Os bairros informais sofrem o maior impacto da crise climática. Estão a encontrar soluções
O Presidente da República enalteceu hoje a coragem e a “capacidade de resistência” dos agricultores portugueses, lembrando as tempestades na região Centro, e salientou que é importante que estes profissionais “não fiquem sozinhos”. “Os agricultores passam um ano inteiro a investir, têm dores de cabeça, têm dificuldades, vieram as intempéries – aqui na zona Centro a tempestade Kristin – e…
O incêndio que lavra numa zona agrícola no concelho de Aljustrel desde perto das 14h00 de hoje, está cerca de «80% dominado» e o troço da Estrada Nacional 2 (EN2) já foi reaberto ao trânsito, confirmou a Proteção Civil.
Em declarações à agência Lusa, o 2.º comandante do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo, José Horta, explicou que o incêndio junto à localidade de Corte Vicente Anes (distrito de Beja) «continua ativo», já dominado na maior parte da sua área.
«Mas ainda vamos ter muito trabalho nas próximas horas», acrescentou o responsável.
O alerta para o incêndio foi dado às 14h04 e o combate às chamas mobilizava, às 18h30, um total de 114 operacionais, entre bombeiros e agentes da proteção civil, apoiados por 43 veículos.
A operação chegou a contar com sete meios aéreos, tendo agora o apoio de apenas três, uma vez que «terminou a autonomia» de quatro das aeronaves, disse José Horta.
De acordo com o 2.º comandante do Baixo Alentejo, as chamas consumiram uma área de «pasto, mato, azinheiras e sobreiros».
O incêndio iniciou-se perto da localidade de Corte Vicente Anes, mas as habitações «nunca estiveram em risco» e «não há qualquer registo de danos com bens ou cidadãos».
José Horta indicou igualmente que foram registados dois feridos ligeiros entre os operacionais que combatem o incêndio, «um por exaustão e inalação de fumo» e outro «por uma entorse no pé».
Um dos feridos foi assistido no local e o outro transportado para o Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja.
Devido ao incêndio, «e apenas por precaução», foram encerrados ao trânsito o troço da EN2 entre Aljustrel e Ervidel, assim como duas estradas municipais entre a freguesia de São João de Negrilhos e as localidades de Corte Vicente Anes e Aljustrel.
As três vias foram reabertas à circulação automóvel «cerca das 18h00», confirmou à Lusa fonte do Comando Territorial de Beja da GNR.
Numa nota publicada na sua página oficial na rede social Facebook, a Câmara de Aljustrel apelou à população para manter «a serenidade e a calma».
A autarquia acrescentou que a sessão evocativa do Dia do Município da Assembleia Municipal, agendada para as 15h00 de hoje, foi adiada, «se possível», para domingo, à mesma hora.
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O troço da Estrada Nacional 2 (EN2) entre Aljustrel e Ervidel está cortado ao trânsito, devido ao incêndio que lavra neste concelho do distrito de Beja e que está a ser combatido por mais de 100 bombeiros.
Contactada pela agência Lusa, fonte do Comando Territorial de Beja da GNR confirmou que o troço se encontrava interditado «desde cerca das 16h00».
Também se encontra cortada ao trânsito a Estrada Municipal 527 (EM527), que liga as localidades de Corte Vicente Anes e São João de Negrilhos, ambas também no concelho de Aljustrel.
Numa nota publicada na sua página oficial na rede social Facebook, a Câmara de Aljustrel acrescentou que, «por questões de segurança», também se encontra encerrada a estrada que liga as localidades de Ervidel e São João de Negrilhos.
«Apela-se à população que mantenha a serenidade e a calma», acrescentou o município, garantindo estar «a acompanhar a situação».
Fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo indicou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 14h04, consome uma área de pasto e mato junto à localidade de Corte Vicente Anes, concelho de Aljustrel.
A mesma fonte acrescentou que não existiam habitações ou pessoas em risco.
O combate às chamas mobilizava, às 17h00, mais de 100 operacionais de várias corporações de bombeiros, apoiados por 36 veículos e sete meios aéreos.
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Mais de 100 operacionais, com o apoio de sete meios aéreos, estão hoje à tarde a combater um incêndio em área agrícola no concelho de Aljustrel, confirmou a Proteção Civil.
A fonte do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Baixo Alentejo indicou à agência Lusa que o fogo, para o qual foi dado alerta às 14h04, consome «uma área de pasto e mato» junto à localidade de Corte Vicente Anes.
A mesma fonte acrescentou que não existem habitações ou pessoas em risco.
O combate às chamas mobilizava, às 17h00, um total de 115 operacionais de várias corporações de bombeiros, apoiados por 36 veículos e sete meios aéreos.
No distrito de Beja está ainda «em fase de rescaldo» um incêndio em área rural no concelho de Moura.
No terreno estão 27 operacionais, apoiados por oito veículos, adiantou a Proteção Civil.
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Um incêndio de grandes dimensões que está a lavrar no concelho de Aljustrel, no Baixo Alentejo, obrigou ao corte de um troço da mítica Estrada Nacional 2.
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Estudo da Universidade de Coimbra conclui que os portugueses defendem os apoios sociais e rejeitam abordagens excessivamente punitivas.
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O presidente da APA recusou voltar a comentar a polémica dos guarda-sóis frente às concessões, hoje, sábado, dia 13 de junho de 2026.
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Previsão do tempo para o Algarve.
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A cidade de Silves tem uma nova atração: um baloiço panorâmico que oferece belas vistas para a serra algarvia.
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A 3.ª Gala Empresarial de Rio Maior reuniu no dia 12 de junho, na Quinta do Tallego, no Alto da Serra, vários empresários que viram o mérito do seu trabalho reconhecido pela autarquia riomaiorense. Foram galardoados as empresas e os empresários que mais se destacaram na sua atividade no decorrer do ano passado naquele concelho. Na categoria PME Líder foram distinguidas 31 empresas da região e na…
O projeto “Acessibilidades 2.0”, promovido pela Associação Salvador, vai começar a ser implementado em Faro e Loulé, através de um conjunto de eventos gratuitos que reforçam o compromisso com uma sociedade mais inclusiva e acessível.
Depois do lançamento em Portimão e Lagoa, a Associação Salvador dá início à sua implementação em Faro e Loulé, onde o programa pretende «aproximar a inovação tecnológica das comunidades, promovendo uma participação mais ativa das pessoas com deficiência na vida cívica e social».
As iniciativas, abertas à população, reúnem cidadãos, técnicos, entidades locais e pessoas com deficiência em torno de soluções práticas para melhorar a acessibilidade e a inclusão no território.
Através da combinação de tecnologia, capacitação e envolvimento comunitário, o projeto procura «facilitar o acesso à informação, reforçar a autonomia e incentivar a identificação e resolução de barreiras no espaço público».
A Associação refere ainda que, no centro do programa, estão dois momentos inéditos na região do Algarve: o lançamento de um assistente virtual e a apresentação do programa de embaixadores de self-advocacy.
A primeira é «uma ferramenta inovadora que simplifica o acesso à informação sobre direitos das pessoas com deficiência, tornando-a mais acessível, clara e imediata para qualquer cidadão» e a segunda trata-se de uma iniciativa «que forma e capacita pessoas com e sem deficiência para atuarem como agentes de mudança nas suas comunidades, com impacto direto na vida local».
As atividades são gratuitas e a inscrição prévia é obrigatória.
Em Faro, o evento está marcado para o dia 23 de Junho, às 9h30, na Biblioteca Municipal. No concelho de Loulé, é às 14h30, no Pavilhão Multiusos 25 de Abril (Almancil).
O projeto “Acessibilidades 2.0” é desenvolvido pela Associação Salvador e tem como missão «fortalecer a participação ativa das pessoas com deficiência na vida social e cívica, promover o conhecimento sobre direitos fundamentais e criar redes colaborativas com impacto real nos territórios onde atua», lê-se na nota.
A operação «Acessibilidades 2.0» é apoiada pelo Algarve2030, Portugal 2030 e pela União Europeia – Os Fundos Europeus Mais Próximos de Si.
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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou para este sábado, 13 de junho, cerca de 140 concelhos de doze distritos de Portugal continental em perigo máximo de incêndio rural, sendo os concelhos que estão em perigo máximo nos distritos de Vila Real, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Portalegre, Setúbal, Évora, Beja e Faro.
No Algarve o IPMA colocou em perigo máximo os concelhos de Aljezur, Monchique, Portimão, Silves, Loulé, São BRás de Alportel e Tavira, tendo também colocado este sábado vários concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Aveiro, Guarda, Viseu, Coimbra, Leiria, Castelo Branco, Santarém, Setúbal, Lisboa, Beja e Faro em perigo muito elevado e elevado de incêndio.
O instituto refere que o perigo de incêndio rural vai manter-se máximo e muito elevado pelo menos até domingo devido ao tempo quente, sendo que este perigo, determinado pelo IPMA, tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo, sendo os cálculos obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.
Devido ao tempo quente, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) alertou para o perigo de incêndio rural “muito elevado a máximo” na generalidade do território nos próximos dias, recomendando à população medidas preventivas.
Em comunicado, a ANEPC refere que o agravamento das condições meteorológicas tem como efeitos expectáveis o agravamento do perigo de incêndio, com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais, bem como o aumento da dificuldade das ações de supressão, em especial nas regiões do interior Norte, Centro e Algarve.
Como medidas preventivas, recorda que é proibido fazer queimada extensiva, queima de amontoados, usar fogo para cozinhar alimentos em espaço rural, exceto se for fora das zonas críticas e em locais autorizados, usar motorroçadoras, corta-matos e destroçadores, e evitar o uso de grades de discos.
Para proteger a ameaça do calor, a ANEPC recomenda especial atenção com doentes crónicos, crianças e idosos e reforça a importância de beber mais água, pelo menos oito copos por dia (1,5 litros), aplicar a cada duas horas protetor solar com fator superior a 30, usar chapéu e roupas claras, largas e frescas, e optar por refeições leves.
Portugal continental regista temperaturas elevadas com valores da temperatura máxima a variar entre os 23 graus Celsius em Sagres e os 37 graus em Évora.
O IPMA prevê para este sábado céu pouco nublado, com aumento de nebulosidade no interior Norte e Centro durante a tarde, com condições favoráveis à ocorrência de aguaceiros e trovoada.

As buscas pelo jovem, de 23 anos e nacionalidade britânica, que se encontra desaparecido desde a tarde de quinta-feira, 11 de junho, na praia do Peneco, concelho de Albufeira, foram retomadas nesta manhã de sábado, informa em comunicado a Autoridade Marítima Nacional (AMN).
Nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estão empenhados junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”, do dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones.
A Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão, foi ativada.
A AMN adianta no seu comunicado que segundo o que foi possível apurar, a vítima estaria acompanhada por outro jovem, de 19 anos e nacionalidade britânica, que terá saído da água pelos próprios meios para pedir socorro, tendo acabado por desaparecer.

Foi um dia quente, muito quente mesmo, o vivido na segunda etapa do 28.º Portugal de Lés-a-Lés que levou a longa caravana mototurística de Alcochete a São Pedro do Sul. A temperatura andou regularmente acima dos 35º C e só a gigantesca animação nos setes (!) Oásis ajudou a ultrapassar as dificuldades dos 413 quilómetros ampliadas pela intensa canícula. Mais um dia de grande intensidade e elevada exigência para ficar na história da grande aventura gizada pela Federação de Motociclismo de Portugal. Um ‘esforço’ que todos reconheceram “ter valido bem a pena”, num dia em que a regularidade foi palavra de ordem para cumprir o percurso dentro das 11 horas e 20 minutos previstas.
Talvez por isso os participantes apresentaram-se sem atrasos à partida da Avenida D. Manuel I, despedindo-se de Alcochete com Lisboa em pano de fundo, tentando também escapar à confusão do trânsito normal de uma sexta-feira, ampliada pelas centenas de motociclistas que só queriam sair dali rumo às estradas mais despovoadas da lezíria ribatejana. As longas retas até Santo Estevão ajudaram a acordar os mais renitentes, mas não preparam ninguém para a grande festa instalada pelos elementos do Almansor Motor Clube, com apoio da Junta de Freguesia e da Câmara Municipal de Benavente. O mais divertido dos controlos que contou com importante contributo da Cambota, a vaca que era necessário desafiar para conseguir o furinho na tarjeta que atesta a passagem na totalidade dos controlos horários.

Desafio e correrias à frente do pequeno bovino que abriram o apetite para as bifanas e chouriço assado bem como para a gigantesca variedade de bolos e doçarias a acompanhar o café do pote. Bolos de laranja, de iogurte, de bolacha, de noz, de cerveja, de lima, de limão, de coco, tartes de feijão e de amêndoa e tantos outros bolos caseiros, feitos e oferecidos por toda a comunidade de Santo Estevão. A oferta era tão extensa que a grande dificuldade estava mesmo na escolha.
Quem não teve esse embaraço foi o pequeno José Ledo que, aos sete anos, cumpriu um sonho que dura, imagine-se há quatro anos. Desde que o pai, com o mesmo nome, lhe ofereceu uma pequena moto que “chateia sem parar para vir ao Lés-a-Lés. E agora que tem idade legal para andar de moto não havia como não o trazer”. Misturando uma grande alegria com a timidez própria da idade, o mais pequeno dos Zés reconheceu, entre sorrisos, que “o calor fez sofrer um bocadinho, mas já estava preparado para aguentar”.
Mais interessante foi a resposta ao melhor momento desta grande aventura ao longo do País: “Sem dúvida as bolas de Berlim da Honda! Os bolos de Santo Estevão? Pareciam ótimos, mesmo sem ter provado, porque ainda estava muito cheio do pequeno-almoço no hotel”. E lá seguiu supersatisfeito à pendura do pai e com a companhia de amigos de Esposende, mas também de outras localidades do Minho e até da vizinha Galiza.
Valiosa e demonstrando grande conhecimento de causa, foi também a dica dada por Rodrigo Ribeiro em Santo Estevão de que “as vacas são mais perigosas porque marram de olhos abertos, ao contrário dos bois que fecham os olhos quando investem”. Curiosamente, o ex-deputado do PSD aprendeu esta singularidade bem conhecido do mundo tauromáquico graças aos ensinamentos de João Oliveira, ex-presidente da bancada parlamentar… do PCP.
Saídos de Santo Estevão, lá continuaram as intermináveis retas num dia em que as paisagens foram bem mais variadas do que as estradas, que variaram entre as retas, até à travessia do Tejo, em Constância, seguindo-se um festival de curvas, com uma segunda parte da etapa em troços de montanha.
Retas que levaram o pelotão até Fazendas de Almeirim, onde foram bem exaltadas as tradições ribatejanas do toureio, mas também da sopa da pedra e do pampilho. Mais um arraial montado na Junta de Freguesia, com o apoio da BMW Motorrad, dos Aceleras da Charneca e d’Os Cagões das BMW, além da animação do Rancho Folclórico local, e que até contou com cerimoniosa visita do presidente da Câmara Municipal de Almeirim, Joaquim Catalão.

Momento de festa ímpar, ora com uma tourinha, o boneco de touro para treinar as pegas de caras, ora dançando ao som de um artista local, ora cumprindo um dos principais desígnios do Lés-a-Lés: a descoberta gastronómica! Quer provando a bem conhecida sopa da pedra como o doce típico de Santarém, o pampilho, homenagem aos campinhos que na lezíria guardam os touros. O nome foi escolhido pela semelhança com a vara comprida usada pelos campinos para dirigir os animais, e o doce foi criado, há cerca de 30 anos, na Pastelaria Acides, local onde os alunos da Escola Agrária da região e a elite dos ‘forcados de Santarém’ se reuniam habitualmente para confraternizar.

Desta maneira foi criada uma doce homenagem às gentes ribatejanas, ligando os mais conhecidos ‘ex-líbris’ do Ribatejo (o touro e o cavalo), com um doce com cerca de 19/20 cm de comprimento por 4,5 cm de largura e 2 cm de espessura, numa cor amarelo-vidrada e tostada na parte superior, tendo como ingredientes farinha, açúcar em pó, ovos e manteiga e um recheio de doce de ovos com amêndoa.
Para fazer a digestão dos tesouros gastronómicos, mas também da barrigada de galhofa e boa disposição, nada como as estradinhas entre os verdejantes campos que aproveitam a fertilidade do vale do Tejo, antes da passagem por terras de fortes tradições no motocrosse. Benavente, Salvaterra de Magos, Glória do Ribatejo, Paço dos Negros e Raposa são nomes bem conhecidos dos adeptos da modalidade graças às pistas ali existentes.

E que ficarão na memória do galego Agustin Abalde Grela que viu a Serveta Jet 200 ficar com o depósito seco, talvez pela ‘estonteante’ velocidade que as longas retas permitiram a esta moto, fabricada em Espanha entre as décadas de 1960 e ’80 sob licença da Lambretta. Mais um problema “a juntar aos verificados no primeiro dia, quando a roda traseira desapertou-se ou as tampas laterais que caíram”. Quem parecia mais divertido com azares alheios era o companheiro, Pedro de La Fuente, normalmente vítima maior de todos os contratempos na sua Lambretta LI 150. E que, por esses e por outros obstáculos, só à terceira tentativa conseguiu cumprir o desejo de participar no Portugal de Lés-a-Lés. Primeiro foi a pandemia de Covid-19 em 2020 e no ano passado foram os problemas na máquina”.
Quem também teve problemas mecânicos foi o ex-piloto de enduro e Todo-o-Terreno Rodolfo Sampaio, que viu saltar o veio da transmissão da raríssima Honda 50 importada dos Estados Unidos. Uma falha já na parte final do dia que obrigou a reparação de improviso na berma da estrada, mas não ensombrou o mesmo sorriso que, curiosamente, se vira durante a manhã, mesmo à entrada de Santo Estevão, num grande cartaz de consultor imobiliário.
Também ele apreciou as vistas Oásis Yamaha/Bluemotor, com vistas sobre o Castelo de Almourol, onde o ‘road-book’ oferecia mais uma lição de história ao ensinar a muitos que as ameias da construção defensiva criada pelos mouros e reforçada pelo templário Gualdim Pais foram, afinal, colocadas durante o Estado Novo. E, depois da travessia por bucólicos azinhais e carvalhais, árvores que os motociclistas ajudam a proteger com a campanha Reflorestar Portugal de Lés-a-Lés, tempo para novo Oásis, do Grupo Jomotos, em Santiago da Guarda, mesmo junto ao interessante Solar dos Condes de Castelo Melhor, antes de nova paragem em Vila Nova de Poiares, bem no centro da Capital da Chanfana.

Depois atravessando e bordejando o Mondego, a caravana foi vivendo a mudança de paisagens rumo a Penacova, com destino final à centenária Mata Nacional do Bussaco para mais uma animada e bem nutrida paragem na Porta de Sula. Local onde o Grupo Multimoto montou mais um Oásis, bem encostado aos muros que protegem a magia de mais de 40 hectares de uma floresta ímpar que a Fundação Mata do Bussaco gentilmente permitiu aceder de moto, passando pela Porta da Rainha rumo ao palácio mandado construir pelo Rei D. Carlos I e onde havia a obrigação de parar. Se não para apreciar o Palácio do Bussaco, pelo menos para fazer mais um furo na tarjeta, saindo depois pela Porta das Ameias em direção ao Luso.
Já com São Pedro do Sul no pensamento dos aventureiros, mais um Oásis, no espetacular parque de São João do Monte, onde a Cross-Pro ofereceu a água mais fresca do dia e um pão de chouriço, recheado também com cogumelos e azeitonas.
De barriga cheia, preparados para aguardar o momento de subida ao palanque, os mototuristas ainda tiveram tempo para uma boa dose de diversão no fantástico sobe-e-desce em estradas do Caramulo, pela Torre de Alcofra, a mais bem preservada das três de Vouzela, antes de passar pelas Termas de São Pedro do Sul e chegar, logo depois, à sede de concelho no Vale de Lafões. Local de onde parte a última tirada, até Vizela, que, mesmo sendo a mais curta, com ‘apenas’ 320 quilómetros de extensão será ‘osso duro de roer’. Ou não estivesse o Lés-a-Lés no norte de Portugal.
(Colaboração do Gabinete de Imprensa do Portugal de Lés-a-Lés)

Sem que tenham sido encontrados vestígios do jovem britânico desaparecido na praia do Peneco, em Albufeira, as buscas foram interrompidas ao cair da noite desta sexta-feira, dia 12 de junho.
O jovem, de nacionalidade inglesa, de 23 anos de idade, desapareceu no mar durante a tarde desta quinta-feira, dia 11 de junho. As buscas foram imediatamente iniciadas, segundo a Autoridade Marítima Nacional (AMN), e a vítima ainda não foi encontrada.
De acordo com a Autoridade Marítima Nacional (AMN), nas operações de busca, coordenadas pelo Capitão do Porto e Comandante Local da Polícia Marítima de Portimão, estiveram empenhados, por mar, tripulantes da Estação Salva-vidas de Ferragudo e, junto à costa, elementos do Comando Local da Polícia Marítima de Portimão, do Projeto “SeaWatch”.
Também a partir de terra, o dispositivo de assistência a banhistas da praia e da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Portimão, apoiados por drones, encontram-se empenhados nas buscas.
As busca serão retomadas na manhã deste sábado, 13 de junho, segundo informação da AMN.
A Embaixada Britânica em Portugal, através do Consulado em Portimão, foi ativada.