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ANR: PEC sobre 6×1 não pode trazer limitações para as relações de trabalho

12 June 2026 at 19:01

Em entrevista à CNN, o presidente da ANR (Associação Nacional de Restaurantes), Erik Momo, avaliou que a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 tem viés eleitoral e não leva em conta as particularidades do setor de restaurantes. Para ele, a ausência de um período de transição adequado representa um dos principais complicadores para os empresários do segmento.

Momo destacou que os restaurantes são empregadores de grande número de pessoas e que a mão de obra precisa estar disponível exatamente no momento em que o consumidor busca atendimento. “A gente não tem muita flexibilidade de alocar essas pessoas para os horários em que seria interessante para o estabelecimento”, afirmou.

Impacto nos custos e nos preços

Segundo Momo, a implementação acelerada da mudança forçaria os estabelecimentos a realizarem um número maior de contratações para cobrir os horários em que a mão de obra não estaria disponível.

“Vai ter com certeza que fazer maior número de contratações para cobrir essa necessidade nos horários em que a gente não tem a mão de obra disponível”, disse. Como consequência direta, ele alertou que os custos adicionais seriam inevitavelmente repassados ao preço final cobrado do consumidor.

Momo também ressaltou que a proposta não contempla o tempo necessário para que os empresários realizem estudos de impacto e reorganizem suas escalas de trabalho. “Para ter um tempo de a gente conseguir fazer esse impacto, esse estudo, precisaria ter uma transição mais lenta, que se fosse por etapas”, declarou.

Ele sugeriu que uma alternativa seria já inserir os novos contratados no regime diferente, evitando o impacto imediato de uma equiparação salarial generalizada.

Diversidade do setor exige regras flexíveis

O representante da ANR chamou atenção para a grande diversidade de modelos de negócio dentro do setor de alimentação fora do lar. Enquanto um restaurante que funciona apenas no horário de almoço, de segunda a sexta, em uma zona comercial, já opera naturalmente em escala 5×2, estabelecimentos em cidades litorâneas dependem de uma mão de obra intensa em períodos específicos de temporada.

“A gente não tem uma regra que a gente consegue implantar para todo mundo e que seja igual para todos”, afirmou Momo.

Ele também questionou a lógica de proibir determinadas jornadas sem considerar a vontade do próprio trabalhador. “Se eu tenho um garçom que trabalha para mim hoje seis dias na semana e está ganhando bem, eu vou chegar para ele e falar: infelizmente, você está sendo proibido de trabalhar um sexto dia”, exemplificou.

Para Momo, a PEC, ao focar no objetivo de “acabar com a escala 6×1”, adota uma visão que não considera as consequências práticas da medida. “Quando a gente coloca acabar com a 6×1, a gente acaba trazendo uma visão mais obtusa de terminar com um tipo de jornada”, disse.

Necessidade de regra geral sem limitações operacionais

Momo defendeu que, por se tratar de uma PEC que altera a Constituição, a norma precisa ser uma regra geral que funcione para todos os setores, “sem limitações que tragam complexidades para a operação”.

Ele citou como exemplo setores que já possuem regulamentações específicas, como trabalhadores de plataformas petrolíferas e profissionais de saúde em hospitais, que operam em regimes diferenciados por necessidade. “Por que não olhar para as necessidades individuais?”, questionou.

Para o representante da ANR, a medida, da forma como está sendo conduzida, impõe uma solução sem efetividade real. “A gente está enfiando goela abaixo do empreendedor e da população uma solução que não vai ter uma efetividade a não ser um repasse para preço, para proteger a margem e proteger o próprio emprego”, afirmou.

Momo concluiu que, se o empreendedor for obrigado a fechar o negócio por falta de resultado, toda a equipe contratada acabará perdendo — algo que, segundo ele, não é do interesse nem dos trabalhadores nem dos empresários.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

A história doce e amarga do açúcar

12 June 2026 at 06:04
História, vício e alimentação. Iara Rodrigues e João Paulo Oliveira Costa explicam porque gostamos tanto de doces e como é que um produto de luxo se tornou presença diária à mesa.

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La Polacra, el bar en pleno Cabo de Gata al que todo el mundo quiere ir por sus brasas frente al mar

12 June 2026 at 04:25
Los clientes de La Polacra en la localidad almeriense de Las Negras disfrutan del atardecer en la terraza del paseo maritimo.

Más que un paseo marítimo es un paseíto frente al mar. Surge como de la nada tras callejear por Las Negras, minúscula localidad en pleno parque natural de Cabo de Gata, en Almería. Allí hay un pequeño murito cubierto de madera para sentarse a respirar el Mediterráneo, que amasa lento una playa de rocas. Al fondo se levanta un cerro negro, imponente promontorio oscuro por la tierra volcánica. Y en esa paz de rumor de olas emerge, ondeando al frecuente viento, una bandera de Japón. Ese círculo rojo sobre blanco es también el símbolo que identifica a La Polacra, restaurante camino de cumplir su primer aniversario cuya fachada encalada tiene una gran lámpara circular y roja cerca del mástil. Un lugar que se aprovecha de la belleza del paisaje y lo celebra con cócteles, vinos naturales y una cocina informal con protagonismo de las brasas. La música, pinchada en vinilos, hace el resto.

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Algunas de las tapas que se sirven en La Polacra, en la localidad almeriense de Las Negras.Gonzalo Méndez y Leandro Moschnner son los dueños de La Polacra.La cocinera brasileña María Eduarda, a la que llaman Macaxeira, al mando de las brasas.Los pinchos a la brasa son una de las especialidades de La Polacra.La terraza de La Polacra al atardecer.

La Polacra

  • Dirección: Pescador, 7. Las Negras, Níjar.
  • Horario: A diario (o casi) desde las 13.00 horas hasta la 1.00 de la madrugada.
  • Precio medio: 20-25 euros por persona.

El restaurante de EEUU que afirma ser "el lugar de nacimiento de la hamburguesa"

12 June 2026 at 04:00

Son varias las teorías que hablan sobre los orígenes de la hamburguesa, uno de los platos más conocidos en el mundo, el favorito de muchos amantes de la gastronomía de España y de otros países y el almuerzo preferido de empresarios conocidos de la talla de Bill Gates.

Una de dichas teorías nos traslada a Estados Unidos, concretamente a Connecticut, donde hay un restaurante que confirma ser "el lugar de nacimiento de la hamburguesa", a pesar de que lo más curioso sea que la hacen con pan tostado y no con el que todo el mundo conoce.

Así es el 'lugar de nacimiento de la hamburguesa'

Ubicado en la ciudad de New Haven (Connecticut) y fundado en 1895, Louis' Lunch explica en su página web que "los orígenes de la hamburguesa, tal como la conocemos hoy, fueron bastante sencillos. Un día de 1900, un caballero entró apresuradamente en Louis' Lunch y le dijo al propietario, Louis Lassen, que tenía prisa y quería algo para comer rápido. En un instante, Louis colocó su mezcla especial de carne picada entre dos rebanadas de pan tostado y despidió al caballero. Y así nació el sándwich estadounidense más emblemático".

La hamburguesa está presente en la carta por un precio de 8,25 dólares. "Hoy, el bisnieto de Louis, Jeff Lassen, continúa con la tradición. Las hamburguesas han cambiado poco desde su prototipo histórico y siguen siendo la especialidad de la casa. Se preparan frescas a diario; se enrollan a mano con una mezcla exclusiva de cinco variedades de carne y se cocinan al momento en las parrillas originales de hierro fundido que datan de 1898", expone el establecimiento en su página web.

Además, subrayan que "la familia Lassen mantiene su firme decisión de no ofrecer ningún condimento. La experiencia de Louis' Lunch se centra en el sabor y la sencillez de una hamburguesa fresca a la parrilla, cocinada a la perfección. El queso, el tomate y la cebolla son los únicos acompañamientos permitidos".

Una teoría sin confirmar

Es una teoría sin confirmar que Louis' Lunch es el lugar donde se creó la hamburguesa. De hecho, Erik Ofgang, periodista de The Washington Post, explicaba en un reportaje que "en enero escribí un artículo que planteaba dudas sobre si Louis' Lunch era el lugar de nacimiento de la hamburguesa. Sin embargo, no pude refutar la afirmación de forma concluyente. Tras la publicación del artículo, un lector llamado Thomas Pieragostini me envió por correo electrónico un enlace a una serie de anuncios que aparecieron en el Shiner Gazette de Texas en la primavera de 1894, en los que se anunciaban 'sándwiches de filete de hamburguesa' que se servían en un salón local".

"He encontrado más de una docena de referencias periodísticas a las hamburguesas en la década de 1890, incluyendo Virginia, Illinois, Iowa, Nebraska, Nevada, Nueva York, California y Hawái", añadía el periodista.

Dos figurinos de Dino Alves ao "abanador" do Toy

11 June 2026 at 18:17
A Bica é linda!, dizem, e Dino Alves, pela quinta vez ao leme dos figurinos da marcha popular promete não ficar atrás. Enquanto isso, a Experimentadora Implacável sobe e desce a Feira do Livro.

Dónde comer en Barcelona por menos de 30 euros: uno está recomendado por la Guía Michelin

11 June 2026 at 04:00

Barcelona es una ciudad de España que, gastronómicamente hablando, ofrece una propuesta culinaria única y con esencia. Es una de las metrópolis del país que cuentan con un interesante número de Estrellas Michelin que aguardan grandes cocineros profesionales de la talla de Jordi Cruz, Martín Berasategui o el trío de chefs que forman parte de Disfrutar, que fue considerado el mejor restaurante del mundo hace unos años.

Tener una grata experiencia con buena comida dentro de Barcelona y a precios más que razonables es una misión que se puede cumplir con creces; la clave está en saber dónde ir. Una sugerencia sería alguno de los siguientes locales, donde comer por menos de 30 euros es posible. Spoiler: uno de ellos aparece recomendado en la Guía Michelin.

Colmado Carpanta

Las personas al cargo de este negocio son dos amigos que se conocen desde pequeños y siempre decían: "Algún día montaremos algo". Dicho sueño se cumplió hace un par de años con su propuesta que ofrece una carta desenfadada con platos pensados para 'mancharse'.

El precio por persona es de 23 euros, y la carta incluye platos como pollo, tortilla de patatas, carrilleras, callos, canelones, albóndigas y flan. Colmado Carpanta se encuentra en Calle Sant Joan Bosco, 51.

Saó Barcelona

Distinguido con un Bib Gourmand, la Guía Michelin explica lo siguiente: "Juanen Benavent, el chef de origen valenciano al frente de la casa, juega sus cartas apostando por los productos estacionales de proximidad para ofrecer una cocina actualizada, de corte creativo, con marcadas influencias francesas, un detalle que se entiende mejor tras saber que estuvo cuatro años trabajando en el restaurante Goust de París".

Tienen tres clases de menús, siendo el más económico Llavor, que tiene un precio de 24,5 euros -18 más si es con maridaje-. Está disponible de martes a viernes menos festivos e incluye 4 aperitivos, 2 entrantes, un plato principal, un postre y petits fours. También se puede disfrutar de una degustación de quesos por 9 euros más.

Restaurante Bullanga

Situado en Diputació 437, Bullanga explica en su página web que el comensal encontrará en su interior "principalmente, cocina catalana tradicional, platos de raíz barcelonesa y un encierro de ojo especial en la cocina y los productos de raíz pirenaica y mallorquina, con el toque de la abuela Jordina y de la madrina Margalida. Y muchas más viandas".

Cuentan con un menú diario que tiene un precio de 16,80 euros, y otro especial para los sábados que es de 22 euros, dos ofertas bastante asequibles y aptas para toda clase de bolsillos.

Bo de Bernat

Ubicado en el barrio de l'Eixample, Bo de Bernat es una casa de comidas que está regentada por una familia de orígenes filipinos pero su carta se compone especialmente de platos típicos de Catalunya.

Según cuenta la Guía Macarfi, el ticket medio por persona ronda los 25 euros y el comensal encontrará recetas que van desde platos de cuchara hasta casquería, pasando por diferentes tipos de guisos.

El buffet de comida coreana y sushi donde comer por menos de 20 euros: al lado de Gran Vía en Madrid

9 June 2026 at 04:00

Para algunos, parece que comer en el centro de Madrid por menos de 20 euros es una misión complicada, pero nosotros creemos que no es imposible. En la capital de España hay numerosos lugares donde llenar el estómago por poco dinero y con comida capaz de sorprender al paladar.

El ejemplo lo encontramos en los sitios que destacamos en este artículo y también otro que está a pocos pasos de Gran Vía, uno de los puntos neurálgicos más conocidos de la ciudad. Se trata de un restaurante que ofrece comida coreana y sushi y un menú con el que comer de forma ilimitada sin gastar más de 20 euros. Así lo aseguran algunos creadores de contenido que han tenido la oportunidad de ir allí y compartir sus experiencias en sus respectivas redes sociales.

Más de 100 platos por menos de 20 euros

Según cuenta la creadora de contenido Patri Ojeda, con más de cien mil seguidores en Instagram, en un vídeo, está la posibilidad de comer de forma ilimitada en Hi Dami, situado al lado de la Gran Vía de Madrid. "Desde 17,80 euros, podrás probar más de 130 platos de manera ilimitada", anuncia la influencer en su publicación.

"Nigiris, rolls, pulpitos picantes, almejas, pollo frito... Realmente son unos platos de verdadera calidad", asegura la creadora de contenido, quien también revela en el vídeo que se puede disfrutar de la experiencia vestido con un traje tradicional de Corea.

Hace una destacada mención a los postres, una parte de la carta que incluye opciones como los pan bao, fruta fresca y profiteroles. "Te invito a probar los mochis si eres fan de ellos", señala Ojeda.

Hi Dami se encuentra en el número 12 de la calle Caballero de Gracia y abre todos los días. Uno de los platos incluidos en la carta es el bibimbap, el más aclamado de la cocina coreana y -como curiosidad- el más buscado en Google en el año 2023. También están las patatas en espiral, que en Hi Dami reciben el nombre de tornado de patata.

Otros sitios donde comer en Madrid por menos de 20 euros

  • Pae-Ya!: situado en Fuencarral, en este lugar se puede comer paellas individuales por 15 euros, hechas al momento y en 7 minutos. Hay diferentes tipos para elegir.
  • Montys: cuenta con un Solete Repsol y describe su propuesta culinaria como "cocina mediterránea creativa". De lunes a viernes ofrecen un menú del día que cuesta 16,50 euros. Los fines de semana y festivos, la tarifa sube a 22,50 euros.
  • ​Genko Nikkei: este restaurante ofrece platos inspirados en la gastronomía nikkei, que fusiona las cocinas peruana y japonesa. Tienen un menú del día que cuesta 16,50 euros.

El restaurante de un pueblo de Zamora donde se come una de las mejores tartas de queso de España

8 June 2026 at 17:00

La tarta de queso es uno de los postres más extendidos en nuestro país, y en medio Occidente. Se explica porque suele gustar a todos y porque su elaboración es muy rápida y sencilla. El próximo 30 de julio se celebra el Día Mundial de la Tarta de Queso.

Como sucede con la mayoría de los platos tradicionales, esta receta ha sufrido variaciones con el paso del tiempo. Hoy en día, hay muchas formas de elaboración diferentes, que incluyen ingredientes diversos y varias maneras de prepararla. Cada maestrillo tiene su librillo.

Con la tarta de queso pasa como con las tortilla de patata: más cuajada, menos cuajada, tostada o no, con galleta, con mermelada... Cada uno tiene su favorita. Pero puestos a buscar consensos hemos consultado la guía Michelin. Allí mencionan unos pocos establecimientos que bordan la tarta de queso. Uno de ellos está en un pueblo de menos de 300 habitantes.

El restaurante es La Trébede, en Pobladura del Valle, en Zamora (un pueblo que sorprende por el Museo del Whisky y el Museo Naval y Ferroviario). Se ubica en una casa rústica, con el techo a dos aguas, decorada con aperos de labranza.

El jefe de todo esto es Pablo González. La "casa de comidas" de este joven chef es una propuesta de gastronomía tradicional pero actualizada. Como ejemplos, la guía neumática cita su tortillita de camarones con membrillo o su oreja de cerdo confitada a baja temperatura, con salsa brava de tomate seco y mejillón.

La Trébede es Bib Gourmand en el 2025, esto es, tiene una excelente relación calidad-precio. Pero si esta vez hemos venido hasta Pobladura del Valle es por su tarta de queso, "una tarta que abraza, que te hace cerrar los ojos y sonreír sin darte cuenta", en palabras del propio González.

"Nuestra receta nace de una historia personal, de cuando viví en San Sebastián y bajaba cada semana al restaurante La Viña. Su tarta me marcó, y tras un montón de pruebas y ajustes, conseguimos la que servimos hoy aquí", le ha explicado el chef a la guía Michelin. "No busca sorprender con artificios ni sabores extraños, sino emocionar desde la sencillez", asegura.

La tarta de queso de La Trébede es "cremosa por dentro, delicada, casi fundente, con el punto justo de cuajado". La ración, 6 euros. Tanto éxito ha temido que "hay clientes que vienen solo porque la tarta les marcó un momento de su vida. Es un viaje al norte", cuenta González.

Esa tarta puede ser el magnífico punto y final a una comida magnífica. El joven chef tiene todas las garantías. Aprendió de Luis Alberto en Lera, con Carlos Maldonado en Raíces, cruzó el Atlántico para llegar al Rosetta de Elena Reygadas en México y cerró su travesía en Barro, Ávila, junto a Carlos Casillas.

Hoy, su visión de La Trébede es "que sea un lugar donde el producto sea sagrado, donde la técnica respete y exalte los sabores, donde el calor del hogar sea tan palpable como el de la lumbre y donde la innovación sea la fiel compañera de la tradición".

Todo ello, esa tradición reinventada, toma forma en delicias como: puerro, ventresca, romesco (12€); brotes, cecina, membrillo (12€); molleja frita, yogurt, ciruela (12€); micuit de pato, dátiles, frutos secos (22€); pulpo, ajo negro, pimentón (24€); carrillera de ternera (15€); rabo de toro (16€); o ciervo ahumado, boniato, romero (33€). Y su estupendo pan: la hogaza zamorana con harina de Benavente y del Molino de Cerecinos de Campos. Si además de la tarta de queso queremos más dulce, hay que pedir su cremoso de turrón (6€).

La Trébede, Tr.ª Canal de Hornos, Pobladura del Valle (Zamora)

El restaurante de Las Ventas de Madrid famoso por su rabo de toro: "Muy buen servicio, mejor que en la mayoría de restaurantes en Madrid"

7 June 2026 at 17:00

Aunque sus orígenes sean andaluces y se le considere uno de los platos por excelencia de Córdoba, el rabo de toro es una receta protagonista cuando la capital de España celebra San Isidro. En Madrid, varios restaurantes ofrecen versiones de este estofado capaces de enamorar a cualquier paladar, como los que mencionamos en este artículo.

Cerca de la Plaza de Las Ventas de Madrid se encuentra otro restaurante conocido sobre todo por su rabo de toro. Se trata de un lugar donde la cocina tradicional manda, en plena calle Alcalá. Se llama Los Timbales y su carta incluye más platos como arroces, carnes y productos del mar.

Así es el restaurante Los Timbales

Ubicado en el número 227 de la calle Alcalá, Los Timbales es un restaurante cuya decoración y diseño denota un aire tradicional, algo que lo acompaña la carta. Aparte del rabo de toro, el menú se compone de más platos propios de la cultura española que van desde la sopa castellana y salmorejo cordobés, pasando por la lubina a la plancha con verduras.

Se puede comenzar una comida con entrantes como patatas bravas, pulpo a la gallega, ensaladilla rusa y boquerones en vinagre, para seguir con el rabo de toro u otras opciones como el cachopo, las carrilleras o el churrasco, o cualquiera de las alternativas que hay en las partes de pescados, cuchara, pasta y arroces.

Los Timbales tiene en la actualidad una calificación de 3,7 sobre 5 y más de mil reseñas en Google. "Muy buen servicio, mejor que en la mayoría de restaurantes en Madrid", expresaba un usuario en su comentario.

Este es el origen del rabo de toro

La receta que actualmente conocemos de rabo de toro data del s. XVI en la ciudad de Córdoba. Antiguamente se usaban los rabos de los toros bravos que formaban parte de las corridas y se le consideraba un plato de 'pobre'.

"Las gentes más humildes de la ciudad de Córdoba esperaban con paciencia a que los diestros dieran final a la vida de los toros bravos y aquí, en las puertas traseras de la plaza de toros de Los Tejares, es donde ocurría lo verdaderamente trascendental: el toreo regala el rabo, las orejas, las vísceras y demás casquería, mientras que el empresario, apoderado y algún carnicero con algo de poder monetario se quedaba con las partes nobles como el lomo, solomillos, patas, etc", señala Bodegas Mezquita en su página web.

Dónde disfrutar de un brunch en Barcelona con vistas al mar por 13 euros

7 June 2026 at 06:00

Disfrutar de Barcelona no solo implica ir y degustar algunas de las recetas clásicas de Catalunya; es también disfrutar de paisajes pintorescos y monumentos arquitectónicos como la Sagrada Familia, el Parque Güell y La Pedrera. Esta ciudad de España es un lugar idóneo para desconectar frente al mar Mediterráneo, y el Passeig Marítim de la Barceloneta ofrece una interesante cantidad de sitios donde hacerlo.

Shôko Barcelona, por ejemplo, ha decidido inaugurar esta temporada con un brunch que está bien de precio con el que pausar la vida y desayunar de una manera relajada con el mar como fondo de escenario.

¿Qué incluye el brunch de 13 euros de Shôko Barcelona?

Desde el pasado 13 de abril, Shôko Barcelona ofrece un brunch por 13 euros con platos como tortilla francesa con pan con tomate, huevos revueltos con bacon o aguacate, tostadas de jamón o salmón ahumado con aguacate. Se sirve de lunes a domingo de 10:30h a 13:00h, e incluye una selección de opciones dulces y ligeras, como brownie de chocolate con helado de vainilla, ensalada de frutas o zumos naturales.

¿Dónde comer barato en Barcelona?

La capital de Catalunya ofrece una amplia oferta gastronómica que se adapta a toda clase de bolsillos. Existen varios lugares en el centro de la ciudad donde comer barato, como los que mencionamos en este artículo y otros como Café Pagès, un clásico de Barcelona famoso por sus patatas bravas y otros aperitivos que son muy económicos.

Otro lugar donde comer bien y barato es Saó Barcelona que, además, está recomendado por la Guía Michelin. En este restaurante ofrecen distintos tipos de menús. El más económico cuesta 24,5 euros. La propuesta de este lugar está centrada en el uso de los productos de temporada.

También recomendado por la guía roja, se encuentra Avenir. Este restaurante situado en Carrer de l'Avenir, 72, cuenta con un menú que cuesta 32,95 euros. Según relata el local en su página web, está diseñado con "una propuesta dinámica y sabrosa pensada para el ritmo del mediodía. Un recorrido ágil que combina técnica y producto en una experiencia equilibrada, ideal para disfrutar sin prisas innecesaria".

Pepe Vieira, el gallego con dos estrellas Michelin donde dos exempleados robaron botellas de vino de alto valor

29 May 2026 at 11:52

En lo alto de una colina en Poio, frente a la ría de Pontevedra y rodeado de bosque Atlántico, el restaurante Pepe Vieira se ha convertido en uno de los grandes referentes de la cocina gallega. El proyecto, liderado por el chef Xosé Cannas, más conocido por Pepe Vieira, ofrece una experiencia culinaria profundamente ligada al territorio y la identidad de Galicia.

Como uno de los 37 restaurantes de España con dos estrellas Michelin (a la que suma una estrella Michelin Verde), el robo en su bodega el pasado 18 de marzo causó una gran repercusión en el sector hostelero gallego. Los ladrones, dos exempleados, sustrajeron más de 9.000 euros en efectivo y botellas de vino de gran valor. Finalmente, estos fueron detenidos y este miércoles 27 de mayo se han recuperado varias de las botellas robadas.

El caso, más allá del valor económico, ha llamado la atención por producirse en uno de los restaurantes más prestigiosos de Galicia, afectando a una bodega que es una parte esencial de la experiencia gastronómica que ofrece.

Inspiración en la tradición gallega

"A última cociña do mundo" es el lema que lleva el restaurante Pepe Vieira por bandera. Su propuesta gastronómica está inspirada en la tradición gallega, y rescata recetas y condimentos olvidados para darles una nueva vida. Para ello, el chef, junto al antropólogo Rafael Quintiá, recorrieron Galicia buscando el origen de su gastronomía.

El resultado de un restaurante tan exitoso es también gracias a su equipo. Por un lado, el chef Pepe Vieira, nacido en Vigo, ha recibido valiosos galardones como Mejor Cocinero Gallego y es el fundador del Grupo Nove, que tiene el objetivo de para difundir la cultura gastronómica de Galicia y dar visibilidad a la cocina de autor. Se suman a él Óscar Abal como chef ejecutivo, Ana Peixoto como pastelera, Adriana Fernandez como jefa de sala, Cristina Posse como horticultora, David Calviño como jefe de cocina eventos y Débora Lois y Brais Dominguez en cocina.

Tres menús, bodega y huerta ecológica

Los menús de Pepe Vieria hacen que nuestro paladar viaje desde la tradición gallega hasta la vanguardia gastronómica. Los comensales podrán elegir entre tres menús diferentes. El primero, bajo el nombre de 'A Santa Elección', ofrece tres platos, tres aperitivos y un postre por 170 € por persona, con un extra de 56 € por el maridaje. En segundo lugar, con 'O Señor de Andrade' tendremos tres aperitivos, seis platos y dos postres por 200 € por persona y 76 € por el maridaje. Finalmente, el menú 'Romasanta' está compuesto por tres aperitivos, nueve platos y tres postres, con un precio de 255 € por persona y 96 € más si queremos maridaje.

Todo ello lo disfrutaremos en un moderno edificio inspirado en las casas encaladas de los marineros. En el interior no falta detalle, desde los grandes ventanales que dejan pasar la luz hasta las cartas de piel de raya. Además, en el centro podremos ver como un cocinero elabora el tercer aperitivo en directo.

Por otro lado, gestionando la bodega del restaurante, la sumiller Diana Peixoto ofrece a los clientes un viaje enológico por el Camino de Santiago a través de una cuidada selección de vinos. Y no podemos olvidar la huerta ecológica, de donde salen pétalos, tallos, raíces y hojas que le otorgan un toque especial y de conexión con la tiera a cada plato.

El local de Madrid inspirado en la tradición japonesa y auténtica del té matcha: "Me gustó tanto que volví"

28 May 2026 at 17:00

El té matcha es una bebida original de Japón que ha conquistado el paladar de muchas personas de España, como la influencer Violeta Mangriñán y las hijas de los reyes, la princesa Leonor y la infanta Sofía. En los últimos años han abierto establecimientos que ven en esta infusión cargada de nutrientes y antioxidantes una oportunidad de negocio.

Uno que abrió sus puertas hace poco es KYŌ, un establecimiento ubicado en pleno centro de Madrid que está inspirado en la ceremonia tradicional del té matcha, con elementos tradicionales del ritual.

Un proyecto que nació en una luna de miel

La pareja detrás del proyecto de KYŌ es la formada por Rocío Sáez y Luis Muñoz-Porras Olaya, que tomaron la decisión de emprender el viaje para dar a luz este local después de su luna de miel, que tuvo lugar en Japón. "Yo ya era una enamorada del matcha antes de que fuese tendencia y cuando fuimos a Japón después de casarnos, nos dimos cuenta de que queríamos que Madrid contase con un espacio que respete y valore la tradición del matcha", señala Sáez.

Por su parte, Muñoz-Porras dice que allí se dio cuenta "de que en España y tampoco en Europa existe un lugar donde se ofrezca esta pureza del té matcha. Y me inspiré en mi mujer, Rocío, a la hora de crear KYŌ".

El establecimiento presenta un espacio con una decoración y un diseño con el que se respira un aire que es pura tradición japonesa. "En KYŌ todo está inspirado en la filosofía zen japonesa. De esta forma, aunque el ritual de preparación del matcha sea el centro de la experiencia, también lo acompaña el entorno, siguiendo la máxima de que, para los japoneses, el espacio tiene que transmitir paz, tranquilidad e invitar a la meditación", explica Saez.

Elementos propios del ritual tradicional

Lo primero que llama la atención al entrar a KYŌ es la mesa central con la chagama, un hervidor fabricado de hierro fundido con el que se cuece el agua para hacer el té matcha. También cuenta con cierto protagonismo el hishaku, "la cuchara de bambú original de Japón que nos han diseñado en exclusiva para nosotros", cuenta Muñoz-Porras.

Cuentan con más herramientas para lograr una versión reducida del tradicional ritual del té japonés, como el chawan -cuenco- o el chasen -batidor-. Han querido recrear la esencia de los templos japoneses, para acercar a los amantes del matcha a su ceremonia. "Allí este ritual se asocia con la meditación pausada y con un momento íntimo, donde la ostentación no tiene cabida", explica Luis.

Cuatro tipos de matcha

En KYŌ, ofrecer un producto de calidad es un pilar fundamental. "El nuestro es un matcha japonés orgánico seleccionado y preparado bajo los más altos estándares de calidad", señala Sáez.

Su carta se compone de cuatro tipos de matcha. El primero es el Midori, que lo recomiendan especialmente para aquellas personas que quieran saborear por primera vez esta infusión. Por otro, tienen Horó, cuyo nombre está inspirado en la mujer del fundador. La tercera opción es Tenkú, que es la gama más premium de la carta. La última es Hojicha, que destaca principalmente por estar elaborado con hojas del matcha tostado y su sabor recuerda al tueste.

A pesar de haber abierto sus puertas hace pocos meses, KYŌ ha recibido numerosas reseñas positivas en Google. "El mejor sitio de matcha de Madrid"; "Fui un día y me gustó tanto que volví al siguiente"; y "Es el mejor lugar de matcha japonés que he probado" son algunos ejemplos de comentarios compartidos en Internet acerca de este local situado en el número 8 de la calle Sagasta.

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