Pensei em Amr Kunta, nas bagas vermelhas, nos livros com pele de cabra, na rosa que viu duas vezes e no rouxinol que nunca encontrou. Tudo nele parecia ensinar que os grandes milagres regressam.
Num mundo obcecado pela velocidade, pela aparência e pela utilidade, um dos gestos mais revolucionários será este: continuar a acreditar que nenhuma pessoa perde valor só porque sofre.
Pensei em Amr Kunta, nas bagas vermelhas, nos livros com pele de cabra, na rosa que viu duas vezes e no rouxinol que nunca encontrou. Tudo nele parecia ensinar que os grandes milagres regressam.
Num mundo obcecado pela velocidade, pela aparência e pela utilidade, um dos gestos mais revolucionários será este: continuar a acreditar que nenhuma pessoa perde valor só porque sofre.