Albufeira. MP abre inquérito a nomeações de Rui Paula




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© Câmara Municipal de Ponta Delgada

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

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O PSD manifestou-se hoje disponível para “olhar para o prazo” para os imigrantes acederem a apoios sociais, uma exigência do Chega, bem como a rever obrigações de pessoas com incapacidades na futura prestação social única.
A Assembleia da República debateu hoje a proposta do Governo que visa autorizar o executivo a criar a prestação social única (PSU), que deverá baixar sem votação à especialidade, segundo anunciou na quinta-feira o líder do Chega, André Ventura, por acordo com o PSD.
No debate, o líder parlamentar social-democrata, Hugo Soares, manifestou-se disponível a rever um dos pontos polémicos – que as pessoas com grau de dependência abaixo dos 80% também sejam obrigados a trabalho de solidariedade social para aceder à prestação, embora insistindo que esta obrigação foi “copiada e colada” das atuais regras do Rendimento Social de Inserção.
“Está o grupo parlamentar do PSD disponível para discutir esta matéria na especialidade e fazer aquilo que a esquerda nunca fez em Portugal e rever estas condições”, afirmou.
Por outro lado, deixou um desafio a André Ventura, depois de o líder do Chega ter afirmado que esta prestação não pode ser “um chamariz para a imigração”, afirmando que não pode ser atribuída a quem “nunca contribuiu para o sistema”.
“Nós estamos a falar de um regime não contributivo da Segurança Social, que já tem um regime expressamente previsto para aqueles que vêm para cá e escolhem o nosso país não poderem receber esta a prestação logo ao início”, disse Hugo Soares, referindo-se ao prazo atual previsto de um ano e que o Chega quer alargar para cinco anos.
E deixou uma pergunta direta a Ventura para a fase da especialidade: “Está disponível para separar aquilo que é regime contributivo e não contributivo? E nós estaremos disponíveis para olhar para o prazo de que o senhor quer falar”.
“Sim, estamos disponíveis”, respondeu o líder do Chega.
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Paulo Ralha, vereador do Chega na Câmara de Barcelos, anunciou hoje a sua candidatura à Distrital do partido.
Numa eleição que terá como adversários o atual presidente Filipe Melo e o deputado Carlos Barbosa, o vereador barcelense candidata-se com o objetivo de “resgatar a credibilidade do partido e romper com o ‘pensamento único'”.
A candidatura de Paulo Ralha apresenta-se “sob o mote da transparência, união e moralização da política regional, esta lista surge como uma resposta urgente e necessária da base de militantes perante a profunda crise de credibilidade que afeta o partido no distrito”.
“Nos últimos anos, a atual liderança distrital tem acumulado uma sucessão de escândalos públicos, polémicas internas e controvérsias que fragilizaram a imagem do Chega e minaram a confiança dos eleitores. O resultado desta gestão assente no autoritarismo foi o progressivo e lamentável afastamento de quadros valiosos: vereadores, autarcas e diversos eleitos locais, que escolheram desvincular-se da estrutura distrital devido às perseguições e à conduta asfixiante do atual presidente”, defende Paulo Ralha.
Por isso, o vereador barcelense demarca-se “de forma clara e inequívoca não só da recandidatura da atual direção, mas também da lista alternativa que se apresenta a sufrágio”.
“Não existem falsas alternativas. O deputado Carlos Barbosa, o militante Henrique Arantes e o deputado Filipe Melo pertencem e partilham exatamente da mesma escola política: a escola do ‘muro de betão’ e do pensamento único”, critica.
E acrescenta: “Qualquer uma destas fações representa a continuidade de um modelo centralizador que recusa o debate interno, sufoca a divergência e impede o crescimento orgânico do partido. Prometer agora abertura e pluralismo político não passa de uma fábula para tentar enganar as bases.
A lista de Paulo Ralha recusa “rever-se nas práticas que têm manchado o nome do Chega em Braga”, nomeadamente “o distanciamento do deputado Filipe Melo do distrito e as lamentáveis atitudes do mesmo em plenário, que dão má imagem ao partido e não refletem os valores dos militantes do distrito”.
O vereador também critica “os episódios de agressividade e a postura violenta demonstrada publicamente pelo deputado Carlos Barbosa, incompatíveis com a dignidade das funções que exerce”.
Outra das práticas apontadas é “a censura e o autoritarismo manifestados por Henrique Arantes ao expulsar arbitrariamente um militante de um grupo oficial de comunicação (WhatsApp), simplesmente porque este saiu em defesa de uma mulher que tinha sido alvo de ofensas e faltas de respeito por parte do próprio Arantes”.
Por isso, Paulo Ralha propõe-se “restaurar a idoneidade e a transparência na gestão da Distrital de Braga; recuperar e dignificar os eleitos locais (vereadores e deputados municipais), reintegrando-os na estratégia do partido; garantir a liberdade de expressão interna, acabando de vez com o pensamento único e as purgas políticas; preparar o partido para os futuros desafios eleitorais, focando no trabalho autárquico e na proximidade com as populações de todos os concelhos do distrito”.
“O Chega em Braga não pode continuar refém de escândalos pessoais e de guerras de fações que nasceram do mesmo vício originário. É hora de moralizar a nossa estrutura, devolver a voz a quem trabalha nas bases e construir uma alternativa que orgulhe Braga e o país”, conclui o candidato.
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Portugal’s right-wing Chega party plans to submit a proposal to privatise state broadcaster RTP when Parliament reconvenes after the summer break, according to reports by Portuguese weekly SOL. The proposal
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