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Solitário, macaco ‘Amendoim’ busca parceira sexual no Dia dos Namorados

12 June 2026 at 21:32

Enquanto milhões de brasileiros celebram o Dia dos Namorados, nesta sexta-feira (12), um pequeno primata que vive no sudeste do Pará também aguarda a chegada de sua companheira.

Amendoim, um sauim-de-coleira abrigado no BioParque Vale Amazônia, em Carajás, faz parte de um programa nacional de conservação que busca formar casais reprodutivos para ajudar a salvar da extinção uma das espécies mais ameaçadas do mundo.

A expectativa é que a futura companheira de Amendoim chegue ainda no segundo semestre deste ano.

A busca faz parte de um esforço conjunto de instituições brasileiras e internacionais voltado à proteção do sauim-de-coleira (Saguinus bicolor), espécie endêmica do Brasil e atualmente classificada como ameaçada de extinção.

De acordo com o Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade (SALVE), do ICMBio, o sauim-de-coleira possui distribuição restrita ao estado do Amazonas e enfrenta ameaças constantes provocadas pelo desmatamento e pela expansão urbana.

As projeções indicam uma redução populacional de pelo menos 50% nos próximos 18 anos.

LEIA TAMBÉM: Mutação rara muda a pelagem de macaco-prego no Ceará

A história de Amendoim

Amendoim chegou ao BioParque em dezembro de 2022, após ser resgatado pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas/Ibama) de Manaus.

O animal sobreviveu a um ataque de cachorro que matou o primata adulto que estava com ele, possivelmente seu pai.

De pequeno porte, o sauim-de-coleira mede entre 30 e 42 centímetros e pesa de 450 a 600 gramas.
Sua principal característica é a pelagem branca que cobre a cabeça, o pescoço e o peito, formando uma espécie de “coleira” que dá origem ao nome popular da espécie.

Para o veterinário do espaço, Nereston de Camargo, a formação de casais em ambientes controlados é uma ferramenta estratégica para evitar a extinção do animal.

“Localizando uma fêmea, a proposta é viabilizar o pareamento dos indivíduos, buscando ampliar as chances de reprodução. Essa formação de casais e o acompanhamento reprodutivo permitem contribuir com a sobrevivência da espécie”, destacou.

Casal filmou OVNIS em forma de “sol de plasma” nos EUA, revelam arquivos

12 June 2026 at 21:27

Uma terceira leva de arquivos secretos desclassificados pelo Departamento de Guerra dos Estados Unidos mostra novos relatos sobre a presença de OVNIS (Objetos Voadores Não-Identificados) no país. 

Em julho de 2025, por volta das 21h, horário local do nordeste dos Estados Unidos, uma testemunha ocular observou luzes intensas e brilhantes em seu quintal ao estacionar o carro após retornar do trabalho.

A luz pairava a aproximadamente 7,5 metros do chão, abaixo de uma fileira de árvores perto do centro do quintal, a uma distância estimada de 27 metros. Neste momento, a testemunha saiu brevemente do veículo, o que chamou a atenção de seu companheiro, que também foi avaliar a situação.

Segundo o documento, o cônjuge também viu a luz, descrevendo-a como uma esfera vermelha brilhante com cerca de um metro de diâmetro. O centro da esfera vermelha parecia ser um “sol” de plasma branco do tamanho de uma bola de basquete. O orbe subiu lentamente e moveu-se para a esquerda, e ambos observaram um segundo orbe idêntico pairando acima do primeiro.

Eles então começaram a gravar o evento. No vídeo, é possível ver os orbes se movimentando juntos para oeste, acima de uma linha de árvores próxima. Veja abaixo: 

As testemunhas descreveram o movimento dos orbes como silencioso e suave. Além disso, relataram parecer que eles se moviam em conjunto, como se estivessem voando em formação ou presos por um cabo.

Quando os orbes desapareceram de vista, ambos os viram se fundir. As testemunhas estimaram que os orbes se moveram de sua posição inicial antes de desaparecerem de vista a uma distância estimada de 75 jardas (aproximadamente 69 metros).

Ainda de acordo com os arquivos, as declarações foram fornecidas ao FBI (Departamento Federal de Investigação). “O FBI considera as pessoas que relataram este evento como confiáveis. O assunto descrito nos arquivos e retratado na gravação de vídeo corresponde a relatos originários da mesma área geral no nordeste dos Estados Unidos.”

Esse processo faz parte do recém-criado Pursue (Sistema Presidencial de Abertura e Relatório para Encontros com UAPs), liderado pelo Departamento de Guerra com o apoio do ODNI (Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional).

ação atende a uma diretriz publicada por Trump em sua rede social, a Truth Social, em fevereiro de 2026, exigindo a liberação de arquivos governamentais sobre OVNIs e vida extraterrestre.

Firma de varios acuerdos marca segunda jornada de Angotic 2026

12 June 2026 at 21:27

Luanda, 12 jun (Prensa Latina) La firma de acuerdos de cooperación entre Angola y países vecinos como Namibia y el Congo, así como entre diferentes entidades, marcó hoy la segunda jornada del foro de tecnologías de la información y las comunicaciones, Angotic 2026.

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Já ‘acordou’ sem se conseguir mexer? Especialistas explicam fenómeno durante o sono que deixa muitas pessoas ‘em pânico’

12 June 2026 at 21:00

Acordar consciente, mas sem conseguir mexer o corpo ou falar, pode ser uma experiência assustadora. Este fenómeno chama-se paralisia do sono e, embora possa causar medo intenso, é descrito por organismos de saúde como uma situação temporária que acontece geralmente ao adormecer ou ao acordar.

Paralisia do sono pode acontecer ao adormecer ou ao acordar

A paralisia do sono ocorre quando a pessoa está consciente, mas não consegue mexer-se nem falar durante alguns segundos ou minutos. Segundo o National Health Service (NHS), serviço público de saúde do Reino Unido, este fenómeno pode acontecer no momento em que se está a adormecer ou ao acordar, desaparecendo habitualmente por si só.

Durante um episódio, a pessoa pode sentir-se totalmente acordada e perceber o que está a acontecer à sua volta, mas sem conseguir controlar o corpo. A MedlinePlus, serviço da National Library of Medicine dos Estados Unidos, descreve a paralisia do sono como uma condição em que a pessoa não consegue mover-se ou falar precisamente na transição entre o sono e a vigília.

Por que é que o corpo não responde?

A explicação está relacionada com o funcionamento normal do sono, em especial com a fase REM, período em que os sonhos são mais frequentes. Durante esta fase, os músculos ficam naturalmente mais “desligados”, o que ajuda a impedir que a pessoa reproduza fisicamente os movimentos dos sonhos.

Na paralisia do sono, essa imobilidade muscular pode manter-se durante breves instantes mesmo quando a pessoa já está consciente. É por isso que muitos relatos descrevem a sensação de a mente estar acordada, enquanto o corpo continua sem responder.

Sensação de presença no quarto pode tornar o episódio mais assustador

Além da incapacidade temporária de se mexer, algumas pessoas relatam sensação de pressão no peito, dificuldade em respirar ou a impressão de que existe alguém no quarto. O National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS), instituto norte-americano dedicado ao estudo das doenças neurológicas e dos acidentes vasculares cerebrais, refere que a paralisia do sono pode ser acompanhada por experiências vívidas, por vezes assustadoras, semelhantes a sonhos, incluindo alucinações visuais, auditivas ou táteis.

É esta combinação entre consciência, imobilidade e medo que torna o fenómeno tão marcante. Apesar disso, o NHS sublinha que a paralisia do sono não causa danos físicos e costuma terminar rapidamente, embora possa ser angustiante para quem a vive.

Falta de sono e stress podem aumentar o risco

A paralisia do sono pode surgir de forma isolada, mas há fatores que parecem favorecer os episódios. O NHS associa o fenómeno a situações como insónia, alterações nos padrões de sono, stress pós-traumático e narcolepsia, uma perturbação neurológica do sono.

Segundo a MedlinePlus, a paralisia do sono pode ocorrer em pessoas saudáveis, mas pode estar ligada a falta de sono, horários irregulares ou outros problemas do sono. Por isso, manter uma rotina de sono regular pode ajudar a reduzir a probabilidade de novos episódios.

Cuidados a ter durante um episódio de paralisia do sono

Embora seja difícil manter a calma no momento, o NHS recomenda tentar lembrar-se de que se trata de uma situação temporária e que não representa perigo físico. A instituição aconselha também a tentar mexer lentamente os olhos, os dedos das mãos ou dos pés, já que pequenos movimentos podem ajudar a terminar o episódio.

Para prevenir novos episódios, a mesma fonte sugere medidas como dormir horas suficientes, manter horários regulares, criar uma rotina relaxante antes de dormir e evitar refeições pesadas, álcool, cafeína ou tabaco pouco antes de se deitar.

Quando deve procurar ajuda médica?

Na maioria dos casos, episódios ocasionais de paralisia do sono não exigem tratamento. Ainda assim, se forem frequentes, muito perturbadores ou se estiverem associados a sonolência intensa durante o dia, pode ser importante falar com um médico para perceber se existe outra condição associada.

A paralisia do sono pode assustar, mas compreender o que acontece ao corpo ajuda a reduzir o medo. Quando o fenómeno se repete com frequência ou interfere com o descanso, a avaliação médica pode ser a melhor forma de identificar causas e melhorar a qualidade do sono.

Leia também: Creme para as queimaduras superficiais acaba de ser retirado do mercado após deteção de irregularidade

COP31. 94 ONG pedem rapidez no fim dos combustíveis fósseis

12 June 2026 at 19:47
A carta enviada aos dirigentes responsáveis pela COP31, em novembro, insta a Turquia a eliminar gradualmente o carvão e a Austrália a por fim às exportações de carvão e gás natural liquefeito.

© Bloomberg via Getty Images

ONG instam governos turco e australiano a "atacar a causa principal da crise climática"

COP31. 94 ONG pedem rapidez no fim dos combustíveis fósseis

12 June 2026 at 19:47
A carta enviada aos dirigentes responsáveis pela COP31, em novembro, insta a Turquia a eliminar gradualmente o carvão e a Austrália a por fim às exportações de carvão e gás natural liquefeito.

© Bloomberg via Getty Images

ONG instam governos turco e australiano a "atacar a causa principal da crise climática"

Honduras confirma primer contagio local de sarampión

12 June 2026 at 19:25

Tegucigalpa, 12 jun (Prensa Latina) Honduras confirmó el primer caso de sarampión de transmisión local desde que en 1997 la nación centroamericana fue declarada libre de esta enfermedad, trascendió hoy.

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Neil deGrasse Tyson, sobre qué hacer al morir: "Si te incineras, en cuatro años llegarás a Alfa Centauri"

12 June 2026 at 18:03

La forma en la que los españoles se despiden de sus seres queridos ha cambiado en los últimos tiempos. En 2024, las incineraciones superaron a los entierros por primera vez en el país, según datos proporcionados por la Asociación Nacional de Servicios Funerarios (PANASEF). Mientras este debate sobre qué ocurre después de la muerte gana peso en la sociedad, el astrofísico estadounidense Neil deGrasse Tyson ha ofrecido una singular reflexión sobre el destino del cuerpo y la energía una vez que la persona fallece.

Durante una intervención en el programa Star Talk, Neil deGrasse explicó que, en caso de morir, su elección personal sería ser enterrado. "En la muerte, tienes dos opciones en esta sociedad moderna, prefiero ser enterrado, esta es mi opción", afirmó. El divulgador científico señaló que elige esta alternativa porque permite que la energía y las moléculas que forman el cuerpo regresen a la Tierra.

El astrofísico explicó que las moléculas que se han ido construyendo a lo largo de toda una vida mediante la alimentación, el ejercicio y el desarrollo de órganos y tejidos no desaparecen con la muerte. "Al morir, esas moléculas todavía contienen energía", aseguró Neil deGrasse. Para el estadounidense, el fallecimiento no supone el fin de esa energía sino una transformación de la misma.

El astrofísico detalló que, durante la descomposición, los microorganismos, así como la flora y la fauna, absorben esa energía almacenada en el cuerpo. "Si me muero y me descompongo, esas moléculas siguen conteniendo energía y toda esa energía es absorbida por microbios, por la flora y la fauna que se alimentan de mi cuerpo, igual que yo me he alimentado de flora y fauna durante toda mi vida", relató.

Neil deGrasse añadió que el ser humano devuelve a la naturaleza parte de lo que ha recibido de ella. "De esa manera, devuelvo algo a la Tierra", resumió el divulgador científico, que planteó esta visión desde una perspectiva científica basada en la conservación y transferencia de la energía.

Con respecto a la otra alternativa funeraria, la incineración, el astrofísico señaló que la energía presente en las moléculas del cuerpo tampoco desaparece. "La energía de estas moléculas no se pierde, sino que se transfiere al calor", afirmó Neil deGrasse durante el programa. Ese calor se emite posteriormente en forma de radiación infrarroja que viaja por el espacio a la velocidad de la luz, según su propio testimonio. "Si te incineras, en cuatro años llegarás a Alfa Centauri", alegó el científico en referencia al sistema estelar más cercano a la Tierra como ejemplo de que se puede seguir la cronología de los restos incinerados.

"De alguna manera, sigues formando parte del universo, simplemente de una forma diferente", concluyó el astrofísico. Sus palabras llegan en un momento en el que las incineraciones ganan terreno en España. Según los últimos datos de la Asociación Nacional de Servicios Funerarios, de las 436.118 personas fallecidas en 2024, 218.538 fueron incineradas, lo que representa el 50,11% del total.

Ministra diz que reduzir lixo é questão ambiental e ética

12 June 2026 at 17:55
Maria da Graça Carvalho anunciou alternativas aos sacos plásticos leves para 2027. Portugal pagou 600 ME em multas à UE e deposita 54% dos resíduos em aterro, meta é 10% até 2035.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Aos jornalistas, a ministra disse que há medidas a decorrer no país, algumas, apoiadas pelo PRR

SpaceX começa a negociar em bolsa acima do preço da oferta

12 June 2026 at 17:08
A SpaceX vendeu as suas ações a 135 dólares. No arranque da negociação em bolsa vale, cada ação, 150 dólares, uma valorização de 11% face ao preço de colocação.

© Getty Images

Este es el mapa de las capitales españolas donde se verá el eclipse solar total de agosto

12 June 2026 at 16:29

Los aficionados a la astronomía tienen marcada una fecha en rojo en el calendario. El próximo 12 de agosto, España será uno de los mejores lugares del mundo para contemplar un eclipse solar total, un fenómeno poco frecuente que transformará el cielo durante unos minutos y que dará comienzo a una etapa especialmente intensa para los observadores del firmamento.

Este acontecimiento será además el primero de una serie de tres eclipses que podrán verse desde territorio español en los próximos años. Entre ellos destaca especialmente el previsto para el verano de 2027, que según los expertos está llamado a convertirse en el eclipse total de Sol más largo del siglo XXI.

El fenómeno se desarrollará durante algo menos de cuatro horas y media a escala global. El recorrido comenzará en el mar de Bering a las 17:34 y finalizará en el Atlántico a las 21:58. A lo largo de ese tiempo, la Luna irá interponiéndose progresivamente entre la Tierra y el Sol hasta ocultar completamente el disco solar en determinadas zonas del planeta.

Aunque el eclipse también podrá observarse en lugares como el noreste de Groenlandia o el extremo occidental de Islandia, España ocupará una posición privilegiada dentro de la trayectoria de la sombra lunar, convirtiéndose en uno de los escenarios más destacados para disfrutar del espectáculo.

La sombra cruzará España de Galicia a Baleares

El avance del eclipse se producirá de oeste a este. Galicia será la primera comunidad en experimentar cómo la luz del día comienza a disminuir de forma progresiva hasta dar paso a unos minutos de oscuridad poco habituales.

En A Coruña, el fenómeno comenzará a las 19:31 horas y alcanzará su máximo a las 20:28 horas. Desde allí, la sombra avanzará rápidamente por el norte peninsular.

Burgos será otra de las ciudades privilegiadas para seguir el evento. Allí el eclipse arrancará a las 19:33 horas, llegará a su punto culminante a las 20:29 horas y concluirá coincidiendo prácticamente con la puesta de sol, a las 21:20 horas.

El recorrido finalizará en Baleares. En Palma de Mallorca, el inicio del proceso está previsto para las 19:38 horas, mientras que el instante de máxima ocultación tendrá lugar a las 20:32 horas.

Aunque el eclipse será visible desde cualquier punto de España, no todas las zonas disfrutarán de la misma intensidad. En buena parte del sur peninsular el fenómeno será parcial, por lo que el Sol nunca llegará a quedar completamente cubierto por la Luna.

En cambio, el norte del país y Baleares serán los territorios donde podrá contemplarse la totalidad del eclipse, el momento más espectacular del evento, cuando el cielo se oscurezca de forma repentina en pleno atardecer.

Dentro de esa área destaca especialmente la denominada “línea de centralidad”, la franja donde el eclipse alcanzará su máxima duración e intensidad. Según las previsiones, esta zona atravesará o pasará muy cerca de localidades como Avilés, Oviedo, Aranda de Duero, Soria, Peñíscola y Palma.

Las 22 capitales que vivirán el eclipse total

Un total de 22 capitales de provincia podrán contemplar cómo la Luna cubre completamente el Sol. Estas son las ciudades y la hora exacta en la que se producirá el momento de máxima oscuridad:

  • A Coruña: 20:28 horas
  • Oviedo: 20:28 horas
  • Santander: 20:27 horas
  • Bilbao: 20:28 horas
  • Vitoria-Gasteiz: 20:28 horas
  • Lugo: 20:29 horas
  • León: 20:29 horas
  • Burgos: 20:29 horas
  • Lleida: 20:29 horas
  • Palencia: 20:30 horas
  • Soria: 20:30 horas
  • Zaragoza: 20:30 horas
  • Tarragona: 20:30 horas
  • Zamora: 20:31 horas
  • Valladolid: 20:31 horas
  • Segovia: 20:32 horas
  • Teruel: 20:32 horas
  • Guadalajara: 20:32 horas
  • Cuenca: 20:32 horas
  • Castellón de la Plana: 20:32 horas
  • Palma: 20:32 horas
  • Valencia: 20:33 horas

Para millones de personas será una oportunidad única. No solo porque los eclipses solares totales son fenómenos relativamente escasos, sino porque España se convertirá en uno de los mejores observatorios naturales del mundo para contemplar cómo el día se transforma brevemente en noche gracias al movimiento perfectamente sincronizado de la Luna y el Sol.

© istock

Este es el mapa de las capitales españolas donde se verá el eclipse solar total de agosto

Guatemala: Exponen cambio de dinámica delictiva con mundial de fútbol

12 June 2026 at 18:00

Ciudad de Guatemala, 12 jun (Prensa Latina) Mientras una numerosa afición sigue el mundial de fútbol, la actividad delictiva no desaparece en Guatemala, cambia de dinámica, horario y escenario, explicaron analistas, citados hoy por un medio de prensa local.

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Ley Nuclear de Colombia lista para sanción presidencial

12 June 2026 at 18:00

Bogotá, 12 jun (Prensa Latina) La Ley Nuclear, que fue aprobada por el Congreso de Colombia y hoy solo espera por la sanción presidencial, contribuirá a distintos ámbitos sociales y económicos, según destacan autoridades del país.

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Ministra diz que reduzir lixo é questão ambiental e ética

12 June 2026 at 17:55
Maria da Graça Carvalho anunciou alternativas aos sacos plásticos leves para 2027. Portugal pagou 600 ME em multas à UE e deposita 54% dos resíduos em aterro, meta é 10% até 2035.

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Aos jornalistas, a ministra disse que há medidas a decorrer no país, algumas, apoiadas pelo PRR

Destacan eficacia del abatacept contra el reumatismo palindrónico

12 June 2026 at 17:38

Londres, 12 jun (Prensa Latina) El abatacept, un fármaco inmunomodulador, demuestra hoy ser más eficaz que el tratamiento convencional con hidroxicloroquina para prevenir la evolución hacia la artritis reumatoide en pacientes con reumatismo palindrómico.

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Arqueólogos recuperan en el Mediterráneo restos de una de las Siete Maravillas del Mundo

12 June 2026 at 17:24

Uno de los monumentos más emblemáticos de la historia vuelve a ofrecer nuevas pistas sobre su aspecto original. Más de siete siglos después de su desaparición definitiva, parte de los restos del mítico Faro de Alejandría han sido recuperados del fondo marino en una operación arqueológica que permitirá avanzar en la reconstrucción virtual de una de las Siete Maravillas del Mundo Antiguo.

La intervención ha sacado a la superficie 22 enormes bloques de piedra que permanecían sumergidos frente a las costas de Egipto. Estas estructuras formaban parte del complejo monumental que durante siglos sirvió como referencia para la navegación en el Mediterráneo y que llegó a ser una de las construcciones más impresionantes de la Antigüedad.

El hallazgo se enmarca en un ambicioso proyecto internacional que combina arqueología, historia y tecnología avanzada con el objetivo de recrear digitalmente el faro y conocer con mayor precisión cómo era realmente esta obra maestra de la ingeniería antigua.

El proyecto PHAROS busca devolver la vida al monumento

Los trabajos se desarrollan dentro del proyecto PHAROS, una iniciativa impulsada por el organismo científico francés CNRS, bajo la dirección de la arqueóloga Isabelle Hairy, en colaboración con el Ministerio de Turismo y Antigüedades de Egipto y la Fundación Dassault Systèmes.

Los especialistas han logrado recuperar 22 elementos arquitectónicos de gran tamaño que pertenecían a la entrada principal del faro. Entre las piezas extraídas figuran dinteles, jambas, umbrales y grandes losas de pavimento, cuyos pesos oscilan entre las 70 y las 80 toneladas.

La importancia de estos bloques va mucho más allá de su valor patrimonial. Cada uno de ellos aporta información clave sobre el diseño y las dimensiones de una construcción que marcó una época y que durante siglos fue considerada una de las mayores maravillas creadas por el ser humano.

El Faro de Alejandría fue levantado a comienzos del siglo III a.C. durante el reinado de Ptolomeo I y su diseño fue obra del arquitecto griego Sóstrato de Cnido. Situado en la isla de Faro, junto a la entrada del puerto de Alejandría (Egipto), alcanzaba más de 100 metros de altura y actuaba como guía para las embarcaciones que cruzaban el Mediterráneo.

Su influencia se prolongó durante más de 1.600 años. Sin embargo, una serie de terremotos acabó dañando gravemente la estructura hasta provocar su desaparición. Entre ellos destacó especialmente el seísmo registrado en 1303, considerado uno de los principales responsables de su destrucción.

Con el paso de los siglos, muchas de las piedras del monumento fueron reutilizadas para levantar la Ciudadela de Qaitbay, una fortaleza que todavía se conserva en el mismo lugar donde se alzó el faro.

Un rompecabezas de más de dos mil años reconstruido con tecnología 3D

La recuperación de estas piezas constituye solo una parte del proyecto. El verdadero reto consiste ahora en reconstruir digitalmente el monumento utilizando herramientas tecnológicas de última generación.

Para ello, cada bloque será sometido a un proceso de escaneado mediante fotogrametría de alta precisión. Gracias a esta técnica, los investigadores podrán generar modelos tridimensionales extremadamente detallados y analizar cómo encajaban las distintas partes de la estructura original.

Posteriormente, todos esos elementos serán integrados en una recreación virtual que permitirá reconstruir el faro como si se tratara de un gigantesco puzle arqueológico compuesto por fragmentos dispersos durante más de dos milenios.

Los especialistas parten además de una importante base documental. Durante los últimos diez años ya se habían digitalizado más de un centenar de restos arquitectónicos que continúan bajo las aguas del Mediterráneo. A este material se sumarán ahora los nuevos bloques recuperados, así como información procedente de monedas antiguas, mosaicos y relatos históricos elaborados por cronistas de distintas épocas.

La esperanza de los investigadores es lograr la representación más fiel realizada hasta la fecha del Faro de Alejandría. Un monumento que simbolizó durante siglos el poder, la riqueza y la influencia de la antigua ciudad egipcia y que, gracias a la combinación de arqueología y tecnología, comienza a recuperar parte de su aspecto original.

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Arqueólogos recuperan en el Mediterráneo restos de una de las Siete Maravillas del Mundo

Hallan arsenal vinculado a reconocida pandilla Barrio 18 en Guatemala

12 June 2026 at 17:21

Ciudad de Guatemala, 12 jun (Prensa Latina) Fuerzas de seguridad de Guatemala hallaron hoy armas vinculadas a la reconocida pandilla Barrio 18 en la colonia El Limón, zona 18 capitalina, calificada de alto riesgo (roja).

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SpaceX começa a negociar em bolsa acima do preço da oferta

12 June 2026 at 17:08
A SpaceX vendeu as suas ações a 135 dólares. No arranque da negociação em bolsa vale, cada ação, 150 dólares, uma valorização de 11% face ao preço de colocação.

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La misteriosa 'mancha fría' en el Atlántico: un nuevo estudio explica por qué este es el único lugar del planeta que se enfría más cada año

12 June 2026 at 16:45

En pleno año 2026, en el que todo el globo parece estar ocupado por las altas temperaturas debidas al cambio climático... ¿Todo? ¡No! Una zona del océano Atlántico Norte, al sur de Groenlandia e Islandia, resiste todavía. Esta gran extensión de agua se suele llamar una "mancha fría", un lugar en el que las temperaturas no suben, sino que descienden. Es el único rincón de toda la tierra en el que las temperaturas han estado bajando en los últimos 150 años.

Durante años, los científicos han discutido si este fenómeno se debe a una menor llegada de calor transportado por las corrientes oceánicas o a una mayor pérdida de calor desde la superficie del mar. Sin embargo, un último estudio publicado en la revista Geophysical Research Letters aporta nuevas evidencias sobre el origen de esta anomalía climática. La investigación está basada en el análisis de conjuntos de datos de temperatura sugiere que el factor dominante es el primero: una reducción en el transporte de calor oceánico. Es decir, el debilitamiento de la AMOC (Circulación Meridional de Retorno del Atlántico) es el principal responsable del desarrollo de esta mancha fría.

Pero, ¿qué es la AMOC y por qué se habla tanto de que su colapso tendría consecuencias devastadoras? Carmel Marcel, doctor en geografía, explica este fenómeno como "un complejo y extenso sistema de corrientes oceánicas que provoca intercambios de calor por el mundo". Y la importancia de este radica en que su colapso, según el IPCC (Grupo Intergubernamental de Expertos sobre el Cambio Climático) "muy probablemente causaría cambios abruptos en los patrones climáticos regionales y en el ciclo del agua, así como un desplazamiento hacia el sur del cinturón de lluvias tropicales". Esto supondría un grandísimo cambio en las temperaturas globales.

El hallazgo de que esta mancha fría se debe a que estas corrientes se están debilitando resulta preocupante, ya que una pérdida de fuerza adicional de este transporte en el Atlántico, en el contexto del cambio climático, podría tener grandes consecuencias significativas para el clima y las condiciones meteorológicas en Europa y otras regiones del mundo.

¿Qué supondría el colapso de la AMOC?

Según Meteored, es importante aclarar que no existe un consenso absoluto en la comunidad científica, ya que distintas investigaciones ofrecen resultados dispares. Las hipótesis que versan sobre lo que ocurriría si colapsa la AMOC, en cualquier caso, son de un escenario extremo basado en simulaciones y proyecciones que podría no llegar a ocurrir, y cuyas probabilidades actuales se consideran bajas a lo largo de este siglo.

Aun así, los modelos coinciden en que Europa occidental, donde se encuentra España, sería una de las regiones más afectadas por su proximidad, con un enfriamiento notable del clima: en zonas como Groenlandia, Escandinavia, Islandia o las islas británicas, las temperaturas medias podrían descender entre 5 y 10 °C, especialmente en invierno, mientras que el hielo ártico podría avanzar hasta latitudes de grandes ciudades como Londres, Bruselas o Ámsterdam.

En la península ibérica, el descenso térmico sería más moderado, de entre 2 y 4 °C, más acusado en el norte y el oeste, y menor en el área mediterránea y el sur, mientras que en Canarias se registrarían cambios en los alisios y en las corrientes marinas. Además, gran parte de Europa tendería a volverse más seca, aunque el sur del continente podría experimentar episodios más intensos de lluvias y temporales debido al desplazamiento del chorro polar.

A escala global, el hemisferio sur se calentaría más al retener el calor que ya no se transportaría al norte, alterando los patrones de precipitaciones y debilitando los monzones en Asia.

¿Cuándo podría suceder este colapso?

El Panel Intergubernamental sobre el Cambio Climático (IPCC) pronostica que es poco probable que esto suceda antes de 2100. No obstante, los científicos coinciden en que un colapso de la AMOC no sería repentino, sino un proceso lento que se desarrollaría durante al menos un siglo y que, con el tiempo, podría revertirse, aunque con efectos importantes sobre el clima global.

Concurso de apoio à compra de carros elétricos fechou

12 June 2026 at 15:29
O concurso para apoio à compra de carros elétricos por particulares abriu às 16h30 de quinta-feira e à noite já tinha esgotado. Ministra do Ambiente diz que não deverá haver mais concursos este ano.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Pelas 16h30, a primeira categoria a esgotar foi a de veículos ligeiros de passageiros, para pessoas singulares, pelas 18h18, cerca de duas horas depois
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