Conta reduzida a um cêntimo, um tratamento médico que não aconteceu e uma assinatura diferente da do testamento: Justiça exige explicações a Cláudia Campo, a viúva do histórico presidente portista. Movimentos bancários realizados nas contas do antigo presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, estarão a ser investigadas. Em causa, dinheiro que saiu das suas contas nos meses que antecederam a sua morte, numa altura em que o falecido histórico portista já se encontraria muito debilitado, inclusive acamado. Segundo o Correio da Manhã, dezenas de levantamentos e transferências estão na mira da justiça, alguns de valores elevados, cuja
Portugal está pela quarta vez no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Um destaque que lhe é merecido por ser considerado um país que faz pontes das mais diversas entre números ‘tabuleiros’ diplomáticos. Um tema tão abrangente, que acabou resultando numa conversa sobre o… campeonato do mundo de futebol.
Na frente diplomática, destaque também para a visita do presidente chinês, Xi Jinping, à Coreia do Norte, o único país do mundo com que Pequim mantém um acordo de defesa.
Na defesa mas não muito está o Irão, novamente acossado pelos Estados Unidos, com o alto patrocínio de Telavive – não vão os Estados Unidos esquecer-se de bombardear Teerão.
Tudo para ver no programa desta semana de A Arte da Guerra, com o embaixador Francisco Seixas da Costa e condução do jornalista António Freitas de Sousa.
António Costa salienta que, face a este "contexto geopolítico serão abordadas várias questões cruciais, incluindo a competitividade, os desafios económicos globais, a Ucrânia e o Médio Oriente".
Ao nível económico, da agenda faz parte uma análise aos "desequilíbrios macroeconómicos globais e nas suas implicações para a competitividade e prosperidade da Europa"
O caso da menina que ligou para o 112 a falar em código revela a importância da perícia policial. A primeira intervenção presidencial do 10 de junho é criticada pela falta de substância do discurso.
O presidente do Conselho Europeu condenou esta quarta-feira os ataques iranianos ao Kuwait e defendeu que a “diplomacia é a única maneira de se alcançar a segurança e estabilidade no Médio Oriente”, pedindo a todos que privilegiem essa via.
Numa mensagem divulgada nas redes sociais, António Costa refere que falou hoje ao telefone com o príncipe herdeiro do Kuwait, Sabah Khalid Al Hamad Al-Sabah, a quem manifestou “a total solidariedade da Europa após os recentes ataques do Irão e dos seus grupos aliados [‘proxies’]”.
“A diplomacia é a única maneira de se alcançar a segurança e estabilidade no Médio Oriente – a UE insta todas as partes a permanecerem comprometidas com a via diplomática”, defende.
O presidente do Conselho Europeu acrescenta que se está a assinalar o 40.º aniversário das relações diplomáticas entre a UE e o Kuwait e diz esperar que os laços entre as duas partes se reforcem no futuro.
O Irão anunciou hoje ataques contra bases norte-americanas no Kuwait, Bahrein e Jordânia, em resposta a ataques dos Estados Unidos, por sua vez justificados como retaliação contra o abate de um helicóptero norte-americano no Estreito de Ormuz.
Segundo a Guarda Revolucionária iraniana, entre os alvos da retaliação esteve a Quinta Frota norte-americana estacionada no Bahrein e a base aérea de Ali Al Salem no Kuwait, enquanto a Jordânia assegurou ter intercetado vários mísseis sem registo de vítimas ou danos materiais.
O Irão utilizou mísseis e drones para atacar cerca de vinte alvos, entre os quais hangares de caças F-35 em território jordano e sistemas de radar no Bahrein, avançou a Fars.
Teerão advertiu para uma “resposta mais severa”, caso continue o que descreveu como “agressão” norte-americana, acrescenta a agência iraniana próxima da Guarda da Revolução.
O presidente do Conselho Europeu discursou na abertura do Festival da Nova Bauhaus Europeia, em Bruxelas, defendendo uma resposta europeia a vários níveis para a crise de habitação.
Do “enxovalho” aos pais que já não tinha aos 18 anos. Ex-treinador do FC Porto falou de tudo um pouco na primeira parte de uma entrevista à TVI, dois anos depois da saída do comando dos azuis e brancos. Dois anos depois de sair do comando técnico do FC Porto, após sete épocas e 11 troféus conquistados de dragão ao peito, Sérgio Conceição quebrou o silêncio e falou sobre tudo, desde a “semana de enxovalho” na altura da saída dos azuis e brancos, até à perda dos pais, ainda cedo na vida do treinador. Em entrevista à TVI, o antigo
Nel dibattito seguito al disegno di legge proposto dal deputato Enrico Costa, approvato nei giorni scorsi dalla Camera, sembra sfuggire un aspetto fondamentale quando si parla di informazione giudiziaria.
Obbligare i media, che hanno dato notizie inerenti ad un procedimento penale, a dare visibilità e spazio adeguato all’archiviazione o all’assoluzione risponde ad un’esigenza importante per chi è incappato nelle maglie di una vicenda giudiziaria, della quale hanno parlato giornali e televisione.
Pertanto, l’idea che si debba dare conto della decisione favorevole con un rilievo analogo a quello dato all’accusa è degna di apprezzamento, in quanto riequilibra il rapporto tra giustizia, informazione e reputazione. In realtà, prima che essere una regola giuridica costituisce un principio di correttezza, che peraltro è già sancito dal codice deontologico dei giornalisti e in parte risulta regolamentato da una norma della Cartabia.
Tuttavia, al di là delle perplessità sollevate dalle opposizioni parlamentari sul ddl Costa, con particolare riferimento all’intervento del Garante della privacy, ritengo che vi sia un profilo di criticità meritevole di maggiore attenzione. Non vi è dubbio, infatti, che esista una differenza fondamentale tra il diritto di essere informati sull’esito di un procedimento e la pretesa che quell’esito possa cancellare il valore informativo dei fatti emersi nel corso dell’inchiesta o del processo.
È questo il punto cieco di molta retorica che accompagna le nuove norme sull’obbligo di pubblicazione di assoluzioni e proscioglimenti, laddove sembra insinuarsi l’idea che il processo penale, o meglio il suo esito finale, sia l’unico metro per giudicare la rilevanza di una vicenda pubblica. Come se un’assoluzione sia in grado di trasformare automaticamente una storia di interesse collettivo in una non-notizia.
Ma in una democrazia l’informazione non può funzionare in questo modo. La giustizia penale, invero, accerta le responsabilità individuali secondo standard probatori molto rigorosi. L’informazione, invece, ha il compito di raccontare fatti, contesti, comportamenti e conseguenze, che possono conservare un rilievo pubblico indipendentemente dalla loro rilevanza penale.
Tanto per esemplificare, nessuno può seriamente sostenere che il sistema di relazioni opache, di favori, di affidamenti e condizionamenti, che possono emergere da indagini e procedimenti penali possa perdere rilievo politico e amministrativo solo perché una qualificazione giuridica è stata esclusa. In altri termini, identificare la memoria dei fatti solo con il dispositivo finale di una sentenza non può certamente contribuire a formare un’opinione pubblica consapevole e documentata, per la semplice ragione che la storia giudiziaria e quella politica non coincidono mai perfettamente.
Il problema è che una certa cultura politica sembra voler sostituire il diritto all’informazione con una sorta di diritto alla cancellazione dei fatti e del contesto in cui gli stessi si sono verificati. Si accetta che i giornali raccontino un’inchiesta soltanto a condizione che, anni dopo, l’assoluzione venga considerata una specie di colpo di spugna retroattivo.
Si dimentica, tuttavia, che un amministratore pubblico può essere assolto e aver comunque assunto decisioni discutibili; che un ministro può non aver commesso reati e aver esercitato il proprio ruolo in modo politicamente censurabile; che un dirigente può risultare penalmente innocente e aver mantenuto comportamenti incompatibili con gli standard di trasparenza richiesti da una funzione pubblica. La distinzione è essenziale: il processo penale stabilisce ciò che può essere punito; il dibattito pubblico valuta ciò che è opportuno, corretto, responsabile. Per questo l’obbligo di informare sulle assoluzioni è sicuramente condivisibile; non lo è, invece, la pretesa, più o meno esplicita, di trasformare l’assoluzione in una forma di riscrittura della realtà.
I giornali hanno il dovere di riferire gli esiti dei procedimenti, anche quelli assolutori, ma non possono sottacere i fatti, perché la verità processuale è una cosa, la memoria pubblica è un’altra. Ne’ bisogna dimenticare quanto prescrive l’art. 48 della Costituzione, vale a dire che “I cittadini cui sono affidate funzioni pubbliche hanno il dovere di adempierle con disciplina ed onore”. E il controllo sull’osservanza di questo dovere spesso richiede la conoscenza dei fatti che emergono nei procedimenti penali, non solo quelli che si concludono con l’accertamento della responsabilità penale, ma anche quelli che terminano con un provvedimento di archiviazione o una sentenza di assoluzione.
A presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, Rubina Leal, felicitou calorosamente a atleta madeirense Madalena Costa pela extraordinária conquista do título de Campeã da Taça do Mundo de Patinagem Artística no escalão de seniores, alcançado em Cesena, Itália. Ao conquistar o seu segundo título mundial consecutivo neste escalão, com um total de […]
Quando chegou a Faro pela primeira vez como um mero turista, Richard Walker desconhecia o legado modernista na arquitetura local. Apaixonou-se pela capital algarvia e agora, 20 anos depois, publica um livro para dar a conhecer esta faceta da cidade, mas que também espreita outras localidades da região.
“Faro Modernism”, obra com chancela da Batsford Books, com 240 páginas e que inclui cerca de 300 fotografias tiradas durante todo este período de duas décadas, foi apresentado no dia 21 de Maio, no AP Eva Senses.
Richard Walker, pintor e artista plástico que já expôs em todo o mundo, chegou a Faro, «há cerca de 20 anos», como apenas mais um dos muitos turistas ingleses que passam pela capital algarvia.
Foi «uma surpresa» para o artista multidisciplinar quando, nos primeiros passeios pela cidade, se começou a aperceber do património modernista existente.
«Tudo foi uma surpresa, o que era ótimo. E acho que o livro é sobre isso. É sobre esta surpresa de ver as coisas pela primeira vez e entusiasmar-se com o que se vê pela primeira vez», afirma, em declarações ao Sul Informação.
Ao aprofundar o conhecimento sobre «a arquitetura e o legado modernista que se vê por toda a cidade», Walker questionava-se por que razão ainda «não havia nada publicado a retratar o que existia».
«Eu pensava: “Esta arquitetura parece interessante”, e não conseguia perceber porque é que ninguém estava a prestar atenção a isto», frisa.
A partir daí, começou a registar o que via através da máquina fotográfica e acabou por conhecer «outras pessoas que pensavam da mesma forma».
Duas dessas pessoas foram Christophe e Angélique de Oliveira, proprietários do alojamento local The Modernist e fundadores do The Modernist Weekend.
Autor ladeado por Christophe e Angélique de Oliveira
Desde então, tem colaborado na organização desse evento – que este ano avança para a sua 5ª edição –, não só com a realização de visitas guiadas, mas também participando em exposições com pinturas de sua autoria.
Depois, «no meio disto tudo», a Batsford Books, editora sediada em Londres, lançou-lhe um desafio.
«“Estamos muito interessados na arquitetura que está a fotografar. Talvez possamos fazer um livro”, disseram-me. Este trabalho veio ter comigo, eu não estava à procura dele. Tudo o que fiz desde que cheguei a Portugal aconteceu por acaso. Não estava em busca de nada. Portanto, tenho muita sorte nesse aspeto», revelou o artista.
A obra de Richard Walker retrata e explica o contexto histórico de muitos edifícios, especialmente os de Manuel Gomes da Costa, que «é o principal arquiteto» e deixou «uma grande marca» na cidade e na região.
«Mas também me interessou muito o contexto, todos os outros arquitetos que trabalharam na mesma época, toda a história do Algarve desde os anos 20. Portanto, o livro abrange todo este período. Foi um trabalho árduo», enquadra.
E o que torna Faro e o Algarve tão singular no modernismo do sul da Europa?
«Bem, acho que é porque permaneceu desconhecido até agora e, de repente, está a ser revelado. E fico muito feliz por fazer parte deste processo, porque ninguém o conhecia. Regresso a Inglaterra e, quando falo de Faro e deste legado, dizem-me: “Não, não tínhamos a mínima ideia disso”, responde.
Apesar de abordar o passado, através do património modernista em Faro e na região, Richard Walker sente que os seus textos e ensaios, bem como os das pessoas que convidou para escrever, «estão virados para o futuro». «Portanto, não se trata apenas do passado, mas do presente e do futuro, são estas três coisas em conjunto», sublinha.
Questionado se a capital algarvia ainda não aproveita este legado da melhor maneira, o artista observa que «está a tornar-se mais ciente» do que tem.
Além de destacar o contributo do The Modernist Weekend (Fim de Semana Modernista), aponta ter reparado nas suas últimas visitas que há «cada vez mais casas a serem restauradas, o que não acontecia antes».
«E há outras cidades com um certo passado modernista, como Olhão e Loulé. Isto vai atrair cada vez mais pessoas. Lancei o livro para que as pessoas comecem a observar esta arquitetura, para que vejam Faro de uma forma diferente. Em quase todas as ruas de Faro – às vezes podemos ter de caminhar um bocadinho mais e olhar com atenção, mas vamos sempre descobrir qualquer coisa interessante, algo com inspiração modernista», concluiu.
Em paralelo, Richard Walker inaugurou uma exposição com obras de inspiração modernista, que ficará patente no AP Eva Senses até final de Julho.
Autor ladeado por Christophe e Angélique de Oliveira
Gostou do que leu? Ajude-nos a continuar!
O nosso compromisso é levar até si notícias rigorosas, relevantes e próximas da sua comunidade. Para continuarmos a fazer o que fazemos, precisamos do seu apoio. Qualquer donativo, por mais pequeno que seja, faz a diferença e ajuda a garantir a continuidade deste projeto. Juntos, mantemos a informação viva no Algarve e no Alentejo. Obrigado por fazer parte desta missão!
Em relação ao tempo talvez já não lhe possa responder tão literalmente. Porque o tempo, esse, passa a correr, a galope. Quando piscarmos um olho, booo, é Natal!
Agora diga-me, se quiser, claro. Como está o seu estado de espírito para “levar” com multidões na altura dos jogos do Mundial?
Toronto será alvo de uma “invasão “temporária” de equipas, entourage, fans etc.. Uma cidade que tem uma dificuldade extrema em “escoar” o próprio transito, imaginem o caos que vai passar a fazer parte do dia-a-dia de quem tem que sair de casa para ir trabalhar. Sim, porque nem todos são funcionários do Governo (Federal ou Provincial) a quem está a ser concedida a possibilidade para trabalhar de casa nos dias de jogos em Toronto.
Apesar de continuar a ser a quarta maior cidade da América do Norte, de uma forma ou outra, Toronto nunca criou uma logística capaz para que a cidade fluísse. Político atrás de político, nos mais variados cargos de liderança, só enchem os “cartazes” de promessas, mas já agora, diga-se de passagem, nós até sabemos bem que, no fundo, no fundo… os políticos frequentam todos, sem exceção, as mesmas aulas de aprendizagem.
Coloca-se a questão…
Estará Portugal na mira de Toronto durante o Mundial de Futebol?
Sim, há a possibilidade de Portugal jogar em Toronto! A Seleção Nacional está qualificada para o Mundial de 2026 e, caso avance na competição e fique em segundo lugar na fase de grupos, tem o seu jogo dos 16 avos de final marcado para o dia 2 de julho no BMO. Se isso acontecer, meus amigos, Toronto vai mesmo PARAR! Fiquem atentos, então, para este desenrolar de novidades.
Desejo sinceramente que este evento decorra com serenidade e muita pouca incompetência por parte da cidade, de toda a organização e que conte com a cooperação de todos os seus habitantes e milhares de visitantes.
O gabinete do primeiro-ministro enviou, esta segunda-feira, um comunicado para esclarecer a escala polémica de António Costa na Hungria para assistir à final da Liga Europa.