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- Na “guerra por procuração”, britânicos dizem que há jovens aliciados <em>online</em> em nome da Rússia e do Irão
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Na “guerra por procuração”, britânicos dizem que há jovens aliciados <em>online</em> em nome da Rússia e do Irão
Equipas de 1ª Intervenção de Loulé preparam-se para período crítico de incêndios
O Município de Loulé reuniu o seu dispositivo local no 9º Encontro Municipal de Equipas de 1ª Intervenção em Fogos Rurais, evento que decorreu na passada terça-feira, na Unidade Avançada de Proteção Civil, em Vale Maria Dias, freguesia de Salir.
Esta iniciativa juntou 34 equipas operacionais, com vista a otimizar a resposta a incêndios florestais, numa altura em que estamos a entrar na fase crítica do ano. Além de um momento de formação e sensibilização, o Encontro permitiu esclarecer dúvidas sobre procedimentos que devem ser acautelados por estas equipas em contexto real.
Tratou-se de uma ação eminentemente prática, fomentando as dinâmicas de grupo. O Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé abordou as temáticas das regras de segurança, comunicações rádio (noções básicas) e equipamentos de proteção individual. Coube ao ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas esclarecer dúvidas sobre o fogo controlado e a prevenção estrutural. O representante do Exército, uma das entidades parceiras da Câmara Municipal de Loulé, fez o enquadramento da sua presença neste dispositivo, abordando ainda a questão da vigilância armada das Forças Armadas. Já os Bombeiros Sapadores de Loulé, elementos que estão na linha da frente do combate a incêndios, esclareceram os participantes no Encontro sobre o protocolo de segurança e a importância da segurança nos teatros de operação. Finalmente, a GNR – Guarda Nacional Republicana explicou como decorrem os processos de investigação das causas de incêndio e a importância da preservação de vestígios.
O dispositivo do concelho de Loulé conta com a mobilização de diversas entidades locais: 22 equipas de associações e clubes de caça, 2 equipas municipais de Intervenção Florestal, 1 equipa de Sapadores Florestais de Loulé, 1 equipa de Sapadores Florestais da Serra do Caldeirão, 1 equipa da Quinta da Ombria, 1 equipa da Vigiquinta (Quinta do Lago) e 6 equipas das Juntas de Freguesia (Ameixial, Salir, Alte, Querença, Tôr e Benafim). Todas as equipas estão dotadas de kits de primeira intervenção cedidos pelo Município, equipados com depósitos de água, motobombas, abafadores e equipamentos de proteção individual.
Recorde-se que, em maio, durante a Semana do Município, a Autarquia reforçou este apoio com a entrega de reboques com kits adicionais para pré-posicionamento nas Juntas de Freguesia.
Estas forças desempenham um papel crucial ao garantir o ataque inicial rápido, extinguindo a maioria dos focos de incêndio à nascença. Atuam ainda no rescaldo e na vigilância diurna e noturna. Os caçadores assumem relevância especial pelo conhecimento profundo do território, guiando os bombeiros no terreno.
Face às previsões de um ano particularmente difícil, a Câmara Municipal de Loulé vai intensificar as campanhas de sensibilização pública. O plano de segurança para os meses de maior risco inclui o patrulhamento a cavalo da GNR e a vigilância ativa das equipas do Exército no interior do concelho. O Município irá também acelerar as medidas de proteção da floresta, como a criação de mais Condomínios de Aldeia e o programa “Aldeias Seguras”.
“Este ano será particularmente difícil, por isso temos que estar todos muito vigilantes. O Município vai reforçar as medidas de sensibilização e comunicação para o risco de incêndio e para a necessidade de todos adotarmos medidas preventivas que permitam reduzir o risco de incêndio. Só assim poderemos evitar uma eventual calamidade que coloque em risco a população, os seus bens e também o nosso património natural”, assegurou o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto.
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Os benefícios e os riscos de usar sling para transportar um bebé
- Expresso

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Navios britânicos intercetaram petroleiro russo suspeito e Kremlin chama a operação de "ato de pirataria"
Foi o próprio primeiro-ministro Keir Starmer que revelou a operação secreta da Marinha Real. Navio russo é um dos 700 de uma 'frota fantasma' responsável pelo transporte de 75% do petróleo russo sujeito a sanções. Kremlin acusa Reino Unido de “atos de pirataria”

Formação em compliance e novas tecnologias continua deficitária
A formação em compliance, cibersegurança, inteligência artificial (IA) e análise de dados “continua a ser deficitária” em muitas empresas em Portugal, alerta Ana Jogo Mendes, diretora Executiva da área de Conhecimento/Formação da ANJE, defendendo que a formação executiva em compliance e novas tecnologias “deve ser tratada como prioridade de gestão”.
Este problema é particularmente notório nas pequenas e médias empresas (PME), “onde a velocidade da mudança tecnológica e regulatória supera frequentemente a capacidade de adaptação”, explica. Mas é nos domínios da cibersegurança, da proteção de dados e da literacia em IA que estas “carências são particularmente críticas e urgentes”, indica Ana Jogo, que é igualmente membro do Conselho de Gestão da Associação Nacional de Jovens Empresários, sediada no Porto.
“Estas matérias são deficitárias não apenas por défices de conhecimento técnico, mas porque ainda não estão suficientemente integradas na estratégia, nos processos e na governação das empresas”, sublinha. E há riscos para as empresas. Na opinião de Ana Jogo Mendes, o risco é duplo: “por um lado, o incumprimento regulatório, com exposição a sanções, incidentes e perda de confiança; por outro, perda de competitividade face a concorrentes que utilizam melhor os dados, automatizam processos, protegem ativos críticos e tomam decisões mais rápidas e informadas”.
E qual tem sido a atuação das empresas neste campo? Para a diretora executiva da área de Conhecimento/Formação da ANJE, as organizações “têm vindo a ganhar consciência da importância da formação em compliance e novas tecnologias”. Do lado da AEP, Luís Miguel Ribeiro, presidente do conselho de administração, diz que “a qualificação contínua é um dos pilares do sucesso do capital humano e, consequentemente, da competitividade e sustentabilidade das empresas”.
“Se esta convicção sempre orientou a atuação da AEP desde há 177 anos, hoje ganha uma relevância ainda maior, nomeadamente num contexto marcado pela inovação constante, pela transformação digital e pelo impacto crescente da inteligência artificial em todos os setores de atividade”, analisa. A agenda das formações executivas tem sido precisamente marcada pelos temas da transformação digital, IA, sustentabilidade, liderança, análise de dados e cibersegurança, lista Luís Miguel Ribeiro.
Apesar do aumento da atenção dada a este tipo de formação, Ana Jogo Mendes considera que a “resposta permanece desigual e, sobretudo, reativa”. Nos setores regulados ou nas empresas de maior dimensão, o investimento é executado “de forma mais sistemática”, seja através de planos de formação, seja via parcerias com entidades certificadas.
Olhando para as PME, “que representam a esmagadora maioria do tecido empresarial”, é comum atuarem “apenas quando pressionadas por uma necessidade concreta – uma nova obrigação legal, uma auditoria, uma exigência comercial ou um incidente de segurança – ou a não agir de todo”, reflete. Mas “transformar essa consciência em planeamento” é o “desafio”, diz ao JE. Nesse sentido, é preciso “diagnosticar necessidades, criar percursos formativos regulares e integrar a formação nas prioridades de gestão, numa lógica preventiva, estruturada e continuada”.
A AEP tem-se dedicado à aposta naquelas áreas, sendo responsável por um leque de programas de formação diversificados, e que tentam responder aos desafios com que o tecido empresarial se depara. São exemplos desse trabalho o Líder + Digital, um programa de digitalização cujo consórcio lidera em parceria com a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal e a Universidade Católica Portuguesa (UCP).
A iniciativa foi desenvolvida para ajudar gestores, dirigentes e quadros técnicos superiores no reforço das suas qualificações e competências digitais. E a ANJE tem um papel importante na promoção deste e outros programas, como o “Emprego + Digital” e o “Formação-Ação para PME”. A ANJE Formação tem contribuído para o reforço da formação em diversas áreas, como o compliance. A oferta estende-se a programas que respondem à necessidade de compreensão prática da proteção de dados e orientados para a prevenção de riscos, cumprimento e integridade, obrigações legais e implementação prática dos mecanismos de prevenção, entre outros.
Imigração: Espanha “enviou mau sinal”. Teme-se impacto noutros países europeus
EUA e Venezuela abatem 'Niño Guerrero', o líder do cartel Tren de Aragua
Héctor Guerrero Flores era um dos homens mais procurados da América latina. Dominava as rotas de tráfico de droga, de imigração ilegal e a mineração ilegal em vários países da América do Sul. A sua rede de tráfico passava por Portugal

O crime no espaço público
VTM
Isto surge da ideia de que os ambientes onde os indivíduos se inserem afetam os seus comportamentos, o que faz com que alguns ambientes sejam mais criminógenos que outros. Ou seja, existem espaços que, devido às suas características, podem potenciar a ocorrência do crime.
Estas características são, muitas vezes, o que se chama de incivilidades que, no fundo, são manifestações de desordem, transmitindo a perceção a quem ali vive ou passa de que aquela zona é caracterizada pela falta de ordem e de cuidado. Essas desordens podem ir desde edifícios em ruínas, lixo no chão e pouca iluminação a problemas sociais visíveis na rua (mendicidade, violência, álcool, drogas).
Estes contextos podem potenciar o medo do crime, porque o facto de estas incivilidades não serem reparadas durante longos períodos de tempo sugere que aquele espaço não é cuidado, nem vigiado, o que faz com que as pessoas fiquem mais receosas em utilizá-lo, abrem-se as portas aos ofensores motivados e surgem cada vez mais oportunidades para a prática do crime nesses locais .
De facto, tem-se verificado que para nos sentirmos seguros é fundamental termos a perceção de que dominamos o ambiente, por esse motivo, tendemos a encarar espaços bem iluminados, limpos, com edifícios cuidados e onde temos uma visão ampla do espaço, como mais seguros. Em contrapartida, espaços mal iluminados, estreitos, com um número elevado de possíveis refúgios para o ofensor (arbustos, muros, etc), reduzidas possibilidades de fuga (barreiras físicas ou incapacidade de pedir ajuda) e sinais de abandono (graffiti, vidros partidos, etc) tendem a transmitir uma perceção de insegurança.
Neste sentido, surge a Prevenção Situacional do crime, que visa reduzir as oportunidades para a prática do crime, através da modificação das condições ambientais, nomeadamente, a introdução de barreiras físicas ou obstáculos, aumentar o risco de deteção do crime – melhor iluminação, instalação de sistemas de videovigilância – e reduzir as recompensas ou benefícios associados ao crime. Isto significa que estas estratégias de prevenção vão procurar aumentar os custos e riscos percebidos associados ao cometimento do crime, aumentando o esforço e a dificuldade da prática criminal. O objetivo é tornar a prática do crime tão difícil e com uma probabilidade tão elevada de ser apanhado, que o ofensor desista de passar ao ato.
Desta forma, cuidar do espaço urbano além de assegurar a harmonia estética e visual, pode ainda potenciar o sentimento de segurança dos cidadãos.
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Red Seagull assegura segurança aquática no Algarve 7’s em Monte Gordo
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A equipa da Red Seagull integrou, juntamente com os nadadores-salvadores locais, o dispositivo de segurança aquática do Algarve 7’s – Prova de Águas Abertas, realizado no passado dia 7 de junho, na Praia de Monte Gordo.
A segurança aquática foi assegurada por uma equipa SIB (Sistema Integrado de Binómio), composta por um nadador-salvador e um socorrista, um modelo que permite uma resposta mais eficaz e coordenada em situações de emergência, tanto no meio aquático como em terra.
Esta equipa da Red Seagull resulta da cooperação entre duas empresas de nadadores-salvadores com atividade no Algarve — Algarve Ocean e Seagull Sentinel — que uniram recursos, experiência e competências para reforçar a segurança em eventos e atividades aquáticas.
O dispositivo contou com dois operacionais com formação de nadador-salvador, e Técnico de Ambulância de Transporte (TAT), dispondo ainda de um SUP Rescue equipado para resgate aquático.
A prova decorreu sem qualquer ocorrência registada, refletindo o bom comportamento dos participantes, a coordenação entre as equipas envolvidas e a eficácia do dispositivo de segurança implementado.
A Red Seagull felicita a organização pela realização do evento e espera que este tipo de provas continue a crescer e a afirmar-se na região. O litoral algarvio reúne condições excecionais para a prática de águas abertas, oferecendo um cenário privilegiado para o desenvolvimento de competições desta natureza.
A participação da Red Seagull neste evento reforça o compromisso das entidades parceiras com a promoção da segurança aquática, a prevenção do afogamento e o apoio a iniciativas desportivas que valorizam a prática segura das atividades no meio aquático.




