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Genebra reforça segurança para manifestação durante cúpula do G7 na França

13 June 2026 at 11:00

A França sediará uma cúpula do G7 na próxima semana, mas são os comerciantes da vizinha Suíça que já começaram a proteger seus estabelecimentos, fechando fachadas com painéis de madeira antes de um protesto anti-G7 que deve percorrer Genebra neste fim de semana.

Autoridades de segurança de Genebra apresentaram, na quinta-feira (11), seus planos para o protesto de domingo (14), que deve reunir cerca de 50 mil pessoas. As medidas incluem o fechamento e controle de 27 postos de fronteira entre França e Suíça a partir da noite de sexta-feira (12).

Os líderes do G7 desembarcarão em Genebra, na região francófona do oeste da Suíça, antes de serem transportados pela fronteira até o local da cúpula, na cidade francesa de Évian-les-Bains.

A Suíça está mobilizando 4 mil soldados em seu território para garantir a segurança durante os três dias de reunião dos líderes de Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e Estados Unidos, além da União Europeia, informou o Exército na semana passada.

A França anunciou o envio de 8 mil policiais para a cúpula em Évian, que começa na segunda-feira.

Dezenas de lojas em Genebra foram protegidas com tapumes devido ao temor de danos durante a manifestação.

Damien Gall, proprietário da empresa de carpintaria Espace, afirmou que sua equipe instalou mais de 2 mil metros quadrados de painéis de madeira para ajudar empresas a proteger seus imóveis.

O taxista Lamine Lasbet disse que os preparativos para o protesto estão causando um impacto “catastrófico” nos negócios. “Vamos ficar em casa, para ser sincero. Serão três ou quatro dias sem trabalhar”, afirmou.

Impacto econômico

Alguns moradores de Genebra demonstraram preocupação com os efeitos da cúpula na cidade.

“Genebra não fica na França, então o problema está transbordando para outro país”, disse Eric Affolter, dono de uma loja de souvenirs. Ele relembrou os danos causados a propriedades em 2013, quando uma cúpula do então G8 foi realizada em Évian e manifestantes entraram em confronto com a polícia na margem esquerda de Genebra.

Carole-Anne Kast, integrante da administração local, afirmou que o cantão de Genebra provavelmente terá de gastar cerca de US$ 25 milhões em custos de segurança.

Segundo ela, as autoridades têm buscado reduzir ao máximo os riscos de violência e danos ao patrimônio.

Kamel Daoud: “Quando tens uma pergunta sem resposta, escreve um romance”

13 June 2026 at 10:16

Regressar à realidade depois de assistir ao hediondo é o mais difícil. Podemos deixar-nos corroer pela raiva ou pela loucura. Ou podemos escrever. Kamel Daoud, escritor, jornalista e cronista franco-argelino, escolheu escrever. As suas obras estão proibidas na Argélia, país que o viu nascer e tornar-se homem das Letras. É um “inimigo do Islão”. Exilou-se em França. A cidadania francesa faz do autor um cidadão europeu, estatuto que Daoud traduz como liberdade do corpo, de acesso ao espaço público.

Na sua passagem por Lisboa, por ocasião do Choix Goncourt du Portugal, o escritor duplamente distinguido com o mais prestigiado prémio das letras francesas, o Goncourt, conversou com o JE. As obras distinguidas estão editadas em português: “Meursault, contra-investigação”, o seu romance de estreia, e “Huris”, um relato ficcional dos massacres durante a “década negra” da Argélia (1992-2002). Ele que viveu a guerra civil, que caustica o islamismo radical, que não abdica dos seus princípios éticos e cujas crónicas em diversas publicações francesas e internacionais são peças relevantes para compor o ‘puzle Kamel Daoud’.

O otimismo é possível?

A pergunta é inevitável após uma troca de impressões sobre a nossa relação com os ecrãs, com a omnipresença da tecnologia e com os perigos que ela encerra, por exemplo, no que toca à leitura. Daoud diz que a leitura sofre, claro, mas que o mais preocupante são as consequências. E sintetiza: “falta de compaixão, insensibilidade para com o outro.” O discurso parece pessimista ante o comportamento humano, mas Kamel Daoud diz ter “esperança”, apesar das convulsões que hoje vivemos. “Quando há um grande avanço tecnológico, existe sempre um momento de hesitação. Depois, inventamos instrumentos regulatórios”. E dá um exemplo. “Quando a imprensa foi inventada, explodiram as seitas, a pornografia. Mas, depois, inventou-se o depósito legal, os direitos de autor.” Levámos 150 anos, mas fizemos progressos, recorda. Por isso mantém-se otimista. “Penso que haverá instrumentos regulatórios para a internet, as redes sociais e a IA. Não são os do nosso tempo, mas acabarão por ser criados. Até lá, haverá um grande choque”. Não faz futurologia, mas por tudo o que tem lido, acha plausível que haja um grande choque económico, num primeiro momento.

A geopolítica também está a abanar alicerces – económicos e de ordem moral, para não irmos mais longe. Daoud é muito claro quando o assunto são as guerras. “Proíbo-me eticamente de falar sobre guerras e lugares que não conheço. Porquê? Porque quando vivi a guerra civil argelina, não gostava de ouvir pessoas que falavam do que não sabiam. Quando os islamistas tomaram o poder na Argélia, em 1991, as pessoas disseram, em França, na Europa e noutros lugares: ‘mas isto é a democracia a funcionar’.” Pausa. Fala na sua revolta, nos direitos humanos. “Sim, mas no dia em que a tua filha é raptada, violada e degolada, o que fazes aos princípios?” O que mais gosta na literatura é que ela “nos mostra os nossos limites em relação a isso. É por isso que existem duas realidades sobre o Irão, Israel, a Palestina. Existe a própria realidade, aquela que podes descobrir se lá fores. É humano, portanto é complexo. E há a realidade das projeções que fazemos sobre os outros. À distância, fazemos muitas projeções. E toda a gente fala da Palestina, mas não vemos um único palestiniano falar sobre o que se passa.”

Nada disto é simples. E menos ainda simplista para quem vem de uma guerra que matou 200 mil pessoas. “Mas não tenho direito a falar sobre ela porque sou filho da terra. Em França, tenho sofrido muitos ataques de certos meios de comunicação, que me rotulam de islamofóbico”, partilha. “O que quero dizer é que são as nossas histórias que condicionam a nossa forma de ver o mundo. Assim, a posição mais honesta é tomar consciência da sua própria história íntima.” Porquê? – questionamos. “Porque te permite compreender o outro, que é diferente, mas consciente de quem tu és.” E cita Albert Camus. “Admiro-o porque disse ‘não’. Porque disse que o homem deve estar acima dos princípios. Não abaixo deles.”

A espada de Dâmocles

A literatura regressa à conversa, cortesia de Camus. O direito à ficção está em perigo? “Primeiro, a ficção está ameaçada pelo populismo. Os populistas são grandes romancistas falhados. Vendem-nos ficção mal escrita, e, quando acreditamos nisso, ou vamos para a prisão ou assediam-nos nas redes sociais. Segundo, a ficção está ameaçada pelos ecrãs e pelas redes sociais. O ‘fake’ matou a ficção, porque ficção e ‘fake’ não são a mesma coisa. A ficção é a portadora da verdade. O ‘fake’ está lá para te enganar. Terceiro, temos as leis.” E detalha. “Na Argélia, fui condenado a três anos de prisão por um romance que escrevi. Mais grave, a 20 de maio deste ano, foi publicada uma nova lei que proíbe que se escreva sobre a guerra da independência da Argélia.” Esta nova lei prevê uma condenação de 5 a 10 anos de prisão para quem escrever fora da narrativa oficial. “Imagine um escritor que é refugiado em Portugal, em França, onde quer que seja. Vai ter medo. Ninguém vai escrever sobre a guerra civil argelina. Sobre o que realmente se passou.”

O que diria a um jovem que quer ser escritor, mas sem uma espada de Dâmocles a pesar-lhe sobre a cabeça? “Quando tens uma resposta, escreve um artigo. Quando tens uma pergunta sem resposta, escreve um romance.” Resposta rápida, objetiva. “Para escrever um bom romance é preciso uma pergunta que ainda não tem uma resposta definitiva”, reforça Kamel Daoud, antes de dizer que escreveu uma carta aberta ao Papa, já publicada, quando da sua visita, em abril, à Argélia. Pediu-lhe para não esquecer uma história de Camus – de novo o seu compatriota nos acompanha. “É uma história sublime, muito curta. São Demétrio tinha um encontro com Deus. No caminho, encontra um camponês com uma carroça partida. Então, coloca-se-lhe um dilema: ‘Se ajudar o camponês, vou perder o encontro com Deus. Sou um santo, esse é o propósito da minha vida. Mas se me encontrar com Deus tendo deixado um camponês a sofrer, não serei santo’.” Pausa.

“Não há uma única resposta certa. Há escolhas a fazer”, realça o escritor. E reflexões. Como esta: será que demasiada democracia mata a democracia? É uma questão que Daoud por vezes formula perante uma plateia. “Há os que radicalizam a sua posição dizendo que é por termos demasiada democracia que somos fracos. Outros dizem que só temos esta democracia para nos defender. E há ainda os que escolhem por desespero e votam na extrema-direita. Sabemos bem que, entre segurança e democracia, as pessoas escolhem a segurança.”

O escritor lembra que vive em França desde 2023 e tem a cidadania francesa há poucos anos. Continua “impressionado com a liberdade do corpo”, com o acesso ao espaço público na Europa. “Podemos ir a um jardim e sentarmo-nos a desfrutar do sol. Estarmos aqui sentados, tu com o teu caderno, o teu gravador… Na Argélia haveria polícia no local.” Ou pior. E, agora, com as redes sociais e a extrema-direita na Argélia, “os ânimos estão cada vez mais exaltados.” Viajar é impossível. Por isso dedicou uma das suas mais recentes crónicas ao ato extraordinário que é poder viajar. “Quando viajas para a Europa descobres a liberdade. Por mais que os soberanistas, a extrema-direita, os entusiastas do Brexit digam ‘não, temos de recuar’, o facto de se poder viajar é, a meu ver, a maior conquista da Europa.”

Daoud pesa as palavras. “Agora, o Ocidente é acusado de ter fronteiras fechadas. As fronteiras mais mortíferas estão, de facto, por toda a Europa, mas as fronteiras mais mortíferas também estão em casa, do outro lado. Aqueles que vêm do Sul para Marrocos, para a Tunísia, para a Argélia, morrem. São rejeitados. São colocados em camiões e abandonados no deserto. As fronteiras do outro lado são mortais.” A expressão retoma a serenidade. “Para mim, este é o maior sucesso da Europa: esta liberdade do corpo, esta fronteira vivida sem violência. Nunca me senti tão europeu como hoje.” E as fronteiras mortais? “Muitos acusam a Europa, mas esquecem-se que, primeiro, [as fronteiras] despertam a paixão violenta das ditaduras.”

Quem são os favoritos ao título? Veja ranking das seleções da Copa

13 June 2026 at 00:18

A Copa do Mundo FIFA 2026 será a maior da história em número de participantes e reúne algumas das principais seleções do planeta na disputa pela tão sonhada taça. O ranking masculino da Fifa ajuda a indicar quais equipes chegam ao torneio entre as favoritas.

Atualmente, a Seleção da Argentina, liderada por Lionel Messi e atual campeã mundial, ocupa a liderança do ranking masculino. A equipe venceu os últimos cinco jogos e soma 1.877,27 pontos.

Logo atrás aparece a Seleção da Espanha, considerada por muitos uma das equipes que apresentam o melhor futebol do momento. O time comandado por Luis de la Fuente tem como principal destaque o jovem Lamine Yamal. O camisa 10 do Barcelona, no entanto, deve desfalcar os primeiros jogos por conta de uma lesão.

A Seleção da França fecha o top 3. Vice-campeã no Catar e campeã mundial em 2018, a equipe segue com uma geração estrelada, liderada por Kylian Mbappé, além de nomes como Désiré Doué e Michael Olise, destaque recente do Bayern de Munique.

Veja o top 10 do ranking:

  • 1- Argentina (1877.27 pontos)
  • Messi marcou o segundo gol da Argentina
    Messi marcou o segundo gol da Argentina contra a Islândia • Photo by Omar Vega/Getty Images

  • 2 – Espanha (1874.71 pontos)
  • Yamal durante amistoso entre Espanha e Egito
    Yamal durante amistoso entre Espanha e Egito • David Ramos/Getty Images

  • 3 – França (1870.70 pontos)
  • Mbappé comemora gol contra a Seleção Brasileira
    Mbappé comemora gol contra a Seleção Brasileira • Foto: Divulgação/ @equipedefrance

  • 4 – Inglaterra (1828.02 pontos)
  • 5 – Portugal (1767.85 pontos)
  • 6 – Brasil (1765.86 pontos)
  • Raphinha e Vinicius Jr. comemoram o gol que abriu o placar para o Brasil contra a Colômbia
    Raphinha e Vinicius Jr. em jogo pela Seleção Brasileira • Buda Mendes/Getty Images

  • 7 – Marrocos (1755.10 pontos)
  • 8 – Holanda (1753.57 pontos)
  • 9 – Bélgica (1742.24 pontos)
  • 10 – Alemanha (1735.77 pontos)

Como o ranking é feito?

O atual modelo de pontuação do ranking, adotado desde agosto de 2018, funciona por meio da soma ou subtração de pontos após cada partida, considerando fatores como força do adversário, importância do jogo e expectativa de resultado.

Diferente do sistema anterior, o cálculo não é mais feito com base em médias ao longo de um período. Veja o ranking completo aqui.

Premiação

Além de ganhar a tão sonhada taça, o campeão da Copa do Mundo FIFA 2026 também vai faturar uma premiação milionária. A FIFA vai pagar US$ 50 milhões (cerca de R$ 275 milhões) para a seleção campeã do torneio.

Ao todo, serão distribuídos US$ 727 milhões (aproximadamente R$ 3,99 bilhões) entre as seleções participantes, valor 50% superior ao pago na Copa de 2022, no Catar.

A maior parte da quantia, US$ 655 milhões (cerca de R$ 3,60 bilhões), será destinada exclusivamente à premiação esportiva das 48 seleções classificadas.

Veja o ranking dos elencos mais valiosos da Copa do Mundo

França acusa empresa israelita de interferir em eleições

12 June 2026 at 21:17
Relatório da agência francesa detalha quatro interferências pela "empresa de elite" BlackCore, "concebida para a era moderna da guerra de informação". Em março, era suspeita de interferir em França.

© Bloomberg via Getty Images

A BlackCore removeu todo o conteúdo do seu site logo após ter sido contactada pelos jornalistas, não tendo igualmente respondido a pedidos de esclarecimento

França acusa empresa israelita de interferir em eleições

12 June 2026 at 21:17
Relatório da agência francesa detalha quatro interferências pela "empresa de elite" BlackCore, "concebida para a era moderna da guerra de informação". Em março, era suspeita de interferir em França.

© Bloomberg via Getty Images

A BlackCore removeu todo o conteúdo do seu site logo após ter sido contactada pelos jornalistas, não tendo igualmente respondido a pedidos de esclarecimento

As nuvens negras que se acumulam nos céus da Europa

12 June 2026 at 08:30
O Reino Unido perdeu o ministro da Defesa, Alemanha e França desistiram da construção de um novo avião de caça, regressam as tensões entre “frugais” e “gastadores” na União Europeia. Borrasca à vista?

As nuvens negras que se acumulam nos céus da Europa

12 June 2026 at 08:30
O Reino Unido perdeu o ministro da Defesa, Alemanha e França desistiram da construção de um novo avião de caça, regressam as tensões entre “frugais” e “gastadores” na União Europeia. Borrasca à vista?

Primeiro contacto diplomático europeu com Moscovo desde 2022

11 June 2026 at 21:30
Cerca de uma hora e meia de reunião em Moscovo, descrita pelo embaixador francês como "positiva". Contexto: Europa debate nomeação de negociador para a paz na Ucrânia.

© MAXIM SHIPENKOV/EPA

No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado

Julgamento ligado ao caso Pelicot arranca em Lyon

11 June 2026 at 18:00
Homem de 39 anos terá aprendido com Dominique Pelicot como sedar a companheira para a violar e filmar os abusos, partilhados depois online. Julgamento começou esta quinta-feira em Lyon.

© AFP via Getty Images

Alegada vítima sentiu uma "grande fadiga" durante três anos, até descobrir que estava a ser sedada e abusada pelo próprio companheiro

Embaixadores do grupo E3 encontraram-se com vice-ministro russo dos Negócios Estrangeiros

Os embaixadores da França, do Reino Unido e da Alemanha – Nicolas de Riviere, Nigel Casey e Alexander Lambsdorff, respetivamente – estiveram no Ministério das Relações Exteriores da Rússia para uma reunião com um vice-ministro Mikhail Galuzin, segundo avança a agência russa TASS. Os enviados europeus entraram no Ministério sem fazer qualquer comentário à imprensa.

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, afirmou esta quarta-feira que os embaixadores do Reino Unido, da França e da Alemanha – o chamado grupo E3 – tinham proposto uma reunião para discutir o conflito na Ucrânia. Lavrov também havia declarado, em março de 2024, que o Ministério das Relações Exteriores da Rússia havia convocado os enviados de todos os países da União Europeia devido à participação destes na criação de um mecanismo para interferir nas eleições presidenciais russas, recorda a TASS. No entanto, os diplomatas da UE se recusaram a comparecer dois dias antes da reunião. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, classificou a atitude como uma perda de prestígio para os diplomatas profissionais.

Em meio às crescentes tensões diplomáticas sobre a Ucrânia, a Rússia atendeu assim a um pedido dos embaixadores do E3 para se reunirem no Ministério das Relações Exteriores em Moscovo, embora Lavrov tenha minimizado a importância do encontro, classificando-o como um exercício de sondagem em vez de uma reabertura do diálogo. Um comunicado do Ministério confirmava o encontro, mas não fornecia mais detalhes.

Os líderes do E3, uma das principais fontes de apoio internacional à Ucrânia, reuniram-se com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky em Londres no último domingo, onde declararam apoiar o seu apelo a um cessar-fogo.

Na reunião em Downing Street, os quatro presentes concordaram que a atual linha de contacto entre as forças russas e ucranianas deveria ser o ponto de partida para as negociações.

Protecção Civil vai realizar exercício simulando acidente industrial na Zona Franca

9 June 2026 at 17:11
O Serviço Regional de Protecção Civil vai testar, sectorialmente, no próximo dia 11 de Junho, o respectivo Plano Regional de Emergência de Proteção Civil da Região Autónoma da Madeira (PREPC RAM), com base num cenário fictício de acidente grave na Zona Franca Industrial, envolvendo substâncias perigosas. O Exercício regional ‘PROCIVRAM_26.4’ tem como principal finalidade testar […]

Desafiador Grupo I da Copa reúne França, Noruega, Senegal e Iraque

9 June 2026 at 11:01

Logo Agência Brasil

A disputa no Grupo I da Copa do Mundo promete ser uma das mais acirradas e emocionantes desta edição  Cabeça de chave, a França do camisa 10 Kilyan Mbappé, desponta como uma das principais favoritas ao título. No grupo está também a Noruega, do centroavante Erling Haaland, que retorna ao Mundial após 28 anos de ausência. Completam a chave o Senegal, do atacante Sadio Mané; e o Iraque, que ficou fora do torneio nos últimos 40 anos.

📸 La 𝐩𝐡𝐨𝐭𝐨 𝐨𝐟𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐥𝐥𝐞 des Bleus pour la 𝐂𝐨𝐮𝐩𝐞 𝐝𝐮 𝐦𝐨𝐧𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 ! 🇫🇷#FiersdetreBleus pic.twitter.com/1iXN690Tjn

— Equipe de France ⭐⭐ (@equipedefrance) June 6, 2026

Notícias relacionadas:

Forte favorita a levantar a taça, a equipe dos Azuis (Les Blues, apelido da seleção francesa) sonham com o tricampeonato, após os títulos de 1998 e 2018. Quem conduz a equipe há 14 anos é o técnico Didier Deschamps, campeão mundial como atleta (África do Sul, em 1998) e como treinador (Rússia, em 2018).

Deschamps tem a sua disposição uma geração que se destaca pela genialidade. Além do craque Mbappé, a seleção francesa conta com o talento de atacantes como Ousmane Dembelé e Désiré Doué (ambos do Paris Saint-Germain) e Michael Olise (Bayern de Munique).

Norway is coming🇳🇴 pic.twitter.com/SjESCYPLMd

— Fotballandslaget (@nff_landslag) June 4, 2026

A Noruega chega com moral à Copa após arrematar a vaga com a liderança do Grupo I das eliminatórias europeias, o mesmo da tetracampeã Itália, que ficou fora desta edição. Os Leões (apelido da seleção norueguesa) cravaram oito vitórias em oito jogos. Será a quarta participação dos noruegueses em Mundiais.

Além do homem-gol Haaland (Manchester City), a seleção norueguesa conta com outros atacantes de destaque na Premier League, como Martin Odegaard (Arsenal), Strand Larsen (Crystal Palace) e Oscar Bobb (City).

Os Leões tem como técnico Stale Solbakken, ex-jogador que defendeu a seleção norueguesa por seis anos. O treinador quer levar a Noruega para além das oitavas de final, melhor desempenho obtido pela equipe nas campanhas de 1938 e 1998.

Soccer Football - CAF Africa Cup of Nations - Morocco 2025 - Final - Senegal v Morocco - Prince Moulay Abdellah Stadium, Rabat, Morocco - January 18, 2026 Senegal's Sadio Mane lifts the trophy with teammates as they celebrate after winning the Africa Cup of Nations REUTERS/Amr Abdallah Dalsh Soccer Football - CAF Africa Cup of Nations - Morocco 2025 - Final - Senegal v Morocco - Prince Moulay Abdellah Stadium, Rabat, Morocco - January 18, 2026 Senegal's Sadio Mane lifts the trophy with teammates as they celebrate after winning the Africa Cup of Nations REUTERS/Amr Abdallah Dalsh
A seleção de Senegal levantou a taça da Copa Africana das Nações em janeiro, após derrotar o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, em uma final conturbada- Reuters/Amr Abdallah Dalsh/Proibida reprodução

Pela terceira vez em Copas do Mundo, o Senegal também é um forte candidato a avançar ao mata-mata. Em janeiro os Leões de Teranga – apelido da seleção senegalesa – derrotaram o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, após uma conturbada final da Copa Africana das Nações. A equipe chegou a erguer a taça, no entanto, após recurso da Federação Marroquina (CAF), a seleção marroquina foi declarada campeã.

Ex-atacante dos Leões de Teranga, o técnico Pape Thiaw comanda a equipe desde o final de 2024. O time sobrou nas eliminatórias africanas: não perdeu nenhum jogo e levou apenas três gols. O cámisa 10 do Senegal é o atacante e capitão Sadio Mané (Al-Nassr), de 34 anos. Na última edição, Mané foi cortado dias antes da abertura da Copa do Catar, devido a uma grave lesão quando jogava pelo Bayern de Munique.

The 48th and final team...

🇮🇶 Iraq have qualified for the #FIFAWorldCup! pic.twitter.com/nDYdJZKyYx

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) April 1, 2026

A seleção iraquiana assegurou a última vaga (48ª) vaga na Copa do Mundo após uma sofrida vitória contra a Bolívia (2 a 1) na repescagem intercontinental. A primeira e única vez que os Leões da Mesopotâmia – apelido da seleção iraquiana – disputaram o Mundial foi em 1986.

Além da saga da classificação, a seleção iraquiana também enfrenta os efeitos colaterais da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. O território iraquiano é alvo de bombardeios de ambos os países e também é atacado por Israel. Em meio ao conflito, a preparação da equipe acabou prejudicada, por conta de dificuldades de deslocamento e do fechamento do espaço aéreo.

O time do Iraque é comandado há pouco mais de um ano pelo técnico australiano Graham. Herói da classificação ao marcar o gol da vitória contra a Bolívia, o centroavante Aymen Hussein é o principal destaque do elenco iraquiano.

Desafiador Grupo I da Copa reúne França, Noruega, Senegal e Iraque

9 June 2026 at 11:01

Logo Agência Brasil

A disputa no Grupo I da Copa do Mundo promete ser uma das mais acirradas e emocionantes desta edição  Cabeça de chave, a França do camisa 10 Kilyan Mbappé, desponta como uma das principais favoritas ao título. No grupo está também a Noruega, do centroavante Erling Haaland, que retorna ao Mundial após 28 anos de ausência. Completam a chave o Senegal, do atacante Sadio Mané; e o Iraque, que ficou fora do torneio nos últimos 40 anos.

📸 La 𝐩𝐡𝐨𝐭𝐨 𝐨𝐟𝐟𝐢𝐜𝐢𝐞𝐥𝐥𝐞 des Bleus pour la 𝐂𝐨𝐮𝐩𝐞 𝐝𝐮 𝐦𝐨𝐧𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 ! 🇫🇷#FiersdetreBleus pic.twitter.com/1iXN690Tjn

— Equipe de France ⭐⭐ (@equipedefrance) June 6, 2026

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Forte favorita a levantar a taça, a equipe dos Azuis (Les Blues, apelido da seleção francesa) sonham com o tricampeonato, após os títulos de 1998 e 2018. Quem conduz a equipe há 14 anos é o técnico Didier Deschamps, campeão mundial como atleta (África do Sul, em 1998) e como treinador (Rússia, em 2018).

Deschamps tem a sua disposição uma geração que se destaca pela genialidade. Além do craque Mbappé, a seleção francesa conta com o talento de atacantes como Ousmane Dembelé e Désiré Doué (ambos do Paris Saint-Germain) e Michael Olise (Bayern de Munique).

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A Noruega chega com moral à Copa após arrematar a vaga com a liderança do Grupo I das eliminatórias europeias, o mesmo da tetracampeã Itália, que ficou fora desta edição. Os Leões (apelido da seleção norueguesa) cravaram oito vitórias em oito jogos. Será a quarta participação dos noruegueses em Mundiais.

Além do homem-gol Haaland (Manchester City), a seleção norueguesa conta com outros atacantes de destaque na Premier League, como Martin Odegaard (Arsenal), Strand Larsen (Crystal Palace) e Oscar Bobb (City).

Os Leões tem como técnico Stale Solbakken, ex-jogador que defendeu a seleção norueguesa por seis anos. O treinador quer levar a Noruega para além das oitavas de final, melhor desempenho obtido pela equipe nas campanhas de 1938 e 1998.

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A seleção de Senegal levantou a taça da Copa Africana das Nações em janeiro, após derrotar o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, em uma final conturbada- Reuters/Amr Abdallah Dalsh/Proibida reprodução

Pela terceira vez em Copas do Mundo, o Senegal também é um forte candidato a avançar ao mata-mata. Em janeiro os Leões de Teranga – apelido da seleção senegalesa – derrotaram o anfitrião Marrocos, por 1 a 0, após uma conturbada final da Copa Africana das Nações. A equipe chegou a erguer a taça, no entanto, após recurso da Federação Marroquina (CAF), a seleção marroquina foi declarada campeã.

Ex-atacante dos Leões de Teranga, o técnico Pape Thiaw comanda a equipe desde o final de 2024. O time sobrou nas eliminatórias africanas: não perdeu nenhum jogo e levou apenas três gols. O cámisa 10 do Senegal é o atacante e capitão Sadio Mané (Al-Nassr), de 34 anos. Na última edição, Mané foi cortado dias antes da abertura da Copa do Catar, devido a uma grave lesão quando jogava pelo Bayern de Munique.

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A seleção iraquiana assegurou a última vaga (48ª) vaga na Copa do Mundo após uma sofrida vitória contra a Bolívia (2 a 1) na repescagem intercontinental. A primeira e única vez que os Leões da Mesopotâmia – apelido da seleção iraquiana – disputaram o Mundial foi em 1986.

Além da saga da classificação, a seleção iraquiana também enfrenta os efeitos colaterais da guerra dos Estados Unidos contra o Irã. O território iraquiano é alvo de bombardeios de ambos os países e também é atacado por Israel. Em meio ao conflito, a preparação da equipe acabou prejudicada, por conta de dificuldades de deslocamento e do fechamento do espaço aéreo.

O time do Iraque é comandado há pouco mais de um ano pelo técnico australiano Graham. Herói da classificação ao marcar o gol da vitória contra a Bolívia, o centroavante Aymen Hussein é o principal destaque do elenco iraquiano.

O caça europeu do futuro está oficialmente morto

By: ZAP
9 June 2026 at 10:45
França e Alemanha abandonaram o plano de construir em conjunto um caça de nova geração, devido a profundas divergências industriais. A morte do FCAS é um duro golpe para a visão de Emmanuel Macron de uma maior integração europeia no domínio da defesa. Era uma morte anunciada: o Future Combat Air System (FCAS), programa militar conjunto de França, Alemanha e Espanha para desenvolver o caça europeu de sexta geração, é um assunto oficialmente encerrado. O colapso do projecto, inicialmente noticiado pela Reuters, sublinha a dificuldade de levar os países europeus a cooperar em programas multinacionais complexos e dispendiosos, apesar das

Governo francês ordena revisão de 70 mil denúncias de abuso infantil após morte de menina

By: ZAP
8 June 2026 at 09:30
As “graves falhas” na gestão do suspeito da morte de Lyhanna vão ser investigadas. O relatório deverá indicar os responsáveis e as possíveis sanções, que incluem a destituição de magistrados, se for considerado necessário, diz o Ministro da Justlça francês, Gérald Darmanin. O Governo francês vai pedir uma análise exaustiva a cerca de 70 mil queixas por crimes contra crianças, na sequência do homicídio de uma menina de 11 anos por um suspeito com vários processos por violação ou abuso. O anúncio foi feito hoje pelo ministro da Justiça francês, Gérald Darmanin, que garantiu que vai pedir uma revisão exaustiva

“O sistema não funciona”. França indignada com caso de menina morta

By: AFP
6 June 2026 at 06:40
Equipas de busca no sudoeste de França encontraram na quinta-feira o corpo de uma criança que se presume ser uma menina desaparecida, num caso que desencadeou uma onda de indignação nacional perante alegadas falhas judiciais. Dezenas de polícias e voluntários procuravam há vários dias, no meio rural do sudoeste de França, a pequena Lyhanna, de 11 anos. Um homem de 41 anos, pai de dois filhos, foi detido como principal suspeito da morte da menina. A indignação pública rebentou depois de se saber que o homem tinha sido repetidamente acusado de abusar sexualmente de crianças sem que tivessem sido tomadas

Chwalinska sem palavras: não é só ela que não sabe o que está a acontecer em Roland Garros

5 June 2026 at 18:30
Uma desconhecida polaca chegou à final do torneio. Nunca tinha acontecido com uma tenista vinda da qualificação. Até há poucos dias, quase ninguém sabia quem é Maja Chwalińska. Provavelmente, até dentro do mundo do ténis, seriam muitos poucos a saber quem é esta jovem polaca de 24 anos. Mas, provavelmente, há pessoas do Porto e de Oeiras que se lembram dela; já lá vamos. Quando a tenista entrou em campo em Paris lá atrás, no dia 18 de Maio, há quase três semanas, a sua ideia seria desfrutar e conseguir superar a qualificação de Roland Garros. Só isso – entrar

França perde em casa mas vai ao Mundial para “esmagar todos”. E o que foi aquilo entre Kessié e árbitro?

5 June 2026 at 10:13
Derrota surpreendente contra a Costa do Marfim não deixou Rayan Cherki preocupado. Espanha empatou com Iraque. A noite passada trouxe dois resultados surpreendentes no mundo do futebol. São apenas jogos amigáveis, mas podem funcionar como aviso, poucos dias antes do início do Mundial 2026. A França, com quase todas as suas “estrelas” em campo e a jogar em Nantes, perdeu contra a Costa do Marfim por 2-1. Rayan Cherki inaugurou o marcador em cima do intervalo mas, na segunda parte, os golos de Guela Doué (que nasceu em França e é irmão do internacional francês Désiré Doué, que não saiu

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