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Ottant’anni e non sentirli: la Vespa che ha asfaltato le mode

10 June 2026 at 09:00

Da simbolo della rinascita italiana a icona globale del design: la Vespa compie 80 anni e continua a conquistare le strade del mondo.

Dalla ricostruzione del dopoguerra a regina delle città

C’è chi a ottant’anni colleziona ricordi e chi, invece, continua a macinare chilometri. La Vespa appartiene decisamente alla seconda categoria. Nata nel 1946, in un’Europa che cercava di rialzarsi dalle macerie della guerra, la due ruote italiana è diventata molto più di un semplice mezzo di trasporto: un simbolo di libertà, stile e innovazione riconosciuto in ogni angolo del pianeta.

In un’epoca in cui l’automobile era ancora un lusso per pochi, la Vespa rappresentò una rivoluzione silenziosa. Agile, economica e dal design immediatamente riconoscibile, contribuì a cambiare il modo di muoversi degli italiani e accompagnò la trasformazione sociale ed economica del Paese. Da Roma a Milano, passando per le piazze delle città di provincia, divenne presto protagonista della quotidianità e dell’immaginario collettivo.

Icona che continua a correre

Ottant’anni dopo il suo debutto, la Vespa non mostra alcuna intenzione di rallentare. Oltre 19 milioni di esemplari prodotti e diffusi nei cinque continenti raccontano una storia industriale senza paragoni. Ancora più significativo è il dato degli ultimi dieci anni: più di due milioni di mezzi realizzati, a conferma di una vitalità commerciale che molti marchi possono soltanto invidiare.

Il segreto del successo? La capacità di restare fedele a se stessa pur evolvendosi. Design elegante, tecnologia sempre aggiornata e un’identità inconfondibile hanno trasformato la Vespa in un brand globale, amato da generazioni diverse e da culture lontanissime tra loro.

La vespa, l’unica influencer nata prima dei social

Mentre marchi e prodotti combattono ogni giorno per conquistare visibilità sui social network, la Vespa può vantare un primato curioso: essere diventata un fenomeno mondiale quando internet non esisteva nemmeno. Ha attraversato decenni, mode e rivoluzioni tecnologiche senza perdere fascino, confermandosi uno dei simboli più forti del Made in Italy.

A ottant’anni dalla sua nascita, continua a rappresentare un pezzo di storia italiana che non vive nei musei, ma sulle strade. E se il tempo passa per tutti, per la Vespa sembra valere un’eccezione: più che invecchiare, si limita ad aggiungere stile al proprio curriculum.

Una grande festa in suo onore

Sarà la voce di Ditonellapiaga ad aprire ufficialmente le celebrazioni per gli 80 anni di Vespa, in programma a Roma dal 25 al 28 giugno nell’ambito di “Vespa Roma 2026 – 80 Years of an Icon”, il grande evento internazionale dedicato allo scooter più celebre del mondo. La cantautrice romana salirà sul palco del Vespa Village, allestito all’interno del Foro Italico, nella serata inaugurale di giovedì 25 giugno. A partire dalle 21, l’artista proporrà uno showcase speciale di quattro brani, dando il via al programma musicale organizzato in collaborazione con Radio Deejay.

Reduce dal successo ottenuto al Festival di Sanremo 2026, Ditonellapiaga rappresenta una delle personalità più originali e riconoscibili della nuova musica italiana. Il suo stile, che fonde pop, elettronica e cantautorato, ha conquistato pubblico e critica, consolidando il suo ruolo di protagonista della scena musicale contemporanea.

La scelta dell’artista assume un significato particolare anche per il forte legame con la Capitale. Nata e cresciuta a Roma, Margherita Carducci – questo il suo vero nome – ha spesso raccontato attraverso la propria musica atmosfere, suggestioni e contraddizioni della città che l’ha vista crescere artisticamente. Dopo la sua esibizione, la serata proseguirà con il dj set di Molella, che accompagnerà il pubblico fino alla chiusura della prima giornata di festeggiamenti.

L’appuntamento romano si annuncia come il più grande raduno internazionale mai organizzato nella storia di Vespa, una celebrazione che unirà generazioni diverse sotto il segno di un’icona capace, dopo otto decenni, di continuare a parlare al presente

Ottant’anni e non sentirli: la Vespa che ha asfaltato le mode
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Análise: Tempestade perfeita esfria sonho dos 200 mil pontos

10 June 2026 at 04:15

O Ibovespa encerrou sua sétima semana consecutiva de queda e registrou o pior desempenho mensal desde 2023. O movimento de correção foi impulsionado principalmente pela saída de investidores estrangeiros da bolsa brasileira, aumentando a pressão sobre o principal índice do mercado acionário do país.

Para a analista do CNN Money, Lucinda Pinto, não há um único fator capaz de explicar o cenário, mas sim a combinação de diversos elementos que passaram a preocupar os investidores ao mesmo tempo.

“A gente tem que olhar mesmo para o momento do mercado que azedou. As coisas pioraram em uma semana de um jeito impressionante”, afirmou.

Entre os principais fatores de pressão, a analista destacou a percepção de que o espaço para novos cortes na taxa de juros ficou bastante reduzido.

“Tem gente falando que não existe mais espaço para corte de juros, e quando você olha para a curva, existe até uma precificação modesta de algum aumento”, explicou. Embora nenhum agente de mercado defenda abertamente uma alta da Selic, a mudança nas expectativas tem penalizado a bolsa.

A questão fiscal também segue no radar. Lucinda citou um cálculo da XP que aponta estímulos fiscais da ordem de R$ 200 bilhões, parte deles realizados fora do orçamento. “Isso é uma pressão adicional para o mercado”, avaliou.

Nesse contexto, empresas mais endividadas tendem a sofrer mais, diante do aumento do custo de financiamento e da necessidade de renegociação de passivos.

A saída de investidores estrangeiros também contribuiu para o enfraquecimento da bolsa. No início do ano, o Brasil era visto como uma alternativa para investidores que buscavam diversificar suas posições em relação às ações de tecnologia dos Estados Unidos. Além disso, o país se beneficiava da condição de exportador de petróleo e de sua distância dos principais focos de tensão geopolítica.

Esse cenário, porém, mudou. “Parece que aquela discussão de bolha de inteligência artificial acabou, e o investidor estrangeiro que estava vindo para o Brasil buscando uma alternativa voltaria em tese para esse setor”, disse Lucinda.

A analista observou ainda que o ganho fiscal esperado com a alta do petróleo não se concretizou da forma projetada pelo mercado.

“Tudo que a gente parece que ganharia do ponto de vista fiscal com a alta do petróleo está sendo gasto. O governo está usando ou para diminuir o impacto do aumento do petróleo ou para outras coisas”, afirmou.

Como resultado, tanto as blue chips quanto as ações mais ligadas ao ciclo doméstico passaram a sofrer maior pressão.

O cenário político também aumentou a cautela dos investidores. Segundo Lucinda, episódios recentes envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e a aproximação do calendário eleitoral ampliaram as incertezas sobre a disputa presidencial de 2026.

“O mercado está olhando para a eleição realmente como algo bem difícil de prever”, afirmou.

Com isso, a janela de oportunidade que parte dos analistas enxergava no início do ano, quando o Ibovespa chegou próximo dos 200 mil pontos, parece ter se fechado.

“A festa realmente parece ter acabado muito antes do brasileiro ter oportunidade de aproveitá-la”, concluiu.

Para o próximo ciclo de governo, independentemente de quem vença as eleições, a analista projeta um ambiente marcado por inflação elevada, atividade econômica mais fraca e juros altos no cenário internacional, o que deve encarecer o crédito e ampliar a cobrança por disciplina fiscal.

Estudo: fim da escala 6×1 pode reduzir PIB, renda, empregos e empresas

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.

Bolsa cai 2,22%, e dólar volta a subir acima de R$ 5,06

Logo Agência Brasil

A bolsa brasileira fechou em forte queda, e o dólar avançou mais de 1% nesta quarta-feira (3), num dia marcado pela aversão global ao risco. As negociações foram dominadas pela escalada das tensões no Oriente Médio e pelo aumento das preocupações com novas tarifas comerciais dos Estados Unidos sobre o Brasil e outros países.

O Ibovespa, principal índice da B3, recuou 2,22%, e fechou o quarta-feira aos 170.330 pontos. O dólar comercial subiu 1,14%, encerrando o pregão a R$ 5,067. O movimento refletiu a busca por ativos considerados mais seguros e a redução da exposição a mercados emergentes.

Ibovespa em queda

Notícias relacionadas:

Após a recuperação observada na terça-feira (2), o Ibovespa devolveu os ganhos e registrou a maior perda diária desde 7 de maio. O índice chegou a tocar a mínima de 170.007 pontos ao longo do pregão, mas conseguiu preservar o patamar dos 170 mil pontos no fechamento.

O resultado levou a bolsa ao menor nível desde 20 de janeiro. Na semana, o índice acumula queda de 1,99%, enquanto o avanço em 2026 foi reduzido para 5,71%.

A deterioração do humor dos investidores acompanhou o desempenho negativo das bolsas estadunidenses, que interromperam a sequência de recordes recentes após o agravamento do conflito entre Estados Unidos e Irã.

Além do cenário geopolítico, investidores monitoraram a proposta de novas tarifas comerciais dos Estados Unidos contra o Brasil. Após recomendar uma taxa de 25% sobre parte das exportações brasileiras, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) avançou com uma nova proposta tarifária relacionada ao combate ao trabalho forçado.

Câmbio avança

No mercado de câmbio, o dólar ganhou força diante do aumento da procura global pela moeda americana. A divisa chegou à máxima de R$ 5,09 durante a tarde e encerrou o dia no maior nível desde 8 de abril.

O real teve um dos piores desempenhos entre as moedas emergentes, influenciado pela saída de recursos da bolsa brasileira e pelo posicionamento mais defensivo dos investidores antes do feriado de Corpus Christi.

O avanço do dólar também acompanhou a valorização da moeda americana no exterior, impulsionada por dados econômicos mais fortes nos Estados Unidos e pela expectativa de manutenção de juros elevados por mais tempo.

Apesar da alta desta quarta-feira, o dólar ainda acumula queda de 7,69% frente ao real em 2026.

Petróleo em alta

Os preços do petróleo voltaram a subir com o aumento das incertezas sobre um acordo entre Estados Unidos e Irã e a continuidade dos confrontos na região do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de energia.

O barril do Brent, referência internacional e parâmetro para a Petrobras, avançou 1,89%, encerrando o dia cotado a US$ 97,81. O WTI, do Texas subiu 2,4%, fechando a US$ 96,02.

O mercado segue atento ao risco de interrupções no fornecimento global de petróleo, cenário que reforça preocupações com a inflação e amplia a cautela dos investidores ao redor do mundo.

*Com informações da Reuters

Bolsa cai 2,22%, e dólar volta a subir acima de R$ 5,06

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A bolsa brasileira fechou em forte queda, e o dólar avançou mais de 1% nesta quarta-feira (3), num dia marcado pela aversão global ao risco. As negociações foram dominadas pela escalada das tensões no Oriente Médio e pelo aumento das preocupações com novas tarifas comerciais dos Estados Unidos sobre o Brasil e outros países.

O Ibovespa, principal índice da B3, recuou 2,22%, e fechou o quarta-feira aos 170.330 pontos. O dólar comercial subiu 1,14%, encerrando o pregão a R$ 5,067. O movimento refletiu a busca por ativos considerados mais seguros e a redução da exposição a mercados emergentes.

Ibovespa em queda

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Após a recuperação observada na terça-feira (2), o Ibovespa devolveu os ganhos e registrou a maior perda diária desde 7 de maio. O índice chegou a tocar a mínima de 170.007 pontos ao longo do pregão, mas conseguiu preservar o patamar dos 170 mil pontos no fechamento.

O resultado levou a bolsa ao menor nível desde 20 de janeiro. Na semana, o índice acumula queda de 1,99%, enquanto o avanço em 2026 foi reduzido para 5,71%.

A deterioração do humor dos investidores acompanhou o desempenho negativo das bolsas estadunidenses, que interromperam a sequência de recordes recentes após o agravamento do conflito entre Estados Unidos e Irã.

Além do cenário geopolítico, investidores monitoraram a proposta de novas tarifas comerciais dos Estados Unidos contra o Brasil. Após recomendar uma taxa de 25% sobre parte das exportações brasileiras, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) avançou com uma nova proposta tarifária relacionada ao combate ao trabalho forçado.

Câmbio avança

No mercado de câmbio, o dólar ganhou força diante do aumento da procura global pela moeda americana. A divisa chegou à máxima de R$ 5,09 durante a tarde e encerrou o dia no maior nível desde 8 de abril.

O real teve um dos piores desempenhos entre as moedas emergentes, influenciado pela saída de recursos da bolsa brasileira e pelo posicionamento mais defensivo dos investidores antes do feriado de Corpus Christi.

O avanço do dólar também acompanhou a valorização da moeda americana no exterior, impulsionada por dados econômicos mais fortes nos Estados Unidos e pela expectativa de manutenção de juros elevados por mais tempo.

Apesar da alta desta quarta-feira, o dólar ainda acumula queda de 7,69% frente ao real em 2026.

Petróleo em alta

Os preços do petróleo voltaram a subir com o aumento das incertezas sobre um acordo entre Estados Unidos e Irã e a continuidade dos confrontos na região do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de energia.

O barril do Brent, referência internacional e parâmetro para a Petrobras, avançou 1,89%, encerrando o dia cotado a US$ 97,81. O WTI, do Texas subiu 2,4%, fechando a US$ 96,02.

O mercado segue atento ao risco de interrupções no fornecimento global de petróleo, cenário que reforça preocupações com a inflação e amplia a cautela dos investidores ao redor do mundo.

*Com informações da Reuters

Bolsa sobe 1,16%, e dólar cai para R$ 5, apesar de medida dos EUA

Logo Agência Brasil

A bolsa brasileira fechou em alta, e o dólar recuou nesta terça-feira (2), mesmo em meio ao aumento da tensão comercial entre Brasil e Estados Unidos. O Ibovespa avançou 1,16%, aos 174.197 pontos, enquanto a moeda americana caiu 0,24%, encerrando o dia cotada a R$ 5,009.

O desempenho dos ativos brasileiros ocorreu apesar da proposta do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros a partir de 15 de julho. A medida integra uma investigação sobre supostas práticas comerciais consideradas desleais pelos americanos.

Notícias relacionadas:

Apesar das ameaças do governo de Donald Trump, o mercado concentrou atenção no ambiente externo mais favorável ao risco, deixando as preocupações comerciais em segundo plano.

>>Saiba argumentações apresentadas em relatório para taxar Brasil

Recuperação da bolsa

Após cinco sessões consecutivas de queda, o Ibovespa voltou a subir impulsionado principalmente por ações de bancos e mineradoras..

No acumulado da semana, a bolsa registra ganho de 0,24%. Em 2026, a valorização chega a 8,11%.

O cenário político também permaneceu no radar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou que as negociações com Washington sejam conduzidas pelos ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

O governo brasileiro classificou como injusta a proposta americana de elevar tarifas sobre produtos nacionais.

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Câmbio

No mercado de câmbio, o dólar comercial acompanhou o movimento global de enfraquecimento da moeda frente a divisas de países emergentes.

A cotação oscilou entre R$ 5,0003 e R$ 5,0245 durante o dia, mas encerrou próxima da estabilidade, pouco acima do nível de R$ 5.

No acumulado de 2026, a moeda estadunidense registra queda superior a 8% em relação ao real. Parte da valorização da moeda brasileira foi provocada pelo fluxo de recursos para a bolsa e pelos juros altos do país na comparação com outras economias.

As negociações entre Estados Unidos e Irã também influenciaram os mercados globais, com investidores acompanhando possíveis avanços para uma solução diplomática no Oriente Médio.

Petróleo avança

Os preços do petróleo encerraram o dia em alta diante da cautela dos investidores sobre as conversas entre Washington e Teerã.

O barril do Brent, referência internacional, subiu 1,07%, fechando a US$ 96. O WTI, do Texas, avançou 1,74%, para US$ 93,76.

O mercado segue monitorando a possibilidade de reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. A ausência de sinais concretos de avanço nas negociações mantém preocupações com a oferta da commodity e sustenta os preços em patamares elevados.

* com informações da Reuters

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