Vídeo: três suspeitos invadem oficina e executam homem dentro do estabelecimento


A atividade operacional da GNR no Algarve saldou-se em 78 detenções, por diversos ilícitos, na semana de 8 a 14 de junho.
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El pasado 27 de abril se inició en un grupo de centros educativos de Cataluña (inicialmente eran 14, pero el número se fue reduciendo), la mayoría institutos de Educación Secundaria, un plan piloto que incorpora a mossos d´esquadra como colaboradores de los equipos directivos. Concretamente, en tareas de detección y prevención de conflictos, de mediación y acompañamiento a estudiantes y otros miembros de la comunidad educativa afectados por situaciones de inseguridad y violencia.



«Ler uma Fortaleza Moderna: Arqueologia da Arquitetura e a História da Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar (Portimão)» é o tema da palestra que a arqueóloga e comunicadora de ciência Bruna Ramalho Galamba (CHAM, Universidade Nova de Lisboa) vai dar no dia 27 de Junho, às 18h00, na Sala de formação do Museu de Portimão.
Esta palestra propõe uma leitura integrada da Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar, a partir das metodologias da arqueologia da arquitetura, evidenciando o seu papel nas estratégias defensivas da costa algarvia entre a Época Moderna e a contemporaneidade.
Concebida no contexto das vulnerabilidades da costa portuguesa após a perda de praças no Norte de África e da intensificação de ataques de piratas e corsários, a fortaleza surge no século XVII como resposta a um sistema defensivo em transformação.
Através da articulação entre fontes documentais, levantamento fotogramétrico e análise estratigráfica do edificado, demonstra-se como este monumento, frequentemente negligenciado pela historiografia, constitui um arquivo material complexo, marcado por sucessivas campanhas construtivas, eventos chave e adaptações funcionais.
A palestra explorará ainda o impacto de fenómenos naturais (como os terramotos do século XVIII) e de processos antrópicos, incluindo a adaptação ao turismo no século XX, na transformação da estrutura e da sua leitura arqueológica.
Por fim, discute-se o contributo da arqueologia da arquitetura para o estudo do património militar, defendendo a necessidade de abordagens interdisciplinares para compreender, valorizar e requalificar estes espaços históricos.
Bruna Ramalho Galamba é arqueóloga e comunicadora de ciência, atualmente doutoranda em Arqueologia com especialização em Arqueologia Marítima na NOVA FCSH, onde desenvolve investigação sobre as fortalezas marítimas do Algarve entre os séculos XV e XVIII.
A sua formação académica inclui ainda um Mestrado em Comunicação de Ciência, centrado na relação entre a escolha da licenciatura em Arqueologia e a comunicação científica em Portugal, e um Mestrado em Arqueologia, dedicado ao estudo histórico, arqueológico e arquitetónico da Fortaleza de Santa Catarina de Ribamar (Portimão). É licenciada em Arqueologia, com menor em História Geral, pela mesma instituição.
Atualmente, é arqueóloga diretora na Clay Arqueologia, onde coordena projetos de escavação e acompanhamento arqueológico, e trabalha também como profissional independente, prestando serviços a diversas entidades.
Integra o CHAM – Centro de Humanidades como investigadora, participando em projetos científicos e em iniciativas de comunicação, e foi docente na Pós-Graduação em Museologia da Universidade Autónoma de Lisboa. Desde 2020, colabora ainda com o Gabinete de Estudos Arqueológicos da Engenharia Militar.
Esta palestra integra-se no ciclo «Percursos de Memória, Identidade e Poder», promovido pelo Instituto de Cultura Ibero-Atlântica (ICIA), com curadoria de Maria da Graça A. Mateus Ventura.
O conteúdo ICIA promove palestra sobre a Fortaleza de Santa Catarina no Museu de Portimão aparece primeiro em Sul Informação.

Bruna Ramalho Galamba apresenta uma palestra dedicada à história e arqueologia da Fortaleza de Santa Catarina, no Museu de Portimão, a 27 de junho, a convite do ICIA.
O conteúdo Portimão: Arqueóloga desvenda história da Fortaleza de Santa Catarina aparece primeiro em Barlavento.



El 12 de agosto, alrededor de las 20.30, en gran parte de la España peninsular se hará de noche. Este eclipse, el primero solar total que recorrerá la Península en más de un siglo, será el que inaugurará el llamado trío de eclipses —que incluye otro solar en 2027 y uno anular en 2028—, y ha generado unas expectativas turísticas inigualables. No en vano, la llamada franja de totalidad, donde el eclipse será completo, recorrerá 13 de las 17 comunidades autónomas y al menos 31 de las 50 provincias.
Alejarse de obstáculos como montes, árboles y edificios, así como mantenerse informado del pronóstico meteorológico, son detalles a tener en cuenta para una experiencia óptima.
Debido a la hora a la que se producirá el fenómeno, sucederá a muy baja elevación, más baja cuanto más al este nos encontremos. Para disfrutar de una visión despejada lo más importante es que el lugar elegido tenga el horizonte al oeste —donde se pondrá el Sol— completamente despejado y sin obstáculos de ningún tipo, como montes, árboles o edificios. Pero también ofrecerá excelentes oportunidades para fotografiar el astro eclipsado junto a icónicos monumentos de todo el territorio.
El Instituto Geográfico Nacional ha preparado en su web un visualizador para comprobar las condiciones de visibilidad en casi todo el país. Además, es importante conocer el pronóstico meteorológico, ya que las nubes pueden deslucir el momento. Por último, se recomienda desplazarse al sitio elegido con tiempo y en transporte público (en muchos lugares se habilitarán lanzaderas para llegar a los puntos de observación recomendados), ya que se espera que el tráfico sea muy denso en las horas previas y posteriores al eclipse.
Tan importante como escoger un buen sitio para ver el eclipse es estar bien equipado:
Lo más espectacular se concentra en apenas 90 segundos, pero el proceso completo ofrece casi dos horas de luces y sombras.
Aunque el punto más importante de este fenómeno es el momento en el que la Luna cubre completamenteel Sol, lo cierto es que el proceso completo durará cerca de doshoras, y durante ese tiempo podrán observarse las siguientes fases. De nuevo, es importante recordar el uso de gafas protectoras homologadas en todo momento.

© Teresa Otto ( GETTY IMAGES )


© José A. Alvarado Jr. for The New York Times


O conteúdo de uma mala velha e com cadeado que estava no bagageiro de um ônibus surpreendeu agentes da PRF-DF nesta sexta-feira (12/06). A mala foi despachada em São Paulo e tinha como destino final o município de Campo Alegre de Lourdes (BA).
Ao abrirem a bolsa, os policiais encontraram ossadas humanas e um saco de cinzas com nome de uma mulher dentro da bolsa. Também foi encontrado um saco contendo ferramentas de construção civil (alicate, facão e prumo).
“Essa foi uma situação bastante inusitada para a nossa equipe. Normalmente estamos atentos a drogas, armas e outros ilícitos. Desta vez, encontramos uma ossada humana e cinzas sendo transportadas sem documentação sanitária”, afirmou o policial Genaro Mendes.
Esse tipo de carga precisa de autorização formal, incluindo guias de translado e uso de urnas adequadas. O transporte irregular configura, em tese, o crime de Vilipêndio a cadáver (Art. 212 do Código Penal).
Em razão da falta de documentação, o material apreendido, o motorista responsável pelo veículo e os demais elementos foram apresentados na 16ª Delegacia de Polícia Civil, em Planaltina. O proprietário da carga não foi localizado.
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A perícia privada apresentada pela produtora Go Up Entertainment para tentar explicar os gastos com o filme Dark Horse não detalha o destino de transferências no valor de US$ 13,3 milhões (equivalente a R$ 75 milhões). A descrição das despesas foi reunida pela defesa de Karina Ferreira da Gama, dona da produtora.
O documento indica que a maior parte desse valor (R$ 54,2 milhões) teria sido gasta nos Estados Unidos, enquanto a quantia usada no Brasil representa R$ 20,9 milhões. A única fase da produção com gastos detalhados no Brasil foi classificada como produção e filmagem.
Os gastos nos Estados Unidos têm menos detalhamento no laudo da perícia privada. O documento menciona, de forma genérica, etapas como desenvolvimento do projeto, soft-production, pré-produção e pós-produção, sem explicar o que ocorre em cada uma delas.
Segundo a perícia, até o dia 10 de junho, o fundo Havengate Development LP, usado para a captação de recursos, havia enviado os US$ 13,3 milhões para o filme. A maior parte dos R$ 20,9 milhões gastos no Brasil foi transferida via Pix.
Após a revelação de que o banqueiro Daniel Vorcaro enviou dinheiro para a produção do filme, a Polícia Federal passou a investigar se os recursos foram utilizados para financiar a estada do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
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