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Junio en el jardín: floraciones y aromas cuando el verano ya ejerce con señorío

14 June 2026 at 04:30

Un pollo volandero de urraca se ufana por encontrar un hueco entre los setos de durillo (Viburnum tinus), asustado por la presencia de un par de humanos que deambulan entre los senderos de un parque castellano. Con 32°C en las calles aledañas, dentro del jardín se respira cierto alivio fresco, con algunos grados menos y con la mano redentora de la sombra de los árboles. Un enorme laurel (Laurus nobilis) en el borde del camino lucha contra la plaga de la psila, un insecto chupador que bebe su savia y que doblega sus rígidas hojas hasta deformarlas.

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© jun xu (Getty Images)

La tulbagia emite un acre perfume sulfurado en los días de más calor.

As piras funerárias romanas de Olisipo cheiravam a murta, pinheiro e Lisboa

13 June 2026 at 11:15
A análise de restos vegetais recolhidos na necrópole romana da Calçada do Lavra revela uma comunidade que seguia o ritual romano da cremação, mas escolhia madeiras, frutos e plantas aromáticas também pelo seu valor simbólico, sensorial e local. Um estudo arqueobotânico realizado entre 2017 e 2018 na necrópole romana da Calçada do Lavra, em Lisboa, identificou frutos de murta em contextos de cremação — uma descoberta que os autores descrevem como a primeira evidência deste tipo no enquadramento geográfico e cronológico do Império Romano. O estudo foi conduzido por uma equipa multidisciplinar de investigadores liderada por Catarina Sousa, do CIBIO,

Os antigos romanos eram obcecados por uma planta. Era mais valiosa do que o ouro

By: ZAP
8 June 2026 at 23:30
Uma planta que desempenhou um papel importante na medicina e na vida quotidiana da Antiguidade desapareceu há séculos, deixando várias dúvidas aos cientistas. O silphium de Cirene, ou silphion, era uma planta líbia famosa pelo seu uso em contraceção, medicina e comércio. O seu desaparecimento continua a ser um mistério histórico, e os cientistas continuam à procura de possíveis descendentes sobreviventes. Diz-se que o líder romano Júlio César mantinha uma reserva desta planta no tesouro. O escritor Plínio, o Velho, afirmou que o imperador romano Nero possuía o último exemplar conhecido da planta. Alguns investigadores sugerem ainda que a procura excessiva,

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