Mau tempo: CPDLO critica demora nas reparações

© CARLOS BARROSO/LUSA

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Portugal continental vai sentir uma subida acentuada das temperaturas ao longo desta semana, com os termómetros a aproximarem-se dos 40 ºC em algumas regiões. A mudança será provocada pela chegada de uma massa de ar quente subtropical, que deverá ganhar força a partir de quarta-feira.
De acordo com a Meteored, a semana começa seca e soalheira, mas ainda com contraste térmico entre o litoral e o interior. As máximas deverão variar entre os 19 ºC em Viana do Castelo e os 29 ºC em Beja e Castelo Branco.
Nos próximos dias, porém, o cenário muda. Segundo a previsão da Meteored, a subida das temperaturas será generalizada e mais expressiva a partir de 10 de junho, sobretudo no interior Centro e Sul.
A partir de quarta-feira, dia 10, a aproximação da massa de ar quente deverá fazer subir os termómetros em grande parte do território continental. O interior Centro e Sul será o mais afetado nesta primeira fase.
Nestes locais, as temperaturas máximas poderão chegar aos 34 ºC. No Norte, a subida será menos marcada no arranque, com valores até 28 ºC, mantendo algum contraste face ao resto do país.
As anomalias térmicas positivas deverão cobrir praticamente todo o território continental, com exceção do Algarve. Em alguns pontos, as temperaturas poderão ficar até 12 ºC acima da normal climatológica.
Na quinta-feira, dia 11, a subida deverá chegar com mais força também ao Norte. O Vale do Douro poderá atingir os 35 ºC, enquanto Braga poderá chegar aos 32 ºC e Vila Real aos 30 ºC.
O calor deverá continuar a intensificar-se no Centro e no Sul, aproximando o país de um cenário mais típico de verão. O tempo seco e soalheiro deverá dominar a maior parte do território.
Esta evolução será acompanhada por uma sensação térmica mais elevada, sobretudo nas zonas interiores, onde a influência marítima é menor e o aquecimento diurno se acumula com mais facilidade.
A sexta-feira, dia 12, deverá ser o dia mais quente da semana. Os termómetros podem aproximar-se dos 40 ºC nos vales do Douro e do Tejo, assim como em zonas mais a sul, como Alcácer do Sal e Grândola.
Entre as capitais de distrito, as mais frescas deverão ser Aveiro e Viana do Castelo, com máximas de 27 ºC. Porto e Guarda poderão registar cerca de 31 ºC.
Já Braga, Beja e Évora poderão chegar aos 36 ºC. Santarém, Portalegre, Castelo Branco e Viseu deverão rondar os 35 ºC, confirmando uma subida acentuada de norte a sul.
No sábado, dia 13, os mapas apontam para um ligeiro alívio no noroeste do país. Ainda assim, as temperaturas deverão continuar elevadas em várias regiões.
As máximas poderão variar entre os 24 ºC em Viana do Castelo e os 36 ºC em Santarém e Beja. Isto significa que, mesmo com algum alívio, o calor continuará a marcar o fim de semana em boa parte do território.
A previsão indica ainda a possibilidade de regresso da chuva ao interior Norte ao final da tarde de sábado, bem como a hipótese de trovoada em zonas do Norte e Centro.
A subida das temperaturas pode exigir cuidados adicionais, sobretudo entre idosos, crianças, pessoas com doenças crónicas e trabalhadores expostos ao sol. Beber água, evitar esforços nas horas de maior calor e procurar sombra são medidas simples, mas importantes.
O calor será mais intenso no interior, nos vales do Douro e Tejo, no Alentejo e em algumas zonas do Centro. No litoral, os valores deverão ser mais moderados, embora também possam subir face aos dias anteriores.
Como a previsão ainda pode sofrer ajustes, sobretudo para o fim de semana, a recomendação é acompanhar as atualizações meteorológicas ao longo dos próximos dias.
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O ministro da Economia, Castro Almeida, admitiu esta segunda-feira alargar o prazo para a análise das candidaturas à reconstrução de habitações danificadas pelas tempestades em Leiria e na Marinha Grande que terminava a 30 de junho.
Falando à margem do lançamento da campanha “Nem tudo o que vês é jogo seguro”, promovida pela Direção-Geral do Consumidor (DGC) para combater o jogo ilegal online, Castro Almeida esclareceu que “o prazo de 30 de junho era um prazo indicativo, foi uma meta que os próprios municípios e as Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional (CCDR) se impuseram a si próprios”.
“Foi uma data indicativa. Se tiver que ir para depois de julho, quer dizer que não foi possível fazer antes”, declarou.
Segundo o ministro, o prazo de 30 de junho [para conclusão das candidaturas aos apoios] “foi um consenso que se estabeleceu numa reunião com vários outros membros do Governo e com as Comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional e com as comunidades internas municipais”.
O ministro da Economia reagia a uma notícia do Jornal de Notícias, indicando que os municípios da Marinha Grande e de Leiria não vão conseguir concluir, até 30 de junho, a análise de mais de 14 mil candidaturas (3365 na Marinha Grande e 10.808 em Leiria) a apoios de até dez mil euros para reconstruir habitações danificadas pelas tempestades do início do ano.
Segundo o jornal, o prazo foi estipulada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, em articulação com a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria, mas há candidaturas que ainda nem sequer foram analisadas, o que pode significar que milhares de lesados não vão receber apoio para reerguer as suas casas até ao final do mês.
“Já há bastante tempo que chegámos à conclusão de que em três ou quatro concelhos esse objetivo pode ser difícil, mas na esmagadora maioria dos concelhos o objetivo continua de pé e creio que vai ser alcançado”, declarou o ministro, recordando que só o município de Leiria tem praticamente um terço das candidaturas.
“É compreensível que em Leiria possa demorar, mas essa exceção não é regra”, acrescentou.
Castro Almeida afirmou que “mais do que 90% das situações vão ficar resolvidas até o dia 30 de junho”, devendo as restantes candidaturas ser “resolvidas mais tarde”.
A 6 de junho, a plataforma do Governo indicava que apenas 10% dos processos da Marinha Grande tinham sido analisados pela autarquia, de um total de 3.365.
A previsão do tempo e do estado do mar no Algarve.
O conteúdo O tempo vai estar assim no Algarve esta terça-feira (9 de junho) aparece primeiro em Algarve Marafado.
Há previsão de chuvas com ventos intensos e até queda de granizo. O Inmet acrescenta a possibilidade de estragos em plantações, queda de galhos de árvores e também alagamentos.
O Inmet orienta a população para que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Outra recomendação é que as pessoas afetadas podem buscar informações com a Defesa Civil (telefone 199) e com o Corpo de Bombeiros (193).
O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.
Há previsão de chuvas com ventos intensos e até queda de granizo. O Inmet acrescenta a possibilidade de estragos em plantações, queda de galhos de árvores e também alagamentos.
O Inmet orienta a população para que, em caso de rajadas de vento, não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas. Outra recomendação é que as pessoas afetadas podem buscar informações com a Defesa Civil (telefone 199) e com o Corpo de Bombeiros (193).
O órgão também prevê perigo potencial de chuvas intensas para esta manhã de segunda no Norte do País, incluindo a maior parte dos estados do Pará e do Amazonas, e do Amapá, além do Sul de Roraima.
Confira a previsão meteorológica para a região algarvia.
O conteúdo O tempo que vamos ter no Algarve esta segunda-feira (8 de junho) aparece primeiro em Algarve Marafado.
A chuva deverá voltar a marcar presença em Portugal continental no início da segunda semana de junho, embora de forma fraca e pouco significativa. A mudança será sentida sobretudo entre hoje, domingo, e segunda-feira, com maior probabilidade de precipitação nas regiões do Norte e Centro, em especial junto ao litoral.
De acordo com o portal especializado em meteorologia, Meteored, e depois de vários dias marcados por calor e tempo mais seco, a circulação atmosférica deverá permitir a entrada temporária de ar mais fresco. Segundo a previsão da Meteored, o jato polar mais ondulante e a passagem de ondulações frontais fracas poderão trazer mais nebulosidade e alguma precipitação.
A instabilidade não deverá durar muitos dias. A partir de terça-feira, 9 de junho, o regime atmosférico NAO+ deverá ganhar maior influência, favorecendo tempo predominantemente estável, seco e com pouca nebulosidade em grande parte do território.
A chegada de ar mais fresco deverá fazer-se sentir principalmente durante a madrugada e manhã de segunda-feira, 8 de junho. As regiões do Norte e Centro de Portugal continental serão as mais expostas a esta alteração, sobretudo nas zonas costeiras.
A chuva, quando ocorrer, deverá ser fraca e dispersa. Não estão previstos acumulados relevantes, mas a nebulosidade poderá aumentar e deixar o ambiente mais fresco em comparação com os dias anteriores.
No litoral Norte e Centro, a descida das temperaturas deverá ser mais notada. A mudança será menos expressiva do que a registada no início de junho, mas suficiente para criar maior contraste entre o litoral e o interior.
Enquanto o litoral poderá sentir mais nuvens e ar fresco, o interior deverá manter temperaturas mais elevadas. Este domingo, 7 de junho, várias zonas do interior Norte, Centro e Sul deverão registar uma nova subida das máximas.
Em algumas localidades do interior Centro e do Alentejo, os termómetros poderão voltar a ultrapassar os 30 ºC durante a tarde. Já na faixa litoral entre Viana do Castelo e Lisboa, as temperaturas deverão manter-se mais contidas.
Lisboa poderá registar uma ligeira descida, rondando os 26 ºC, enquanto o interior continua mais quente. Este contraste deverá manter-se no início da semana, antes de nova mudança na segunda metade da semana.
A partir de terça-feira, 9 de junho, a previsão aponta para uma estabilização gradual do tempo. O reforço das altas pressões sobre a Península Ibérica deverá favorecer dias secos, com pouca nebulosidade e sem precipitação significativa.
Este cenário deverá manter-se pelo menos até sexta-feira, 12 de junho, podendo prolongar-se por mais alguns dias. O regime NAO+ será dominante na Europa e no Atlântico Norte, condicionando o estado do tempo em Portugal.
Na prática, a chuva deverá ficar limitada ao início da semana e a episódios pouco expressivos. Depois disso, o tempo seco volta a ganhar terreno em praticamente todo o continente.
A segunda metade da semana poderá trazer uma mudança mais marcada, mas no sentido do calor. A partir de quinta-feira, 11 de junho, a influência anticiclónica e a possível chegada de uma massa de ar muito quente deverão provocar uma subida generalizada das temperaturas.
Segundo a previsão da Meteored, sexta-feira, 12 de junho, poderá ser o dia mais quente da semana, tanto pela intensidade do calor como pela área geográfica abrangida. Mesmo o litoral, que tem estado mais fresco, poderá registar valores bem acima do normal.
Várias capitais distritais poderão ultrapassar os 30 ºC. Em zonas do vale do Tejo e do Alto Alentejo, os valores poderão aproximar-se dos 39 a 40 ºC, embora a previsão ainda possa sofrer alterações por estar a vários dias de distância.
Na sexta-feira, 12 de junho, o modelo europeu aponta para anomalias térmicas positivas em todo o território continental. Isto significa temperaturas acima da média para esta altura do ano, em alguns casos entre 6 e 14 ºC acima dos valores habituais.
Cidades como Porto, Braga e Leiria poderão aproximar-se dos 34 ou 35 ºC. No interior, Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja poderão rondar os 36 ou 37 ºC, enquanto Santarém poderá chegar aos 38 ºC.
Para sábado e domingo, 13 e 14 de junho, a incerteza aumenta. Ainda assim, os primeiros sinais apontam para uma possível descida gradual das temperaturas, sobretudo no domingo.
Apesar do título da semana começar com alguma chuva, o cenário dominante deverá ser o tempo seco. A precipitação prevista no início da semana será fraca, localizada e mais provável no Norte e Centro, sobretudo junto ao litoral.
O ponto principal será a transição entre uma entrada temporária de ar fresco e uma segunda metade da semana potencialmente muito quente. Esta oscilação poderá fazer com que os próximos dias sejam marcados por grandes diferenças de temperatura.
Assim, quem vive no litoral Norte e Centro deve contar com mais nebulosidade e alguma chuva fraca no arranque da semana. Já no interior e no Sul, o destaque será a subida das temperaturas, com calor a ganhar força a partir de quinta-feira.
Leia também: Ainda vai precisar de guarda-chuva? O tempo dá uma volta e há regiões que ainda acordam com chuva neste dia
Previsão do tempo para o Algarve.
O conteúdo O tempo que vamos ter no Algarve este domingo (7 de junho) aparece primeiro em Algarve Marafado.
O sábado deverá trazer uma mudança gradual no estado do tempo em Portugal continental, com subida da temperatura e céu pouco nublado em grande parte do território. Ainda assim, o dia não começará da mesma forma em todas as regiões.
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o dia 6 de junho deverá arrancar com mais nebulosidade no litoral Norte e Centro, onde ainda poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou chuvisco até meio da manhã. Depois, a tendência será de melhoria.
A previsão do IPMA indica céu pouco nublado na maior parte do continente, mas temporariamente muito nublado no litoral Norte e Centro, bem como nos distritos de Vila Real e Viseu, até ao final da manhã.
Nessas zonas, poderão ocorrer períodos de chuva fraca ou chuvisco. No Minho e no Douro Litoral, a precipitação poderá ser por vezes moderada, embora limitada sobretudo às primeiras horas do dia. À medida que a manhã avançar, a nebulosidade deverá diminuir de forma gradual, abrindo caminho a um cenário mais favorável em várias regiões.
Uma das notas principais da previsão é a subida da temperatura, em especial da máxima. Depois de dias mais frescos e marcados por alguma instabilidade, os termómetros deverão voltar a recuperar em Portugal continental. Na Grande Lisboa, o céu deverá apresentar-se pouco nublado, embora temporariamente muito nublado até meio da manhã. Há possibilidade de chuva fraca ou chuvisco, mais provável junto ao Cabo Raso.
A região deverá registar uma pequena subida da temperatura mínima e uma subida mais evidente da máxima. O vento será fraco a moderado de norte ou noroeste, podendo soprar por vezes forte junto ao Cabo Raso durante a tarde.
Na Grande Porto, o sábado deverá começar com céu muito nublado e períodos de chuva fraca ou chuvisco até meio da manhã. Depois desse período, o céu deverá tornar-se gradualmente pouco nublado. O vento soprará fraco a moderado de noroeste, até 30 quilómetros por hora, podendo ser por vezes forte na faixa costeira durante a tarde, até 40 quilómetros por hora.
O IPMA prevê ainda uma pequena subida da temperatura, acompanhando a tendência de recuperação esperada para o continente.
O vento deverá soprar fraco a moderado de norte ou noroeste, até 30 quilómetros por hora, sendo fraco nas regiões Norte e Centro até meio da manhã. Ainda assim, poderá soprar por vezes forte, até 40 quilómetros por hora, nas terras altas do Centro e Sul até ao início da manhã e na faixa costeira ocidental durante a tarde.
Na costa sul do Algarve, o vento deverá soprar de oeste ou sudoeste durante a tarde. No geral, o Algarve deverá ter céu pouco nublado, num dia mais estável do que o previsto para o litoral Norte e Centro.
Na costa ocidental, o IPMA prevê ondas de noroeste com 1,5 a 2 metros, aumentando gradualmente para 2 a 3 metros. A temperatura da água do mar deverá variar entre 15 e 17 graus. Na costa sul, as ondas deverão ser de sudoeste com cerca de 1 metro. A temperatura da água deverá situar-se entre 18 e 19 graus.
O estado do mar será, por isso, mais condicionado na costa ocidental, enquanto o litoral sul deverá apresentar condições mais moderadas.
Nos Açores, o sábado deverá manter alguma instabilidade em vários grupos. No Grupo Ocidental, o céu estará muito nublado, com abertas a partir da manhã. Há condições favoráveis à formação de neblinas na madrugada e início da manhã, bem como períodos de chuva fraca ou chuvisco, passando depois a aguaceiros fracos.
No Grupo Central, o céu deverá apresentar-se muito nublado, com abertas a partir da tarde. Também aqui estão previstos períodos de chuva fraca ou chuvisco durante a madrugada e manhã, passando depois a aguaceiros fracos.
Já no Grupo Oriental, deverão ocorrer períodos de céu muito nublado com abertas. As temperaturas previstas variam entre 16 e 23 graus em Santa Cruz das Flores, 17 e 22 graus na Horta, 17 e 22 graus em Angra do Heroísmo e 17 e 22 graus em Ponta Delgada.
Na Madeira, o cenário será mais estável durante boa parte do dia. O IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo, aumentando gradualmente de nebulosidade a partir do meio da tarde. O vento será fraco a moderado do quadrante norte, entre 10 e 30 quilómetros por hora. Nas terras altas, está prevista uma pequena subida da temperatura.
Já na região do Funchal, o céu deverá apresentar-se pouco nublado ou limpo, tornando-se gradualmente mais nublado a partir da tarde. O vento deverá ser fraco, inferior a 15 quilómetros por hora.
O sábado deverá, assim, começar com alguma chuva fraca no litoral Norte e Centro, mas a tendência será de melhoria ao longo do dia. A subida da temperatura máxima será uma das principais mudanças em Portugal continental.
Para quem estiver no Norte e Centro, sobretudo junto ao litoral, o guarda-chuva ainda poderá ser útil durante a manhã. Para o resto do país, o dia deverá ser mais aberto, com sinais de recuperação nos termómetros e menos nebulosidade à medida que o sábado avança.
Leia também: Chuva a caminho: depressão no Atlântico traz mau tempo a esta região
O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios no Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A previsão do instituto é de que, no período entre quinta-feira (04) e segunda (08), o tempo terá predomínio de sol e alguma variação de nuvens no decorrer do dia. A umidade do ar, no período da tarde, pode ficar em torno dos 30% na região.
Apesar disso, as temperaturas mínimas devem variar entre 7°C e 9°C em áreas de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, podendo cair um pouco mais a partir de sexta. No Mato Grosso, as temperaturas máximas podem passar dos 34°C e chegar a 36°C.
Segundo o InMet, até a próxima segunda-feira (8), o tempo seguirá quente e úmido em grande parte da Região Norte, favorecendo as pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá.
As temperaturas mínimas podem ficar entre 16°C e 18°C, e as máximas podem variar de 35°C a 36°C. Diferentemente do resto da região, áreas de Rondônia, Tocantins e a faixa sul do Pará podem apresentar umidade do ar abaixo dos 30%.
No Nordeste, chove especialmente em áreas próximas ao litoral, com destaque para a região do Recôncavo Baiano, o litoral entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e áreas do norte do Maranhão.
A partir desta sexta-feira (5), as chuvas devem diminuir, mas ainda são previstas pancadas ao norte do Maranhão.
No interior, haverá temperaturas elevadas durante o dia. As mínimas mais baixas, de 11°C a 13°C, serão em localidades do interior da Bahia e, as máximas podem variar entre 36°C a 38 °C em áreas do Sertão, onde a umidade do ar pode ficar abaixo dos 30%.
Na Região Sudeste, especialmente no leste e em áreas do litoral, há chance de chuva fraca devido ao transporte de umidade que chega do mar, entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, com possibilidade de ocorrência de neblina ou nevoeiro.
A previsão é de temperaturas mínimas em torno de 4°C em cidades do sul de Minas Gerais, áreas da Serra da Mantiqueira e Serra Fluminense, onde há possibilidade de geada. As máximas podem variar entre 27°C e 29°C em áreas do norte de Minas Gerais.
A umidade do ar pode ficar pontualmente abaixo dos 30% em cidades do oeste e norte de São Paulo, além de cidades do oeste do estado e triângulo mineiro.
Na Região Sul, a previsão indica baixa possibilidade de chuva até domingo (8), com as temperaturas mínimas variando entre 3°C e 6°C, principalmente em cidades mais altas das serras gaúcha e catarinense.
Esse cenário pode causar geada fraca e localizada e condições para neblina ou nevoeiro na faixa leste da região, principalmente nas primeiras horas da manhã.
As temperaturas máximas devem variar de 24°C a 27°C em áreas do norte do Paraná.
O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios no Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A previsão do instituto é de que, no período entre quinta-feira (04) e segunda (08), o tempo terá predomínio de sol e alguma variação de nuvens no decorrer do dia. A umidade do ar, no período da tarde, pode ficar em torno dos 30% na região.
Apesar disso, as temperaturas mínimas devem variar entre 7°C e 9°C em áreas de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, podendo cair um pouco mais a partir de sexta. No Mato Grosso, as temperaturas máximas podem passar dos 34°C e chegar a 36°C.
Segundo o InMet, até a próxima segunda-feira (8), o tempo seguirá quente e úmido em grande parte da Região Norte, favorecendo as pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá.
As temperaturas mínimas podem ficar entre 16°C e 18°C, e as máximas podem variar de 35°C a 36°C. Diferentemente do resto da região, áreas de Rondônia, Tocantins e a faixa sul do Pará podem apresentar umidade do ar abaixo dos 30%.
No Nordeste, chove especialmente em áreas próximas ao litoral, com destaque para a região do Recôncavo Baiano, o litoral entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e áreas do norte do Maranhão.
A partir desta sexta-feira (5), as chuvas devem diminuir, mas ainda são previstas pancadas ao norte do Maranhão.
No interior, haverá temperaturas elevadas durante o dia. As mínimas mais baixas, de 11°C a 13°C, serão em localidades do interior da Bahia e, as máximas podem variar entre 36°C a 38 °C em áreas do Sertão, onde a umidade do ar pode ficar abaixo dos 30%.
Na Região Sudeste, especialmente no leste e em áreas do litoral, há chance de chuva fraca devido ao transporte de umidade que chega do mar, entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, com possibilidade de ocorrência de neblina ou nevoeiro.
A previsão é de temperaturas mínimas em torno de 4°C em cidades do sul de Minas Gerais, áreas da Serra da Mantiqueira e Serra Fluminense, onde há possibilidade de geada. As máximas podem variar entre 27°C e 29°C em áreas do norte de Minas Gerais.
A umidade do ar pode ficar pontualmente abaixo dos 30% em cidades do oeste e norte de São Paulo, além de cidades do oeste do estado e triângulo mineiro.
Na Região Sul, a previsão indica baixa possibilidade de chuva até domingo (8), com as temperaturas mínimas variando entre 3°C e 6°C, principalmente em cidades mais altas das serras gaúcha e catarinense.
Esse cenário pode causar geada fraca e localizada e condições para neblina ou nevoeiro na faixa leste da região, principalmente nas primeiras horas da manhã.
As temperaturas máximas devem variar de 24°C a 27°C em áreas do norte do Paraná.
Confira a previsão meteorológica para a região algarvia.
O conteúdo O tempo vai estar assim no Algarve este sábado (6 de junho) aparece primeiro em Algarve Marafado.
Depois de vários dias com condições relativamente estáveis, uma depressão no Atlântico deverá trazer mais nuvens, humidade e períodos ocasionais de chuva fraca a uma região portuguesa nos próximos dias.
De acordo com a Meteored, a alteração deverá resultar da influência de uma depressão posicionada no Atlântico Norte, responsável por transportar ar mais húmido e favorecer um cenário mais cinzento durante vários dias.
A região em causa é o arquipélago dos Açores, que deverá ficar sob a influência desta depressão entre sexta-feira e meados da próxima semana.
A mudança não deverá traduzir-se, para já, num episódio de mau tempo severo. Ainda assim, os modelos meteorológicos apontam para céu geralmente muito nublado, períodos ocasionais de chuva fraca ou aguaceiros dispersos e vento moderado em várias ilhas.
A situação deverá ser mais evidente nas ilhas expostas à circulação húmida associada à depressão, sobretudo durante o fim de semana.
A nebulosidade deverá ser o elemento mais persistente da previsão. Segundo a Meteored, grande parte do arquipélago poderá permanecer sob céu muito nublado durante vários períodos, com algumas abertas temporárias.
Nas ilhas do Grupo Central, a cobertura de nuvens poderá ser particularmente elevada, atingindo frequentemente valores entre 80% e 100%. No Grupo Oriental, o céu deverá alternar entre fases mais fechadas e momentos com alguma melhoria temporária. Esta evolução está associada à entrada de ar húmido sobre a região, favorecendo a formação e manutenção de nuvens ao longo de vários dias.
Apesar do aumento da nebulosidade, a precipitação prevista deverá ser, em geral, fraca. Os modelos não indicam, nesta fase, acumulados significativos nem chuva persistente. Ainda assim, poderão ocorrer períodos ocasionais de chuva fraca ou aguaceiros dispersos, especialmente nas ilhas dos grupos Central e Ocidental.
A distribuição da chuva deverá ser irregular, como é frequente no arquipélago. Algumas ilhas poderão ter períodos mais húmidos, enquanto outras terão apenas céu muito nublado e precipitação pouco expressiva.
O vento deverá ganhar algum destaque entre sexta-feira e sábado, sobretudo nas ilhas mais expostas dos grupos Central e Oriental. As previsões indicam velocidades médias entre 20 e 30 quilómetros por hora, com períodos localmente mais ventosos em zonas costeiras e áreas de maior altitude.
Em alguns pontos mais expostos das ilhas Terceira, Faial e São Miguel, as rajadas poderão aproximar-se dos 40 a 45 quilómetros por hora. Apesar disso, estes valores ficam abaixo dos limiares normalmente associados a situações meteorológicas adversas.
A partir de domingo, o vento deverá perder intensidade de forma progressiva, acompanhando o enfraquecimento da influência mais direta da depressão sobre o arquipélago. Ainda assim, o ambiente húmido deverá manter-se durante vários dias. A previsão aponta para céu carregado, humidade elevada e chuva fraca ocasional até meados da próxima semana.
Esta evolução sugere uma mudança gradual, mas sem agravamento acentuado. A instabilidade deverá ser sentida sobretudo pela persistência da nebulosidade e pela possibilidade de precipitação fraca em diferentes momentos.
Os Açores deverão, assim, entrar numa fase mais cinzenta e húmida, depois de dias com tempo mais estável. A depressão no Atlântico deverá condicionar o estado do tempo, mas sem indicação de fenómenos severos nesta fase.
Para quem vive ou se desloca no arquipélago, a previsão aconselha atenção às atualizações meteorológicas, sobretudo nas ilhas mais expostas ao vento e aos períodos de chuva. No essencial, vem aí uma semana mais instável para os Açores, marcada por céu muito nublado, chuva fraca ocasional e vento moderado, sobretudo durante o fim de semana.
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A propósito do Dia da Criança, celebrado esta semana, Rui Tavares parte de uma pergunta do seu filho, simples e, ao mesmo tempo, vertiginosa: “qual é a história de todas as histórias?” Neste episódio especial, regressamos à infância, às infâncias e percorremos milénios

O feriado do Corpo de Deus levou muitos portugueses a escolherem o Algarve para alguns dias de descanso, mas as condições meteorológicas estão a alterar os planos de quem esperava passar horas no areal ou mergulhar no mar. O vento de norte que se tem feito sentir na região e a baixa temperatura da água estão a afastar muitos banhistas das praias algarvias, apesar de a época balnear já estar oficialmente em curso. De acordo com a SIC Notícias, várias zonas costeiras apresentam extensos areais praticamente vazios, numa altura em que tradicionalmente já se observa uma maior afluência de visitantes.
Em vez de chapéus-de-sol alinhados junto à água e longos períodos de permanência na praia, muitos dos que viajaram para sul optam por passeios à beira-mar e caminhadas junto à costa. A falta de condições para banhos prolongados acabou por criar uma realidade pouco habitual para um período de miniférias que costuma marcar um aumento significativo da ocupação das praias algarvias.
Apesar da menor presença de pessoas dentro de água, os responsáveis pela vigilância balnear recordam que os riscos continuam a existir. A abertura da época balnear trouxe também o reforço da vigilância em várias praias da região, numa altura em que já foram registadas algumas ocorrências relacionadas com afogamentos.
Em declarações à SIC Notícias, o nadador-salvador Júlio Fonseca alertou para a importância de manter uma distância de segurança, sobretudo quando estão crianças junto ao mar. “A dica que dou é a distância de segurança. Não é estar na linha de água, a distância de segurança é de um braço”, explicou.
A vigilância dos menores continua a ser uma das principais preocupações dos profissionais que trabalham nas praias durante os meses mais movimentados do ano. Segundo a mesma fonte, os primeiros dias da época balnear já registaram vários incidentes relacionados com situações de afogamento.
Júlio Fonseca recordou que “começámos a temporada a 7 de maio e no dia 8 já houve um afogamento e, até então, já tivemos quatro afogamentos”. O nadador-salvador destacou ainda que os adolescentes estão entre os grupos que mais frequentemente assumem comportamentos de risco quando entram na água.
Enquanto as temperaturas não sobem e o vento não abranda, o cenário repete-se em várias praias da região. Muitos visitantes aproveitam o contacto com o mar de uma forma diferente, privilegiando caminhadas, momentos de descanso ou simplesmente a contemplação da paisagem.
A ausência de grande concentração de pessoas faz com que, pelo menos para já, encontrar espaço no areal não seja um problema. Conforme a mesma fonte, a procura existe, mas as condições atmosféricas têm condicionado a permanência prolongada junto ao mar.
A chegada do verão aproxima-se, mas muitos visitantes aguardam agora por uma melhoria das condições para aproveitarem plenamente as praias algarvias. Até lá, a recomendação das autoridades e dos profissionais de vigilância mantém-se centrada na prevenção e na adoção de comportamentos seguros.
Com a época balnear já aberta, o foco continua a estar na segurança de quem frequenta as zonas costeiras. “Dos 12 aos 15 anos é a faixa que mais arrisca e se coloca em perigo”, alertou ainda Júlio Fonseca, numa mensagem dirigida especialmente aos pais e encarregados de educação que acompanham crianças e adolescentes nas praias algarvias.
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Confira a previsão meteorológica para a região algarvia.
O conteúdo O tempo que vamos ter no Algarve esta 6.ª feira (5 de junho) aparece primeiro em Algarve Marafado.
A associação ambientalista Zero considerou hoje que o novo modelo regulatório para o Fundo Ambiental, prometido pela ministra, “ficou por cumprir”, criticando uma gestão “marcadamente discricionária e permeável à agenda do momento sem critérios baseados em resultados”.
Num balanço ao mandato da ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, por ocasião do Dia Mundial do Ambiente que se assinala esta sexta-feira, a Zero identifica três sinais positivos e três negativos.
“Quando tomou posse, a ministra do Ambiente prometeu mais rigor, transparência e um novo modelo regulatório para o Fundo Ambiental. Dois anos depois, a Zero constata que a reforma ficou por cumprir. A gestão mantém-se marcadamente discricionária, permeável à agenda do momento e sem critérios baseados em resultados”, lê-se no balanço.
A Zero lamenta que, em 2026, embora “rotulado de urgente e em resposta às intempéries de janeiro”, o primeiro despacho anual tenha sido publicado em março.
“E o orçamento completo só chegou em maio: o ano começa sem planeamento, e o Fundo reage a crises em vez de as antecipar e é mais um financiamento do Ministério da Agricultura que, por exemplo, de apoio à área do ambiente ou de atividades de conservação da natureza. Se mereceu destaque o apoio às organizações não-governamentais de ambiente no ano passado, este ano, da educação ambiental aos centros de recuperação e a novos projetos europeus, por agora nada consta”, analisou.
Avaliando pelos despachos publicados em Diário da República, a associação refere que estes “retratam um fundo que dá para tudo”, exemplificando que a taxa de carbono financia passes de transporte, a mesma tabela orçamental inclui o lobo ibérico, os polinizadores e o restauro de pradarias marinhas e fala em “apoios avulsos ao combustível de táxis”.
As transferências para o Instituto de Financiamento da Agricultura e os 27 milhões de euros anuais para recolha de biorresíduos “sem qualquer avaliação de impacto conhecida” também são criticadas.
“Com mais de 67% do orçamento pré-comprometido em transferências para energia e transportes, a margem de decisão é cada vez mais residual. O Fundo continua a ser o ‘saco azul’ da política ambiental: quanto mais heterogéneo o seu conteúdo, mais evidente a ausência de uma visão estratégica que oriente o financiamento público em função dos desafios climáticos e ambientais”, refere a Zero.
Ainda em jeito de análise, a associação ambientalista volta a falar em “subserviência aos interesses do Ministério da Agricultura”, antecipando que esta resulta “numa gestão irresponsável da água”.
Para a Zero é “enganosa” a designação “Água que Une” para um programa de medidas que tem vindo a “separar as águas, ao consagrar a visão produtivista do regadio industrial principal destino dos investimentos e prioridade da calendarização”.
“A insistência na construção de novas barragens, apresentadas como resposta à escassez hídrica, revela a persistência de um paradigma ultrapassado, assente na artificialização dos rios, na degradação dos ecossistemas e na ilusão de que se pode resolver um problema de sobre-exploração apenas com mais oferta. Neste processo, o Ministério do Ambiente e Energia tem revelado uma preocupante incapacidade para afirmar uma política da água autónoma, coerente com a proteção dos ecossistemas e a salvaguarda do interesse público”, considera.
Para a Zero também não há boas notícias no campo das obrigações de redução de emissões na área do clima, tema que considera o principal do Dia Mundial do Ambiente de 2026 e as notícias não são boas.
“Os dados oficiais mais recentes confirmam que a ligeira redução das emissões nacionais em 2024 não traduz ainda uma trajetória estrutural compatível com o cumprimento das metas climáticas de 2030. Apesar de Portugal ter registado uma diminuição de cerca de 3% face a 2023, esta evolução ficou sobretudo associada ao aumento da produção elétrica renovável, em particular devido a condições hídricas favoráveis e ao crescimento do solar fotovoltaico, e não a uma transformação profunda dos setores mais emissores”, considera.
Para a Zero “esta fragilidade é especialmente evidente quando se compara o ritmo atual com o necessário para cumprir o Plano Nacional de Energia e Clima 2030”, uma vez que, acrescenta, “Portugal terá de conseguir uma redução média próxima de 4,7% ao ano, muito acima do desempenho observado na última década”.
Para a Zero “a maior preocupação reside no setor dos transportes, que se consolidou como o principal foco de pressão climática em Portugal, representando 35,2% do total das emissões nacionais”.
Ainda assim, a Zero vê como positivo o esforço de resolução do contencioso com a Comissão Europeia no âmbito dos Planos de Gestão das Zonas Especiais de Conservação e elogia a ministra do Ambiente por esta ter direcionado o investimento para as áreas como a recolha seletiva e mesmo a prevenção.
Outro aspeto elogiado é o apoio às organizações não-governamentais ligadas ao ambiente (ONGA), no âmbito da comparticipação nacional de projetos europeus.
Em causa estão projetos que a Zero diz terem um reconhecido impacto no país, seja em termos de concretização de objetivos ambientais, seja em termos de criação de emprego e fomento da atividade económica e cuja necessidade de comparticipação nacional pode chegar aos 40%.
Por fim, em jeito de reflexão final, a Zero pede que se “recentre a política ambiental no seu propósito fundamental: proteger o bem comum e os direitos das gerações presentes e futuras”.
E critica: “num contexto de crescente desvalorização das políticas ambientais, a chamada ‘simplificação’ tem servido demasiadas vezes para acelerar interesses privados, fragilizando o ordenamento do território, a gestão dos recursos e a equidade”.
O Dia Mundial do Ambiente celebra-se anualmente a 05 de junho.
A data foi instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 1972, durante a Conferência de Estocolmo sobre o Ambiente Humano.
Este ano é dedicado ao tema “Inspirados pela Natureza. Pelo Clima. Pelo Nosso Futuro” com um foco central e urgente no combate às alterações climáticas.
O conteúdo Associação diz que promessas sobre Fundo Ambiental ficaram por cumprir aparece primeiro em O MINHO.
Portugal continental deverá ter uma quinta-feira mais instável, com chuva fraca, vento por vezes forte e descida da temperatura máxima. O cenário deverá fazer-se sentir sobretudo no litoral Norte e Centro, mas também em zonas expostas do litoral oeste, terras altas e barlavento algarvio.
De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), esta quinta-feira será marcada por céu geralmente muito nublado, com abertas no Algarve e no interior. A nebulosidade deverá diminuir de forma gradual a partir do fim da manhã, mas antes disso ainda haverá períodos de chuva fraca ou chuvisco em várias regiões.
Chuva fraca até ao fim da manhã
Segundo o IPMA, a precipitação deverá afetar sobretudo o Norte e o Centro até ao fim da manhã, sendo mais provável junto ao litoral. Em alguns locais do litoral oeste da região Sul e do Alentejo, também poderá ocorrer chuva fraca ou chuvisco. No Minho, a precipitação poderá prolongar-se até ao meio da tarde. Ainda assim, a previsão aponta para chuva fraca, sem indicação de acumulados relevantes ou de um episódio de precipitação intensa.
A manhã deverá ser, por isso, a fase mais cinzenta do dia em várias regiões. Também existe possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais, o que poderá reduzir temporariamente a visibilidade.
Vento forte ganha destaque durante a tarde
O vento será um dos principais elementos da previsão. No continente, deverá soprar fraco a moderado de noroeste, até 30 quilómetros por hora, mas poderá tornar-se moderado a forte em zonas mais expostas. O IPMA prevê vento entre 30 e 40 quilómetros por hora no litoral oeste, no barlavento algarvio e nas terras altas, em especial do Centro e Sul. As rajadas poderão chegar aos 65 quilómetros por hora, sobretudo durante a tarde.
Na costa do sotavento algarvio, o vento deverá rodar temporariamente para oeste durante a tarde. Esta circulação deverá contribuir para uma sensação térmica mais fresca, sobretudo nas zonas costeiras e em áreas de maior altitude.
Lisboa e Porto com chuva fraca e rajadas
Na Grande Lisboa, o céu deverá apresentar-se geralmente muito nublado, diminuindo de nebulosidade a partir da manhã. O IPMA prevê períodos de chuva fraca ou chuvisco até ao meio da manhã, especialmente junto ao Cabo Raso. O vento deverá soprar de norte ou noroeste, fraco a moderado, podendo ser por vezes forte, até 45 quilómetros por hora. As rajadas poderão atingir 65 quilómetros por hora, sobretudo junto à faixa costeira e durante a tarde.
Já no Grande Porto, a previsão aponta para céu geralmente muito nublado, também com diminuição da nebulosidade a partir da manhã. A chuva fraca ou chuvisco deverá persistir até ao fim da manhã, com vento de norte ou noroeste por vezes forte junto à costa e rajadas até 55 quilómetros por hora durante a tarde.
A previsão do IPMA indica uma descida da temperatura máxima, especialmente no interior. A mudança deverá reforçar a sensação de um dia mais fresco, depois de um início de junho marcado por oscilações no estado do tempo.
A descida não deverá ser igual em todo o território. No litoral, a influência do vento e da nebulosidade poderá manter o ambiente mais contido, enquanto no interior a redução das máximas deverá ser mais evidente. Apesar disso, o dia não será marcado apenas por chuva. À medida que a nebulosidade diminuir a partir do fim da manhã, algumas zonas deverão ter abertas, sobretudo no Algarve e no interior.
O estado do mar também deverá mudar ao longo do dia. Na costa ocidental, as ondas de noroeste deverão ter entre 1,5 e 2,5 metros, aumentando gradualmente para 2,5 a 3,5 metros a partir da tarde.
A temperatura da água do mar na costa ocidental deverá situar-se entre 16 e 17 graus. Na costa sul, as ondas serão de sudoeste com cerca de 1 metro, sendo inferiores a 1 metro na parte leste, com temperatura da água entre 19 e 20 graus. Estas condições tornam a costa ocidental mais exposta ao agravamento do estado do mar, enquanto a costa sul deverá manter ondulação mais baixa.
Nos Açores, o grupo ocidental deverá ter períodos de céu muito nublado com abertas, tornando-se encoberto. Para a noite, estão previstos períodos de chuva fraca, acompanhados de vento sudoeste fresco a muito fresco, com rajadas até 70 quilómetros por hora. No grupo central, o céu deverá apresentar períodos de muita nebulosidade com boas abertas, aumentando de nebulosidade para a noite. No grupo oriental, também se esperam períodos de céu muito nublado com boas abertas.
Já na Madeira, o IPMA prevê períodos de céu muito nublado, com aumento gradual da nebulosidade. A partir do final da tarde, há possibilidade de chuva fraca, mais provável na vertente norte e nas terras altas da ilha da Madeira. No Funchal, o céu deverá começar pouco nublado, tornando-se geralmente muito nublado a partir da tarde.
A quinta-feira deverá, assim, trazer uma combinação de chuva fraca, vento forte e descida da temperatura máxima. O mau tempo será mais evidente no litoral Norte e Centro durante a manhã, mas o vento deverá ganhar força em várias zonas expostas durante a tarde.
No continente, as regiões a acompanhar com maior atenção serão o litoral oeste, as terras altas do Centro e Sul e o barlavento algarvio, onde as rajadas poderão chegar aos 65 quilómetros por hora. Apesar da melhoria gradual da nebulosidade ao longo do dia, o estado do tempo ficará marcado por um ambiente mais fresco, vento mais intenso e mar a subir na costa ocidental.
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A chuva fraca e os chuviscos voltam a marcar presença em algumas zonas de Portugal continental nos próximos dias, embora sem grande expressão. O cenário meteorológico será dominado por frentes frias enfraquecidas, nebulosidade temporária e vento de noroeste, sobretudo no litoral e nas terras altas.
Esta quinta-feira, 4 de junho, a partir do meio da manhã, deverá ocorrer uma nova vaga de chuva fraca ou chuviscos no litoral Norte e Centro, podendo também chegar a algumas zonas do interior Norte e Centro e, mais a sul, ao litoral Oeste e à Área Metropolitana de Lisboa, segundo a Meteored.
A precipitação prevista será pouco intensa e localizada, afetando sobretudo os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa. Também poderão surgir períodos de chuva fraca em zonas dos distritos de Vila Real e Viseu, embora de forma mais dispersa.
Esta instabilidade está associada à passagem de frentes frias enfraquecidas, num contexto de ar mais fresco de origem polar marítima. Apesar disso, não está previsto um episódio de chuva forte, mas sim precipitação fraca e pouco frequente, com maior incidência no litoral Norte e Centro.
Além da chuva fraca, a nortada deverá intensificar-se temporariamente durante as tardes, sobretudo no Centro e Sul do país. As zonas mais expostas deverão ser o litoral Oeste a sul do Cabo Mondego, as terras altas do Centro e Sul e o Barlavento Algarvio.
Nestas áreas, estão previstas rajadas que poderão atingir entre 55 e 65 km/h, o que poderá tornar a sensação térmica mais fresca, sobretudo junto à costa e em zonas mais elevadas. O vento de noroeste será, por isso, um dos elementos mais marcantes do estado do tempo nos próximos dias.
Depois de uma sexta-feira sem previsão de precipitação, uma nova frente fria poderá aproximar-se de Portugal continental nas primeiras horas de sábado, 6 de junho.
A sua influência deverá manter-se até ao final da manhã ou início da tarde, afetando sobretudo o Noroeste do país, de acordo com a mesma fonte.
O Minho surge como a região mais exposta, com destaque para os distritos de Viana do Castelo e Braga. Ainda assim, não se exclui a possibilidade de ocorrerem chuviscos muito dispersos noutras zonas do Norte litoral e interior.
De acordo com os mapas de referência da Meteored, a chuva acumulada será geralmente escassa entre esta quinta-feira e sábado. Viana do Castelo deverá ser o distrito com maior precipitação acumulada, podendo registar até 7 mm.
Braga deverá surgir logo a seguir, com valores entre 2 e 4 mm. Já Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Vila Real e Viseu deverão registar acumulados inferiores, entre 0,5 e 3 mm.
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