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Estudo da Adyen revela que Geração Z é quem mais rejeita pagamentos automatizados, apesar de liderar compras via redes sociais

11 June 2026 at 22:01

A corrida à Inteligência Artificial no retalho português já começou, mas esbarra na desconfiança de quem compra. Um novo estudo da Adyen, plataforma global de tecnologia financeira, mostra que 81% das empresas de retalho em Portugal estão abertas a permitir compras totalmente geradas por IA. Destas, 39% definem a tecnologia como prioridade estratégica para os próximos 12 meses.

O entusiasmo dos retalhistas contrasta com a cautela dos consumidores. Apenas 39,2% dos portugueses estão dispostos a deixar um assistente de IA gerir todo o processo de compra, incluindo o pagamento final. Já 32,1% rejeitam firmemente a ideia.

O ceticismo é maior precisamente entre os mais jovens. 35,2% da Geração Z recusa delegar o pagamento final à IA, valor acima dos Millennials com 30,2%. O paradoxo: são também os que mais compram nas redes sociais.

O estudo revela que 43,4% da Geração Z e 37,5% dos Millennials já usam redes sociais para fazer compras, contra 34,5% da média nacional. Para 41,4% dos Millennials e 40,4% da Geração Z, poder comprar direto na página social de uma marca aumentaria a fidelização.

A influência social pesa: 56,4% da Geração Z e 46,7% dos Millennials admitem comprar um produto se virem amigos ou influenciadores a recomendá-lo. Um artigo em “trending” leva 41,4% da Geração Z à intenção de compra.

Os 3 medos que travam a IA no checkout

Para quem hesita em adotar compras automatizadas, os motivos são a perda de controlo, 57,8% preferem pesquisar e decidir por si.

Mas também a privacidade e fraude com 50,2% a temerem pela segurança dos dados e pagamentos.

Outro motivo é o medo de erros no pedido. Há 40,3% que receiam que a IA escolha tamanho, cor ou produto errado.

Mesmo entre os adeptos, as exigências são altas: 40,2% exigem total segurança das informações de pagamento, 39% querem devoluções simples e 38% pedem regras claras sobre responsabilidade em caso de erro.

O estudo expõe um paradoxo no comportamento do consumidor português. Apesar do medo de fraude, a complexidade afasta vendas. 22,6% abandonam o carrinho se o processo de segurança for demasiado complexo ou falhar. Outros 29,8% desistem se forem obrigados a criar conta antes de pagar.

Do lado dos retalhistas, cerca de um terço aponta a garantia de segurança total contra fraude como fator mais crítico para adotar a tecnologia. Outros 27% exigem regras claras que os protejam de custos por erros da IA.

“Embora os retalhistas estejam entusiasmados com assistentes de compras baseados em IA, muitos partilham dos receios dos clientes sobre a perda de controlo no checkout”, afirma Carlo Bruno, VP de Produto da Adyen. “O maior obstáculo ao comércio automatizado não é a tecnologia de IA em si, mas sim a construção da confiança necessária para a utilizar.”

O estudo foi conduzido pela Censuswide entre 5 e 20 de maio de 2026, junto de 500 retalhistas e 2.000 consumidores portugueses com idade igual ou superior a 16 anos.

Bezos: Prometheus vai "acelerar o ciclo de invenção"

11 June 2026 at 20:59
Com financiamento acima de 12 mil milhões de euros e talentos da OpenAI, a Prometheus ambiciona acelerar a invenção em áreas como motores a jato, robótica e medicamentos.

© AFP via Getty Images

Jeff Bezos anunciou o projeto Prometheus em novembro de 2025, sendo co-CEO juntamente com Vik Bajaj.

Loulé | Biblioteca acolhe conversa sobre uso saudável da Tecnologia pelos mais novos

11 June 2026 at 20:11

Esta sexta-feira, dia 12 de junho, pelas 18h30, o Município de Loulé promove mais um ciclo de conversas “Semear Hoje…Colher o Amanhã…”. Em destaque vai estar o tema “Gerir a tecnologia e os ecrãs com crianças e adolescentes”. A iniciativa visa apoiar as famílias na orientação consciente e equilibrada do uso de dispositivos digitais, promovendo […]

Goiás lança aplicativo que acompanha gestação e primeiros anos de vida

11 June 2026 at 19:59

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás disponibilizou o aplicativo Rede Nascer, ferramenta digital criada para auxiliar gestantes, puérperas e famílias no acompanhamento da saúde materna e do desenvolvimento infantil. Gratuita para celulares Android e iOS, a plataforma passou a integrar as ações da rede estadual de atenção à maternidade.

A ferramenta reuniu funcionalidades voltadas para cada etapa da gravidez e do pós-parto. Entre os recursos disponíveis estão questionários específicos, registro de informações de saúde, acompanhamento de indicadores físicos e espaço para observações que podem contribuir durante os atendimentos realizados pela rede pública.

De acordo com a Secretaria da Saúde, o aplicativo foi desenvolvido para aproximar as famílias dos serviços de saúde e ampliar o acesso a orientações seguras. A proposta também busca incentivar maior participação das mulheres no monitoramento da própria saúde e dos cuidados com os filhos.

Outro diferencial do Rede Nascer é o envio de notificações sobre consultas, exames e etapas importantes do pré-natal e do pós-parto. A funcionalidade ajuda as usuárias a manterem o acompanhamento médico em dia e reduz o risco de perda de procedimentos essenciais.

O aplicativo disponibilizou materiais informativos sobre gestação, parto, amamentação, vacinação e cuidados com recém-nascidos. Todo o conteúdo foi elaborado com base em evidências científicas para oferecer informações confiáveis e apoiar decisões relacionadas à saúde materno-infantil.

Em situações que exigem orientação rápida, as usuárias podem recorrer ao Call Center da Rede Nascer por meio do telefone 155. O serviço oferece acolhimento, esclarecimentos e suporte especializado para gestantes e puérperas atendidas pela rede estadual.

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Cuándo es la luna llena de junio 2026 y cómo verla

11 June 2026 at 12:33
Luna llena de junio 2026: cuándo y cómo ver la Luna de Fresa que da la bienvenida al verano

El sexto mes del año llega con un calendario lunar muy especial para los amantes de la observación del cielo en España. Junio estará marcado por el cambio oficial de estación y culminará con uno de los plenilunios más esperados del año. Será la conocida como Luna de Fresa, el evento astronómico que da la bienvenida simbólica al verano.

Calendario lunar de junio: estas son todas las fases

A lo largo de las últimas semanas de la primavera y las primeras del verano, el satélite completa su recorrido habitual ofreciendo condiciones únicas tanto para los aficionados como para los expertos. El ciclo comenzó a avanzar con el cuarto menguante, que tuvo lugar el pasado 8 de junio.

La siguiente gran cita en el firmamento llegará con la luna nueva el próximo 15 de junio. A las 04:54 horas será el momento de oscuridad total en el cielo que resultará ideal para buscar objetos débiles del espacio profundo, estrellas y constelaciones sin interferencia lumínica. Poco después, el cuarto creciente se producirá el 21 de junio a las 23:55 horas, una fase en la que el satélite comenzará a ganar brillo nocturno de forma progresiva. Finalmente, el momento cumbre del mes llegará con la luna llena el 30 de junio, cuando el disco lunar se muestre completamente iluminado bajo el nombre tradicional de Luna de Fresa.

El solsticio de verano

La evolución de estas fases se dará de forma paralela a uno de los eventos más importantes del año. El solsticio de verano comenzará oficialmente el 21 de junio a las 09:24 horas (hora peninsular). Se inaugurará así una estación que se prolongará durante 93 días y 15 horas, regalándonos la mayor cantidad de horas de luz del año.

¿Por qué se llama Luna de Fresa?

Uno de los errores más comunes es esperar un satélite de color rosa o rojizo. La realidad es que la Luna mantiene su característico brillo blanco o amarillento, idéntico al de cualquier otro plenilunio. Por tanto, el nombre "Luna de Fresa" proviene de las antiguas tradiciones de las tribus nativas de Norteamérica y Canadá, quienes utilizaban los ciclos lunares de 29,5 días como un calendario agrícola infalible.

Para estas comunidades, la llegada de esta luna llena marcaba el momento exacto de la recolección de las fresas silvestres. En Europa, al no compartir esta referencia agrícola, el fenómeno también se ha conocido históricamente como Luna de las Rosas (por la floración estival) o Luna Caliente (por el aumento de las temperaturas).

Si bien la Luna no cambia de color por sí misma, sí puede adquirir tonalidades doradas, anaranjadas o rojizas de forma natural cuando se encuentra muy baja en el horizonte. Esto ocurre debido a un efecto óptico de la atmósfera terrestre, que filtra los tonos azules y dispersa la luz cálida

Cuándo y cómo verla desde España

En España, la Luna de Fresa alcanzará su fase exacta de iluminación en la madrugada del martes 30 de junio a las 01:57 horas (00:57 horas en Canarias). Al producirse ya entrada la madrugada, el satélite se posicionará alto en el firmamento durante gran parte de la noche.

Sin embargo, los expertos coinciden en que el mejor momento para contemplarla llegará durante el atardecer del lunes 29 de junio, cuando comience a elevarse sobre el horizonte este. Al estar tan próxima al solsticio de junio, esta luna llena recorrerá una trayectoria inusualmente baja en el cielo. Esto potenciará una ilusión óptica que la hará parecer más grande y llamativa al contrastar visualmente con elementos del paisaje como edificios, montañas o árboles. El aspecto prácticamente circular del disco lunar se mantendrá visible entre las noches del 28 y el 30 de junio.

Recomendaciones para apreciarla al máximo

  • Sin instrumentos. No es necesario el uso de telescopios. La Luna se podrá ver a simple vista desde cualquier punto de España si las nubes lo permiten.
  • Uso de prismáticos. Utilizar unos prismáticos sencillos bastará para apreciar con mayor nitidez las zonas oscuras de los mares lunares y sus relieves.
  • Ubicación. Buscar horizontes despejados hacia el este y con baja contaminación lumínica (como playas o zonas de montaña) garantizará las mejores condiciones fotográficas.

A nivel de coordenadas astronómicas, nuestro satélite se encontrará situado en la constelación de Sagitario.

¿Hay lluvia de estrellas este mes?

El calendario astronómico de junio de 2026 se complementa con un fenómeno de gran relevancia científica: la lluvia de meteoros de las Ariétidas Diurnas. Aunque se encuentra activa desde mediados de mayo hasta el 24 de junio, alcanzó su máximo de actividad alrededor del 7 de junio.

Se trata de una de las lluvias de estrellas más intensas de todo el año. Su principal peculiaridad es que es un fenómeno mayoritariamente diurno (provocado por restos de cuerpos como los cometas 96P/Machholz y P/1999 J6), por lo que gran parte de sus meteoros cruzan el cielo durante el día, aunque los observadores más atentos pueden llegar a capturar bólidos rápidos y brillantes en las horas previas al amanecer bajo cielos limpios.

Moçambique. Portugal quer apoiar transformação digital e IA

11 June 2026 at 17:03
Em Maputo, o ministro Gonçalo Saraiva Matias partilhou experiências portuguesas em IA, serviços digitais e carteira empresarial como referência para modernizar o Estado moçambicano.

© HANNIBAL HANSCHKE/EPA

A experiência portuguesa poderá contribuir para acelerar a modernização digital moçambicana

Microsoft Rewards: qué es, cómo usarlo y cómo ganar recompensas por buscar en Internet

11 June 2026 at 06:50
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¿Es posible conseguir recompensas solo por hacer búsquedas en Internet? Con Microsoft Rewards, sí. El programa gratuito de Microsoft permite acumular puntos al usar servicios como Microsoft Store, Bing, Edge y Xbox para después canjearlos por tarjetas regalo, suscripciones, descuentos, donaciones o participaciones en sorteos.

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Plastilina para simular peso extra: un estudio destapa que el 60% de los cargadores baratos probados sufren riesgo eléctrico o de incendio

By: Sergio · Agudo
11 June 2026 at 13:30

Un estudio británico acaba de poner cifras a una sospecha que muchos arrastrábamos: la mayoría de cargadores baratos vendidos en tiendas online son peligrosos. La organización de consumo Which? compró y analizó quince cargadores de teléfono de terceros, de los que nueve presentaban riesgo de descarga eléctrica y ocho podían provocar incendios o llegar a explotar.

Según recoge TechRadar, los quince productos incumplen la normativa de venta en el Reino Unido, sin que se salve ninguno. Seis llegaron a pasar las pruebas eléctricas, aunque siguen siendo ilegales al carecer del marcado obligatorio o de los datos del importador, de modo que el ahorro inicial se vuelve un riesgo conectado a la red eléctrica de casa.

Tres euros por un riesgo de electrocución

Un cargador defectuoso puede quemar un enchufe, además de a sí mismo y al dispositivo Un cargador defectuoso puede quemar un enchufe, además de a sí mismo y al dispositivo

El catálogo del peligro resulta tan variado como barato. En Amazon Haul aparecieron cargadores de 2,99 y 3,99 libras catalogados como peligrosos, mientras que en eBay dos modelos de poco más de dos libras combinaban fuego, explosión y electrocución a la vez. En AliExpress uno bajaba hasta 1,30 libras y el de B&Q Marketplace, pese a costar 10,99, no se libraba de la lista.

Los defectos lo explican. Con los componentes internos demasiado juntos, un aislamiento insuficiente y unos pines de enchufe que no cumplían las normas británicas, varios cargadores acabaron fallando en las pruebas de estrés de alto voltaje, esos ensayos que simulan picos de corriente para comprobar si el aparato aguanta sin arder.

El caso más esperpéntico llegó con un falso adaptador Apple USB-C de 35W, vendido en eBay por 11,99 libras frente a los 59 del oficial, que sufrió arcing eléctrico a los diez segundos (ese salto de electricidad entre componentes que precede al fuego). Al abrirlo, los técnicos encontraron arcilla de modelar en el interior, simple plastilina para sumar peso y fingir una sensación premium que el producto no tiene.

Y no se trata solo de teoría de laboratorio, porque hace unas semanas un Samsung Galaxy S25 FE que ardió mientras cargaba de noche recordó que los enchufes de dudosa procedencia carecen de sensores de temperatura, y conviene añadir que Which? ya alertó del mismo problema hace siete años.

La ley existe, falta que se aplique

Un buen cargador vendrá con todas las pegatinas de las certificaciones necesarias Un buen cargador vendrá con todas las pegatinas de las certificaciones necesarias

En el plano político, la Product Regulation and Metrology Act entró en vigor en julio de 2025 permitiendo regular las responsabilidades de las tiendas online, aunque su aplicación avanza con lentitud. Which? ha entregado a la ministra Kate Dearden una petición con 150.000 firmas para exigir que se cumpla, en parte porque plataformas como Amazon, eBay o AliExpress actúan como meros intermediarios de vendedores externos, lo que difumina quién responde cuando un producto arde.

Sue Davies, responsable de política de protección al consumidor de la organización, lo expresa así: "Productos eléctricos mal diseñados como estos pueden tener consecuencias que cambian una vida, o incluso resultar mortales". Davies sostiene que, al hacer a las tiendas online legalmente responsables de los productos inseguros, el Reino Unido se situaría como referente mundial en seguridad de producto.

Conviene recordar que Temu y Shein sí pasaron las pruebas eléctricas, aunque tampoco mostraban marcado CE/UKCA ni datos del importador, lo que los mantiene igualmente fuera de la legalidad. Como la diferencia entre un cargador seguro y uno que puede electrocutarte cabe en unos pocos euros, merece la pena saber qué cargadores merecen de verdad la pena antes de añadir al carrito el primero que aparece.

 

© Difoosion

Fotografía de Christian Collado

OpenAI pondera cortar preços drasticamente do ChatGPT

11 June 2026 at 12:15
A empresa do ChatGPT quer responder ao sucesso da ferramenta Claude, produto da rival Anthropic. Discussões decorrem internamente e ainda não foi tomada uma decisão final.

© NurPhoto via Getty Images

A pressão competitiva aumentou nos últimos meses, devido ao crescimento acelerado das receitas da Anthropic depois de a sua ferramenta de programação Claude Code se ter tornado extremamente popular

A Prada desenhou a roupa interior que vai manter os astronautas frescos na Lua

11 June 2026 at 09:30
A marca de luxo italiana Prada ajudou a desenhar a camada de arrefecimento que os astronautas da NASA vão usar na Lua. A nova peça interior foi concebida para manter os astronautas frescos, ventilados e com liberdade de movimentos. O facto de a peça ter bom aspeto é apenas um bónus. A peça mais importante do próximo fato lunar talvez não se pareça com uma armadura futurista, mas antes com roupa interior de corpo inteiro — desenhada, curiosamente, com a ajuda da Prada. A marca italiana juntou-se à Axiom Space, a empresa escolhida pela NASA para desenvolver o fato espacial

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https://www.youtube.com/watch?v=k3fQvVgWwjw A marca de luxo italiana Prada ajudou a desenhar a camada de arrefecimento que os astronautas da NASA vão usar na Lua. A nova peça interior foi concebida para manter os astronautas frescos, ventilados e com liberdade de movimentos. O facto de a peça ter bo

Una propuesta digital que concede privilegios únicos a los amantes del deporte

11 June 2026 at 09:17

Unicaja y deporte son dos palabras que llevan unidas varias décadas. Desde 1991, año de fundación de la actual entidad financiera, se ha volcado con el fomento de la vida saludable y con el ejercicio como palanca de formación y de ocio. Sin embargo, ha estado unida al primer plano del deporte de élite desde mucho antes; en concreto, desde 1977, gracias a su vínculo con Unicaja Baloncesto y con los clubes que dieron lugar a su origen.

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© Mariano Pozo

Los partidos del Unicaja Baloncesto en su pabellón figuran entre los eventos deportivos más importantes en Málaga.

Alemania presenta una “cúpula de hierro móvil” para ejércitos en movimiento

By: Juan · Scaliter
11 June 2026 at 08:25

En las guerras del siglo XXI, un dron que cabe en una mochila puede representar una amenaza tan seria como un avión de combate. El problema es que aparece sin previo aviso y puede hacerlo mientras un ejército entero está en movimiento. Hoy el panorama es mucho más complejo. Un ejército moderno puede enfrentarse simultáneamente a drones de reconocimiento, drones kamikaze, helicópteros, aviones de combate, misiles de crucero e incluso enjambres de vehículos no tripulados. El problema no es solo detectarlos. También hay que hacerlo mientras las tropas avanzan.

Esa necesidad ha impulsado una nueva generación de sistemas de defensa aérea móviles, capaces de desplazarse junto a las unidades terrestres y proporcionar protección casi instantánea. Alemania acaba de presentar uno de los ejemplos más recientes: el IRIS-T SLS MK 4, una evolución de su conocida familia de sistemas antiaéreos IRIS-T. Básicamente una “cúpula de hierro sobre ruedas”.

Tradicionalmente, un sistema de defensa aérea requiere varios vehículos: uno para el radar, otro para el centro de mando y otros para los lanzadores de misiles. El nuevo IRIS-T SLS MK 4 reúne todos esos elementos en una única plataforma móvil. Radar, sistema de mando y control, sensores y misiles viajan juntos.

Según Diehl Defence, la empresa alemana responsable del proyecto, el objetivo es disponer de una solución "todo en uno" capaz de desplegarse rápidamente allí donde sea necesaria. La elevada automatización del sistema también reduce el número de operadores requeridos y permite responder con gran rapidez ante amenazas inesperadas. La idea recuerda a la evolución de los teléfonos móviles. Lo que antes exigía varios dispositivos separados (teléfono, cámara, navegador GPS o reproductor de música) terminó concentrándose en un único aparato. El IRIS-T SLS MK 4 sigue una filosofía parecida aplicada al campo de batalla.

La guerra en Ucrania ha puesto de manifiesto un desafío que apenas existía hace unas décadas. Los drones son relativamente baratos, pueden atacar en grandes cantidades y obligan a mantener una vigilancia permanente. En algunos casos, un aparato de unos pocos miles de euros puede amenazar vehículos o infraestructuras valoradas en millones. Por eso los sistemas modernos de defensa aérea ya no están diseñados únicamente para interceptar aviones. Deben ser capaces de detectar y neutralizar objetivos mucho más pequeños y difíciles de localizar.

El nuevo sistema alemán está pensado específicamente para proteger tropas en movimiento e infraestructuras críticas frente a amenazas aéreas de baja altitud. Su alcance efectivo ronda los 12 kilómetros y puede interceptar objetivos a alturas de hasta 6 kilómetros. Quizá una de las características más llamativas del proyecto sea una capacidad denominada "fire-on-the-move". En términos sencillos, significa que el vehículo podrá lanzar misiles sin necesidad de detenerse completamente.

Puede parecer un detalle menor, pero representa una ventaja importante en un entorno donde permanecer quieto aumenta las posibilidades de ser localizado y atacado. Es el equivalente militar a intentar cambiar una rueda con el coche en marcha: una tarea técnicamente compleja, pero que ofrece una enorme ventaja operativa cuando se consigue.

Para ello utiliza el misil IRIS-T, un proyectil originalmente diseñado para combate aire-aire y posteriormente adaptado para lanzamiento desde tierra. Este misil constituye el núcleo de varios sistemas de defensa europeos y ha demostrado una elevada eficacia en servicio. Los estrategas militares suelen comparar la defensa aérea con una cebolla. La protección más eficaz no depende de un único sistema, sino de varias capas superpuestas capaces de interceptar amenazas a diferentes distancias.

Los sistemas de corto alcance actúan como la última línea de defensa. Más allá operan sistemas de alcance medio y largo capaces de detectar y destruir amenazas antes de que se aproximen. El IRIS-T SLS MK 4 forma precisamente parte de esa arquitectura escalonada desarrollada por Alemania y otros países europeos. Dentro de la familia IRIS-T existen variantes capaces de cubrir distancias mucho mayores, creando una red de protección integrada.

“También es posible la integración de efectores adicionales, como el misil electrónico C-UAV CICADA de Diehl Defence o una estación de armas – aclaran los fabricantes -. El sistema SLS ya está completamente integrado en el concepto de defensa aérea multicapa de Diehl Defence. Como sistema de defensa aérea con capacidades preparadas para el futuro, el IRIS-T SLS MK4 garantiza un alto rendimiento en escenarios de amenazas dinámicas”.

© Diehl Defense

El próximo objetivo es aumentar el alcance y la altura del sistema

“É cada vez mais difícil diferenciar bots e humanos”, refere CPO da Tools for Humanity

11 June 2026 at 07:00

O avanço tecnológico tem sido algo positivo, contudo tem trazido algumas dificuldades e desafios com ele. Um dos mais presentes na vida das pessoas é o ter de provar, quando se entra em sites, que se é humano.

Uma das palavras que entrou para o nosso vocabulário foi “bot”, uma abreviação para robô e que permite a execução de tarefas repetitivas numa rede. Apesar de terem sido criados com uma boa intenção, estes bots também podem ser mal-intencionados. Neste caso, os bots realizam atividades que criam riscos de segurança para as organizações.

Mas o que é que os bots têm a ver com o termos de provar que somos humanos? Na era tecnológica existe um conceito oposto ao de bots, ‘proof of humanity’, é aqui que provamos que somos humanos e impedimos que o bot e contas falsas entrem.

É com este objetivo que nasceu a Tools for Humanity, uma empresa criada por Sam Altman e Alex Blania, em 2019, para desenvolver soluções para humanos na era da inteligência artificial (IA).

Tiago Sada, CPO da Tools for Humanity, explicou ao Jornal Económico (JE) que a ideia para esta empresa nasceu porque os “fundadores acreditavam que a IA avançada ia acontecer mais rápido e cedo que a maioria das pessoas pensava”.

Com esta crença a empresa foi criada para “construir tecnologia para ajudar a combater alguns desafios” que nascessem com a IA.

Um dos primeiros desafios que a empresa está a tentar resolver é a “quebra de confiança na internet”, refere. Na era da IA um dos maiores problemas é não “saber em quem confiar”, uma vez que tudo “pode ser falso”.

“Quando hoje vemos duas mil contas no Twitter a dizer algo, não sabemos se é de facto a opinião de duas mil pessoas ou apenas de uma pessoa com dois mil bots”, apontou.

Apesar de este ser um problema que já existia nas redes sociais há algum tempo, está-se a espalhar por toda a internet. Esta é uma realidade que criou um “ecossistema inseguro”.

Assim sendo, a empresa acredita que a solução “passa pela ‘proof of humanity’, que é basicamente a ideia de conseguirmos saber se uma conta na internet pertence a uma pessoa ou a um bot, sem sabermos mais nada sobre eles”.

Para conseguir isso a empresa criou o “World ID”, que funciona como um passaporte digital anónimo, e que prova se o utilizador é uma pessoa real sem ter de se revelar nenhuma informação pessoal. Os utilizadores podem utilizar este serviço através da aplicação World App.

Este passaporte tem vários níveis de verificação. No mais básico é apenas necessário tirar uma fotografia com o smartphone, no nível intermédio verifica-se a humanidade com o passaporte ou com a carta de condução e no nível mais elevado o utilizador tem de se deslocar a um local que tenha uma “orb”, uma câmara desenvolvida pela empresa e que utiliza IA para verificar de facto se a pessoa é humana.

Depois da fotografia ser tirada a orb “envia-a para o smartphone da pessoa e apaga-a da sua memória”. Ou seja, tudo fica apenas na posse do utilizador.

Esta é uma solução que já está disponível em mais de 100 países, sendo Portugal um deles, e que já conta com mais de 18 milhões de utilizadores a utilizar a orb e um total de 40 milhões.

Até agora quando entramos num site somos confrontados com um captcha, uma ferramenta de segurança que confirma se somos ou não humanos, mas neste momento “alguns bots são mais inteligentes do que os humanos, e então a inteligência já não serve para diferenciar humanos de bots”, referiu.

Atualmente “é muito difícil diferenciar os dois” uma vez que o bots têm aprendido a simular um humano na internet. Todos os modos que existiam até agora a “IA tem conseguido ultrapassar, por isso tivemos de criar algo novo, que não existia antes”.

Apesar de ser inovadora, Tiago Sada revelou que acredita que os níveis mais baixos de verificação que a aplicação permite vão ser “ultrapassados” pela IA no futuro, mas no caso da orb é um pouco diferente. “O que torna especial a orb é o facto de não se puder fazer a partir de casa, ou seja, as pessoas têm de se deslocar a um local próprio para a utilizarem e assim ninguém consegue utilizar IA, nem ligar a nada”, explicou.

Com o objetivo de “preservar a confiança na internet” sem ter de “partilhar informação pessoal com ninguém”, a aplicação já tem protocolos com várias empresas de diversos setores.

 

Utilizadores estão mais conscientes

Enquanto no passado os utilizadores da internet estavam pouco a par da necessidade e da importância de provar que era humano, atualmente a realidade já é outra.

“No momento em que as coisas começaram a evoluir, com o lançamento do ChatGPT e dos restantes modelos, as pessoas e as empresas começaram a ter mais noção da importância desta verificação”, revelou.

Para Tiago Sada estamos num momento em que “quando falamos com clientes, todos entendem o problema, e mais do que perceber, já o sentiram na sua vida”.

 

Podemos acabar com os bots?

Na opinião de Tiago Sada esta não é a solução para o problema. “Os bots são fantásticos, a IA é muito útil, e ambos têm mudado a nossa forma de viver e trabalhar”, referiu.

Para o CPO todas as inovações, desde carros aos computadores, trouxeram desafios mais tarde, a IA não é exceção. “A IA é uma ferramenta incrível, mas vem com alguns desafios”, salientou, “mas só porque temos de resolver esses desafios não significa que isto não valha a pena”, declarou.

Com esta nova tecnologia a cibersegurança ganhou outro valor, sendo o mais provável que nos próximos anos experienciemos “tempos de instabilidade”, devido aos novos modelos de IA que vão chegar e que facilmente vão encontrar vulnerabilidades nos sistemas que eram desconhecidas.

Gigantes de inteligência artificial preparam entrada em Wall Street a valer 12 vezes o PIB português

11 June 2026 at 07:00

Três gigantes da Inteligência Artificial (IA) preparam a sua entrada em bolsa este ano. Juntas valem 3,6 biliões de dólares (3,1 biliões de euros) e prometem trazer muito capital a Wall Street. O valor é 12 vezes superior à riqueza gerada anualmente pela economia portuguesa, uma pipa de massa.

A OpenAI foi a tecnológica mais recente a juntar-se à lista de empresas que preparam a Oferta Pública Inicial (IPO em inglês) este ano, tendo entregado a documentação esta semana junto do regulador de mercado norte-americano, o SEC, revelou a “Bloomberg”.

Das três gigantes da IA, a SpaceX de Elon Musk é a que vale mais: 1,8 biliões de dólares (mais de 1,5 biliões de euros). Segue-se a Anthopic, responsável pelo ‘chatbot’ Claude, com 965 mil milhões de dólares (840 mil milhões de euros) e a OpenAI com 852 mil milhões (740 mil milhões).

A companhia liderada por Sam Altman disse que ainda não decidiu o timing do IPO, admitindo que pode “demorar um pouco”, pois há certas questões que prefere realizar enquanto não estiver em bolsa, não dando detalhes, e reconhecendo que até pode vir a acelerar o processo se for no seu melhor interesse.

A OpenAI foi responsável pelo disparo na IA generativa com o lançamento do ChatGPT no final de 2022, com o ‘chatbot’ a tornar-se sinónimo de IA para uma boa parte do mundo.

Mas a concorrência não dorme e a companhia está a enfrentar uma concorrência cada vez mais feroz, com a Anthropic e a Google a acelerarem.

A “Bloomberg” sublinha que a companhia falhou metas internas de receitas e de crescimento, com vários executivos a saírem da empresa.

Se se confirmar o calendário, o mundo vai assistir a um novo duelo entre os arqui-rivais Sam Altman e Elon Musk. O fundador da SpaceX já tentou processar a OpenAI e o seu presidente, mas não conseguiu.

Estas gigantes tecnológicas além de desenvolverem inteligência artificial, necessitam de comprar chips valiosos e espaço em centros de dados para alimentar o trabalho dos seus ‘chatbots’.

Estos chips eran un peligro gigantesco; ahora un equipo de investigadores sabe cómo lidiar con ellos

11 June 2026 at 05:30

Los chips están presentes en casi todo lo que usamos a diario, desde el móvil hasta el coche, pasando por sistemas bancarios, equipos médicos o infraestructuras críticas. Por eso, cualquier fallo oculto en su interior puede convertirse en un problema enorme, sobre todo si ese fallo no es un error, sino una trampa colocada a propósito.

Eso es justo lo que ha estudiado un equipo de la Universidad Estatal de Dakota del Norte y la Universidad del Sur de Illinois Edwardsville. Los investigadores han identificado una nueva forma de amenaza escondida en ciertos chips y, lo más importante, han desarrollado un método para detectarla antes de que esos componentes lleguen a fabricarse.

El peligro de los troyanos escondidos en el hardware

El estudio muestra cómo un circuito malicioso oculto en un chip puede activarse y filtrar datos a través de una ruta interna El estudio muestra cómo un circuito malicioso oculto en un chip puede activarse y filtrar datos a través de una ruta interna

La amenaza en cuestión recibe el nombre de “troyano de hardware”. La idea es parecida a la de un malware en un ordenador, pero con una diferencia importante, ¿cuál? Que aquí no hablamos de un programa que se instala después, sino de una modificación escondida dentro del propósito del diseño del chip. Si nadie la detecta a tiempo, puede salir de fábrica ya comprometida.

El estudio se centra en un tipo concreto de circuito usado en chips capaces de funcionar en condiciones exigentes. Por eso resultan interesantes para sectores donde un fallo puede salir muy caro, como la exploración espacial, los coches, la defensa o sistemas que necesitan funcionar con mucha fiabilidad.

El problema es que estos troyanos pueden pasar completamente desapercibidos en las pruebas habituales En un uso normal no hacen nada raro, no levantan sospechas y no cambian apenas el tamaño del chip. Pero si reciben una señal específica, preparada por quien conoce la trampa, pueden activarse y filtrar información sensible, como claves privadas de cifrado.

Básicamente, y para entenderlo en pocas palabras, el chip puede parecer seguro durante todos los controles y aun así guardar una puerta trasera lista para usarse en el momento adecuado.

Una forma de encontrarlos antes de fabricar el chip

La parte positiva del trabajo es que el equipo no se ha quedado solo en demostrar el riesgo. También ha creado un sistema para localizar este tipo de amenazas en la fase de diseño, antes de que el chip pase a producción.

Esto último es importantísimo porque detectar el problema antes es mucho más barato y seguro que hacerlo cuando ya hay miles o millones de unidades fabricadas.

Para comprobarlo, los investigadores probaron su método en 28 diseños de chips de distintos tamaños, incluidos circuitos de cifrado a gran escala. Según los resultados del estudio, el sistema fue capaz de detectar todos los troyanos ocultos con una precisión del 100%.

El avance llega en un momento bien delicado para la industria, pues los chips actuales se diseñan y fabrican en cadenas globales cada vez más complejas, con distintas empresas y diversos países participando del proceso. Esa mezcla permite producir a gran escala, pero también abre más oportunidades para que alguien introduzca una modificación maliciosa en algún punto del camino.

Además, con la inteligencia artificial acelerando el diseño de nuevos chips, los investigadores creen que este tipo de controles tendrá que ser cada vez más importante. Si los ataques se vuelven más sofisticados, la defensa también tendrá que empezar mucho antes. No cuando el chip ya está en un dispositivo, sino cuando todavía es solo un diseño sobre la mesa.

© Difoosion

Investigadores han creado un método para detectar troyanos de hardware ocultos en chips antes de su fabricación

Scott Lowe, investigador: “Los gobiernos deben financiar la ciencia porque las farmacéuticas buscan ayudar, pero quieren ganar dinero”

11 June 2026 at 04:30

Pensó que quería ser ingeniero químico, pero se equivocó. Las estructuras de los aminoácidos que estudiaba su compañero de cuarto en la universidad le fascinaron y le llevaron a la bioquímica, la genética y la investigación. Después, pasó por lugares como el laboratorio Cold Spring Harbor o el MIT de Massachusetts, y desde hace unos años dirige un gran equipo en el Memorial Sloan Kettering de Nueva York, uno de los centros oncológicos más prestigiosos del mundo, donde estudia procesos relacionados con el cáncer y el envejecimiento y lidera el programa de biología y genética.

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© Rick DeWitt (Memorial Sloan Kettering Cancer Center)

Scott Lowe, biólogo especializado en cáncer, del Instituto Sloan Kettering (SKI).

Projetos âncora para mobilizar investimento e inovação no Alentejo vão ser apresentados em Sines

11 June 2026 at 02:05

Projetos âncora que visam mobilizar investimento e inovação no Alentejo vão ser apresentados na próxima segunda-feira, 15 de Junho, em Sines, durante o evento “Da Ideia à Ação: Construir Soluções para o Alentejo”.

Este será o evento final da PlaCaPRe – Plataforma para o Reforço das Cadeias Produtivas Regionais, instrumento criado para apoiar a operacionalização da Estratégia Regional de Especialização Inteligente (EREI) do Alentejo 2030.

A sessão, a realizar no Hotel Sines Sea View, em Sines, reunirá empresas, entidades públicas, instituições do sistema científico e tecnológico, associações e parceiros regionais.

Estes Projetos Âncora para o Alentejo estão a ser desenvolvidos no âmbito da EREI Alentejo 2030, visando «gerar investimento, estimular a inovação e reforçar a competitividade do território».

Entre os temas em destaque, estarão a valorização dos recursos minerais, o hidrogénio verde, a defesa, a bioeconomia, a digitalização, a circularidade da economia, a inovação em saúde e os serviços de turismo e hospitalidade, «desenvolvidos a partir do trabalho colaborativo, promovido pela PlaCaPRe, e alinhados com os desafios e oportunidades» identificados para o Alentejo.

Mais do que um momento de apresentação, o evento pretende «criar condições para que as entidades conheçam oportunidades concretas de colaboração e possam manifestar interesse em integrar futuras parcerias e consórcios».

Como oradores participarão especialistas, investigadores e representantes de entidades de referência nacional.

O programa completo está disponível aqui.

O evento encerra com uma reflexão sobre os próximos passos necessários para transformar ideias e oportunidades em projetos concretos para o território, sobre o tema “Do Roadmap à Execução – O Futuro dos Projetos Estruturantes no Alentejo”.

A intervenção está a cargo de Tiago Teotónio Pereira, vogal executivo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo e membro da comissão diretiva do Programa Regional Alentejo 2030.

As inscrições para o evento podem ser efetuadas através do formulário disponível aqui.

A PlaCaPRe é uma iniciativa da CCDR Alentejo, coordenada pelo Sines Tecnopolo – Business Innovation Center do Alentejo e pela ACPMR – Associação Cluster Portugal Mineral Resources.

Contou com um investimento global na ordem dos 217 mil euros, financiado em 85% por fundos europeus.

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Starlink ya no vende su kit de conexión satelital en España y obliga a pagar un alquiler mensual

10 June 2026 at 22:50

Starlink, el servicio de banda ancha por satélite de SpaceX, ha vuelto a subir precios en menos de un mes. Esta vez, de forma indirecta y sin que afecte a quienes ya lo tenían contratado, sino a las nuevas altas, que a partir de ahora ya no podrán comprar el kit de conexión satelital necesario para acceder al servicio ni se lo entregará gratis la compañía a cambio de una permanencia, sino que tendrán que pagar una cuota mensual por su alquiler.

Son 10 € que no distinguen entre el tipo de kit proporcionado, pero que suponen un aumento de 120 € al año. Esta ‘monthly kit fee’ se añade a los 35 € que cuesta desde el mes pasado el plan Residencial 100 Mb/s, los 45 € del Residencial 200 y los 65 € del Residencial 400, lo que los deja en 45 € la opción más económica, 55 € la intermedia y 75 € la de mayor capacidad.

Según el plan contratado, el usuario recibe un Router Mini, con cobertura de hasta 204 m², un Router Starlink Gen 3 Wi-Fi 6, con cobertura de hasta 297 m², o un Router Starlink Gen 3 Wi-Fi 6 más una Mini Mesh para ampliar la cobertura.

Antes de la subida de mayo, esos planes estaban en 29 € por una velocidad de 100 Mb/s, 39 € por 200 Mb/s y 59 € por 400 Mb/s. Así, un nuevo cliente que se dé de alta ahora encontrará, frente a hace un mes, que el plan Residencial 100 se ha encarecido un 55,2 %, el Residencial 200 un 41 % y el Residencial 400 un 27,1 %.

Starlink es la mejor opción para acceder a banda ancha de forma estable en lugares a los que no llegan los operadores tradicionales, pero si durante un tiempo destacó por su coste razonable, ahora lo hace bastante menos. Entre 2022 y 2024, ofrecía un solo plan residencial que comenzó en 99 € al mes y fue bajando hasta 40 €. En 2024 añadió el plan entonces llamado Residencial Lite por 29 €. El pasado marzo reestructuró los planes en tres, con los precios mencionados anteriormente de 29 €, 39 € y 59 €. Después vino la subida y ahora la ‘monthly kit fee’.

Durante los cuatro años largos que Starlink lleva disponible en España, la mayor barrera de acceso ha sido la adquisición del kit de conectividad, que incluye un terminal o antena para la recepción y el envío de datos a la red de satélites Starlink, router wifi, fuente de alimentación, cables y la base o soporte para el terminal.

Inicialmente, costaba 499 €, que solo dos meses después subieron a 639 € y posteriormente se iría rebajando hasta los 349 €. La opción, que ya no está disponible, de obtenerlo gratis a cambio de una permanencia de un año llegó en abril de 2025.

Curiosamente, en el Centro de ayuda en español de Starlink se indica que ‘si es un cliente actual de Starlink con la opción de alquiler del equipo y desea comprar su kit, cree un ticket de asistencia’. Sin embargo, en las condiciones del servicio para España esa posibilidad no aparece reflejada.

© Starlink.

Starlink ya no vende su kit de conexión satelital en España y obliga a pagar un alquiler mensual.
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