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Polícia Marítima fiscaliza áreas costeiras ambientalmente protegidas

Os elementos dos Comandos Locais da Polícia Marítima de Setúbal e de Sines realizaram na madrugada de ontem, 6 de junho, uma ação de fiscalização nas áreas costeiras ambientalmente protegidas, com especial incidência no Parque Marinho Professor Luiz Saldanha (Parque Marinho da Arrábida), localizado na costa sul da Península de Setúbal.

No âmbito desta ação, foram fiscalizadas diversas embarcações e atividades ligadas ao setor das pescas, tendo sido detetadas infrações à legislação em vigor, nomeadamente uma embarcação por pesca ilegal dentro do citado Parque Natural. A Polícia Marítima elaborou os respetivos autos de notícia, tendo adotado os procedimentos legais aplicáveis.

A Polícia Marítima mantém um dispositivo permanente de vigilância, patrulhamento e fiscalização ao longo do litoral alentejano, assegurando a proteção do meio marinho, a sustentabilidade dos respetivos ecossistemas e a segurança dos espaços marítimos sob soberania ou jurisdição nacional.

Estas ações contribuem ainda para a prevenção e repressão de ilícitos criminais em ambiente marítimo, reforçando a capacidade de vigilância da Polícia Marítima ao longo da costa portuguesa.

Sede do Turismo do Algarve classificada com AQUA+ pelo seu desempenho hídrico

7 June 2026 at 15:11

A ADENE entregou na esta sexta-feira, Dia Mundial do Ambiente, a classificação AQUA+ ao edifício-sede do Turismo do Algarve, em Faro.

O referencial identificou na sede do Turismo do Algarve “um potencial de redução de consumo de 518 mil litros de água por ano”.

O sistema AQUA+ avalia o desempenho hídrico do edifício e estabelece um conjunto de medidas concretas para a sua melhoria. No caso da referida sede, as recomendações combinam “intervenções de baixo custo e retorno rápido”, como a instalação de redutores de caudal em torneiras e ações de sensibilização de colaboradores com soluções de maior impacto estrutural, e a “implementação de um sistema centralizado de monitorização dos consumos”.

Na mesma cerimónia, a ADENE e a RTA assinaram um protocolo de colaboração que prevê a aplicação progressiva dos referenciais de sustentabilidade da ADENE nas instalações do Turismo do Algarve, a
mobilização do setor turístico algarvio para iniciativas de eficiência hídrica e energética e a coorganização de ações de capacitação e eventos técnicos.

A colaboração tem como ponto de partida o compromisso com a eficiência hídrica e o selo Save Water, iniciativa conjunta que envolveu também o Turismo de Portugal.

Edifício-sede do Turismo do Algarve em Faro classificado com sistema AQUA+ da ADENE

7 June 2026 at 11:39

O edifício-sede do Turismo do Algarve, em Faro, recebeu esta sexta-feira, Dia Mundial do Ambiente, a classificação AQUA+, atribuída pela ADENE – Agência para a Energia.

«Este referencial, desenvolvido pela ADENE para avaliar e classificar a eficiência hídrica de edifícios identificou na sede do Turismo do Algarve um potencial de redução de consumo de 518 mil litros de água por ano, o equivalente a uma poupança de dois meses na fatura anual, com base nos consumos registados em 2025», explica a Região de Turiosmo do Algarve em nota de imprensa.

O sistema AQUA+ avalia o desempenho hídrico do edifício e estabelece um conjunto de medidas concretas para a sua melhoria.

No caso da sede do Turismo do Algarve, «as recomendações combinam intervenções de baixo custo e retorno rápido, como a instalação de redutores de caudal em torneiras e ações de sensibilização de colaboradores. com soluções de maior impacto estrutural, entre elas a substituição de equipamentos por alternativas mais eficientes, e a implementação de um sistema centralizado de monitorização dos consumos».

A entrega da classificação AQUA+ no Dia Mundial do Ambiente «reforça o compromisso da Região de Turismo do Algarve (RTA) com a gestão eficiente dos recursos hídricos e com a resiliência face à escassez de água, alinhando-se com as boas práticas em sustentabilidade e adaptação às alterações climáticas».

Na mesma cerimónia, a ADENE e a RTA assinaram um protocolo de colaboração que formaliza e alarga a parceria entre as duas entidades.

O acordo prevê a aplicação progressiva dos referenciais de sustentabilidade da ADENE nas instalações do Turismo do Algarve, a mobilização do setor turístico algarvio para iniciativas de eficiência hídrica e energética, e a coorganização de ações de capacitação e eventos técnicos dirigidos a operadores turísticos, municípios e associações do setor.

A colaboração entre a ADENE e a RTA tem como ponto de partida o Compromisso com a Eficiência Hídrica e o Selo Save Water, iniciativa conjunta que envolveu também o Turismo de Portugal.

Entre 2022 e início de 2025, o Algarve atravessou um período de seca severa que culminou, em fevereiro de 2024, em cortes obrigatórios de 25% no consumo agrícola e 15% no setor urbano, reforçando a urgência de consolidar medidas estruturais de eficiência hídrica que reduzam a exposição da região a ciclos futuros de escassez.

Por isso, «a adoção do referencial AQUA+ pela RTA é uma resposta estrutural a esta pressão crescente e um sinal claro de que a gestão eficiente da água pode e deve começar nas próprias instituições pública».

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Incêndio rural na Freguesia do Rogil, concelho de Aljezur

Mais um incêndio deflagrou hoje no Algarve, segundo o registo que consta na plataforma da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o alerta terá sido dado pelas 14:41 horas de hoje, sábado (6).

Há indicação de que este incêndio estará a consumir mato, lavra na freguesia de Rogil, na região da Costa Vicentina, no concelho de Aljezur, está a ser combatido por 25 operacionais, auxiliados por 6 veículos terrestres de combate a fogos e a sua situação de referência é ‘Em Conclusão‘.

Não há indicação de que o combate a este fogo rural esteja a ser efetuado por qualquer meio aéreo. Se efetivamente se justificar, voltaremos a atualizar esta informação.

Portugal avança na Agenda 2030, mas impacto das catástrofes aumenta

By: Lusa
7 June 2026 at 11:15

Portugal registou progressos na maioria dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) desde 2015, mas continua a acumular atrasos em áreas consideradas críticas para cumprir a Agenda 2030.

O conteúdo Portugal avança na Agenda 2030, mas impacto das catástrofes aumenta aparece primeiro em Barlavento.

A Valeggio sul Mincio il Tar apre le porte alla discarica di amianto bloccata da Regione e impatto ambientale

7 June 2026 at 08:08

Il Tar del Veneto ha accolto il ricorso della Progeco Ambiente, riconoscendo “un vizio procedimentale accertato” nell’iter. Così torna in piasta il progetto per la realizzazione e l’esercizio di un impianto per il fabbisogno regionale di smaltimento di rifiuti contenenti amianto, nel sito di Ca Balestra che si trova a Valeggio sul Mincio, al confine con Villafranca, nel veronese. All’interno di una ex cava di ghiaia e sabbia, proprio nei pressi della frazione di Quaderni di Villafranca, nella zona della ricarica delle falde acquifere e adiacente alla discarica Cà Baldassarre, “che crea da 40 anni problemi di inquinamento”, scrive sul suo portale il Comitato Anti discarica Ca Balestra.

Il comitato nasce nel 2012 per opporsi alla realizzazione di una discarica di rifiuti speciali. E poi per contrastare il progetto di apertura della discarica di amianto nel sito di Cà Balestra. Alla quale si oppongono, oltre alle popolazioni locali, anche il Comitato Difesa Territorio Quaderni Valeggio e quello di Marmirolo, il WWF di Verona, l’Associazione Medici per l’Ambiente. Ma anche le associazioni produttive di Valeggio sul Mincio, il Consorzio di Bonifica Veronese, Coldiretti Verona e le aziende agricole dei terreni vicini. Senza contare i due comuni direttamente coinvolti, oltre a quelli di Mozzecane, nel veronese e Marmirolo, Volta Mantovana e Roverbella nel mantovano, le Province di Verona e Mantova, le Regioni Veneto e Lombardia. Tutti convinti che l’impianto progettato non debba essere realizzato.

Innanzitutto per le sue caratteristiche. Il quantitativo di rifiuti, 940mila metri cubi, corrispondenti ad una potenzialità di circa 90mila tonnellate l’anno. Con una durata prevista di gestione di 8 anni e 8 mesi, cui vanno sommati ulteriori 5 anni per ultimare il ripristino ambientale. L’area totale dell’impianto di quasi 150mila metri quadrati è inserita in una zona caratterizzata da un territorio pianeggiante e da una fitta rete di canali di irrigazione. In un’area classificata come zona di ricarica degli acquiferi, secondo il Piano di Tutela delle acque. In un contesto dichiaratamente agricolo, nel quale le coltivazioni a seminativo prevalgono su quelle a frutteto.

L’iter è ricostruito dettagliatamente nella sentenza del tribunale amministrativo. A dicembre 2023 la Progeco Ambiente deposita presso la Regione Veneto istanza di PAUR, Provvedimento Autorizzatorio Unico Regionale. Insieme all’elenco delle autorizzazioni necessarie, tra cui, oltre alla VIA e all’AIA, Autorizzazione Integrata Ambientale, regionali, il permesso di costruire del Comune di Valeggio sul Mincio e la concessione di derivazione di acque pubbliche sotterranee della Provincia di Verona.

Nell’iter autorizzativo emergono le contrarietà del Comune e in due differenti sedute, prima a giugno e poi ad agosto 2025, il parere non favorevole al rilascio del giudizio di compatibilità ambientale da parte del Comitato tecnico regionale VIA. Che ritiene non superate sei delle undici criticità evidenziate inizialmente. Che sono: la non conformità della modellistica atmosferica, le carenze nei ricettori ambientali, la violazione del criterio localizzativo, la mancata integrazione dello Studio di Impatto Ambientale, le criticità su una specifica viabilità e la valutazione inadeguata degli impatti cumulativi.

Più in particolare nel parere del Comitato tecnico di giugno 2025, si rileva che “non risulta rispettato il vincolo previsto nel Piano Regionale di gestione dei rifiuti”, dal momento che in un raggio compreso tra gli 8 e i 10 chilometri dal sito vi sono già 3 discariche, “tutte caratterizzate da differenti livelli di criticità ambientale”. Quella “per ex rifiuti urbani in località Ca Baldassare a Valeggio, in messa in sicurezza, non ancora collaudata”, quella “di rifiuti sia speciali non pericolosi che tossici e nocivi in località Caluri, in post gestione” e, quella “per rifiuti non pericolosi in località Casetta, a Sommacampagna”.

Relativamente al suolo e al sottosuolo, nel Parere si legge anche “che si deve tener conto della delicatezza dell’ambiente idrogeologico e delle possibili interazioni con le attività agricole circostanti, che necessitano di adeguate misure di protezione e monitoraggio per garantire la sostenibilità e la sicurezza a lungo termine”. Invece riguardo alle acque superficiali e sotterranee, dopo aver sottolineato la vulnerabilità della zona, si evidenzia che la realizzazione della discarica per rifiuti contenenti amianto, “non esclude possibili rischi ambientali e idrici legati sia alla qualità delle acque superficiali che sotterranee, oltre che alla gestione e messa in sicurezza dei rifiuti per evitare contaminazioni”. Per quel che riguarda l’impatto sanitario e più specificatamente il rischio da esposizione cronica a fibre di amianto, la ULSS n. 9 Scaligera afferma che “anche senza incidenti, l’emissione ordinaria prevista comporta rischi da esposizione cronica sottosoglia”.

In base a questi rilievi, la Regione ha comunicato le ragioni che ostacolavano l’accoglimento dell’istanza di Progeco. E poi, a ottobre 2025, ha formalizzato lo stop al progetto con il decreto regionale che ha recepito il provvedimento non favorevole di VIA e il conseguente diniego dell’istanza. Ma Progeco non si dà per vinta e a gennaio 2026 è ricorsa al Tar. Che ha riaperto le porte al progetto perché l’iter concluso con la mancata autorizzazione non aveva incluso la “conferenza dei servizi decisoria” che non può essere sostituita dal parere non favorevole del comitato tecnico. Il tribunale amministrativo però non va oltre il riconoscimento del vizio di forma e non ha esaminato nel merito il fascicolo. Sale dunque l’attesa per le contromosse di Regione e Comune.

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Ho un’utopia: che spostino la strada attorno al platano di Napoleone ad Alessandria

7 June 2026 at 05:53

di Giuseppe Chia

È solo un albero ma vederlo da vicino provoca un’emozione profonda. Non so misurare a occhio la circonferenza. Sua maestà mi guarda dal ciglio della strada insonne mentre il traffico scorre veloce. Chi volesse fermarsi a visitarlo, a fargli un saluto, deve stare molto attento…

Tutti sanno che lì cresce un gigante da tempo immemore. Lo chiamano il platano di Napoleone e si trova sulla corsia all’uscita da Alessandria. Ci vorrebbe un’isola verde intorno per portarci i bambini a giocare, in modo che tutti possano venire a vederlo, a toccarlo, a guardarlo da tutti i lati, tanto è bello e possente. Ma nessuno apparentemente ha mai pensato a qualcosa del genere.

La zona intorno ad Alessandria, lungo il Tanaro e il Bormida, è piena di platani, ma questo è davvero speciale. È triste dirlo: la sua condizione, strozzato dal traffico, a respirare polvere di pneumatici, fa pensare alla misera condizione di noi umani, che non diamo importanza alle cose veramente importanti. Qualcuno, leggendo queste righe, dirà: “Ma cosa pretende questo qua, che spostiamo la strada per costruire un’isola pedonale intorno all’albero?”. Ma io sommessamente rispondo: “Sì, sarebbe il segnale che finalmente qualcosa cambia in meglio in questa turpe epoca di nonsenso, soprusi, prepotenze… il segnale che, finalmente, si spendono soldi per una causa seria, umanamente appagante”.

A poca distanza dal platano c’è il Bormida; non lontano da Alessandria si unirà al Tanaro formando una massa d’acqua enorme che confluirà poi nel Po. Chi si fermerà mai a guardare questo fiume con l’acqua di un verde scuro, quasi immobile. Perché non spostare la strada da qualche altra parte? Lo spazio certo non manca. Nel corso degli anni chilometri e chilometri di nuovo asfalto sono apparsi intorno a questa città che sembra vivere con la smania della fretta, dell’andare chissà dove, del risparmiare tempo… per cosa?

Una bella area verde con al centro lui che con la sua sola presenza arricchisce il tuo sguardo, la tua anima, il tuo pensiero. E poi, più in là il fiume. Un’area verde perché chi vuole possa passare del tempo lì intorno, visitarlo di tanto in tanto, ammirarlo, fargli un saluto, un vero simbolo vivente di una città che finalmente riscopre la sua ragion d’essere. Non più città di caserme e soldati, di supermercati e uffici, ma una città di gente che fa qualcosa per il futuro dei suoi cittadini, per il benessere di tutti, anche di quelli che verranno, che non sono ancora nati.

Una città non è solo l’insieme delle sue attività economiche. Negli ultimi decenni siamo stati indotti a pensare questo. Ormai le città dovrebbero re-imparare a vivere a contatto con la natura e la natura significa soprattutto alberi e fiumi. Sono loro che migliorano la qualità della vita, la vivibilità, l’aria, il senso dell’abitare in un luogo piuttosto che in un altro.

Io scommetto che una volta fatto il lavoro, tutti direbbero: “Ma guarda: cosa ci voleva? Non è stato per niente complicato e non abbiamo speso neppure molto. Ma quello che abbiamo guadagnato è davvero incalcolabile”. Adesso si può guardare dal ponte il placido Bormida, seguire il corso delle stagioni e dei colori che cambiano parlando col fiume e col platano, andare in bicicletta o a piedi nei percorsi ecologici che si possono già intuire. La città riscopre a poco a poco il grande padre che non sapeva di avere. Mamme e pensionati con figli e nipoti vi si ritrovano, passano il tempo. A un patrimonio prima completamente inutilizzato, prima abbrutito dal traffico e dalla polvere, è stato dato valore. Non sarà più il platano di Napoleone adesso, ma il platano di Alessandria…

Quando l’ultimo insulto al buonsenso sarà stato consumato, sono sicuro che questa idea del “Parco del Bormida e del Platano”, che ora sa di ingenua utopia, sarà considerata in modo più “terreno” un umile omaggio a ciò che realmente conta: i fiumi e gli alberi senza i quali la vita sarebbe impossibile.

Il blog Sostenitore ospita i post scritti dai lettori che hanno deciso di contribuire alla crescita de ilfattoquotidiano.it, sottoscrivendo l’offerta Sostenitore e diventando così parte attiva della nostra community. Tra i post inviati, Peter Gomez e la redazione selezioneranno e pubblicheranno quelli più interessanti. Questo blog nasce da un’idea dei lettori, continuate a renderlo il vostro spazio. Diventare Sostenitore significa anche metterci la faccia, la firma o l’impegno: aderisci alle nostre campagne, pensate perché tu abbia un ruolo attivo! Se vuoi partecipare, al prezzo di “un cappuccino alla settimana” potrai anche seguire in diretta streaming la riunione di redazione del giovedì – mandandoci in tempo reale suggerimenti, notizie e idee – e accedere al Forum riservato dove discutere e interagire con la redazione.

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Ho un’utopia: che spostino la strada attorno al platano di Napoleone ad Alessandria

7 June 2026 at 05:53

di Giuseppe Chia

È solo un albero ma vederlo da vicino provoca un’emozione profonda. Non so misurare a occhio la circonferenza. Sua maestà mi guarda dal ciglio della strada insonne mentre il traffico scorre veloce. Chi volesse fermarsi a visitarlo, a fargli un saluto, deve stare molto attento…

Tutti sanno che lì cresce un gigante da tempo immemore. Lo chiamano il platano di Napoleone e si trova sulla corsia all’uscita da Alessandria. Ci vorrebbe un’isola verde intorno per portarci i bambini a giocare, in modo che tutti possano venire a vederlo, a toccarlo, a guardarlo da tutti i lati, tanto è bello e possente. Ma nessuno apparentemente ha mai pensato a qualcosa del genere.

La zona intorno ad Alessandria, lungo il Tanaro e il Bormida, è piena di platani, ma questo è davvero speciale. È triste dirlo: la sua condizione, strozzato dal traffico, a respirare polvere di pneumatici, fa pensare alla misera condizione di noi umani, che non diamo importanza alle cose veramente importanti. Qualcuno, leggendo queste righe, dirà: “Ma cosa pretende questo qua, che spostiamo la strada per costruire un’isola pedonale intorno all’albero?”. Ma io sommessamente rispondo: “Sì, sarebbe il segnale che finalmente qualcosa cambia in meglio in questa turpe epoca di nonsenso, soprusi, prepotenze… il segnale che, finalmente, si spendono soldi per una causa seria, umanamente appagante”.

A poca distanza dal platano c’è il Bormida; non lontano da Alessandria si unirà al Tanaro formando una massa d’acqua enorme che confluirà poi nel Po. Chi si fermerà mai a guardare questo fiume con l’acqua di un verde scuro, quasi immobile. Perché non spostare la strada da qualche altra parte? Lo spazio certo non manca. Nel corso degli anni chilometri e chilometri di nuovo asfalto sono apparsi intorno a questa città che sembra vivere con la smania della fretta, dell’andare chissà dove, del risparmiare tempo… per cosa?

Una bella area verde con al centro lui che con la sua sola presenza arricchisce il tuo sguardo, la tua anima, il tuo pensiero. E poi, più in là il fiume. Un’area verde perché chi vuole possa passare del tempo lì intorno, visitarlo di tanto in tanto, ammirarlo, fargli un saluto, un vero simbolo vivente di una città che finalmente riscopre la sua ragion d’essere. Non più città di caserme e soldati, di supermercati e uffici, ma una città di gente che fa qualcosa per il futuro dei suoi cittadini, per il benessere di tutti, anche di quelli che verranno, che non sono ancora nati.

Una città non è solo l’insieme delle sue attività economiche. Negli ultimi decenni siamo stati indotti a pensare questo. Ormai le città dovrebbero re-imparare a vivere a contatto con la natura e la natura significa soprattutto alberi e fiumi. Sono loro che migliorano la qualità della vita, la vivibilità, l’aria, il senso dell’abitare in un luogo piuttosto che in un altro.

Io scommetto che una volta fatto il lavoro, tutti direbbero: “Ma guarda: cosa ci voleva? Non è stato per niente complicato e non abbiamo speso neppure molto. Ma quello che abbiamo guadagnato è davvero incalcolabile”. Adesso si può guardare dal ponte il placido Bormida, seguire il corso delle stagioni e dei colori che cambiano parlando col fiume e col platano, andare in bicicletta o a piedi nei percorsi ecologici che si possono già intuire. La città riscopre a poco a poco il grande padre che non sapeva di avere. Mamme e pensionati con figli e nipoti vi si ritrovano, passano il tempo. A un patrimonio prima completamente inutilizzato, prima abbrutito dal traffico e dalla polvere, è stato dato valore. Non sarà più il platano di Napoleone adesso, ma il platano di Alessandria…

Quando l’ultimo insulto al buonsenso sarà stato consumato, sono sicuro che questa idea del “Parco del Bormida e del Platano”, che ora sa di ingenua utopia, sarà considerata in modo più “terreno” un umile omaggio a ciò che realmente conta: i fiumi e gli alberi senza i quali la vita sarebbe impossibile.

Il blog Sostenitore ospita i post scritti dai lettori che hanno deciso di contribuire alla crescita de ilfattoquotidiano.it, sottoscrivendo l’offerta Sostenitore e diventando così parte attiva della nostra community. Tra i post inviati, Peter Gomez e la redazione selezioneranno e pubblicheranno quelli più interessanti. Questo blog nasce da un’idea dei lettori, continuate a renderlo il vostro spazio. Diventare Sostenitore significa anche metterci la faccia, la firma o l’impegno: aderisci alle nostre campagne, pensate perché tu abbia un ruolo attivo! Se vuoi partecipare, al prezzo di “un cappuccino alla settimana” potrai anche seguire in diretta streaming la riunione di redazione del giovedì – mandandoci in tempo reale suggerimenti, notizie e idee – e accedere al Forum riservato dove discutere e interagire con la redazione.

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