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Estádio de Nova Jersey foi palco de estreia de Neymar e jogo mil da Seleção

13 June 2026 at 15:29

Brasil e Marrocos se enfrentam neste sábado (13), na abertura do Grupo C da Copa do Mundo em Nova Jersey. E o palco do confronto já presenciou momentos icônicos envolvendo a Seleção.

O MetLife Stadium, chamado apenas como Estádio de Nova Jersey na Copa por exigência da Fifa, fica localizado em East Rutherford e tem capacidade para 82 mil torcedores. A arena é a casa dos times da NFL New York Jets e New York Giants.

O último duelo do Brasil no estádio aconteceu em setembro de 2018. Na ocasião, a Seleção venceu os Estados Unidos por 2 a 0, com gols de Roberto Firmino e Neymar.

Estreia de Neymar e milésimo jogo

Neymar, aliás, tem uma memória especial do estádio. O camisa 10 estreou com a camisa da Seleção Brasileira neste palco. O adversário também foi a seleção americana, e o confronto aconteceu no dia 10 de agosto de 2010, com o atacante marcando seu primeiro gol pelo Brasil.

O estádio de Nova Jersey também recebeu o milésimo jogo na história da Seleção Brasileira.

O duelo marcante aconteceu em novembro de 2012, no empate do Brasil com a Colômbia. Neymar, mais uma vez, foi o autor do gol.

Desde a sua inauguração, em outubro de 2010, o MetLife Stadium recebeu cinco jogos da Seleção Brasileira. Foram três vitórias, um empate e uma derrota — em 2012 para a Argentina.

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Ancelotti vai optar pela experiência em estreia na Copa, diz Michel Bastos

13 June 2026 at 15:29

A Seleção Brasileira faz sua estreia na Copa do Mundo neste sábado (13) contra Marrocos, e o comentarista Michel Bastos avaliou os principais aspectos da partida. Para ele, Carlo Ancelotti deve privilegiar a experiência na escalação, diante de um adversário que ele considera o mais difícil da fase de grupos para o Brasil.

Michel Bastos, que disputou a Copa do Mundo de 2010 pela Seleção Brasileira, destacou que a ansiedade faz parte do processo, mas que jogadores experientes sabem lidar com esse momento.

“A ansiedade existe, isso não tem dúvida, mas há muitos jogadores experientes ali que já viveram, já jogaram uma Copa do Mundo, então eles sabem, conhecem esse processo”, afirmou. Segundo ele, após o apito inicial, a adrenalina toma conta e os atletas conseguem executar seu trabalho normalmente.

Marrocos é o adversário mais difícil do grupo

Na avaliação de Michel Bastos, Marrocos representa o maior desafio do Brasil na fase de grupos. “Entre Haiti e Escócia, é a seleção mais forte que o Brasil vai enfrentar”, disse. Ele ressaltou que, apesar das dificuldades, enfrentar uma equipe de força logo na estreia pode ser positivo para o time brasileiro. O comentarista destacou ainda que Marrocos perdeu uma referência importante com um corte recente — um jogador que atua pelos lados do campo com estilo agudo — mas que a seleção africana ainda conta com muita qualidade técnica e gosta da posse de bola.

“O próprio Rafinha falou, eles são considerados os brasileiros na África”, comentou.

Preocupação na lateral e confiança em Danilo

A posição de lateral foi apontada por Michel Bastos como um setor de atenção para a Seleção Brasileira. Com o corte de Wesley, que seria o titular na lateral direita, Ancelotti optou por convocar um meia e testar Danilo na posição. “Danilo não é unanimidade, até porque no seu clube não vinha jogando, mas é um jogador que Ancelotti tem muita confiança”, avaliou. Michel Bastos lembrou ainda que o Brasil foi historicamente muito bem servido nessa posição, com nomes como Roberto Carlos, Cafu, Dani Alves e Marcelo, o que eleva o nível de exigência da torcida. Apesar das ressalvas, o comentarista defendeu que é preciso dar confiança a quem está disponível.

Trocas de treinador prejudicaram a preparação

Michel Bastos também comentou o impacto das quatro trocas de treinador desde 2022 na construção da equipe. Para ele, a instabilidade atrapalhou a formação de uma base sólida. “Anos atrás a gente sempre tinha uma base da seleção brasileira, e nos últimos anos isso não vem acontecendo”, disse.

Ele destacou que Ancelotti chegou em um momento já próximo da Copa do Mundo, com pouco tempo para montar o elenco e definir seu modelo de jogo. Como exemplo positivo de continuidade, citou as seleções da França e da Argentina, que mantiveram grande parte do elenco campeão ao longo dos ciclos. Na sua avaliação, é justamente por isso que, neste momento, Ancelotti deve optar pelos jogadores mais experientes na escalação inicial.

Para o jogo contra Marrocos, Michel Bastos projetou que Ancelotti vai montar uma equipe com linha mais avançada, pressionando a saída de bola dos adversários. “O Brasil vai montar essa equipe para ter essa linha mais alta, pressionar a equipe do Marrocos, não deixar eles jogarem, porque eles têm muita qualidade técnica”, analisou. O comentarista apostou em uma vitória brasileira por 2 a 1, reconhecendo que jogos de estreia em Copas do Mundo costumam ser disputados e apertados.

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Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Olivia Rodrigo tem álbum mais reproduzido de 2026 no 1º dia

13 June 2026 at 15:28

A cantora Olivia Rodrigo, 23, quebrou recordes com o terceiro disco de estúdio, “You Seem Pretty Sad For a Girl So In Love”, lançado na sexta-feira (12), nas plataformas de streaming Spotify e Amazon Music.

Pelas redes sociais, o Spotify e a Amazon Music revelaram que a cantora tem, até o momento, o disco de maior estreia de 2026, sendo no primeiro streaming, a maior estreia entre artistas mulheres, e no segundo, entre qualquer artista.

“O disco de Olivia, ‘You Seem Pretty Sad For a Girl So In Love’ se tornou o álbum mais reproduzido no Spotify de uma artista feminina”, declarou o Spotify em comunicado nas redes sociais.

“O disco de Olivia, ‘You Seem Pretty Sad For a Girl So In Love’ conquistou o recorde de maior reprodução global de um álbum no primeiro dia na Amazon Music”, informou a Amazon Music.

No disco, Olivia Rodrigo foca nos altos e baixos de uma relação amorosa. Conhecida por transformar experiências pessoais em letras confessionais desde o sucesso de “Sour”, a artista mantém a tradição de usar a composição como uma espécie de diário emocional, em meio a melodias marcantes.

“É a minha tentativa de capturar o amor pelos dois lados da moeda. A esperança e a decepção. A loucura e a clareza. O envolvimento e o desenrolar”, escreveu Olivia Rodrigo sobre o álbum, nas redes sociais.

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Técnico da Espanha nega favoritismo na Copa: “Somos mais do que o Brasil?”

13 June 2026 at 15:21

Dois dias antes da estreia na Copa do Mundo, o técnico Luis de La Fuente afastou o favoritismo da Espanha e dividiu a responsabilidade com outras nações. Em entrevista ao portal AS, o comandante adotou cautela e apontou até a seleção brasileira como candidata ao título.

“O que significa ser favorito? Esses comentários vêm do exterior. E, em segundo lugar, o que significa ser favorito? Ter chances de ganhar a Copa do Mundo? Mas, honestamente e com base no que sabemos, somos realmente mais favoritos que a França, o Brasil ou a Argentina?”.

Em sua análise, De la Fuente também citou outros países que podem surpreender na Copa, como Portugal, Holanda, Inglaterra e as seleções africanas, sem especificar nomes.

“Mesmo sendo melhor que os rivais, você pode perder. Nos sentimos fortes e capazes. É positivo ser o favorito, mas o futebol pode te levar para o alto ou para o fundo do poço”.

A Espanha está no Grupo H do torneio e estreia na segunda-feira (15), às 13h, diante de Cabo Verde, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta. Na mesma chave estão Uruguai e Arábia Saudita, que se enfrentam no mesmo dia, às 19h, em Miami.

O técnico Luis de La Fuente também falou sobre a possibilidade de acompanhar seleções em contextos diferentes no Mundial.

“São equipes muito fortes. Fisicamente, taticamente e tecnicamente, porque sempre têm jogadores acostumados a competir em clubes de ponta. E alguns times se adaptam melhor a essas condições climáticas, a esses ambientes? Isso também será uma desvantagem”, acrescentou.

De La Fuente concluiu: “A competição está incrivelmente acirrada. Há mais equilíbrio no nível de seleções do que no nível dos clubes. O jogo mais importante da Copa do Mundo é Cabo Verde, sem dúvida”.

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Rômulo Mendonça é afastado das finais da NBA após polêmica com repórter

13 June 2026 at 15:14

A Amazon Prime Video afastou o narrador Rômulo Mendonça e o comentarista Ricardo Bulgarelli das transmissões das finais da NBA após a repercussão de comentários feitos pelos profissionais sobre a repórter Alana Ambrosio, integrante da equipe de cobertura da plataforma.

A medida foi tomada enquanto a empresa realiza uma investigação interna sobre o caso. Com a decisão, os dois não participarão da transmissão deste sábado (13), quando o New York Knicks enfrenta o San Antonio Spurs, às 21h30 (de Brasília), em duelo que pode encerrar a série decisiva da temporada.

Para a partida, a Amazon escalou Marcelo Gomes na narração e a ex-jogadora Janeth Arcain nos comentários.

O que aconteceu

A polêmica teve origem em uma participação de Rômulo Mendonça no “Jararaca Podcast”, exibido no YouTube. Durante a conversa, o narrador reproduziu de forma irônica trechos de um vídeo publicado por Alana Ambrosio nas redes sociais.

Na gravação original, a jornalista relembra a primeira vez em que assistiu a uma partida da NBA, em Nova York, em 2015. Ela também compartilha um momento difícil de sua vida pessoal e relata a emoção de retornar à cidade anos depois, agora trabalhando profissionalmente com a cobertura da liga de basquete.

Ao comentar o vídeo no podcast, Rômulo fez uma paródia do relato, alterando trechos da história e adotando tom de deboche. Em seguida, ainda ironizou o formato da gravação feita pela repórter, que havia sido registrada em um quarto de hotel durante a cobertura das finais.

Ricardo Bulgarelli participou da conversa e reagiu aos comentários durante a transmissão ao vivo.

Repercussão nos bastidores

O episódio gerou desconforto entre profissionais envolvidos na cobertura da NBA e teve ampla repercussão nas redes sociais. Diante da reação negativa, a Amazon optou por retirar temporariamente Rômulo Mendonça e Ricardo Bulgarelli das transmissões até a conclusão da apuração interna.

A empresa não informou prazo para o encerramento da investigação nem se os profissionais voltarão às transmissões ainda durante as finais.

Série pode ser decidida neste sábado

Dentro de quadra, o New York Knicks está a uma vitória de conquistar o título da NBA. A equipe lidera a série melhor de sete por 3 a 1 contra o San Antonio Spurs.

Caso vençam o quinto jogo neste sábado, os Knicks confirmarão o título da temporada. Se os Spurs triunfarem, a decisão seguirá para uma sexta partida.

Copa 2026: quem são os brasileiros que vão jogar por outros países

Pulisic tem lesão confirmada após goleada dos EUA na estreia da Copa

13 June 2026 at 15:12

Considerado o principal jogador dos Estados Unidos, o meia-atacante Christian Pulisic teve uma lesão na panturrilha confirmada após a vitória sobre o Paraguai, por 4 a 1, na estreia da Copa do Mundo. O camisa 10 foi substituído no intervalo da partida, por Sebastian Berhalter, quando a equipe já vencia por 3 a 0.

Após o duelo Estádio de Los Angeles, o jogador falou sobre a lesão e afirmou que já iniciou a recuperação. “Espero sinceramente que não seja nada. Estou tomando algumas precauções hoje, mas espero que corra tudo bem”.

Embora tenha atuado em apenas metade da partida, Pulisic foi muito elogiado por ter participado de dois gols dos Estados Unidos. No primeiro, anotado contra pelo paraguaio Damián Bobadilla, o meia-atacante fez ótima jogada individual e bagunçou a defesa sul-americana.

No segundo, em mais uma boa arrancada pelo lado esquerdo, ele cruzou rasteiro na medida para Folarin Balogun, que balançou as redes do adversário.

O jogador do Milan, da Itália, está em sua segunda participação em Copas do Mundo e tenta superar a campanha do Catar, quando os norte-americanos caíram nas oitavas de final para a Holanda. Pelo clube, nesta temporada, o atleta sofreu com algumas lesões e participou de 34 partidas, anotando 10 gols e quatro assistências.

A equipe comandada por Mauricio Pochettino retorna aos gramados na próxima sexta-feira (19), às 16h, contra a Austrália, no Lumen Field, em Seattle. Uma vitória contra os australianos deve encaminhar a vaga na segunda fase.

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Neymar recuperado pode ser solução ofensiva para a Seleção, diz ex-zagueiro

13 June 2026 at 15:11

O ex-zagueiro Marcelo Gonçalves, que disputou a Copa do Mundo de 1998 com a Seleção Brasileira, avaliou as perspectivas do Brasil para a estreia no torneio, marcada para este sábado (13), diante do Marrocos. Em entrevista à CNN, Gonçalves destacou que Carlo Ancelotti deve priorizar uma organização defensiva sólida, aproveitando a velocidade dos atacantes para os contra-ataques.

Para Gonçalves, o plano de jogo de Ancelotti já está bem definido. “Ele deve optar por manter uma linha defensiva fortalecida com o Danilo na direita, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alexandre, porque são jogadores reconhecidos no futebol europeu e mundial, e isso tem um peso quando você vai jogar uma Copa do Mundo”, afirmou.

Neymar como peça-chave no setor ofensivo

Gonçalves ressaltou que a presença de Neymar, caso esteja recuperado, pode ser determinante para as soluções ofensivas da equipe.

“A gente não pode deixar de lembrar que o Neymar, estando recuperado, deve ser esse jogador, esse número 10, esse meio ofensivo para encontrar as soluções ofensivas com rapidez e inteligência, para colocar os atacantes na cara do gol”, disse. O ex-zagueiro também citou Vini Júnior, Rafinha, Matheus Cunha, Luiz Henrique, Igor Thiago e Endrick como opções para o setor de ataque, enquanto Bruno Guimarães, Casimiro e Paquetá formariam o meio-campo.

Preocupação defensiva e referência dentro de campo

O ex-zagueiro reconheceu que a fragilidade defensiva da Seleção nos últimos jogos é uma preocupação real.

“Para a Copa do Mundo, você tem que procurar ter uma solidez defensiva para poder contra-atacar, já que nós temos esses jogadores com muita velocidade pelas laterais”, ponderou.

Gonçalves também destacou a importância de ter uma referência técnica como Neymar no elenco, traçando um paralelo com a geração de 94, 98 e 2002. “Ter jogadores com essa referência influencia muito e é muito importante para uma possível conquista de uma Copa do Mundo”, afirmou, lembrando que aquela geração foi a única da história do futebol brasileiro a chegar a três finais consecutivas de Copa do Mundo.

Marrocos evoluiu, mas Brasil é favorito

Questionado sobre a evolução da seleção marroquina desde 1998, quando o Brasil venceu por 3 a 0, Gonçalves reconheceu que a diferença entre as equipes diminuiu consideravelmente.

“Essa diferença hoje em dia se encurtou. No último jogo contra o Marrocos, que era amistoso depois da Copa do Mundo de 2022, nós fomos derrotados por 1×0”, recordou. O ex-zagueiro destacou que o Marrocos mescla jogadores experientes, como Hakimi, do Paris Saint-Germain, com novos talentos, como Dias, do Real Madrid, e Rassal, do Manchester United. Apesar disso, Gonçalves disse acreditar em uma vitória brasileira.

“Eu acredito numa vitória da seleção brasileira, mas vai ser um jogo difícil. O meu palpite é 2×1”, concluiu.

Copa 2026: quem são os brasileiros que vão jogar por outros países

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Adversário da estreia, Marrocos foi a primeira vítima de Ronaldo em Copas

13 June 2026 at 15:01

Coincidentemente, o adversário da estreia brasileira, que acontece neste sábado (13), foi justamente a primeira equipe a sofrer um gol de Ronaldo Fenômeno, que se tornaria o maior artilheiro do Brasil em Mundiais, com 15 gols.

O primeiro gol do atacante contra o Marrocos em Copas do Mundo marcou o começo de uma das histórias mais vitoriosas da Seleção Brasileira no torneio.

Em 16 de junho de 1998, pela segunda rodada da fase de grupos, Ronaldo deixou sua marca na vitória por 3 a 0 sobre os marroquinos, em Nantes, na França.

Campeão mundial em 1994 e 2002, Ronaldo participou de 19 partidas em Copas do Mundo e alcançou uma impressionante média de 0,79 gol por jogo. A eficiência se tornou ainda mais evidente nos confrontos eliminatórios: em dez partidas de mata-mata, Fenômeno marcou oito vezes.

Com esse desempenho, divide o posto de maior artilheiro em fases eliminatórias de Copas com o francês Kylian Mbappé e com o lendário Leônidas da Silva, que brilhou nos Mundiais de 1934 e 1938.

Ronaldo ocupa a segunda posição entre os brasileiros com mais partidas disputadas em Copas do Mundo. O jogador perde apenas para Cafu, que atuou em 20 jogos pelo torneio.

Quando encerrou a carreira, em 2011, o Fenômeno era o maior artilheiro da história das Copas. O recorde foi superado pelo alemão Miroslav Klose, que chegou a 16 gols durante o Mundial de 2014.

Ao longo de sua trajetória pela Seleção Brasileira, Ronaldo acumulou 105 partidas e 67 gols. A campanha do atleta no Mundial o tornou o atleta mais jovem a ser eleito o melhor jogador de uma Copa, aos 21 anos.

Isso porque, além do gol contra o Marrocos, Ronaldo também marcou dois no 4 a 1 sobre o Chile, nas oitavas, e no empate contra a Holanda, por 1 a 1, na semifinal.

Ronaldo celebra seu gol na final da Copa de 2002 entre Brasil e Alemanha
Ronaldo celebra seu gol na final da Copa de 2002 entre Brasil e Alemanha • Getty Images

Estreia na Copa

A estreia de Ronaldo em Copas aconteceu em 1994. Com apenas 17 anos, era o atleta mais jovem do elenco, que tinha como técnico Carlos Alberto Parreira.

Embora não tenha entrado em campo durante a campanha do tetracampeonato, o jovem atacante teve a oportunidade de acompanhar de perto uma das duplas mais marcantes da história da Seleção: Romário e Bebeto.

Implacável no Penta

A Copa do Mundo de 2002 representou o auge da carreira do atacante. Na fase de grupos, Fenômeno marcou quatro vezes em três jogos. Balançou as redes na vitória por 2 a 1 sobre a Turquia, fez um gol no triunfo por 4 a 0 diante da China e marcou duas vezes na vitória por 5 a 2 sobre a Costa Rica.

Nas fases decisivas, continuou sendo o principal nome do Brasil. Fez um dos gols da vitória por 2 a 0 sobre a Bélgica nas oitavas de final e garantiu a classificação para a decisão ao marcar o histórico gol de bico contra a Turquia na semifinal.

Na grande final, foi decisivo mais uma vez. Seus dois gols diante da Alemanha garantiram o pentacampeonato brasileiro e consolidaram seu nome entre os maiores jogadores da história do futebol.

Despedida dos Mundiais

A última participação de Ronaldo em Mundiais aconteceu na Copa de 2006, disputada na Alemanha.

Na fase de grupos, marcou duas vezes na vitória por 4 a 1 sobre o Japão. Já nas oitavas de final, deixou sua marca no triunfo por 3 a 0 sobre Gana, alcançando seu 15º gol em Copas do Mundo e consolidando-se, naquele momento, como o maior artilheiro da história da competição.

O Brasil finalmente estreia na Copa do Mundo 2026 neste sábado (13), às 19h (de Brasília), no Estádio New York New Jersey, nos Estados Unidos, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo C do Mundial.

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Campeão pelo PSG, joia “francesa” e mais: os destaques do Marrocos na Copa

13 June 2026 at 15:00

Após a campanha histórica na Copa de 2022, terminando na quarta posição, a seleção de Marrocos chega com expectativa alta neste Mundial, e conta com nomes de peso em seu elenco.

Nesta semana, o time africano perdeu dois nomes importantes: o zagueiro Nayef Aguerd, do Olympique de Marseille, e o meia esquerdo Abde Ezzalzouli, um dos destaques do Betis.

Mas nem por isso, a Seleção Brasileira terá vida fácil no duelo. Outros craques marroquinos precisam entrar no radar da equipe comandada por Carlo Ancelotti.

Uma das estrelas de Marrocos começa no gol. Yassine Bounou atuava no Sevilla quando fechou a meta da equipe no Catar. Atualmente, Bono defende o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e esteve no Mundial de Clubes de 2025, nos Estados Unidos.

Achraf Hakimi pode ser considerado o nome mais conhecido da atual geração marroquina. O lateral é um dos destaques do Paris Saint-Germain, tendo conquistado as últimas duas Champions League.

Outro nome que atua em um clube grande do futebol mundial é Brahim Díaz. O espanhol de ascendência marroquina defende o Real Madrid, e já vestiu as cores do Manchester City.

O atacante de 26 anos foi o artilheiro da Copa Africana de Nações este ano, mas desperdiçou um pênalti decisivo na decisão contra Senegal e foi bastante criticado pela cavadinha na batida.

Além dos citados acima, o Brasil precisa ficar atento com outros nomes, como o francês Ayyoub Bouaddi do Lille — alvo de disputa entre França e Marrocos, e o jovem Ismael Saibari, que atua no PSV e vem sendo alvo do Bayern de Munique.

Governo Trump alega que árbitro barrado tem ligação com terrorismo

Virginia mostra quarto luxuoso em hotel nos EUA: “É um apartamento”

13 June 2026 at 14:56

A influenciadora Virginia Fonseca, 27, mostrou detalhes do quarto luxuoso de hotel que está hospedada nos Estados Unidos, para a cobertura da Copa do Mundo 2026.

Nos stories do Instagram, Virginia disse que recebeu um “upgrade” no quarto de hotel em que estava e foi para um local maior para ficar junto dos amigos que viajaram com ela.

“É um apartamento”, disparou ela entre vídeos.

O local possui, além dos quartos, sala, cozinha e sala de jantar.

Quarto luxuoso de hotel em que Virginia ficará hospedada durante a Copa • Instagram/ Virginia

O que Virginia fará na Copa do Mundo 2026?

Virginia atuará como repórter na Copa do Mundo 2026 em parceria com o programa “Domingão com Huck”, da TV Globo. A influenciadora será a responsável por mostrar bastidores, além do cotidiano na cidade, como rotina de compras e restaurantes.

Além disso, a influenciadora supostamente teria reatado com o jogador da Seleção Brasileira, Vini Jr., 25.

Fim de Virginia e Vini Jr.: relembre namoro e polêmicas do casal

EUA x Irã: Entenda os desafios para assinatura do acordo provisório

13 June 2026 at 14:41

Há de repente um otimismo recém-descoberto em relação à possibilidade de o governo Trump chegar a um acordo com o Irã para estender o cessar-fogo e começar a encaminhar o fim da guerra — e não apenas na cabeça do presidente Donald Trump desta vez.

Até o ministro das Relações Exteriores do Irã diz que um acordo “nunca esteve tão próximo”.

Mas é importante notar que, mesmo que haja boas razões para o otimismo, isso não seria, por si só, um acordo de paz. É o primeiro passo de um processo muito mais longo.

Chegar até aqui provavelmente foi a parte mais fácil; o que vem a seguir será ainda mais difícil.

O acordo interino em discussão envolveria essencialmente que os dois lados chegassem a um entendimento sobre alguns dos pontos mais simples — como o fim da restrição imposta pelo Irã ao Estreito de Ormuz e o bloqueio norte-americano nas proximidades — enquanto se estabelece um prazo de 60 dias e uma agenda para resolver as questões mais difíceis.

O governo Trump também afirma que o Irã concordou com concessões muito importantes, mas a mídia iraniana apresenta uma versão bastante diferente de um acordo ainda provisório.

A manhã de sexta-feira reforçou a natureza tensa do que está por vir. Após veículos de comunicação ligados ao governo iraniano relatarem detalhes de um possível acordo que pareciam muito favoráveis a Teerã, Trump atacou seus líderes como “pessoas muito desonrosas para lidar”, com quem “não existe tal coisa como agir de boa-fé”.

Então o que Trump estaria tentando resolver com seus contrapartes irremediavelmente desonestos?

Vamos analisar alguns dos possíveis pontos de impasse e por que Trump pode ter dificuldade em vender os termos finais ao público americano como uma verdadeira conquista.

Suspensão do programa nuclear do Irã

Este é o aspecto mais importante de qualquer possível acordo de paz, e é extremamente complexo.

O governo Trump está sinalizando que o Irã estaria concordando em desmantelar seu programa nuclear e se comprometer “indefinidamente” a não construir uma arma nuclear. Mas, mesmo que isso seja verdade, os detalhes de como isso aconteceria e de como seria aplicado no futuro são críticos — e já foram um grande ponto de discórdia antes. Levará certamente semanas apenas para acertar isso.

Um alto funcionário do governo afirmou na sexta-feira a existência de um novo “regime de inspeção”, mas os detalhes ainda são escassos.

Por exemplo, o Irã abriria mão de todo o seu programa nuclear, inclusive das partes que aparentemente poderiam ter uso civil? Ou apenas concordaria em não enriquecer urânio além de certo nível, impedindo teoricamente o acesso a urânio com grau bélico?

Parece ser o segundo caso, com o funcionário afirmando na sexta-feira que “não temos nenhum problema com a ideia de usinas de energia civis no Irã”.

E, de forma crucial, como os inspetores garantiriam que o Irã está cumprindo qualquer acordo?

Trump tem reforçado a ideia de que o compromisso do Irã de não construir uma arma nuclear seria uma grande vitória. Mas, na prática, o Irã afirma há muitos anos que não está fazendo isso.

O verdadeiro ponto central seria como o governo Trump garantiria a conformidade. A complicar ainda mais a situação, o presidente dos EUA precisará deixar claro como o acordo seria melhor do que o negociado pelo governo Obama, já que ele o critica constantemente como fraco demais. Aquele acordo impunha restrições ao enriquecimento de urânio do Irã e tinha o órgão nuclear da ONU verificando o cumprimento.

O grande obstáculo aqui: muitos, dentro do próprio partido de Trump, que dizem que Teerã simplesmente não é confiável para cumprir os termos de qualquer acordo. As declarações de Trump na sexta-feira sobre a falta de confiabilidade do Irã evidenciam esse problema.

Urânio altamente enriquecido do Irã

O urânio já altamente enriquecido também traz seus próprios problemas. O governo Trump afirmou que o Irã precisa entregá-lo, mas ele está enterrado em grande profundidade após ataques aéreos dos EUA há um ano.

E Trump tem feito referências repetidas e explícitas à possibilidade de que os EUA talvez não acabem obtendo esses materiais.

Ele sugeriu que os militares americanos poderiam apenas “enterrar” as áreas e monitorá-las. “Isso está tão fundo no subsolo que eu não me importo com isso”, disse ele em abril.

Também há discussões sobre como o urânio poderia, em vez disso, ser “rebaixado”, de modo a não estar tão altamente enriquecido, mas permanecer em posse do Irã como combustível.

Um alto funcionário do governo afirmou na sexta-feira que o acordo interino envolve que o urânio seja “destruído no local e depois retirado do país”. Mas ele reconheceu que “vai levar um pouco de tempo para descobrir” exatamente como isso será feito.

É difícil ver como Trump poderia vender isso como uma grande vitória sem obter o urânio enriquecido que o Irã já possui.

Ativos congelados do Irã

Aqui é onde a retórica antiga de Trump pode realmente voltar para assombrá-lo. Em 2016, ele e outros republicanos criticaram duramente o governo Obama por entregar ao Irã 400 milhões de dólares em dinheiro em uma transação ligada à libertação de reféns e ao acordo nuclear.

O dinheiro não era estritamente uma doação. Ele foi usado para resolver reivindicações em um tribunal internacional em Haia relacionadas a um fracassado acordo de armas de 1979. Mas a imagem foi muito negativa, e Trump e outros afirmaram que o dinheiro seria usado para o terrorismo.

Os 400 milhões de dólares eram, na verdade, a primeira parcela de 1,7 bilhão de dólares devidos ao Irã.

Hoje, o Irã parece estar exigindo o descongelamento de uma soma muito maior de seus ativos: 24 bilhões de dólares.

Quando a possível liberação desses ativos foi noticiada pela primeira vez em abril, Trump garantiu: “Nenhum dinheiro será transferido de forma alguma, em nenhum sentido ou forma”.

Mas ele pode estar fazendo um jogo semântico, diferenciando entre liberar ativos e entregar dinheiro em espécie. Essa parece ser a linha tênue que o governo Trump pode tentar manter, ao menos julgando pela publicação do vice-presidente JD Vance no X na sexta-feira.

Vance reiterou que o Irã não receberia “dinheiro”, mas acrescentou que “nenhum fundo está sendo liberado apenas por assinar um acordo ou participar de uma reunião”. Isso soa como se os fundos realmente fossem descongelados em algum momento.

Mas, tecnicamente, o pagamento de 2016 também envolvia dinheiro que já estava em posse do Irã.

Com base nas linhas vermelhas públicas do Irã, parece que algum tipo de dinheiro terá de estar envolvido. Mas, se estiver, Trump se expõe a alegações semelhantes de que está entregando dinheiro ao Irã que poderia ser usado para o terrorismo.

Abertura do Estreito de Ormuz

Embora muitos detalhes corram o risco de parecerem semelhantes ao acordo nuclear do governo Obama, o Estreito de Ormuz apresenta uma nova variável nessas negociações.

Afinal, a guerra deu ao Irã uma grande vitória estratégica ali. Ele demonstrou ser capaz de, na prática, fechar o estreito — e afetar negativamente a economia mundial inteira — como forma de alavancagem.

A grande questão aqui não é tanto se o Irã abriria mão do controle efetivo do estreito por agora; o governo Trump certamente exigiria isso. É como o acordo aborda a aparente capacidade do Irã de bloquear o estreito no futuro.

Se essa questão for deixada sem resposta e o restante do acordo parecer muito com o acordo nuclear de Obama, será fácil para os críticos de Trump argumentarem que se trata de um acordo ainda pior.

Grupos por procuração do Irã

No início, Trump e seus aliados disseram que um de seus objetivos mais importantes era garantir que o Irã não pudesse mais financiar seus grupos por procuração — como Hamas e Hezbollah — que espalham o terror na região.

Quando Trump afirmou falsamente há dois meses que o Irã havia concordado com todas as suas exigências, ele disse que isso incluía o compromisso de parar de apoiar todos os grupos por procuração.

Mas depois disso, Trump e o governo praticamente pararam de falar sobre o assunto.

Um alto funcionário do governo disse à CNN na sexta-feira que o Irã está concordando em não financiar grupos terroristas. Mas, novamente, mesmo que isso seja verdade, o detalhe está nos pormenores — como o que isso significa na prática e como será verificado.

E, se Trump não conseguir algo sólido nesse ponto, significará que ele falhou em cumprir um de quatro objetivos principais que estabeleceu no início da guerra.

Por que o Estreito de Ormuz é tão importante para a economia do mundo?

Brasil x Marrocos: quem será o capitão da Seleção na estreia da Copa

13 June 2026 at 14:39

O Brasil inicia neste sábado (13) sua caminhada na Copa do Mundo de 2026. Às 19h (de Brasília), a Seleção enfrenta o Marrocos, no Estádio de Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C.

Para a estreia, Carlo Ancelotti definiu Marquinhos como capitão da equipe. O zagueiro do Paris Saint-Germain será o responsável por liderar a Seleção em campo no primeiro jogo do treinador italiano em uma Copa do Mundo.

A escolha reforça o papel de liderança exercido pelo defensor nos últimos anos. Aos 32 anos, Marquinhos é um dos jogadores mais experientes do elenco e chega ao Mundial como peça central do sistema defensivo brasileiro. Ao seu lado estará Gabriel Magalhães, formando a dupla de zaga titular.

O desafio, porém, não será simples. O Brasil entra em campo sem Neymar, que fica fora da partida por causa de uma lesão muscular na panturrilha direita.

Além disso, o adversário inspira atenção. Marrocos foi semifinalista da Copa do Mundo de 2022 e venceu o último confronto entre as seleções, por 2 a 1, em amistoso disputado em 2023.

Mesmo sem o zagueiro Nayef Aguerd e o atacante Abde Ezzalzouli, ambos lesionados, os marroquinos contam com jogadores de destaque no cenário internacional. O principal nome é Achraf Hakimi, lateral do PSG e companheiro de clube de Marquinhos. Outro destaque é o meia Brahim Díaz, do Real Madrid.

A provável escalação do Brasil tem: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vinicius Júnior e Matheus Cunha.

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I biolaboratori USA esistono e sono pericolosi


di Fabrizio Verde

Per anni chiunque abbia provato a sollevare il velo sui laboratori biologici statunitensi sparsi per il mondo (prevalentemente in territori eurasiatici) è stato sistematicamente deriso, etichettato come complottista filo-russo, talvolta addirittura accusato di tradimento. Ma adesso qualcosa è inevitabilmente cambiato. Perché a parlare non è stato un giornalista scomodo o un attivista paranoico. A parlare è stata la direttrice dell’Intelligence Nazionale statunitense, Tulsi Gabbard.

E quello che ha rivelato fa veramente impressione.

Today, I’m releasing never before seen intelligence revealing new evidence of past US government funding for more than 120 biolabs in over 30 countries, including Ukraine.

In support of President Trump‘s Executive Order to end federal funding of dangerous gain of function… pic.twitter.com/RkPHnAbka9

— DNI Tulsi Gabbard (@DNIGabbard) June 12, 2026

Gabbard ha reso pubblici documenti desecretati che dimostrano senza ombra di dubbio che il governo degli Stati Uniti ha finanziato per anni oltre 120 biolaboratori in oltre 30 paesi. Non strutture innocue per la ricerca sul raffreddore comune. Laboratori che manipolano patogeni letali come l’antrace, l’ebola, la peste, il virus di Marburgo, la tubercolosi, la tularemia (febbre dei conigli), il MERS e la SARS. Roba da far accapponare la pelle.

L’Ucraina, guarda caso, è uno dei teatri principali di questa inquietante operazione globale. Più di 40 strutture finanziate direttamente da Washington, molte delle quali ancora oggi conservano “patogeni di guerra biologica risalenti all’epoca sovietica”. Parole non nostre, ma del rapporto ufficiale appena pubblicato.

E non è tutto. I documenti rivelano che l’Istituto di Medicina Veterinaria Sperimentale e Clinica di Kharkiv, uno dei laboratori finanziati dagli USA, ospitava “centinaia di patogeni” già all’inizio degli anni 2010. E nel 2019 presentava gravi “deficienze di bioprotezione e biosicurezza”, in particolare nei locali dove si maneggiava il batterio Brucella, altamente contagioso. Tradotto: potenziali bombe biologiche a orologeria gestite con superficialità.

Gabbard è stata durissima. Ha denunciato che politici, i cosiddetti esperti della salute come il dottor Fauci esalatato dall’intero circuito mediatico mainstream, e funzionari dell’amministrazione Biden hanno mentito spudoratamente al popolo statunitense sull’esistenza di questi laboratori. E non solo: hanno minacciato chiunque provasse a dire la verità. Curioso modo di trattare – per l’autoproclamata più grande democrazia del mondo - chi solleva legittimi interrogativi sulla sicurezza globale, no?

La comunità internazionale, nel frattempo, non può dire di non essere stata avvertita. La Russia ha passato anni a lanciare allarmi su queste attività in Ucraina. Già dal 2022 Mosca ha portato queste attività pericolose all'attenzione dell’ONU, ha denunciato progetti come l’UP-4 (che studiava la trasmissione di infezioni pericolose attraverso uccelli migratori) e il P-781 (che analizzava l’uso di pipistrelli come vettori di armi biologiche). Risultato? Silenzio imbarazzato da parte di Washington e dei suoi alleati. Peggio: chi riprendeva queste rivelazioni veniva liquidato alla stregua di un portavoce al soldo del Cremlino.

Ecco il meccanismo perverso: da un lato si nega l’esistenza di questi programmi, dall’altro si delegittima chi ne parla accusandolo di essere un agente straniero. Un classico del manuale della disinformazione. Peccato che adesso sia la stessa Intelligence USA a confermare che quei laboratori esistono eccome, che sono pericolosi, e che sono stati finanziati con soldi dei contribuenti statunitensi.

Gabbard ha promesso che la sua agenzia continuerà a lavorare per identificare dove si trovano esattamente queste strutture e quali patogeni contengono, con l’obiettivo dichiarato di “porre fine a questa ricerca pericolosa” che minaccia “la salute e il benessere del popolo statunitense e delle persone di tutto il mondo”.

Bene così. Ora però sorgono domande scomode: perché per anni chi cercava di indagare su queste cose è stato sistematicamente osteggiato? Perché i cosiddetti fact-checker, quelli che oggi pontificano sui social smontando “bufale”, hanno sempre bollato come teoria del complotto le notizie sui biolaboratori? Forse perché certe verità, se diventassero troppo popolari, metterebbero in imbarazzo persone potenti?

La vicenda ricorda da vicino quella dei famigerati laboratori di Fort Detrick, negli Stati Uniti, avvolti per decenni nel mistero. Oggi sappiamo che il programma USA di laboratori biologici all’estero è vastissimo, poco trasparente, e operato con “molta poca visibilità o supervisione”, come ammette lo stesso rapporto.

Il rappresentante russo all’ONU Vasily Nebenzya aveva avvertito già nel 2022: i progetti di ricerca biologica in Ucraina violano la Convenzione sulle armi biologiche. E i documenti venuti in possesso delle forze russe erano solo “la punta dell’iceberg”. Oggi sappiamo che quelle denunce erano fondate.

La domanda finale è semplice: quanti altri laboratori esistono nel mondo? E soprattutto, cosa ci fanno gli Stati Uniti con patogeni letali sparsi in decine di paesi, spesso con standard di sicurezza discutibili? La risposta, per ora, continua a essere sepolta sotto tonnellate di propaganda e attacchi a chiunque osi chiedere conto. Ma dopo le rivelazioni di Gabbard, sarà sempre più difficile per i soliti noti gridare al complottismo. Perché la verità, alla fine, è scritta nero su bianco nei documenti desecretati degli stessi servizi segreti USA.

???? Alerta de material peligroso en el Pentágono

???? Las autoridades de emergencia de Estados Unidos investigan una alerta sobre material peligroso en el Pentágono, desencadenando una movilización de equipos especializados.

????#JoséLebeña pic.twitter.com/tW4KR55tKh

— teleSUR TV (@teleSURtv) June 11, 2026

Virginia perde seguidores depois de supostamente reatar com Vini Jr.

13 June 2026 at 14:25

A influenciadora Virginia Fonseca, 27, perdeu seguidores no Instagram depois de se envolver em especulações sobre ter reatado o relacionamento com o jogador da Seleção Brasileira Vini Jr., 25.

Virginia publicou na tarde de sexta-feira (12), Dia dos Namorados, uma joia que ganhou junto a um buquê de flores vermelhas, sem revelar quem a enviou. Vini Jr., por sua vez, comentou na postagem um coração, o que deu a entender que ele seria o autor do presente.

Segundo o site Instastatistics, que reúne estatísticas de perfis nas redes sociais, Virginia perdeu cerca de 150 mil seguidores após o post. Foi a maior queda de seguidores da influenciadora, que só vinha ganhando novos fãs na rede social nos últimos dias, dentro do período de um mês.

Recentemente, outras teorias de uma possível reconciliação entre Virginia e Vini Jr. foram trazidas à tona. Virginia está nos Estados Unidos para fazer a cobertura da Copa do Mundo de 2026, enquanto o atleta também está por lá para jogar pela Seleção Brasileira.

A principal teoria surgiu após o jogo da NBA no Madison Square Garden, em Nova York, que aconteceu na noite de segunda (8). O assessor pessoal do atacante, Felipe Silveira, compartilhou alguns registros em seu Instagram do lugar em que estava assistindo à partida em uma posição muito semelhante à mostrada por Virginia, o que fez usuários criarem a teoria de que talvez tenham acompanhado o jogo juntos ou próximos.

Outro ponto que não passou despercebido pelo público foi que a influenciadora apagou o post de suas redes, em que anunciava o término com Vini Jr.

Na época do término, Virginia chegou a escrever que “certas coisas são inegociáveis” sobre o motivo que teria feito os dois decidirem se afastar.

Fim de Virginia e Vini Jr.: relembre namoro e polêmicas do casal

Wages Are Falling. Wealth Is Surging. No Wonder Americans Are Unhappy. (Ben Casselman/New York Times)

13 June 2026 at 14:10

Ben Casselman / New York Times:
Wages Are Falling.  Wealth Is Surging.  No Wonder Americans Are Unhappy.  —  As Elon Musk became the world's first trillionaire, workers are facing higher prices and fears of A.I.-driven job losses.  —  Two events from the past week help crystallize this strange, contradictory moment for the U.S. economy.

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