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Canto de solidaridad con Cuba desde Carabobo, Venezuela

13 June 2026 at 16:56

Caracas, 13 jun (Prensa Latina) Con el canto de “Cuba, que linda es Cuba, quien la defiende la quiere más”, venezolanos y cubanos en el estado de Carabobo (norte) celebraron una Tarde de Trova, en solidaridad hoy con la isla y su pueblo.

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Os Millennials: das disquetes à Cloud

13 June 2026 at 14:52

A geração dos millennials, aqueles que nasceram entre o principio dos anos 80 e a chegada aos anos 2000, encontra-se numa posição única e, muitas vezes, desafiadora. Eles são os intermediários entre dois mundos: o tradicional, marcado por valores e realidades pré-digitais, e o digital, onde a informação flui a uma velocidade vertiginosa.

Este fenómeno, acrescido ao facto de ser a “geração sandwich” atual, carrega consigo uma série de responsabilidades e pressões que podem impactar profundamente o seu bem-estar psicológico.

Dupla Exposição: O Conflito de Gerações

Na Antropologia, o conceito de “transição cultural” é fundamental para entender como as sociedades evoluem e se adaptam. Os millennials são, de certa forma, os arautos desta transição, vivendo num espaço onde as expectativas dos pais em relação ao sucesso e à estabilidade financeira se confrontam com a realidade incerta do mundo digital.

Enquanto os seus pais, maioritariamente da geração X ou Baby Boomers, valorizam a segurança no emprego e a vida familiar convencional, os millennials são frequentemente empurrados para o empreendedorismo, a flexibilidade e a inovação. Esta discrepância gera um dilema: como equilibrar as expectativas familiares com as novas oportunidades e desafios que a era digital proporciona?

A sobrecarga de informações é outra pressão significativa. Com acesso a um mundo de dados e opiniões a um clique de distância, os millennials enfrentam uma avalanche de perspectivas que podem ser confusas e contraditórias. Isso gera um estado de paralisia decisional, onde a dificuldade em escolher um caminho se torna um fardo emocional.

A constante comparação com os outros, amplificada pelas redes sociais, pode levar a sentimentos de inadequação e ansiedade, criando um ciclo vicioso que afeta a saúde mental.

Sabedoria de Duas Realidades

Apesar dos desafios, a geração millennials também possui um rico capital cultural. Crescendo em dois mundos, eles desenvolvem uma perspetiva única que combina a sabedoria das tradições com a inovação da era digital.

Esta habilidade de transitar entre diferentes realidades permite que os millennials sejam mais adaptáveis e resilientes, características valiosas num mundo em constante mudança. Eles aprendem a navegar em ambientes complexos, conciliando o que aprenderam com os seus pais, com as novas práticas e tecnologias que emergem.

Além disso, a experiência de ser a “geração sanduíche” pode também fortalecer laços familiares. Os millennials encontram-se, frequentemente, a cuidar não apenas dos seus filhos, mas também dos seus pais, criando uma dinâmica de apoio mútuo que pode ser enriquecedora.

Este papel de mediador entre gerações pode fomentar um diálogo intergeracional que enriquece ambos os lados, promovendo uma compreensão mais profunda das necessidades e desafios de cada grupo.

Consequências Psicológicas e a Necessidade de Apoio

Entretanto, a pressão persistente pode levar a consequências psicológicas significativas. O burnout, a ansiedade e a depressão são problemas que afetam muitos millennials, resultantes da tensão constante entre as expectativas familiares e as realidades do mundo moderno.

É crucial que haja uma maior compreensão e apoio, tanto a nível familiar como comunitário, para que esta geração possa encontrar um equilíbrio saudável.

Os millennials têm uma oportunidade única de moldar o futuro, aproveitando a riqueza das suas experiências. Ao aprenderem a integrar as lições do passado com as inovações do presente, podem construir um caminho que não só honra as tradições, mas também acolhe a mudança.

A chave está em reconhecer que, mesmo sob pressão, a sabedoria de duas realidades pode ser uma força poderosa para a criação de um futuro mais inclusivo e sustentável.

Em última análise, os millennials devem ser vistos não apenas como a “geração sanduíche” e intermediaria do analógico para o digital, mas também como os arquitetos de uma nova era, onde a convergência de mundos pode gerar um inimaginável potencial.

Nota: A propósito, a imagem acima foi gerada por IA

Sul Informação

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DOJ sues over Virginia mask ban for federal agents

12 June 2026 at 20:37
The Department of Justice (DOJ) sued Virginia on Thursday over its new requirements, including a mask ban, for federal agents operating in the commonwealth, alleging the laws are an “unconstitutional attempt to regulate” federal law enforcement operations.  “Law enforcement officers risk their lives every day to keep Americans safe, and they do not deserve to…

DOJ sues over Virginia mask ban for federal agents

12 June 2026 at 20:37
The Department of Justice (DOJ) sued Virginia on Thursday over its new requirements, including a mask ban, for federal agents operating in the commonwealth, alleging the laws are an “unconstitutional attempt to regulate” federal law enforcement operations.  “Law enforcement officers risk their lives every day to keep Americans safe, and they do not deserve to…

Il caso dei droni affonda (ancora di più) l’ex presidente sudcoreano Yoon

12 June 2026 at 15:46

L’ex presidente sudcoreano Yoon Suk Yeol è stato condannato a 30 anni di carcere con l’accusa di aver autorizzato l’invio di droni in Corea del Nord nell’ottobre 2024 per creare un pretesto che giustificasse la successiva dichiarazione della legge marziale. La sentenza, pronunciata dal Tribunale distrettuale centrale di Seul, rappresenta un nuovo e pesante capitolo della vicenda giudiziaria che ha travolto l’ex leader conservatore dopo la sua destituzione.

Secondo i giudici, Yoon si sarebbe reso colpevole di abuso di potere e di favoreggiamento del nemico, avendo preso parte fin dall’inizio alla pianificazione delle incursioni con droni oltre il confine. I procuratori speciali sostengono che l’operazione fosse finalizzata a “fabbricare condizioni di guerra” per creare un clima di emergenza nazionale e legittimare così la controversa proclamazione della legge marziale del dicembre 2024, poi dichiarata incostituzionale.

L’ex presidente ha però respinto tutte le accuse. I suoi avvocati hanno sostenuto che Yoon non ordinò né approvò successivamente la missione, affermando che i voli dei droni costituivano una risposta alle ripetute provocazioni di Pyongyang, che nei mesi precedenti aveva inviato oltre il confine numerosi palloni aerostatici carichi di rifiuti e materiale propagandistico.

L’episodio incriminato risale al 2024, quando la Corea del Nord accusò Seul di aver fatto sorvolare tre volte la capitale Pyongyang da droni incaricati di lanciare volantini di propaganda. All’epoca il ministro della Difesa Kim Yong-hyun fornì una risposta ambigua, mentre il ministero dichiarò di non poter né confermare né smentire l’accaduto. L’incidente provocò un forte aumento delle tensioni tra i due Paesi, senza però sfociare in uno scontro militare. Secondo l’accusa, l’operazione avrebbe inoltre compromesso la sicurezza nazionale, poiché alcuni droni precipitati in territorio nordcoreano avrebbero consentito la divulgazione di informazioni riservate sulle capacità operative delle forze armate sudcoreane.

La nuova condanna si aggiunge a quella già inflitta a febbraio, quando Yoon era stato condannato all’ergastolo per insurrezione, con l’accusa di aver tentato di paralizzare l’Assemblea nazionale attraverso la dichiarazione della legge marziale. Anche in quel caso l’ex presidente ha presentato ricorso, sostenendo di aver agito esclusivamente nell’interesse del Paese. Yoon era stato definitivamente rimosso dalla carica dopo che la Corte costituzionale aveva confermato il suo impeachment, aprendo la strada alle elezioni anticipate vinte dall’attuale presidente Lee Jae Myung.

La vicenda si inserisce in un contesto di persistente tensione tra le due Coree, ancora tecnicamente in guerra. L’utilizzo di droni continua infatti a rappresentare uno dei principali punti di attrito lungo il confine. All’inizio di quest’anno lo stesso presidente Lee aveva espresso rammarico dopo che un’indagine aveva rivelato il coinvolgimento di funzionari governativi nell’invio di droni verso il Nord nel gennaio 2025. Un gesto definito “saggio” dalla sorella del leader nordcoreano Kim Yo-jong, senza tuttavia tradursi in un reale miglioramento delle relazioni, poiché Pyongyang continua a considerare Seul il proprio “nemico più ostile”.

Stellantis, Volkswagen e Renault vogliono un marchio “Made in Europe” per l’auto: “Solo così ci salviamo”

12 June 2026 at 09:51

Regole comuni, condivise e semplici per cercare di tutelare l’auto europea dall’arrivo sul mercato dei colossi cinesi, sempre più presenti e performanti nelle vendite grazie ai vantaggi tecnologici sull’elettrico e nelle politiche di prezzo. Stellantis, Volkswagen e Renault hanno sottoscrivo un impegno a tre sul “Made in Europe” e cercando la sponda degli europarlamentari. In una lettera inviata a tutti i membri del Parlamento Ue, i tre gruppi – che rappresentano il 60% della produzione continentale di veicoli – chiedono norme chiare e incentivi per potenziare la produzione in Europa.

La strategia si chiama “70:70 nell’Ue27”. In sostanza, chiedono alle istituzioni della Ue “di creare un quadro volto a garantire che il 70% dei veicoli venduti dalle case automobilistiche in Europa provenga per il 70% dai 27 Paesi dell’Ue”, si legge in una lettera anticipata al Financial Times. Solo a queste regole, specificano, un auto potrebbe dirsi “Made in Europe”. Ma non finisce qui: il quadro regolatorio “non dovrebbe limitarsi a compensare i costi, ma incentivare attivamente la localizzazione e il reshoring”. In altri termini, Stellantis, Renault e Volkswagen chiedono “un sostegno forte e mirato alle batterie europee, una flessibilità pragmatica, soprattutto per le auto di piccole dimensioni, e politiche che rendano i veicoli elettrici più accessibili, costruendo al contempo una catena di approvvigionamento europea resiliente”.

Nell’impegno comune sottolineano che “l’industria automobilistica europea è pienamente impegnata a garantire un futuro solido alla produzione in Europa, ma ciò richiede un quadro realistico. Il ‘Made in Europe’ deve sostenere la competitività, attrarre investimenti e riconoscere il divario di costi che dobbiamo affrontare rispetto ai concorrenti globali. Se riusciremo a farlo nel modo giusto, l’Europa potrà rimanere una potenza automobilistica globale”. La paura dei costruttori è legata ai vantaggi cinesi in termini di tecnologia, materie prime e costo del lavoro: tre aspetti che favoriscono i costruttori di Pechino nella transizione verso l’elettrico garantendo un prezzo d’ingresso sul mercato più basso, spingendo i clienti a preferire i marchi asiatici.

Nonostante la ripresa del mercato in questo 2026, infatti, i conti continuano a non tornare. Nel primo quadrimestre il volume delle immatricolazioni in Europa è salito del 4,8% a 4.672.775 unità, con l’Italia ancora fanalino di coda nella quota di elettrico puro, ferma all’8,5% ad aprile, e di vetture ricaricabili che è al 17,5%. La media in Europa è di elettrico puro è al 19,7% e le ibride sono quasi al 40%: si tratta di motorizzazioni sempre più aderenti alle scelte dei consumatori nelle quali i costruttori di Pechino hanno una superiorità al momento incolmabile. Ad aprile, le vendite dei marchi cinesi – se si esclude Leapmotor che in Europa opera in joint venture con Stellantis – hanno raggiunto quota 83mila unità rappresentando il quarto “gruppo” dopo le tre firmatarie della lettera Volkswagen (266.139), Stellantis (159.147) e Renault (98.055).

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США нанесли удары по иранским объектам в ответ на сбитый вертолет Apache

12 June 2026 at 08:41

Военные силы США начали удары по объектам в Иране после уничтожения американского вертолета Apache. По распоряжению президента Дональда Трампа атаки были направлены на стратегические цели на острове Кешм, в округе Сирик и городе Минаб, сообщает МК.

США начали удары по Ирану в ответ на уничтожение американского вертолета

Центральное командование США (CENTCOM) сообщило, что авиаудары стартовали в 17:00 по восточному времени (00:00 мск). В официальном заявлении отмечено, что операции являются «соразмерной реакцией на необоснованную иранскую агрессию».

Президент США в эфире ABC News подчеркнул, что ответные меры необходимы и должны быть «очень сильными и мощными». Представитель американского Министерства обороны уточнил, что цель ударов — противостояние иранским радиолокационным и системам ПВО, чтобы послать Тегерану предупреждение.

По данным иранского агентства Tasnim, в районах Кешм, Сирик и Минаб были зафиксированы взрывы. Арабские источники отмечают повышение уровня боевой готовности на военных базах США в Кувейте, Бахрейне, ОАЭ и Катаре. В свою очередь власти Ирана заявили о намерении дать «решительный ответ» на действия американской стороны.

Накануне глава США сообщил в социальной сети Truth Social о необходимости ответить на сбитый вертолет в Ормузском проливе, добавив, что оба пилота живы и находятся в безопасности.

Администрация США продолжает внимательно следить за ситуацией и готова при необходимости предпринять дополнительные меры. Развитие конфликта вызывает серьезное внимание международного сообщества и может повлиять на обстановку в регионе.

США нанесли удары по иранским объектам в ответ на сбитый вертолет Apache • Опубликовано на FiNE NEWS

Varias ciudades cancelan conciertos de Beret tras ser detenido por una supuesta agresión sexual

12 June 2026 at 08:21

Varios Ayuntamientos españoles están cancelado este viernes conciertos que tenían contratados con el cantante Beret, después de conocerse su detención por una supuesta agresión sexual. Uno de los primeros ha sido el Consistorio de Elche, en la provincia de Alicante, que ha suspendido el concierto del artista previsto para el 10 de agosto, como parte de la programación de fiestas de esa ciudad. “Tras las informaciones aparecidas en los distintos medios de comunicación sobre la detención del cantante Beret, por un presunto delito de agresión sexual, el Ayuntamiento de Elche ha decidido cancelar la actuación prevista en NITS de Festa, para el 10 de agosto”, ha explicado en un comunicado. Han aclarado que “ya está trabajando con la productora adjudicataria para sustituir la actuación”.

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© Alberto Estevez (EFE)

Beret, durante su actuación en la vigilia del papa León XIV en el Estadio Olímpico de Barcelona.

Major League Baseball Will Question the Dodgers’s Doctor About Banned Drugs

12 June 2026 at 00:30
The inquiry comes after a report that Dr. Neal ElAttrache, the physician for the team, supported the U.F.C. star Conor McGregor in using performance-enhancing drugs while recovering from an injury.

© The Yomiuri Shimbun, via Associated Press Images

Dr. Neal ElAttrache with Shohei Ohtani of the Los Angeles Dodgers during a game in Tokyo in 2025.

Justice Dept. Pushes Limits of Its Power Over State Elections

11 June 2026 at 20:44
The department once tried to stay out of state elections, urging caution. It is now pressing forward with claims of fraud as President Trump revives his unfounded assertions that elections cannot be trusted.

© Philip Cheung for The New York Times

Voters casting their ballots in California’s primary races in Los Angeles last week.

Elettricità tassata anche quattro volte più del gas per le famiglie (e per le aziende si arriva a venti). Il paradosso che blocca la transizione

11 June 2026 at 14:30

Le famiglie italiane pagano sull’elettricità tasse e oneri fino a quattro volte superiori a quelli applicati al gas. Nei settori industriali, del commercio e dei servizi il divario è circa venti volte. Anche nei trasporti le diverse modalità di ricarica elettrica sostengono tasse e oneri fino a oltre il doppio di quelli che gravano su diesel e benzina. Ergo: l’elettricità è il vettore energetico più penalizzato. Eppure, l’elettrificazione dei consumi rimane la scelta economicamente più conveniente, grazie alla maggiore efficienza della tecnologia elettrica, che consuma tre-quattro volte meno energia della combustione a parità di servizio reso. È quanto emerge da un nuovo studio appena presentati da Ecco, il think tank italiano per il clima, a Bruxelles, in occasione della European Sustainable Energy Week. “I dati evidenziano un paradosso: il sistema fiscale italiano penalizza proprio le tecnologie più efficienti. In un momento in cui il costo dell’energia è diventato un fattore cruciale per famiglie e imprese, chi investe nell’elettrificazione non riesce a beneficiare pienamente dei vantaggi economici dell’innovazione” spiega Matteo Leonardi, co-fondatore e direttore esecutivo di Ecco, secondo cui in questo modo “si rallentano gli investimenti, si riduce la competitività e si frena la transizione energetica”.

Il peso di componenti fiscali e oneri di sistema sulle bollette elettriche

Gli oneri generali di sistema rappresentano la principale causa del divario tra elettricità e combustibili fossili. Nati per finanziare politiche settoriali e sostenere lo sviluppo delle energie rinnovabili, continuano oggi a gravare quasi esclusivamente sui consumi elettrici. Il gas naturale, il diesel e la benzina non hanno sostenuto costi altrettanto significativi. Nel 2024, il costo medio dell’elettricità per i consumatori italiani è stato di circa 31 centesimi per kilowattora. Di questi, il 49% era rappresentato dal costo della materia prima, il 16% dai servizi di rete e il restante 35% da componenti fiscali, oneri e costi legati al sistema Ets. Per il gas, invece, il costo medio è stato di circa 10 centesimi per kilowattora: il 50% attribuibile alla materia prima, il 22% ai servizi di rete e il 28% a fiscalità e oneri. Lo squilibrio è evidente: una media di 12 centesimi per kilowattora per l’elettrico, contro 3 c€/kWh per il gas. Non si tratta di costi connessi al costo dell’energia in sé ma sono frutto di scelte politiche e regolatorie. A queste voci concorrono le accise, l’Iva, i diversi oneri di sistema con finalità ambientali, energetiche, sociali, di ricerca e di competitività, i criteri con cui tali oneri sono ripartiti tra i consumatori e i costi legati al sistema europeo di scambio delle quote di emissione (Ets1). La scelta di concentrarsi nello studio sui settori domestico, del trasporto privato e dell’industria, commercio e servizi, con particolare attenzione alla situazione delle piccole e medie imprese, è dettata dal fatto che questi sono i settori più facilmente elettrificabili.

Gli esempi settore per settore

Analizzando la situazione settore per settore, Ecco sottolinea alcuni paradossi. Nel settore domestico, su ogni KWh, il consumatore paga 8,73 centesimi di tasse e oneri per l’elettricità, mentre ne paga 2,31 per il gas. La sproporzione penalizza chi sceglie pompe di calore e cottura a induzione. Si fa l’esempio del costo annuale per riscaldare una casa di 100 metri quadrati, in classe G a Milano. Se si elettrifica, il consumo energetico in kilowattora all’anno di riduce del 72% (da 13.737 KWh/anno con il gas a 3.886 con l’elettrico), ma su tasse e oneri si risparmiano appena 67 euro, pagando 416 euro, contro i 483 euro del gas. La disparità di trattamento fiscale e di onori, quindi, assorbe quasi 300 euro del beneficio dato dalla maggiore efficienza. Un’occasione mancata per le famiglie italiane. Piccole e medie imprese e commercianti pagano una bolletta elettrica con tasse e oneri anche venti volte maggiori rispetti a quelli per il gas. Su ogni KWh consumato, infatti, un’azienda paga 11 centesimi di tasse e oneri per l’elettricità, contro appena 0,57 per il gas. Facendo l’esempio del costo medio annuale di processi a calore industriale per una pmi del settore alimentare, passando all’elettrico tasse e oneri quasi triplicano (da quasi 16mila a 43.600 euro) ed erodono anche in questo caso gran parte del risparmio dato dall’efficienza. Significa che un’impresa che elettrifica consuma il 74% in meno, ma in bolletta risparmia solo il 9%. Un divario che rende più costoso elettrificare i processi produttivi, frena la transizione industriale italiana e mina la competitività. Discorso non molto diverso per i trasporti privati. Un’auto elettrica paga tasse e oneri due volte e mezzo maggiori rispetto a quelli di un’auto a benzina. Per ogni KWh di energia consumata, l’elettricità da ricarica pubblica paga quasi 22 centesimi di tasse e oneri, contro gli 8,94 della benzina. Ma un’auto elettrica è quattro volte più efficiente. Morale: per percorrere 15mila chilometri un’auto elettrica consuma 2.400 KWh contro i 9.271 di quella a benzina, ma la disparità di trattamento assorbe quasi 500 euro del beneficio economico dato dalla maggiore efficienza. Il costo medio, infatti, con la benzina è a circa 1.800 euro, con l’elettrico a 1.753 euro, mentre a parità di trattamento il risparmio sarebbe di 745 euro.

Un nuovo equilibrio per mobilitare gli investimenti

Lo studio evidenzia la necessità di una riforma di tasse e oneri sull’energia, per aggiornare la fiscalità coerentemente con gli obiettivi energetici, di sicurezza e competitività del nostro Paese. In questo senso, arrivare a un livello di costo di tasse e oneri almeno pari per contenuto energetico fra elettricità, gas, diesel e benzina è il presupposto per mobilitare gli investimenti privati in elettrificazione e finanziare politiche “oggi sostenute dagli oneri di sistema, dal meccanismo Ets e da una spesa pubblica mal coordinata con la politica energetica”. Mantenere lo squilibrio attuale, secondo il think tank, significa tenere l’economia italiana esposta alla volatilità delle fonti fossili, considerando che il 95% del gas e l’89% del petrolio consumati sono oggi importati. “È sbagliato pensare che il livello di debito pubblico dell’Italia non permetta di risolvere le attuali distorsioni – aggiunge Leonardi – o che una riforma di fiscalità e oneri abbia degli impatti eccessivi sui consumatori. Non si può pensare che la soluzione avvenga naturalmente con la progressiva riduzione degli oneri connessi allo sviluppo delle rinnovabili. È il contrario. L’incapacità di costruire una relazione tra i costi per i consumatori e il finanziamento delle politiche per la transizione rende gli oneri dei vettori energetici incoerenti con i vantaggi del consumatore”.

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Weaponization fund controversy ends in a blurry trade-off

The Senate passed a $70 billion reconciliation bill for immigration enforcement, which included a controversial $1.776 billion "Anti-weaponization Fund" for victims of federal prosecutions, but the fund was ultimately eliminated due to Republican opposition, while the second part of the settlement, granting Trump and his associates immunity from further audits and liability for taxes still owed, was left in place.

Weaponization fund controversy ends in a blurry trade-off

11 June 2026 at 14:30
The Senate passed a $70 billion reconciliation bill for immigration enforcement, which included a controversial $1.776 billion "Anti-weaponization Fund" for victims of federal prosecutions, but the fund was ultimately eliminated due to Republican opposition, while the second part of the settlement, granting Trump and his associates immunity from further audits and liability for taxes still owed, was left in place.

El documental que tienes que ver antes de la nueva de Spielberg y más recomendaciones

11 June 2026 at 11:16

El documental que tienes que ver antes de 'El día de la revelación'

The Age of Disclosure, en Prime Video

¿Has salido de ver El día de la revelación pensando que es ciencia ficción y que Spielberg está loco por creer en los extraterrestres? Quizás tengas que ver The Age of Disclosure, porque puede que este documental consiga que cambies de opinión.

¿Qué es The Age of Disclosure? Es un documental que sostiene que el gobierno de EE UU ha encubierto la existencia de vida inteligente no humana durante 80 años. Lo dirige y produce Dan Farah, productor de Ready Player One, de Spielberg, así que no es descabellado pensar que haya sido una fuente para El día de la revelación.

El documental enseña vídeos de los UAPs (Unudentified Anomalous Phenomena), antiguamente conocidos como UFOS, volando en el cielo a velocidades imposibles para las naves humanas, sumergiéndose misteriosamente en el agua o realizando maniobras extremas.

Pero lo más impresionante de The Age of Disclosure es que en él hablan 34 altos cargos del Gobierno, el ejército y los servicios de inteligencia de Estados Unidos. ¿Por qué esta gente del más alto nivel mentiría? ¿Qué sacaría a cambio?

Es un documental que también sostiene que el gobierno ha recabado tecnología exógena y que ha practicado ingeniería inversa con ella y que se ha perseguido a las personas que han intentado desvelar toda esta información.

Es cierto que uno se queda con ganas de ver alguna prueba material y que científicos y miembros del gobierno han sido críticos con el documental por esto mismo. Pero The Age of Disclosure se engloba en un movimiento activista por la revelación de estos secretos gubernamentales que sostiene que si esa tecnología cae en las manos equivocadas puede ser un peligro de seguridad nacional.

La era de los impostores

Marco, en Netflix

Al cine le encantan los impostores. Sus mentiras, que en el fondo son historias, han fascinado a creadores a lo largo y ancho del mundo. Por eso, era cuestión de tiempo que alguien llevase a la gran pantalla el caso del impostor más caradura de la historia de nuestro país: Enric Marco, el presidente de la Amicale de Mauthausen de España del que en 2005 se descubrió que nunca jamás había sido prisionero en un campo de concentración. Arregi y Garaño, sin embargo, no se dejan embaucar por este gran camelador. Marco no es la historia de su mentira, o no solo. Es la historia de cómo se desveló la verdad.

Con estructura de angustioso thriller, los directores activan una cuenta atrás en la que un historiador llamado Benito Bermejo descubre la impostura y acorrala al catalán antes de que su discurso en el sesenta aniversario de la liberación de Mauthausen con Zapatero presente suponga la vergüenza de España. El fuera de campo adquiere entonces un peso importante en la película. La amenaza del historiador, al que a penas vemos durante el metraje, resulta mucho más efectiva.

Eduard Fernández, uno de los mejores actores en activo, borda su interpretación. Su Marco no es una copia del auténtico exsindicalista. Es una reconstrucción pero que no se deja fuera ninguna de las capas que conformaron su personalidad consiguiendo arrancarnos una sonrisa y sacarnos de quicio en la escena siguiente, darnos lástima y, en el mismo plano, enfurecernos con su constante huida de la verdad y de las consecuencias de sus actos.

Siempre con Sean Baker

Anora, en Movistar Plus

Se ha hecho esperar pero la ganadora del Oscar a mejor película y penúltima Palma de Oro en Cannes ya puede verse por fin en Movistar Plus. Dirigida por Sean Baker, un director al que apreciamos (y mucho) en este blog, es la historia de una prostituta que se embarca en un romance con el extravagante heredero de un preboste ruso.

Dejando las polémicas absurdas a un lado, Anora es un extraño cruce de géneros en el que prevalece la comedia al más puro estilo Jo, qué noche, aupada por la sobresaliente interpretación de Mickey Madison, actriz que también fue galardonada en la última edición de los Oscar.

Cine contra los autoritarismos

El agente secreto, en Filmin

Fue una de las películas con más hype del año pasado, fue una de las favoritas en los pasados premios Oscar y, no lo olvidemos, dio pie a que Oliver Laxe cabrease a uno de los países más grandes del mundo: Brasil.

Aunque su título puede llevar a confusión, El agente secreto no es una película de espías. Es un thriller político que te va a gustar si te lo pasaste bien viendo Una batalla tras otra, de Paul Thomas Anderson. Con esta película comparte la historia paternofilial, la libertad narrativa, aunque El agente secreto lleva esa libertad narrativa más allá presentando a su personaje durante las tres horas de metraje.

Mientras tanto la película sigue poblándose de personajes secundarios fascinantes. Wagner Moura entrega una interpretación soberbia en la piel de un represaliado político que vuelve a su ciudad, Recife. Kleber Mendoza Filho le da donde más le duele a los autoritarismos con El agente secreto, en el recuerdo, armando un dispositivo de memoria histórica para narrar la historia de su personaje.

Conor McGregor’s Comeback: A Tale of Banned Drugs and a Famous Doctor

11 June 2026 at 10:00
McGregor, the Ultimate Fighting Championship’s main attraction, had the support of the prominent sports physician Neal ElAttrache when he decided to use performance-enhancing drugs.

© John Locher/Associated Press

Conor McGregor preparing to fight Dustin Poirier in Las Vegas in 2021. McGregor suffered a badly broken leg during the bout.

Trump diz que Irão “pagará o preço” por demorar “demasiado tempo” a negociar acordo

10 June 2026 at 15:50

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que o Irão “pagará o preço” por demorar “demasiado tempo” a negociar o acordo, numa altura em que já se contam várias semanas de conversações entre os dois lados.

“As forças armadas do Irão estão num caos total. Grande parte delas, como a Marinha e a Força Aérea, já nem sequer existe — foram completamente derrotadas. O Irão é só conversa e nada de ação. (…)”, lê-se numa publicação feita na sua página na rede social Threads, na qual refere que o acordo que “teria sido excelente” para Teerão. “Agora vão ter de pagar o preço”.

A ameaça surge horas depois de ser noticiado que um helicóptero Apache dos EUA tinha sido abatido enquanto patrulhava o estreito de Ormuz. O anúncio foi feito pelo próprio presidente dos EUA, que prometeu dar resposta ao ataque, que foi materializada em três novas vagas de ataques sobre solo iraniano às 17:00 de terça-feira em Washington (21:00 TMG).

“Estavam envolvidos dois pilotos, ambos estão bem e ilesos. No entanto, os Estados Unidos têm, necessariamente, de responder a este ataque”, escreveu ontem o líder republicano na mesma rede social.

À sucessão de eventos dos últimos dias juntam-se os ataques desta manhã do Irão contra bases dos EUA no Bahrein, Kuwait e Jordânia, em resposta aos ataques de retaliação dos Estados Unidos na terça-feira.

Irão: China pede “calma e moderação” após ataques dos Estados Unidos e retaliação

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