objetivo de ampliar o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital, que podem ser acessadas gratuitamente por computadores, tablets e smartphones.

Os mais lidos

No total, 13 mil títulos diferentes já foram emprestados e, ao menos, folheados, entre os mais de 25 mil disponibilizados na plataforma.

Entre todos eles, o livro mais lido é A Cabeça do Santo, da jornalista e escritora brasileira Socorro Acioli, com 27.479 empréstimos. A obra foi desenvolvida em uma oficina de Gabriel García Márquez, colombiano que venceu o Nobel da Literatura em 1982, e conta a história de um jovem que descobre possuir o dom de ouvir as preces de mulheres para Santo Antônio.

TOP5 de mais emprestados no MEC Livros:

  1. A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli;
  2. Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski;
  3. Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski; 
  4. A Vegetariana, de Han Kang; 
  5. Sem Despedidas, de Han Kang.

 

Rio de Janeiro (RJ) 05/11/2024 - Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli
Frame TV Brasil Rio de Janeiro (RJ) 05/11/2024 - Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli
Frame TV Brasil
Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli Frame TV Brasil - Frame TV Brasil

Acervo

A plataforma MEC Livros disponibiliza livros nacionais e internacionais que contribuam para a aprendizagem e formação de estudantes, além de difundir o patrimônio literário, incentivar o hábito de leitura, modernizar o ensino e promover a integração de novas tecnologias na educação.

Na primeira página, está disponível uma lista de livros do catálogo, organizados por categorias como “Em Alta”, “Best-Sellers”, “Autores Clássicos Brasileiros”, “Sucessos internacionais”, “Mais buscados”, entre outras.

Como funciona

Para ter acesso às obras, basta acessar o site ou o aplicativo MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br.

O usuário pode buscar um livro pelo título ou autor. Com base na pesquisa, a plataforma pode sugerir títulos semelhantes.

Ao clicar na capa do livro que deseja pegar emprestado, há a opção de ler antes o resumo sobre a obra no botão “Mais informações”.

Ao clicar nesse botão, o app abrirá uma nova página que contém o botão “Emprestar e Ler”, basta selecioná-lo e o livro estará à disposição para leitura. 

O prazo de empréstimo é de 14 dias. No fim deste prazo, o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título.

Os usuários que tiverem lido ao menos 10% da obra poderão devolvê-la antecipadamente e realizar um novo empréstimo. O mesmo vale para quem já tiver concluído 90% ou mais do conteúdo e desejar encerrar a leitura antes do prazo.

Somente após a devolução deste livro será possível tomar um novo livro emprestado. É permitido o empréstimo de até duas obras por mês por Cadastro de Pessoa Física (CPF)

MEC Livros empresta mais de 3 mil títulos por dia; veja os mais lidos

Logo Agência Brasil

A plataforma MEC Livros alcançou a marca de 468 mil obras literárias acessadas gratuitamente desde o lançamento da ferramenta, em abril deste ano, o que resulta em uma média de 3,4 mil livros por dia.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), mais de 107 mil livros foram vistos integralmente, com pelo menos 90% do conteúdo lido.

Notícias relacionadas:

Somado todo o tempo de leitura de todos os usuários na plataforma, foram registradas 269 mil horas, o equivalente a cerca de 30 anos de leitura ininterrupta.

A biblioteca digital do Brasil tem registrados 862 mil usuários em todo o país, dos quais 44% já pegaram ao menos uma obra emprestada.

A iniciativa do governo federal de emprestar os livros tem o objetivo de ampliar o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital, que podem ser acessadas gratuitamente por computadores, tablets e smartphones.

Os mais lidos

No total, 13 mil títulos diferentes já foram emprestados e, ao menos, folheados, entre os mais de 25 mil disponibilizados na plataforma.

Entre todos eles, o livro mais lido é A Cabeça do Santo, da jornalista e escritora brasileira Socorro Acioli, com 27.479 empréstimos. A obra foi desenvolvida em uma oficina de Gabriel García Márquez, colombiano que venceu o Nobel da Literatura em 1982, e conta a história de um jovem que descobre possuir o dom de ouvir as preces de mulheres para Santo Antônio.

TOP5 de mais emprestados no MEC Livros:

  1. A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli;
  2. Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski;
  3. Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski; 
  4. A Vegetariana, de Han Kang; 
  5. Sem Despedidas, de Han Kang.

 

Rio de Janeiro (RJ) 05/11/2024 - Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli
Frame TV Brasil Rio de Janeiro (RJ) 05/11/2024 - Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli
Frame TV Brasil
Trilha de Letras, da TV Brasil, recebe escritora Socorro Acioli Frame TV Brasil - Frame TV Brasil

Acervo

A plataforma MEC Livros disponibiliza livros nacionais e internacionais que contribuam para a aprendizagem e formação de estudantes, além de difundir o patrimônio literário, incentivar o hábito de leitura, modernizar o ensino e promover a integração de novas tecnologias na educação.

Na primeira página, está disponível uma lista de livros do catálogo, organizados por categorias como “Em Alta”, “Best-Sellers”, “Autores Clássicos Brasileiros”, “Sucessos internacionais”, “Mais buscados”, entre outras.

Como funciona

Para ter acesso às obras, basta acessar o site ou o aplicativo MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br.

O usuário pode buscar um livro pelo título ou autor. Com base na pesquisa, a plataforma pode sugerir títulos semelhantes.

Ao clicar na capa do livro que deseja pegar emprestado, há a opção de ler antes o resumo sobre a obra no botão “Mais informações”.

Ao clicar nesse botão, o app abrirá uma nova página que contém o botão “Emprestar e Ler”, basta selecioná-lo e o livro estará à disposição para leitura. 

O prazo de empréstimo é de 14 dias. No fim deste prazo, o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título.

Os usuários que tiverem lido ao menos 10% da obra poderão devolvê-la antecipadamente e realizar um novo empréstimo. O mesmo vale para quem já tiver concluído 90% ou mais do conteúdo e desejar encerrar a leitura antes do prazo.

Somente após a devolução deste livro será possível tomar um novo livro emprestado. É permitido o empréstimo de até duas obras por mês por Cadastro de Pessoa Física (CPF)

Enamed 2026: inscrições estarão abertas de 15 a 29 de junho

Logo Agência Brasil

As inscrições para o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2026 poderão ser feitas entre os dias 15 e 29 de junho, exclusivamente pelo Sistema Enamed

No mesmo período, os participantes poderão solicitar tratamento pelo nome social e atendimento especializado. Neste último caso, o Inep vai assegurar os recursos de acessibilidade para participantes que comprovem a necessidade e tenham sua solicitação aprovada pela autarquia federal.

Notícias relacionadas:

As regras e prazos foram definidos no o edital publicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Quem deve participar

O Enamed é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina habilitados e inscritos pelo coordenador de curso e avaliado no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2026.

Também será obrigatória a participação dos estudantes do quarto ano de medicina inscritos pelo coordenador do curso de graduação das instituições de ensino.

Para todos os estudantes nestas duas condições inscritos pelos coordenadores de curso no Enade dos cursos de medicina, a inscrição estará confirmada no Enamed.

Além disso, o exame poderá ser realizado de forma voluntária por médicos já graduados interessados em utilizar os resultados nos processos seletivos das especialidades médicas de acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027.

Todos os participantes deverão preencher o questionário do estudante destinado a coletar informações que permitam caracterizar o perfil do candidato e o contexto de sua formação. 

Provas

As provas do Enamed serão aplicadas na tarde de 13 de setembro, em todos os estados e no Distrito Federal por uma instituição contratada pelo Inep.

O caderno de prova terá 100 questões de múltipla escolha, com quatro alternativas e uma única resposta correta.

A nota do Enamed, calculada com base na escala de proficiência da TRI, terá validade de três anos, exceto para estudantes do quarto ano de graduação.

Enare

Os participantes concluintes ou graduados que desejarem usar os resultados do Enamed para participação no Enare deverão seguir as regras previstas no edital do processo seletivo da residência médica, incluindo critérios de inscrição, pagamento de taxa e eventuais pedidos de isenção.

A novidade desta edição é que quem tem resultado válido do Enamed 2025 poderá escolher, no momento da inscrição, entre usar a nota já obtida para participar do Enare ou realizar o Enamed em 2026 para obter uma nova nota.

As regras de inscrição, de pagamento da taxa de inscrição e/ou de isenção da taxa do Enare 2026/2027 estão previstas em edital próprio, publicado pela HU Brasil, a antiga Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

❌