Normal view

Executiva da Meta responsável por reestruturação de IA deixa a empresa

17 June 2026 at 18:46

Uma executiva da Meta responsável ​por uma parte fundamental da ​reestruturação da empresa em torno de agentes de IA está deixando a companhia, de acordo com um comunicado interno visto pela Reuters nesta quarta-feira.

Emily Dalton Smith, que trabalha na ⁠empresa proprietária do ​Facebook desde 2015, ocupou anteriormente os ​cargos de vice-presidente de gerenciamento de produtos ⁠e chefe de produto ⁠do Threads, aplicativo de microblogging ​da ‌Meta semelhante ao Twitter.

Sua saída ocorre cerca ⁠de dois meses depois da Meta ter informado aos funcionários que ela lideraria o trabalho de ‌produto ⁠para aprimorar ‌as ferramentas internas de IA como parte de uma reformulação em toda a empresa ⁠para centralizar os agentes ⁠de IA tanto em seus produtos quanto em sua ‌abordagem de trabalho.

Sua unidade, ou “pod”, se concentraria nas “interfaces, componentes da plataforma, sistemas de memória, automações e experiências de produto compartilhadas que ‌tornam a IA útil para todos”, disse Andrew Bosworth, CTO da Meta, na época.

Isso incluía a responsabilidade pelo Metamate, o principal assistente interno de IA da Meta para ​empresas.

Dalton Smith afirmou em seu comunicado que permaneceria ​no cargo para trabalhar com Bosworth na transição.

Um porta-voz da Meta recusou-se a comentar sobre a sua saída.

Inteligência artificial está substituindo humanos, mostra pesquisa

Como funcionam os assistentes de IA em aplicativos financeiros

16 June 2026 at 15:53

Assistentes de IA funcionam como “agentes” conectados às suas contas bancárias. Podem ajudar com a gestão financeira no dia a dia e com a interpretação de informações complexas ou automatização de análises e transações. 

Os agentes de inteligência artificial também utilizam protocolos de integração bancária segura para garantir que suas informações fiquem protegidas. 

Operação com IA nos aplicativos costuma se basear em pilares em comum 

Os assistentes de inteligência artificial (IA) usam Processamento de Linguagem Natural (PLN) para entender comandos por voz e texto, além de algoritmos de Machine Learning para analisar padrões de consumo, categorizar despesas e sugerir investimentos. 

Um exemplo já disponível é a Seven, do Inter, que permite uma série de interações, inclusive compra de gift cards, transferências via Pix, análises de extrato e fatura, e parcelamento de compras no cartão de crédito da instituição financeira. 

A operação desses agentes costuma se dividir em quatro pilares principais: 

  • Categorização e insights: a IA analisa seus extratos e classifica as transações automaticamente por tipo de despesa ou receita, como supermercado e transporte, por exemplo. Isso normalmente está associado a resumos visuais que te ajudam a identificar para onde o seu dinheiro está indo. 
  • Automação de ações: diferente dos chatbots comuns, que apenas respondem dúvidas comuns, assistentes de IA podem assumir tarefas como pagar boletos recém-chegados, programar depósitos e transferir valores via Pix. Alguns ajudam até mesmo na hora de investir o seu dinheiro. 
  • Alertas inteligentes: os agentes podem monitorar seu fluxo de caixa para evitar atraso no pagamento de contas, alertar sobre gastos excessivos em relação à sua média e identificar movimentações atípicas para reforçar a segurança. 

Reduzir erros e economizar tempo estão entre as vantagens 

Redução de erros manuais em planilhas de controle financeiro, identificação de cobranças indevidas e taxas duplicadas, e acesso rápido a relatórios detalhados são alguns dos pontos positivos para quem usa agentes de IA para gestão do dinheiro. 

Para escolher o melhor aplicativo de controle financeiro, é importante buscar uma interface amigável e intuitiva, compatibilidade com serviços e contas que já utiliza e um bom suporte ao cliente nos canais de atendimento. 

❌