Tráfico de droga em Pombal: detido em prisão preventiva




© TIAGO PETINGA/LUSA

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El mercado de las drogas europeo vive una constante entrada de nuevos productos peligrosos e impredecibles. Y en ese escenario, en los últimos años, se han detectado una serie de tendencias de consumo, como los falsos diazepam (conocidos popularmente como Valium), la ketamina o el vapeo de sustancias que van más allá de la nicotina, que ponen en especial riesgo a la población más joven. Sobre ellos habla el informe europeo sobre drogas de 2025, presentado este martes y que también sitúa a España como el país que ha decomisado un tercio de la cocaína intervenida en toda Europa.

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© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

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Canberra, 9 jun (Prensa Latina) El Servicio de Policía de Queensland (QPS) anunció hoy la detención de 16 personas y la imputación de más de 90 delitos vinculados al tráfico y suministro de drogas peligrosas en Australia.
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Jardines con palmeras, esculturas de leones en la puerta y enormes habitaciones en el interior. Aparentaban ser viviendas turísticas de lujo, pero en realidad formaban parte de una red de explotación sexual de mujeres. La Policía Nacional ha liberado a 29 víctimas que ejercían la prostitución en casas de Benalmádena y Marbella en condiciones abusivas, sin tiempos de descanso y con disponibilidad las 24 horas, además de la exigencia de ofrecer ciertos servicios sexuales y tomar y suministrar drogas a sus clientes. Han sido detenidas 22 personas, entre ellas la cabecilla de la organización, una mujer de 72 años, así como sus hijos, con quienes controlaba el negocio. Los investigadores les han intervenido 300.000 euros en metálico y han bloqueado cuentas con 1,1 millones de euros, además de inmuebles valorados en 6,5 millones de euros. Tras pasar a disposición judicial, todas las personas arrestadas han quedado en libertad.

© Policía Nacional (EUROPA PRESS REMITIDAS)




Eran las seis de la mañana del miércoles 2 de julio de 2008 cuando dos centenares de agentes de la Policía Nacional, muchos de ellos expresamente llegados de la Península, se desplegaron en los accesos al poblado chabolista de Son Banya, en Palma. El McAuto de la droga de la isla, como lo bautizó el entonces delegado del Gobierno en Baleares, Ramón Socías, estaba totalmente sitiado. De nada sirvió la vigilancia permanente que sus habitantes ejercían en la única vía de acceso existente. El ya jubilado juez José Castro ―quien años después sentó a la infanta Cristina en el banquillo― dirigió in situ, junto al entonces fiscal antidroga Adrián Salazar, la operación Kabul. Esta propició el principio del fin del imperio de la droga que, como una telaraña, había tejido durante años Francisca Cortés Picazo, La Paca, matriarca del llamado clan de Son Banya, que da nombre a un terreno embarrado de chabolas y casas ilegales ubicado entre el aeropuerto de Son Sant Joan y Merca Palma, y que durante décadas ha funcionado como epicentro de la importación de cocaína a la isla y ventanilla de venta al por menor.

© EFE/MONTSERRAT T DIEZ

© FOTOILUSTRAÇÃO INÊS CORREIA / OBSERVADOR
A Justiça de Roraima condenou integrantes apontados como líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e responsáveis pela administração de pontos de venda de drogas no estado. A decisão atinge acusados de atuar na estrutura da facção criminosa, incluindo pessoas que exerciam funções de comando e gerenciamento das chamadas “lojas” do tráfico.
Segundo as investigações, os condenados participavam de uma organização estruturada para comercialização de entorpecentes, com divisão de funções e controle de áreas de atuação. As chamadas “lojas” eram utilizadas como pontos de distribuição de drogas e faziam parte da engrenagem financeira da facção em Roraima.
O processo teve origem em uma operação que reuniu informações de órgãos de segurança e do Ministério Público, identificando lideranças responsáveis por coordenar a venda de drogas e a movimentação de recursos obtidos com a atividade criminosa. As investigações também apontaram a ligação dos envolvidos com a estrutura nacional da facção.
Com a sentença, os réus foram condenados por crimes relacionados à participação em organização criminosa e ao tráfico de drogas. As penas variam de acordo com o grau de envolvimento de cada acusado e sua função dentro do esquema investigado.
A decisão representa mais um desdobramento das ações de combate ao crime organizado em Roraima, estado que tem sido alvo de operações voltadas ao enfraquecimento da atuação de facções criminosas e de redes ligadas ao tráfico de entorpecentes.
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De acordo com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP-RJ, o grupo movimentou mais de R$ 116 milhões entre os anos de 2020 a 2025.
De acordo com o MP-RJ, a ligação entre o Rio de Janeiro e Sete Quedas chamou atenção porque a cidade é considerada ponto estratégico na rota de entrada de armas, cocaína e maconha no país. As movimentações ocorriam de forma fracionada, técnica conhecida como "smurfing", utilizada para dificultar a identificação pelos sistemas de controle financeiro.
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Os valores arrecadados com a venda de entorpecentes no Rio de Janeiro eram pulverizados em dezenas de depósitos em espécie e direcionados para contas de pessoas físicas e empresas de fachada utilizadas como "laranjas". Posteriormente, os recursos eram redistribuídos e reinseridos no sistema financeiro formal, dificultando o rastreamento de sua origem ilícita.
A pedido do Gaeco, a Justiça expediu 18 mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos com auxílio da Polícia Civil. A investigação foi iniciada a partir das informações coletadas em uma operação realizada em julho de 2020 na Comunidade do Tatão, em Anchieta, Zona Norte do Rio. Na ação, os policiais apreenderam drogas, rádios comunicadores, um simulacro de arma de fogo e diversos comprovantes bancários.