22h. Portugal empata com RD Congo na estreia do Mundial


Un total de 59 dotaciones de los Bomberos de la Generalitat han luchado contra el incendio declarado este miércoles en Talavera, en la comarca de la Segarra (Lleida), que ha obligado a confinar a los vecinos de Pallerols y de Ribera d’Ondarra. Protección Civil ha enviado una alerta a los teléfonos móviles de Pallerols (que pertenece al municipio de Talavera) y a Ribera d’Ondarra, para pedir a los vecinos que se confinen en sus casas para protegerse del humo.

© BOMBERS DE LA GENERALITAT (Europa Press)

© MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

© MIGUEL PEREIRA DA SILVA/LUSA

© @RapidReport2025

© @RapidReport2025

© PAULO NOVAIS/LUSA

© PAULO NOVAIS/LUSA

© PAULO NOVAIS/LUSA

© PAULO NOVAIS/LUSA

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
Montenegro antecipa um verão «ainda mais exigente» no combate aos incêndios e garante reforço da prevenção e dos meios no terreno.
O conteúdo Montenegro prevê verão «ainda mais exigente» no combate aos incêndios aparece primeiro em Barlavento.

© Getty Images/iStockphoto

© Getty Images/iStockphoto

O primeiro-ministro antecipou hoje que este verão será “ainda mais exigente” no combate aos incêndios e assegurou que o Governo está a “mobilizar todos” no esforço de prevenção e debate.
No debate quinzenal na Assembleia da República, Luís Montenegro assinalou os nove anos que hoje passam sobre os incêndios de Pedrógão, em 2017, quando morreram 64 pessoas, aproveitando para apelar “à sensibilização e mobilização de todos”.
“Todos sabemos que o comportamento de cada um faz a diferença, pode mesmo fazer a diferença na vida de todos”, disse.
Sobre o próximo verão, Montenegro salientou que “será ainda mais exigente no combate aos incêndios florestais”.
“Aos fatores habituais, acresce o impacto da tempestade que derrubou centenas de milhares de árvores. Por isso, antecipámos o trabalho e estamos a mobilizar todos neste esforço de prevenção e combate”, disse.
Montenegro salientou que os elementos da Proteção Civil, bombeiros, sapadores florestais, ICNF, GNR, Forças Armadas estão “a dar o seu melhor no terreno lado a lado com o Governo e com as autarquias locais”.
“Criámos o Comando Integrado de Prevenção e Operações, que visa uma coordenação permanente e que é uma mudança de paradigma na conjugação da ação de combate com o trabalho preventivo e a redução do risco”, disse.
Montenegro detalhou que, até agora, foram desobstruídos 18.000 quilómetros de rede de área florestal, com uma mobilização diária de cerca de 830 operacionais, 245 viaturas e 60 máquinas.
“E temos o nosso Serviço Nacional de Saúde preparado também para o verão, ativando este plano desde o dia 1 de maio. Não obstante todo este trabalho de prevenção, o desafio é grande”, admitiu.
O chefe do Executivo justificou o acréscimo de risco com o impacto de tempestades recentes que derrubaram centenas de milhares de árvores, aumentando a matéria combustível no terreno

O ministro da Administração Interna admitiu hoje que existe “falta de cultura de limpeza” nos espaços rurais, considerando que a propriedade privada é “um obstáculo” para que o Estado possa intervir na prevenção dos incêndios.
“Há de facto ainda uma falta de cultura de limpeza por parte da comunidade em geral, mas aí temos este obstáculo que é nós não podemos entrar na propriedade privada”, disse Luís Neves na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde está a dar conta da política geral do ministério.
Em resposta ao deputado do Chega Pedro Pinto sobre a falta de limpeza nas matas, o ministro disse que “há de facto alguma falta de limpeza”, mas referiu que a criação das OIGP (Operações Integradas de Gestão da Paisagem) permitem uma organização por parte dos proprietários para que o Estado pague essa limpeza.
“Isto tem sido feito sobretudo na zona de Leiria, tem sido criado através dos municípios muitas OIGP que estão a ser limpas e pagas pelo Estado”, precisou, destacando a criação do Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), em Leiria, que permitiu que mais de 17 mil quilómetros de rede viária florestal tenham sido desobstruídos em dois meses.
“As tempestades do inverno deixaram milhões de árvores derrubadas, extensas áreas florestais profundamente alteradas e um risco acrescido para o período crítico de incêndios. Perante uma realidade excecional, respondemos com uma solução igualmente excecional”, disse.
Luis Neves disse também que o CIPO foi criado para limpar o território e não tem prazo para terminar.
Sobre o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR), o ministro afirmou que “para grandes calamidades nunca se pode dizer que se está completamente preparado para aquilo que muitas vezes surge de uma forma inopinada”.
“Estamos a fazer o nosso trabalho, há mais meios que foram apresentados através do DECIR, mais meios humanos, mais meios do ponto de vista de equipamentos. Isso dá-nos algumas garantias, mas sendo certo que nenhum país, até os países mais ricos, pode dizer [que está completamente preparado] para debelar as grandes calamidades”, frisou.
Segundo o ministro, o meio aéreo de combate aos fogos que está em Santa Comba Dão não está operacional, estando a ser reparado.
O DECIR tem ao dispor este ano um total de 79 meios aéreos, além dos três helicópteros da AFOCELCA (empresa privada de proteção florestal vocacionada para o combate a incêndios rurais).
O conteúdo Ministro admite que existe “falta de cultura de limpeza” nos espaços rurais aparece primeiro em O MINHO.

© PAULO NOVAIS/LUSA
Incêncido deflagrou durante a madrugada desta quarta-feira e atingiu apenas a fábrica
