Normal view

Migranti, Usa avvisano Ue: "Spiagge invase da ideologie pericolose"

L’Europa Occidentale ha un problema di immigrazione irregolare e questo è un dato di fatto inconfutabile. Per troppi anni le politiche buoniste hanno permesso che in Europa entrasse, e permanesse, chiunque, causando enormi danni al tessuto sociale. Solo di recente i Paesi dell’Unione si sono resi conto che quel sistema non è sostenibile e non lo è mai stato, cercando di porre rimedio a quanto fatto. Questo è coinciso con l’arrivo di Giorgia Meloni e di un governo di centrodestra a Palazzo Chigi, che è stato capace di riportare il tema dell’immigrazione al centro dell’agenda europea, anche se non sarà un percorso semplice e, soprattutto, rapido.

Nasce da qui la critica di Peter Hegseth, segretario americano alla Difesa, che oggi ha tenuto un discorso a Colleville-sur-Mer (nord della Francia) in occasione delle celebrazioni per lo Sbarco in Normandia. Ha messo a paragone lo storico evento che vide protagonisti i soldati americani al fatto che “oggi diverse spiagge europee sono prese d'assalto da varie ideologie pericolose: sulle spiagge della Spagna, dell'Italia, della Grecia e della Bulgaria, arrivano barche e uomini”. Quindi, ha proposto una domanda retorica: “Le capitali europee agiranno contro questa invasione o è già troppo tardi?”. Una domanda che resta sospesa ma che tanti europei si sono già posti, dandosi anche delle risposte. Se ancora c’è tempo, questo è molto poco ed è per questo che l’Europa ha approntato il Patto di migrazione e asilo per agevolare le espulsioni e i rimpatri.

Dalle spiagge della Normandia, quindi, Hegseth è tornato sulle polemiche legate alla Nato, dichiarando che “gli Stati Uniti devono mostrare la strada, e lo faremo, ma i nostri alleati devono essere al nostro fianco”. Il segretario alla Difesa ha affermato anche che “l'unica garanzia della pace è la forza” ma non ha fatto alcun cenno al conflitto in corso in Iran o in tutti gli altri scenari di guerra che sono aperti nel mondo. “Gli uomini sepolti qui hanno combattuto in un'alleanza in cui ogni partner ha portato la propria piena capacità, coraggio e sacrificio. Non slogan vuoti, non summit nel lusso, non comunicati”, ha proseguito, parlando di fronte alle croci dei 9.387 militari americani morti nello sbarco in Normandia.

Hegseth blasts ‘invasion’ of migrants on Europe’s beaches in D-Day speech in France

6 June 2026 at 14:53
US Pentagon chief Pete Hegseth on Saturday marked the 82nd anniversary of the World War II D-Day landings in France with a speech that bemoaned the "invasion" of "boats and men" on Europe's beaches. In his address at a US military cemetery in Normandy, Hegseth also called on allies to contribute more to their defence. 

Albanians protest Trump-linked resort development planned for nature reserve

6 June 2026 at 14:41
Protesters on Saturday gathered at the Vjosa-Narta lagoon, a nature reserve on the Albanian coast, to denounce a plan by US President Donald Trump's son-in-law, Jared Kushner, to build a ​luxury resort in an ‌environmentally sensitive area. Albanian Prime Minister Edi Rama has insisted that "top" experts will be involved in the project, which has yet to be approved.

Ukraine launches fresh drone attack on St. Petersburg region on final day of ‘Russian Davos’

6 June 2026 at 14:07
Ukraine on Saturday fired hundreds of drones targeting the St. Petersburg region in the second such attack on Russia’s second-largest city in less than a week. The attack came on the final day of the St. Petersburg International Economic Forum, President Vladimir Putin’s annual investment forum known as “Russia’s Davos”.

Equívocos

6 June 2026 at 12:03

“O Hospital de Faro recusou admitir nas Urgências uma grávida em trabalho de parto porque esta não tinha ligado antes para a linha SNS 24. O INEM que assistiu a grávida à porta da urgência, insistiu que a mulher fosse admitida mas o hospital ordenou o transporte para Portimão, a 70 quilómetros” noticia a Comunicação Social, escrita e televisiva, que acrescenta “A Unidade Local de Saúde do Algarve garante ter sido uma decisão acertada: a grávida era saudável, a gravidez de termo e acompanhada“ e também é noticiado que a Ministra da Saúde, quando questionada, respondeu que serão pedidas explicações ao Hospital.

O habitual sururu do costume como se o facto verificado seja alheio à metodologia que o Ministério instituiu.

Não dispensam estas notícias algumas reflexões, começando pela matéria exposta, passando pela sua congruência e a importância muito mais relevante da causa deste estado de coisas.

Quanto à matéria exposta não fica claro se a utente não é admitida por ter cometido “o pecado“ de não ter telefonado para a linha SNS 24, embora o seja na notícia afirmado, ou se por não haver mais do que um obstetra de serviço e em prevenção, como afirma a ULS, logo se o Bloco de Partos estaria funcional, e também a ULS explicitar condições clinicas constantes no processo clínico a que só teria tido acesso depois de a parturiente ser admitida, o que na mesma noticia é afirmado não ter acontecido.

Poder-se-á concluir de certeza, é ser um episódio que em primeiro lugar atinge uma mãe quase a dar à luz e em segundo lugar a regulamentação que origina estes equívocos.

Reflitamos no que seria determinado a uma gestante de termo que morasse na Rua Leão Penedo, a mesma do Hospital de Faro, e telefonasse para a linha Saúde 24 ou para o INEM. Se o Bloco de Partos, de Faro, estivesse encerrado, seria igualmente encaminhada para o Hospital de Portimão.

Nenhuma diferença na resposta do sistema organizado ao telefonar para o INEM á porta da urgência ou do outro lado da rua, salvo a componente emoção.

Daqui a a questão que não se pode perder de vista:

Serviços insuficientes para a população que lhes está consignada.

Se se pode e tender que a falta de recursos humanos disponíveis para assegurarem o funcionamento das maternidades necessárias (programadas pelos ratios populacionais abrangidos e não pelos recursos humanos disponíveis), possam obrigar a metodologias transitórias de regionalização da prestação ou o recurso a contactos telefónicos prévios, apesar de indesejados, já não se entenderá porque surge esta dificuldade especialmente na especialidade de Obstetrícia.

Pelo menos é a especialidade cuja falta de recursos tem determinado o encerramento pontual ou definitivo dos respetivos serviços de urgência, as maternidades.

Ratios excelentes de médicos obstetras e pediatras nas equipas médicas, mas desligados da realidade do País? Ausência de equipas funcionais e multidisciplinares? Não sabemos.

Será assim indispensável identificar o que leva a este estado de coisas até porque se no ano passado os privados conseguiram aumentar para 16.317 os partos realizados num acréscimo de mais de 8% em relação ao ano anterior, com certeza não tiveram falta de obstetras.

Dualidade de critérios quanto à exigência numérica de médicos nas equipas funcionais, no público e no privado? Também não sabemos.

Só sabemos ser indispensável identificar as causas profundas desta situação tão dificil da assistência materno-infantil, que irá muito para além das vindas a público com soluções só aparentes, maternidades regionais, telefonemas prévios, ou incentivos pecuniários ilegais(!).

Ilegais como explicitamente expressa o comunicado do Conselho de Ministros de 7 de Maio, que reza que um dos diplomas aprovados ”prevê a atribuição de um incentivo remuneratório progressivo para o trabalho prestado além dos limites legais anuais

Reduzir a solução da carência de médicos obstetras, ou outros, exclusivamente à atribuição de incentivos pecuniários remunerando trabalho extraordinário além do considerado conveniente ao eficiente desempenho, não será o caminho para a normalização do SNS, pelo menos do SNS universal e tendencialmente gratuito ainda estabelecido, já que não foi qualquer outro eleitoralmente sufragado.

Urge serem encaradas soluções competentes que, na sua abrangência, realmente modifiquem este estado de coisas.

Fogo em Baleizão consome zona de mato

6 June 2026 at 12:04

Um incêndio na zona de Baleizão, conchelho de Beja, está a consumir uma área de mato, de acordo com a Proteção Civil.

O alerta, para o foco de incêndio em Horta da Fonte Santa, Baleizão, foi dado às 11h21, e lavra numa área de mato.

No local estão 25 elementos dos bombeiros apoiados por 5 viaturas e 1 meio aéreo.

“Nós Propomos” mostrou o empenho dos jovens na melhoria de Évora

6 June 2026 at 11:32

Um grupo de alunos do 12º Ano da Escola Secundária Severim de Faria, acompanhados pelo professor António Cravo, veio, na tarde de 1 de junho, aos Paços do Concelho de Évora, apresentar as suas ideias e propostas para solucionar problemas, numa mostra de ação de cidadania responsável e atenta, centrada no território local.

Esta ação enquadra-se no âmbito do “Nós Propomos”, projeto educativo nacional no âmbito da disciplina de Geografia, promovido pelo Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa (IGOT-ULisboa) e do qual a Autarquia é parceira a nível local.

Os alunos da Escola Secundária Severim de Faria foram recentemente convidados pela Vereadora Carmen Carvalheira a vir à Câmara Municipal de Évora apresentar os seus projetos, após esta ter tomado contato com o trabalho que dinamizam na disciplina de Geografia C, aquando da realização do Seminário Nacional do Projeto, em Lisboa.

Durante algumas horas, os alunos apresentam identificaram várias situações que merecem ser melhoradas a apresentaram soluções para, em conjunto com as instituições locais, nomeadamente a Câmara Municipal, resolver as questões que mais os preocupam.

Mostraram talento, conhecimento do território e vontade de resolver situações de planeamento urbano com vista a qualificar mais Évora, facilitando a mobilidade e tornando o nosso Concelho mais inclusivo e acolhedor, em particular para os cidadãos com mobilidade mais reduzida, aliando também as novas tecnologias ao seu trabalho.

Tal como a Vereadora da Educação, também o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Zorrinho valorizou bastante esta apresentação, fazendo questão de assistir à mesma – apesar da sua agenda sempre muito preenchida.

Deste encontro entre os estudantes e o Executivo saiu já o convite camarário para começarem a fazer um trabalho conjunto concreto ao longo do ano.

Pope Leo visits Spain with focus on immigration

6 June 2026 at 11:26
Pope Leo arrived in Spain on Saturday for a week-long visit, his first to an EU country outside Italy, where he will inaugurate ​a new tower ‌in Barcelona's famed Sagrada Familia basilica and meet migrants who braved dangerous Atlantic waters to reach ⁠Europe. FRANCE 24's Sarah Morris reports from Madrid.

“Hanno chiuso piazza Croce dei Vespri per questa ‘picciuttedda’. Cose da pazzi”: traffico in tilt e proteste a Palermo per il matrimonio di Dua Lipa e Callum Turner. Il sindaco Lagalla smorza le polemiche

6 June 2026 at 11:21

Il benvenuto a Palermo per Dua Lipa e Callum Turner non è stato esattamente dei migliori: “Palermo is not for rent. La nostra piazza non è il tuo salotto”, si leggeva in uno striscione appeso ieri da alcuni residenti e commercianti del centro della città scelta dalla pop star e dall’attore per celebrare le loro nozze. Tanto glamour, moltissima curiosità e un po’ di polemiche sono gli ingredienti del matrimonio all’italiana della coppia che appena qualche giorno fa, a Londra, si è ufficialmente sposata. E mentre gli invitati ad alto tasso vip – 200 o 300, a seconda delle stime -, arrivavano a Palermo, montava la protesta e il traffico andava in tilt.

LE NOZZE SHOW DI DUA LIPA E LE POLEMICHE CONTRO LA “PICCIUTTEDDA”

Hanno chiuso piazza Croce dei Vespri per questa ‘picciuttedda’. Cose da pazzi, a me non interessa”. È questo il commento di un palermitano riportato dal Quotidiano di Sicilia, che racconta di proteste e caos a causa delle strade chiuse e del centro storico blindato per bloccare fotografi, fan e semplici curiosi. “Attorno a piazza Sant’Anna l’area è completamente blindata” e questo ha provocato il blocco di diverse strade, traffico in tilt e le proteste di residenti (“con gente che non può passare in alcuni casi neanche a piedi a causa del blocco della strada”) e commercianti. Il tutto testimoniato dai manifesti apparsi su alcuni balconi della città, tra cui “Palermo is not for rent” o, ancora, “la nostra piazza non è il tuo salotto”, che secondo il Quotidiano di Sicilia sarebbero subito tolti dalla sicurezza della coppia.

LA GRANDE FESTA CON LA BANDA E GLI AMICI VIP

Incuranti delle proteste, Dua Lipa e Callum Turner ieri hanno cominciato i festeggiamenti. Prima tappa, nel pomeriggio, la visita privata alla Galleria d’Arte Moderna (per l’occasione chiusa al pubblico) poi, la sera, primo assaggio di party a Palazzo Gangi (quello della celebre scena del ballo de Il Gattopardo di Luchino Visconti) e piazza Croce dei Vespri trasformata in un set con auto d’epoca e banchetti di frutta. Circa 200 i presenti, tra cui la pop star Charli XCX e George Daniel, Troye Sivan, Joe Alwyn, Mark Ronson e Grace Gummer, che hanno ballato fino a notte fonda. Ad accogliere gli sposi – che si sono affacciati da un balcone per salutare i fan, lei in abito avorio su misura firmato Bottega Veneta, lui in completo beige di Louis Vuitton –, una banda musicale e l’immancabile Donatella Versace, che guiderà anche la truppa degli invitati super vip attesi oggi pomeriggio a Bagheria: a Villa Valguarnera, capolavoro barocco, sono attesi alla cerimonia e alla cena (menù rigorosamente siciliano) tra gli altri anche Elton John, Harry Styles e Katy Perry.

LA RISPOSTA DEL SINDACO DI PALERMO (E IL REGALO DEGLI SPOSI ALLA CITTÀ)

Ma come risponde il sindaco di Palermo, Roberto Lagalla, alle polemiche di una parte dei suoi concittadini? In maniera piuttosto misurata, almeno nelle risposte che ha dato al Corriere della Sera. “In una città democratica è naturale che esistano opinioni diverse e ogni posizione espressa in maniera civile merita rispetto”, ha premesso il primo cittadino. “Comprendo le preoccupazioni di chi teme limitazioni temporanee o disagi legati all’organizzazione di eventi particolarmente rilevanti”. A quanti hanno protestato a colpi di “Palermo non è in vendita”, Lagalla replica che la città “non viene ‘ceduta’ a nessuno: resta una città viva, aperta e pienamente protagonista delle proprie scelte. Eventi di questo tipo hanno una durata limitata e vengono gestiti nel rispetto delle regole e delle esigenze di sicurezza”. Riguardo all’indiscrezione sul regalo che la coppia di neosposi avrebbe intenzione di fare alla città di Palermo come ringraziamento per l’accoglienza, il sindaco lo definisce “un gesto di grande sensibilità” ma precisa che al momento non ci sono comunicazioni ufficiali: “Se questa intenzione dovesse concretizzarsi sarebbe certamente un segnale molto apprezzato. Se davvero si trattasse di un’iniziativa legata alla cultura, sarebbe un ulteriore elemento di valore”.

dua lipa and callum turner using a bookshelf full of books as decor for their wedding party, in honor to the way they met ????❤️ pic.twitter.com/8y3tyVRNa0

— dua lipa crave (@addictionlipa) June 5, 2026

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Trump, i video virali e il giallo del farmaco scomparso: la salute del presidente torna al centro del dibattito americano

Da anni Donald Trump ha trasformato la propria immagine fisica in un elemento della sua comunicazione politica. L’energia durante i comizi, i ritmi di lavoro rivendicati dai collaboratori e perfino l’attenzione quasi maniacale all’aspetto esteriore sono diventati parte integrante del suo marchio personale. Proprio per questo, nelle ultime ore, due episodi apparentemente distinti hanno riacceso negli Stati Uniti il dibattito sulla salute del presidente: il video diventato virale in cui sembra assopirsi nello Studio Ovale e la scomparsa dalla sua cartella clinica del farmaco contro la caduta dei capelli che, secondo le precedenti comunicazioni mediche, assumeva regolarmente.

Il tema non riguarda soltanto il gossip politico. Negli Stati Uniti la trasparenza sulle condizioni di salute del comandante in capo è tradizionalmente considerata una questione di interesse pubblico, tanto più quando il presidente è il più anziano mai entrato alla Casa Bianca.

l video nello Studio Ovale e la battaglia della narrazione

Le immagini che hanno fatto il giro dei social mostrano Trump durante un evento ufficiale nello Studio Ovale dedicato alla politica energetica. Per alcuni secondi il presidente tiene gli occhi chiusi e il capo leggermente reclinato, alimentando l’ipotesi che si sia addormentato davanti alle telecamere. Il filmato è stato rilanciato da influencer, commentatori politici e media internazionali, diventando in poche ore uno degli argomenti più discussi della rete.

La Casa Bianca ha reagito con estrema durezza, sostenendo che il presidente non stesse dormendo ma semplicemente sbattendo le palpebre o abbassando lo sguardo durante l’intervento, accusando gli avversari politici di manipolare le immagini per costruire una narrativa sulla sua presunta fragilità fisica. Anche il segretario di Stato Marco Rubio è intervenuto pubblicamente per difendere la resistenza e i ritmi di lavoro del presidente.

Eppure il caso si inserisce in una discussione più ampia che accompagna ormai da mesi la politica americana. Dopo che l’età e le condizioni cognitive di Joe Biden avevano dominato il dibattito pubblico durante la precedente campagna elettorale, oggi anche Trump si trova a dover fare i conti con interrogativi analoghi. Numerosi medici intervistati dalla stampa americana hanno sottolineato che episodi ricorrenti di sonnolenza pubblica meriterebbero maggiori chiarimenti clinici, pur senza avanzare diagnosi sulla base dei soli video.

Il mistero del finasteride sparito dalle cartelle cliniche

Quasi in contemporanea con il caso del video, un altro dettaglio ha attirato l’attenzione dei media statunitensi. Nella più recente documentazione sanitaria resa pubblica dalla Casa Bianca non compare più la finasteride, il farmaco utilizzato contro la caduta dei capelli che i precedenti report medici indicavano come parte della terapia abituale del presidente.

Il farmaco è largamente prescritto negli Stati Uniti sia per il trattamento dell’alopecia androgenetica sia, a dosaggi differenti, per alcune patologie prostatiche. L’assenza del medicinale dall’ultimo aggiornamento sanitario non prova necessariamente che Trump abbia interrotto la terapia: potrebbe trattarsi di una modifica nelle modalità di rendicontazione oppure di una decisione clinica ordinaria. Tuttavia, la mancata spiegazione ufficiale ha inevitabilmente alimentato nuove speculazioni.

Secondo il Washington Post, il presidente aveva assunto il farmaco per anni e la sua scomparsa dalla lista dei medicinali rappresenta una novità rispetto alle comunicazioni diffuse in passato. La Casa Bianca, almeno finora, non ha fornito chiarimenti dettagliati sulla questione.

La salute dei leader come terreno di scontro politico

La vicenda dimostra quanto la salute dei presidenti americani sia diventata un campo di battaglia politica e mediatica. Se fino a pochi mesi fa erano i Democratici a dover fronteggiare i dubbi sull’età di Biden, oggi è il leader repubblicano a subire un controllo costante di ogni gesto, esitazione o dettaglio delle proprie cartelle cliniche.

Nella comunicazione contemporanea, un breve video di pochi secondi può trasformarsi in un caso internazionale e una semplice omissione in un documento sanitario può alimentare settimane di discussione. Al di là delle interpretazioni politiche, allo stato attuale non esistono elementi ufficiali che certifichino problemi di salute tali da compromettere l’attività del presidente.

Esiste però una crescente richiesta di trasparenza, alimentata dalla convinzione che la condizione fisica e cognitiva di chi guida la principale potenza mondiale non possa essere considerata un fatto esclusivamente privato. Negli Stati Uniti, dove l’età media della classe dirigente continua ad aumentare, il tema sembra destinato a restare centrale anche nei prossimi mesi.

Germania, 14enne “decapitato” da richiedente asilo palestinese

Jermaine B. aveva solo 14 anni ma è stato ucciso poche settimane fa a Memmingen, nel Land della Baviera, pochi chilometri a sud rispetto a Stoccarda e a pochi a nord-ovest rispetto a Monaco. A togliergli la vita, secondo quanto emerso, è stato un richiedente asilo palestinese, Qais Saleh, 37enne presumibilmente nato ad Abu Qash in Cisgiordania, che si trovava armato nell’edificio abbandonato in cui è stato trovato il corpo del piccolo, colpito alla gola. Jermaine era scomparso da casa alcuni giorni prima e per cercarlo erano stati fatti alzare in volo anche gli elicotteri ma solo dopo 3 giorni le forze dell’ordine l’hanno ritrovato.

Alcuni media tedeschi parlano di “decapitazione” del ragazzino o, comunque, di ferite talmente profonde da essere assimilabili a un simile brutale gesto. Jermaine era un appassionato di edilizia, amava i cantieri e le demolizioni: avrebbe voluto fare quello quando sarebbe diventato grande, seguendo le orme del padre, e forse non è un caso che sia stato trovato in un capannone abbandonato e semi-distrutto. Le indagini devono ancora far luce sui rapporti, non è escluso che l’omicida conoscesse il 14enne o che, comunque, non lo avesse già incontrato prima. Nonostante Saleh si fosse visto rifiutare la richiesta di asilo dalla Germania si trovava ancora nel Paese con lo status di “Duldung”, ossia una permanenza tollerata per quei soggetti che, benché non abbiano diritto all’asilo, non può essere espulso perché privo dei documenti. Nemmeno i precedenti penali erano bastati per farlo espellere.

All’arrivo degli agenti, Saleh si trovava in un armadio all’interno del capannone e quando è stato scoperto ha brandito il coltello per aggredire la polizia. In quel momento gli agenti sono stati colti di sorpresa, tanto che l’uomo è riuscito a darsi alla fuga ed è stato ritrovato solo dopo alcune ore a seguito di una segnalazione. È stato raggiunto ma alla vista dei poliziotti ha tentato una nuova fuga fin quando non si è reso conto di essere braccato: a quel punto non ha esitato a estrarre il coltello puntandolo contro gli agenti. Nonostante le intimazioni di gettare l’arma ha continuato a brandire il coltello e gli agenti hanno aperto il fuoco, neutralizzandolo. Saleh è poi morto in ospedale. Il suo arrivo in Germania risale al 2017: fa parte di quell’ampia frazione di irregolari che attraversa la rotta balcanica partendo dalla Grecia per arrivare alle porte dell’Europa occidentale. Prima di fare domanda di asilo in Germania l’aveva già presentata in Belgio e nei Paesi Bassi ma, in entrambi i casi, era stata respinta.

Non si conoscono le ragioni per le quali non sia stata accettata ma probabilmente ci sono stati forti motivi ostativi per i quali tre Paesi non hanno riconosciuto a un migranti della Cis Giordania l’asilo per motivi umanitari, considerando la situazione della zona. Tra le ragioni potrebbe esserci anche la non accertata nazionalità, che per un corto circuito ne ha impedito anche il rimpatrio nonostante fosse da anni formalmente espulso. Nel momento in cui è stato fermato era in possesso del permesso di soggiorno temporaneo rinnovato a febbraio per tre mesi, che gli sarebbe scaduto il 18 maggio, pochi giorni dopo l’omicidio. La Germania ha provato ad appellarsi al regolamento di Dublino, facendo valere la regola del primo ingresso in Europa nel Paese ellenico, in modo tale da spostare la responsabilità della sua gestione sulla Grecia ma non c’è riuscita, in quanto i greci hanno sostenuto che Dublino non fosse applicabile nel caso di Saleh. Il caso di Jermaine ha aperto un’ampia discussione in Germania sul sistema d’asilo e sulla necessità di una riforma, che a partire dal prossimo 12 giugno dovrebbe attuata in tutta Europa grazie al nuovo Patto di migrazione e Asilo dell’Unione europea.

Alpi Apuane, stop alla riapertura della cava Cresta degli Amari: “Le aree rinaturalizzate non si toccano”

6 June 2026 at 07:58

“Le cave rinaturalizzate non possono essere interessate da attività estrattive né a cielo aperto né in sotterraneo”. Con queste parole nette, scritte il 12 febbraio 2026, ma rese pubbliche solo nei giorni scorsi, la Conferenza dei Servizi indetta per verificare la conformità alla normativa regionale dei Piani Attuativi dei Bacini Estrattivi (PABE) presentati dal Comune di Massa chiude il capitolo della riapertura della cava Cresta degli Amari, nel Parco delle Alpi Apuane. Anche se l’ufficialità arriverà solo al termine del procedimento di approvazione dei PABE, gioiscono gli ambientalisti che si erano schierati a difesa di questo clivo verde nell’area di Pian della Fioba del Parco delle Alpi Apuane, a pochi passi dalla falesia “Campaccio”, attrazione per gli appassionati di arrampicata che vi arrivano da ogni parte d’Italia. “È una vittoria della società civile contro la malapolitica che amministra il territorio, che vede nelle Apuane solo marmo da estrarre e non sa immaginare un futuro diverso per le nostre montagne” commenta a ilFattoquotidiano.it Andrea Ribolini, dell’Associazione Aquilegia, tra i promotori della mobilitazione a difesa della Cresta degli Amari e gestore del limitrofo Orto Botanico delle Alpi Apuane “Pellegrini-Ansaldi”.

L’amministrazione guidata da Francesco Persiani (Lega) ha provato a consentire l’escavazione sotterranea della cava che insisteva nel luogo, chiusa dal 1980, tramite il suo strumento urbanistico (i PABE), nonostante proteste pubbliche e osservazioni formalizzate da ambientalisti e operatori di quell’economia della valorizzazione e tutela della montagna che in quelle zone trovano continui ostacoli per l’inconciliabile convivenza con i siti estrattivi. Con il verbale del 12 febbraio 2026, la Conferenza dei Servizi ha messo la parola fine a queste ambizioni, benché il sindaco Persiani, in un comunicato ufficiale, cerchi di ridimensionare la questione sostenendo che “parlare oggi di bocciatura risulta improprio e fuorviante. Le osservazioni formulate dagli enti (nella Conferenza dei Servizi ndr) vengono analizzate dall’amministrazione proponente (ovvero il Comune di Massa ndr), che può recepirle integralmente, recepirle parzialmente apportando modifiche e approfondimenti al piano, oppure motivatamente non accoglierle”.

Eppure la Conferenza dei Servizi a guida Regione Toscana ha indicato chiaramente che la partita è chiusa e anzi doveva essere già chiusa il 18 dicembre 2023, quando “gli esiti del sopralluogo hanno portato a riconoscere tale cava (Cresta degli Amari ndr), non servita da alcuna viabilità di accesso, come una cava rinaturalizzata”, con la specificità ulteriore di essere “vicina al crinale” e con “sostanziale integrità del versante (…) motivi in più per inserirla tra le cave rinaturalizzate”.

Una bocciatura senza appello quindi, evidenziata anche dal Polo Progressista e di Sinistra di Massa (M5S, RC) guidato dalla consigliera Daniela Bennati, che ha reso pubblica la notizia del verbale. “La posizione della Conferenza dei Servizi ricalca esattamente quanto osservato in sede di approvazione da diverse associazioni e movimenti politici tra cui M5S, CAI e Associazione Aquilegia, bocciato dal Consiglio Comunale – chiarisce il Polo Progressista in un comunicato -. Le valenze paesaggistiche e ambientali delle nostre montagne non possono essere sottomesse al modello estrattivista. Le Apuane sono un bene comune che non può essere sottratto alla collettività per il beneficio di pochi”.

Il Comune di Massa, quindi, ha approvato in Consiglio Comunale a fine 2025 la riapertura della cava rinaturalizzata Cresta degli Amari, seppur per via sotterranea, nonostante la Conferenza dei Servizi ne avesse indicato l’impossibilità giuridica due anni prima. Il riconoscimento amministrativo della rinaturalizzazione delle cave, così come la necessità di evitare escamotage semantici per autorizzare l’attività estrattiva laddove è vietata, sono diventati ormai dirimenti negli iter di approvazione dei Piani Attuativi dei Bacini Estrattivi (PABE) proposti dai comuni apuani.

La stessa Conferenza dei Servizi del 12 febbraio 2026 ha indicato, ad esempio, la necessità di esplicitare come “naturalizzata” e non semplice “cava dismessa” anche un’altra area – cava Campo Fiorito – perché quest’ultima definizione avrebbe aperto spazi interpretativi impropri. Persino il simbolo della devastazione delle Apuane, il Monte Carchio, con la sua non cima, squadrata dall’attività estrattiva fino alla sua sommità e le frane di scarti lapidei sui crinali, ha trovato posto nella Conferenza dei Servizi, con una prescrizione: in tutti i documenti dev’essere indicato “non sono ammesse autorizzazioni all’escavazione sui suoi versanti”. Basterà?

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Pope Leo visits Spain to highlight migration, meet victims of sexual abuse by clergy

6 June 2026 at 03:37
Pope Leo XIV arrived in Spain on Saturday for a seven-day trip focused in part on migration, including a visit to the Canary Islands where he will honour thousands of migrants who died trying to reach Europe. Leo is also scheduled to meet with victims of sex abuse by Catholic clergy, which some 200,000 minors are estimated to have suffered in Spain since 1940.

L’Ue appoggia il dialogo Kyiv‑Mosca, ma il Cremlino resta ambiguo

5 June 2026 at 14:59

Nessuno sa se, dopo quattro anni di guerra, sia finalmente giunto il momento di chiuderla con un vertice tra Putin e Zelensky. Ma intanto è l’Ue a fare un passo deciso verso la strutturazione di un tavolo diplomatico che sia il più largo possibile. Bruxelles sostiene che la lettera aperta di Volodymyr Zelensky a Vladimir Putin è “un’altra dimostrazione dell’Ucraina d’interesse genuino per i negoziati” e “sosteniamo” la richiesta di Zelensky di un incontro. Due le strade percorribili, al momento: l’utilizzo dell’E3 al tavolo dei negoziati o l’appalto “diretto” al mediatore che andrà individuato. Mosca, come è noto, vorrebbe l’ex cancelliere tedesco Gerhard Schroeder, uomo di punta in Gazprom, ma proprio per questa ragione lontano dall’essere super partes.

La lettera aperta

Nella lettera aperta indirizzata al leader del Cremlino, Zelensky aveva chiesto un incontro a Putin nelle stesse ore in cui lo zar si mostrava (per l’ennesima volta) favorevole a nuovi colloqui di pace con l’Ucraina e proponendo come mediatore l’ex cancelliere tedesco. Una mossa che va letta in relazione alla contingenza russa, fatta di soldati in affanno, scarsezza di risorse e mezzi, ma che è stata seguita dal consueto prologo “diplomatico”, con l’attacco a Washington da parte del ministro degli Esteri russo. Serghei Lavrov infatti si è lamentato del fatto che gli Usa non avrebbero rispettato i patti del vertice in Alaska con Donald Trump dello scorso agosto. In parallelo Mosca sarebbe disposta a sedersi al tavolo con l’Unione europea: “La Russia non rifiuta i contatti con la Ue. L’Unione Europea potrebbe aiutare a risolvere la crisi ucraina, ma questa assistenza dovrebbe rientrare negli accordi di Anchorage”, ha precisato lo zar, aggiungendo che Mosca “non è contraria all’adesione dell’Ucraina alla Ue, ma è contraria al fatto che la Ue diventi un blocco militare”.

Bastone, carota, bastone: la tattica russa

Come spesso accade da quattro anni a questa parte, Putin sceglie di usare bastone, carota e poi ancora bastone. Dopo il sì al tavolo diplomatico ha ribadito che le sue truppe avanzano sul campo di battaglia ogni giorno, aggiungendo che le proposte di pace del presidente statunitense potrebbero far cessare i combattimenti se Kyiv fosse disposta a scendere a compromessi. Trump ha detto che sarebbe fantastico se i due leader si incontrassero. Ma le notizie dal campo riportano che l’avanzata russa ha subito un fortissimo rallentamento che ha impedito alla Russia di raggiungere i propri obiettivi militari. La narrazione putiniana però va in senso opposto: “L’offensiva è in corso quotidianamente – ha dichiarato lo zar – Attualmente, la Federazione Russa ha assunto il pieno controllo della Repubblica Popolare di Luhansk, al 100%. E la Russia ha portato sotto il suo controllo oltre l’85% del territorio della Repubblica Popolare di Donetsk. (E) l’80% del territorio della regione di Zaporizhzhia”. Infine una frase che vorrebbe essere una concessione, ma che secondo alcuni analisti cela solo un’altra grande debolezza russa: la Russia non ha ancora utilizzato il suo missile ipersonico Oreshnik contro l’Ucraina in condizioni di combattimento reali, ma lo ha solo testato per osservarne i risultati al fine di prendere decisioni sul suo futuro impiego su vasta scala, anche contro obiettivi urbani. Teatro o realtà?

L’altra lettera

Il giro di missive si completa con quella scritta da 11 Paesi membri dell’Unione europea, preoccupati dai flussi di rifugiati che arrivano in Europa a causa della guerra in Ucraina. A guidare il gruppo i paesi scandinavi, baltici e polacchi, con l’adesione di Repubblica Ceca, Olanda, Islanda e Norvegia (queste ultime extra Ue) che hanno inviato una lettera all’Alto rappresentante Ue, Kaja Kallas, e al commissario all’Interno, Magnus Brunner. “È preoccupante vedere turisti russi svagarsi sulle spiagge europee mentre missili e droni colpiscono i civili in Ucraina”, osservano, per cui chiedono a gran voce una politica restrittiva e uniforme sui visti per i russi.

Maccio Capatonda vs He-Man: escono al cinema ‘Smart Working’ e ‘Masters of the Universe’

5 June 2026 at 14:20

Opera seconda di Svevo Moltrasio, questo Smart Working affila tante battute facili che raccontano il nuovo fenomeno lavorativo globale dal punto di vista di una piccola comunità di colleghi esuli dall’ufficio. Siamo a Torino e il personaggio, serio questa volta, di Maccio Capatonda è un impiegato ligio e preciso, amorevole con la moglie incinta Sara Lazzaro e paziente col figlioletto che in estate lo guarda spesso lavorare al pc in casa.

La bolla inizia a ingrandirsi quando proprio il collega Moltrasio più un altro, il delizioso commediante senatore Maurizio Nichetti, s’installeranno a casa del nostro per lavorare insieme alla faccia dello smart working. La commedia si gonfia con il classico meccanismo dello slowburn, dove tutto per i personaggi andrà sempre peggio fino alla fine. Scoppierà?

Capatonda non comico ma spalla funziona bene dal punto di vista cinematografico, ma al suo pubblico basterà? Moltrasio, autore della commedia e collega coattone nel cast, una ne pensa e cento ne fa. Un po’ greve in vari momenti il suo smart worker bullo e incapace con le donne, infarcisce tutto con battute da cinepanettone d’annata sì, ma narrativamente si rende funzionale a questo tutto così grottesco. Non è un grande film ma se la cava. Osservando i personaggi e la piega surreale che si prenderà ad un certo punto, è pure difficile non pensare a certe commedie francesi di follia e non-sense, dove l’umorismo passa per vie ben diverse da quelle nostre.

Però il film non è un remake, ma un’opera originalissima in sala dal 4 giugno. Chissà invece se i francesi se ne accorgeranno un giorno, rifacendolo magari un per il loro mercato. Anche i remake successivi al film, in fondo, sono una vittoria artistica e di botteghino.

Forse ci avrà giocato pure Maccio con i Masters negli anni Ottanta. Diventò comunque famoso in questo millennio con un cappuccio di saio in testa, nel video YouTube su Padre Maronno. Indossa un cappuccio simile, ma viola, Skeletor, iconico villain in Masters of the Universe. Ed è interpretato da un Jared Leto totalmente irriconoscibile, foderato da un fisicaccio blu posticcio e da una faccia a teschio tutta digitale. Il Premio Oscar interpreta a perfezione il potere distruttivo quanto certe improvvise frivolezze dello storico cattivissimo.

Quarant’anni fa il cartone animato era stato creato per vendere gli omonimi giocattoli Mattel, oggi però quanto potrebbero contare quei pupazzetti, seppur nuovi nei giochi dei bambini, infinitamente più digitalizzati di quelli che ne decretarono il successo? Ci sono anche orde di videogame e social a ostacolarne oggi il cammino verso un posto d’onore negli immaginari dei nati nel 2020 o poco prima.

Eh sì, io ad esempio conobbi e frequentai i Masters dalla prima alla quinta elementare, e come me milioni di ragazzini nel mondo. Nel marketing il binomio tv-giocattoli non aveva ostacoli mediatici né concorrenti particolari, a parte i fratelli coltelli Guerre Stellari. In quegli anni non li si chiamava ancora Star Wars. Ed erano entrambe collezioni infinite di giocattoli affiancate a cartoni e film iconici.

Alcuni gridano già al flop da prima dell’uscita di questo film pacioccone e costosissimo, 200 milioni di dollari, cifra che non sarà facile moltiplicare. Ma Travis Knight, che di miracoli già fece il suo Bumblebee (seppur spin-off il migliore della saga Transformers), e soprattutto Kubo e la Spada Magica (capolavoro d’animazione), stavolta si cimenta in un campo nuovo dove demascolinizza i muscolosi eroi originali calcando il trend dell’epoca.

La serie d’animazione Masters era popolata di soggetti rudi e palestratissimi con alcuni innesti queer, dal caschetto in rosa del Principe Adam alla codardia della tigre Cringer, nome che oggi risuona in modo del tutto diverso rispetto a prima. A parte He-Man e Skeletor, tutti gli altri hanno fisici non da culturisti, ma da rudi scaricatori.

Riproponendo la linea comica, Knight osa molto di più di Gunn nei Guardiani della Galassia. Ma a parte il confronto, questa vena di commedia nell’adventure cappa e spada magica, anzi del potere, non sempre convince. C’è pure un simpatico e inossidabile Dolph Lungren, primo fallimentare He-Man al cinema del 1987, in un cameo con il nuovo Adam Nicholas Galitzine.

Quindi sarà un successo? Per ora un grande boh, è uscito il 4 giugno e in Italia è al quarto posto, subito dopo Backrooms, ma val la pena di divertirsi con molta leggerezza ricordando i vecchi tempi con questa nuova giostra coloratissima e un po’ kitsch che farà sorridere tanti quarantenni e cinquantenni pensando alla fantasia che quei giocattoli sprigionavano nel tardo Novecento. #PEACE

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Sea drone explodes in the Romanian port of Constanta, raising fear of Ukraine war spillover

5 June 2026 at 12:43
A sea drone exploded Friday near Romania's Black Sea port of Constanta without causing casualties. The incident prompted authorities to evacuate more than 1,000 people amid heightening concerns over the spillover effects of Russia's war in Ukraine just a week after a separate drone incident injured two civilians.

La fatica sul fronte, i costi della guerra e i droni di Kiev sulla sua Davos: cosa c'è dietro l'apertura di Putin

Per ora è solo un’apertura a parole: una lettera da Kiev, una replica del Cremlino e l’invito russo a eventuali colloqui a Mosca. Difficile capire tempi, formato e reale possibilità di arrivare a incontri di alto livello. Ma il punto politico è un altro: perché Putin apre proprio ora?

La risposta va cercata non solo nella diplomazia, ma nell’escalation militare e psicologica che Mosca sta costruendo attorno all’Ucraina. Nei giorni della “Davos russa” di San Pietroburgo, colpita da droni ucraini, mentre un drone russo violava lo spazio Nato cadendo in Romania, il Cremlino ha iniziato ad alternare segnali negoziali e pressioni sempre più aggressive. Non è una contraddizione: è una strategia. Colpire Kiev, intimidire il fianco orientale della Nato, mostrare l’asse con la Cina e presentarsi al tavolo da una posizione di forza, anche se il contesto reale è molto meno comodo per Mosca.

L’ultima accelerazione russa non può essere letta solo come l’ennesima fase brutale di una guerra ormai entrata nel suo quinto anno. Dietro i raid su Kiev, il linguaggio sempre più aggressivo verso i Paesi baltici e il viaggio di Vladimir Putin da Xi Jinping c’è una strategia di pressione multilivello: colpire l’Ucraina dove è più vulnerabile, intimidire il fianco orientale della Nato e mostrare che Mosca non è isolata, perché può ancora contare sulla profondità economica e politica della Cina.

Ma questa escalation racconta anche un’altra cosa: il Cremlino non si muove in un contesto comodo. Sul fronte, l’avanzata russa si è fatta più lenta e costosa, mentre l’Ucraina ha migliorato la capacità di colpire retrovie, logistica e nodi militari russi con una produzione sempre più ampia di droni. La guerra che Mosca voleva trasformare in logoramento dell’Ucraina sta diventando anche logoramento russo. E il bilancio federale, già piegato dalle spese militari, mostra crepe sempre più evidenti.

Il fronte non corre più per Mosca: Kiev avanza poco, ma cambia il ritmo della guerra

La novità non è che l’Ucraina stia ribaltando improvvisamente il conflitto con una grande offensiva convenzionale. La novità è più sottile: Kiev sta lentamente modificando il rapporto tra costi e risultati. Le forze russe continuano a premere lungo più assi, ma con guadagni territoriali ridotti, perdite elevate e una logistica sempre più esposta agli attacchi ucraini.

Negli ultimi mesi, la produzione di droni ucraini e l’uso sistematico di strike a medio raggio hanno reso meno sicure le retrovie russe. Depositi, centri di comando, linee ferroviarie, basi e concentrazioni di truppe sono diventati bersagli più frequenti. Non è una svolta spettacolare, ma è una trasformazione operativa: Mosca deve spendere di più per ottenere meno, deve arretrare asset logistici, disperdere le forze, proteggere infrastrutture che prima considerava relativamente al riparo.

È in questo quadro che l’escalation russa assume un significato politico. Quando il fronte non produce vittorie nette, il Cremlino cerca di produrre shock altrove: nei cieli di Kiev, nella comunicazione nucleare, nelle minacce verso i diplomatici stranieri, nella pressione sui confini Nato. La violenza diventa messaggio. Serve a dire agli ucraini che la capitale resta vulnerabile, agli europei che la guerra può allargarsi, agli americani che ogni trattativa avrà un prezzo.

I raid su Kiev e il fronte baltico: colpire la capitale, spaventare la Nato

I giorni di raid violenti su Kiev si inseriscono in questa logica. Gli attacchi combinati con missili e droni non mirano soltanto a distruggere obiettivi militari o infrastrutture. Mirano a saturare le difese aeree, logorare psicologicamente la popolazione e mandare un segnale agli alleati occidentali: senza nuove batterie, nuovi intercettori e nuove forniture, l’Ucraina resterà esposta.

La minaccia russa di continuare a colpire centri decisionali e la richiesta ai diplomatici stranieri di lasciare Kiev hanno alzato ulteriormente il livello dello scontro. È una comunicazione studiata per trasformare la capitale ucraina in un problema internazionale permanente. Mosca vuole mostrare che può colpire anche mentre si parla di negoziati, che può imporre il calendario dell’escalation e che nessun sostegno occidentale è privo di rischio.

Lo stesso vale per la querelle con i Paesi baltici. Estonia, Lettonia e Lituania sono da anni il punto più sensibile del fianco orientale della Nato: piccoli territori, memoria storica dell’occupazione sovietica, confini diretti o prossimi alla Russia e alla Bielorussia, altissima esposizione a guerra ibrida, cyberattacchi, provocazioni aeree e pressione migratoria. Le tensioni di questi giorni, alimentate anche dalle accuse russe e dagli incidenti legati ai droni, servono a Mosca per testare i nervi europei.

Il messaggio è duplice. Da una parte, la Russia cerca di rappresentarsi come potenza assediata, circondata da un’Europa ostile e militarizzata. Dall’altra, prova a dividere gli alleati Nato tra chi chiede fermezza e chi teme l’escalation. È una vecchia tecnica del Cremlino: spostare il conflitto dal campo militare alla sfera psicologica, costringendo gli avversari a discutere non solo di come aiutare Kiev, ma anche di quanto rischio siano disposti ad assorbire.

Secondo Lauri Hussar, presidente del Parlamento estone, la Russia rappresenterà una minaccia strutturale per l’Europa ancora per molti anni, ben oltre il conflitto ucraino, puntando a ricostruire una sfera d’influenza paragonabile a quella dell’ex Unione Sovietica. In un’intervista all'Adnkronos, Hussar ha ribadito la necessità di rafforzare la sicurezza europea attraverso una deterrenza credibile e una maggiore capacità di difesa. L’Estonia, che ha portato le spese militari al 5,4% del Pil, considera questo investimento una risposta diretta all’aggressione russa contro l’Ucraina e non una scelta simbolica.

Putin da Xi: l’urgenza di chi ha bisogno di soldi, tecnologia e profondità strategica

Il viaggio di Putin a Pechino va letto dentro questa stessa cornice. La Cina non è solo un partner diplomatico: è la retrovia economica più importante della Russia. Compra energia, offre sbocchi commerciali, garantisce una sponda politica contro l’Occidente e permette a Mosca di attenuare l’effetto dell’isolamento. Ma il fatto stesso che Putin abbia bisogno di rafforzare continuamente l’asse con Xi rivela una dipendenza crescente.

Secondo un’analisi del Financial Times, la spesa russa per la guerra rischia di superare il budget previsto di almeno 2.000 miliardi di rubli nel 2026, con scenari ancora peggiori negli a venire. Il ministero delle Finanze avrebbe, infatti, chiesto di congelare spese non militari per coprire i costi del conflitto, mentre difesa e sicurezza assorbono ormai una quota enorme del bilancio pubblico. Anche l’aumento del prezzo del petrolio può dare ossigeno, ma non basta a cancellare il problema: la guerra costa sempre di più, mentre crescita, investimenti e spesa sociale vengono compressi.

È qui che l’escalation diventa anche una corsa contro il tempo. Putin deve dimostrare ai russi che la guerra resta sostenibile, agli ucraini che la resistenza sarà punita, agli europei che il prezzo del sostegno a Kiev aumenterà, e ai cinesi che Mosca è ancora un partner utile, non un alleato in declino da mantenere artificialmente in piedi.

La visita da Xi, con nuovi accordi e una retorica comune contro l’ordine dominato dagli Stati Uniti, serve quindi a proiettare solidità. Ma dietro la scenografia del fronte anti-occidentale c’è un rapporto sempre più asimmetrico. La Russia porta energia, materie prime, tecnologia militare e disponibilità geopolitica; la Cina porta mercato, liquidità, componenti, copertura diplomatica e una posizione negoziale molto più forte.

Mosca colpisce Kiev perché non riesce a piegare rapidamente il fronte. Minaccia i Baltici perché vuole spaventare l’Europa. Cerca Xi perché ha bisogno di profondità economica. E aumenta la spesa militare perché, senza la guerra, l’intero impianto politico putiniano perderebbe il suo principale strumento di mobilitazione. È un sistema che ha trasformato la guerra in motore politico, industriale e identitario. E quando quel motore comincia a costare troppo, il Cremlino non rallenta: accelera.

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