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“Se houver um fogo é uma desgraça outra vez”: 40 anos depois do grande incêndio, a serra do Caramulo continua a ser um perigo

14 June 2026 at 20:09

A serra do Caramulo é uma tragédia à espera de se repetir, alertam os populares e os especialistas. O ministro da Administração Interna reconhece o potencial de perigo da serra, mas não incluiu o Caramulo nos concelhos de risco identificados, tal como aconteceu em Leiria. Luís Neves subiu à montanha para homenagear os 13 bombeiros e 3 civis mortos há 40 anos num incêndio, e avisou que estão identificadas 900 pessoas com perfil de incendiário

Motor de autocarro com rancho folclórico arde na A11 entre Braga e Guimarães

13 June 2026 at 22:35

O motor de um autocarro ardeu durante a tarde deste sábado, na A11 entre Braga e Guimarães. Os passageiros escaparam ilesos.

O incêndio deflagrou no veículo que transportava um rancho folclórico de Ponte da Barca para um espetáculo em Santo Tirso.

As chamas foram extintas numa ação dos Bombeiros Voluntários de Braga e do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga.

A ocorrência foi já registada pela Brigada de Trânsito da GNR e a Ascendi auxiliou as operações policiais e a dos bombeiros.

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Beja e Faro entre os distritos com vários concelhos em perigo máximo de incêndio

13 June 2026 at 10:12

Cerca 140 concelhos de doze distritos de Portugal continental apresentam hoje perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os concelhos que estão em perigo máximo pertencem aos distritos de Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro.

Vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Aveiro, Guarda, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Lisboa, Beja e Faro apresentam hoje perigo muito elevado e elevado de incêndio.

O perigo de incêndio rural vai manter-se máximo e muito elevado pelo menos até domingo devido ao tempo quente.

Este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

Devido ao tempo quente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para o perigo de incêndio rural “muito elevado a máximo” na generalidade do território nos próximos dias, recomendando à população medidas preventivas.

Em comunicado, a ANEPC refere que o agravamento das condições meteorológicas tem como efeitos expectáveis o agravamento do perigo de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão, em especial nas regiões do interior Norte, Centro e Algarve.

Como medidas preventivas, recorda que é proibido fazer queimada extensiva, queima de amontoados, usar fogo para cozinhar alimentos em espaço rural, exceto se for fora das zonas críticas e em locais autorizados, usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, e evitar o uso de grades de discos.

Para proteger a ameaça do calor, a ANEPC recomenda especial atenção com doentes crónicos, crianças e idosos e reforça a importância de beber mais água, pelo menos oito copos por dia (1,5 litros), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas, e optar por refeições leves.

Portugal continental regista temperaturas elevadas com valores da temperatura máxima a variar entre os 23 graus Celsius em Sagres e os 37 graus em Évora.

O IPMA prevê para hoje céu pouco nublado, com aumento de nebulosidade no interior Norte e Centro durante a tarde, com condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoada.

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Perigo máximo de incêndio em 12 distritos de Portugal continental

By: Lusa
13 June 2026 at 10:10
Vários concelhos estão também em perigo muito elevado e elevado de incêndio rural, pelo menos, até domingo. ANEPC lembra população das proibições e emite algumas recomendações para os próximos dias quentes. Cerca de 140 concelhos de doze distritos de Portugal continental apresentam este sábado perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Os concelhos que estão em perigo máximo pertencem aos distritos de Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro. Ao mesmo tempo, vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real,

Reabilitação para incendiários começa em julho em sete cadeias

13 June 2026 at 08:52

O Programa de Reabilitação para Incendiários, anunciado em 2018, deverá ter início em julho e será implementado em sete cadeias, incluindo Lisboa e Porto, depois da formação de 20 técnicos especialistas que acontece na próxima semana.

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) disse à Lusa que, para já, o programa vai funcionar em formato individual, uma decisão que resultou da análise do projeto-piloto que decorreu entre 2019 e 2022 e em que foram detetadas algumas dificuldades na aplicação do programa em formato de grupo.

O programa destinado a condenados pelo crime de incêndio vai funcionar tanto em prisões como fora delas e, por isso, foi dada prioridade de formação aos técnicos das cadeias “onde existe maior número de indivíduos condenados por crime de incêndio florestal e às Equipas de Reinserção Social que acompanham o maior número de indivíduos condenados por este crime”. 

Para já, o programa será implementado em sete cadeias: Castelo Branco, Coimbra, Izeda (Bragança), Lisboa, Vale do Sousa, Viseu e Porto. 

Em relação à formação dos técnicos, a DGRSP explicou que o objetivo será habilitar os profissionais para que possam aplicar o programa em questão e também para “formar outros técnicos posteriormente, numa filosofia de disseminação de acordo com as necessidades de aplicação do programa a cada momento”.

Neste momento, estão nas cadeias portuguesas 29 presos preventivos, 59 condenados e 20 inimputáveis com medida de internamento em instituição psiquiátrica pelo crime de incêndio florestal. 

Fora das prisões, a DGRSP conta 108 pessoas com suspensão da execução da pena de prisão e quatro com obrigação de permanência na habitação com pulseira eletrónica. 

O Programa de Reabilitação para Incendiários começou a ser desenhado em 2016, tendo a DGRSP avançado com uma proposta de adaptação para o contexto português do programa “Firesetting Intervention, Programme For Prisoners”, da Universidade de Kent, no Reino Unido, que tinha como objetivo prevenir a reincidência.

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Incêndio em Vieira do Minho que deflagrou às 06:00 já está dominado

12 June 2026 at 22:43

O incêndio que deflagrou hoje de manhã no concelho de Vieira do Minho, distrito de Braga, foi dado como dominado pelas 21:55, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

Fonte do Comando Sub-regional do Ave indicou que não há registo de danos ou feridos na sequência do incêndio.

Antes, a mesma fonte tinha referido que o incêndio estava a consumir mato num encosta de difícil acesso, sublinhando não haver casas ou bens em risco.

O combate ao fogo, que deflagrou pouco depois das 06:00 na União das Freguesias de Ruivães e Campos, foi sendo reforçado ao longo do dia.

Pelas 22:15 de hoje, mantinham-se no local 127 operacionais, apoiados por 35 viaturas, segundo o ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

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Incêndio em Vieira do Minho com mais de 100 operacionais e seis meios aéreos

12 June 2026 at 18:27

O incêndio que deflagrou hoje de manhã no concelho de Vieira do Minh, estava às 16:30 a ser combatido por 111 operacionais, 29 viaturas terrestres e seis meios aéreos, indicou a Proteção Civil.

Fonte do Comando Sub-regional do Ave adiantou à agência Lusa que o incêndio está a consumir mato num encosta de difícil acesso, na zona da histórica Ponte de Misarela que separa o Minho de Trás-os-Montes, nomeadamente entre Ruivães (Vieira do Minho) e Ferral (Montalegre) sobre o Rio Rabagão. Não há casas ou bens em risco.

O combate ao fogo, que deflagrou pouco depois das 06:00 na União das Freguesias de Ruivães e Campos, foi sendo reforçado ao longo do dia.

Quanto ao incêndio que deflagrou na quarta-feira à noite no concelho de Terras de Bouro, também no distrito de Braga, e que foi dado como dominado pelas 22:14 de quinta-feira, teve hoje uma reativação, mas, pelas 17:30, fonte do Comando Sub-regional do Cávado disse à Lusa que o reacendimento já estava dado como dominado.

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Absolvido ex-bombeiro de Alfândega da Fé acusado de atear 18 fogos

12 June 2026 at 17:26

O ex-bombeiro de Alfândega da Fé acusado de ter ateado 18 incêndios florestais naquele concelho em 2019 foi hoje, novamente, absolvido, tendo o tribunal entendido que a geolocalização do telemóvel não prova que esteve no local exato dos fogos.

O ex-bombeiro, agora de 46 anos, já tinha sido ilibado em 2023, pela inconstitucionalidade da Lei dos Metadados, que não permitia o acesso à localização do telemóvel do acusado próximo dos locais dos fogos e que eram a base da acusação do Ministério Público, datada da 2020.

O arguido estava acusado de atear 18 incêndios florestais neste concelho do distrito de Bragança e de causar prejuízos na ordem dos 270 mil euros.

Segundo o Ministério Público, “decidiu atear incêndios a terrenos florestais e agrícolas, sabendo que seriam combatidos pela corporação de bombeiros de que fazia parte, para poder evidenciar-se nesse combate, nomeadamente pelo exercício das referidas funções de chefia, e assim progredir hierarquicamente”.

Na análise do recurso, o Tribunal da Relação de Guimarães entendeu valorar a geolocalização do arguido, devido a uma alteração à lei que permite o uso de metadados para investigação criminal, determinando que o processo voltasse à primeira instância para nova apreciação.

Hoje foi lido o novo acórdão, no Tribunal de Bragança, com o coletivo de juiz presente por videoconferência e sem a presença do arguido.  

Para o Tribunal de Bragança, existem provas que os incêndios foram provocados por mecanismos de combustão lenta, no entanto, não dá como provado as horas exatas a que foram ateados esses mesmos incêndios em 2019, nem que o ex-bombeiro esteve nesse local.

Segundo o coletivo de juiz, a geolocalização abrange uma área e não o local exato onde começou o incêndio e, por isso, “não permitindo concluir que o suspeito estava no local”, é “incapaz” de provar que ateou os fogos.

As testemunhas ouvidas no processo revelaram ter visto o ex-bombeiro passar pelos locais, mas nenhuma viu o ato de ignição.

O comandante dos bombeiros de Alfândega da Fé disse também em tribunal que o arguido lhe chegou a confessar que tinha provocado o incêndio. Contudo, o tribunal considerou hoje que esta declaração é “ambigua”, porque não foi determinado quais terá ateado e não há uma confissão oficial.

Além disso, o Tribunal de Bragança também aceitou a anulação das buscas feitas ao canil e do material ali apreendido para prova, pedidas pela defesa do arguido, que alegou que os mandados de busca não abrangiam a infraestrutura em questão.

Assim, o Tribunal de Bragança considerou que não há provas “suficientemente fortes” para condenar o antigo bombeiro de Alfândega da Fé.

A Lusa tentou obter reação da advogada de defesa, que disse não querer falar, referindo em tribunal que durante “estes sete anos” a verdadeira pessoa responsável pelos incêndios não foi julgada.

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Fogo em Terras de Bouro já está dominado

11 June 2026 at 23:51

O incêndio que deflagrou na quarta-feira à noite no concelho de Terras de Bouro foi dado como dominado pelas 22:14 de hoje, adiantou à Lusa fonte da Proteção Civil.

Fonte do Comando Sub-regional do Cávado indicou que o fogo foi dado como dominado pelas 22:14 e que não tinha registo de danos ou vítimas, no incêndio que esteve a consumir zona de mato.

Durante a tarde de hoje, pelas 19:00, o fogo com origem na freguesia de Valdosende esteve a ser combatido por cerca de 200 operacionais, 58 veículos terrestres e sete meios aéreos.

Pelas 23:15, mantinham-se no terreno 176 operacionais, apoiados por 54 viaturas, segundo o ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

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Mais de 200 bombeiros e 7 meios aéreos. Incêndio em Terras de Bouro continua com 2 frentes ativas

11 June 2026 at 19:34

O incêndio que deflagrou na noite de quarta-feira no concelho de Terras de Bouro, estava hoje, pelas 19:00, a ser combatido por cerca de 200 operacionais, 58 veículos terrestres e sete meios aéreos.

Fonte do Comando Sub-regional do Cávado adiantou à agência Lusa que o incêndio, com origem na freguesia de Valdosende, continua a lavrar com duas frentes ativas, numa encosta e a consumir mato, sublinhando não haver casas ou bens em risco.

Este incêndio foi tendo ao longo do dia de hoje vários momentos de reforço de meios terrestres e aéreos.

Às 06:30, o combate às chamas mobilizava 75 operacionais de várias corporações de bombeiros, apoiados por 18 veículos, estando “a consumir uma área de mato numa encosta de difícil acesso”, indicou na ocasião o Comando Sub-regional do Cávado.

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Loulé juntou equipas de 1ª intervenção em fogos rurais do concelho num encontro em Salir

11 June 2026 at 17:09

34 equipas operacionais de 1ª intervenção em fogos rurais de Loulé reuniram-se em Vale Maria Dias, na freguesia de Salir, na terça-feira, para «um momento de formação e sensibilização», onde também foram esclarecidas «dúvidas sobre procedimentos que devem ser acautelados por estas equipas em contexto real».

O 9º Encontro Municipal de Equipas de 1ª Intervenção em Fogos Rurais teve lugar na Unidade Avançada de Proteção Civil e teve o objetivo geral de «otimizar a resposta a incêndios florestais, numa altura em que estamos a entrar na fase crítica do ano», segundo a Câmara de Loulé.

Esta foi «uma ação eminentemente prática, fomentando as dinâmicas de grupo. O Serviço Municipal de Proteção Civil de Loulé abordou as temáticas das regras de segurança, comunicações rádio (noções básicas) e equipamentos de proteção individual. Coube ao ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas esclarecer dúvidas sobre o fogo controlado e a prevenção estrutural».

O representante do Exército, uma das entidades parceiras da Câmara Municipal de Loulé, «fez o enquadramento da sua presença neste dispositivo, abordando ainda a questão da vigilância armada das Forças Armadas».

«Já os Bombeiros Sapadores de Loulé, elementos que estão na linha da frente do combate a incêndios, esclareceram os participantes no Encontro sobre o protocolo de segurança e a importância da segurança nos teatros de operação. Finalmente, a GNR – Guarda Nacional Republicana explicou como decorrem os processos de investigação das causas de incêndio e a importância da preservação de vestígios», descreveu a autarquia.

O dispositivo do concelho de Loulé conta com equipas de diversas entidades locais, nomeadamente de associações e clubes de caça (22 equipas), dos Sapadores Florestais de Loulé (uma equipa), dos Sapadores Florestais da Serra do Caldeirão (uma), da Quinta da Ombria (uma), Vigiquinta (Quinta do Lago, uma) , de Juntas de Freguesia (seis – Ameixial, Salir, Alte, Querença, Tôr e Benafim) e duas equipas municipais de Intervenção Florestal .

«Todas as equipas estão dotadas de kits de primeira intervenção cedidos pelo Município, equipados com depósitos de água, motobombas, abafadores e equipamentos de proteção individual», salientou a Câmara de Loulé.

A autarquia lembra que, na semana em que se celebrou o dia do município reforçou este apoio «com a entrega de reboques com kits adicionais para pré-posicionamento nas Juntas de Freguesia».

«Estas forças desempenham um papel crucial ao garantir o ataque inicial rápido, extinguindo a maioria dos focos de incêndio à nascença. Atuam ainda no rescaldo e na vigilância diurna e noturna. Os caçadores assumem relevância especial pelo conhecimento profundo do território, guiando os bombeiros no terreno», resumiu.

Face às previsões de um ano particularmente difícil, a Câmara Municipal de Loulé «vai intensificar as campanhas de sensibilização pública. O plano de segurança para os meses de maior risco inclui o patrulhamento a cavalo da GNR e a vigilância ativa das equipas do Exército no interior do concelho. O Município irá também acelerar as medidas de proteção da floresta, como a criação de mais Condomínios de Aldeia e o programa “Aldeias Seguras”».

«Este ano será particularmente difícil, por isso temos que estar todos muito vigilantes. O Município vai reforçar as medidas de sensibilização e comunicação para o risco de incêndio e para a necessidade de todos adotarmos medidas preventivas que permitam reduzir o risco de incêndio. Só assim poderemos evitar uma eventual calamidade que coloque em risco a população, os seus bens e também o nosso património natural», assegurou Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé.

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Loulé | Equipas de 1ª intervenção de Loulé preparam-se para período crítico dos incêndios

11 June 2026 at 17:27

O Município de Loulé reuniu o seu dispositivo local no 9º Encontro Municipal de Equipas de 1ª Intervenção em Fogos Rurais, evento que decorreu na passada terça-feira, na Unidade Avançada de Proteção Civil, em Vale Maria Dias, freguesia de Salir. Esta iniciativa juntou 34 equipas operacionais, com vista a otimizar a resposta a incêndios florestais, […]

Loulé prepara 34 equipas para período crítico de incêndios

11 June 2026 at 12:45

Loulé reuniu 34 equipas para reforçar a preparação do dispositivo local para o período crítico de incêndios rurais.

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Combate a incêndio em Terras de Bouro reforçado com três meios aéreos

11 June 2026 at 09:55

O combate ao incêndio florestal que lavra já desde o início da noite de quarta-feira, em Valdosende, no concelho de Terras de Bouro, foi reforçado ao início da manhã desta quinta-feira, com três meios aéreos, estando na zona 90 bombeiros e 25 veículos.

As chamas deflagraram por volta das 20 horas de quarta-feira, nas imediações do lugar do Assento, no centro da freguesia de Valdosende, por razões ainda a determinar, tendo sido combatidas toda a madrugada por mais de meia centena de bombeiros.

Face à escuridão e aos múltiplos fios elétricos de alta tensão, não houve qualquer possibilidade de destacar quaisquer meios aéreos para o teatro de operações, mas logo ao início da manhã, já foram mobilizados três meios aéreos para a zona do incêndio.

Além dos Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro, várias corporações da área de jurisdição da Subregião do Cávado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e ainda militares da GNR estão a combater o incêndio florestal.

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Fogo em Odemira foi dado como dominado ao final da noite de quarta-feira

11 June 2026 at 00:41

O incêndio que deflagrou esta quarta-feira, dia 10 de Junho, numa zona de mato do concelho de Odemira foi dado como dominado ao final da noite, de acordo com o site da Proteção Civil.

O fogo que lavrou mais de 11 horas na freguesia de São Luís está em fase de resolução desde as 23h45, depois de uma segunda frente, que estava em direção a sul, também ter sido debelada.

Durante a tarde, os bombeiros tiveram de defender das chamas, que lavravam desde as 11h49, um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou à Lusa o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio.

Cerca das 00h30, continuavam no terreno 138 operacionais, com o apoio de 54 meios terrestres.

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Mais de 60 bombeiros combatem violento incêndio em Terras de Bouro

10 June 2026 at 22:56

Um incêndio florestal de grandes proporções está a consumir uma zona alargada da freguesia de Valdosende, em Terras de Bouro.

O incêndio começou poucos minutos antes das 20:00 desta quarta-feira, na localidade de Assento.

Mais de 60 bombeiros combatem violento incêndio em Terras de Bouro
Foto: O MINHO

Às 22:30, estavam no teatro de operações 64 operacionais e 16 veículos de diversas corporações do distrito de Braga, além da Guarda Nacional Republicana.

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Fogo continua a lavrar em Odemira com uma frente ativa

10 June 2026 at 20:41

O incêndio numa zona de mato que deflagrou esta quarta-feira no concelho de Odemira continuava, às 20h00, a lavrar com uma frente ativa, mobilizando 143 operacionais e quatro meios aéreos, revelou a Proteção Civil.

Em declarações à agência Lusa, o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, Tiago Bugio, indicou que «uma das duas frentes foi debelada», estando a outra, em direção a sul e junto a uma linha de água, a oferecer mais resistência ao combate.

Durante esta tarde, referiu o responsável, os bombeiros tiveram que defender das chamas um monte onde residem dois homens.

«Não ofereceu qualquer perigo, nem para os habitantes nem para os animais», porque, graças à intervenção dos bombeiros, «o incêndio contornou o monte», adiantou.

Tiago Bugio previu que o incêndio seja controlado nas próximas horas, antevendo «muito trabalho» durante a noite.

«O objetivo é evitar que esta frente em direção a sul progrida, seguidamente é consolidar todo o perímetro com máquina de rasto e também fazer um rescaldo de forma a evitar reativações», acrescentou.

O fogo, para o qual foi dado alerta às 11h49, consome uma área de mato na freguesia de São Luís.

Às 20h00, as chamas eram combatidas por 143 operacionais, apoiados por 52 veículos, dois aviões e dois helicópteros.

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