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Os benefícios e os riscos de usar sling para transportar um bebé

14 June 2026 at 13:30
Os slings para bebés oferecem comodidade e promovem o vínculo afetivo com o bebé, mas a sua utilização incorreta pode acarretar riscos graves, incluindo asfixia, quedas e displasia da anca. Os bebés humanos nascem mais dependentes dos seus cuidadores do que a maioria dos outros mamíferos. Precisam de contacto próximo com um adulto para se alimentarem, sentirem conforto, receberem calor e proteção. Num novo estudo, publicado este mês na BMJ Paediatrics Open, os investigadores inquiriram 1470 pais e cuidadores de bebés com menos de um ano. Destes, 96% afirmaram já ter utilizado um sling ou porta-bebés, muitas vezes para acalmar

Navios britânicos intercetaram petroleiro russo suspeito e Kremlin chama a operação de "ato de pirataria"

14 June 2026 at 10:44

Foi o próprio primeiro-ministro Keir Starmer que revelou a operação secreta da Marinha Real. Navio russo é um dos 700 de uma 'frota fantasma' responsável pelo transporte de 75% do petróleo russo sujeito a sanções. Kremlin acusa Reino Unido de “atos de pirataria”

Formação em compliance e novas tecnologias continua deficitária

14 June 2026 at 08:31

A formação em compliance, cibersegurança, inteligência artificial (IA) e análise de dados “continua a ser deficitária” em muitas empresas em Portugal, alerta Ana Jogo Mendes, diretora Executiva da área de Conhecimento/Formação da ANJE, defendendo que a formação executiva em compliance e novas tecnologias “deve ser tratada como prioridade de gestão”.

Este problema é particularmente notório nas pequenas e médias empresas (PME), “onde a velocidade da mudança tecnológica e regulatória supera frequentemente a capacidade de adaptação”, explica. Mas é nos domínios da cibersegurança, da proteção de dados e da literacia em IA que estas “carências são particularmente críticas e urgentes”, indica Ana Jogo, que é igualmente membro do Conselho de Gestão da Associação Nacional de Jovens Empresários, sediada no Porto.

“Estas matérias são deficitárias não apenas por défices de conhecimento técnico, mas porque ainda não estão suficientemente integradas na estratégia, nos processos e na governação das empresas”, sublinha. E há riscos para as empresas. Na opinião de Ana Jogo Mendes, o risco é duplo: “por um lado, o incumprimento regulatório, com exposição a sanções, incidentes e perda de confiança; por outro, perda de competitividade face a concorrentes que utilizam melhor os dados, automatizam processos, protegem ativos críticos e tomam decisões mais rápidas e informadas”.

E qual tem sido a atuação das empresas neste campo? Para a diretora executiva da área de Conhecimento/Formação da ANJE, as organizações “têm vindo a ganhar consciência da importância da formação em compliance e novas tecnologias”. Do lado da AEP, Luís Miguel Ribeiro, presidente do conselho de administração, diz que “a qualificação contínua é um dos pilares do sucesso do capital humano e, consequentemente, da competitividade e sustentabilidade das empresas”.

“Se esta convicção sempre orientou a atuação da AEP desde há 177 anos, hoje ganha uma relevância ainda maior, nomeadamente num contexto marcado pela inovação constante, pela transformação digital e pelo impacto crescente da inteligência artificial em todos os setores de atividade”, analisa. A agenda das formações executivas tem sido precisamente marcada pelos temas da transformação digital, IA, sustentabilidade, liderança, análise de dados e cibersegurança, lista Luís Miguel Ribeiro.

Apesar do aumento da atenção dada a este tipo de formação, Ana Jogo Mendes considera que a “resposta permanece desigual e, sobretudo, reativa”. Nos setores regulados ou nas empresas de maior dimensão, o investimento é executado “de forma mais sistemática”, seja através de planos de formação, seja via parcerias com entidades certificadas.

Olhando para as PME, “que representam a esmagadora maioria do tecido empresarial”, é comum atuarem “apenas quando pressionadas por uma necessidade concreta – uma nova obrigação legal, uma auditoria, uma exigência comercial ou um incidente de segurança – ou a não agir de todo”, reflete. Mas “transformar essa consciência em planeamento” é o “desafio”, diz ao JE. Nesse sentido, é preciso “diagnosticar necessidades, criar percursos formativos regulares e integrar a formação nas prioridades de gestão, numa lógica preventiva, estruturada e continuada”.

A AEP tem-se dedicado à aposta naquelas áreas, sendo responsável por um leque de programas de formação diversificados, e que tentam responder aos desafios com que o tecido empresarial se depara. São exemplos desse trabalho o Líder + Digital, um programa de digitalização cujo consórcio lidera em parceria com a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal e a Universidade Católica Portuguesa (UCP).

A iniciativa foi desenvolvida para ajudar gestores, dirigentes e quadros técnicos superiores no reforço das suas qualificações e competências digitais. E a ANJE tem um papel importante na promoção deste e outros programas, como o “Emprego + Digital” e o “Formação-Ação para PME”. A ANJE Formação tem contribuído para o reforço da formação em diversas áreas, como o compliance. A oferta estende-se a programas que respondem à necessidade de compreensão prática da proteção de dados e orientados para a prevenção de riscos, cumprimento e integridade, obrigações legais e implementação prática dos mecanismos de prevenção, entre outros.

Imigração: Espanha “enviou mau sinal”. Teme-se impacto noutros países europeus

By: ZAP
13 June 2026 at 17:30
Governo espanhol aprovou decreto que permite iniciar o processo de regularização extraordinária de meio milhão de imigrantes. Espanha é um caso “diferente”, mas “o sinal não é bom”, diz comissário europeu. O comissário europeu para a Administração Interna e Migração, Magnus Brunner, considera que a Espanha enviou um “mau sinal” ao regularizar 500 mil imigrantes, afirmando esperar que não tenha impacto noutros Estados-membros. Numa entrevista conjunta à agência Lusa e a outros órgãos de comunicação social europeus, Magnus Brunner afirmou que não ficou “muito satisfeito” com a decisão da Espanha de regularizar 500 mil imigrantes devido ao impacto que essa

O crime no espaço público

11 June 2026 at 15:52

VTM

Isto surge da ideia de que os ambientes onde os indivíduos se inserem afetam os seus comportamentos, o que faz com que alguns ambientes sejam mais criminógenos que outros. Ou seja, existem espaços que, devido às suas características, podem potenciar a ocorrência do crime.

Estas características são, muitas vezes, o que se chama de incivilidades que, no fundo, são manifestações de desordem, transmitindo a perceção a quem ali vive ou passa de que aquela zona é caracterizada pela falta de ordem e de cuidado. Essas desordens podem ir desde edifícios em ruínas, lixo no chão e pouca iluminação a problemas sociais visíveis na rua (mendicidade, violência, álcool, drogas).

Estes contextos podem potenciar o medo do crime, porque o facto de estas incivilidades não serem reparadas durante longos períodos de tempo sugere que aquele espaço não é cuidado, nem vigiado, o que faz com que as pessoas fiquem mais receosas em utilizá-lo, abrem-se as portas aos ofensores motivados e surgem cada vez mais oportunidades para a prática do crime nesses locais .

De facto, tem-se verificado que para nos sentirmos seguros é fundamental termos a perceção de que dominamos o ambiente, por esse motivo, tendemos a encarar espaços bem iluminados, limpos, com edifícios cuidados e onde temos uma visão ampla do espaço, como mais seguros. Em contrapartida, espaços mal iluminados, estreitos, com um número elevado de possíveis refúgios para o ofensor (arbustos, muros, etc), reduzidas possibilidades de fuga (barreiras físicas ou incapacidade de pedir ajuda) e sinais de abandono (graffiti, vidros partidos, etc) tendem a transmitir uma perceção de insegurança.

Neste sentido, surge a Prevenção Situacional do crime, que visa reduzir as oportunidades para a prática do crime, através da modificação das condições ambientais, nomeadamente, a introdução de barreiras físicas ou obstáculos, aumentar o risco de deteção do crime – melhor iluminação, instalação de sistemas de videovigilância – e reduzir as recompensas ou benefícios associados ao crime. Isto significa que estas estratégias de prevenção vão procurar aumentar os custos e riscos percebidos associados ao cometimento do crime, aumentando o esforço e a dificuldade da prática criminal. O objetivo é tornar a prática do crime tão difícil e com uma probabilidade tão elevada de ser apanhado, que o ofensor desista de passar ao ato.

Desta forma, cuidar do espaço urbano além de assegurar a harmonia estética e visual, pode ainda potenciar o sentimento de segurança dos cidadãos.

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Red Seagull assegura segurança aquática no Algarve 7’s em Monte Gordo

A equipa da Red Seagull integrou, juntamente com os nadadores-salvadores locais, o dispositivo de segurança aquática do Algarve 7’s – Prova de Águas Abertas, realizado no passado dia 7 de junho, na Praia de Monte Gordo.

A segurança aquática foi assegurada por uma equipa SIB (Sistema Integrado de Binómio), composta por um nadador-salvador e um socorrista, um modelo que permite uma resposta mais eficaz e coordenada em situações de emergência, tanto no meio aquático como em terra.

Esta equipa da Red Seagull resulta da cooperação entre duas empresas de nadadores-salvadores com atividade no Algarve — Algarve Ocean e Seagull Sentinel — que uniram recursos, experiência e competências para reforçar a segurança em eventos e atividades aquáticas.

O dispositivo contou com dois operacionais com formação de nadador-salvador, e Técnico de Ambulância de Transporte (TAT), dispondo ainda de um SUP Rescue equipado para resgate aquático.

A prova decorreu sem qualquer ocorrência registada, refletindo o bom comportamento dos participantes, a coordenação entre as equipas envolvidas e a eficácia do dispositivo de segurança implementado.

A Red Seagull felicita a organização pela realização do evento e espera que este tipo de provas continue a crescer e a afirmar-se na região. O litoral algarvio reúne condições excecionais para a prática de águas abertas, oferecendo um cenário privilegiado para o desenvolvimento de competições desta natureza.

A participação da Red Seagull neste evento reforça o compromisso das entidades parceiras com a promoção da segurança aquática, a prevenção do afogamento e o apoio a iniciativas desportivas que valorizam a prática segura das atividades no meio aquático.

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