Barcelona es este año capital mundial de la arquitectura y acogerá, entre el 28 de junio y el 2 de julio el Congreso Mundial de Arquitectura, donde unos 250 ponentes participarán en más de 100 sesiones. El certamen propone repensar cómo responder a un mundo en transformación. Lejos de la era de la “arquitectura estrella”, el foco se desplaza hacia los becomings, los temas relevantes hoy —ecologías, materiales, reutilización, normativas o cultura—. Grandes nombres de la arquitectura abarcarán seis líneas temáticas con investigaciones abiertas e interconectadas sobre lo que significa diseñar para un mundo en transición. Algunos de ellos comparten su visión ante estos retos.
“Nuestros hogares son un lienzo para vivir y mis colecciones Home ofrecen distintas formas de contar nuestra historia de manera muy personal, ya sea en la ciudad o en el campo. La moda y el hogar siempre han estado entrelazados y, del mismo modo que nos vestimos de forma diferente en cada uno de estos lugares, también queremos vivir de manera distinta. Mi objetivo es crear un mundo en el que podamos expresarnos plenamente, donde podamos vivir nuestras mejores vidas con confort y calidez” , afirma Ralph Lauren.
Imu, scatta l’acconto sulle seconde case: vale 17 miliardi l’anno
L’agenzia delle entrate chiama i possessori di immobili (le prime case non pagano) a versare l’acconto dell’Imu. A dicembre ci sarà il saldo. Si tratta di una spesa che per i contribuenti vale quasi 17 miliardi l’anno. Chi ritarda può comunque pagare in più con il ravvedimento operoso.
La Uil contesta le differenze tra le città
La Uil critica le forti disparità in Italia: si va dai 3.499 euro all’anno a Roma ai 1.514 euro di Salerno. Meno della metà. Il sindacato chiede una “riforma strutturale che rafforzi l’attuazione del principio di progressività, riduca la pressione sui redditi da lavoro e da pensione e contrasti con maggiore efficacia l’evasione” e un “aggiornamento dei valori catastali”. Il tema dell’Imu resta aperto e potrebbe cambiare presto con le novità del Piano Casa.
Ronaldo ocupa a retina colectiva desde 2003, mas a fadiga acumulada dá-lhe qualquer coisa como 130 anos de idade atencional, o que faria dele contemporâneo exacto do cinematógrafo. Crónica de Rogério Casanova
O governo federal anunciou na tarde desta sexta-feira (12) as propostas selecionadas para a construção de 85 mil novos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) nas modalidades Rural e Entidades (moradias urbanas).
Cinquenta mil imóveis terão destinação rural e 35 mil atenderão a quem reside em zona urbana. O número de moradias é 66% acima da previsão inicial. As residências serão financiadas pelo Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O valor total do investimento é R$ 10 bilhões.
A modalidade MCMV Entidades atende famílias com renda total de até R$ 3,2 mil (valor bruto). O acesso ao benefício se dá por meio de associações de moradores, cooperativas habitacionais e sindicatos que submetem a proposta de construção de casas e apartamentos à Caixa Econômica Federal.
Para a coordenadora do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), Ângela Cristina Ferreira, a modalidade Entidades do MCMV desburocratiza a construção de residências e consegue estabelecer diálogo “na ponta” com pessoas em “extrema de vulnerabilidade”, possibilitando o acesso a “casas com boa qualidade”.
Para quem abastece a mesa
No caso do MCMV Rural, há recursos para construção ou reforma de moradias de agricultores com renda familiar bruta anual de até R$ 50 mil. O programa – que também atende comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas – viabiliza que os agricultores construam casas em terrenos onde moram.
A presidente da Confederação Nacional de Trabalhadores Rurais e Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Vânia Marques, ressalta que a modalidade Rural do MCMV é extremamente impactante. Segundo a representante da Contag, ainda é comum nessas regiões a falta de eletricidade, de estradas asfaltadas e de políticas públicas mais acessíveis.
Para a liderança, a iniciativa faz justiça social. “Porque somos nós que carregamos diariamente uma missão estratégica para a nação. Somos nós que produzimos alimentos saudáveis. Somos nós que abastecemos a mesa do povo brasileiro.”
Alma do programa
As entidades representativas de movimentos rurais e de movimentos de moradia participaram de solenidade para o anúncio do financiamento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, em Brasília.
“Vocês que estão aqui hoje são a alma desse programa. São os verdadeiros protagonistas que fazem com que essas casas cheguem à população e às famílias que mais precisam”, disse Lula.
O presidente da República assinalou que o anúncio da construção de novos imóveis atende à demanda dos movimentos sociais, e pediu que esses sejam atuantes na execução do programa. “O que vocês cobram não é injusto. Vocês sabem que fomos eleitos para cumprir o que programamos.”
O governo federal anunciou na tarde desta sexta-feira (12) as propostas selecionadas para a construção de 85 mil novos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) nas modalidades Rural e Entidades (moradias urbanas).
Cinquenta mil imóveis terão destinação rural e 35 mil atenderão a quem reside em zona urbana. O número de moradias é 66% acima da previsão inicial. As residências serão financiadas pelo Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O valor total do investimento é R$ 10 bilhões.
A modalidade MCMV Entidades atende famílias com renda total de até R$ 3,2 mil (valor bruto). O acesso ao benefício se dá por meio de associações de moradores, cooperativas habitacionais e sindicatos que submetem a proposta de construção de casas e apartamentos à Caixa Econômica Federal.
Para a coordenadora do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), Ângela Cristina Ferreira, a modalidade Entidades do MCMV desburocratiza a construção de residências e consegue estabelecer diálogo “na ponta” com pessoas em “extrema de vulnerabilidade”, possibilitando o acesso a “casas com boa qualidade”.
Para quem abastece a mesa
No caso do MCMV Rural, há recursos para construção ou reforma de moradias de agricultores com renda familiar bruta anual de até R$ 50 mil. O programa – que também atende comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas – viabiliza que os agricultores construam casas em terrenos onde moram.
A presidente da Confederação Nacional de Trabalhadores Rurais e Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Vânia Marques, ressalta que a modalidade Rural do MCMV é extremamente impactante. Segundo a representante da Contag, ainda é comum nessas regiões a falta de eletricidade, de estradas asfaltadas e de políticas públicas mais acessíveis.
Para a liderança, a iniciativa faz justiça social. “Porque somos nós que carregamos diariamente uma missão estratégica para a nação. Somos nós que produzimos alimentos saudáveis. Somos nós que abastecemos a mesa do povo brasileiro.”
Alma do programa
As entidades representativas de movimentos rurais e de movimentos de moradia participaram de solenidade para o anúncio do financiamento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, em Brasília.
“Vocês que estão aqui hoje são a alma desse programa. São os verdadeiros protagonistas que fazem com que essas casas cheguem à população e às famílias que mais precisam”, disse Lula.
O presidente da República assinalou que o anúncio da construção de novos imóveis atende à demanda dos movimentos sociais, e pediu que esses sejam atuantes na execução do programa. “O que vocês cobram não é injusto. Vocês sabem que fomos eleitos para cumprir o que programamos.”
O terceiro prémio do Euromilhões, no valor de 11.453,67 euros, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Outros 13 apostadores no estrangeiro também ganharam o terceiro prémio, com cinco números certos e nenhuma estrela.
Já o segundo prémio, de 212 mil euros, saiu a três ‘sortudos’ no estrangeiro.
Não houve totalistas, pelo que o próximo ‘jackpot’ será de 26 milhões de euros.
Uma apostadora ganhou cinco mil euros numa raspadinha “100 X”, que lhe custou dez euros, no quiosque Casa Costa, na cidade de Barcelos.
A raspadinha premiada saiu, esta quinta-feira, a uma cliente habitual. “Foi a uma senhora que costuma vir cá. Ela pensava que tinha 500 euros, ainda não tinha feito bem a conta, ficou toda contente”, contam a O MINHO os irmãos Ricardo e Pedro Costa, proprietários daquele estabelecimento, na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, há mais de 20 anos.
All’interno della Conferenza delle Regioni opera la Commissione Infrastrutture e Governo del Territorio. Questi è l’organo tecnico-politico deputato a coordinare le politiche regionali sulla pianificazione territoriale, rappresentando le istanze degli enti locali nei tavoli di confronto con il Governo nazionale e l’Unione Europea.
Il 10 giugno la Commissione si è riunita con all’ordine del giorno il parere sul Piano casa. Una Commissione convocata dall’Assessore alle politiche abitative della Liguria, Claudio Scajola, di centrodestra: “per dare il nostro contributo costruttivo ad un provvedimento sentito, ma che necessita significative modifiche e correzioni, come condiviso oggi con tutte le Regioni”. L’assessore alle politiche abitative della Regione Umbria, Fabio Barcaioli, Facebook ha commentato: “la Commissione Infrastrutture della Conferenza Stato-Regioni ha bocciato il Piano Casa del Governo Meloni. Tra le Regioni che hanno espresso parere negativo ci sono l’Umbria, Emilia-Romagna, Toscana, Campania, Provincia autonoma di Bolzano e Sardegna. Mentre Lombardia e Abruzzo si sono astenute, altre Regioni guidate dal centrodestra non hanno partecipato al voto”.
Alla base del parere negativo ha scritto l’Assessore Barcaioli, ci sono innanzitutto risorse del tutto insufficienti rispetto all’emergenza abitativa. A questo si aggiunge l’assenza di fondi per il contributo affitti e morosità incolpevole, strumenti fondamentali per sostenere famiglie in difficoltà. Inoltre il provvedimento attribuisce al Commissario straordinario poteri molto ampi, limitando il ruolo di Regioni ed enti locali nelle scelte che riguardano urbanistica e governo del territorio.
Come è del tutto evidente la Commissione Infrastrutture delle Regioni ha espresso un duro giudizio sul Piano casa che è vigente e che ha appena iniziato il suo iter alla Camera dei deputati.
Il parere espresso dalle Regioni è politicamente rilevante perché al contrario degli annunci trionfalistici del governo mette all’indice di fatto parti fondamentali del Piano casa. A seguito del parere espresso dalla Commissione infrastrutture, le Regioni l’11 giugno in sede di Conferenza unificata hanno chiesto formalmente il rinvio dell’espressione del parere e l’apertura di tavoli tecnici con il governo per affrontare le criticità rilevate e apportare modifiche sostanziali al decreto legge.
Le critiche provenienti dalle Regioni raccolgono una parte dei rilievi delle organizzazioni sindacali degli inquilini. Permangono le criticità nel Piano casa, della previsione di ulteriore processo di dismissione del patrimonio abitativo pubblico e il ruolo affidato ai fondi immobiliari internazionali come volano per operazioni di finanziarizzazione immobiliare che guardano più agli interessi della speculazione piuttosto che alle esigenze delle famiglie che vivono nella precarietà abitativa.
In tale contesto come non segnalare che il Piano casa del governo nell’ambito delle risorse del Piano Clima europeo 1,3 miliardi destinati al sostegno delle famiglie vulnerabili, assegnatarie di edilizia residenziale pubblica, sulle quali si è abbattuto il caro energia, ne distoglie il 50%, ovvero 650 milioni di euro, per finanziare in parte il Piano Casa.
La presa di posizione delle Regioni è stata commentata dall’Unione Inquilini che ha chiesto che tale parere sia acquisito dalla Commissione Ambiente della Camera e a questo punto la sospensione o il ritiro del decreto legge, in attesa del confronto tra Regioni e Governo. Intanto i sindacati inquilini, Sunia, Sicet, Uniat, Unione Inquilini, hanno promosso manifestazioni contro il Piano casa: a Milano il 19 giugno e il 23 giugno a Roma in Piazza Capranica. Ipotizzare 100 mila alloggi in dieci anni a fronte di 40 mila sfratti all’anno, e ad un milione di famiglie in povertà assoluta e in affitto, non potrà che avere un effetto placebo. In compenso ai privati andranno miliardi di euro. Questo si può chiamare piano casa strutturale?
O terceiro prémio do EuroDreams, de 562,82 euros, saiu a 11 apostadores que registaram os boletins em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Outros 101 apostadores no estrangeiro também ganharam o terceiro prémio, com cinco números certos.
O primeiro prémio (20.000 euros/mês durante 30 anos) e o segundo (2.000 euros/mês durante cinco anos) não foram atribuídos.
C’è chi vuole sostituire il made in Europe con il made in France e a noi non sta bene. L’Italia è eccellenza mondiale riconosciuta in un settore dove l’Ue deve accelerare. Risponde da Riga l’europarlamentare di Ecr/FdI Elena Donazzan, dove sta partecipando all’Ecr Bureau Meeting dedicato alla nuova difesa europea. Una due giorni ricca di dialoghi con i maggiori esponenti delle istituzioni comunitarie, come Jānis Karlsbergs, Presidente del Consiglio di amministrazione dell’Organizzazione transatlantica lettone e della StratCom della Nato, o Mario Mauro, Coordinatore europeo per il corridoio di trasporto Ten-T Baltico-Mar Nero-Egeo, o il Vicepresidente del Parlamento Europeo Roberts Zīle. “Non accettiamo che nella ridefinizione dell’industria della difesa ci sia una Francia che assegna i compiti agli altri: non funziona così”, dice Donazzan a Formiche.net.
Come i paesi europei stanno affrontando il tema fondamentale della difesa e dell’industria ad essa connessa?
I conservatori di Ecr lo stanno affrontando con un giusto pragmatismo, senza furore vista la delicatezza del tema: occorre praticità rispetto al contesto in cui viviamo oggi, ovvero una stagione molto particolare nata all’indomani dell’aggressione russa all’Ucraina in cui l’Europa stessa deve ripensare al suo modello di difesa che ha in qualche modo lasciato sempre o delegato totalmente alla Nato.
Da dove iniziare?
Da un lato l’Ue deve riservarsi un posto da compartecipe e dall’altro deve essere consapevole che l’Europa stessa è molto differenziata nelle sue sensibilità. La forza dei ragionamenti portati avanti in Europa da Ecr è quella di leggere le sensibilità dei singoli paesi che compongono l’Europa, senza volere in questo caso una taglia unica per la difesa per tutti. Faccio l’esempio dei Paesi baltici, dove la storia recente è fatta di preoccupazione: lì il rischio è percepito in modo diverso rispetto ad un’aggressione via terra. Per cui ci sono esigenze che devono essere affrontate con l’attenzione dovuta.
I paesi di area med che cosa si aspettano e cosa possono dare?
Le scelte vanno fatte rispettando le diverse peculiarità: ad esempio, per noi Paesi del Mediterraneo va tenuta in debita considerazione anche la cultura del rapporto tra territorio e difesa, che è molto forte e molto radicata, con una bella eredità data dalla nostra particolare e invidiabile posizione nel Mediterraneo. Per cui dobbiamo costruire un programma della difesa che tenga conto di una certa dose di indipendenza, del rispetto dei trattati, delle scelte dei singoli Stati membri, ma non è tutto.
Ovvero?
D’altro canto, però, dobbiamo provare a costruire un’autonomia dell’industria della difesa ed è questo il tema principale che abbiamo trattato in questi due giorni a Riga, partendo da un tema strategico come la cultura della difesa. Si tratta di una forma di educazione. Nei 27 Stati membri c’è chi ha, per esempio, un servizio militare obbligatorio, chi ce l’ha su base volontaria e chi lo sta ripensando. Germania e Francia inoltre hanno già deliberato di voler aumentare il loro contingente di riservisti e ieri il nostro ministro della difesa Guido Crosetto ha presentato una proposta di revisione dell’intera struttura della difesa, pensando ad un ampliamento e a una riserva organizzata. Ci rendiamo tutti conto che questi sono temi di straordinaria attualità, che vanno affrontati anche con velocità.
Come una maggiore mobilità militare all’interno dell’Ue potrà dare un contributo alla sicurezza europea, anche in riferimento alla nuova cooperazione da immaginare con la Nato?
La voce mobilità è fondamentale e direi che è un prerequisito. Mi spiego: possiamo avere procedure di comando e controllo da costruire, possiamo avere divise diverse da vestire, sempre ovviamente con la mimetica, ma con colori leggermente diversi, ma non possiamo non avere la stessa capacità di muovere il tutto all’interno dell’Europa. Quando è stato discusso il dossier sulla mobilità militare è emerso che occorre purtroppo un mese e mezzo di pratiche e di timbri per spostare una brigata dalla Francia all’Ucraina. Un lasso di tempo impossibile: per cui serve affrontare con chiarezza la questione della burocrazia e delle procedure. C’è bisogno con urgenza di una Schengen militare.
Sulla difesa, però, il parlamento italiano vede le opposizioni divise.
L’opposizione vive una sua profonda frustrazione in questo campo, perché ha una ideologia di fondo che è antimilitarista, che si tramuta in una sua incapacità di guardare la politica estera. Negli anni questo si è visto con chiarezza e ha fatto da contraltare alla credibilità con cui il Governo Meloni ha affrontato l’argomento, mettendo sempre al centro l’interesse nazionale in una postura che è quella di relazioni internazionali robuste, serie e non piegate ad altre logiche. Vorrei ricordare, inoltre, che abbiamo ereditato politiche dei governi di sinistra che hanno depotenziato tutta la struttura della difesa italiana dal punto di vista della motivazione e degli investimenti. Lavoriamo per invertire la rotta.
Ci avviciniamo al vertice di Ankara, dove si tratteranno temi complessi come il futuro della Nato e l’industria europea della difesa: guardando anche alle grandi competenze che le aziende italiane hanno, quale potrà essere il nostro ruolo?
Come vicepresidente della Commissione industria e come membro della Commissione difesa, osservo che il tentativo francese è sempre quello sostituire il made in Europe con il made in France. Per cui dovremo essere bravi nel far emergere la qualità della nostra capacità di produrre: l’Italia non è seconda a nessuno. Noi abbiamo campioni come Leonardo e Fincantieri, abbiamo competenze straordinarie, abbiamo una storia di tradizione che passa da Iveco Defence. Parliamo di mezzi che sono venduti in tutto il mondo, senza dimenticare le eccellenze dell’aeronautica e dello spazio. L’Italia è la nazione in Europa che ha una storia di spazio estremamente robusta che ci fa stare in tutte le missioni della Nasa. Quindi noi non accettiamo che nella ridefinizione dell’industria della difesa ci sia una Francia che assegna i compiti agli altri: non funziona così. Noi vogliamo che nei programmi ci sia la collaborazione di almeno due Stati membri. Per cui l’Italia è un partner bello e affidabile. Bello nel senso che ha buone relazioni e affidabile perché ha competenze e capacità oggettive.
A marca de luxo italiana Prada ajudou a desenhar a camada de arrefecimento que os astronautas da NASA vão usar na Lua. A nova peça interior foi concebida para manter os astronautas frescos, ventilados e com liberdade de movimentos. O facto de a peça ter bom aspeto é apenas um bónus. A peça mais importante do próximo fato lunar talvez não se pareça com uma armadura futurista, mas antes com roupa interior de corpo inteiro — desenhada, curiosamente, com a ajuda da Prada. A marca italiana juntou-se à Axiom Space, a empresa escolhida pela NASA para desenvolver o fato espacial
https://www.youtube.com/watch?v=k3fQvVgWwjw A marca de luxo italiana Prada ajudou a desenhar a camada de arrefecimento que os astronautas da NASA vão usar na Lua. A nova peça interior foi concebida para manter os astronautas frescos, ventilados e com liberdade de movimentos. O facto de a peça ter bo
NASA is moving to hire a contractor to assess whether or not a Boeing 737-73W can meet its needs for a new reduced-gravity testbed aircraft. The use of planes modified for this role is now new, and they are often called “Vomit Comets” because of the extreme maneuvers they perform to simulate zero-G environments and the physical side effects this often induces. However, there’s an unusual twist here with the specific plane that NASA is now eyeing: it currently belongs to the U.S. Air Force and is part of a “classified military program.” There is a strong possibility that the aircraft in question is a mysterious 737 that the service acquired in 2020, and that has been the subject of much speculation as to its purpose ever since.
NASA’s Armstrong Flight Research Center posted a contracting notice yesterday justifying a planned sole-source contract to Denmar Technical Services, Inc. in relation to “Reduced Gravity Modification” of the 737-73W aircraft. Earlier this year, signs had already emerged that NASA might be in line to get a heavily modified and highly secretive 737 from the Air Force, designated the NT-43A and commonly referred to by the callsign RAT55. However, yesterday’s notice does not appear to refer to the NT-43A, long used as an airborne signature measurement platform and described in the past as the world’s most secretive 737, which is based on a much older 200-series airframe. We will come back to this later on.
A stock picture of the NT-43A Radar Test Bed aircraft, also commonly known by the callsign RAT55. Phodocu
What NASA wants now
“NASA requires Denmar Technical Services, Inc. to conduct a feasibility assessment to determine the Boeing 737-73W’s suitability to perform the NASA reduced gravity mission; modify the aircraft cabin, if required, to support reduced gravity operations; perform overdue maintenance and inspections, perform airworthiness restoration tasks, and paint the aircraft exterior with NASA identifiers,” the contracting notice NASA released yesterday explains.
The notice adds that the aircraft, if modified, would be used, at least most immediately, “for the Reduced Gravity Test Bed Project in support of the agency [sic] need for performing validation testing on Space Suits in support of the Artemis program.”
Artemis is NASA’s current effort to return U.S. astronauts to the lunar surface. The Artemis II mission, conducted in April, involved the first fly-by of the Moon by a crewed spacecraft since the end of the Apollo program in the early 1970s. However, the spacecraft did not touch down on the surface. The goal now is for a crewed lunar landing to come in 2028. RAT55 was notably used to support the launch of the Artemis II mission and the subsequent recovery of the capsule after its return to Earth.
Back in January, NASA had put out a separate contracting notice calling for information about new options to provide “parabolic flight services” to simulate “reduced gravity environments, including microgravity” for testing and scientific research purposes. The Florida-based Zero-G corporation is currently the primary provider of these services to NASA, using a retrofitted Boeing 727-200 dubbed ‘G-Force One.’ You can read more about NASA’s general use of Vomit Comets in the context of that notice here.
The Boeing 737-73W under consideration to be turned into a Vomit Comet “is owned by the United States Air Force (USAF). Denmar Technical Services, Inc. has specialized knowledge of this Boeing 737-73W aircraft as they are currently contracted by the USAF to modify the aircraft under a classified military program,” the contracting notice NASA released yesterday adds. “NASA does not have a ‘need to know’ regarding the details of the current modifications being made under the USAF contract and therefore is unable to provide modification details to another contractor or provide another contractor with access to the aircraft. The USAF will transfer ownership of the aircraft to NASA upon completion of the closeout tasks.”
“Denmar Technical Services, Inc. is uniquely positioned to close out work under their existing obligations while performing the feasibility assessment, maintenance, and any modifications required under this action,” the notice continues. “Additionally, due to the constrained timeline for the NASA Extravehicular Activity and Human Surface Mobility Program’s space suit testing for Artemis, NASA requires the assessment and overdue maintenance to be performed immediately upon contract award and any subsequent aircraft modifications to be complete no later than October 1, 2026. The timeline can only be supported if this requirement is fulfilled concurrently with the USAF closeout tasks.”
Denmar is a small aviation firm headquartered in Reno, Nevada. At the time of writing, its website lists a wide array of specialized design, modification, flight testing, and other work among its portfolios. This includes “advanced customized mission system development” that “encompasses the design of unique airborne operator interfaces, specialized emitters and sensors, system integration, and post-mission analytics and processing.” The company also describes itself as the “Nation’s leading experts on IR [infrared] and RF [radiofrequency] survivability, signature modeling, [and] agile software development for analysis and real-world operational assessments.”
In line with all this, Denmar is understood to have been the prime contractor behind the extensive modifications to RAT55. In April, the Air Force confirmed to TWZ that the NT-43A was “being transitioned to start the next phase of its career,” as reflected by its involvement in the Artemis II mission, “after decades of flights supporting the Air Force in various roles.” The aircraft, which is understood to have long called the secretive and remote Tonopah Test Range Airport (TTR) in Nevada home, has been seen much more publicly since then.
Best views of RAT55 yet. Dorsal sensor pod (EO ball) seen in detail here. Also shot inside. I wonder if this is going to be ported in full to a contractor (it is currently operated by a contractor) https://t.co/XoE1zGFN78
However, as NASA’s recent contracting notice makes clear, the 737 it is now looking at as a potential Vomit Comet is a much newer 700-series model. TWZ has reached out to the Air Force and NASA for more information.
The curious case of N712JM
As mentioned, it is very possible, if not highly probable, that the 737 NASA is now considering turning into a Vomit Comet is one that the Air Force acquired in 2020, which TWZ explored in-depth at the time. That aircraft, which is a -73W model, is still officially on the U.S. civil register, with the registration code N712JM. Federal Aviation Administration (FAA) records show that the preceding owner of this aircraft was Denmar, which acquired it in 2019. The plane’s history before that is murky, with Boeing delivering it in 2013 to East West Bank via a trusteeship with Wells Fargo Bank, per the FAA’s records.
N712JM had drawn particular attention in 2020 not just because of its transfer to the Air Force, but also because it emerged at that time wearing a green protective coating and otherwise looking like it had just rolled off the production line. It also had some unusual external features that raised questions about its role, as we explored at the time.
N712JM as it was seen in 2020. Reader submission
In 2020, Jon Ostrower, long-time aviation journalist and editor-in-chief of The Air Current, told TWZ the following:
“This is definitely an airplane that never made it to a formal finish you’d expect from a commercial airplane. The green finish is a protective coating applied to fuselages during manufacturing to protect from scratches and other damage. It is dissolved during painting. You can also still see the manufacturing (line) number as well. That’s from its original trip down the assembly line. There’s also quite a bit of instrumentation visible with sensor wiring leading into the cabin through the passenger windows. This type of arrangement points to a flight test setup of some kind.”
In 2020, N712JM conducted many test flights in U.S. military ranges off the coast of Southern California, flying various flight profiles, some of them quite unusual. The aircraft flew those sorties from Santa Maria Airport in California, and used the callsign STING 38.
The 'mysterious' USAF Boeing 737-700 N712JM is just back to Santa Maria, Ca. after another 3+ hour flight as 'Sting 38'. https://t.co/3sxMyligwM
What the Air Force has been using N712JM for to date is unknown. Per FAA, the aircraft has been and continues to be registered to an address at Bolling Air Force Base (technically now part of Joint Base Anacostia-Bolling) in Washington, D.C., which looks to belong to the Air Force’s Rapid Capabilities Office (RCO). The RCO has headed up multiple cutting-edge, high-priority programs over the years, including the development of the B-21 Raider stealth bomber and the X-37B reusable spaceplane. A 737-based platform could be configured to support an array of different research and development and test evaluation activities that would fall under the purview of RCO, as well as other stakeholders that this office might engage with.
A screen capture of the entry for N712JM in the FAA’s online database at the time of writing. FAA capture
There has also been some speculation over the years that N712JM might have transformed into an Air Force 737 with the serial number 21-0024, but this appears to still be unconfirmed. The 21-0024 serial has more recently become associated with other shadowy 737s tied to the U.S. military, which have civilian-style paint schemes and may also be on the U.S. civil register. One of them was notably spotted in 2025 at a U.S. forward operating location in El Salvador, sitting directly alongside an Air Force AC-130J Ghostrider gunship and a U.S. Navy P-8A Poseidon maritime patrol plane. This, in turn, raised questions about its involvement in the ongoing U.S. campaign of strikes on alleged drug smuggling boats in the Caribbean and the Eastern Pacific Ocean, as TWZ previously explored in detail.
21-0024, for reference. When I spotted it, FR24 was indeed calling it N712JM, though ADSBx had the BuNo and a different hex. https://t.co/3WwV3kxBC4
Interestingly, there have been several online flight tracking data ‘pings’ suggesting new activity related to N712JM at Colorado Springs Airport since at least February of this year. However, there do not appear to be any confirmed flights by the aircraft from there in that same timeframe. This airport notably sits adjacent to Peterson Space Force Base.
There is still a possibility that NASA could be looking at a different Air Force 737-73W for possible conversion into a Vomit Comet. As the contracting notice makes clear, the aircraft in question is currently in the classified realm. At the same time, this seems far less likely to be the case given everything that is known (and still unknown) about N712JM.
A separate question does exist now as to what effort the Air Force might be in the process of closing out that would allow it to transfer any classified 737 to NASA. TWZ has previously raised tangential questions about how the Air Force might fill the resulting gaps left by the highly-specialized RAT55 moving on to the next stage of its career. It is certainly interesting in its own right that NASA seems to be focused heavily at the moment on leveraging some of the most secretive 737s in existence today to support its much less sensitive needs.
More details may emerge if Denmar deems the “classified” Air Force 737 to be a suitable starting place to create a new Vomit Comet to support NASA’s reduced gravity training needs and the Artemis program.
Update: 3:45 PM EST –
In immediate response to our queries, NASA has directed us to an additional notice about the award of the sole-source contract, valued at $8.4 million, to Denmar Technical Services back on June 1.
“The contractor will modify a Boeing 737-700 aircraft to perform lunar-gravity parabolic flights to test NASA space equipment. Once modifications are complete, NASA Armstrong will own the aircraft and oversee aircraft operations out of NASA Johnson,” the notice says. “The aircraft will be used to validate astronaut lunar suits and associated crew systems required to support Artemis mission objectives. This can be done with the modified 737 aircraft in an operationally relevant, reduced-gravity environment prior to lunar mission execution.”
No mention is made here about the sourcing of the aircraft from the Air Force or its classified mission work, as outlined in the sole-source justification that was released yesterday.
Update: 6/11/2026 –
The U.S. Air Force has provided TWZ with a brief statement about the 737-73W aircraft in question.
“The Boeing 737-73W aircraft was originally procured to serve as a flying testbed,” a spokesperson for the service said. “The program ended and [the] USAF is transitioning the aircraft to NASA.”
“Tassare il patrimonio? No, noi lavoriamo perché gli italiani possano ambire ad averlo”. Questa la traccia che il presidente del consiglio, Giorgia Meloni, indicata in occasione dell’Assemblea di Confcommercio all’Auditorium della Conciliazione, a Roma. Una promessa ma anche una certezza, perché “non siamo la repubblica delle banane”. La premier ribadisce con convinzione che il taglio delle tasse è uno degli obiettivi più grandi del governo e che la ricchezza la fanno gli imprenditori con i lavoratori.
Un punto che il premier nel suo intervento sottolinea partendo da premesse diverse, ma intrecciate. La prima è che difendere il commercio di vicinato significa difendere molto di più che un settore economico, “significa difendere relazioni, identità, qualità della vita per le nostre comunità”. In questa direzione rivendica ciò che è stato fatto dal Governo, ovvero l’istituzione dell’Albo nazionale dell’attività commerciali, le botteghe artigiane ed esercizi pubblici storici, con l’obiettivo di valorizzare e tutelare le attività storiche, riconoscerne il valore culturale, il valore commerciale, il valore sociale, senza dimenticare il riconoscimento ottenuto dalla Cucina italiana definita Patrimonio immateriale dell’umanità da parte dell’Unesco.
Tavola fa rima con turismo: lo ripete più volte Meloni, quando ricorda che Italia è tornata a scalare la classifica globale dei Paesi più visitati al mondo, è arrivata a essere la seconda Nazione europea per presenze turistiche, superando per la prima volta nella storia la Francia, avvicinandosi ai numeri della Spagna, dato a cui si somma il record decisivo per l’impatto sulla bilancia dei pagamenti e sulla spesa turistica. L’Italia infatti è il Paese europeo nel quale la permanenza media del soggiorno è più lunga: davanti alla Spagna, davanti alla Francia, davanti alla Germania, “perché la ricchezza non la fanno i Governi, non la fanno le leggi, non la fanno i decreti, la ricchezza la fanno gli imprenditori con i loro lavoratori e quello che devono fare le leggi, i decreti e la politica, è cercare di accompagnare e consentire che quelle persone possano lavorare al meglio delle loro potenzialità”, spiega.
Dare a tutti la possibilità di lavorare nelle migliori condizioni possibili: questo l’impegno del capo del governo che ricorda gli sgravi per le assunzioni di under 35 a tempo indeterminato, la detassazione delle mance e dei turni notturni e festivi, le staff house per il personale, gli strumenti studiati per le piccole e medie imprese per migliorare le strutture, le misure per combattere l’abusivismo, l’innalzamento a 85 mila euro di fatturato della soglia per accedere al regime forfettario, l’estensione del concordato preventivo biennale alle piccole e medie imprese e alle partite Iva, il contrasto al fenomeno delle attività apri e chiudi, la Zes unica per il Sud, che potrebbe essere estesa a tutto il territorio nazionale. E ancora, la riforma fiscale, la riduzione delle aliquote Irpef, l’accorpamento dei primi due scaglioni di reddito, il taglio del cuneo, per rimettere nelle tasche dei lavoratori 21 miliardi di euro.
E poi i contratti: “Abbiamo stanziato 20 miliardi per sbloccare stipendi che erano fermi da anni, tanto nel privato, appunto incentivando i rinnovi con la detassazione degli aumenti contrattuali e poi con il decreto lavoro che pure veniva citato abbiamo scelto di puntare come mai era stato fatto in passato sulla contrattazione di qualità”, fino al salario giusto al fine di attuazione a un principio rimasto per anni sulla carta che sarà decisivo per rafforzare le retribuzioni ma anche per contrastare il dumping contrattuale, 2cioè quella odiosa forma di concorrenza sleale che, come veniva ricordato, riduce la qualità dell’occupazione e frena la crescita, fino ad un nuovo modello di sviluppo urbano che sappia rimettere al centro le persone, l’economia di prossimità, i luoghi aggregativi, gli spazi per le famiglie, le strutture per chi è più fragile, che dia un centro a ciascuna periferia, che consideri i luoghi fondamentali della vita e dell’aggregazione importanti tanto quanto la casa stessa e abbiamo uno strumento a portata di mano per farlo insieme, che è il Piano Casa”.
Per poi aggiungere: “Questa non è la repubblica delle banane, qui si rispettano le regole, come ricordava il presidente Sangalli non c’è mercato senza regole, non ci sono imprese sane e non c’è crescita. Non intendiamo fermarci, vogliamo fare di più per ridurre il carico fiscale sul ceto medio”. La risposta di Sangalli: l”Italia ce la può fare ma resta l’incertezza. “Nonostante tutto, i fondamentali dell’economia italiana restano confortanti”.
“Dal sindaco di Milano Beppe Sala e dal ministro Matteo Salvini vediamo politiche simili. L’idea è sempre la stessa, far cassa sull’edilizia popolare abbandonando a sé stessi i soggetti con maggior disagio”. L’allarme arriva dai movimenti per la casa di Milano che questa mattina hanno presentato la giornata di mobilitazione che si svolgerà il 13 giugno nelle case popolari della città e si concluderà con un corteo da piazza Tricolore a piazza della Scala. “Questa giornata avviene in un momento di gravissima emergenza abitativa. Abbiamo più di 1500 sfratti convalidati nel 2025, 400 domande di emergenza abitativa accettate ma senza alloggi, 17mila famiglie in attesa di casa popolare e quasi 10mila alloggi sfitti” spiega Bruno Cattoli, dell’Unione Inquilini Milano che insieme ad altre 50 realtà del coordinamento 3 luglio ha organizzato la conferenza stampa di lancio del corteo in un luogo simbolo dell’emergenza abitativa. Un caseggiato popolare con un centinaio di alloggi sfitti in zona Prealpi. La proprietà è del Comune che lo ha inserito in un piano di vendita: “Ma per il momento è tutto fermo, viene lasciato nel degrado con la maggior parte degli alloggi sono sfitti – spiega Mattia Gatti, segretario del Sicet Milano – dunque case che potrebbero andare a chi bisogno rimangono vuote senza manutenzione e aumenta il degrado. Noi chiediamo che le case non siano vendute ma che sia dato in assegnazione a chi da anni sta aspettando una casa”.
Ha parlato commosso per qualche minuto e con un “grazie” in italiano come conclusione. Così l’astronauta Luca Parmitano si è presentato sul palco di Houston, dove il 9 maggio la Nasa ha annunciato l’equipaggio della prossima missione Artemis III. Lui, oltre a essere l’unico italiano, ne sarà il pilota, in un equipaggio di quattro uomini che saluterà la terra per circa due settimane nella metà del 2027. Il loro obiettivo non sarà la superficie lunare, ma dovranno condurre una serie di test per aprire la via del ritorno degli esseri umani sul nostro satellite. Al comando ci sarà Randy Bresnik, insieme ad altri due specialisti, Frank Rubio e Andre Douglas. Con Parmitano sperimenteranno nell’orbita terrestre le tecnologie e l’attracco fra la capsula Orion, sulla quale voleranno, e uno o due veicoli per posarsi sulla Luna costruiti da SpaceX e Blue Origin, le aziende aerospaziali di Elon Musk e Jeff Bezos.
Il sogno di rivedere un piede umano posato di nuovo sulla Luna è rimandato per ora. La Nasa affiderà il progetto ad altri astronauti nel 2028, con le missioni Artemis IV e V che eseguiranno i test di allunaggio. Artemis III però rimane fondamentale per permettere all’umanità di farlo.”La missione – ha detto l’amministratore capo della Nasa, Jared Isaacman, durante la presentazione a Houston dell’equipaggio – dimostrerà la forza dell’innovazione americana e della cooperazione internazionale mentre testeremo complesse operazioni di rendez-vous e attracco e faremo progredire le tecnologie che un giorno ci porteranno ancora più lontano nel Sistema Solare”.
Parmitano, cinquant’anni, è astronauta dell’Agenzia Spaziale Europea. È pilota sperimentatore dell’Aeronautica Militare e ha due missioni all’attivo oltre ad essere il primo comandante italiano della Stazione Spaziale Internazionale. Quando ha scoperto della nomina era in treno: “Ero talmente incredulo che ho chiesto al mio capo di ripetere esattamente quello che aveva detto, ossia ‘Luca sei stato assegnato come pilota alla missione Artemis III’ – ha raccontato -. Ero circondato da persone. quindi sapevo di non poter dire nulla ad alta voce per cui sono rimasto senza parole”. “La mia base di lancio è stata il mio Paese, l’Italia, che mi ha dato l’istruzione necessaria per arrivare a questa missione. L’Esa è stata la torre di lancio, che mi ha permesso di costruire relazioni e di esprimere tutto il mio potenziale. La Nasa è stata il razzo, e la ringrazio per avermi permesso di far parte di questo incredibile equipaggio”. Poi un ringraziamento alla famiglia e alle figlie: “siete l’energia per la mia anima”.
La missione di Artemis III è molto complessa. Inizialmente doveva essere quella designata per il ritorno sulla Luna, ma nel febbraio 2026 la Nasa ha rivisto il programma e ha deciso che prima di portare gli astronauti sul suolo lunare sarebbe stato opportuno sperimentare nell’orbita terrestre le tecnologie per l’aggancio in orbita della navetta. Dal 10 giugno i quattro astronauti inizieranno l’addestramento “prima al simulatore e poi con un’intensa fase di familiarizzazione con le procedure” ha spiegato Parmitano. “Abbiamo poco tempo – ha aggiunto riferendosi al fatto che la missione è prevista nel 2027 – ma tantissima motivazione. Dovremo eseguire ogni manovra manualmente: è il motivo per cui in questa missione sono stati selezionati piloti sperimentali e con un approccio ingegneristico”.
O quarto prémio do Euromilhões, no valor de 1.204,46 euros, saiu a três apostadores que registaram os boletins em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Outros 54 apostadores no estrangeiro também ganharam o quarto prémio, com quatro números certos e duas estrelas.
O primeiro prémio, de 174 milhões de euros, foi atribuído a um ‘sortudo’ no estrangeiro.