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Análise: Apesar de entusiasmo, IPOs de gigantes da IA demandarão resultados

A SpaceX abriu, nesta sexta-feira (12), a temporada de IPOs das gigantes de inteligência artificial. A operação é considerada a maior da história, e as expectativas do mercado apontam que OpenAI e Anthropic também devem alcançar valores de mercado na casa do trilhão de dólares em seus respectivos lançamentos de ações.

Apesar do clima de euforia, o colunista do CNN Money Ciro Dias Reis avalia que o cenário merece cautela.

“Os números são exuberantes, realmente é tudo fora da curva. Agora, de fato, há algumas preocupações no sentido de que talvez o entusiasmo seja um pouco exagerado por parte dos investidores”, afirmou.

Obrigação de entregar resultados

Ciro Dias Reis destacou que, ao abrir capital, uma empresa passa a ter a responsabilidade de apresentar resultados compatíveis com as expectativas geradas.

“A cada trimestre, a companhia vai ter que entregar números que estejam em sintonia com a expectativa de quem botou tanto dinheiro nesse IPO”, explicou.

O colunista ressaltou que o mercado mundial acompanhará o desempenho dessas empresas com atenção redobrada, especialmente diante da chegada iminente dos IPOs da Anthropic e da OpenAI, previstos para as próximas semanas ou em até três meses.

As estimativas indicam que, somadas, as três gigantes de inteligência artificial — SpaceX, OpenAI e Anthropic — podem atingir um valor combinado de US$ 3,6 trilhões, montante equivalente a 60% do PIB brasileiro.

Os primeiros pregões da SpaceX já registraram forte alta nas ações, em meio a um ambiente de grande entusiasmo.

Risco para o investidor individual

A presença expressiva de investidores pessoas físicas na operação também chamou a atenção de analistas mais cautelosos.

Para Ciro Dias Reis, a figura de Elon Musk como símbolo de inovação funciona como um incentivo poderoso, mas que pode ser perigoso.

“O investidor individual sempre terá, em teoria, um pouco mais de risco ao comprar uma ação como essa de uma empresa tão ousada”, alertou, lembrando que grandes instituições financeiras dispõem de equipes especializadas capazes de antecipar riscos com maior precisão.

Sobre a relação entre SpaceX, OpenAI e Anthropic, o colunista considerou que as empresas pertencem a uma mesma família de negócios de alto investimento e grande visibilidade.

“São negócios que vieram para ficar, evidentemente”, afirmou, acrescentando que a inteligência artificial já está incorporada ao cotidiano, independentemente do nível de atenção que se dê ao tema.

O risco de uma nova bolha, segundo Ciro Dias Reis, permanece no radar do mercado.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNNClique aqui para saber mais.
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Vila Real acolhe encerramento das Jornadas Técnicas da Imprensa Regional 2026

VTM

A iniciativa vai reunir profissionais da comunicação social, académicos e especialistas para debater os desafios e oportunidades que a inteligência artificial e a transformação digital colocam ao setor dos media.

Depois das jornadas realizadas no Fundão e em Lisboa, o ciclo termina em Vila Real, numa sessão organizada com o apoio do Município de Vila Real e do Museu da Vila Velha. O programa centra-se em temas como a inovação editorial, a adoção de ferramentas de inteligência artificial nas redações e as novas estratégias para aproximar os órgãos de comunicação das suas comunidades.

Os trabalhos terão início às 10h30 com a intervenção da presidente da direção da API, Cláudia Maia.

Entre os oradores convidados destaca-se Ana Santos Gomes, da DECO PROteste, que apresentará a comunicação “Inteligência Artificial nas Redações”, partilhando a experiência da organização na utilização destas tecnologias em contexto jornalístico.

A inovação editorial será abordada por Anabela Carvalho, chefe de redação do jornal O Gaiense, que dará a conhecer algumas das estratégias implementadas para reforçar a proximidade com os leitores e diversificar a atividade do órgão de comunicação social.

A ligação ao meio académico estará a cargo de Hugo Paredes, professor catedrático da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e investigador coordenador do INESC TEC. Especialista em Inteligência Artificial Centrada no Humano, o docente vai refletir sobre os desafios da integração destas ferramentas nas redações, através da comunicação “E se o teu próximo colega de redação for um algoritmo? Explicabilidade, supervisão e o comando editorial na era da IA”.

O encerramento ficará a cargo de Jacinto Godinho, jornalista, autor e realizador da RTP, distinguido com o Prémio Gazeta de Televisão em 2024 e finalista do Prémio Gabo em 2025. Com mais de três décadas dedicadas à grande reportagem, ao documentário e ao jornalismo de investigação, vai abordar o tema “O Jornalismo e os desafios da Inteligência Artificial”.

Com esta sessão, a API conclui um ciclo de encontros que percorreu três cidades portuguesas, promovendo a reflexão, a partilha de conhecimento e o debate sobre o futuro da comunicação social regional num contexto marcado pela crescente digitalização e pelo avanço da inteligência artificial.

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Claude Fable y Mythos asustan a los Estados Unidos y Anthropic bloquea sus modelos de IA más avanzados

Un terremoto. Eso es lo que ha causado la compañía Anthropic en los últimos días después de haberse presentado y liberado Claude Fable 5 y Mythos, sus modelos de inteligencia artificial más avanzada y probablemente los modelos de IA más potentes de todo el planeta, tanto que incluso han tenido que lanzarlos con un freno de emergencia que iba de serie.

Hablamos en pasado porque la empresa liderada por un Dario Amodei del que vamos a tener que acostumbrarnos a escuchar muchas cosas en los próximos tiempos, ha tenido que bloquear el acceso a sus modelos Fable 5 y Mythos 5 de Claude por una orden del mismísimo Gobierno de Donald Trump, que alude a motivos de seguridad nacional para explicar esta suspensión.

Introducing Claude Fable 5: a Mythos-class model that we’ve made safe for general use.

Its capabilities exceed those of any model we’ve ever made generally available. pic.twitter.com/2AvmEjHIX8

— Claude (@claudeai) June 9, 2026



No hay informaciones oficiales, pero Anthropic ha cumplido bloqueando Fable y Mythos con la idea de que pueda haberse encontrado la forma de saltarse sus protecciones 

Lo cierto es que a pesar de que no hay confirmaciones oficiales ni motivaciones por parte de Anthropic, la noticia ha corrido como la pólvora en las últimas horas por todo tipo de medios de comunicación, tantos lo especializados como los más generalistas, pues todo el mundo estaba atento a lo que una IA como Claude Fable 5 podría conseguir gracias a su potencia de razonamiento y a las demostraciones publicadas por la empresa de San Francisco.

De hecho, es que muchos medios mencionan el "miedo" que pueda tener la Administración de Washington a unos modelos de capacidad casi incalculable, que pueden analizar en segundos sistemas informáticos de todo tipo para descubrir vulnerabilidades críticas y brechas de seguridad.

El Gobierno de Donald Trump ha mencionado de hecho motivos de "seguridad nacional" para justificar el movimiento, con una respuesta casi inmediata por parte de la empresa que no ahonda en la cuestión del por qué pero sí reconoce directamente la solicitud de suspensión: "Hoy hemos recibido la directiva del gobierno. La carta no especificaba los motivos de su preocupación por la seguridad nacional. Entendemos que el Gobierno debe haber descubierto algún método para desbloquear Fable 5".

As a result of a US government directive, we are suspending access to Claude Fable 5 for all users. You can continue to use all other Claude models.

Here’s what this means for you:

Across Claude products, new sessions will run on your selected default model or Opus 4.8, and… https://t.co/YJTiDotS2v

— ClaudeDevs (@ClaudeDevs) June 13, 2026



El equipo de Dario Amodei había ya informado abiertamente de que el modelo era tan potente que contaba con grandes protecciones habilitadas desde su nacimiento para reducir los riesgos de su utilización en entornos criminales, sobre todo hablando de la ciberseguridad, aunque en realidad nadie sabe si efectivamente la Administración norteamericana ha encontrado esas vulnerabilidades tan críticas que motiven este bloqueo tajante.

La cuestión está ahora en el aire... ¿Habrán usado el propio Mythos 5 al que tenían acceso en exclusiva para analizar Fable 5?

Sea o no, lo cierto es que Claude Fable 5 ha durado poco más de 2 días en los mercados como un servicio abierto al público, recordando que las organizaciones gubernamentales del programa Glasswing tenían acceso exclusivo a la versión completa del modelo, Mythos, que es tan diferencial que ha servido para denominar una nueva clase de modelos de IA.

Anthropic no está muy contenta con el movimiento, eso sí, pues la propia compañía afirmaba que el Gobierno no les ha comentado nada acerca de esas vulnerabilidades por cauces oficiales. Para ellos, el legítimo proceso de bloqueo por parte de cualquier administración que encuentre problemas críticos "debería ser legal, transparente, justo, claro y basado en hechos técnicos", algo que no ha sucedido en esta ocasión.

Quizás sea cierto y hayan encontrado la forma de desbloquear Claude Fable 5 saltándose esas protecciones que redirigían a modelos menos capaces cuando se solicitaba información sensible, aunque es más que probable que tengamos detalles adicionales en las próximas horas o días... ¡Estaremos atentos, pues la verdad es que asusta un poco leer sobre estos modelos de IA tan potentes! 

© Difoosion

Imagen promocional de Anthropic para la presentación de Claude Fable 5
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Partido de extrema-direita PVV indemniza ilustradora

Trata-se do desenho de dois irmãos sírios, condenados pelo homicídio da irmã de 18 anos. Ryan foi morta de forma “brutal” por ter violado a honra da família, ao comportar-se de forma "ocidental".

© Petra Urban

À esquerda, o desenho da ilustradora neerlandesa forense Petra Urban; à esquerda, a versão posteriormente alterada pelo PVV com recurso a ferramentas de Inteligência Artificial
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Partido de extrema-direita PVV indemniza ilustradora

Trata-se do desenho de dois irmãos sírios, condenados pelo homicídio da irmã de 18 anos. Ryan foi morta de forma “brutal” por ter violado a honra da família, ao comportar-se de forma "ocidental".

© Petra Urban

À esquerda, o desenho da ilustradora neerlandesa forense Petra Urban; à esquerda, a versão posteriormente alterada pelo PVV com recurso a ferramentas de Inteligência Artificial
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Entenda como funciona a IA que hackeia sistemas e por que preocupa bancos

O Claude Mythos, modelo de inteligência artificial revelado pela Anthropic em abril de 2026, provocou um reboliço e acendeu alertas no setor financeiro e em agências reguladoras do mundo inteiro. É que a fabricante afirma que a nova ferramenta, ainda em versão preview, supera humanos em ataques de hacking.

A tecnologia do Mythos opera, na prática, como um verdadeiro “hacker automatizado”, capaz de analisar códigos, detectar falhas e sugerir formas de exploração. Mais do que executar o que apenas especialistas faziam, a nova ferramenta faz isso mais rápido e em uma escala inédita.

De acordo com a Anthropic, os chamados “red teams” — grupos especializados em testar sistemas como se fossem invasores cibernéticos reais — conseguiram localizar bugs escondidos em códigos com décadas de existência e explorá-los com facilidade. Uma dessas vulnerabilidades permanecia ativa há 27 anos sem ter sido detectada.

O “balanço” divulgado pela empresa impressiona: foram identificadas mais de 10 mil vulnerabilidades de alta ou crítica gravidade, incluindo mais de 6 mil em projetos de código aberto. O modelo também encontrou falhas em todos os principais sistemas operacionais e navegadores web do mercado.

Como o Mythos chegou na frente — e as capacidades que ele tem serão eventualmente replicadas por outros modelos —, a Anthropic decidiu conceder acesso da ferramenta para 12 big techs (entre as quais AWS, Apple, Microsoft, Google e Nvidia), mais de 40 fabricantes de softwares de infraestrutura crítica e 150 instituições em setores como energia, água, saúde e comunicações.

Por que o Claude Mythos preocupa bancos e reguladores financeiros?

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O Claude Mythos foi tema de reunião entre ministros das Finanças de diversos países na sede do FMI, em Washington DC • REUTERS/Benoit Tessier/File Photo

Em abril, o tema foi pauta de uma reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington. Em entrevista à BBC, o ministro das Finanças do Canadá, François-Philippe Champagne, declarou que o assunto merecia a atenção de todos os ministros das Finanças do mundo.

A preocupação se justifica: segundo especialistas e o próprio FMI, o setor financeiro é um dos mais expostos a esse tipo de risco. Bancos operam sistemas complexos e, muitas vezes, antigos, que podem conter falhas difíceis de detectar manualmente. Com os avanços acelerados da IA, a janela para corrigi-las se estreita cada vez mais.

Antes do Mythos, encontrar brechas em um sistema complexo exigia um hacker humano altamente especializado, trabalhando durante horas ou dias — uma tarefa limitada por tempo, dinheiro e talento. Entretanto, a nova IA executa o mesmo trabalho em minutos e consegue operar em paralelo em vários sistemas ao mesmo tempo.

Além disso, bancos, fintechs, seguradoras e governos não operam cada um em sua própria infraestrutura isolada. Todos usam os mesmos provedores de nuvem (AWS, Azure, Google Cloud), os mesmos sistemas operacionais, as mesmas bibliotecas de código aberto. Portanto, uma vulnerabilidade nessas camadas compartilhadas afeta centenas de instituições ao mesmo tempo.

O Claude Mythos é realmente uma ameaça real à cibersegurança?

Anthropic-e-a-guerra
Dario Amodei, CEO da Anthropic: para críticos, a empresa usa o próprio risco que o Mythos representa para promover o produto. • Getty Images for TechCrunch

Especialistas independentes — que ainda não puderam testar o modelo por conta própria — têm dúvidas quanto à magnitude da ameaça e sobre o quanto o alarmismo serve também a uma estratégia de marketing muito bem construída.

Entre esses céticos, o Instituto de Segurança em IA do Reino Unido concluiu que o Mythos é poderoso contra sistemas mal protegidos — ou seja, infraestruturas velhas, sem atualização, com vulnerabilidades conhecidas e não corrigidas. Mas a organização reconhece que não conseguiu confirmar se a IA seria capaz de atacar sistemas bem protegidos.

Em outras palavras, os experts britânicos ponderam que, antes de entrar em pânico, as pessoas devem aguardar evidências independentes, uma vez que é do interesse comercial da Anthropic, por meio do Project Glasswing, usar o Mythos para se defender dele próprio. A estratégia é conhecida no setor de tecnologia como problema-solução proprietário.

Contudo, o fato de haver um interesse comercial óbvio não significa que a ameaça seja falsa. As duas hipóteses podem ser verdadeiras: o Mythos pode de fato ser perigoso e a Anthropic pode estar capitalizando sobre esse perigo de forma calculada.

O problema é que, no setor financeiro, toda aposta tem uma fatura — e ela raramente chega para quem a propôs.

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Anthropic suspende acesso a novo modelo de IA por ordem dos EUA; saiba mais

A Anthropic suspendeu o acesso a seus novos modelos de inteligência artificial, Fable 5 e Mythos 5, para usuários estrangeiros. A medida teria sido tomada por ordem de determinação do governo dos Estados Unidos. A decisão vale para qualquer cidadão de outro país, mesmo que esteja dentro do território americano, e também afeta funcionários estrangeiros da própria empresa.

Segundo a companhia, a ordem foi emitida com base em questões de segurança nacional e não especifica quais riscos teriam motivado a decisão.

 

Em comunicado, a Anthropic disse entender que as autoridades acreditam ter identificado uma forma de contornar as proteções de segurança do Fable 5, mas afirmou que a técnica apresentada envolve vulnerabilidades consideradas limitadas e que capacidades semelhantes podem ser encontradas em outros modelos disponíveis publicamente.

A empresa também declarou que analisou uma demonstração da suposta técnica e encontrou apenas falhas menores, sem benefícios específicos relacionados ao modelo. Nenhum teste teria encontrado até agora um método universal capaz de quebrar as barreiras de segurança do sistema.

A Anthropic defendeu que o Fable 5 foi desenvolvido com mecanismos avançados de proteção para reduzir o uso indevido da tecnologia em atividades relacionadas a ataques digitais. Segundo a empresa, o modelo passou por milhares de horas de testes de segurança antes do lançamento, incluindo avaliações com órgãos governamentais e organizações privadas.

Os demais modelos do Claude continuam funcionando normalmente. O governo dos EUA não fez maiores declarações.

O que é o Claude

Fundada em 2021 por ex-funcionários da OpenAI, a Anthropic é uma das principais empresas da corrida pela inteligência artificial generativa. A companhia é responsável pelo chatbot Claude, que oferece recursos semelhantes ao ChatGPT.

Apesar de ser uma empresa recente, a Anthropic recebeu investimentos bilionários de gigantes da tecnologia, como Google e Amazon, e ganhou destaque por defender uma abordagem voltada à segurança no desenvolvimento de sistemas de IA.

A empresa afirma que sua missão é criar modelos mais confiáveis e com maior controle sobre possíveis usos indevidos.

Jovens estão entre os mais desconfiados com IA, diz pesquisa global

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Governo dos EUA ordena retirada de novo serviço da Anthropic

Denúncia partiu da Amazon que contratou investigadores para explorar utilidade da nova ferramenta de IA Anthropic. Empresa assumiu antes do lançamento que ferramenta é "demasiado poderosa".

© NurPhoto via Getty Images

Empresa de Inteligência Artificial recorreu aos tribunais em março para impedir que o Pentágono a adicione à ‘lista negra’ de riscos para a segurança nacional
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Denúncia partiu da Amazon que contratou investigadores para explorar utilidade da nova ferramenta de IA Anthropic. Empresa assumiu antes do lançamento que ferramenta é "demasiado poderosa".

© NurPhoto via Getty Images

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Anthropic suspende el acceso a sus modelos más avanzados de inteligencia artificial por el veto de EE UU a los extranjeros

Estados Unidos va un paso más allá en el control de las herramientas de inteligencia artificial más disruptivas. La compañía Anthropic ha anunciado la suspensión generalizada del acceso público a sus modelos más avanzados, el Fable 5 y Mythos 5, para cumplir con una directiva de control de exportaciones dictada este pasado viernes por la Administración Trump que le obliga a impedir el acceso a este nuevo servicio a ciudadanos extranjeros por motivos de seguridad nacional.

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© KARSTEN MORAN (The New York Times/Europa Press)

El director general de Anthropic, Dario Amodei, el 3 de diciembre de 20025 a su llegada a una conferencia en Nueva York.
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Renta básica financiada con tasas a las tecnológicas: la receta del CEO de Anthropic ante el desempleo por la IA

El CEO de Anthropic propone que el Estado garantice ingresos a quienes pierdan su empleo por la inteligencia artificial. Dario Amodei, cofundador de la empresa que desarrolla el chatbot Claude, ha publicado un ensayo en su web personal donde defiende que el gobierno estadounidense debería sostener económicamente a los trabajadores desplazados por la automatización. Y la compañía no se queda en las musas: pone dinero encima de la mesa.

Según recoge Associated Press, Anthropic destina 200 millones de dólares iniciales a investigar el impacto de la IA en el empleo a través de un llamado Economic Futures Research Fund, que financiará estudios y evaluación de programas sobre las políticas públicas que considera más prometedoras. A esa partida suma otros 150 millones para un programa nacional de becas pensado para profesionales que arrancan su carrera.

Tres escenarios de paro y una renta básica encima de la mesa

Anthropic no es la única que ha planteado esta posibilidad Anthropic no es la única que ha planteado esta posibilidad

El ensayo de Amodei no se anda con eufemismos. Plantea tres niveles posibles de destrucción de empleo, un 5%, un 10% y uno que él mismo califica de "sin precedentes", y reserva para el más extremo una respuesta más permanente, algo que la propia empresa describe como un "territorio económico novedoso". Conviene recordar que la tasa de paro en Estados Unidos era del 4,3% la semana anterior.

Aquí entra el concepto que da titulares: una renta básica universal financiada con impuestos a las tecnológicas. Amodei sugiere que el dinero saldría de gravar a las "empresas relevantes" o de subir el impuesto sobre las plusvalías. El reto, escribe, "no será incentivar el crecimiento, sino encontrar la forma de que todos compartan los beneficios".

El propio CEO se cura en salud antes de que le cuelguen el cartel de agorero. "No intento ser un profeta del desastre", aclara, y precisa que su intención es dar a gobiernos y empresas el mejor margen posible para adaptarse. La concesión es deliberada y tiene su peso: viniendo de quien fabrica la herramienta, el aviso cuesta más de ignorar.

La preocupación de Amodei no es ciencia ficción. Compañías como Lufthansa, ING o IBM ya están recortando miles de puestos señalando a la IA como causa directa, hasta el punto de que algunos directivos presumen de tener empleados que trabajan sin descanso ni nómina. El desempleo por automatización no es una proyección de laboratorio: ya figura en los balances trimestrales.

Una conversación que se le ha quedado pequeña a Anthropic

Sam Altman, CEO de OpenAI Sam Altman, CEO de OpenAI

El anuncio llega en un momento cargado. OpenAI, su rival directa, presentó el lunes objetivos parecidos sobre repartir las ganancias de la IA (es la empresa de la que Amodei y otros se escindieron en 2021). Su CEO, Sam Altman, se reunió hace poco con el senador Bernie Sanders para hablar de un fondo de riqueza pública que dé al ciudadano una participación en estas compañías. Ambas firmas, por cierto, caminan hacia su salida a bolsa.

La idea de una renta financiada por la tecnología tampoco es nueva en el sector. Desde Elon Musk hasta investigadores salidos de OpenAI han defendido un futuro sin necesidad de trabajar y llevan tiempo advirtiendo de que habrá que redistribuir la riqueza que genera la automatización. Lo nuevo es que ahora lo dice quien construye las máquinas.

También la Casa Blanca ronda el asunto. Trump prevé reunirse con las grandes tecnológicas para hablar de "devolver algo al público". "Hablamos de devolver algo al público, y si lo hacemos, el público se hará muy rico", declaró el presidente, convencido de que la medida resultaría muy popular. La semana pasada firmó además una orden ejecutiva que permite examinar los riesgos de seguridad de los modelos más avanzados hasta un mes antes de su lanzamiento.

Anthropic, conocida por su insistencia en la seguridad y en construir sistemas fiables y dirigibles, lleva su propuesta regulatoria más lejos: pide que el Estado pueda bloquear modelos que supongan un riesgo de daños catastróficos. Una empresa pidiendo que la regulen suena raro, hasta que uno recuerda que el negocio de Anthropic depende de que la gente confíe en que la tecnología sigue bajo control.

 

© Wikimedia

Dario Amodei, CEO de Anthropic, en una conferencia
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Anthropic suspende el acceso a su modelo más avanzado de IA por motivos de seguridad nacional de EEUU

Según Anthropic, para poder cumplir con la directiva de última hora que pide evitar su acceso fuera de Estados Unidos o por parte de extranjeros dentro del país han optado por cortar todo acceso a Fable 5 y Mythos 5 a todos sus clientes Leer

Según Anthropic, para poder cumplir con la directiva de última hora que pide evitar su acceso fuera de Estados Unidos o por parte de extranjeros dentro del país han optado por cortar todo acceso a Fable 5 y Mythos 5 a todos sus clientes
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