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Apple внедряет виджеты большого размера в iOS 27 по образцу Android

9 June 2026 at 19:00

В новой версии операционной системы iOS 27 пользователи iPhone смогут создавать виджеты большого размера — на весь экран устройства. Об этом сообщает издание Android Authority.

Журналисты отметили, что крупные виджеты давно реализованы в Android. Появившись там ещё в 2009 году, они позволяли размещать на экране блоки, занимающие площадь примерно 24 иконок приложений. В iOS виджеты появились несколько лет назад, но только сейчас их разрешили увеличивать почти на весь экран смартфона.

По данным Android Authority, новая функция пока доступна лишь разработчикам приложений. Ведущие специалисты подчеркнули, что с запуском iOS 27 Apple официально позаимствовала важный интерфейсный элемент, который до этого долго оставался эксклюзивом Android.

Переход на сайт «Новости Москвы»Не прошло и недели после выхода нового iPhone 7, как он был взломан. Подробности можно узнать в статье iPhone 7 удалось взломать через несколько дней после начала продаж.

Кроме виджетов, в компании пообещали, что iOS 27 ускорит работу всех фирменных смартфонов. По информации Apple, приложения с новой операционной системой будут запускаться на 30 процентов быстрее.

Apple внедряет виджеты большого размера в iOS 27 по образцу Android • Опубликовано на FiNE NEWS

El cambio histórico de Apple en el diseño de sus pantallas que verás en todos tus dispositivos

9 June 2026 at 17:45

Apple quiere otorgar una misma identidad estética a todos sus sistemas operativos. Precisamente por ello, iOS 27, iPadOS 27, macOS 27 Golden Gate y CarPlay compartirán una misma línea visual en los fondos de pantalla. 

No es una novedad que cambie la forma de usar el iPhone, el Mac o el coche con CarPlay. Sin embargo, deja claro que Apple quiere que todo su ecosistema parezca todavía más unido, incluso en esos pequeños detalles que hasta ahora iban por separado.

Pequeños detalles para formar una identidad común

El diseño elegido se llama Celosia y apuesta por curvas superpuestas, sombras suaves y una estética que recuerda a pétalos o papel plegado. Además, las formas dibujan sutilmente un 27, lo que conecta el fondo con la nueva generación del sistema operativo.

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Hasta ahora, lo habitual era que cada plataforma tuviera su propio fondo característico. El iPhone iba por un lado, el Mac por otro y CarPlay mantenía su propia adaptación. Ahora, Apple ha decidido que la identidad visual debe ser común.

En iPhone (iOS) y iPad (iPadOS) habrá variantes estándar, dinámicas y de color, con versiones pensadas para el modo claro y el modo oscuro. En mac (macOS), el fondo también estará integrado con opciones dinámicas, mientras que CarPlay contará con varias combinaciones de color adaptadas a la pantalla del coche.

Apple quiere potenciar la sensación de ecosistema. Lleva años intentando que pasar del iPhone al iPad, del iPad al Mac o incluso del coche al móvil sea cada vez más natural, por lo que unificar los fondos de pantalla encaja con esa idea. No cambia cómo funcionan los dispositivos, pero refuerza la idea de que todos forman parte de una misma experiencia. En otras palabras, la compañía de Cupertino no busca solo estrenar un fondo bonito, sino transmitir que iOS, iPadOS, macOS y CarPlay van cada vez más de la mano.

© Difoosion

El nuevo diseño Celosia, de Apple

Apple apresenta assistente Siri IA que não vai funcionar na Europa e na China

A Apple revelou esta segunda-feira a reformulação do seu assistente Siri transformado em inteligência artificial (IA) conversacional, mas apoiado na tecnologia da Google, dois anos depois do fracasso de uma primeira tentativa desenvolvida internamente.

Com lançamento previsto para o outono, exceto na China e na Europa por questões regulamentares, o assistente da Apple, renomeado SiriAI, permitirá delegar a redação de emails, pesquisar através das aplicações ou deixar a ferramenta interpretar o que aparece no ecrã.

O assistente, que necessita de dispositivos recentes com chips Apple, baseia-se numa adaptação própria dos modelos Gemini do Google, aumentando a dependência do gigante de Cupertino em relação ao seu vizinho em Mountain View.

A Apple, que fez da privacidade dos dados um argumento comercial central, ao contrário do Google, insistiu várias vezes na apresentação baseada no facto de estas funções IA funcionarem apenas no seu ecossistema seguro.

A apresentação de segunda-feira, 8 de junho, como de costume pré-gravada, marcou a última aparição do chefe da Apple, Tim Cook, na abertura da conferência anual de criadores (WWDC): “foi a honra de uma vida”, declarou no final aquele que cederá a direção geral a partir de 1 de setembro a John Ternus, responsável pela engenharia de hardware.

Alguns minutos antes da transmissão da “keynote”, Tim Cook veio saudar uma última vez a comunidade de criadores reunida na Apple Park, enxugando uma lágrima sob uma salva de aplausos, conforme constatou um jornalista da agência de notícias francesa AFP.

Há dois anos, durante a mesma conferência, Tim Cook tinha anunciado que a Apple estava a alcançar um marco importante para integrar massivamente a IA generativa, acompanhando o frenesim que tomou conta do setor desde o lançamento do ChatGPT. Mas, o lançamento nunca ocorreu. A tão esperada reformulação do assistente de voz Siri, elogiado nos anúncios do grupo, nunca se concretizou, custando à Apple uma ação coletiva de clientes americanos, que a empresa aceitou pagar este ano, de 250 milhões de dólares (216,8 milhões de euros).

O atraso da Apple na corrida à IA não é um obstáculo para muitos analistas. Com mais de 2,5 mil milhões de dispositivos ativos, a Apple poderia sair-se bem quando os usos de IA para o público em geral chegarem à sua maturidade.

“A Apple está a fazer uma enorme aposta na IA: não ter de gastar centenas de mil milhões por ano em infraestruturas de IA (…) para colher os frutos”, escreve John Gruber, um comentador muito seguido.

“A IA é uma tecnologia incrivelmente poderosa, capaz de moldar a sociedade a fundo”, declarou o responsável pelo software da Apple, Craig Federighi, no vídeo de apresentação.

“No entanto, alguns parecem avançar de cabeça baixa, como se estivessem a perseguir a IA pela IA, sem real consideração pelas pessoas”, acrescentou, ao apoiar esta nova estratégia.

O grupo apresentou também longamente o reforço do controlo parental, no momento em que os gigantes americanos da tecnologia enfrentam uma pressão crescente da sociedade civil em relação à proteção de menores.

Apesar da ausência de uma oferta de IA competitiva, a ação da Apple desafiou amplamente a gravidade nos últimos dois anos.

A sua capitalização supera os 4.000 mil milhões de dólares, estando entre as três maiores do mundo, atrás da Nvidia e próxima do Google.

No trimestre encerrado em março, a Apple registou um lucro líquido de quase 30 mil milhões de dólares [27,3 mil milhões de euro] (+19%) , impulsionado por vendas massivas do iPhone 17. As dificuldades do grupo em desenvolver as suas ferramentas de IA de forma autónoma contrastam com a sua cultura de controlo total, desde os chips caseiros até aos softwares.

Hey Siri, pede pf ajuda ao Google para dar um jeito na IA da Apple

By: AFP
9 June 2026 at 13:40
É o tudo ou nada para a Apple, que apresentou uma versão completamente nova da IA do seu iPhone, desenvolvida com a ajuda da Google — dois anos depois de a empresa ter tropeçado na primeira tentativa. A nova assistente, agora Siri AI, vai ter uma app independente, inteligência visual e ações entre aplicações. A Apple apresentou esta segunda-feira, na sua Worldwide Developers Conference,  a nova Siri AI. A assistente de voz IA foi construída de raíz, com base no Google Gemini, e concebida para ser mais capaz, conversacional e atenta ao que está no ecrã do utilizador. Esta foi

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https://www.youtube.com/watch?v=2PW5y3zAvPE É o tudo ou nada para a Apple, que apresentou uma versão completamente nova da IA do seu iPhone, desenvolvida com a ajuda da Google — dois anos depois de a empresa ter tropeçado na primeira tentativa. A nova assistente, agora Siri AI, vai ter uma app indep

Siri Ia non sarà rilasciato in Europa, scontro Apple-Commissione Ue. “Bruxelles rifiuta di collaborare”. “No, regole valgono per tutti”

9 June 2026 at 13:06

E’ scontro aperto tra Apple e la Commissione Europea, dopo la decisione di Cupertino di bloccare la disponibilità per gli utenti europei di Siri Ai, l’intelligenza artificiale già installata sui dispositivi della “mela”. La multinazionale fondata da Steve Jobs non ha neppure dato una tempistica per il rilascio del servizio nel Vecchio continente, giustificando la scelta con l’incompatibilità del suo prodotto rispetto alle regole europee del Digital markets act (Dma). Cupertino ha espresso delusione per l’approccio di Bruxelles al negoziato, votato al “rifiuto di collaborare in modo costruttivo”. La Commissione europea ha respinto al mittente le accuse: “La decisione di non lanciare Siri Ai nell’Ue spetta esclusivamente ad Apple – afferma il portavoce della Commissione per il Digitale Thomas Regnier – perché assolutamente nulla nel Dma vieta ad Apple di introdurre nuovi prodotti nell’Ue”.

La Commissione europea accusa Apple: “Vuole una deroga alle regole e limitare la libertà degli utenti”

La Commissione europea ha difeso le regole in vigore e accusato Apple di voler limitare la concorrenza, obbligando gli utenti dell’iPhone ad usare solo l’Intelligenza artificiale predefinita. Quello che Apple “non può fare – ha proseguito Regnier – è chiudere il mercato, proprio come qualsiasi altro operatore. Non spetta a loro decidere chi può innovare, né scegliere quali strumenti di intelligenza artificiale i cittadini dell’Ue possono utilizzare. Ed è proprio qui che entra in gioco il Dma e il suo obbligo di interoperabilità. Perché se vogliamo nuove soluzioni innovative e più scelta per i nostri utenti, abbiamo bisogno di una concorrenza equa e aperta per gli sviluppatori”.

Ora, prosegue il portavoce, “qual è la vera storia dietro Siri AI? Abbiamo avuto alcuni contatti con Apple su questo argomento. Ma Apple non è stata in grado di sviluppare soluzioni di interoperabilità conformi. Invece di cercare soluzioni di conformità adeguate, Apple ha semplicemente chiesto alla Commissione di essere esentata dai suoi obblighi di interoperabilità ai sensi del Dma, e questo per almeno 18 mesi“. Per la Commissione, “questa non è un’opzione. Perché significherebbe che nessun altro agente di intelligenza artificiale, a parte Siri AI (per inciso, sviluppata da Google), avrebbe le stesse possibilità di essere scelto dagli utenti iPhone. E, cosa ancora più importante: il diritto dell’Ue non è negoziabile”. “La Commissione non concederà alcuna esenzione, proprio come un agente di polizia non esenterebbe un automobilista dal rispettare il limite di velocità”, conclude Regnier.

Cupertino: l’Ue “rifiuta di collaborare”

La casa di Cupertino ha annunciato questa notte che “purtroppo, a causa del Digital Markets Act (Dma), non potrà rendere disponibile Siri Ai nell’Unione Europea con il rilascio di iOS 27 e iPadOS 27. Negli ultimi mesi, le autorità di regolamentazione dell’Ue – sottolinea l’azienda – non hanno accettato nessuna delle soluzioni proposte da Apple per portare Siri Ai nell’Ue garantendo al contempo la compatibilità con altri assistenti virtuali”. “Siamo profondamente delusi dal fatto che i nostri utenti europei non potranno utilizzare Siri Ai su iPhone o iPad con i nuovi aggiornamenti software che rilasceremo entro la fine dell’anno”, ha dichiarato Craig Federighi, vicepresidente senior di Software Engineering di Apple. “La nostra speranza è di poter rendere disponibile Siri AI nell’Ue in futuro e continueremo a collaborare con le autorità di regolamentazione europee per trovare una soluzione. Tuttavia, il loro rifiuto di collaborare in modo costruttivo su soluzioni che tutelino la privacy e la sicurezza significa che al momento non siamo in grado di fornire una tempistica per la disponibilità di Siri AI su iOS e iPadOS nell’Ue”, ha concluso Federighi.

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Apple lands Siri AI at WWDC as Cook takes a bow

9 June 2026 at 10:02

After two years of over-promising and under-delivering, Apple unveiled an overhauled Siri AI voice assistant with new capabilities, a dedicated app and a foundation built on Google’s Gemini AI.

In January 2026, Apple struck a landmark deal with Google, licencing a custom-built Gemini model purpose-built for Siri and Apple Intelligence and larger than Apple’s previous cloud-based AI models.

At the event, Apple revealed that for the first time the assistant has its own dedicated app with a chatbot-style interface, as the iPhone-maker looks to close the AI gap against Samsung and Google devices.

Siri AI can see what is on a user’s screen, search the web in real time, remember past conversations and surface information such as a friend’s address buried in an old message thread.

“We believe truly helpful AI must be centred around you and your needs,” Apple SVP of software Craig Federighi stated, while laying out a philosophy built around privacy, personal context and deep integration with apps users rely on daily.

Siri AI is now a more conversational assistant capable of understanding context, handling multi-step tasks and interacting more naturally across apps and services. It is also compatible with Visual Intelligence in addition to working across existing apps.

A Search or Ask interface opens when users swipe down from the top centre of the screen, allowing users to search the web using Apple’s AI-powered search and launch apps, send messages, create calendar events, search notes, and perform other tasks.

Apple also plans to introduce an AI agent integration with the App Store, allowing users to delegate tasks such as booking reservations, managing everyday tasks, editing documents, or controlling smart home devices.

On the camera side, a Visual Intelligence section within the Camera app introduces a dedicated Siri mode which sits alongside Photo, Video, Portrait, and Panorama, with the feature using Google Image Search to accurately identify objects the user captures.

Siri AI is embedded directly into Dynamic Island, accessible by swiping down from it, pressing the side button, or saying “Hey Siri”. When a user activates Siri with a wake word or the side button, a Siri animation appears in the Dynamic Island.

The feature will launch in English first, with other languages to follow, and it requires iOS 27. The iOS 27 developer beta dropped June 8, immediately after the keynote.

A public beta is expected in July for those who want to test it early, with the full stable release arriving in September alongside the iPhone 18 lineup

Federighi said Siri AI will not be available initially in the European Union on iOS and iPadOS.

“In China, Siri AI and the other new Apple Intelligence features will not be available while we work through regulatory requirements,” he added

Analyst take
Ben Wood, chief analyst at CCS Insight, noted many of the Apple Intelligence capabilities will be familiar to people who have been using an Android smartphone for some time and in some instances are already available to Apple users who have installed third-party AI apps such as ChatGPT.

“Although it is late to the party, the company has a strong record of taking existing technology and implementing it in a more intuitive way, allowing users to easily discover capabilities in daily use,” he said. “I think the most obvious example of this is the integration of Siri into the Dynamic Island at the top of an iPhone.”

Child safety
New parental controls will, by default, allow children to access only the apps which parents have approved to flip the model from opt-in restriction to opt-out permission. A “ask to browse” feature requires children to seek permission before visiting every new website and not just flagged ones.

On the content side, Apple is expanding its existing nudity-detection tools by adding automatic blurring of gore in messaging apps, with parents alerted when such images are encountered, which builds on earlier features that already blurred nudity by default.

Wood noted Apple’s child-safety push is a welcome and timely move as concerns about smartphones and online harm grow among parents and regulators.

He explained the parental controls, tools and developer APIs are positive steps, but they do not go far enough on their own.

“I believe that stronger cross-industry safeguards need to be built into operating systems at a deeper platform level that deliver protection not only in native apps but for every interaction a child has with a device,“ he said. “Apple is well-positioned to be a driving force in this area.”

Cook’s swan song
Outgoing CEO Tim Cook (pictured) opened and closed the conference’s presentation, in what many expect will be his last appearance before his planned transition to executive chairman on 1 September, when SVP of hardware engineering John Ternus will take over as CEO.

“Tim Cook’s last WWDC keynote as Apple CEO may be the most important one and it was a clear reflection of his leadership: disciplined, ecosystem-first, privacy-led, and focused on making technology useful at scale,” stated Francisco Jeronimo, VP of client devices at IDC.

Cook closed the keynote by stating creating the best products in the world to deliver experiences that enrich people’s lives has always been Apple’s North Star.

“It’s been the honour of a lifetime to help advance that mission with teams whose creativity, care, and conviction continue to make a lasting difference in people’s lives,” he said.

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Apple presenta la nuova Siri: ecco come funziona la nuova assistente con l’AI, quali iPhone potranno utilizzarla e perché non in Europa

9 June 2026 at 09:38

Apple ha ufficialmente svelato la nuova generazione di Siri, un aggiornamento che segna uno dei cambiamenti più importanti nella storia dell’assistente vocale dell’azienda. Presentata durante la WWDC 2026, la nuova Siri sfrutta le tecnologie di Apple Intelligence e promette un’esperienza molto più avanzata rispetto al passato, avvicinandosi finalmente agli assistenti AI che negli ultimi anni hanno rivoluzionato il settore. La novità principale è che Siri non si limita più a eseguire semplici comandi vocali o a fornire risposte predefinite. Grazie a un nuovo motore basato sull’intelligenza artificiale generativa, l’assistente è ora in grado di comprendere meglio il linguaggio naturale, gestire richieste più complesse e interagire in modo più efficace con le applicazioni e i contenuti presenti sul dispositivo.

Siri diventa un vero assistente personale

Uno degli aspetti più interessanti della nuova versione riguarda la capacità di operare direttamente all’interno dell’ecosistema Apple. Siri può cercare contenuti nelle foto, recuperare informazioni personali, condividere file e completare operazioni tra diverse applicazioni senza che l’utente debba aprirle manualmente. In pratica, sarà possibile chiedere all’assistente di trovare una determinata immagine nella galleria e inviarla a un contatto, oppure recuperare informazioni presenti sul dispositivo attraverso semplici comandi vocali. Una funzionalità che avvicina Siri al concetto di assistente personale intelligente e che va oltre il tradizionale chatbot.

Collaborazione con Google per il nuovo modello AI

Tra le novità più rilevanti emerse durante la conferenza c’è anche la collaborazione tra Apple e Google. Secondo quanto illustrato dai dirigenti dell’azienda, parte della nuova architettura AI sfrutta la tecnologia Gemini, il modello di intelligenza artificiale sviluppato da Google. L’obiettivo è migliorare la comprensione delle richieste vocali e aumentare la qualità delle risposte, rendendo le conversazioni più naturali e precise.

Nuova grafica e interazione migliorata

Apple ha anche ridisegnato completamente l’interfaccia di Siri. Scompare il tradizionale effetto luminoso che caratterizzava l’assistente nelle versioni precedenti, e prende spazio a un design più elegante e minimalista con tonalità scure e animazioni dinamiche. L’attivazione avviene attraverso la Dynamic Island e gli utenti potranno personalizzare diversi aspetti dell’esperienza, comprese le voci disponibili. Migliora inoltre il sistema di riconoscimento vocale, che promette una trascrizione più accurata delle richieste.

Quando arriverà e quali iPhone saranno compatibili

Le nuove funzioni saranno introdotte con i prossimi aggiornamenti software di Apple, inclusi iOS 27, iPadOS 27 e macOS 27. Le versioni per sviluppatori sono già disponibili, mentre la beta pubblica dovrebbe arrivare entro la fine del 2026. Per quanto riguarda gli iPhone, l’aggiornamento sarà compatibile con tutti i modelli supportati da iOS 26, a partire da iPhone 11 e iPhone SE di seconda generazione.

Il nodo Europa resta aperto

Nonostante l’annuncio, il debutto di Siri AI in Europa rimane incerto. Apple ha confermato che alcune funzionalità potrebbero subire ritardi a causa delle discussioni in corso con le autorità europee riguardo alla conformità con il Digital Markets Act (DMA). L’azienda ha dichiarato di essere al lavoro per trovare una soluzione che consenta di portare le nuove funzioni AI anche agli utenti dell’Unione Europea nel più breve tempo possibile. Nel frattempo, alcune caratteristiche saranno comunque disponibili sui Mac e sugli Apple Watch aggiornati ai nuovi sistemi operativi. Con questa evoluzione, Apple punta a colmare il divario accumulato negli ultimi anni nel settore dell’intelligenza artificiale. La nuova Siri, infatti, non vuole essere soltanto un assistente vocale, ma il centro di controllo intelligente dell’intero ecosistema Apple.

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Estos son todos los iPhone compatibles con la actualización a iOS 27

8 June 2026 at 23:09

Con todas las novedades para 2026 ya encima de la mesa, desde Apple han querido confirmarnos también durante la WWDC 2026 no sólo las mejoras que llegarán a los iPhone de la mano de una versión iOS 27 que es más importante de lo que parece en cuanto a evolución.

De hecho, el nuevo iOS avanza por fin abrazando a la IA para recuperar terreno, aunque lo hace con limitaciones en Europa por temas normativos y algunas complicaciones adicionales que impiden que todos los iPhone dispongan de Apple Intelligence y Siri AI funcionando a pleno rendimiento.

Eso sí, hay buenas noticias con iOS 27 y su roadmap de actualizaciones, pues Apple ha confirmado ya que a pesar de los rumores ninguno de los sus teléfonos iPhone con soporte actualmente se quedará atrás, siendo todos compatibles con la nueva versión al menos en cuanto a la base del sistema y las mejoras básicas de funcionamiento.

De hecho, es que todos los iPhone desde 2019 serán compatibles con iOS 27, mientras que por su parte, será el iPhone 15 Pro de 2023 el que marque la línea de compatibilidad con Apple Intelligence y todas las funcionalidades de Siri AI.

iOS 27: estos son todos los modelos de iPhone que podrán actualizarse

Como decíamos, no se queda fuera de la lista ninguno de los iPhone que mantenían soporte actualmente, que son todos los modelos desde el iPhone 11 de 2019, marcándose el cese de actualizaciones en los  iPhone XS, XS Max y iPhone XR que ya se quedaron en 2025 sin iOS 26.

En todo caso, Apple mantiene siempre activo el soporte de seguridad lanzando los parches más necesarios para las vulnerabilidades consideradas críticas, pudiendo actualizarse a iOS 27 todos los iPhone listados a continuación:

Modelo Compatible con Apple Intelligence
iPhone 11 No
iPhone 11 Pro No
iPhone 11 Pro Max No
iPhone SE (2nd Gen.) No
iPhone 12 mini No
iPhone 12 No
iPhone 12 Pro No
iPhone 12 Pro Max No
iPhone 13 mini No
iPhone 13 No
iPhone 13 Pro No
iPhone 13 Pro Max No
iPhone SE (3rd Gen.) No
iPhone 14 No
iPhone 14 Plus No
iPhone 14 Pro No
iPhone 14 Pro Max No
iPhone 15 No
iPhone 15 Plus No
iPhone 15 Pro
iPhone 15 Pro Max
iPhone 16
iPhone 16 Plus
iPhone 16 Pro
iPhone 16 Pro Max
iPhone 16e
iPhone 17
iPhone 17 Pro
iPhone 17 Pro Max
iPhone Air
iPhone 17e

Tal y como hemos mencionado y como habréis advertido, eso sí, tan sólo a partir del iPhone 15 Pro y en adelante, por tanto a partir del año 2023, los iPhone serán 100% compatibles con todas las novedades de la IA, escudándose Apple en la necesidad de potencia de computación y en los recursos de hardware para ejecutar Apple Intelligence.

Y en cuanto a fechas, así pues, ya sabemos que a lo largo del próximo mes de julio podremos ir probando las primeras versiones beta públicas de iOS 27 en los terminales compatibles, con el mes de septiembre en el horizonte como la estimación de fechas más probable para el lanzamiento de las versiones estables y definitivas, que deberían llegar junto a los iPhone 18 o el iPhone Fold.

© Difoosion

La pantalla de inicio de iOS en un iPhone 17 Pro, con las aplicaciones en primer plano
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