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A formação em compliance, cibersegurança, inteligência artificial (IA) e análise de dados “continua a ser deficitária” em muitas empresas em Portugal, alerta Ana Jogo Mendes, diretora Executiva da área de Conhecimento/Formação da ANJE, defendendo que a formação executiva em compliance e novas tecnologias “deve ser tratada como prioridade de gestão”.
Este problema é particularmente notório nas pequenas e médias empresas (PME), “onde a velocidade da mudança tecnológica e regulatória supera frequentemente a capacidade de adaptação”, explica. Mas é nos domínios da cibersegurança, da proteção de dados e da literacia em IA que estas “carências são particularmente críticas e urgentes”, indica Ana Jogo, que é igualmente membro do Conselho de Gestão da Associação Nacional de Jovens Empresários, sediada no Porto.
“Estas matérias são deficitárias não apenas por défices de conhecimento técnico, mas porque ainda não estão suficientemente integradas na estratégia, nos processos e na governação das empresas”, sublinha. E há riscos para as empresas. Na opinião de Ana Jogo Mendes, o risco é duplo: “por um lado, o incumprimento regulatório, com exposição a sanções, incidentes e perda de confiança; por outro, perda de competitividade face a concorrentes que utilizam melhor os dados, automatizam processos, protegem ativos críticos e tomam decisões mais rápidas e informadas”.
E qual tem sido a atuação das empresas neste campo? Para a diretora executiva da área de Conhecimento/Formação da ANJE, as organizações “têm vindo a ganhar consciência da importância da formação em compliance e novas tecnologias”. Do lado da AEP, Luís Miguel Ribeiro, presidente do conselho de administração, diz que “a qualificação contínua é um dos pilares do sucesso do capital humano e, consequentemente, da competitividade e sustentabilidade das empresas”.
“Se esta convicção sempre orientou a atuação da AEP desde há 177 anos, hoje ganha uma relevância ainda maior, nomeadamente num contexto marcado pela inovação constante, pela transformação digital e pelo impacto crescente da inteligência artificial em todos os setores de atividade”, analisa. A agenda das formações executivas tem sido precisamente marcada pelos temas da transformação digital, IA, sustentabilidade, liderança, análise de dados e cibersegurança, lista Luís Miguel Ribeiro.
Apesar do aumento da atenção dada a este tipo de formação, Ana Jogo Mendes considera que a “resposta permanece desigual e, sobretudo, reativa”. Nos setores regulados ou nas empresas de maior dimensão, o investimento é executado “de forma mais sistemática”, seja através de planos de formação, seja via parcerias com entidades certificadas.
Olhando para as PME, “que representam a esmagadora maioria do tecido empresarial”, é comum atuarem “apenas quando pressionadas por uma necessidade concreta – uma nova obrigação legal, uma auditoria, uma exigência comercial ou um incidente de segurança – ou a não agir de todo”, reflete. Mas “transformar essa consciência em planeamento” é o “desafio”, diz ao JE. Nesse sentido, é preciso “diagnosticar necessidades, criar percursos formativos regulares e integrar a formação nas prioridades de gestão, numa lógica preventiva, estruturada e continuada”.
A AEP tem-se dedicado à aposta naquelas áreas, sendo responsável por um leque de programas de formação diversificados, e que tentam responder aos desafios com que o tecido empresarial se depara. São exemplos desse trabalho o Líder + Digital, um programa de digitalização cujo consórcio lidera em parceria com a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal e a Universidade Católica Portuguesa (UCP).
A iniciativa foi desenvolvida para ajudar gestores, dirigentes e quadros técnicos superiores no reforço das suas qualificações e competências digitais. E a ANJE tem um papel importante na promoção deste e outros programas, como o “Emprego + Digital” e o “Formação-Ação para PME”. A ANJE Formação tem contribuído para o reforço da formação em diversas áreas, como o compliance. A oferta estende-se a programas que respondem à necessidade de compreensão prática da proteção de dados e orientados para a prevenção de riscos, cumprimento e integridade, obrigações legais e implementação prática dos mecanismos de prevenção, entre outros.


Excoriating article under Caroline Dinenage’s name remains on ConservativeHome website
It was a crisis that toppled a BBC director general and his head of news. After contentious accusations of bias by a former external adviser, Michael Prescott, both Tim Davie and Deborah Turness quit the corporation.
At the height of the media storm that ensued last November, the corporation was struck by another blow. A key figure in scrutinising the BBC – the chair of the Commons culture, media and sport committee – delivered an equally damning verdict.
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© Photograph: House of Commons

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© Kenny Holston/The New York Times
A medida foi anunciada nesta quarta-feira (10) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão.
Notícias relacionadas:
“Na forma da Lei da Propriedade Industrial, é a maior proteção que se pode conferir a uma marca e ao seu símbolo”, disse o ministro.
As marcas de alto renome são aquelas conhecidas pela população por terem reputação, prestígio e confiança. Com isso, recebem proteção especial estabelecida pela Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996).
Com esse reconhecimento, a marca fica protegida em todos os ramos econômicos, "independentemente da classe de produtos ou serviços para a qual foi originalmente registrada".
De acordo com o ministério, a publicação com o reconhecimento ocorrerá na próxima (16), na Revista da Propriedade Industrial (RPI), veículo oficial que divulga as decisões do INPI.
O sistema brasileiro tem sido alvo de ataques do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
No início do mês, um relatório do escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) acusou o Pix brasileiro de prejudicar “injustamente” as empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico. Entre as empresas prejudicadas estariam a MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay. O relatório sugere, entre outras ações, a taxação de 25% sobre produtos brasileiros por "práticas desleais".
O anúncio dos EUA provocou uma reação do governo brasileiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o sistema é do Brasil e por ser gratuito, rápido e estar movimentando mais recursos em comparação às tradicionais bandeiras de cartão de crédito "assusta" os norte-americanos.
“A preocupação dos americanos é que o Pix pode abalar muito as empresas do cartão de crédito deles que estão aqui no Brasil. Acham que o Pix vai acabar com isso; e o Pix vai acabar mesmo, porque o Pix é de graça e é público e ninguém paga nada. É só clicar o Pix e tá resolvido o nosso problema”, afirmou em evento em Goiás, no dia 2 de junho.
* Com informações do MDIC
A medida foi anunciada nesta quarta-feira (10) pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão.
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As marcas de alto renome são aquelas conhecidas pela população por terem reputação, prestígio e confiança. Com isso, recebem proteção especial estabelecida pela Lei da Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996).
Com esse reconhecimento, a marca fica protegida em todos os ramos econômicos, "independentemente da classe de produtos ou serviços para a qual foi originalmente registrada".
De acordo com o ministério, a publicação com o reconhecimento ocorrerá na próxima (16), na Revista da Propriedade Industrial (RPI), veículo oficial que divulga as decisões do INPI.
O sistema brasileiro tem sido alvo de ataques do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
No início do mês, um relatório do escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) acusou o Pix brasileiro de prejudicar “injustamente” as empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico. Entre as empresas prejudicadas estariam a MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay. O relatório sugere, entre outras ações, a taxação de 25% sobre produtos brasileiros por "práticas desleais".
O anúncio dos EUA provocou uma reação do governo brasileiro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o sistema é do Brasil e por ser gratuito, rápido e estar movimentando mais recursos em comparação às tradicionais bandeiras de cartão de crédito "assusta" os norte-americanos.
“A preocupação dos americanos é que o Pix pode abalar muito as empresas do cartão de crédito deles que estão aqui no Brasil. Acham que o Pix vai acabar com isso; e o Pix vai acabar mesmo, porque o Pix é de graça e é público e ninguém paga nada. É só clicar o Pix e tá resolvido o nosso problema”, afirmou em evento em Goiás, no dia 2 de junho.
* Com informações do MDIC

A trio of major Israeli defense contractors recently delivered their final proposal dossiers for Greece’s €3 billion ($3.5 billion) ‘Achilles Shield’ program, a sophisticated, multi-layered air, anti-ballistic, and counter-drone defense network powered by cutting-edge Israeli technology.
The proposals by Israel Aerospace Industries (IAI), its subsidiary ELTA Systems, and Rafael Advanced Defense Systems, satisfy all criteria mandated by Greece’s General Directorate for Defense Investments and Armaments (GDAEE), according to a report by newmoney.gr.
The nationwide shield stands out as one of the most critical crown jewels within Greece’s broader Long-Term Defense Procurement Program (2025–2036), which outlines an overall budget of €30 billion.
The final procurement contracts are now navigating the signature pipeline through the Ministry of National Defence (YETHA) and the General Staffs. Officials are pushing to have the program formally added to the agenda of the upcoming KYSEA session, tentatively scheduled for June 18, 2026, or the subsequent meeting in early July.
The report notes that a pivotal victory for Greek industry was securing a domestic industrial participation rate locked at a minimum of 25%, spanning both localized manufacturing and technology transfers.
The Israeli consortium has already engaged in extensive talks with domestic contractors, signing several Memorandums of Understanding (MoUs) and strategic partnerships. Industrial analysts estimate that the final domestic footprint could realistically reach 30%, backed by fully drafted proposals to establish dedicated production lines on Greek soil.
Key examples and partners already tapped for the program include:
The architecture of the shield relies on a unified, network-centric ecosystem. It is designed to seamlessly interface with Greece’s upcoming Belharra (FDI) frigates, upgraded F-16 Viper fighters, incoming F-35 stealth jets, and existing Patriot missile batteries.
The primary systems slated for integration comprise:

The formation of the Roman Empire was a gradual process, unfolding over several centuries. Nevertheless, there is one specific year that we can point to as arguably the single most significant year in the formation of the Roman Empire. This was the year 146 BCE. How did the events of this year lead to the creation of the Roman Empire?
In an administrative sense, the Roman Empire was founded in the year 27 BCE. This was when Octavian, the son of Julius Caesar, became the emperor. The Roman Senate recognized him as possessing overarching military power and designated him Augustus in recognition of his new position as emperor.
Octavian established reforms to the constitution, officially changing Rome into an empire. Hence, in 27 BCE, the Roman Empire came into existence. Before then, it had been a republic.
However, although it only became an empire in an administrative sense in 27 BCE, Rome already controlled a vast empire before that. In the basic sense of “a group of countries ruled by a single person, government, or country“, Rome was already an empire long before the days of Octavian.
The Roman Republic conquered most of the territory that would constitute the future Empire. Therefore, to understand how Rome became powerful, we need to examine that era.
The acquisition of territory was a gradual process that took several centuries. However, the year 146 BCE, arguably more than any other, was crucial in the formation of the Roman Empire.
In 146 BCE, two significant events occurred for the Romans. One of these was the Battle of Corinth, marking the culmination of the Achaean War, which lasted only a single year.
At that time, the Achaean League ruled over the Peloponnese. They had recently assimilated Sparta into the league, which troubled Rome. Both sides were concerned with the other’s expansionist tendencies. Rome had conquered Macedonia in the early part of the second century BCE and had reconquered it in 150-148 BCE.
In the final year of the war against Macedonia, the Achaean League took control of Sparta, solidifying their hold on the Peloponnese. With tensions high due to the actions of both sides, war broke out two years later, in 146 BCE.
The war did not last long. The Achaean League was woefully unprepared, both militarily and financially, for a full-scale war against Rome. The Romans quickly subdued the Greek cities, many of which took the initiative to surrender.
A Roman consul and military general named Lucius Mummius led the Romans in their siege of Corinth. This was the climax of the war. The Romans successfully defeated and utterly destroyed it. Their brutality was noted even by ancient historians. With this victory, the Romans gained direct control of all of Greece.
The same year, 146 BCE, also marked the climax of another war. The war in question was the Third Punic War. This was the third war between the Roman Republic and the Carthaginian Empire.
Carthage was located in modern-day Tunisia. Rome had already defeated them in the Second Punic War, which had ended in 201 BCE. One of the terms of the treaty was that Carthage was prohibited from engaging in war without Rome’s permission. This allowed Rome’s ally, Numidian king Masinissa, to repeatedly invade Carthage’s territory.
Carthage’s decision to fight back and send an army against Masinissa in 149 BCE provided the Romans with a justification for a third war against Carthage. In reality, Rome harbored animosity towards Carthage and was merely seeking an excuse to destroy it.
When the Roman army arrived, the Carthaginians offered a complete surrender. Nevertheless, the Romans persisted and besieged the city. Eventually, after considerable brutality and bloodshed, the Romans utterly destroyed their enemy.
Just like Corinth in that same year, Carthage was completely, mercilessly destroyed, and the Romans took over the territory.
Given this information, 146 BCE can be regarded as vital in the creation of the Roman Empire. The Romans achieved two major victories this year: the defeat of the Achaean League and the defeat of Carthage.
Both of these victories significantly expanded the territory of the Roman Republic. Rome took over control of all of Greece and also the core territory of the Carthaginian Empire in Tunisia. Granted, this was only a tiny portion of what later became the territory of Rome’s vast empire.
However, the main impact that this year had on the formation of the Roman Empire was not the territory gained. Rather, it was the geopolitical consequences of these victories that mattered the most.
Carthage and the Achaean League were both major powers in the Mediterranean. With their defeat, Rome became the undisputed master of that part of the earth. While it still had numerous enemies to confront, it no longer had a single, major, powerful rival.
Over in Anatolia, Pergamon was friendly with Rome. Ptolemaic Egypt was also their ally, with Rome exerting considerable influence over that region. With Greece and Carthage out of their way, Rome’s position as the dominant force in the Mediterranean was firmly established. It is for that reason that we can consider 146 BCE as such a crucial year in the formation of the Roman Empire.

Em publicação feita no Instagram nesta terça-feira (09/06), a ex-deputada federal Joice Hasselmann afirmou que eleitores favoráveis à alternância de poder precisam adotar uma estratégia eleitoral para a disputa presidencial de 2026. Segundo ela, a definição dos nomes que chegarão ao segundo turno será decisiva para o resultado da eleição.
Na avaliação de Joice, uma eventual presença de Flávio Bolsonaro no segundo turno favoreceria a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ex-parlamentar sustentou que o senador não teria força eleitoral suficiente para vencer o atual chefe do Executivo em uma disputa direta.
Durante a manifestação, Joice Hasselmann citou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como o nome que reúne melhores condições para enfrentar Lula no cenário atual. Ela argumentou que o goiano apresenta maior potencial de competitividade em uma eventual disputa nacional.
A declaração ocorre em meio às movimentações políticas que antecedem a corrida presidencial de 2026. Lideranças partidárias e possíveis pré-candidatos ampliam articulações nos estados e em Brasília, enquanto diferentes grupos buscam consolidar espaço no debate eleitoral.
Foto e Vídeo: @joicehasselmannoficial
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Inserida no âmbito da celebração de um protocolo de colaboração entre a Ordem dos Nutricionistas e o Banco Alimentar Contra a Fome do Algarve, a Bastonária da Ordem dos Nutricionistas visita às instalações desta organização, que combate a insegurança alimentar na região desde 2007. “Esta será uma oportunidade única para conhecer de perto o trabalho desenvolvido por uma […]