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Peter Thiel tenta assumir o controle do Judiciário brasileiro

By: A A
9 June 2026 at 16:00

Bilionário Peter Thiel, dono do Founders Fund, investe em startup brasileira de IA para controlar advogados e juízes. Risco de captura do Judiciário.

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A recente fuga para a Argentina do bilionário tecnocrata Peter Thiel, mais conhecido por sua empresa Palantir, envolvida na captura dos serviços de segurança e inteligência dos EUA, chamou a atenção para os seus possíveis interesses na América do Sul. O papel de Javier Milei na implementação do Plano Andinia (a promoção da colonização judaica da Patagônia, para fins de criação de um novo Estado sionista) já tornou-se notório, e especula-se sobre a possibilidade de Thiel ter aí algum papel. Outros falam na hipótese de Thiel estar simplesmente saindo dos EUA para escapar a alguma possível futura responsabilização num governo estadunidense pós-Trump.

Agora, independentemente de quais sejam os reais interesses de Thiel na Argentina, não parece ser o alvo principal das operações do bilionário na América do Sul.

Veio a público recentemente o fato de que o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso e o apresentador de TV Luciano Huck, ambos sionistas radicais e representantes do establishment liberal-progressistas, seriam parte do Conselho da empresa brasileira de IA “Enter”. Essa empresa “Enter” está desenvolvendo um sistema, criado a partir dos modelos da OpenAI e da Anthropic, cuja finalidade será gerenciar de forma autônoma os casos dos principais escritórios de contencioso de massa do Brasil, cuidando da produção dos peticionamentos.

Espera-se, ademais, que a “Enter” eventualmente passe a operar também dentro dos tribunais, já que o objetivo declarado da startup é se tornar uma empresa monopolista para IA do setor jurídico. Ao se situar em ambas pontas principais das relações jurisdicionais (advogados e juiz), a “Enter” estaria basicamente dissolvendo a necessária “separação” que deve haver entre autor, réu e juiz, para que se possa preservar, concretamente, a imparcialidade da aplicação do Direito.

Ademais, é importante considerar a possibilidade de que, sutilmente, através de prompts, a “Enter” poderia prejudicar seus próprios clientes em casos nos quais um desses clientes representasse interesses contrários aos interesses dos investidores, diretores e conselheiros por trás da “Enter”.

A questão assume uma dimensão internacional, porém, a partir do momento em que descobrimos que a principal investidora da startup “Enter” é o Founders Fund, um fundo de investimentos de capital de risco criado por Peter Thiel e que conta, entre seus parceiros, com uma miríade de magnatas e especuladores ligados ao Vale do Silício.

Através do Founders Fund, Thiel tem um controle, no mínimo parcial, não apenas sobre a Palantir e a SpaceX do Musk, mas também Facebook, Polymarket, Spotify, Airbnb, entre outras, todas elas vinculadas ao mundo da Big Tech e do Vale do Silício, projetos que parecem dedicados à virtualização e algoritmização do mundo, para controlá-lo e influenciá-lo mais facilmente.

Assim, quando Thiel investe num projeto cujo objetivo declarado é controlar a atuação de advogados e juízes no Brasil, necessariamente estamos diante de um risco institucional significativo. Principalmente porque o Brasil parece ter se tornado laboratório de experimentação para inúmeros projetos liberais de todos os tipos, e os resultados alcançados no Brasil podem servir para determinar a internacionalização desse esforço de controlar as atividades jurídicas ao redor do mundo.

O próprio esforço, já existente no Brasil, de tornar as atividades jurídicas mediadas pela inteligência artificial já é, em si, um risco institucional. Os juízes pararam de ler os processos, bem como de produzir as próprias sentenças. E advogados bem treinados já passaram a incluir em suas petições prompts disfarçados cuja finalidade é manipular a IA do tribunal para que ela dê sentenças favoráveis. Com isso, o fator humano vai sendo excluído do Direito.

O problema é que todos os conflitos jurídicos são, fundamentalmente, sobre interesses humanos, e apenas pessoas podem entender as demandas de outras pessoas; razão pela qual praticamente deveríamos considerar imprescindível, e mesmo um direito fundamental, o ser defendido e julgado exclusivamente por seres humanos.

O impulso de Peter Thiel por controlar as relações jurídicas brasileiras deve servir de alerta para a necessidade de afirmar e reafirmar a importância fundamental da centralidade humana em todas as instituições e relações.

A IA não pode e não deve substituir o homem.

AST SpaceMobile turns to SpaceX for next launches

9 June 2026 at 14:53

AST SpaceMobile decoupled from recent launch disappointments by scheduling the orbital deployment of its next three satellites on a SpaceX Falcon 9 rocket.

The space-based mobile network company hopes to blast its BlueBird 8, 9 and 10 satellites into low Earth orbit (LEO) on 17 June. As ever, launches are dependent on various environmental and other factors, so precise timing is fluid.

AST SpaceMobile expects the latest satellites to deliver almost twice the data rates of its initial BlueBird models, which it noted recently hit 98.9Mb/s in the downlink.

Company president Scott Wisniewski said the significance of the satellites goes beyond expanding its constellation and coverage: they represent the culmination of an in-house manufacturing drive and bolster claims to having birds with the largest phase-arrayed antennas at LEO heights.

AST SpaceMobile stated the trio of satellites are already stacked using a proprietary architecture and ready to be integrated with the SpaceX rocket.

The scheduled launch is something of a firing back by AST SpaceMobile at commentators who questioned whether a recent failure of a Blue Origin New Glenn rocket during a test would impact a plan to conduct regular launches throughout 2026.

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Newly-announced Litavr interceptor is a model microcosm of Ukraine’s drone innovation programs

9 June 2026 at 12:50

Litavr interceptor drone F-drones

If you want to understand how Ukraine’s interceptor drones are evolving and improving but don’t have a lot of time, you can just take a look at the Litavr interceptor announced by the Ministry of Defense on 8 June. 

F-Drones’ Litavr has been in serial production since the fall but its specs have been classified until now. While its capabilities do not appear to be brand new or exclusive to itself, the features list reads like a map of all the ways Ukrainian engineering and battle testing of the past few years made their various interceptors so highly sought-after.  

That includes autonomous last-mile guidance, non-GPS navigation, radar integration, and the ability to control the drone from thousands of kilometers away. The company reportedly manufactures most of its own components, reducing dependence on China. 

All these things are instrumental to Ukraine’s goal of “closing the sky” to Russian weapons. The Defense Ministry set a goal of shooting down no less than 95% of Russian drones and missiles and has been steadily climbing towards that goal: from just over 80% shot down late last year, to 92% shot down in May. 

Last-mile autonomy

According to the MoD, the Litavr's key ability is the automatic pixel lock last mile guidance, in which a pilot controls the speed, while the drone does the rest. 

Semi-autonomous weapons are one of the major achievements of Ukraine’s military-industrial ecosystem. Defense Minister Mykhailo Fedorov emphasized autonomy as a key technology. 

“Autonomy is one of the key areas of development of modern air defence,” he said in a 8 June statement.

“Technologies like this enable faster responses to large-scale attacks and more effective protection of Ukrainian cities. We are scaling solutions that have already proved their effectiveness in combat conditions.” 

Fedorov claimed that a Brave1 company has already created tech that automates 95% of the "entire interception process, from launching a drone to destroying a Shahed," which has been battle-tested in Kharkiv Oblast. 

AI-assisted navigational and target lock tools are present in a plethora of Ukrainian drones: from deep and middle strike UAVs, to FPVs, to interceptors, which were reportedly getting anti-Shahed modules in December.

Across Ukraine and around the world, companies and volunteer cooperatives are using the country’s archive of battlefield footage to train models to become progressively more accurate and deadlier in combat. 

Navigation and controls

Besides its daytime and thermal cameras, the Litavr has its own non-GPS navigation tools and integrates into existing radar systems through a proprietary software package. 

The announcement was light on details, but this is another demonstration of Ukraine creating solutions to the realities of Russia’s war. The skies and battlefields are full of jamming and spoofing, which makes GPS a highly-unreliable solution. 

Adaptations have included visual-inertial odometry, like the kind NASA's Mars drones use, beacon-based systems, AI that image matches preloaded terrain data, and tapping into nearby radar systems, like the Litavr does. 

The drone also incorporates a system that allows operators to steer them from hundreds or thousands of kilometers away. 

This system has been in development for over a year and announced in April, with more than 10 manufacturers integrating it into their systems. Wild Hornets made a splash online with their announcement that an operator took down a target from outside Ukraine's borders.

Speed and range

The Litavr has a reported top speed of 350 kilometers per hour. This isn’t the first drone with such a claim—the MoD said the same thing of the JEDI Shahed Hunter presented in March—and other drones before it had similar claims made about them, like the Furia.  

However, 350 km/h is on the upper end of most interceptors in use these days. The more famous drones of this class like SkyFall’s P1-SUN has a reported top speed of 310 km/h and Wild Hornets’ Stinger reportedly hit 315 km/h in tests, though the website says it tops out at 280 km/h. This was a massive upgrade from earlier Sting, which could reportedly go up to 160 km/h.

Ukraine is pushing that ceiling higher. As early as December, the Brave1 Defense Cluster announced that Ukraine can now mass-produce a motor that can accelerate an interceptor to 400 kilometers per hour. The manufacturer, Motor G, makes more than 100,000 motors per month, according to the announcement.

Geran-3 jet-powered Russian attack drone. (Photo: Wild Hornets)

The growing speed is needed to combat jet-powered Shaheds, whose speeds can climb up to 600 kilometers per hour, which is a drum MoD adviser Serhiy “Flash” Beskrestnov has been beating constantly. Ukrainian devs are working on the problem: for example, General Cherry and STRIX are reportedly integrating chemical boosters into their Bullet interceptors.

Litavr’s operational range of 40 kilometers appears to be comparable to the Sting, though the MoD claimed a record flight of 80 km for the former. The flight ceiling of 9 kilometers appears to be higher than many interceptors of Litavr’s type, which range from 3 to 7 km.

Reducing reliance on China

The manufacturing is also indicative of what Ukraine is trying to accomplish. F-Drones reportedly builds most of its own electronics, engines and flight controllers.

Ukraine's government has a stated goal to reduce its dependence on Chinese parts, which, while cheaper, also pose a security risk. If China stops the flow of parts for whatever reason, Ukraine's entire weapons industry can be in trouble. China also supplies many of the parts for the very Shaheds these interceptors are meant to stop. 

According to a December report by Zmiinyi (Snake) Island Institute, Ukraine's domestic manufacturers covered 70% of the need for communication systems for controlling drones, and 55% for analog video transmitters. The institute believes that Ukraine has the potential to cover 100% of the market in these three categories. 

At the time of the report, Ukrainian manufacturers produced just 25% of flight controllers for domestic FPV drones, 14% of the thermal cameras and 12% of the electric motors. However, the Institute projected that Ukraine can produce as much as 75% of flight controllers, 90% of thermal cameras and 50% of electric motors over 2026.

O efeito Flynn na era da IA: inteligência ou adaptação? | Por Miguel Coutinho e Dinis Catronas

9 June 2026 at 12:46

Durante décadas, a ideia parecia clara: geração após geração, as pessoas obtinham pontuações cada vez mais elevadas nos testes de inteligência. Este fenómeno, conhecido como efeito Flynn, em homenagem ao investigador James R. Flynn, sugeria que nos estávamos a tornar progressivamente mais inteligentes.

Mas esta leitura não é linear, tornando-se ainda mais complexa num contexto em que a inteligência artificial (IA) começa a influenciar a forma como pensamos, aprendemos e resolvemos problemas.

Mas o que é, afinal, o efeito Flynn? Este efeito reflete o aumento consistente das pontuações em testes de QI (Quociente de Inteligência) ao longo do tempo. Na maioria dos países, esse crescimento rondou os 3 pontos por década ao longo do século XX.

MIGUEL COUTINHO
Presidente da Delegação Regional Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses

À primeira vista, a conclusão parece óbvia: estaríamos a ficar mais inteligentes. No entanto, esta interpretação pode ser enganadora. O efeito Flynn não significa necessariamente que as pessoas no passado fossem menos inteligentes, mas sim que obtiveram piores resultados nos testes que usamos para medir essa capacidade.

Isto levanta uma questão fundamental: o que é que esses testes medem realmente? Inteligência, uma forma específica de raciocínio ou adaptação a determinados tipos de tarefas?

Os testes de QI foram criados no início do século XX por Alfred Binet com um objetivo prático: identificar crianças com dificuldades de aprendizagem no contexto escolar, e não medir uma inteligência absoluta. Com o tempo, passaram a ser utilizados como indicadores gerais de capacidade intelectual, muitas vezes para além do seu propósito inicial.

DINIS CATRONAS
Psicólogo, membro da direção da Delegação Regional do Sul da Ordem dos Psicólogos Portugueses

A investigação mostra que o efeito Flynn não resulta de evolução biológica – o período em causa é demasiado curto para alterações genéticas significativas – mas sim de mudanças sociais e ambientais.

As explicações mais consistentes apontam para fatores como o aumento da escolaridade, melhorias na nutrição e ambientes cada vez mais exigentes do ponto de vista cognitivo, com maior exposição a tarefas abstratas e mudanças culturais na forma de raciocinar.

O efeito Flynn reverso: estamos a voltar para trás?

Nas últimas décadas, começaram a surgir dados que apontam para uma estagnação ou mesmo inversão deste fenómeno em vários países – o chamado efeito Flynn reverso.

Em Portugal, um estudo com adultos comparou candidatos avaliados em 2005 e 2010, revelando que os participantes de 2005 apresentaram melhores desempenhos, com diferenças significativas na compreensão verbal e no cálculo numérico, enquanto o raciocínio lógico se manteve relativamente estável.

Este padrão é consistente com dados internacionais, que apontam para uma estagnação, ou mesmo descida, em competências ligadas à linguagem e ao cálculo, enquanto o raciocínio abstrato tende a variar menos.

Uma possível explicação prende-se com a mudança das exigências sociais e laborais: competências como vocabulário, compreensão verbal ou cálculo mental podem estar a perder centralidade no quotidiano e nos sistemas educativos.

A entrada da IA neste cenário levanta uma questão central: o que acontece quando começamos a transferir para as máquinas tarefas que antes dependiam do nosso esforço mental?

Hoje, a IA já resolve problemas matemáticos, produz textos complexos, sintetiza informação e apoia a tomada de decisão, tornando-se parte do nosso dia a dia.

Os seus efeitos podem ser contraditórios. Por um lado, funciona como uma extensão da mente humana, permitindo níveis mais elevados de desempenho. Por outro, pode reduzir o treino de competências como cálculo mental, memória ou produção verbal estruturada.

Se cruzarmos esta realidade com o efeito Flynn, surge uma hipótese plausível: tal como a escolarização influenciou a subida das pontuações de QI no passado, a inteligência artificial poderá estar agora a moldar (ou até a redefinir) aquilo que medimos como inteligência.

Mas será que estamos a medir inteligência ou adaptabilidade?

O efeito Flynn lembra-nos que os testes de QI não medem uma entidade fixa chamada “inteligência”. Medem a capacidade de responder a tarefas que refletem as exigências cognitivas de cada época. Num mundo marcado pela IA, essas exigências estão a mudar rapidamente.

Talvez a questão mais relevante já não seja se estamos mais ou menos inteligentes, mas sim: estamos a desenvolver o tipo de inteligência que o nosso contexto exige?

O futuro da inteligência já começou

O efeito Flynn nunca foi apenas sobre inteligência, mas sobre contexto. Mostrou que o ambiente molda profundamente o desempenho cognitivo e que os testes de QI refletem tanto a sociedade quanto o indivíduo.

Hoje, com a IA a transformar a forma como pensamos e aprendemos, podemos estar perante uma nova fase deste fenómeno – não necessariamente um declínio da inteligência, mas uma reconfiguração do que significa ser inteligente.

Talvez, no futuro, o verdadeiro desafio não seja aumentar o QI, mas compreender que tipo de mente estamos a construir numa era de máquinas que “pensam” de forma mais rápida e precisa.

Como psicólogos, educadores e cidadãos, a responsabilidade é clara: garantir que esta transição não nos faz perder competências fundamentais, mas que promove uma inteligência mais adaptativa, crítica e humanamente relevante.

O futuro da inteligência não se escreve apenas em algoritmos. Escreve-se também nas escolas, nas políticas públicas, nas consultas e na forma como integramos a tecnologia na nossa vida.

A questão já não é se vamos usar IA, porque na realidade já o fazemos praticamente de forma diária em diversas áreas da nossa vida.

A verdadeira questão será diferente: estaremos a usá-la para pensar melhor ou para pensar menos?

Leia também: “O futuro da inteligência não se escreve apenas em algoritmos. Escreve-se também nas escolas, nas políticas públicas, nas consultas e na forma como integramos a tecnologia na nossa vida”

Isola dei Famosi, Selvaggia Lucarelli nelle Filippine rassicura dopo il terremoto: “E’ lontano da dove giriamo”

9 June 2026 at 09:11

Selvaggia Lucarelli è arrivata nelle Filippine per L’Isola dei Famosi. Il viaggio è coinciso con il terremoto e l’allarme tsunami nell’area. La giornalista ha precisato che la location del reality è lontana dalla zona colpita e ha contestato le ricostruzioni allarmistiche circolate nelle ore successive.

Isola dei Famosi, viaggio movimentato per Selvaggia Lucarelli verso le Filippine

Selvaggia Lucarelli è volata nelle Filippine per L’Isola dei Famosi e il suo arrivo è stato accompagnato da una notizia che ha subito fatto rumore: un forte terremoto, seguito da un allarme tsunami, ha colpito l’area proprio nelle stesse ore.

La giornalista ha documentato sui social le tappe del viaggio verso la destinazione del reality Mediaset. La trasferta prevede un percorso lungo, con volo intercontinentale, scalo a Hong Kong e successivi spostamenti fino alla location scelta per il programma.

La coincidenza tra la partenza per il reality e il sisma ha generato titoli e commenti preoccupati. Lucarelli è intervenuta per correggere le ricostruzioni che, a suo giudizio, descrivevano la situazione in modo impreciso. La location dell’Isola, ha spiegato, si trova lontano dalla zona colpita.

La precisazione è arrivata mentre il pubblico seguiva già con curiosità il suo debutto nel programma. Per Lucarelli si tratta di una nuova esperienza televisiva dopo Ballando con le stelle e il Grande Fratello VIP, lontana dai contesti in cui il pubblico è abituato a vederla discutere, giudicare o commentare.

Isola dei Famosi e il terremoto nelle Filippine, Lucarelli: “Sono formate da 7000 isole, non sono le Eolie”

Le Filippine sono un arcipelago vastissimo, composto da migliaia di isole. Proprio su questo punto Lucarelli ha insistito per ridimensionare l’allarme legato alla produzione del reality. La giornalista ha ricordato che non tutte le zone del Paese sono coinvolte nello stesso modo dagli eventi sismici.

“Iniziamo serenamente. – scrive la giornalista nelle sue Storie su Instagram – Vado a condurre l’Isola nelle Filippine”. Dopo la notizia dell’allarme tsunami lanciato nella zona dopo un terremoto magnitudo 7.8, Selvaggia Lucarelli ha quindi così puntalizzato: “Sto leggendo articoli allarmistici e imprecisi. L’Isola dei Famosi è una location distante dal terremoto. Le Filippine sono formate da 7000 isole, non sono le Eolie”.

La presenza di Lucarelli aggiunge a L’Isola dei Famosi un elemento di curiosità. Il suo stile diretto, spesso divisivo, potrebbe incidere sulla narrazione del reality e sul modo in cui verranno raccontati naufraghi, dinamiche interne e tensioni del gruppo.

La missione nelle Filippine non sarà breve. Lucarelli ha parlato di una permanenza destinata a durare fino a luglio inoltrato. Un impegno di settimane, con ritmi televisivi serrati e una produzione lontana dall’Italia.

L’Isola dei Famosi riparte così con una partenza già agitata fuori dal set. Il terremoto non riguarda direttamente la location del programma, ma ha spostato l’attenzione sul viaggio della conduttrice e sulla sicurezza della produzione. In questa nuova edizione ci saranno diverse novità. Si parla infatti dell’addio non solo alla diretta ma anche al televoto. Tra i concorrenti, poi, potrebbe esserci anche Il Musazzi, volto noto dei social.

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Francesca Michielin si sposa: chi è il futuro marito Davide Spigarolo

9 June 2026 at 07:35

Francesca Michielin si sposa con Davide Spigarolo. Le pubblicazioni di matrimonio sono comparse nei Comuni di Bassano del Grappa e Marostica. La cantante e il compagno si preparano alle nozze dopo una relazione vissuta lontano dall’esposizione continua. Data e luogo della cerimonia non sono stati comunicati.

Francesca Michielin si sposa

Francesca Michielin si prepara al matrimonio con Davide Spigarolo. La notizia è emersa dopo la comparsa delle pubblicazioni nei Comuni legati alla coppia: Bassano del Grappa per la cantante e Marostica per il futuro marito. Un passaggio formale che anticipa le nozze e che ha subito acceso la curiosità dei fan.

Per ora non sono stati diffusi dettagli sulla data, sulla location o sugli invitati. La scelta conferma la linea mantenuta negli ultimi anni dalla cantautrice, che ha sempre raccontato poco della propria vita privata e ha preferito lasciare alla musica lo spazio pubblico maggiore.

Il matrimonio arriva in una fase molto intensa per Francesca Michielin. La cantante è tornata al centro dell’attenzione anche con i nuovi progetti musicali, tra singoli, album e appuntamenti live.

Chi è Davide Spigarolo, il futuro marito

Davide Spigarolo non appartiene al mondo dello spettacolo. Lavora nello sport, tra preparazione atletica, osteopatia e attività tecnica. Il suo nome è legato anche a una famiglia molto conosciuta nell’atletica italiana: è figlio di Gabriella Dorio, oro olimpico nei 1500 metri a Los Angeles 1984.

La relazione con Francesca Michielin è stata raccontata negli anni attraverso pochi dettagli. I due si conoscevano da tempo e si sarebbero avvicinati durante il periodo della pandemia, fino a costruire una storia stabile. Lei ha parlato più volte dell’importanza di avere accanto una persona capace di accompagnarla nei momenti più difficili, senza trasformare il rapporto in materiale da copertina.

La coppia condivide anche alcune passioni, dallo sport alla Formula 1. In diverse occasioni sono stati notati insieme in contesti legati ai motori, ma sempre senza alimentare esposizioni eccessive.

Le nozze, salvo sorprese, dovrebbero arrivare nei prossimi mesi. La cantante intanto prosegue con la musica, mentre la curiosità attorno al matrimonio cresce giorno dopo giorno.

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Buongiorno 9 giugno 2026: oroscopo, aforisma e santo del giorno

9 June 2026 at 07:16

Buongiorno 9 giugno 2026: oroscopo, aforisma e santo del giorno

Come iniziare al meglio la giornata con Affaritaliani.

Santo del giorno 9 giugno 2026

Oggi 9 giugno si venera Sant’ Efrem – Diacono e dottore della Chiesa.

Aforisma del giorno 9 giugno 2026

Il destino fa fuoco con la legna che c’è (Alessandro Baricco)

Oroscopo oggi 9 giugno 2026: le previsioni astrologiche di oggi segno per segno

Le previsioni dell’Oroscopo di oggi 9 giugno 2026: ascoltiamo i consigli dei segni zodiacali per affrontare al meglio la giornata

ARIETE OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Ariete:

Ti piace prenderti cura degli altri e intervieni regolarmente nelle loro vite per guidarli. Ironia della sorte, oggi sei tu ad aver bisogno di consigli. Probabilmente avrai bisogno di allontanarti da tutto per avere una visione chiara della tua vita, Ariete. Potresti anche decidere di organizzare un viaggio all’estero in futuro.

TORO OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Toro:

Tutti noi dobbiamo scendere a compromessi per vivere nella società contemporanea. Potreste avere convinzioni forti, ma è difficile conciliare i vostri ideali con la vita sociale. Oggi potreste chiedervi se siete pronti a essere emarginati dalla società e a lottare per le vostre convinzioni. Non dovreste forse cercare un compromesso tra la vita e i vostri ideali?

GEMELLI OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Gemelli:

Hai sempre sentito il bisogno di liberarti dalla società. Hai bisogno di sentirti indipendente a tutti i costi. Potresti dover affrontare alcuni problemi relazionali in questo periodo. Forse esiti a impegnarti, sia sul lavoro che nella vita privata. Potresti chiederti se il tuo atteggiamento non stia in realtà rivelando il desiderio di allontanarti da tutto. Forse oggi troverai la risposta.

CANCRO OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Cancro:

Potresti sentirti infastidito dall’atteggiamento di alcuni dei tuoi amici. A differenza di queste persone, sei molto aperto mentalmente e sai affrontare le situazioni man mano che si presentano. Infatti, hai una naturale capacità di adattamento a ogni situazione. Cancro, oggi probabilmente dovrai fare da arbitro tra due persone con opinioni molto diverse.

LEONE OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Leone:

Oggi, Leone, sarai travolto da una miriade di emozioni. In un certo senso, rivivrai la tua infanzia. Potresti sentirti molto nervoso. Questa è una buona disposizione d’animo per analizzare la tua vita. Sarai in grado di capire se tutto ciò che ti circonda è al posto giusto. Cerca di trarre il massimo da questo stato d’animo.

VERGINE OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Vergine:

Vergine, sai davvero come sedurre. C’è una scintilla dentro di te che si diffonde naturalmente a chi ti sta intorno. Possiedi una grande riserva di sensibilità ed emotività che potrebbe crescere oggi. Potresti affascinare nuove persone. Non dimenticare di ricaricare le batterie per mantenere intatte le tue emozioni nei giorni a venire.

BILANCIA OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Bilancia:

Bilancia, la tua vitalità fisica dovrebbe essere piuttosto forte e sarai incoraggiato da una maggiore fiducia in te stesso. Allo stesso tempo, però, qualcuno sembra cercare di irritarti comportandosi in modo egoista e irrispettoso del tuo spazio personale. Questo potrebbe portare a un conflitto di cui non hai bisogno. La buona notizia è che probabilmente ti aprirà a una prospettiva diversa, che alla fine potrà rivelarsi utile per comprendere la situazione.

SCORPIONE OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Scorpione:

Scorpione, non prendere nulla di ciò che leggi o senti oggi per oro colato. È possibile che tu riceva notizie piuttosto spiacevoli, ma prima di reagire con frustrazione, leggi attentamente le note a piè di pagina. La notizia potrebbe non essere poi così brutta. Anzi, potrebbe persino non essere vera! Fai un respiro profondo e tira un sospiro di sollievo, poi torna alla tua routine quotidiana.

SAGITTARIO OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Sagittario:

È probabile che oggi riceverai delle notizie spiacevoli, Sagittario. Forse ci sono dei cambiamenti in corso sul lavoro di cui leggi sul giornale del mattino. Oppure potresti ricevere una telefonata con una notizia sconvolgente su un vecchio amico. Dovrai affrontare la situazione con calma e non lasciare che ti rovini la giornata. Con l’intensità delle energie planetarie in gioco, rischi di reagire in modo eccessivo.

CAPRICORNO OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Capricorno:

Questa potrebbe essere una giornata di intoppi e malfunzionamenti tecnici, Capricorno. È frustrante, certo, ma anche un po’ divertente. Tutto ciò che tocchi, dal computer alla lavatrice, sembra gemere e tremare prima di rompersi definitivamente. A quanto pare, oggi hai l’opposto del tocco di Mida. Non prenderla sul personale. Piuttosto, usala come scusa per fare qualcosa di straordinario con il tuo tempo.

ACQUARIO OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Acquario:

Oggi sarà una giornata all’insegna della socializzazione, con una forte enfasi sullo scambio di informazioni. Se partecipi a una festa stasera, Acquario, sii ricettivo verso chiunque incontri. È probabile che arrivi qualcuno di nuovo che avrà un impatto significativo sulla tua vita. Potrebbe essere che ti segnali un’opportunità professionale sul lavoro. È persino possibile che questa persona diventi un interesse romantico. Non si può mai sapere!

PESCI OROSCOPO DI OGGI MARTEDì 9 GIUGNO 2026

Oroscopo del giorno Pesci:

Pesci, questa mattina potresti voler fare uno sforzo in più per riordinare casa. È probabile che riceverai visite inaspettate. Alcuni vicini potrebbero presentarsi senza preavviso, oppure una vecchia amica potrebbe chiamarti dalla sua auto dicendo che sta arrivando. Prendila con calma. Anche se avevi molti impegni per la giornata, sarà molto più piacevole se la trascorrerai in compagnia degli amici.

Per scoprire nel dettaglio tutto ciò che le stelle dicono su amore, lavoro, benessere e fortuna per oggi 9 giugno 2026, clicca sull’oroscopo di Affaritaliani.

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Milo Infante, la Rai, le dimissioni (non ancora date) la firma che ancora non c’è con Mediaset e i margini per restare in Rai. Retroscena

9 June 2026 at 07:15

Milo Infante, la Rai, Mediaset, le dimissioni (non ancora date) la firma che ancora non c’è con Mediaset e i margini per restare in Rai. Retroscena

C’è una notizia che ha scosso ieri pomeriggio il mondo della televisione e riguarda Milo Infante che lascerebbe le calde braccia di mamma Rai, per passare in quelle di Mediaset. Non sarebbe di certo la prima volta che un giornalista della tv pubblica lascia la Rai per passare a Mediaset.

Come non ricordare i casi di Gerardo Greco, nominato direttore del Tg4 e conduttore di un prime time (poi i scarsi risultati convinsero entrambe le parti a rescindere il contratto) fino al più recente passaggio di Bianca Berlinguer sul martedì di Rete 4 con i tiepidi risultati che sappiamo, tanto da chiedere il passaggio alla più facile serata del mercoledì che Affaritaliani vi ha raccontato.

Ma torniamo a Milo Infante. Cosa è successo ieri? E’ successo che poche ore prima che la notizia diventasse pubblica, ha chiamato la Rai dicendogli dell’offerta che ha ricevuto da Mediaset. Un’offerta che, secondo rumors, lo potrebbe collocare nel primo pomeriggio di Rete 4, più un prime time da decidere fra il giovedì di Rete 4 (Paolo Del Debbio avrebbe espresso il desiderio di restare solo nell’access time) oppure in un prime time su Italia 1, operazione questa sullo stile di un altro transfuga Rai, ovvero Roberto Giacobbo, che poi ha trovato la sua casa ideale sulla specializzata Focus. Tutte ipotesi di scuola per ora queste.

Naturalmente ci sarebbe stato lo stupore della Rai, visto che il suo programma, sia quotidiano che prime time era stato confermato per la prossima stagione e quest’anno la tv pubblica lo ha pure promosso proprio in prima serata. Un addio che ricorderebbe per certi verso quello che accadde con Bianca Berlinguer, che andò a Mediaset poco prima della presentazione dei palinsesti dopo aver visto confermato il suo Cartabianca. Nessuna lettera di dimissioni di Infante è ancora arrivata, ma solo la comunicazione di questa offerta della concorrenza, con cui non ha ancora firmato nessun contratto. Ci sarebbero quindi ancora i margini da parte di Rai di trattenere Infante nella propria squadra.

Cosa potrà esserci sul piatto per far resistere Infante dalle tentazioni del biscione? Affaritaliani ha interrogato fonti Rai che ci parlano di un aumento del compenso (naturalmente a Mediaset l’ex giornalista di Telelombardia andrebbe a guadagnare di più) magari con un contratto sullo stile di quelli di Vespa o della Maggioni, soluzione questa però un po’ complicata. Infante è un dipendente Rai a contratto a tempo indeterminato con la qualifica di vice direttore degli Approfondimenti ad personam.

Ma soprattutto Infante potrebbe ottenere una considerazione e visibilità maggiore da parte di Rai, che forse, ai suoi occhi, negli ultimi tempi non gli è stata data, anche alla luce dei buoni risultati di Ore 14 sera che ha superato, più di una volta, il diretto concorrente Quarto grado. Ricordiamo poi che prima di Ore 14 è stato collocato Due di picche di Tommaso Cerno che gli sottrae del tempo e non appare, numeri alla mano, un traino particolarmente efficace.

A margine di questa operazione c’è una considerazione che riguarda un po’ il modus operandi di Mediaset che, secondo alcuni osservatori privilegiati del mondo della Tv, spesso acquista personaggi per toglierli alla concorrenza, naturalmente non parliamo del caso specifico.

Comunque per tornare alla vicenda Infante, nelle prossime ore ci sarà un incontro fra l’ex giornalista di Telelombardia e la Rai in cui si metterebbero le carte sul tavolo. Come già detto i margini per ricucire il rapporto ci sono, poi occorre vedere dove si spingeranno le rispettive volontà di ricucirlo davvero. La Rai vuole trattenerlo,su questo non ci sono dubbi.

Di certo però in Rai ci sono personaggi come Massimo Giletti e Salvo Sottile che potrebbero prendere il posto di Infante, sia nel prime time, sia alla guida di un Ore 14 pomeridiano su Rai2. Ma questi sono evidentemente discorsi e scenari che si faranno a bocce ferme. D’altronde dice un vecchio e saggio adagio “Morto un Papa se ne fa un altro”.

L'articolo Milo Infante, la Rai, le dimissioni (non ancora date) la firma che ancora non c’è con Mediaset e i margini per restare in Rai. Retroscena proviene da Affaritaliani.it.

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