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Faro | Biblioteca Municipal promove Leitura, Criatividade e Participação Cultural durante o mês de Junho

12 June 2026 at 18:15

A Biblioteca Municipal de Faro reforça, durante o mês de junho, a sua programação dedicada à promoção da leitura, da escrita e da expressão criativa, através de um conjunto de iniciativas dirigidas a jovens e adultos. Entre clubes de leitura, oficinas de escrita criativa e encontros dedicados à edição independente, o programa pretende criar oportunidades […]

Lei reconhece quebradeiras de coco babaçu como patrimônio cultural

12 June 2026 at 15:40

O ofício das quebradeiras de coco babaçu passou a ser oficialmente reconhecido como manifestação da cultura nacional. A medida foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva por meio da Lei 15.431, publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (11).

O reconhecimento contempla a atividade realizada por comunidades dos estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Pará, onde milhares de mulheres mantêm viva uma tradição centenária ligada à coleta e ao aproveitamento do coco babaçu.

As quebradeiras de coco babaçu desempenham um papel fundamental na economia, na cultura e na preservação ambiental dessas regiões. O trabalho envolve a coleta dos frutos, a quebra dos cocos e o aproveitamento integral de seus derivados.

Do babaçu são produzidos diversos itens utilizados no dia a dia, como óleo, sabão, carvão, farinha, alimentos e peças de artesanato. A atividade também representa uma importante fonte de renda para muitas famílias.

Com o reconhecimento oficial, o ofício ganha maior visibilidade e valorização, além de reforçar a importância da preservação desse conhecimento tradicional. A Constituição Federal prevê mecanismos de proteção e promoção para manifestações culturais por meio de políticas públicas e legislações específicas.

A nova lei teve origem no Projeto de Lei 37/2025, apresentado pelo deputado Ricardo Ayres. A proposta avançou no Congresso Nacional e recebeu aprovação definitiva no Senado após análise da Comissão de Educação.

Durante a tramitação, a senadora Damares Alves destacou a relevância cultural, social, econômica e ambiental da atividade. Segundo ela, trata-se de um conhecimento transmitido de geração em geração, principalmente entre mulheres.

Além da produção de bens derivados do babaçu, o ofício está profundamente ligado ao modo de vida das comunidades tradicionais. A prática envolve formas de organização coletiva, relação histórica com o território e manejo sustentável dos babaçuais.

O babaçu, espécie de palmeira nativa do Brasil encontrada principalmente nas regiões Norte, Nordeste e áreas do Cerrado, é considerado um dos recursos naturais mais importantes para essas comunidades.

Com a nova legislação, o trabalho das quebradeiras de coco babaçu passa a integrar oficialmente o conjunto de expressões culturais reconhecidas pelo país.

“A Turma da Mônica” se torna patrimônio cultural imaterial de SP

Fim de semana em São Brás de Alportel

12 June 2026 at 07:08

Com o aroma dos Santos Populares no ar, São Brás de Alportel convida a um fim de semana repleto de animação, tradição e bons momentos.

12 JUNHO -Na sexta-feira, a partir das 20h00, a Mesquita recebe mais uma iniciativa do programa ’A Festa Sai à Rua’, dedicado à valorização da tradição cultural dos Santos Populares. A Festa de Santo António promete animar o Adro da Capela com baile ao som do músico Luís José e a apresentação da Marcha do Museu ’Os Poetas da Nossa Terra e o Nosso Padroeiro’.Pelas 21h00, o São Brás Cineteatro Jaime Pinto recebe o espetáculo ’Inês: Uma Farsa Moderna’, uma produção teatral promovida pela turma do 10.º B do Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas. Os bilhetes são 5 euros e estão disponíveis na Galeria Municipal.   

13 JUNHO – O sábado começa no Mercado Municipal onde encontra os habituais produtos frescos. Aproveite para apreciar os trabalhos artesanais de Carla Teresa e escolher as suas leituras da semana na Biblioteca Municipal “Fora de Si”. Às 10h30, no espaço exterior do Mercado Municipal, realiza-se também uma Aula Aberta de danças Afrolatinas. Sinta o ritmo e divirta-se. Durante a tarde, a Biblioteca Municipal recebe mais uma sessão do Tapete Voador, pelas 16h00, dedicada às histórias e tradições dos Santos Populares.Também às 16h00, a Casa do Benfica de São Brás de Alportel acolhe o 9.º Torneio Mundial 2026 de Sueca, reunindo participantes para uma tarde de competição e convívio.Ao final da tarde, entre as 18h00 e as 22h00, o Oribá Café Cultural promove um Sunset da Torcida, num ambiente que celebra a euforia do futebol. Entre as 09h00 e as 17h00, o Campo de Futebol Municipal recebe o IX Torneio de Futebol Mário Neves 2026, que se estende ao longo de sábado e domingo. A competição reúne jovens atletas dos escalões Traquinas A, Traquinas B e Infantis B, promovendo o desporto, o espírito de equipa e a convivência entre clubes e famílias.   

14 JUNHO -O domingo começa com mais uma caminhada do ciclo Veredas do Alportel. O ponto de encontro está marcado para as 08h30, no Parque do Alportel, para mais um percurso promovido pelo Grupo do Alportel da Sociedade Recreativa Alportelense, iniciativa que se realiza habitualmente no segundo domingo de cada mês. Ao final da tarde, pelas 19h00, o Museu do Traje encerra este fim-de-semana com um Concerto de Jazz pelo Ricardo Jesus Jazz Quintet.  Viva Mais em São Brás de Alportel!

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Allariz, el pueblo de Ourense en el que fantasear con la idea de quedarse a vivir

12 June 2026 at 04:30

La visita a Allariz sabe a poco. Esta localidad de Ourense tiene argumentos para fantasear con la posibilidad de mudarse aquí y empezar una nueva vida. Hay infraestructuras, servicios escolares y médicos, supermercados, restaurantes terrenales en los que se come bien y una variada agenda cultural y deportiva. Tiene un plan que permite a los locales y a los turistas —gallegos, nacionales y portugueses— disfrutar del pueblo y del entorno sin que unos y otros se sientan violentados, aunque el propósito es priorizar al residente.

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Guía práctica

Dónde dormir. En el margen derecho del río Arnoia se encuentra el Hotel Balneario Eurostars Vila de Allariz, una construcción alargada de dos alturas precedida por un gran jardín y en armonía con el entorno urbano del sitio. Entre sus instalaciones destaca su centro termal, lo que no puede faltar en un hotel en la provincia de Ourense, rica en aguas termales.

Dónde comer. La gastronomía es una herramienta para el desarrollo rural y el crecimiento económico, una apuesta por la innovación con raíces y, además, un reclamo turístico. Aquí hay que probar carne de Boi de Allariz, repostería artesanal Alaricana, licores, productos ecológicos, etcétera. Hay varios restaurantes en los que poder degustar la cocina local: Casa Pepiña, Bule bule, Bodegón Portovello y Marmurio do Río. Este último lleva abierto dos años y este 2026 le han dado una mención Michelin.

© Pablo Mendez Rodriguez ( Alamy / CORDON PRESS )

Vista del pueblo de Allariz, en la provincia de Ourense (Galicia).

Andor da Senhora da Pena é Património Cultural Imaterial

VTM

O reconhecimento foi formalizado através de anúncio publicado em Diário da República a 2 de junho e distingue uma tradição secular, profundamente enraizada nas comunidades de Mouçós, Lamares e localidades vizinhas.

A decisão resulta de um longo processo de investigação e documentação coordenado por Vítor Nogueira, que permitiu demonstrar a relevância histórica, social, religiosa e identitária desta manifestação. Mais do que a imponência do andor, o reconhecimento abrange todo o património de saberes, práticas, rituais e formas de organização comunitária que lhe estão associados.

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Loulé | Lídia Jorge recebeu medalha de mérito Cultural na sua “Terra Mãe”

10 June 2026 at 17:33

Escritora vai ser a Patrona da candidatura de Loulé a Capital Portuguesa da Cultura 2027. Foram já muitas e diversas as distinções que Lídia Jorge recebeu ao longo da sua carreira, tanto nacionais como internacionais, mas a última é especial e constituiu um momento que a própria assumiu como “inesquecível”. Na passada quarta-feira, 8 de […]

ACREMS Celebra 23 Anos ao Serviço da Música e da Cultura

10 June 2026 at 07:03

A Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense (ACREMS) assinala, hoje, dia 10 de junho, o seu 23.º aniversário, numa celebração que pretende partilhar com toda a comunidade de São Brás de Alportel.

As comemorações decorrem após a cerimónia evocativa do Dia de Portugal e o hastear da bandeira nos Paços do Concelho, momento em que será executado o Hino da ACREMS. Pelas 10h15, a Banda Filarmónica de São Brás de Alportel sairá à rua para um desfile pelas principais artérias da vila, levando a música e o espírito festivo a todos os que se quiserem associar a esta data especial.

Fundada há 23 anos, a ACREMS tem desenvolvido um trabalho contínuo na formação musical, dedicando-se ao ensino de instrumentos de sopro e percussão, à promoção da cultura musical e à dinamização de iniciativas ligadas ao movimento filarmónico. A Banda Filarmónica de São Brás de Alportel constitui um dos mais importantes resultados deste percurso, sendo hoje uma referência cultural no concelho.

Ao longo da sua história, a associação tem contado com o apoio dos órgãos autárquicos e de diversas entidades locais, regionais e nacionais, parcerias fundamentais para o desenvolvimento dos seus projetos e para a concretização da sua missão.

A ACREMS convida toda a população a participar nesta celebração e a acompanhar o desfile, assinalando em conjunto mais um ano de dedicação à música, à cultura e à formação das novas gerações.


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O céu ainda sorri para Lídia Jorge

9 June 2026 at 02:00

A 18 de Junho de 1946, em Boliqueime, «o céu sorriu». Não porque «os anjos cantaram», mas porque, «de vez em quando, nasce alguém» capaz de recordar o que muitas vezes a humanidade esquece: «a sua própria humanidade». Esse alguém tem nome próprio: Lídia Jorge, a mesma que, quase 80 anos depois, a 8 de Junho de 2026, voltou a fazer o céu sorrir. Agora com uma Medalha de Mérito Cultural ao peito.

Na vida, há quem herde «propriedades», quem herde «apelidos» e outros há que herdam «uma coisa mais rara: o conhecimento profundo da condição humana».

É aqui que se insere Lídia Jorge, escritora multipremiada, algarvia de coração e de convicção, alguém que «nunca escreveu para conquistar o mundo».

Antes, «para o compreender», nas palavras de Dino d’Santiago, também cantor multipremiado, também algarvio de coração e de convicção – e, circunstancialmente, “padrinho” da atribuição da Medalha de Mérito Cultural a Lídia Jorge.

Aconteceu ontem, 8 de Junho, em Loulé, perante uma plateia lotada – Lídia haveria de confessar, com a sua íntriseca bondade, que estava entre amigos. De tal forma que quase «podia enunciar o nome de cada um dos rostos».

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Eles eram imensos: Margarida Balseiro Lopes, ministra da Cultura, Juventude e Desporto (“culpada” desta homenagem à escritora algarvia), Telmo Pinto, presidente da Câmara de Loulé, Vítor Aleixo, ex-presidente da Câmara de Loulé, Carlos Albino, companheiro de décadas de Lídia, responsáveis autárquicos, gente ligada à cultura.

E Dino d’Santiago, a quem coube um género de laudatio à escritora que lhe ensinou que o dia 18 de Junho nunca mais terá o mesmo significado.

«Deixou de ser uma data para ser um lugar: onde a literatura, a esperança e as memórias resistem. E onde uma mulher de Boliqueime continua a lembrar-nos de que escrever não é só o ato de organizar as palavras», disse.

Nas suas obras – elas são tantas, desde o inicial “Dia dos Prodígios” (e já lá vamos) -, julgamos estar a olhar para «personagens» para, de forma súbita, entender que «estamos a olhar para nós próprios».

Talvez seja essa a magia da literatura. «Compreender é um dos gestos mais revolucionários que o ser humano pode realizar. Num tempo em que tantos escolhem o ruído, ela escolheu escutar. Talvez seja por isso que a sua obra permanece. Porque não nasceu da ideologia, mas da compaixão», disse, antes do abraço final à escritora, que o escutou comovida.

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Assim se manteve também quando Margarida Balseiro Lopes lhe agradeceu – num registo mais pessoal – a «simplicidade, a simpatia, a generosidade, a humanidade e a humildade». Todas «absolutamente desconcertantes».

A escritora, considerou a ministra, já num tom mais institucional, construiu «um percurso singular, com uma obra que atravessa grandes géneros e formas de escrita». Mas que nunca se desligou da «memória, da condição humana» e da «forma como olhamos o país e o mundo que nos rodeia».

O seu percurso começou «aqui, no Algarve», que sempre se manteve «na paisagem da sua escrita». O tal “Dia dos Prodígios” [e lá voltaremos a ir] foi «uma das obras mais marcantes da literatura portuguesa no pós-25 de Abril».

«Tratou-se de uma obra que abriu novas possibilidades à narrativa portuguesa contemporânea, construindo uma leitura profundamente original do país, da transformação social e da realidade portuguesa saída da ditadura», disse.

Outras se seguiram, como “Costa dos Murmúrios” ou a mais recente “Misericórdia”, mas a própria Lídia Jorge mantém com o primeiro livro que publicou uma relação que não escondeu, no seu discurso.

Já de medalha ao peito, depois de longos agradecimentos, a escritora confessou a «surpresa» de que se revestiu a publicação da sua primeira obra.

Com «palavras típicas de um lugarejo perdido no barrocal algarvio», essa história tinha tudo para ser um «livro completamente fora de moda». Tornou-se num clássico da literatura portuguesa contemporânea.

«Escrevi-o a seguir à Revolução, convicta de que a sociedade portuguesa se ia modernizar de um momento para o outro. E eu, sem qualquer tipo de saudosismo, desejava que não fosse esquecido o Portugal primitivo que a maior parte de nós, na altura, tinha conhecido», confessou.

Sul Informação

Para que a memória não se perdesse – ela que é um dos elementos primordiais na escrita de Lídia, uma escritora hoje atormentada com os desafios das novas tecnologias, que foram o mote para uma reflexão durante a tarde, em Tavira, também com a ministra da Cultura.

Há a inteligência artificial, uma «incógnita à qual ainda não sabemos dar verdadeiramente os adjetivos», mas também uma certeza bem vincada pela autora algarvia.

«A literatura e a poética representam o lugar último de resistência à robotização do pensamento, à artificialidade, à despersonalização. Nenhuma máquina poderá rivalizar com a capacidade criativa que nós, os seres humanos, temos», vincou.

Tudo isto foi dito, vivido e contado, em Loulé, no Algarve, na terra dela, na «primeira pátria» de uma escritora que continua a fazer o céu sorrir.

Fotos: Pedro Lemos | Sul Informação

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Governo atribui Medalha de Mérito Cultural a Lídia Jorge em Loulé

5 June 2026 at 16:20

A escritora algarvia Lídia Jorge vai distinguida com a Medalha de Mérito Cultural pelo Governo, numa cerimónia, presidida pela ministra da Cultura, Juventude e Desporto, marcada para as 18h30 da próxima segunda-feira, 8 de Junho, no Auditório do Solar da Música Nova, em Loulé.

«Será a oportunidade de reconhecer uma das grandes intérpretes do Portugal contemporâneo, com uma obra que reflete, de forma sensível e profunda, as transformações sociais das últimas décadas», afirma a ministra Margarida Balseiro Lopes.

O evento contará com a participação do artista Dino D’Santiago e de um quinteto de sopros do Conservatório de Música de Loulé.

Esta distinção integra-se na 4.ª edição do Fórum Cultura, que decorre na segunda e terça-feira, 8 e 9 de Junho, no Algarve.

O Fórum Cultura arranca na manhã de dia 8, no Museu Zer0, em Tavira, o primeiro do país dedicado à arte digital, com a habitual reunião de trabalho à porta fechada com os responsáveis pelas entidades tuteladas pelo Ministério na área da Cultura e representantes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional. A partir das 14h30, o mesmo espaço acolhe a sessão pública “Impacto da tecnologia na Cultura: efeitos e novas expressões”.

Especialistas de várias áreas, como o artista Leonel Moura, a professora catedrática Mirian Tavares, o cineasta Mário Patrocínio, a cantora Viviane ou Pedro Pina, vice-presidente do YouTube, abordam os desafios da digitalização e as novas formas de criação artística.

Para Margarida Balseiro Lopes, «a tecnologia deve estar ao serviço da Cultura, mas não pode substituir a visão, o pensamento crítico, a sensibilidade e a experiência humana».

No dia 9, o Teatro das Figuras, em Faro, recebe a sessão “Políticas Culturais para a Música: da criação à circulação” com vários agentes e entidades culturais.

A iniciativa pretende identificar respostas para um setor em transformação, marcado por novos modelos de negócio e desafios para a criação artística. “É preciso refletir sobre as condições da produção e da circulação da música e os novos padrões de consumo e os impactos no trabalho, valorização e reconhecimento dos artistas portugueses”, considera a ministra.

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Festival regressa às Escaidinhas de Ferragudo para celebrar o Solstício de Verão

5 June 2026 at 16:09

O Festival das Escaidinhas, que tem lugar em Ferragudo por ocasião do Solstício de Verão, regressa no próximo dia 21 de Junho, domingo, entre as 18 e as 23 horas, afirmando-se como uma celebração da identidade, da criatividade e do património humano e arquitetónico da vila.

Inspirado no momento em que o sol atinge o seu ponto mais alto e os dias alcançam a sua maior duração — uma época que, desde tempos ancestrais, foi assinalada por diversas culturas europeias através de festividades ligadas à luz, à abundância e à renovação — o festival convida a comunidade e os visitantes a redescobrirem a vila através da arte e da partilha.

Na edição deste ano, e considerando o ambiente associado ao Mundial de Futebol, a organização procurou enquadrar o evento em espaços onde o fervor futebolístico não se faça sentir de forma predominante.

Em paralelo, «optou-se por uma redução dos dias de programação, privilegiando uma experiência mais contemplativa, com maior foco na fruição e perceção artística», explica a Junta de Freguesia de Ferragudo, que organiza o festival.

As escadinhas, travessas, largos e recantos que moldam a personalidade única de Ferragudo transformam-se em palcos inesperados, onde se cruzam música, teatro, dança, poesia, artes visuais, gastronomia e outras expressões culturais.

O próprio percurso pela vila integra a experiência, despertando um olhar renovado sobre espaços carregados de história e memória coletiva.

O percurso artístico terá início junto ao Salva-Vidas de Ferragudo, seguindo em direção à igreja e culminando no Cruzeiro de Nossa Senhora da Conceição.

Ao longo deste trajeto, o público poderá encontrar atuações de bandas musicais, piano, exibição de curtas-metragens e, após o pôr do sol, um momento de DJ set.

O Festival das Escaidinhas continua a afirmar-se como um projeto de valorização do espaço público enquanto lugar de encontro, promovendo a criação artística e fortalecendo a ligação entre residentes, visitantes, associações e agentes culturais.

Para os artistas, representa uma oportunidade singular de apresentar o seu trabalho num contexto de proximidade e grande beleza. Para o público, é um convite a percorrer a vila de forma livre, surpreendente e inspiradora.

O Festival é uma co-produção de A Boia Associação Cultural e da Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara Municipal de Lagoa.

O nome Escaidinhas é uma homenagem à forma como a palavra “escadinhas” é dita nesta zona do Algarve.

Veja aqui a reportagem sobre a edição do ano passado do Festival das Escaidinhas:



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Vai haver uma visita especial às obras nas Ruínas Romanas de Milreu

5 June 2026 at 15:10

As Ruínas Romanas de Milreu, monumento afeto ao Património Cultural, promovem, no dia 12 de junho, às 10h00, uma visita aos trabalhos arqueológicos que estão em curso no monumento, no âmbito das Jornadas Europeias de Arqueologia.

Este ano, o tema das jornadas é “Arqueologia a Acontecer”.

«Seguindo a temática proposta pelo Institut National de Recherches Archéologiques Préventives (Inrap), a atividade será dedicada à arqueologia preventiva e ao seu papel na proteção, salvaguarda e valorização do Património Arqueológico», explica o instituto Património Cultural.

As Ruínas Romanas de Milreu estão temporariamente encerradas ao público devido à execução da empreitada de “Requalificação do Centro Interpretativo e Outros Trabalhos”, desenvolvida no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Esta visita constituirá, por isso, uma oportunidade para conhecer de perto os trabalhos em curso. 

Os participantes têm de acompanhar o grupo durante toda a visita, não sendo permitido circular livremente pela área da obra.

Devem usar calçado raso, fechado e confortável e respeitar todas as orientações de segurança no espaço da obra, incluindo o uso obrigatória do equipamento de proteção individual fornecido (capacete e colete).

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