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Fórmula 1: Russell é o mais rápido no último treino livre em Barcelona

13 June 2026 at 13:38

George Russell, da Mercedes, foi o mais rápido no TL3, o último treino livre para o Grande Prêmio da Catalunha de Fórmula 1, neste sábado (13).

Companheiro de equipe de Russell, Kimi Antonelli, líder do campeonato, enfrentou tráfego e ficou apenas em sétimo lugar na tabela de tempos.

Russell completou a volta no ensolarado Circuito da Catalunha com o melhor tempo de 1 minuto e 15,679 segundos. O britânico está 68 pontos atrás do italiano de 19 anos, após seis rodadas e sem pontos nas últimas duas corridas.

George Russell agora vai para a qualificação depois de liderar duas das três sessões de treinos livres.

Oscar Piastri, da McLaren, vencedor do ano passado após largar da pole position, foi 0,214 segundos mais lento, com Charles Leclerc, da Ferrari, em terceiro.

O atual campeão Lando Norris, o mais rápido na classificação geral na sexta-feira (12), foi o quarto mais rápido pela McLaren, com Lewis Hamilton em quinto pela Ferrari e Max Verstappen em sexto pela Red Bull.

Antonelli, que buscará sua sexta vitória consecutiva no domingo, teve seu desempenho prejudicado pelo tráfego em uma simulação de classificação.

“Por que sempre pego trânsito?! Não entendo, todo mundo sempre na minha volta”, disse ele ao decidir retornar aos boxes após uma volta que foi comprometida logo no início pelo posicionamento de Lance Stroll, da Aston Martin.

O brasileiro Gabriel Bortoleto, da Audi, fechou o TL3 na 11ª posição.

“Senna é uma inspiração para mim”, diz Bortoleto em entrevista à CNN

Orari F1 Gp Barcellona: Antonelli contro tutti, la Ferrari in attesa | Dove vedere qualifiche e gara in tv e streaming

13 June 2026 at 06:12

A Barcellona si arriva con un solo uomo nel mirino di tutti: Andrea Kimi Antonelli. Il 19enne bolognese della Mercedes ha appena conquistato a Monaco la quinta vittoria consecutiva e si presenta in Catalogna da leader sempre più solitario del Mondiale, dopo aver dominato anche su una pista che, almeno sulla carta, non avrebbe dovuto esaltare le caratteristiche della sua monoposto. Il Montmeló, tradizionalmente considerato il banco di prova più attendibile della stagione, dirà se il dominio della Mercedes è destinato a proseguire oppure se gli avversari potranno finalmente ridurre il divario.

Tra i temi più caldi del weekend c’è anche il caso Aduo, il sistema introdotto dalla FIA per concedere finestre di sviluppo supplementari ai costruttori di power unit meno competitivi. A sorpresa, la prima valutazione federale avrebbe indicato la Red Bull-Ford come motore di riferimento del campionato, davanti a una Mercedes che ha vinto tutte le gare disputate finora. Un risultato che ha spinto il team di Milton Keynes a chiedere ulteriori verifiche e che potrebbe avere conseguenze importanti sugli sviluppi tecnici della seconda parte di stagione.

Grande attesa anche in casa Ferrari, chiamata a reagire dopo il deludente fine settimana di Monaco. Charles Leclerc arriva in Spagna con il desiderio di lasciarsi alle spalle il ritiro nel GP di casa e con una novità tecnica sotto osservazione: il possibile cambio nell’impianto frenante, seguendo la strada già intrapresa da Lewis Hamilton. Proprio il sette volte campione del mondo, ora secondo nella classifica Piloti, invita però alla prudenza: gli aggiornamenti attesi a Barcellona potrebbero rappresentare un primo passo, ma il vero avversario della Rossa al momento può essere più la McLaren, anche guardando ai tempi delle libere del venerdì. La Mercedes continua a sembrare irraggiungibile.

F1 GP Barcellona 2026: dove vederlo in tv e streaming

Il Gran Premio MSC Cruises de Barcelona-Catalunya 2026, in programma sul circuito di Montmelò da venerdì 12 a domenica 14 giugno, viene trasmesso in diretta su Sky (il canale di riferimento è Sky Sport F1canale 207) ed è disponibile anche in mobilità tramite Sky Go e in streaming per gli abbonati alla piattaforma Now. Il weekend è visibile anche su TV8, che propone in chiaro e in differita le qualifiche del sabato e la gara della domenica.

F1 GP Barcellona 2026: gli orari e la diretta tv

Di seguito tutti gli orari televisivi del Gran Premio di Barcellona.

Sabato 13 giugno 2026
12:30-13:30 – F1 Prove Libere 3 – Sky, Sky Go e Now – Diretta
16:00-17:00 – F1 Qualifiche – Sky, Sky Go e Now – Diretta

Domenica 14 giugno 2026
15:00 – F1 Gara –Sky, Sky Go e Now – Diretta

F1 GP Barcellona 2026: gli orari delle repliche in chiaro

Di seguito tutti gli orari per vedere le qualifiche e il Gran Premio di Barcellona in replica gratis in chiaro su TV8, dove vengono trasmessi in differita.

Sabato 13 giugno 2026
18:30 – F1 Qualifiche – TV8 (in chiaro) – Differita

Domenica 14 giugno 2026
18:00 – F1 Gara (66 giri) – TV8 (in chiaro) – Differita

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F1: Norris supera concorrência no TL2 do GP de Barcelona

12 June 2026 at 18:00

Lando Norris, campeão mundial em título, terminou hoje o TL2 do GP de Barcelona da Fórmula 1 com o crono mais rápido da primeira jornada deste fim de semana.

No encerramento do segundo treino livre (TL2) desta sexta-feira (12), em Barcelona, o piloto da McLaren averbou o tempo de 1:15,426s alcançando assim o topo da tabela classificativa.

Com uma marca apenas 0,009s mais lenta que o seu adversário, também britânico, George Russell ficou na segunda posição. Oscar Paistri, Charles Leclerc e Kimi Antonelli completaram as cinco primeiras posições do treino sem grandes problemas.

O piloto da Audi, Gabriel Bortoleto completou o dia em Espanha com a oitava posição da tabela – uma melhoria significativa em relação ao anterior treino livre.

Quase metade do TL2 já tinha sido cumprido e o único piloto que ainda não tinha deixado as boxes era Valtteri Bottas, que tinha problemas no seu Cadillac. Aliás, nesse momento, a maior parte do pelotão estava nas boxes.

A ordem na pista estava com Oscar Piastri, seguido por George Russell e Max Verstappen, perseguidos por Norris, Leclerc, Hadjar, Hülkenberg, Antonelli, Lawson e Sainz. O treino começava a ficar com aspecto semelhante à Classificação.

Os tempos começavam a cair em Barcelona. Com a maior parte do pelotão com pneu macio, Lando Norris estava em primeiro, perseguido por Russell.
Antonelli, líder do campeonato, era o quinto, com Bortoleto em oitavo lugar.

Perto do final, Isack Hadjar e Sergio Pérez protagonizaram um breve momento na pista. O francês da Red Bull, nervoso, no rádio, dizia não entender o que o mexicano tinha feito no meio do traçado, onde os dois quase colidiram.

Treino encerrado e Lando Norris completava a sessão com o crono mais rápido do dia no GP de Barcelona da F1. George Russell e Oscar Piastri seguiram-no na tabela, com o líder do campeonato, Kimi Antonelli, a ficar apenas em quinto.

Tabela de tempos no TL2 do GP de Barcelona:

1) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’15.426
2) George Russell (Mercedes) 1’15.435
3) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’15.483
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’15.799
5) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’16.015
6) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.321
7) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.411
8) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’16.611
9) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’16.631
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’16.674
11) Nico Hülkenberg (Audi) 1’16.934
12) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’16.945
13) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’16.967
14) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’17.020
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’17.051
16) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’17.260
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’17.538
18) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’18.225
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’18.790
20) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’19.261
21) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’19.286
22) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’19.459

(Colaboração F1Mania)

George Russell lidera primeiro treino livre do GP de Barcelona-Catalunha

12 June 2026 at 15:55

George Russell foi o mais rápido no primeiro treino livre para o Grande Prêmio de Barcelona-Catalunha, realizado nesta sexta-feira (12).

O piloto completou a melhor volta da sessão em 1min16s363, enquanto seu companheiro de equipe e líder do campeonato, Kimi Antonelli, não participou da atividade após a Mercedes optar por dar tempo de pista ao piloto reserva Frederik Vesti.

Em uma tarde ensolarada e sem incidentes, Russell registrou uma marca 0s203 mais rápida que a de Oscar Piastri, da McLaren, segundo colocado no treino.

Charles Leclerc, da Ferrari, terminou em terceiro lugar, 0s520 atrás do tempo de Russell. Max Verstappen, da Red Bull, foi o quarto mais rápido, enquanto Leonardo Fornaroli, piloto reserva da McLaren que assumiu o carro do atual campeão mundial Lando Norris, fechou a sessão na quinta posição.

Outros pilotos reservas também participaram do treino. Paul Aron impressionou ao colocar a Audi na sexta colocação. Dino Beganovic pilotou pela Ferrari, Ayumu Iwasa representou a Red Bull e o norte-americano Colton Herta, vencedor de nove corridas na IndyCar, esteve em ação pela Cadillac.

Luke Browning estava escalado para substituir Alex Albon na Williams durante a sessão, mas não conseguiu registrar tempo devido a um problema elétrico no carro.

O brasileiro Gabriel Bortoleto terminou na 12º colocação.

O segundo treino livre será realizado mais tarde nesta sexta-feira.

Barcelona recebe a sétima etapa da temporada, com Antonelli buscando sua sexta vitória consecutiva no campeonato.

Mercedes sale ganando hasta cuando pierde

12 June 2026 at 15:55

A Mercedes todo le va de cara en la misma medida que Red Bull lleva tiempo jugando con malas cartas, hasta extremos insospechados y muy difíciles de comprender, casi ridículos si atendemos a los últimos acontecimientos que se han precipitado en los despachos de la Federación Internacional del Automóvil (FIA), que últimamente no dan abasto. A propósito del controvertido cambio de reglamento que entró en vigor esta temporada, y para evitar papelones como el que protagonizó Honda en el anterior (2014) –el constructor japonés, que entonces motorizaba a McLaren, tardó años en ponerse a la altura del resto–, la FIA introdujo el conocido como ADUO, el acrónimo de ‘Additional Development and Upgrade Opportunities’, o sea, una oportunidad adicional para mejorar los motores de combustión interna, aunque esa optimización también puede incorporar algunos componentes de la parte eléctrica, como la batería. Eso es algo que, en un contexto en el que manda el límite presupuestario, puede suponer una bocanada de oxígeno considerable para quien lo necesite.

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© AFP7 vía Europa Press (AFP7 vía Europa Press)

Kimi Antonelli, preparando el GP de Barcelona.

Fórmula 1: McLaren deve recorrer após Gasly recuperar pódio no GP de Mônaco

12 June 2026 at 15:43

O piloto da Alpine, Pierre Gasly, foi recolocado no pódio do Grande Prêmio de Mônaco nesta sexta-feira (12), depois que os comissários da Fórmula 1, reunidos dias após a corrida, reconheceram um erro de cronometragem e anularam as punições por excesso de velocidade no pit lane que haviam derrubado o francês para a sétima posição.

A McLaren, atual campeã e uma das equipes que perderão pontos em razão da reviravolta, informou que apresentou uma intenção de recorrer da decisão.

Gasly havia terminado a corrida em terceiro lugar na pista, mas ficou fora das comemorações do pódio após receber duas penalidades de cinco segundos depois da prova disputada no último domingo (7).

A Fórmula 1, responsável pelo sistema de cronometragem, admitiu uma “discrepância de medição” provocada por alterações realizadas no pit lane.

A Alpine, equipe pertencente ao grupo Renault e que havia solicitado o direito de revisão do caso, comemorou a decisão em comunicado oficial e agradeceu à Formula One Management (FOM) e à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) pela transparência e cooperação durante o processo.

Sonho de uma vida interrompido

No domingo, Gasly foi enfático ao afirmar que não havia excedido o limite de velocidade no pit lane. O piloto declarou estar de coração partido pelas punições e por ter “um sonho de toda a vida, que era subir ao pódio em Mônaco, tirado de mim por razões que simplesmente não consigo compreender”.

Com a decisão dos comissários, o piloto da Red Bull Isack Hadjar, que havia herdado a terceira colocação e subido ao pódio ao lado do vencedor Kimi Antonelli, da Mercedes, e de Lewis Hamilton, da Ferrari, retorna ao quarto lugar e segue sem conquistar um primeiro resultado entre os três melhores com sua equipe.

O australiano Oscar Piastri, da McLaren, cai para quinto, enquanto Liam Lawson, da Racing Bulls, passa a ocupar a sexta posição e seu companheiro de equipe, Arvid Lindblad, fica em sétimo.

A decisão também deve gerar insatisfação entre outros pilotos que receberam punições por excesso de velocidade no pit lane, mas não solicitaram revisão, além do piloto da Mercedes George Russell, que precisou cumprir uma penalidade de drive-through que o deixou fora da zona de pontuação no domingo e agora 68 pontos atrás de Antonelli após seis etapas da temporada.

Russell afirmou aos jornalistas na quinta-feira que havia pedido para que sua punição fosse adicionada após a corrida, preservando a possibilidade de uma eventual revisão. O britânico disse ainda que seria um “golpe duro” caso as punições de Gasly fossem anuladas.

“Os comissários observam que, em relação a outros carros que foram penalizados, alguns cumpriram suas punições e isso, infelizmente, impactou suas estratégias de corrida e, consequentemente, seus resultados”, afirmaram os oficiais em comunicado.

“Evidentemente permanecerão dúvidas sobre se essas infrações foram genuínas. Não existe regulamento que conceda aos comissários o poder de desfazer uma punição já cumprida. De qualquer forma, é impossível imaginar como tal poder poderia ser aplicado. Vale destacar que nenhuma outra parte solicitou um Direito de Revisão dentro do prazo permitido”.

Problema conhecido nos sensores de cronometragem

Em sua defesa por escrito, a Alpine argumentou que tanto a FIA quanto a Formula One Management (FOM), mas não os comissários, sabiam antes da corrida que havia um problema nos sensores de cronometragem instalados no pit lane.

A equipe também apresentou dados demonstrando que Gasly acionou o limitador de velocidade antes de entrar no pit lane e permaneceu dentro do limite permitido. O sistema registrou velocidades de 60,1 km/h e 60,4 km/h, enquanto o limite era de 60 km/h.

Os comissários informaram que a confirmação da medição incorreta da distância só foi fornecida pela FOM na quarta-feira posterior à corrida.

Segundo os oficiais, já havia preocupação durante a prova após as três primeiras infrações registradas por excesso de velocidade no pit lane, todas marcando exatamente 60,1 km/h. Os comissários afirmaram que consultaram a direção de prova para verificar se havia algum problema no sistema, mas receberam resposta negativa.

Uma alteração no posicionamento das barreiras na entrada do pit lane pode ter permitido que os pilotos adotassem uma trajetória diferente da utilizada em anos anteriores. No entanto, McLaren e Red Bull argumentaram durante a audiência que a cronometragem havia se mantido consistente durante todo o fim de semana e que o risco de discrepâncias era amplamente conhecido.

A Fórmula 1 afirmou que seguiu os procedimentos habituais.

“Como todos no esporte, buscamos os melhores resultados possíveis e, como sempre, quaisquer melhorias ou ajustes identificados como necessários à luz desta situação serão implementados”, declarou um porta-voz.

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F1, il dibattito sull’Aduo: chi può fermare la Mercedes di Kimi Antonelli? Il Gp di Barcellona è il vero banco di prova

12 June 2026 at 14:19

Già nel post gara di Monaco in paddock è cominciato il chiacchiericcio sui risultati dell’Aduo e tra colleghi alla domanda “li hai visti?” tutti hanno risposto stupiti “davvero?” quando hanno scoperto che la FIA ha valutato Red Bull-Ford come miglior power unit delle prime cinque gare mondiali. Inaspettato, quantomeno, visto il dominio di Mercedes finora – ha vinto tutte le gare – e la posizione in classifica che occupa la squadra di Milton Keynes.

Non è uscita ancora una nota ufficiale perché Red Bull ha chiesto alla federazione di approfondire la valutazione. Un esito che ha sorpreso perché, se confermato, significa che la macchina di Kimi Antonelli e George Russell fa la differenza con la parte elettrica del motore e restituisce credito al telaio costruito a Brackley. Ma soprattutto ha la facoltà di sviluppare ancora una monoposto che già sembra imprendibile per gli avversari.

Ma cos’è l’Aduo? È l’acronimo di Additional Development and Upgrade Opportunities che consente lo sviluppo addizionale della componente motore in finestre aggiuntive per la stagione in corso e successiva in base alla percentuale di differenza di prestazione rilevata all’interno della finestra di valutazione di riferimento. La prima è stata chiusa in Canada, poi Ungheria, Olanda e Messico.

Al momento lo scostamento di Mercedes da Red Bull, ricordiamolo benchmark secondo le federazione, è del 2%, dunque la possibilità di uno sviluppo aggiuntivo quest’anno e l’anno prossimo. La Ferrari è nella finestra del 4%, quindi avrà due possibili sviluppi da sfruttare per ogni stagione. Ora si aspetterà ancora per vedere l’esito del ricorso e la Fia aggiornerà, tema del giovedì nel paddock di Barcellona.

Circuito di Catalogna che è da sempre il vero banco di prova della stagione. Un circuito completo e di riferimento per capire i veri livelli della macchina portata in pista. Al Montmelò in tanti portano aggiornamenti, Ferrari soprattutto, ma nelle parole della vigilia i piloti hanno pinzato il freno: Mercedes sarà ancora fortissima.

A proposito di freni, Charles Leclerc dopo l’incidente di Monaco ha scelto di cambiare l’impianto andando nella stessa direzione di Lewis Hamilton. L’inglese, ora secondo nel mondiale (non accadeva dalla notte di Abu Dhabi in cui ha perso il titolo contro Verstappen nel 2021), si sta ritrovando e predica cautela: “Gli aggiornamenti non si portano in una settimana, noi continuiamo a spingere”. Voglia di rivalsa per i delusi di Montecarlo. Su tutti Russell: “Non mi sta andando dritto in weekend, ma non durerà per sempre”.

Anche Max Verstappen ha parlato della sua situazione: “Noi miglior motore? Fa piacere per chi ci ha lavorato, ma aspettiamo le verifiche”. Tanti temi per un weekend rovente – temperature altissime, altro banco di prova – che inizia ancora una volta nel segno di Kimi Antonelli a caccia di altri record.

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Fórmula 1: FIA anula punição e Pierre Gasly volta ao pódio do GP de Mônaco

12 June 2026 at 14:02

O piloto da Alpine, Pierre Gasly, foi reintegrado ao pódio do Grande Prêmio de Mônaco nesta sexta-feira (12), após os comissários da Fórmula 1 decidirem a favor da equipe pertencente ao grupo Renault e anularem as penalidades aplicadas por excesso de velocidade no pit lane.

O francês havia cruzado a linha de chegada na terceira posição, mas caiu para o sétimo lugar depois que duas punições de cinco segundos foram impostas após a corrida realizada no último domingo.

Gasly terminou a prova em terceiro lugar na pista, porém ficou fora das comemorações do pódio após a aplicação das duas penalidades de cinco segundos depois da bandeirada final.

A Fórmula 1, responsável pela cronometragem oficial, admitiu uma “discrepância de medição” relacionada a alterações realizadas no pit lane.

A Alpine, que havia solicitado uma revisão do caso, comemorou a decisão em comunicado oficial e agradeceu à Formula One Management (FOM) e à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) pela transparência e cooperação durante o processo.

No domingo, Gasly insistiu que não havia excedido o limite de velocidade no pit lane e afirmou estar arrasado com as punições. O piloto declarou que ficou de coração partido por ter “um sonho de toda a vida, que era subir ao pódio em Mônaco, tirado de mim por razões que simplesmente não consigo compreender”.

“Senna é uma inspiração para mim”, diz Bortoleto em entrevista à CNN

Figuraccia in F1: errore nel cronometraggio, cambia il risultato del Gp di Monaco. Gasly sul podio

12 June 2026 at 13:49

L’ordine di arrivo del Gran premio di Montecarlo stravolto quasi una settimana dopo. La figuraccia della Formula 1 è stata resa ufficiale da un comunicato apparso online: sul terzino gradino del podio sale Pierre Gasly, con Isack Hadjar retrocesso in quarta posizione. Il motivo? Un errore nel cronometraggio.

Il francese dell’Alpine aveva effettivamente tagliato il traguardo da terzo, dietro alla Mercedes di Kimi Antonelli e alla Ferrari di Lewis Hamilton. Era però finito settimo per una doppia penalità (complessivamente 10 secondi) per eccesso di velocità in pit lane durante la gara. La scuderia di Enstone ha fatto ricorso ed avuto ragione , con la Fia che ha confermato che le penalità al pilota francese sono state annullate, riportandolo quindi sul terzo gradino del podio nel Gp di Monaco.

L’udienza preliminare si è tenuta giovedì, all’inizio del weekend del Gran Premio di Barcellona-Catalunya. Le prove portate da Alpine sono state decisive: c’è stato un errore nel cronometraggio dei tempi di percorrenza della corsia dei box. I sensori che rilevano il passaggio delle vetture, infatti, erano stati posizionati come al solito, ma c’è stata una modifica all’ingresso della pit lane che ha in realtà accorciato il percorso compiuto dai piloti. In poche parole, c’erano 77 centimetri di discrepanza tra la distanza rilevata dal cronometraggio ufficiale e la reale distanza minima di percorrenza della corsia dei box.

Non a caso, Gasly non è stato l’unico penalizzato. Tanti altri piloti, da Hamilton a Russell, hanno ricevuto una penalità. Avendola però scontata in gara – ci sono state due Safety Car e una bandiera rossa – non possono vedere risarcito il torto subito. Inoltre, l’Alpine è stato l’unico team a presentare ricorso, per provare a vedersi restituito il prezioso podio conquistato a Monaco. Gasly, che era delusissimo dopo la gara, si vede almeno formalmente restituito quello che si era guadagnato in pista. Nessuno però gli potrà mai ridare il brivido di salire sul podio a Montecarlo. Quell’onore è toccato ad Hadjar, che ora si ritrova quarto. Senza dimenticare che il Gp è stato di fatto falsato da questa penalità ingiuste. Una figuraccia clamorosa.

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Guia Fórmula 1: horários e curiosidades do Grande Prémio de Barcelona-Catalunha

Na sétima ronda do Mundial, a Fórmula 1 cumpre a primeira de duas viagens a Espanha esta temporada. O Circuito de Barcelona-Catalunha é palco de um Grande Prémio homónimo, o primeiro em território espanhol em 2026, três meses antes da estreia do Madring, em Madrid, como anfitrião do Grande Prémio de Espanha.

Guia Fórmula 1: horários e curiosidades do Grande Prémio de Barcelona-Catalunha

Na sétima ronda do Mundial, a Fórmula 1 cumpre a primeira de duas viagens a Espanha esta temporada. O Circuito de Barcelona-Catalunha é palco de um Grande Prémio homónimo, o primeiro em território espanhol em 2026, três meses antes da estreia do Madring, em Madrid, como anfitrião do Grande Prémio de Espanha.

Kim Kardashian ruba l’asciugamano a Kimi Antonelli dopo la vittoria al GP di Monaco (e lui lo cerca ancora) – Video

11 June 2026 at 16:07

Un curioso episodio post-gara ha animato Gran Premio di Monaco 2026 ed è finito rapidamente al centro delle discussioni sui social. Il protagonista inatteso della vicenda non è stato soltanto il risultato sportivo, ma un asciugamano, diventato centrale per un gesto avvenuto a margine della premiazione che ha coinvolto volti noti dello sport e dello spettacolo. Sul circuito monegasco l’attenzione si è inizialmente concentrata sulla vittoria del giovane pilota italiano Kimi Antonelli, poi si è spostata su un’altra star: Kim Kardashian.

Mentre era in corso la festa sul podio, con anche Lewis Hamilton tra i protagonisti, la celebre imprenditrice e influencer Kim Kardashian, compagna del pilota inglese e presente nel paddock insieme alla sorella Khloé, è stata travolta dagli spruzzi tipici delle celebrazioni della Formula 1. La situazione, unita alla confusione del momento, avrebbe portato l’influencer a fare un gesto improvvisato: prendere un asciugamano trovato sul percorso ma in realtà destinato al vincitore.

La mossa non è passata inosservata. Il momento è stato ripreso e rilanciato sui social generando rapidamente commenti e discussioni e, come spesso accade in questi casi, dividendo il pubblico tra ironia e critiche. In molti hanno sottolineato lo scarto culturale tra chi vive abitualmente il paddock della Formula 1 e chi vi si affaccia come ospite occasionale.

A spegnere le polemiche ci ha pensato lo stesso Kimi Antonelli, che con tono leggero ha affrontato l’episodio attraverso i suoi canali social e quelli ufficiali del team Mercedes-AMG Petronas Formula One Team. In un breve video il giovane pilota ha scherzato chiedendosi dove fosse il suo asciugamano.

Kim Kardashian picks up race winner Kimi Antonelli’s towel for herself ???? pic.twitter.com/Z8jlp6ES2A

— Ferrari News ???? (@FanaticsFerrari) June 8, 2026

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Kimi Antonelli insieme alle leggende: il ‘Time’ lo inserisce tra le 100 personalità più influenti dello sport. “Si unisce a Schumacher e Senna”

11 June 2026 at 13:52

A soli 19 anni è già, forse, leggenda. Kimi Antonelli è stato inserito dalla rivista statunitense Time tra le 100 personalità più influenti nel mondo dello sport, insieme ad atleti del calibro di LeBron James e Cristiano Ronaldo. Non è però il solo italiano: di fianco al campione di Formula 1 c’è anche Jannik Sinner. “Un anno fa, durante la sua stagione d’esordio in Formula 1 – scrive Time descrivendo il pilota – Kimi Antonelli, il diciannovenne prodigio italiano scelto per sostituire il sette volte campione del mondo Lewis Hamilton nella scuderia Mercedes, trascorse i giorni successivi al suo primo podio a sostenere gli esami di maturità (li superò). In questa stagione, con gli studi ormai alle spalle, Antonelli non smette di vincere e di stabilire nuovi record“.

La rivista ricorda tutti i successi del pilota italiano tra cui le cinque pole position consecutive nei Gran Premi di Cina, Giappone, Miami, Canada e Monaco, ultimo gran premio vinto. Dopo una lunga sfilza di grandi traguardi, grazie a cui ora Antonelli sta lottando per vincere il titolo, la rivista si permette anche un grande paragone con la storia dello sport, quello che forse ha sempre sognato da bambino. “Antonelli è il pilota più giovane ad aver mai guidato la classifica del campionato di F1 e si unisce a due leggende, Michael Schumacher e Ayrton Senna, come gli unici piloti ad aver ottenuto le prime tre pole position consecutive. A differenza di Schumacher e Senna, Antonelli ha anche vinto tutte quelle gare”.

Non poteva mancare ovviamente anche Jannik Sinner, che fa “compagnia” ad Antonelli in questa speciale lista. Questo è ciò che scrive il Time: “L’emergere negli ultimi anni di Jannik Sinner, l’allampanato numero 1 al mondo, ha praticamente assicurato al tennis maschile un’altra rivalità che durerà a lungo. Sinner-Alcaraz, diventata rapidamente la rivalità sportiva degli anni ’20, potrebbe battere anche FedererNadal in quanto a intrighi”. Sinner, scrive ancora il giornale, “cresciuto tra le Dolomiti come sciatore alpino junior di alto livello, ha iniziato a concentrarsi sul tennis a 13 anni e ha vinto quattro degli ultimi 10 titoli dello Slam”.

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Kimi Antonelli, la benedizione di Toto Wolff: chi è il capo Mercedes sul podio con il nuovo fenomeno della F1

8 June 2026 at 13:17

La vittoria di Kimi Antonelli a Monaco ha lasciato anche una foto simbolo. Sul podio con lui è salito Toto Wolff, il capo della Mercedes. In Formula 1 non succede sempre: il trofeo del team può ritirarlo anche un ingegnere, un tecnico o un altro uomo del box. Stavolta è andato Wolff. Una benedizione pubblica per il ragazzo italiano che Mercedes ha scelto come volto del nuovo ciclo.

In F1 sul podio sale un rappresentante del team, non sempre il capo della scuderia

C’è una foto che racconta meglio di tante parole il momento di Kimi Antonelli in Formula 1: lui sul podio di Monaco, con la tuta Mercedes, e accanto Toto Wolff. Non un volto qualunque del box. Il capo della scuderia.

La vittoria nel Principato ha già un valore enorme di per sè. Antonelli ha vinto a 19 anni, ha confermato il suo dominio nel Mondiale e ha riportato un italiano davanti a tutti in una delle gare più iconiche del calendario. Ma la presenza di Wolff sul podio aggiunge un altro pezzo al racconto che Kimi sta scrivendo.

In Formula 1, infatti, sul podio non salgono soltanto i primi tre piloti. C’è anche un quarto trofeo, quello destinato al costruttore vincitore. A riceverlo può essere un rappresentante del team. Non deve essere per forza il Team Principal. Spesso può salire un ingegnere, un tecnico, un meccanico, un responsabile strategico o una figura interna che ha avuto un ruolo nel weekend.

Quando a prendere quel posto è Toto Wolff, però, la scena cambia significato. Wolff non è solo un dirigente. È il volto della Mercedes moderna, l’uomo che ha guidato la squadra nell’era dei titoli mondiali, dei trionfi con Lewis Hamilton, della struttura diventata modello di efficienza nel paddock.

Per questo la sua presenza accanto ad Antonelli può essere letta come l’investitura più grande che la Mercedes potesse fare. Non un comunicato, non una frase di circostanza, non una promessa per il futuro. Un’immagine pubblica, davanti al mondo, nel giorno in cui il pilota italiano si prende Monaco.

Toto Wolff è il Team Principal, CEO e co-proprietario della Mercedes-AMG Petronas Formula One Team. Nato a Vienna nel 1972, ha corso da pilota prima di spostarsi nel mondo degli investimenti e della gestione sportiva. È arrivato in Mercedes nel 2013, dopo l’esperienza da investitore e dirigente in Williams. Da lì ha costruito una delle macchine più vincenti della Formula 1 moderna.

I numeri spiegano meglio del curriculum. Con Wolff al comando, Mercedes ha vinto 8 Mondiali Costruttori consecutivi e 7 Mondiali Piloti. L’era d’oro è stata quella con Lewis Hamilton, ma anche con Nico Rosberg e Valtteri Bottas il team è rimasto per anni il punto di riferimento del paddock. Una squadra capace di vincere, gestire rivalità interne e restare fredda anche nei momenti di massima pressione.

Wolff non è solo un capo da muretto. È anche un uomo d’affari, un dirigente abituato a leggere la Formula 1 come sport, industria e spettacolo globale. Nel 2020 la proprietà del team è stata riorganizzata con quote tra Mercedes-Benz Group, INEOS e lo stesso Wolff. Da quel momento il suo peso non è stato soltanto tecnico o sportivo, ma anche societario.

Fuori dalla pista, Wolff è sposato con Susie Wolff, ex pilota britannica e oggi managing director della F1 Academy, il progetto della Formula 1 dedicato alla crescita delle giovani pilote. La coppia ha un figlio, Jack. Wolff ha anche altri due figli, Benedict e Rosa, nati da un precedente matrimonio.

Con Antonelli, la Mercedes non sta più parlando di futuro. Sta parlando di presente. Lo ha scelto da ragazzino, lo ha lanciato in Formula 1 e lo ha difeso quando il salto sembrava enorme. Ora vince, guida il Mondiale e può diventare il volto della nuova era.

Il podio di Monaco ha raccontato tutto senza bisogno di molte parole. Antonelli non è più il ragazzo da proteggere. È diventato il centro del progetto. E Wolff, salendo accanto a lui, ha messo la faccia sulla scelta più importante della Mercedes degli ultimi anni.

Per il team è anche una risposta a chi aveva dubbi. Promuovere un pilota così giovane in una scuderia abituata a vincere era una scelta rischiosa. Farlo dopo l’era Hamilton, ancora di più. Le vittorie cambiano tutto. E Monaco, in Formula 1, non è mai una vittoria qualsiasi.

Adesso Antonelli corre con aspettative diverse. Ha talento, stanno arrivando i risultati, attenzione mediatica e il sostegno esplicito del suo capo. La Mercedes gli ha dato macchina, fiducia e immagine. Il resto lo sta facendo lui, gara dopo gara.

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Kimi Antonelli domina il Mondiale e adesso tutti lo vogliono. Ecco quanto guadagna tra stipendio, bonus e pubblicità

8 June 2026 at 13:15

Kimi Antonelli non è più solo il futuro della Formula 1. A 19 anni vince, guida il Mondiale e fa crescere anche il suo valore economico. Lo stipendio fisso è ancora lontano da Verstappen e Hamilton, ma bonus, premi e sponsor possono cambiare in fretta le cifre.

Lo stipendio fisso è solo una parte: vittorie, podi e sponsor possono far salire i guadagni

Kimi Antonelli è diventato il nome che tutti guardano in Formula 1. A 19 anni, il pilota bolognese della Mercedes sta vivendo una stagione da protagonista assoluto: vittorie, record, leadership mondiale e una pressione che cresce a ogni gran premio. Il trionfo a Monaco, arrivato 22 anni dopo l’ultimo successo italiano nel Principato firmato da Jarno Trulli nel 2004, ha trasformato il suo 2026 in un caso sportivo ed economico.

Il punto ora non è solo quanto vince, ma quanto vale. Perché in Formula 1 il rendimento in pista cambia rapidamente anche il peso commerciale di un pilota. Antonelli è giovane, italiano, corre per una scuderia globale come Mercedes e sta diventando uno dei volti più riconoscibili del Circus. Tutti elementi che incidono su stipendio, bonus e pubblicità.

Le cifre dei contratti in F1 non sono pubbliche e vanno trattate come stime. Secondo alcune valutazioni specializzate, la parte fissa dello stipendio di Antonelli nel 2026 si aggirerebbe intorno ai 2 milioni di dollari. Altre stime, tra cui quelle circolate su Forbes per la stagione precedente, indicano una base da circa 5 milioni di dollari, con una quota variabile legata ai risultati da 7,5 milioni di dollari.

Lo stipendio fisso è solo il punto di partenza. La vera crescita arriva dai bonus: vittorie, podi, pole position, punti conquistati, classifica piloti e obiettivi del team. Con una stagione come quella che Antonelli sta costruendo, la parte variabile può diventare molto più pesante della base contrattuale.

Leggi anche: Kimi Antonelli, il ragazzo che correva già nel futuro

Il confronto con i big resta comunque enorme. Max Verstappen viaggia su cifre da superstar, con guadagni stimati nell’ordine di decine di milioni di dollari a stagione. Anche Lewis Hamilton resta in un’altra categoria economica, spinto da ingaggio, status, sponsor e peso globale del suo marchio personale. Antonelli non è ancora su quei livelli, ma la distanza può ridursi molto più velocemente del previsto.

La Mercedes lo sa. Un pilota che vince a 19 anni, porta risultati, attira pubblico e crea attenzione mediatica diventa subito un asset. Per questo il prossimo rinnovo sarà uno dei passaggi più delicati. Se Antonelli continuerà a guidare il Mondiale e a vincere gare, il suo stipendio fisso sarà quasi certamente ritoccato verso l’alto.

C’è poi il capitolo pubblicità. Antonelli ha un profilo molto appetibile per i marchi: è giovane, pulito, italiano, competitivo e già inserito in un contesto internazionale. La Formula 1, negli ultimi anni, è diventata sempre più social e sempre più pop. Un pilota così può interessare sponsor legati ad automotive, moda, tecnologia, lifestyle, orologi, energia e brand globali che cercano un volto nuovo.

La forza commerciale di Antonelli non dipende solo dai risultati. Conta anche la narrazione: il ragazzo cresciuto nel vivaio Mercedes, l’italiano che riporta il tricolore davanti in F1, il pilota capace di sfidare Verstappen e Hamilton senza sembrare schiacciato dal confronto. È materiale perfetto per campagne pubblicitarie, partnership personali e accordi di immagine.

Il caso Monaco lo dimostra. Vincere nel Principato significa entrare in una vetrina diversa da tutte le altre. Montecarlo è storia, sponsor, lusso, televisioni, ospiti, brand e reputazione. Una vittoria lì pesa anche fuori dalla pista. Per Antonelli, il successo nel GP più glamour del calendario vale molto più dei punti in classifica.

La parte sportiva resta il motore di tutto. Senza risultati, non ci sono bonus e non cresce il valore commerciale. Ma se il 2026 continuerà su questa linea, Antonelli può passare in tempi rapidi dalla fascia dei giovani talenti ben pagati a quella dei piloti simbolo del Mondiale.

Per ora Verstappen e Hamilton restano lontani nelle classifiche degli ingaggi. Ma Antonelli ha dalla sua una cosa che vale tantissimo: il tempo. A 19 anni ha già vittorie, record, attenzione globale e una macchina competitiva. Lo stipendio di oggi racconta il punto di partenza. I prossimi contratti diranno quanto vale davvero il nuovo fenomeno della F1.

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