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Faro celebra as Festas de Santo António nos dias 12 e 13 de junho

12 June 2026 at 07:08

A cidade de Faro prepara-se para viver mais uma edição das tradicionais Festas de Santo António, que terão lugar nos dias 12 e 13 de junho de 2026, reunindo momentos de convívio, animação musical e celebração religiosa dedicados ao santo popular tão acarinhado pelos portugueses.

O programa inicia-se na sexta-feira, 12 de junho, com a abertura do recinto para refeições às 19h00, proporcionando aos visitantes a oportunidade de desfrutar da gastronomia típica e do ambiente festivo. A animação musical estará a cargo dos Tons de Baile, enquanto a noite contará ainda com a atuação da Marcha da Casa do Povo de Moncarapacho, marcada para as 21h30.

No sábado, 13 de junho, dia dedicado a Santo António, as celebrações começam às 17h30 com a Eucaristia em honra de Santo António, seguindo-se a tradicional Procissão, às 19h00, pelas ruas da localidade. Pelas 20h00, o recinto reabre para as refeições e para mais uma noite de festa, animada pelo grupo Tokisom.

As Festas de Santo António prometem dois dias de alegria, tradição e encontro entre famílias, amigos e visitantes, mantendo viva uma das mais emblemáticas celebrações populares da região algarvia.

Programa resumido:

12 de junho (sexta-feira)

  • 19h00 – Abertura do recinto para refeições
  • Animação musical com Tons de Baile
  • 21h30 – Marcha da Casa do Povo de Moncarapacho

13 de junho (sábado)

  • 17h30 – Eucaristia em honra de Santo António
  • 19h00 – Procissão
  • 20h00 – Abertura do recinto para refeições
  • Animação musical com Tokisom

Uma excelente oportunidade para celebrar as tradições populares, desfrutar da música ao vivo e homenagear Santo António num ambiente de grande espírito comunitário.

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Bispo pede “nova sociedade” e alerta para o poder das palavras

11 June 2026 at 16:18

VTM

“A Eucaristia abre-nos à justiça e à partilha, com uma atenção preferencial para com quem carrega o fardo da pobreza e da marginalização”, afirmou D. Nuno Almeida, na homilia proferida na aldeia de Pereira e na Catedral de Bragança.

Na sua intervenção sublinhou a exigência de traduzir o sacramento em ações concretas que combatam as exclusões geradas pelas novas redes económicas e tecnológicas. “Os cristãos sentem-se comprometidos a irradiá-la nos vários âmbitos da convivência humana através da experiência de fraternidade, do espírito da paz e reconciliação”, apontou.

E alertou para a necessidade de purificar a linguagem quotidiana, estabelecendo uma oposição clara entre as atitudes que geram união e as que provocam fraturas na sociedade. “O contrário de bendizer é maldizer, bendizer une e maldizer divide”, explicou o bispo.

A reflexão apoiou-se no magistério do Papa para exigir uma revisão profunda sobre os preconceitos e a agressividade instalada nos discursos atuais. “Temos uma possibilidade real de contribuir para o bem sempre que dizemos a verdade, quando damos um conselho sábio ou quando apoiamos quem precisa de conforto”, citou, a partir da primeira encíclica de Leão XIV, ‘Magnifica Humanitas’.

O responsável diocesano clarificou que a vivência eucarística ultrapassa o mero cumprimento de um cerimonial religioso. “Faz-nos bem recordar que a Eucaristia não é algo, é Alguém, não é um ritual, mas encontro com Jesus Cristo vivo”, vincou D. Nuno Almeida.

O bispo rematou a pregação pedindo aos crentes que assumam uma dinâmica de doação contínua a favor do próximo no seu dia a dia. “Somos chamados a fazer ponte entre Jesus e a humanidade a quem Ele continua a dirigir o convite”, concluiu.

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