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Empresa municipal algarvia investe meio milhão em viaturas

6 June 2026 at 19:45

A Taviraverde - Empresa Municipal de Ambiente lançou o concurso para a aquisição de serviços de aluguer operacional de nove viaturas ligeiras de mercadorias.

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Pequenos negócios: força da economia também está no cooperativismo

6 June 2026 at 17:30

Wanda Oliveira
Especial para o DM

De norte a sul, de leste a oeste de Goiás, um modelo de negócio que tem dado certo é o cooperativismo. Essa forma de organização, muitas vezes associada aos pequenos negócios, movimenta cidades, fortalece a economia e transforma sonhos em realidade.

Do salão de beleza aos mais variados tipos de cooperativas, pessoas de todas as idades encontram, em uma união coletiva de necessidade e coragem, alternativas de renda, crescimento e fortalecimento da agricultura familiar no Estado.

Em Goiás, a cooperativa Floryá – composta exclusivamente por mulheres -, que nasceu em Bela Vista de Goiás em 2023, a 45 km de Goiânia, começou as suas atividades bem antes do seu registro formal.

A empresa iniciou os trabalhos durante a pandemia de Covid-19, período que, apesar da dificuldades sanitárias, também revelou a força do empreendedorismo feminino.

Segundo a diretora de inclusão de qualidade da Floryá, Ana Caroline Carmo da Silva, naquele período, quando muitas famílias enfrentavam medo, insegurança alimentar, queda de renda e dificuldade de escoar a produção, um grupo de agricultoras se organizou, por meio da Associação de Agricultores Familiares de Bela Vista de Goiás (Afabev), para garantir que os produtos do campo continuassem chegando à mesa das famílias.

“Na pandemia, começaram as primeiras experiências de comercialização direta, entregas, valorização da produção local e fortalecimento das agricultoras.

Com o crescimento das ações, surgiu a necessidade de criar uma estrutura capaz de ampliar mercados, gerar renda, ter acesso a políticas públicas, fortalecer a gestão e consolidar o protagonismo feminino”, revela Ana Caroline.

A cooperativa não é apenas um espaço de comercialização. Nasceu também para romper a invisibilidade de mulheres no campo. “A agricultora já produzia, mas não se reconhecia como empreendedora e protagonista econômica. A Floryá ajuda a transformar essa percepção”, afirma.

O protagonismo feminino da Floryá não é apenas discurso. É prática cotidiana.

A cooperada-fundadora, Elza Teixeira diz que é muita responsabilidade e até mesmo gratificante fazer parte dessa história. “Vamos em encontros, reuniões às feiras. Representar a cooperativa é voltar para casa sabendo que meu trabalho tem valor” afirma Elza.

Parceria

Atualmente, a Floryá está presente em Goiânia, Aparecida de Goiânia e Nerópolis. Nesse processo de expansão, o Sebrae Goiás tem sido um importante parceiro, principalmente nas áreas de gestão, comercialização e estruturação do modelo cooperativo.

A analista do Sebrae-GO, Camilla Carvalho explica que, por meio de consultorias, capacitações e acompanhamentos técnicos oferecidos pelo Sebrae, a cooperativa amadureceu seus processos internos, aperfeiçoou a gestão, avançou na precificação dos produtos, estruturou estratégias de venda e passou a enxergar a Floryá como um empreendimento economicamente sustentável.

“Esse apoio é importante porque iniciativas da agricultura familiar têm uma força social enorme, mas precisam de ferramentas de gestão para se manter, crescer e acessar novos mercados. O Sebrae contribuiu, ajudando a transformar potência coletiva em estratégia, organização e viabilidade econômica”, explica Camilla.

Em outubro de 2025, membros da Floryá estiveram na maior feira de alimentos e bebidas do mundo, na Alemanha. Na oportunidade, foram expostos produtos da cooperativa.

A Floryá atua na comercialização de mel, hortaliças, frutas, produtos processados, além da organização de feiras, entregas, vendas institucionais e projetos de formação.

Para a analista da Regional Metropolitana do Sebrae-GO, Cinely Carlotto, o protagonismo feminino cresce ao longo dos anos, com cada vez mais mulheres à frente dos negócios. “Em cooperativas onde as mulheres atuam, a sororidade é presente e todas se fortalecem”, diz.

Sebrae de portas abertas

Os pequenos negócios, inclusive aqueles que atuam na informalidade e ainda não possuem CNPJ, desempenham papel fundamental na economia de Goiás e do Brasil. Para atender a essa demanda silenciosa, formada por milhares de microempreendedores, o Sebrae-GO oferece atendimento rápido e acessível à população em todos os 246 municípios do Estado.

Analista do Sebrae-GO, Camilla Carvalho explica que uma das principais frentes de atuação do órgão é justamente o apoio aos negócios informais. Segundo ela, com ou sem CNPJ, uma pessoa que comercializa produtos ou presta serviços já pode ser considerada uma empreendedora.

“Consultores do Sebrae visitam empresas de porta em porta e fazem ações em feiras e eventos. Também oferecemos toda uma estrutura de cursos on-line, para identificar esses potenciais empresários”, revela.

Camilla diz que muitos desses empreendedores começam de forma simples, dentro de casa, comercializando produtos ou oferecendo serviços em pequena escala.

Também fazem parte desse grupo de produtores rurais, prestadores de serviços e profissionais da economia criativa, principalmente aqueles que atuam com artesanato.

Brasil

No cooperativismo, 9 milhões de mulheres representam 41% dos cooperados, no Brasil. Elas também são maioria na força de trabalho das cooperativas, respondendo por cerca de 52% dos empregos gerados pelo setor. Já nos casos de liderança, ocupam 23% dos cargos de alta gestão, percentual que vem crescendo desde 2020, segundo dados do Anuário Coop de 2024.

Histórias de anônimos que conquistaram o próprio negócio

Neide e Tânia. Duas microempreendedoras que transformaram histórias de vida em trajetórias de sucesso. Apostar em um pequeno negócio vai além de ter um CNPJ ou até mesmo saber executar com maestria as tarefas diárias. Para essas mulheres, o bom empreendedor precisa pensar, e de maneira certa.

A microempresária Jacineide Santos, 39, carinhosamente chamada de Neide, planejou com calma o momento de abrir o próprio negócio.

Manicure e pedicure há quase duas décadas, ela trabalhou a maior parte desse período como colaboradora em um salão de beleza, em Goiânia.

Nesse tempo, dividia as despesas, como água, energia e demais custos operacionais, com outra profissional. Ao longo dos anos, Neide construiu uma clientela fiel, investiu em cursos de capacitação oferecidos pelo Sebrae Goiás e traçou, de maneira estratégica, o caminho para conquistar a independência profissional.

Em janeiro deste ano, ela virou a chave: deixou de ser colaboradora para se tornar proprietária do próprio negócio. Anteriormente, Neide havia trabalhado como doméstica e babá. Também concluiu um curso de técnico em enfermagem, mas decidiu não seguir carreira na área.

Neide migrou da Bahia para Goiânia ainda na infância, após a separação dos pais. “Agora, tenho um CNPJ. Estou expandindo os meus negócios. Aqui vendo produtos de beleza, lingeries, pijamas, arrumo cabelo, faço massagem.

Essa mudança dá muito medo, paralisa, mas precisava empreender, avançar, e deu certo”, comemora. O negócio está indo tão bem que, em menos de seis meses, Neide já passou a contar com a ajuda de outra manicure e pedicure para atender à demanda, que só aumenta.

“Não gosto de falar quanto estou tirando por mês como microempreendedora, mas posso garantir que as coisas estão no caminho certo.”

Sabor une mãe e filhos

A empresária Tânia Maria Magalhães é um exemplo de superação. Após 16 anos de trabalho com carteira assinada, atuando como vendedora de roupas, ela decidiu deixar o emprego para investir nos próprios sonhos.

A primeira tentativa foi abrir a própria loja. Durante cinco anos, o negócio prosperou, mas, com o passar do tempo, Tânia precisou encerrar as atividades.

A partir daí, ela enfrentou uma fase difícil. Além das dívidas acumuladas, separou-se do marido com três filhos menores para criar e chegou a enfrentar a privação de alimentos dentro de casa. “Mesmo diante de tantas lutas, não perdi a minha fé e a confiança em Deus”, afirma.

A virada começou após a mudança dela para Caldas Novas, na região Sul de Goiás. Ali, Tânia começou vendendo minipizzas nas ruas e nos comércios da cidade. Aos poucos, ela conquistou clientes fiéis e logo surgiu a oportunidade de adquirir uma pequena lanchonete.

O negócio expandiu. Tânia passou a comercializar salgados, minipizzas e empadas, tudo preparado pelas próprias mãos. Com o tempo, ela percebeu que as empadas faziam muito sucesso com os clientes e resolveu apostar no tradicional salgado brasileiro.

A aposta deu certo. Originou a marca Empadão Goiano da Tânia. “Nessa época, conheci o Sebrae, que teve papel importante no crescimento da empresa por meio de consultorias e orientações”, lembra.

Com o crescimento da marca, os filhos passaram a acompanhar de perto a rotina dos negócios e, hoje, também participam da administração das unidades. Atualmente, a marca já conta com duas unidades em Caldas Novas e uma em Rio Quente. “O maior orgulho da minha trajetória é ver meus filhos e meu neto cuidando da administração da empresa”, afirma.

Estudo revela que um MEI sobrevive até 3,2 anos

Estudo do Sebrae Goiás, divulgado em maio e denominado “Perfil do MEI em Goiás – 2026”, mostra que a maioria de empresas cadastradas como microempreendedores individuais no Estado é formada por homens (56%), enquanto as mulheres representam 44%.

Beleza, alimentação, comércio de vestuário, publicidade e transporte estão entre as atividades mais comuns. Um dado que chama a atenção é que, mesmo diante de um cenário econômico desafiador, o tempo médio de sobrevivência de um MEI em Goiás é de 3,2 anos. Já a taxa de mortalidade chega a 59% em até cinco anos.

Para se ter uma ideia, os MEIs representam 54% dos pequenos negócios no Estado, ou seja, mais da metade do total. Até maio deste ano, mais de 634 mil MEIs foram formalizados em Goiás. Desse total, mais de 518 mil estão ativos. (Reportagem da jornalista Wanda Oliveira, especial para o Diário da Manhã)

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Escola Profissional de Cândido Guerreiro lança Formações Modulares em Regime Pós-Laboral

A Escola Profissional de Cândido Guerreiro, em Alte, anuncia a realização de um conjunto de formações modulares, com a duração de 25 horas cada, em regime pós-laboral, dirigidas à comunidade em geral. As ações formativas visam proporcionar oportunidades de aprendizagem flexíveis e acessíveis, conciliáveis com os horários profissionais e pessoais dos participantes.

Com uma oferta diversificada e orientada para as necessidades atuais da sociedade, estas formações abrangem temáticas de elevada relevância, desde a tecnologia ao ambiente, passando pelo bem-estar pessoal e pelo conhecimento da natureza.

Formações Modulares Disponíveis

Literacia Digital

Num mundo cada vez mais digitalizado, esta formação capacita os participantes para a utilização segura e eficaz das ferramentas tecnológicas do quotidiano. Serão abordadas competências essenciais como a navegação na internet, a comunicação digital, a segurança online e a utilização de serviços públicos eletrónicos, promovendo a inclusão digital de todos os cidadãos.

Técnicas de Compostagem

A gestão sustentável dos resíduos orgânicos é uma das prioridades ambientais da atualidade. Esta formação introduz os fundamentos da compostagem doméstica e comunitária, ensinando técnicas simples e eficazes para transformar resíduos orgânicos em composto de qualidade, contribuindo para a redução do desperdício e para a melhoria dos solos.

Gestão de Stress e Gestão de Conflitos

Direcionada para o equilíbrio emocional e a melhoria das relações interpessoais, esta formação oferece ferramentas práticas para identificar e gerir situações de stress, bem como estratégias para a resolução construtiva de conflitos no contexto pessoal e profissional. Uma aposta no bem-estar e na qualidade de vida dos participantes.

Cultura de Plantas Aromáticas, Medicinais e Condimentares

Descobrir e valorizar o potencial das plantas aromáticas, medicinais e condimentares é o objetivo desta formação. Os participantes irão aprender técnicas de cultivo, colheita e conservação destas plantas, bem como as suas propriedades e utilizações na gastronomia e na saúde, incentivando a produção local e o contacto com a natureza.

Cuidados de rotina diária e atividades promotoras do desenvolvimento das Crianças

Identificar os materiais lúdico-didáticos e os equipamentos necessários para o exercício da atividade de ama. Planificar as rotinas diárias e as atividades estruturadas que promovam o pleno desenvolvimento das crianças. Desenvolver as atividades lúdico-didáticas interligando-as com o quotidiano da criança, tanto na família como na comunidade. Reconhecer a importância da integração dos valores e dos princípios educativos fundamentais na atividade quotidiana da ama

Informações

  • Regime: Pós-laboral
  • Destinatários: Ativos (empregados e Desempregados) e Reformados, se em regresso ao mercado de trabalho
  • Apoios:
    • Subsídio de refeição
    • Subsídio de Transporte*
    • Bolsa de formação*
    • *Quando aplicável

Para mais informações devem os interessados contactar a Escola Profissional de Cândido Guerreiro por e-mail: epalte@epalte.pt , ou através do website: www.epalte.pt

Meloni al 52%, Schlein al 19%, Conte e Vannacci all’8%: le “quote” sul futuro premier per gli scommettitori online

6 June 2026 at 07:57

Chi sarà il prossimo presidente del Consiglio? Il 52% dice Giorgia Meloni: per oltre metà la leader di Fratelli d’Italia rivincerà alle prossime elezioni. Impressionante la crescita dei consensi su Roberto Vannacci (all’8%, ma nei giorni scorsi aveva superato il 10) che “vale” quasi metà delle chance di Elly Schlein (19%), tanto quanto Giuseppe Conte e insegue Silvia Salis (12%) dopo averla battuta nei giorni scorsi, la stessa Salis che solo pochi giorni fa però a sua volta aveva superato la segretaria del Pd. Le indicazioni oscillano continuamente. Un sondaggio? No, parola dei prediction market di Polymarket, una sorta di mercato digitale a metà tra la finanza e le scommesse. Non si tratta di singoli scommettitori, si badi bene, ma di puntate. E cambiare i “pronostici” costerebbe poche migliaia di euro.

Le previsioni sono dunque estremamente volatili, ma anche manipolabili per creare l’effetto bandwagon, cioè attrarre il consenso degli indecisi che sono propensi a saltare sul carro del possibile vincitore. E ci sono stati già casi celebri. È uno dei motivi per i quali in Italia è vietato scommettere sulla politica e i risultati elettorali. Ma all’estero no.

I prediction market (o mercati predittivi) sono piattaforme di scambio online in cui gli utenti acquistano e vendono contratti basati sul verificarsi di eventi futuri reali. Funzionano convertendo la probabilità di un evento (politico, economico, geopolitico o di costume) in un prezzo di mercato regolato dalla legge della domanda e dell’offerta. Questi mercati si basano sul principio della “saggezza della folla”: l’aggregazione delle scommesse finanziarie di migliaia di individui genera previsioni spesso più accurate dei sondaggi tradizionali o dei singoli esperti.

Il funzionamento di un prediction market è strutturato su contratti standardizzati. Ogni mercato si apre con un quesito verificabile che prevede una risposta netta (“Il candidato X vincerà le elezioni?” oppure “Il traffico nello Stretto di Hormuz tornerà alla normalità entro fine giugno?”). Gli utenti acquistano quote a favore del “sì”o del “no”. Il valore finale del contratto a evento concluso è tipicamente fissato a 1 dollaro per la risposta corretta e a zero per quella errata. Se una quota del “sì” viene scambiata a 0,6 dollari, significa che il mercato attribuisce al verificarsi di quell’evento una probabilità del 60%. Chi ha comprato il “sì” a 0,6 incasserà 1 in caso di vittoria (guadagnando 0,4) o perderà l’intero investimento se l’evento non si verifica.

A differenza delle scommesse tradizionali, dove le quote sono fissate unilateralmente dal banco, nei prediction market il prezzo nasce dall’incontro tra domanda e offerta su basi peer-to-peer. Molte di queste piattaforme, come Polymarket, sono decentralizzate e basate su blockchain, mentre altre come Kalshi sono regolate e operano negli Stati Uniti offrendo contratti su economia e politica. La forza di questi strumenti risiede nella loro reattività in tempo reale: i prezzi oscillano istantaneamente durante dibattiti o eventi geopolitici, spesso anticipando i risultati elettorali con precisione maggiore rispetto ai sondaggi demoscopici.

Mentre nel Regno Unito scommettere sul prossimo Primo Ministro è una tradizione consolidata ed è possibile farlo su bookmaker come William Hill, in Italia è vietato scommettere sulle elezioni nazionali. Questo divieto è radicato nel Codice penale e blindato dall’Agenzia delle dogane e dei monopoli (Adm). Sono tre le ragioni politiche e giuridiche di questo orientamento. Innanzitutto la tutela della democrazia: si teme che le scommesse possano incentivare il voto di scambio o la manipolazione dell’opinione pubblica. In secondo luogo, le norme sulla par condicio: le fluttuazioni delle quote agirebbero come un “sondaggio clandestino continuo” nei 15 giorni precedenti il voto, periodo in cui i sondaggi sono vietati. Infine, il rischio di insider trading politico: politici o funzionari potrebbero usare informazioni riservate per scommettere, alterando l’integrità del mercato. Un rischio che di recente si è già verificato: militari Usa e israeliani sono stati arrestati per aver puntato sulle date dell’attacco al Venezuela e all’Iran grazie a informazioni riservate in loro possesso. Per queste ragioni, l’Adm ha inserito siti come Polymarket in una blacklist, rendendoli inaccessibili dall’Italia se non tramite sistemi di anonimizzazione degli indirizzi web.

All’estero, però, il rapporto tra prediction market e politica è già entrato di prepotenza sotto la lente dell’opinione pubblica e dei media. Durante le scorse elezioni presidenziali statunitensi Polymarket è stato scosso da un trader francese noto come “Théo”, che ha scommesso oltre 70 milioni di dollari sulla vittoria di Donald Trump. Théo ha iniettato progressivamente oltre 70 milioni di dollari in scommesse pro-Trump, puntando non solo sulla vittoria dell’Election College ma anche sul voto popolare, e le ha suddivise tra 11 account coordinati. Inizialmente, media e regolatori hanno gridato alla manipolazione elettorale, temendo un tentativo artificiale di creare l’effetto carrozzone. Tuttavia, le indagini di Polymarket che hanno portato all’individuazione di “Théo” e le sue successive interviste rilasciate al Wall Street Journal e a The Free Press hanno smentito l’ipotesi della manipolazione geopolitica. Secondo “Théo” si è trattato di puro calcolo finanziario, non per ingannare il pubblico ma per evitare lo “slippage“, ovvero l’aumento istantaneo del prezzo causato da un unico ordine massiccio. Il trader aveva commissionato sondaggi privati basati sul metodo dei “vicini di casa” ed era convinto che i poll ufficiali sottostimassero Trump. La sua scommessa si è rivelata corretta, portandogli un profitto netto di circa 85 milioni di dollari e dimostrando l’efficienza predittiva del mercato.

Ammesso che qualcuno volesse fare la stessa cosa sul mercato di Polymarket sul “prossimo presidente del Consiglio italiano”, le cifre in gioco però sarebbero ben più modeste. Il mercato è attualmente molto illiquido, con volumi che si aggirano tra i 25 e i 150mila dollari, assai ridotti rispetto a quelli americani. Proprio questa caratteristica lo rende però facilmente manipolabile da chiunque — esponenti politici o agenzie di comunicazione — volesse generare propaganda o “fake news”.

Modificare artificialmente le quote per rafforzare la favorita, portando Meloni dal 54% al 75%, costerebbe tra i 5mila e i 10mila dollari. L’algoritmo alzerebbe la quota in pochi secondi a causa della scarsità di contratti disponibili. Per ribaltare il mercato, portare uno sfidante come Schlein o Vannacci in testa richiederebbe tra i 20mila e i 40mila dollari. Il manipolatore dovrebbe vendere i contratti di Meloni e acquistare massicciamente quelli dell’altro candidato. Ma una simile distorsione sarebbe temporanea. I prediction market possiedono “anticorpi”: non appena i trader razionali notano un prezzo irrazionale, scommettono contro il manipolatore per guadagnare, riportando le quote al valore reale e causando al manipolatore la perdita del capitale investito.

Sempre che, naturalmente, non ci sia qualcuno disposto a perdere soldi per guadagnare influenza politica.

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Il luna park delle criptovalute sta chiudendo i battenti, anche Michael Saylor vende: siamo alla resa dei conti

6 June 2026 at 06:30

Il luna park delle criptovalute sta chiudendo i battenti, e i gettoni dorati ormai valgono molto, ma molto meno dell’elettricità consumata per produrli. In queste ore, la madre di tutte le illusioni, lo schema Ponzi più grande di sempre, il Bitcoin, annaspa poco sopra ai 63.000 dollari, un clamoroso -50% rispetto alle vette allucinate dei 126.000 dollari toccate pochi mesi fa. E la ruota di scorta, Ethereum, fa pure peggio: a quota 1.760 dollari, è crollata -64% dal picco. Un bagno di sangue ampiamente previsto da chiunque valuti i mercati finanziari, e i vari strumenti oggi disponibili, con razionalità, e senza credere alla moltiplicazione dei pani e delle monete virtuali.

In questo quadretto idilliaco, il pessimismo attorno al feticcio digitale sale – esso sì – ai massimi. Bitcoin è sempre stato un mistero. L’inventore, da 17 anni, si nasconde dietro lo pseudonimo di Satoshi Nakamoto. Ma una scia di indizi sepolti tra gli algoritmi porta a un informatico americano: Adam Back. In molti gli sono grati, senza conoscerlo, perché ci hanno speculato e guadagnato, nei momenti di euforia. Ma ora siamo alla resa dei conti. Davvero. E a staccare la spina è proprio il cantore più invasato e esaltato di Bitcoin, Michael Saylor.

Soltanto lo scorso febbraio, questo sedicente guru giurava ai suoi adepti che, dovendo scegliere, conviene vendere un rene piuttosto che un solo Bitcoin. I reni se li è tenuti. Le crypto con la “B” ha cominciato a venderle: prima volta dal 2022 per la sua società Strategy, la più grande cassaforte di criptovalute del mondo. Ai discepoli è bastato vedere il maestro mettere mano al portafoglio per sudare freddo. E quindi anche loro, sell.

Parliamo della più grande balena del mercato, un’azienda che siede comodamente sul 4 per cento di tutta la speculazione mondiale in circolazione. Quanto abbia venduto è quasi irrilevante, una manciata di monete su un tesoro sterminato. La domanda vera è: perché il furbetto del quartierino cripto ha dovuto mettere improvvisamente mano al portafogli? Semplice: doveva pagare i conti.

Per finanziare la sua bulimica abbuffata di Bitcoin, la premiata ditta Strategy aveva piazzato sul mercato azioni privilegiate, promettendo dividendi stellari a chi abboccava all’esca. Il piano geniale era stampare e vendere nuove azioni per pagare i dividendi vecchi, una delle tante varianti – prassi regolare nell’era Trump – del classico schema Ponzi. Peccato che, con il crollo verticale del Bitcoin, anche il valore di Strategy a Wall Street sia colato a picco (per l’esattezza -73,3% dal massimo del novembre 2024). E così, senza più polli da spennare, al signor Saylor non è rimasto altro che vendere l’unico finto asset rimasto in cassa.

I mercati delle scommesse, come Polymarket, fiutano l’odore del sangue e danno ormai al 51 per cento la probabilità che il baraccone crolli sotto i 50.000 dollari. Il difetto d’origine resta quello di sempre, che l’euforia fa dimenticare: il Bitcoin non produce nulla, non paga cedole, non costruisce niente, non è accettato come come moneta da nessuna parte, se non nel dark web da terroristi, mafiosi e venditori di uranio arricchito. Vale quanto il prossimo fesso è disposto a sborsare, nel vecchio gioco in cui si vince soltanto finché si trova qualcuno più ottimista (o più stupidamente predisposto a speculare) a cui passare il cerino. E la fila degli ottimisti, di questi tempi, si sta accorciando.

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In Italia il debito delle famiglie in rapporto al Pil è molto più basso che in Paesi più solidi: un patrimonio strategico

6 June 2026 at 05:49

Quando si parla di solidità finanziaria di un Paese, il riflesso condizionato è sempre lo stesso: guardare il debito pubblico. È una specie di rito civile, come lamentarsi del traffico o del commercialista. L’Italia, in questa narrazione, parte quasi sempre con il cartellino giallo: Stato indebitato, crescita debole, produttività bassa, conti pubblici sotto osservazione. Tutto vero. Ma non tutta la verità.

Esiste un altro indicatore, molto meno popolare nel dibattito pubblico, che racconta una storia diversa: il debito delle famiglie in rapporto al Pil. Secondo il Global Debt Database del Fondo Monetario Internazionale, il debito delle famiglie pesa per il 125,4% del Pil in Svizzera, il 112,1% in Australia, il 100,1% in Canada, il 93,6% nei Paesi Bassi, il 90,1% in Corea del Sud, il 76,2% nel Regno Unito, il 69,4% negli Stati Uniti. In Italia il dato è pari al 36,1%.

Il paradosso è evidente: molti Paesi percepiti come più solidi, ordinati, efficienti e finanziariamente maturi hanno famiglie molto più indebitate di quelle italiane. Noi abbiamo uno Stato pesante e famiglie relativamente leggere. Altri hanno Stati più credibili e famiglie più cariche di mutui, prestiti e obbligazioni domestiche. La finanza, ancora una volta, dimostra di amare le contraddizioni.

La prima spiegazione è operativa: casa, credito e costo della vita. Nei Paesi in cima alla classifica, l’indebitamento privato è spesso una condizione normale di accesso alla vita adulta. Comprare una casa a Zurigo, Sydney, Vancouver, Amsterdam o Seul significa entrare in mercati immobiliari molto costosi, dove il mutuo non è un incidente di percorso, ma una struttura portante dell’esistenza familiare. Il debito non serve solo a consumare: serve a stare dentro il mercato.

In Italia, invece, il rapporto con la casa è stato storicamente diverso. La proprietà immobiliare è stata spesso costruita per accumulazione familiare, eredità, risparmio paziente, aiuti intergenerazionali. Non sempre per virtù: anche perché il credito è stato meno profondo, il mercato del lavoro più fragile, il reddito dei giovani più incerto. Ma il risultato resta: le famiglie italiane, nel confronto internazionale, sono meno esposte alla leva finanziaria.

La seconda spiegazione è culturale e fiscale. In molti Paesi avanzati il debito privato non è considerato una colpa, ma uno strumento. Il mutuo è pianificazione finanziaria. La leva è gestione patrimoniale. Il debito è una tecnologia sociale. Alcuni sistemi hanno anche incentivato fiscalmente l’indebitamento, per esempio attraverso trattamenti favorevoli sugli interessi passivi dei mutui. Il cittadino razionale, in quei contesti, non è quello che evita il debito, ma quello che lo usa bene.

In Italia resiste invece una cultura del risparmio difensivo. La famiglia italiana accumula perché non si fida: dello Stato, del mercato del lavoro, della pensione futura, della banca, del vicino di casa e, spesso con buone ragioni, anche del cugino che propone investimenti “sicuri”. Il risparmio privato diventa così una forma di welfare domestico: paga l’università dei figli, aiuta l’acquisto della casa, copre le malattie, sostiene l’impresa familiare, assorbe le crisi.

Non è romanticismo. È una supplenza. Dove il welfare pubblico è lento o incompleto, interviene il patrimonio privato. Dove il reddito non basta, interviene la famiglia. Dove il mercato non finanzia, interviene il conto corrente dei genitori. Siamo un Paese con uno Stato indebitato e una società che ha imparato a fare da ammortizzatore di se stessa.

La terza spiegazione è sistemica. Non bisogna leggere l’alto debito delle famiglie come sinonimo automatico di povertà. Sarebbe un errore grossolano, quindi perfettamente compatibile con molto dibattito pubblico. Un alto debito privato può indicare mercati finanziari sviluppati, accesso al credito, fiducia nel futuro, patrimonio immobiliare diffuso, capacità delle banche di finanziare famiglie ritenute solvibili. Il problema nasce quando questa architettura viene colpita da tassi alti, redditi stagnanti o prezzi immobiliari in calo. A quel punto il debito privato cambia natura: da strumento di crescita diventa vincolo. La rata del mutuo smette di essere il prezzo della stabilità e diventa il rubinetto che prosciuga reddito disponibile. Nei Paesi dove le famiglie sono esposte per quote molto elevate del Pil, un rialzo dei tassi può trasmettersi rapidamente ai consumi, al mercato immobiliare e alla stabilità bancaria.

L’Italia, al contrario, presenta una vulnerabilità opposta. Il punto debole resta il debito pubblico. Il punto di forza resta il bilancio delle famiglie. Banca d’Italia segnala che alla fine del 2024 la ricchezza netta delle famiglie italiane era pari a 11.732 miliardi di euro; nello stesso tempo, nei rapporti sulla stabilità finanziaria, evidenzia rischi limitati per le famiglie anche per effetto del basso debito privato e della ricchezza finanziaria accumulata.

Questo non significa che gli italiani siano ricchi nel senso quotidiano del termine. Molte famiglie hanno redditi bassi, salari compressi, figli precari, pensioni che reggono interi nuclei familiari. La ricchezza privata italiana è anche diseguale, immobilizzata, spesso poco produttiva. Molta è mattone, non liquidità. Molta è nelle mani delle generazioni anziane.

Quindi attenzione a trasformare il dato in autocelebrazione nazionale, sarebbe il solito patriottismo da bar. Però il dato resta politicamente ed economicamente rilevante. Se giudichiamo un Paese solo dal debito dello Stato, vediamo metà bilancio. Se ignoriamo il debito delle famiglie, non capiamo dove si trovi davvero il rischio. Nei Paesi nordici o anglosassoni il rischio è spesso distribuito nei bilanci privati. In Italia è concentrato maggiormente nel bilancio pubblico. Sono due modelli diversi di fragilità.

La domanda allora è semplice: ha senso continuare a valutare la solidità di un Paese guardando solo al debito pubblico e ignorando quello dei cittadini?

Nel caso italiano, il risparmio privato è ancora uno degli ultimi scudi sistemici. Non può diventare un alibi per non ridurre il debito pubblico, non può sostituire la crescita, non può compensare per sempre salari bassi e produttività stagnante. Ma è un patrimonio strategico. E come tutti i patrimoni strategici andrebbe protetto, non spremuto o usato come bancomat silenzioso per coprire l’inefficienza pubblica.
Il vero paradosso è questo: l’Italia è spesso descritta come un Paese finanziariamente fragile perché ha uno Stato indebitato. Ma una parte importante della sua tenuta deriva proprio da cittadini che, per prudenza, sfiducia e memoria storica, si sono indebitati meno degli altri.

Non sarà moderno. Non farà curriculum nei convegni sulla finanza sofisticata. Ma quando i tassi salgono e le rate mordono, anche la vecchia prudenza familiare italiana smette di sembrare arretratezza e torna a chiamarsi con il suo nome: difesa.

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Ogni impresa dovrebbe dotarsi di una policy sull’intelligenza artificiale

6 June 2026 at 03:45

L’utilizzo degli strumenti di intelligenza artificiale nei contesti lavorativi non è più un fenomeno di nicchia. Secondo Bankitalia, il trentadue per cento delle imprese italiane con almeno venti addetti utilizza l’intelligenza artificiale per ottimizzare i processi esistenti e, raramente, per creare nuovi prodotti o servizi. Molte di queste aziende hanno iniziato a usare i large language models senza dotarsi di una specifica policy per regolare i limiti di impiego da parte del personale.

Il punto di partenza di qualsiasi policy sull’IA è la distinzione tra strumenti aziendali e strumenti personali. Avvalersi del supporto di ChatGPT, Claude o Gemini con un profilo privato per svolgere attività lavorativa pone una serie di questioni giuridiche delicate e, pertanto, dovrebbe essere vietato. Gli account consumer non forniscono quasi mai garanzie in tema di riservatezza e tutela dei dati. Inoltre, i dati immessi nei prompt possono essere utilizzati per addestrare i modelli di terze parti, con la conseguenza che informazioni riservate fuoriescono dal perimetro aziendale in modo irreversibile.

L’azienda deve anche stabilire in maniera chiara i confini dei dati che possono essere condivisi con l’intelligenza artificiale. Secondo la normativa privacy, infatti, il trattamento dei dati deve essere fondato su una base giuridica adeguata e compatibile con le misure di sicurezza adottate dall’impresa. Dati sensibili come quelli riguardanti lo stato di salute o l’iscrizione ad un sindacato di un dipendente non dovrebbero essere inseriti in un large language model prima di un attenta valutazione.

L’intelligenza artificiale produce errori, allucinazioni e imprecisioni con una frequenza che la rende inidonea a sostituire il giudizio umano in qualsiasi attività avente rilevanza giuridica o economica. Una policy ben fatta dovrebbe attribuire esplicitamente al lavoratore la responsabilità di verificare gli output più importanti prima di ogni utilizzo.

Regolare l’utilizzo dell’intelligenza artificiale in azienda è fondamentale per proteggere i dati dell’impresa, la privacy dei dipendenti e la posizione del datore di lavoro in caso di contenzioso. Anche in questo campo, prevenire è sempre meglio che curare.

*La newsletter “Labour Weekly. Una pillola di lavoro una volta alla settimana” è prodotta dallo studio legale Laward e curata dall’avvocato Alessio Amorelli. Linkiesta ne pubblica i contenuti ogni. Qui per iscriversi

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L’Italia può essere la chiave di volta del progetto Imec

6 June 2026 at 03:45

Mai come di questi tempi vi è un bisogno impellente di costruttori e saldatori, per creare e rafforzare sinergie e connessioni. Gli scenari sono in continuo mutamento – basti guardare al Medio Oriente – e in tale clima d’incertezza, di tensioni e conflittualità, le relazioni tra i Paesi contano. La crisi dello Stretto di Hormuz sta dimostrando che l’Iran, per quanto non sia dotato di una marina paragonabile a quella di altri Paesi occidentali, può bloccare uno dei più strategici passaggi del traffico commerciale mondiale e mettere in seria difficoltà i nostri approvvigionamenti e le nostre economie.

È una crisi, però, che ci dimostra anche quanto il Mediterraneo sia al centro delle rotte di tutto il mondo. Allora, alla luce dell’attualità, si comprende quanto lungimirante sia stato il governo Meloni, fin dal suo insediamento, a spingere per tracciare una nuova via dall’Indo-Pacifico al Mare Nostrum. Il Corridoio infrastrutturale ed economico che collegherà le città portuali dell’India, del Medio Oriente e dell’Europa, Imec, è un progetto dal potenziale gigantesco. L’obiettivo è semplice: stabilizzare le connessioni, per generare una nuova, diffusa, prosperità tra le nostre regioni.

Imec è la chiave per unire, finalmente, tanti punti di convergenza globali. Perché se è vero che tutti i mari del mondo sono collegati tra loro come narra l’epica antica, è altrettanto vero che le dimensioni dell’Indo-Pacifico, del Mediterraneo, dell’Atlantico sono interconnesse. Forgiare nuove rotte è una sfida. Consolidarle altrettanto. Gli Stati Uniti sono ben consci dell’importanza di una maggior cooperazione nell’Indo-Pacifico. Non a caso, il Segretario di Stato statunitense Rubio ha guidato, come primo passo ufficiale, la riunione del Quad, il Dialogo quadrilaterale di sicurezza tra Stati Uniti, Australia, India e Giappone.

L’Italia, poi, grazie alla sua posizione geografica, non può che essere il connettore perfetto con l’Indo-Pacifico, trovandosi al centro dello sviluppo economico, sociale, culturale, politico del Mediterraneo. Nel 2023, Roma e Washington sono stati tra i primi firmatari con Nuova Delhi di questa ambiziosa iniziativa. Oggi è ancora più forte il convincimento, a tre anni di distanza, che si è trattato di una scelta giusta.

Imec potrà essere un elemento d’unione tra le regioni, un vero e proprio nuovo asse globale per le nostre economie, per le risorse energetiche e per la rete di comunicazioni. Il Corridoio risponderà a quell’incertezza per il commercio globale che iniziative come la Belt and Road Initiative, o le politiche di coercizione di Pechino, generano, o ancora, risponderà anche alla turbolenza che Paesi come l’Iran diffondono a macchia d’olio.

Imec infatti vuole essere una risposta alla necessità occidentale di maggiore indipendenza e al bisogno di mettersi in sicurezza. Grazie al Corridoio, l’impulso a settori come la logistica, il digitale, o ancora la collaborazione culturale e scientifica, potrà essere significativo. Sarà anche un’ulteriore opportunità di integrazione per il continente africano, e ancora una volta, qui, il ruolo di primissimo piano dell’Italia, grazie al Piano Mattei del Governo Meloni, è evidente.

Queste sono solo alcune delle tante, ottime, ragioni per promuovere, come terminale in Europa di Imec, il porto italiano di Trieste. Oltre a essere da sempre un crocevia di culture e saperi, Trieste ha caratteristiche strategiche assolutamente uniche. Innanzitutto, rispetto ad altri approdi, Trieste costituisce una porta diretta sull’intera Europa, indipendente da ogni ingerenza. Si collega perfettamente, infatti, al cuore industriale del continente europeo con ben quattro Corridoi Strategici (Mediterraneo, Reno-Alpi, Scandinavo-Mediterraneo e Baltico-Adriatico) e all’Europa orientale, in particolare alla regione baltica. Il timing c’è. La stabilità politica del governo Meloni ha tracciato un solco deciso, che auspichiamo tutti resti ben visibile e sempre più profondo.

Questo è l’articolo di apertura del nuovo Linkiesta Paper – Speciale Imec. Si può comprare adesso, qui sullo store.

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