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Qualitas Funds lança primeiros veículos domiciliados em Portugal para alargar acesso ao private equity

8 June 2026 at 20:43

A gestora espanhola Qualitas Funds anunciou o lançamento dos seus primeiros veículos de investimento domiciliados em Portugal, numa iniciativa que pretende facilitar o acesso dos investidores portugueses ao mercado de private equity europeu, em particular ao segmento lower mid-market, focado em pequenas e médias empresas (PME). A empresa prevê captar cerca de 40 milhões de euros no mercado nacional ao longo de 2026, segundo a sociedade gestora.

Com sede em Madrid, a Qualitas Funds passa assim a disponibilizar localmente as suas estratégias de investimento diversificadas em private equity através de veículos estruturados ao abrigo da legislação portuguesa. Segundo a gestora, esta solução destina-se tanto a investidores profissionais como particulares, permitindo-lhes aceder a uma classe de ativos tradicionalmente reservada a investidores institucionais.

A empresa refere que esta expansão para Portugal dá continuidade a um modelo já implementado em Espanha. A operação no mercado português será acompanhada por Bernardo Marques dos Santos, partner da Qualitas Funds, e por João Pita Rua, diretor de Investimentos.

De acordo com a gestora, os fundos de fundos têm desempenhado historicamente um papel importante na introdução dos investidores ao private equity, permitindo uma diversificação imediata entre diferentes gestores, geografias e estratégias, além de um processo profissional de seleção e mitigação de risco. A Qualitas Funds considera que Portugal apresenta potencial de crescimento neste segmento, tendo em conta que a presença de ativos ilíquidos e de fundos de fundos entre investidores privados continua a ser inferior à observada em mercados como Espanha, Estados Unidos e outros países europeus.

Citado no comunicado, Bernardo Marques dos Santos afirma que o lançamento dos veículos locais representa “um marco estratégico” para a empresa e poderá contribuir para democratizar o acesso ao private equity em Portugal, proporcionando exposição a gestores especializados através de uma solução diversificada e estruturada.

A Qualitas Funds destaca ainda que já mantém uma presença relevante no mercado português, contando entre os seus investidores com instituições de referência, incluindo três dos principais fundos de pensões do país e vários family offices. Com os novos veículos, a gestora pretende reforçar a sua atividade junto dos segmentos Private e Affluent e consolidar o seu compromisso de longo prazo com o mercado nacional.

A plataforma, integrada na Ridgepost Capital, geria mais de 1,4 mil milhões de euros em ativos no final de 2025 e conta com uma base de mais de 1.600 investidores, entre os quais investidores institucionais, family offices e clientes de elevado património.

Gigante do varejo fecha sede e inicia venda de complexo milionário

8 June 2026 at 18:06
O Grupo Carrefour deu mais um passo em seu processo de reorganização no Brasil e confirmou que deixará definitivamente Barueri, na Grande São Paulo. Como parte da mudança, a companhia também colocará à venda o complexo corporativo que ocupa há anos no bairro do Tamboré, um dos principais centros administrativos da empresa no país.A decisão representa o encerramento de uma importante operação corporativa da rede varejista e acompanha uma tendência observada em grandes empresas desde a pandemia, período em que o modelo de trabalho passou por profundas transformações.Saída de Barueri já tem data definidaDe acordo com informações divulgadas pelo portal Barueri na Rede, a transferência está prevista para acontecer em agosto de 2026.Com a mudança, as áreas comercial, jurídica e administrativa deixarão o município e passarão a operar em dois endereços na cidade de São Paulo. As equipes serão distribuídas entre unidades localizadas na Vila Maria, na Zona Norte, e no Tatuapé, na Zona Leste da capital.Atualmente, o complexo de Barueri concentra operações ligadas ao Carrefour, Atacadão e Sam's Club, funcionando como um dos principais polos administrativos do grupo no Brasil. Leia Também: ECONOMIA Tarifaço dos EUA pode tirar R$ 38 bilhões do bolso dos brasileiros MUNDO Encontro entre Lula e Trump tenta reverter tarifaço de 37,5% REAJUATE Plano de saúde mais caro: alta de 9,9% força famílias a cortarem gastos no orçamento Imóvel chama atenção pelo tamanhoInstalada na Alameda Tucunaré, no Tamboré, a sede possui números expressivos e é considerada um dos grandes ativos imobiliários da companhia.O complexo conta com:45 mil metros quadrados de área total;Mais de 23 mil metros quadrados de área construída;744 vagas de estacionamento;Estrutura utilizada como campus corporativo integrado.Durante anos, o espaço foi utilizado como centro estratégico para a gestão das operações da empresa, o que torna sua venda um movimento relevante para o mercado imobiliário corporativo.Trabalho híbrido mudou estratégia das empresasA saída de Barueri também reflete uma mudança no comportamento das grandes corporações.Nas décadas passadas, era comum que empresas concentrassem milhares de funcionários em grandes sedes localizadas em regiões empresariais como Alphaville e Tamboré. Esse cenário, porém, começou a mudar com o avanço do trabalho híbrido após a pandemia.Com menos funcionários presentes diariamente nos escritórios, muitas companhias passaram a utilizar apenas parte das estruturas que mantinham, reduzindo a necessidade de grandes campi corporativos.Venda busca reduzir custos e gerar recursosAlém da reorganização operacional, a comercialização do imóvel faz parte da estratégia financeira da companhia.Ativos corporativos de grande porte passaram a representar uma oportunidade para empresas que buscam otimizar despesas e transformar patrimônio imobiliário em recursos financeiros.Nesse contexto, o Carrefour pretende enxugar custos ligados à manutenção da estrutura e, ao mesmo tempo, monetizar um imóvel de alto valor localizado em uma das regiões empresariais mais conhecidas do estado.O impacto para BarueriEmbora a mudança não altere o funcionamento das lojas da rede, a saída reduz a presença administrativa do grupo em Barueri, município que se consolidou ao longo dos anos como endereço de grandes empresas nacionais e multinacionais.O movimento também reforça uma tendência cada vez mais presente no mercado corporativo: a substituição de grandes sedes por operações mais enxutas, flexíveis e adaptadas às novas formas de trabalho.Mais do que uma mudança interna do Carrefour, a venda da sede do Tamboré simboliza uma transformação que vem redesenhando o perfil dos escritórios corporativos em todo o país.

VLT de Salvador: estrutura gigante passa por cima da BR-324; veja

8 June 2026 at 17:01
As obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Salvador avançaram para uma das etapas mais simbólicas do projeto. Um novo vídeo divulgado pelo canal VDS revelou imagens inéditas da instalação da estrutura metálica que permitirá a passagem dos trens sobre a BR-324, além de mostrar a transformação de um extenso muro da obra em uma verdadeira galeria de arte a céu aberto.As novidades surgem poucos dias após o Governo da Bahia anunciar intervenções no tráfego da BR-324 para viabilizar o lançamento das vigas do elevado. Estrutura gigante já cruza a BR-324O principal destaque das novas imagens é a instalação da segunda grande peça metálica do elevado do VLT, que agora atravessa completamente a BR-324.O que mudou nas obras do Trecho 2: Instalação da segunda grande estrutura metálica que atravessa a rodovia;Conexão entre os dois lados do elevado;Avanço da implantação do tabuleiro que receberá os trilhos;Instalação dos berais laterais de proteção;Continuidade das obras de acabamento da estrutura;Recuperação da área localizada abaixo do elevado;Serviços de paisagismo e plantio de grama no entorno. 1 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 2 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 3 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 4 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 5 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 6 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 7 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 8 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 9 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS 10 de 10 | Foto: Reprodução / Canal VDS Obra exigiu mudanças na rede elétricaOutro avanço importante ocorreu nos bastidores do projeto.Para permitir a construção do elevado, foi necessária uma ampla intervenção na rede de transmissão de alta tensão existente na região. Novos postes foram instalados e trechos da infraestrutura elétrica precisaram ser substituídos para garantir a segurança e a continuidade das obras.O serviço envolveu equipes especializadas e representou mais uma etapa técnica fundamental para o avanço do empreendimento.Corredor do VLT vira galeria de arteMas nem só de concreto, aço e engenharia vive a obra.Um dos pontos que mais chamam atenção nas novas imagens é a intervenção artística que está sendo realizada em um muro de terra armada com quase dois quilômetros de extensão.Assinado pelo artista plástico baiano Yoshi José, o projeto transforma o corredor do VLT em uma grande galeria de arte a céu aberto, utilizando cores vibrantes e referências ligadas à identidade cultural da Bahia.As pinturas retratam a integração entre diferentes modais de transporte — como metrô, ônibus urbanos, rodoviários e o próprio VLT — além de destacar elementos da fauna local, como o ouriço-cacheiro, espécie encontrada em áreas próximas ao corredor das obras.Mais de 15 profissionais participam da execução dos painéis, que passam a integrar o projeto urbano do novo sistema de transporte. 1 de 3 | Foto: Reprodução / Canal VDS 2 de 3 | Foto: Reprodução / Canal VDS 3 de 3 | Foto: Reprodução / Canal VDS Paisagismo começa a mudar entorno da obraAs transformações também já podem ser vistas na parte inferior do elevado.As equipes concluíram serviços de recuperação da malha asfáltica e avançam agora em ações de paisagismo, incluindo o plantio de grama ao longo do trecho onde a estrutura foi implantada.A proposta é revitalizar áreas impactadas pela construção e integrar o novo modal ao ambiente urbano. Leia Também: MOBILIDADE VLT de Salvador pode chegar ao Barradão; conheça proposta de ampliação OBRAS AVANÇANDO VLT de Salvador ganha novas frentes de obras com rede subterrânea SALVADOR VLT de Salvador: vídeo revela detalhes inéditos da obra gigante; assista VLT entra em fase decisivaO avanço da travessia sobre a BR-324 ocorre em um momento importante para o cronograma do VLT.Recentemente, o governador Jerônimo Rodrigues anunciou que os primeiros testes operacionais do sistema devem começar após os festejos juninos. A expectativa do governo estadual é colocar a primeira etapa em operação assistida ainda neste segundo semestre.Quando concluído, o VLT terá cerca de 43,7 quilômetros de extensão e 50 paradas distribuídas em três trechos. O projeto é considerado uma das maiores obras de mobilidade urbana em execução na Bahia e promete conectar o Subúrbio Ferroviário, a Cidade Baixa, Águas Claras e a região da orla ao sistema metroviário da capital.Confira as novidades do Trecho 2 do VLT de Salvador: Quais são as etapas mais recentes das obras do VLT em Salvador? As obras do VLT em Salvador incluem a instalação de uma segunda estrutura metálica que atravessa a BR-324, além da conexão dos dois lados do elevado e o avanço na implantação do tabuleiro para os trilhos. Como a intervenção na rede elétrica impactou as obras do VLT? A construção do elevado exigiu alterações na rede de transmissão de alta tensão da região, com a instalação de novos postes e substituição de trechos da infraestrutura elétrica para garantir a segurança da obra. O que é a galeria de arte no corredor do VLT? O corredor do VLT conta com uma galeria de arte a céu aberto, criada pelo artista Yoshi José, que utiliza cores vibrantes para retratar a fauna local e a integração entre diferentes modais de transporte. Quais melhorias estão sendo feitas no entorno do VLT? As obras de paisagismo incluem a recuperação da malha asfáltica e o plantio de grama ao longo do trecho do VLT, visando revitalizar áreas impactadas e integrar o novo sistema ao ambiente urbano. Quando os primeiros testes operacionais do VLT serão realizados? Os testes operacionais do VLT devem começar após os festejos juninos, com a expectativa de que a primeira etapa entre em operação assistida ainda neste segundo semestre.

Jogo ilegal online pode valer 24 mil milhões, tanto como o jogo legal online

8 June 2026 at 19:40

O jogo online vale cerca de 24 mil milhões de euros e o jogo ilícito online poderá valer ”outro tanto”, o que é “muitíssimo dinheiro à solta nas plataformas eletrónicas”, disse hoje o ministro da Economia, Manuel Castro Almeida.

Falando no lançamento da campanha “Nem tudo o que vês é jogo seguro”, promovida pela Direção-Geral do Consumidor (DGC) em conjunto com a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e o Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) do Turismo de Portugal, Manuel Castro Almeida apelou às entidades envolvidas que combatam o jogo ilícito online “com eficiência, com determinação e, sobretudo, com uma grande concertação”.

Depois de uma proposta do Livre para alterar o regime dos jogos online e das apostas ter sido chumbada no parlamento, pelo PSD e CDS, o governante anunciou que o Governo vai aprovar “neste verão” nova legislação “para atualizar as regras sobre o jogo online”.

Classificando o fenómeno como “uma praga”, referiu a necessidade de “combater o fenómeno” ao nível da fiscalização e da punição, mas também da “prevenção ativa” e na “consciencialização dos cidadãos sobre os perigos do jogo ilegal”.

“O jogo ilegal online destrói muita gente, muitas famílias, muitas pessoas, e também é péssimo para a economia“, assinalou. Alertou ainda que o fenómeno do jogo ilegal online “está a crescer muito depressa”, também porque “criou-se um pouco a ideia de impunidade em tudo o que é fraude digital”.

“É por isso que vos faço um apelo. Se precisarem de mudar as regras, sugiram-no. Se for preciso mudar as leis para permitir mais facilmente combater este problema, sugiram-no. O Governo está cá para isso”, disse ainda, dirigindo-se aos parceiros da campanha.

Na mesma sessão, o diretor-geral do Consumidor, Jorge Seguro Sanches, explicou que os objetivos da campanha passam por “dar aos consumidores mais informação sobre os riscos do jogo ilegal online”, um fenómeno que põe em causa “a situação económica, mas também a vida das pessoas”.

O diretor nacional da Polícia Judiciária, Carlos Cabreiro, enumerou os riscos do jogo ilegal online, que funciona através de esquemas fraudulentos destinados ao roubo de identidade, fraude financeira e disseminação de vírus para espionagem e bloqueio de ficheiros, entre outros crimes que qualificou como sendo “graves”.

A campanha, a ser divulgada através dos canais digitais das entidades envolvidas, conta também com a PJ como entidade parceira, e destina-se a alertar para os riscos associados à publicidade ao jogo ilegal, com especial enfoque nos jovens.

Durante a sessão de apresentação da campanha, foi também assinado um protocolo de cooperação entre a DGC e a PJ nas áreas da defesa dos direitos dos consumidores, do ambiente digital e da investigação criminal, através de formação, intercâmbio de conhecimento e boas práticas, comunicação e divulgação, organização de eventos e partilha de recursos documentais.

Ballottaggi elezioni comunali, Meloni esulta: “Avanti così”. Schlein: “Ha problemi con la calcolatrice, ha vinto il centrosinistra”. Ecco tutti i numeri

8 June 2026 at 18:41

Hanno vinto tutti, come al solito. Ha vinto il centrodestra, che tiene Arezzo e Macerata e si prende Lecco. Ma ha vinto anche il centrosinistra, che trionfa – a sorpresa – ad Agrigento e si conferma a Chieti e Trani. E dunque, a stare a sentire i politici degli opposti schieramenti, c’è da festeggiare. Tuttavia a ben guardare le elezioni amministrative nel complesso non ha vinto né l’uno né l’altro. Sì, perché nei 118 comuni con più di 15mila abitanti al voto quest’anno tanto il centrodestra quanto il centrosinistra perdono sindaci. Chi vincono, quindi? I civici.

Tutti i risultati

L’elaborazione è pubblicata da YouTrend: dopo la tornata del 2026 il centrosinistra, in termini assoluti, porta a casa 50 città, 40 invece il centrodestra. Qual era la situazione prima del voto? Il centrosinistra aveva 59 sindaci, 42 il centrodestra. E dunque è boom per i candidati civici, che da 17 passano a 28.

Nei 18 capoluoghi di provincia il centrosinistra ne porta a casa dieci, sei il centrodestra e due i civici. E qui sì che per i due schieramenti c’è un miglioramento: il primo partiva da otto, il secondo da cinque. Dunque un piccolo incremento per entrambi. I ballottaggi di oggi, invece, dicono che c’è stato un sostanziale equilibrio: tre a tre, col centrodestra che ha strappato Lecco e il centrosinistra, come detto, Agrigento. Per Lorenzo Pregliasco di YouTrend “i capoluoghi confermano la tendenza del primo turno, di un certo equilibrio. L’affluenza registra un calo fisiologico di circa otto punti” e si conferma il “punto debole dei ballottaggio che tendono a vedere una partecipazione inferiore”. L’affluenza si è attestata al 52,07%, in calo di oltre otto punti.

Centrodestra vs centrosinistra

La presidente del Consiglio, Giorgia Meloni, nel pomeriggio ha fatto sapere, attraverso i social, che è soddisfatta del risultato, che conferma “ancora una volta la forza del centrodestra, la solidità della coalizione e il suo radicamento nei territori. Avanti così, con serietà e concretezza”. Per Antonio Tajani “il centrodestra vince moltissimi ballottaggi e si conferma la coalizione protagonista”. Soddisfazione anche per la Lega, con la ministra per la Disabilità, Alessandra Locatelli, secondo cui “la Lega vince a Lecco, Arezzo, Macerata e in tantissimi altri comuni e vince il centrodestra”, e con Matteo Salvini, che ha affidato ai social poche parole di circostanza, impegnato com’è nella gestione degli scossoni all’interno del partito e con una probabile riorganizzazione dei vertici.

A Meloni risponde prima Matteo Renzi, su X: “Nei comuni capoluogo è finita 10-6 per il centrosinistra. Sulla politica internazionale non ci hanno invitato a Londra. Sulla politica economica peggiorano debito, stipendi, bollette e produttività. E tu ci dici ‘avanti così?’ Chi si contenta gode, capisco. Ma così è troppo”. Poi tocca a Elly Schlein: “Vedo che continua ad avere problemi con la calcolatrice. Che si tratti di ammettere i troppo scarsi investimenti sulla sanità pubblica di questo governo o i risultati delle amministrative, il tentativo è sempre lo stesso: capovolgere la realtà. Quanto a noi, avevamo detto che i conti li avremmo fatti alla fine. Su 18 capoluoghi al voto, tra primo turno e ballottaggi, al centrosinistra vanno 8 sindaci e al centrodestra 6 sindaci. Belle vittorie a Agrigento, dove governavano loro, a Chieti e a Trani. Già al primo turno tra i comuni sopra i 15mila abitanti il centrosinistra ha vinto in 37 e il centrodestra in 25, cui si aggiungono numerosi comuni vinti in questo secondo turno, come la splendida vittoria di Molfetta. Al di là della propaganda di Meloni e Salvini, anche in questa tornata elettorale i numeri fotografano una chiara affermazione dell’alleanza progressista, con il Pd primo partito in gran parte del Paese”.

Sempre per i dem, c’è il responsabile organizzazione Igor Taruffi: “Alle vittorie di Mantova, Pistoia, Prato, Avellino e Andria al primo turno si aggiungono oggi Chieti, Trani e Agrigento al ballottaggio. Numeri ancora più chiari se si tiene conto dei risultati di altri due capoluoghi quali Salerno ed Enna già assegnati al primo turno in cui a prevalere non è stato certo il centrodestra”. E infine, il caso Molfetta, con Manuel Minervini di Rifondazione, sostenuto dal campo largo: “La vittoria netta del candidato del campo progressista è una nota particolarmente preziosa maturata in condizioni difficili ma che segnala l’affermazione anche del nuovo corso del Pd, che ha scelto di costruire l’alleanza progressista dicendo no a trasformismi e ambiguità”.

Il caso Vigevano e il No al referendum

A far parlare di sé, dopo il primo turno, era stata la seconda città più popolosa della provincia di Pavia – dopo il capoluogo – vale a dire Vigevano. E lo aveva fatto per il risultato oltre le aspettative del candidato di Roberto Vannacci, che correva senza simbolo (per ragioni organizzative), Fulvio Suvilla. Il candidato di Futuro Nazionale, infatti, aveva preso oltre il 14% dei voti, mentre Salvini aveva commissariato il partito dopo il disastro elettorale (il candidato del Carroccio è stato escluso dal ballottaggio). Nei giorni scorsi, Vannacci ha dato l’indicazione di non appoggiare nessuno, e di fare scheda bianca o nulla. Oggi ha vinto il candidato di Forza Italia, Paolo Previde Massara. E dall’analisi dei flussi elettorali di YouTrend, risulta che il 52% di chi aveva espresso il voto per Fuvilla è rimasto a casa, mentre il 41% ha dato la propria preferenza a Previde Massara.

Interessante un’altra elaborazione di YouTrend, che ha preso in considerazione il voto al referendum costituzionale dello scorso 22-23 marzo. Incrociando i dati tra le elezioni comunali e il referendum, emerge che il centrodestra “ha conquistato 25 comuni nei quali aveva prevalso il No. Al contrario, ci sono 6 comuni in cui aveva vinto il Sì ma in cui si è affermato il centrosinistra. Sebbene in questa tornata i comuni sopra i 15mila abitanti in cui il No aveva prevalso siano nettamente più numerosi rispetto a quelli in cui aveva vinto il Sì (91 contro 27), il dato evidenzia come il consenso raccolto dal No al referendum non si sia tradotto automaticamente in un sostegno ai candidati di centrosinistra alle amministrative”.

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“O chat morreu”. OpenAI prepara uma revolução no ChatGPT

By: ZAP
8 June 2026 at 18:20
Antes da entrada em bolsa, a OpenAI quer transformar o ChatGPT num assistente único capaz de programar, criar imagens e executar tarefas, numa viragem estratégica para produtos pagos e clientes empresariais. A OpenAI prepara a maior remodelação do ChatGPT desde que o seu lançamento deu início ao boom da inteligência artificial, numa altura em que o grupo, avaliado em cerca de 738 mil milhões de euros, procura novos motores de crescimento antes da entrada em bolsa prevista para este ano. A empresa pretende transformar o chatbot numa “superapp” que combine ferramentas de programação e agentes de inteligência artificial, acrescentando produtos

«Interferência em assuntos internos» quando convém aos EUA

By: A A
8 June 2026 at 17:46

EUA atacam relatores da ONU que denunciam racismo, pobreza ou sanções. Defendem “interferência” quando convém e arruínam quem investiga seus crimes.

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As tensões entre Washington e os relatores especiais da ONU não se limitaram à política externa ou à “guerra ao terror”. Em diferentes momentos, especialistas internacionais que voltaram os olhos para problemas internos dos Estados Unidos — racismo estatal, pobreza extrema e impactos humanitários de sanções econômicas — também passaram a enfrentar pressão política, ataques públicos e campanhas de deslegitimação.

A questão racial foi um dos temas mais sensíveis.

Muito antes do assassinato de George Floyd, mecanismos da ONU já vinham denunciando padrões persistentes de discriminação racial, violência policial e encarceramento em massa nos EUA. Um dos nomes mais associados a esse debate foi o sociólogo senegalês Doudou Diène, relator especial da ONU sobre formas contemporâneas de racismo entre 2002 e 2008.

Após visitas aos Estados Unidos e investigações sobre discriminação racial, Diène alertou para a persistência de estruturas históricas de desigualdade profundamente ligadas ao legado da escravidão e da segregação racial. Seus relatórios chamavam atenção para disparidades econômicas, tratamento desigual no sistema de justiça criminal e violência policial contra negros.

Em certos momentos, diplomatas americanos trabalharam para reduzir o impacto político de relatórios considerados excessivamente críticos dentro dos fóruns multilaterais.

A tensão se intensificou após os protestos de 2020 contra a violência policial. Países africanos chegaram a defender, no Conselho de Direitos Humanos da ONU, mecanismos internacionais mais robustos de investigação sobre racismo sistêmico nos Estados Unidos. Washington resistiu à ideia de qualquer instrumento de monitoramento direcionado especificamente ao país, e a proposta acabou diluída em uma investigação mais ampla sobre racismo no mundo.

Outro caso emblemático de atrito ocorreu com o professor australiano Philip Alston, relator especial da ONU sobre pobreza extrema e direitos humanos entre 2014 e 2020.

Após uma missão aos EUA em 2017, Alston publicou um relatório devastador sobre desigualdade, desproteção social e precarização econômica no país mais rico do mundo. O especialista afirmou que o chamado “American Dream” corria o risco de transformar-se numa “American illusion”, denunciando o contraste entre extrema riqueza e pobreza disseminada.

Durante visitas a estados como Alabama, Califórnia e Porto Rico, Alston descreveu comunidades sem saneamento adequado, pessoas vivendo em trailers degradados, crescimento do número de sem-teto e erosão de programas sociais.

Suas conclusões provocaram reações irritadas entre políticos conservadores e setores da imprensa americana. Ao contrário do que sempre fazem quando as críticas são aos inimigos dos EUA, eles acusaram o relator de ideologização e de ignorar a prosperidade média do país. Em certos círculos políticos, sua missão foi retratada como interferência indevida em assuntos internos dos EUA – uma grande ironia, vindo de quem veio.

A relação conflituosa reapareceria ainda no debate sobre sanções econômicas internacionais.

A jurista bielorrussa Alena Douhan, relatora especial sobre o impacto negativo de medidas coercitivas unilaterais, tornou-se alvo frequente de críticas após publicar relatórios apontando os efeitos humanitários das sanções impostas por Washington contra países como Venezuela, Síria e Irã.

Douhan argumentava que restrições econômicas amplas frequentemente agravavam crises humanitárias ao afetar acesso a medicamentos, alimentos, infraestrutura energética e sistemas de saúde. Em visitas e relatórios, sustentou que sanções unilaterais podiam violar direitos humanos fundamentais quando produziam sofrimento generalizado da população civil.

Nos EUA e em países aliados, críticos passaram a acusá-la de reproduzir narrativas de governos “autoritários” e minimizar responsabilidades internas por crises econômicas. Organizações políticas e think tanks ocidentais frequentemente tentaram desqualificar seu mandato, questionando a credibilidade de suas conclusões e denunciando suposta proximidade excessiva com governos sancionados.

Durante décadas, os Estados Unidos responderam a especialistas da ONU com métodos relativamente previsíveis: ataques políticos, campanhas diplomáticas, recusa de acesso, tentativas de esvaziar mandatos, pressão sobre o Conselho de Direitos Humanos ou esforços para deslegitimar publicamente relatores considerados hostis. No caso Albanese, Washington lançou mão do aparato coercitivo do próprio Estado americano — especialmente seu poder financeiro global.

Em todos os casos, o preço de se desafiar os EUA é muito alto. Não apenas para os relatores, que não podem realizar plenamente o seu trabalho. Mas, sobretudo, para os futuros relatores e especialistas – o recado é: não mexam com os interesses dos EUA e de seus aliados (sobretudo Israel), caso contrário sua carreira será arruinada.

Basta ver que, comparativamente aos países do chamado “Sul Global”, a abordagem dos funcionários independentes da ONU é muito mais amistosa com os EUA e seus aliados e os casos expostos nesta série são exceções da regra número um das Nações Unidas: atue contra os países alvo da cobiça imperialista.

Aqueles, que são a maioria, que seguiram perfeitamente o roteiro da ONU e investiram contra a Rússia, China, Belarus, Coreia do Norte, Venezuela, Irã, Nicarágua (ou seja, contra os alvos do imperialismo) tiveram sua carreira garantida, com premiações, sucesso, prestígio, forte apoio diplomático ocidental, ampla repercussão nos grandes jornais, intensa circulação de seus relatórios em ONGs e governos e audiências parlamentares, sanções e resoluções baseadas em suas acusações.

Por sua vez, os que desafiaram as estruturas e os chefes imperialistas da ONU são basicamente censurados, invisibilizados, descredibilizados, caem no ostracismo, sofrem intensa pressão psicológica, ameaças, sanções econômicas e proibição de entrada em eventos internacionais – inclusive os da própria ONU, pois sua sede central é justamente nos Estados Unidos.

Tenhamos um pouco de empatia com os burocratas a serviço da ONU: quem que deseje subir na vida e receber amplo prestígio mundial irá arriscar sua carreira colocando o dedo nas feridas dos seus patrões? Praticamente ninguém. E é assim que a ONU permanece quase absolutamente instrumentalizada pelas potências imperialistas, desde o primeiro momento de sua criação.

Castro Almeida alarga prazo para apoios à reconstrução de habitações vai ser alargado

8 June 2026 at 17:50

O ministro da Economia, Castro Almeida, admitiu esta segunda-feira alargar o prazo para a análise das candidaturas à reconstrução de habitações danificadas pelas tempestades em Leiria e na Marinha Grande que terminava a 30 de junho.

Falando à margem do lançamento da campanha “Nem tudo o que vês é jogo seguro”, promovida pela Direção-Geral do Consumidor (DGC) para combater o jogo ilegal online, Castro Almeida esclareceu que “o prazo de 30 de junho era um prazo indicativo, foi uma meta que os próprios municípios e as Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional (CCDR) se impuseram a si próprios”.

“Foi uma data indicativa. Se tiver que ir para depois de julho, quer dizer que não foi possível fazer antes”, declarou.

Segundo o ministro, o prazo de 30 de junho [para conclusão das candidaturas aos apoios] “foi um consenso que se estabeleceu numa reunião com vários outros membros do Governo e com as Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional e com as comunidades internas municipais”.

O ministro da Economia reagia a uma notícia do Jornal de Notícias, indicando que os municípios da Marinha Grande e de Leiria não vão conseguir concluir, até 30 de junho, a análise de mais de 14 mil candidaturas (3365 na Marinha Grande e 10.808 em Leiria) a apoios de até dez mil euros para reconstruir habitações danificadas pelas tempestades do início do ano.

Segundo o jornal, o prazo foi estipulada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, em articulação com a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, mas há candidaturas que ainda nem sequer foram analisadas, o que pode significar que milhares de lesados não vão receber apoio para reerguer as suas casas até ao final do mês.

“Já há bastante tempo que chegámos à conclusão de que em três ou quatro concelhos esse objetivo pode ser difícil, mas na esmagadora maioria dos concelhos o objetivo continua de pé e creio que vai ser alcançado”, declarou o ministro, recordando que só o município de Leiria tem praticamente um terço das candidaturas.

“É compreensível que em Leiria possa demorar, mas essa exceção não é regra”, acrescentou.

Castro Almeida afirmou que “mais do que 90% das situações vão ficar resolvidas até o dia 30 de junho”, devendo as restantes candidaturas ser “resolvidas mais tarde”.

A 6 de junho, a plataforma do Governo indicava que apenas 10% dos processos da Marinha Grande tinham sido analisados pela autarquia, de um total de 3.365.

O país onde a esperança custa um euro – e a solidão custa ainda mais | Por Luís Ganhão

8 June 2026 at 16:41

Há imagens que dizem mais sobre Portugal do que qualquer relatório estatístico.

Uma delas repete-se diariamente em papelarias e quiosques de norte a sul do país: um idoso, de mãos trémulas, a contar moedas para comprar uma raspadinha. Outra, mais silenciosa, mas igualmente reveladora: uma pessoa idosa, sozinha em casa, a ligar para um programa televisivo de participação paga que promete prémios imediatos, enquanto calcula se a pensão chega até ao fim do mês.

Estas imagens não são exceções curiosas. São sinais de um país onde a esperança foi convertida em negócio — e onde essa transformação recai com especial intensidade sobre quem tem menos recursos, menos proteção e menos alternativas.

LUÍS GANHÃO
Jurista
Para muitos idosos, jogos como o Euromilhões ou as raspadinhas, bem como concursos televisivos baseados em chamadas pagas, tornam-se rotina

Não se trata apenas de entretenimento. Para muitos idosos, jogos como o Euromilhões ou as raspadinhas, bem como concursos televisivos baseados em chamadas pagas, tornam-se rotina. Não apenas pela promessa remota de ganho, mas porque preenchem um vazio mais imediato: o da solidão, da repetição dos dias e da ausência de contacto humano regular.

A raspadinha não é um simples jogo. É um mecanismo de antecipação emocional cuidadosamente explorado. Um instante de expectativa vendido a quem, muitas vezes, já perdeu quase tudo o resto em termos de expectativa social.

E é aqui que o problema deixa de ser individual.

Portugal mantém níveis persistentes de pobreza entre a população idosa. Muitas pensões não chegam para responder ao custo real de vida. Neste contexto, a promessa de uma mudança súbita de destino deixa de ser fantasia inocente e passa a funcionar como substituto simbólico de uma mobilidade social inexistente.

Não há necessidade de engano explícito para que haja exploração. Basta a existência de um desequilíbrio estrutural: produtos concebidos para maximizar repetição, estímulo e adesão, colocados num mercado onde uma parte significativa dos consumidores vive com margens económicas mínimas.

As raspadinhas estão omnipresentes, normalizadas, integradas no quotidiano. Os concursos televisivos alimentam-se de urgência emocional, linguagem de vitória fácil e promessa permanente de recompensa imediata. Tudo isto é legal, tudo isto é publicamente visível — e precisamente por isso a sua eficácia é tão relevante.

O que está em causa não é a liberdade individual de jogar ou participar. O que está em causa é a forma como essa liberdade é sistematicamente capturada num contexto de vulnerabilidade. Quando pequenas perdas sucessivas têm impacto real no orçamento mensal, o jogo deixa de ser neutro. Passa a ser regressivo.

Há aqui uma assimetria difícil de ignorar: de um lado, sistemas desenhados para maximizar participação e receita recorrente; do outro, pessoas para quem a promessa de um ganho improvável representa, muitas vezes, a única narrativa de escape disponível.

Não é preciso caricaturar intenções para reconhecer o resultado. Pode não haver malícia individual direta. Mas há um modelo que funciona porque encontra fragilidade — e a explora de forma consistente.

E isso deve ser dito com clareza: quando a esperança se torna produto vendido sistematicamente a quem menos pode suportar a perda, não estamos apenas perante entretenimento. Estamos perante uma forma normalizada de extração de valor a partir da vulnerabilidade.

O problema não é moralizar quem joga. O problema é aceitar sem incómodo suficiente um sistema que depende, estruturalmente, de que os mais frágeis continuem a alimentar a sua promessa.

E é nesse desequilíbrio — entre promessa e fragilidade, entre estímulo e limitação — que se torna difícil evitar a conclusão essencial: quando a esperança é transformada em produto sistematicamente direcionado a quem menos margem tem para perder, o problema já não é apenas individual. É estrutural.

Leia também: A era dos comentadores de fato feito | Por Luís Ganhão

Fascia al braccio e sorriso, Sinner lascia il San Raffaele dopo gli accertamenti. Le ipotesi sugli esami effettuati

8 June 2026 at 16:38

La prima cosa che si nota è la fascia bianca. Stretta nella parte bassa del braccio sinistro, discreta ma visibile mentre Jannik Sinner lascia il San Raffaele di Milano dopo una mattinata di accertamenti medici già programmati.

Il numero uno del mondo è arrivato in ospedale nelle prime ore del giorno per una serie di controlli specialistici, parte di un percorso di monitoraggio iniziato nei giorni scorsi dopo le difficoltà fisiche accusate al Roland Garros. All’uscita, la scena è rapida: pochi passi verso l’auto, il volto disteso e un accenno di sorriso rivolto a chi lo ha riconosciuto.

I controlli

Nei giorni precedenti il tennista si era già sottoposto a verifiche approfondite al J Medical di Torino, in un quadro di esami preventivi legati al crollo fisico avuto durante il torneo parigino dove le temperature hanno toccato anche i 30°. Un episodio che aveva reso necessario un controllo più esteso sulle sue condizioni dopo settimane di grande intensità agonistica.

Anche oggi gli accertamenti rientravano in questo percorso di valutazione complessiva dello stato di forma, con l’obiettivo di monitorare il recupero e assicurarsi che non vi siano strascichi del recente affaticamento. Nessun dettaglio ufficiale è stato diffuso sull’esito delle visite. La sola immagine che resta, al momento, è quella di Sinner che lascia l’ospedale con passo tranquillo, la fascia al braccio e un’espressione che sembra andare nella direzione della normalità ritrovata. Un’uscita senza clamori, coerente con il suo stile, mentre il lavoro di recupero prosegue in vista dei prossimi impegni stagionali.

Le ipotesi

Gli esami potrebbero servire a valutare in modo approfondito la risposta dell’organismo allo stress agonistico cronico, andando oltre i normali esami di routine. Tra le ipotesi, l’uso di diagnostica avanzata per individuare eventuali segni di “infiammazione silente”, oltre all’analisi dell’equilibrio ormonale e di parametri metabolici non rilevabili con i comuni esami del sangue.

Un altro possibile fronte di indagine riguarda il microbioma intestinale, che può risentire di viaggi, cambi di alimentazione e stress competitivo (vedi quanto avvenuto a Matteo Arnaldi, ndr), influenzando anche il sistema immunitario. Vengono inoltre richiamati eventuali approfondimenti allergologici e respiratori, considerando la sensibilità del giocatore ai pollini e le condizioni ambientali sfavorevoli già riscontrate in passato. Infine, gli accertamenti potrebbero aver compreso anche analisi del sangue e delle urine, utili a definire un piano nutrizionale personalizzato, insieme a eventuali ulteriori controlli cardiologici e specialistici, nell’ottica di chiarire le cause dei recenti episodi di malessere.

L'articolo Fascia al braccio e sorriso, Sinner lascia il San Raffaele dopo gli accertamenti. Le ipotesi sugli esami effettuati proviene da Il Fatto Quotidiano.

Projeto oferece tratamento de pele gratuito para mulheres negras

8 June 2026 at 13:36
Acne, poros dilatados, manchas como melasma e cicatrizes estão entre os problemas dermatológicos que afetam muitas mulheres negras baianas. No entanto, o acesso a tratamentos especializados nem sempre é uma realidade para quem vive em situação de vulnerabilidade social. Em Salvador, o Projeto da Pele Negra surge como uma oportunidade para mulheres de baixa renda receberem gratuitamente cuidados dermatológicos que, muitas vezes, teriam um custo inacessível.As mulheres atendidas serão selecionadas e tratadas na Clínica Andréa Santana no bairro do Caminho das Árvores, entre os meses de julho a setembro, caso haja necessidade.“O Projeto da Pele Preta surgiu do desejo de cuidar de mulheres de baixa renda e que as condições estéticas afetassem o convívio social. Eu seleciono essas pessoas e por um período de 3 a 4 meses eu cuido delas”, explica a especialista. Doutora Andréa Santana - Foto: Divulgação Seleção das mulheresAté o final deste mês serão selecionadas 8 mulheres negras inscritas no Cadastro único, o qual comprova a vulnerabilidade social. Para participar é preciso encaminhar, até o dia 20 de junho, uma foto do rosto para o e-mail ceo.draandreasantana@gmail.com e explicar o por quê a condição estética tem atrapalhado a vida social. Leia Também: SAÚDE Entenda se surto de Ebola do Congo pode virar pandemia mundial ADEUS, BARIÁTRICA Pesquisa confirma perda de até 28% do peso com nova injeção semanal REAJUATE Plano de saúde mais caro: alta de 9,9% força famílias a cortarem gastos no orçamento Um agendamento prévio será realizado com cada participante selecionada, que terá acesso a tratamentos como limpeza de pele e peeling. Cada caso será avaliado pela especialista em pele negra e harmonização facial, Andréa Santana, que irá indicar os procedimentos necessários.A profissional também realiza o projeto, duas vezes por ano, no Terreiro Cumoa, em Itapuã. Lá, as selecionadas já são acompanhadas por outras ações da casa espiritual.

Bahia amplia vacinação contra a Influenza para toda a população

8 June 2026 at 13:30
A vacinação contra a influenza para toda a população acima dos 6 meses de idade vai ser ampliada desta segunda-feira, 8, até o dia 17 de junho, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab).A decisão, tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde, visa elevar os índices de cobertura vacinal em todo o território baiano e garantir uma proteção coletiva.A iniciativa vai aproveitar o estoque de imunizantes distribuídos às redes municipais para descentralizar o acesso e proteger um número maior de pessoas neste período do ano.A ampliação do público-alvo acontece com o fim da campanha voltada a grupos prioritários, que foi até o dia 30 de maio, coincidindo com o período de sazonalidade das doenças respiratórias no estado. Leia Também: SAÚDE Entenda se surto de Ebola do Congo pode virar pandemia mundial ADEUS, BARIÁTRICA Pesquisa confirma perda de até 28% do peso com nova injeção semanal REAJUATE Plano de saúde mais caro: alta de 9,9% força famílias a cortarem gastos no orçamento O imunizante trivalente disponível na rede pública foi atualizado para responder às cepas mais recentes em circulação, incluindo proteção contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B, servindo como uma barreira essencial contra o agravamento de quadros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).A coordenadora Estadual de Imunização, Vânia Rebouças, destaca que a vacina é a medida mais segura e eficiente para conter o avanço do vírus e reduzir significativamente o número de casos graves, hospitalizações e complicações fatais decorrentes da gripe.Segundo o levantamento feito em unidades hospitalares, dos atendimentos a pacientes que precisaram de internação em leitos de terapia intensiva (UTI) por conta de SRAG no período de 1º a 25 de maio, apenas 9,89% tinham se vacinado.Vânia ainda pontua que embora a vacinação esteja liberada para o público geral, as pessoas que fazem parte do grupo prioritário como idosos, gestantes, puérperas, crianças menores de cinco anos e portadores de comorbidades devem ir aos postos.De acordo com dados do painel de vacinação do Ministério da Saúde, apenas 35% deste público tomou a dose da vacina em 2026. “São grupos historicamente mais vulneráveis e com mais risco de agravamento, por isso devem buscar a vacina em um posto de saúde do seu município”, alertou.

João Campos concentra caminhada em municípios onde tem apoio de prefeitos

8 June 2026 at 12:14

Com o apoio explícito de pouco mais de 30 dos 184 prefeitos pernambucanos – os demais estão comprometidos com a governadora Raquel Lyra – o pré-candidato a governador João Campos concentrou este final de semana sua caminhada por municípios onde os prefeitos lhe são fiéis. Das nove cidades que percorreu de sexta-feira à tarde até este domingo em cinco delas – Betânia, Petrolândia, Angelim, São Bento do Una e Pedra – teve a seu lado muitas lideranças comprometidas com o seu projeto incluindo os chefes do executivo e em duas, como São Bento do Una e Angelim, recebeu títulos de cidadão.

Em todo o percurso, que incluiu ainda os municípios de Jatobá, Bom Conselho, Flores e Inajá ( esses com prefeitos adversários) ele esteve acompanhado de sua chapa completa incluindo o pré-candidato a vice Carlos Costa e os dois pré-candidatos ao Senado, Humberto Costa e Marília Arraes. Em Petrolândia, João foi recepcionado por uma verdadeira multidão no evento de lançamento da candidatura a deputado estadual pelo PSD do jovem Bruno Marques, filho do prefeito Fabiano Marques.

A programação pelos nove municípios do agreste e sertão se baseou em visitas a feiras livres, entrevistas a emissoras de rádio, encontro com correligionários e eventos como o de Petrolândia ao qual compareceram representantes de outros 13 municípios, incluindo o vice-prefeito de Orocó, Hugo de Galego que, segundo a assessoria do PSB, deixou o palanque de Raquel, que é apoiada pelo atual prefeito Ismael Lira, filiado ao PSD, e abriu uma dissidência para apoiar João Campos.

Nesses locais ele se comprometeu a “fazer aquilo que ainda não foi feito e fazer melhor do que o que foi feito” e afirmou que “a força de Deus e do povo darão vitória em outubro à Frente Popular”. Prometeu se eleito apoiar o polo de piscicultura de Jatobá, município que fica às margens do São Francisco e produz tilápias; em Pedra, disse que vai pavimentar a PE-244, cujo canteiro de obras teria sido desmobilizado pelo atual Governo; em São Bento do Una prometeu criar um novo ciclo de desenvolvimento e expansão da avicultura; em Angelim implantar um Polo de Embarque Digital e em Petrolândia tornar regional o atual hospital mantido pela Prefeitura e recuperar a BR-110 entre Petrolândia e Ibimirim.

PT presente

Além do senador Humberto Costa acompanharam a visita de João Campos a Petrolândia o presidente estadual do PT e candidato à reeleição, deputado federal Carlos Veras, que é votado naquela região, e a deputada estadual Rosa Amorim, agora candidata a federal que faz parte da bancada do PT na Assembleia Legislativa, onde tem votado nos projetos da governadora junto dos outros deputados João Paulo do PT e Doriel Barros. Rosa faz parte do MST e também é votada no sertão de Itaparica.

Agenda metropolitana de Raquel

A governadora Raquel Lyra faz a entrega esta segunda-feira às 11 horas de 40 novos ônibus que vão reforçar o transporte público na Região Metropolitana – eles se somarão aos 80 ônibus novos já entregues este ano – e à tarde comanda no Quartel do Derby a solenidade de conclusão da segunda turma do Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar. Após 12 meses de preparação, os 182 homens e mulheres que concluíram o curso, assumirão o posto de aspirante a oficial.

Ivan Moraes faz vigília

O pré-candidato a governador pela federação PSOL/Rede, jornalista e ex-vereador Ivan Moraes participou de uma vigília chamada Candlelight, na Praça do Derby, que é realizada em vários países todos os anos em memória das vítimas da AIDS. Só em Pernambuco, segundo ele, 12.196 pessoas faleceram entre 2000 e 2024 por causa da AIDS( no Nordeste Pernambuco só não ficou à frente da Bahia nesse período). Ivan, antes de ingressar na política participou do grupo Viva Rachid, ONG voltada à assistência a crianças e adolescentes soropositivos.

PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR

Com quantos prefeitos o PSD vai terminar o ano de 2026 além dos 79 já filiados?

© Divulgação

Em Petrolandia João Campos reuniu sua chapa completa e lideranças estaduais do PT

Nordeste Sem Pedágio: Estado brasileiro não consegue mais bancar infraestrutura rodoviária

8 June 2026 at 12:00

A infraestrutura rodoviária brasileira vive um cenário conflitante, no qual a participação da iniciativa privada deixou de ser uma escolha para se tornar uma necessidade estratégica. O estudo Parcerias: A Provisão de Infraestruturas de Transporte pela Iniciativa Privada, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), chegou a essa constatação: o Estado sozinho não possui mais capacidade fiscal para realizar os investimentos urgentes que o setor demanda para eliminar gargalos logísticos.

Enquanto o orçamento público sofre restrições sistemáticas, as concessões rodoviárias, que completaram 30 anos em 2023, consolidam-se como o principal caminho para assegurar uma malha de alta qualidade, essencial para um País onde 65% das cargas e 95% dos passageiros circulam por terra.

O ABISMO DOS INVESTIMENTOS ENTRE RODOVIAS CONCEDIDAS E PÚBLICAS

Arte
Série de reportagens Nordeste Sem Pedágio - Arte

A disparidade de recursos aplicados entre os dois modelos de gestão é gritante e um dos pontos que mais chamam atenção. A CNT constatou no estudo que, no período de 2016 a 2022, as rodovias federais sob concessão receberam, em média, 2,3 vezes mais investimentos por quilômetro do que as administradas pelo poder público.

Essa diferença aumentou em 2022, quando as concessionárias investiram R$ 486,55 mil/km, um valor 3,8 vezes superior aos R$ 127,42 mil/km aplicados pela União. O resultado direto desse aporte financeiro refletiu na Pesquisa CNT de Rodovias 2022: enquanto 67,1% da malha concedida foi classificada como Ótima ou Boa, apenas 32,4% das rodovias públicas atingiram esse patamar.

O estudo da CNT mostra que a gestão privada demonstra uma capacidade de recuperação acelerada dos ativos. Nos primeiros cinco anos de um contrato de concessão, a extensão das rodovias avaliadas como "Ótimas" costuma saltar de 16,7% para 29,4%, um crescimento de 76% na qualidade máxima.

Esse desempenho é impulsionado por contratos de longo prazo que definem metas rigorosas de desempenho, algo que o modelo tradicional de contratação pública, frequentemente amarrado por burocracias e falta de previsibilidade orçamentária, não consegue sustentar com a mesma agilidade.

BENEFÍCIOS PARA A POPULAÇÃO QUE VÃO ALÉM DA QUALIDADE DAS RODOVIAS

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Série de reportagens Nordeste Sem Pedágio discute a resistência da região a adotar as concessões rodoviárias - as rodovias com pedágio - Jonas Qurino/JC Imagem
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Nordeste Sem Pedágio: Por que rodovias concedidas superam as sob gestão pública? - Jonas Qurino/JC Imagem

O estudo da CNT também comprova que, para o transportador e o motorista comum, a qualidade superior das rodovias concedidas se traduz em economia direta. Estradas com pavimento deficiente aumentam os custos operacionais do transporte em 37,1%, enquanto nas vias concedidas esse impacto cai para 17,8%.
Além disso, a iniciativa privada atua como um estímulo para a modernização tecnológica, implementando inovações como o sistema Free Flow (pedágio eletrônico sem paradas), conexão 5G e monitoramento integral por câmeras, que aumentam a eficiência logística.

O estudo da CNT também constatou que os benefícios das concessões rodoviárias transbordam os limites do asfalto e alcançam a gestão pública municipal. Somente em 2021, o programa federal de concessões gerou R$ 362,47 milhões em arrecadação de ISSQN para os municípios interceptados pelas vias. A receita extra permitiu que as prefeituras investissem em saúde, educação e outros serviços públicos essenciais, promovendo o desenvolvimento regional.

© Jonas Quirino/JC Imagem

Nordeste Sem Pedágio: Por que rodovias concedidas superam as sob gestão pública?

Polícia Marítima apreende embarcação suspeita de narcotráfico

8 June 2026 at 14:56

Uma Embarcação de Alta Velocidade (EAV) alegadamente utilizada por redes de tráfico de droga foi apreendida pela Polícia Marítima ao largo da costa algarvia, no âmbito de uma operação de vigilância e fiscalização desenvolvida pelo Comando Regional da Polícia Marítima do Sul, em cooperação com a Polícia Judiciária e com o apoio do Destacamento de Abordagem dos Fuzileiros da Marinha.

Em comunicado, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) informou que a operação teve origem num alerta para a presença de uma Embarcação de Alta Velocidade (EAV) imobilizada em águas oceânicas a sul de Faro. Durante a aproximação dos meios das autoridades, foram ainda identificadas duas outras embarcações nas proximidades.

Segundo a AMN, “ao aperceberem-se da presença policial, as embarcações iniciaram uma fuga a alta velocidade”, levando ao desencadeamento de uma perseguição marítima.

Durante a ação, acrescenta a mesma fonte, “as embarcações suspeitas efetuaram diversas manobras evasivas com o objetivo de evitar a interceção”. Apesar dos esforços desenvolvidos pelos meios empenhados na operação, não foi possível intercetar as duas embarcações em fuga.

A embarcação inicialmente sinalizada acabou por ser apreendida e rebocada.

De acordo com a Autoridade Marítima Nacional, esta operação insere-se no esforço contínuo das autoridades para combater a utilização da costa portuguesa como plataforma logística para atividades criminosas transnacionais, em particular o tráfico de estupefacientes por via marítima.

A AMN sublinha ainda que a Polícia Marítima mantém “um elevado nível de vigilância e prontidão operacional”, recorrendo a meios navais, equipas especializadas e à cooperação permanente com entidades nacionais e internacionais, reforçando a capacidade de deteção, acompanhamento e interceção de embarcações suspeitas associadas ao narcotráfico.

Embarcação suspeita de narcotráfico apreendida a sul de Faro, outras duas escaparam

8 June 2026 at 14:45

Uma Embarcação de Alta Velocidade (EAV), alegadamente utilizada por organizações dedicadas ao tráfico de droga por via marítima, foi apreendida a sul de Faro, enquanto outras duas escaparam às autoridades, revelou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

Após um alerta recebido para «a existência de uma EAV imobilizada em águas oceânicas a sul de Faro», elementos do Comando Regional da Polícia Marítima do Sul, com o apoio do Destacamento de Abordagem dos Fuzileiros, da Marinha, e em cooperação com a Polícia Judiciária, realizaram ações de vigilância e fiscalização na costa, lê-se em comunicado.

Durante a aproximação dos meios das autoridades, explica a AMN, «foram identificadas outras duas embarcações nas proximidades que, ao aperceberem-se da presença policial, iniciaram uma fuga a alta velocidade».

«De imediato, foi realizada uma perseguição marítima, durante a qual as embarcações suspeitas efetuaram diversas manobras evasivas com o objetivo de evitar a interceção. Apesar dos esforços desenvolvidos pelos meios empenhados, não foi possível intercetar estas EAV», relatam as autoridades.

A embarcação inicialmente detetada foi apreendida e rebocada.

«Estas ações enquadram-se no esforço contínuo da Polícia Marítima para combater a utilização da costa portuguesa como plataforma logística para atividades criminosas transnacionais», referem as autoridades.

A Polícia Marítima mantém um «elevado nível de vigilância e prontidão operacional», recorrendo a meios navais, equipas especializadas e à cooperação permanente com outras entidades nacionais e internacionais, «reforçando a capacidade de deteção, acompanhamento e interceção de embarcações suspeitas associadas ao tráfico de droga».

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Berlín enfrenta una amenaza invisible en sus barrios residenciales

8 June 2026 at 14:40

Una invasión sin precedentes de orugas procesionarias del roble afecta a varios distritos de Berlín, donde la vida cotidiana de los residentes cambió drásticamente. Según informó la agencia internacional de noticias Euronews, la presencia masiva de estos insectos tóxicos obligó a cerrar instalaciones deportivas y amplias zonas verdes, en especial en el parque de Jungfernheide, situado en el distrito de Charlottenburg-Wilmersdorf.

Los testimonios recogidos en los barrios afectados relatan que las orugas cubren marcos de puertas, vehículos, fachadas de edificios y hasta farolas, lo que generó inquietud entre los habitantes. El concejal de distrito, Nico Kaufmann, declaró al periódico local B.Z. que “muchas personas mayores ya no se atreven a salir de casa” debido al temor a los efectos adversos de estos insectos. El funcionario añadió que “muchos niños están cubiertos de erupciones y los vecinos solo consiguen sobrellevar el día a día con pastillas de cortisona”.

La situación se agrava, según la agencia de noticias, porque las autoridades sanitarias no ejecutaron acciones directas para controlar la plaga. Las orugas no se consideran una plaga clásica como las ratas, lo que limita la intervención oficial.

La Oficina de Protección de las Plantas también impide el uso de biocidas, restringiendo aún más las alternativas para combatir al insecto.

Un peligro invisible: los pelos urticantes

El funcionario dijo al diario B.Z. que la exposición provoca cuadros cutáneos en niños y que parte del vecindario recurre a cortisona para sobrellevar síntomas (Imagen ilustrativa Infobae)

La principal amenaza de la oruga procesionaria del roble proviene de sus diminutos pelos urticantes, que contienen la proteína Thaumetopoein. Según explicó el portal, estos pelos se desprenden fácilmente y pueden dispersarse por el viento, lo que amplifica el riesgo de exposición. Son extremadamente pequeños, con forma de gancho, y penetran sin dificultad en la piel, los ojos o las vías respiratorias, provocando reacciones adversas.

Las consecuencias para la salud son múltiples. El contacto con los pelos urticantes puede desencadenar desde irritaciones mecánicas y picor intenso hasta erupciones cutáneas, inflamación ocular y dificultades respiratorias. Los niños del barrio presentaron erupciones, y los adultos recurren a medicamentos como la cortisona para paliar los síntomas.

El peligro persiste incluso después de que las orugas hayan abandonado sus nidos, ya que los pelos urticantes se mantienen activos durante mucho tiempo. Esto significa que los riesgos para la salud no se limitan a la presencia visible de los insectos, sino que se extienden a los lugares donde permanecieron, complicando aún más la convivencia en los barrios afectados.

La falta de acción oficial generó frustración entre los vecinos. La ausencia de una respuesta efectiva por parte de las autoridades dejó a los residentes en una situación de vulnerabilidad, en especial a los adultos mayores, que optaron por permanecer en sus domicilios, renunciando a actividades habituales al aire libre.

Iniciativa vecinal y reclamos a las autoridades

La restricción limita las alternativas de combate mientras se multiplican los reportes de exposición en espacios residenciales

Ante la falta de intervención de la administración, los propios residentes decidieron organizarse. Durante las últimas semanas, según reportó Euronews, los vecinos impulsaron una petición colectiva que exige la creación de un plan de protección vinculante para el parque de Jungfernheide y para toda la ciudad de Berlín.

El problema, según recuerdan los habitantes, no recibió la atención necesaria el año pasado, cuando se presentó la oportunidad de actuar de manera preventiva. Ahora, la movilización ciudadana pretende evitar que la falta de medidas vuelva a repetirse y que la ciudad disponga de herramientas para contener el avance de las orugas.

Mientras tanto, la demanda vecinal de una intervención urgente persiste. Los habitantes de Berlín aguardan una respuesta de las autoridades y la implementación de medidas que permitan retomar la normalidad en sus rutinas cotidianas. La situación puso en evidencia la importancia de contar con estrategias de prevención y control ante la presencia de especies invasoras que afectan la salud pública y la calidad de vida urbana.

Alunos do secundário apresentam propostas para um Entroncamento mais inclusivo, sustentável e atrativo

8 June 2026 at 12:08

O Município do Entroncamento recebeu, no dia 3 de junho, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, um grupo de alunos do 12.º ano da disciplina de Geografia C, da Escola Secundária do Entroncamento, no âmbito das comemorações do Ano Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Sustentável – 2026 e inspirados pelos princípios da iniciativa New European Bauhaus, lançada pela Presidente da…

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