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Emperor Otto the Great’s Tomb Yields New Clues During Cathedral Restoration

Tomb of Otto I in Magdeburg Cathedral
Tomb of Otto I in Magdeburg Cathedral. Credit: Mar Yung / Wikimedia Commons / CC BY 2.0

Conservation experts and archaeologists are uncovering new details about the tomb of Emperor Otto I while carrying out an extensive restoration project at Magdeburg Cathedral.

Since January 2025, the Saxony-Anhalt Cultural Foundation and the State Office for Heritage Management and Archaeology have led efforts to preserve the heavily damaged burial site of Otto the Great, the 10th-century ruler who laid the foundations of the Holy Roman Empire.

Excavations uncover clues to the tomb’s history

The relocation of the sarcophagus also allowed archaeologists to investigate its foundation for the first time. Excavations revealed large sandstone blocks beneath the tomb, including reused building stones marked by late medieval stonemasons. The findings suggest that the sarcophagus was moved several times over the centuries.

Excavations produced numerous artifacts, including coins, glass beads, ceramics, roof tiles, clothing pins, and fragments of painted plaster from earlier cathedral structures. Researchers also uncovered a lead bullet beneath the floor, reflecting Magdeburg’s turbulent history.

Archaeologists restoring the tomb of Emperor Otto I in Magdeburg Cathedral have uncovered medieval foundations, underground passages and centuries-old artifacts. pic.twitter.com/B1PNeRTlwq

— Tom Marvolo Riddle (@tom_riddle2025) June 12, 2026

Researchers also uncovered layers of rubble linked to medieval and early modern construction activities in the cathedral’s High Choir. A network of underground passages, some possibly dating to the Middle Ages, was also documented.

Despite the discoveries, archaeologists found no evidence showing whether Otto I’s tomb occupied the same location in an earlier cathedral that once stood on the site. The original placement of the emperor’s burial, therefore, remains uncertain.

Damage prompted conservation efforts

Otto I, who was crowned emperor in 962, established one of medieval Europe’s most powerful empires. His tomb in Magdeburg Cathedral is considered one of Germany’s most important medieval monuments.

The project began after routine inspections in 2024 revealed serious deterioration in the emperor’s tomb. Researchers identified several threats to the monument, including corroded iron fittings, rising moisture from the ground, and fluctuating humidity levels inside the cathedral.

Scientific analyses confirm the emperor’s remains

As part of the conservation work, experts carried out extensive non-invasive documentation of the sarcophagus and its surroundings. The marble cover slab, weighing about 300 kilograms (660 pounds), was removed so researchers could examine the damaged wooden coffin inside.

Anthropological and genetic analyses later confirmed that the human remains belonged to Otto I, supporting centuries-old historical accounts of his burial at the cathedral.

The emperor’s remains are scheduled to be reinterred on Sept. 1, 2026, in a newly designed coffin currently being created through a competition organized by the Saxony-Anhalt Art Foundation.

Restoration work addresses long-term damage

To protect the monument for the future, conservation teams moved the limestone sarcophagus from its original location in early 2026 using a specially designed transport structure. The sarcophagus now sits inside a secure enclosure within the cathedral, where restoration work is underway.

Specialists are removing corroded iron nails and clamps, many believed to date to the 19th century. As the metal rusted over time, it expanded and placed pressure on the stone, increasing the risk of cracking. Conservators are also removing harmful iron residues from the marble cover slab.

Cathedral remains open during conservation work

Church services continue as normal during the project, while visitors can still view major features of the cathedral, including the High Choir and its famous 13th-century sculptures. Officials said the public will continue to receive updates as restoration and research progress.

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Euromilhões: Prémio de 11 mil euros saiu em Portugal

O terceiro prémio do Euromilhões, no valor de 11.453,67 euros, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Outros 13 apostadores no estrangeiro também ganharam o terceiro prémio, com cinco números certos e nenhuma estrela.

Já o segundo prémio, de 212 mil euros, saiu a três ‘sortudos’ no estrangeiro.

Não houve totalistas, pelo que o próximo ‘jackpot’ será de 26 milhões de euros.

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 12 de junho: 4, 7, 14, 22, 23 (números), 1 e 7 (estrelas).

O conteúdo Euromilhões: Prémio de 11 mil euros saiu em Portugal aparece primeiro em O MINHO.

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Compromisso é não deixar que pauta-bomba prejudique país, diz Durigan

Logo Agência Brasil

O compromisso do governo federal atualmente é não deixar que o espírito eleitoral e as demandas que aparecem dos diversos setores tomem conta da agenda econômica nacional e prejudiquem o país, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

O ministro relacionou sua fala ao tema das pautas-bomba no Congresso Nacional, durante entrevista no programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, concedida a José Luiz Datena, nesta sexta-feira (12).

Notícias relacionadas:

O termo pauta-bomba se refere a um projeto de lei ou uma matéria do Legislativo que cria despesas de valores altos, pressionando os cofres públicos, ou reduzindo a arrecadação, causando forte impacto negativo nas contas públicas e podendo violar a Lei de Responsabilidade Fiscal.

As pautas-bomba têm a aparecido nos últimos dias por conta de seguidas aprovações de propostas nas duas Casas do Congresso Nacional.

“É claro que entendemos que senadores e deputados querem dar resposta as suas bases nesse momento tão importante da democracia, mas as coisas têm que caber nas forças do país, dentro do orçamento, e é isso que eu tenho dito. Nós todos no país, seja governo, Congresso Nacional, Judiciário, temos que ter responsabilidade fiscal com as futuras gerações e o futuro do país”, comentou Durigan.

Nesta quinta-feira (11), o governo divulgou uma nota mostrando o impacto fiscal de nove propostas em tramitação no Congresso Nacional com custo financeiro estimado em R$ 111 bilhões por ano, segundo estimativas elaboradas pelos órgãos técnicos do Poder Executivo.

Pelas contas do governo federal, vários projetos em tramitação no Congresso Nacional, caso aprovados, causariam forte impacto fiscal:

  • projeto que trata da renegociação de dívidas com equalização de taxas de juros pela União responde por um custo de até R$ 140 bilhões em 13 anos;
  • o que eleva o teto do Simples Nacional implica renúncia de receita de R$ 50 bilhões por ano;
  • a PEC que amplia o Fundo de Participação dos Municípios reduz receitas líquidas da União em R$ 10 bilhões anuais;
  • a proposta que amplia a imunidade tributária de templos religiosos tem custo mínimo estimado em R$ 10 bilhões por ano.
  • o projeto que cria benefícios para entidades sem fins lucrativos, representa renúncia de R$ 1 bilhão por ano;
  • a PEC que vincula recursos ao Sistema Único de Assistência Social gera despesa adicional média de R$ 9 bilhões por ano, considerando-se o acréscimo total entre 2026 e 2030;
  • o projeto que institui novo Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) tem custo médio de R$ 8,8 bilhões anuais.
  • projeto que se refere a médicos e cirurgiões-dentistas, aumentaria a despesa da União em R$ 8,4 bilhões por ano, sem contar estados, municípios e a rede Ebserh;
  • aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias amplia a insuficiência financeira dos regimes de previdência em R$ 3 bilhões por ano.

“É um impacto de R$ 111 bilhões em um ano. Se somar todo o investimento que o governo federal faz, nos demoramos mais de dois anos para conseguir investir R$ 11 bilhões. Então não dá para nos contratarmos, sem fonte de recursos compatibilidade com as leis fiscais, um volume desse de despesa ou renúncia de receita nesse momento”, explicou o ministro.

Durigan mencionou conversas tidas sobre o assunto com os presidentes das casas do Congresso Nacional, e citou que esteve com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que tem ajudado na condução responsável desses temas.

“Nós não estamos fazendo nenhuma manobra, botando fricção onde não precisa. Não tenho nenhum interesse em proteger nenhum setor específico. Meu interesse é que o pai cresça como um todo. E é por isso que sempre levo os argumentos que pego com a equipe e com o mercado, para apontar os riscos e convencer o Congresso Nacional”.

Durigan demonstrou preocupação com a estabilidade do país com relação ao momento de instabilidade mundial, com a alta do preço do petróleo, as bolsas comprometidas e incertezas gerando preocupação dos bancos centrais com a inflação.

“E nós, no Brasil, temos que focar nossa energia no que importa para o país. Vamos escolher as agendas, votar temas importantes para o país de maneira unificada. Quando começamos a apresentar outros projetos para atender bandeiras setoriais em prejuízo da população como um todo, perdemos força como país e nossa economia pode ficar enfraquecida e as pessoas vem reclamar”, disse o ministro.

STF

Caso o Congresso insista em manter as pautas-bomba, Durigan não descarta que o governo apele ao Supremo Tribunal Federal (STF) na linha do que já existe com relação a medidas anteriores, exigindo que as regras fiscais sejam exigidas pelo governo, mas também pelo Congresso Nacional.

“Claro que temos que vencer as etapas no Congresso, evitando que se vote medidas ruins. Caso seja necessário o governo irá ao STF. Agora, quem tem que tomar medidas é o Congresso, que é soberano. E a tramitação dos temas lá precisa observar esses requisitos mínimos”, disse.

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Compromisso é não deixar que pauta-bomba prejudique país, diz Durigan

Logo Agência Brasil

O compromisso do governo federal atualmente é não deixar que o espírito eleitoral e as demandas que aparecem dos diversos setores tomem conta da agenda econômica nacional e prejudiquem o país, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan.

O ministro relacionou sua fala ao tema das pautas-bomba no Congresso Nacional, durante entrevista no programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, concedida a José Luiz Datena, nesta sexta-feira (12).

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O termo pauta-bomba se refere a um projeto de lei ou uma matéria do Legislativo que cria despesas de valores altos, pressionando os cofres públicos, ou reduzindo a arrecadação, causando forte impacto negativo nas contas públicas e podendo violar a Lei de Responsabilidade Fiscal.

As pautas-bomba têm a aparecido nos últimos dias por conta de seguidas aprovações de propostas nas duas Casas do Congresso Nacional.

“É claro que entendemos que senadores e deputados querem dar resposta as suas bases nesse momento tão importante da democracia, mas as coisas têm que caber nas forças do país, dentro do orçamento, e é isso que eu tenho dito. Nós todos no país, seja governo, Congresso Nacional, Judiciário, temos que ter responsabilidade fiscal com as futuras gerações e o futuro do país”, comentou Durigan.

Nesta quinta-feira (11), o governo divulgou uma nota mostrando o impacto fiscal de nove propostas em tramitação no Congresso Nacional com custo financeiro estimado em R$ 111 bilhões por ano, segundo estimativas elaboradas pelos órgãos técnicos do Poder Executivo.

Pelas contas do governo federal, vários projetos em tramitação no Congresso Nacional, caso aprovados, causariam forte impacto fiscal:

  • projeto que trata da renegociação de dívidas com equalização de taxas de juros pela União responde por um custo de até R$ 140 bilhões em 13 anos;
  • o que eleva o teto do Simples Nacional implica renúncia de receita de R$ 50 bilhões por ano;
  • a PEC que amplia o Fundo de Participação dos Municípios reduz receitas líquidas da União em R$ 10 bilhões anuais;
  • a proposta que amplia a imunidade tributária de templos religiosos tem custo mínimo estimado em R$ 10 bilhões por ano.
  • o projeto que cria benefícios para entidades sem fins lucrativos, representa renúncia de R$ 1 bilhão por ano;
  • a PEC que vincula recursos ao Sistema Único de Assistência Social gera despesa adicional média de R$ 9 bilhões por ano, considerando-se o acréscimo total entre 2026 e 2030;
  • o projeto que institui novo Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) tem custo médio de R$ 8,8 bilhões anuais.
  • projeto que se refere a médicos e cirurgiões-dentistas, aumentaria a despesa da União em R$ 8,4 bilhões por ano, sem contar estados, municípios e a rede Ebserh;
  • aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias amplia a insuficiência financeira dos regimes de previdência em R$ 3 bilhões por ano.

“É um impacto de R$ 111 bilhões em um ano. Se somar todo o investimento que o governo federal faz, nos demoramos mais de dois anos para conseguir investir R$ 11 bilhões. Então não dá para nos contratarmos, sem fonte de recursos compatibilidade com as leis fiscais, um volume desse de despesa ou renúncia de receita nesse momento”, explicou o ministro.

Durigan mencionou conversas tidas sobre o assunto com os presidentes das casas do Congresso Nacional, e citou que esteve com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que tem ajudado na condução responsável desses temas.

“Nós não estamos fazendo nenhuma manobra, botando fricção onde não precisa. Não tenho nenhum interesse em proteger nenhum setor específico. Meu interesse é que o pai cresça como um todo. E é por isso que sempre levo os argumentos que pego com a equipe e com o mercado, para apontar os riscos e convencer o Congresso Nacional”.

Durigan demonstrou preocupação com a estabilidade do país com relação ao momento de instabilidade mundial, com a alta do preço do petróleo, as bolsas comprometidas e incertezas gerando preocupação dos bancos centrais com a inflação.

“E nós, no Brasil, temos que focar nossa energia no que importa para o país. Vamos escolher as agendas, votar temas importantes para o país de maneira unificada. Quando começamos a apresentar outros projetos para atender bandeiras setoriais em prejuízo da população como um todo, perdemos força como país e nossa economia pode ficar enfraquecida e as pessoas vem reclamar”, disse o ministro.

STF

Caso o Congresso insista em manter as pautas-bomba, Durigan não descarta que o governo apele ao Supremo Tribunal Federal (STF) na linha do que já existe com relação a medidas anteriores, exigindo que as regras fiscais sejam exigidas pelo governo, mas também pelo Congresso Nacional.

“Claro que temos que vencer as etapas no Congresso, evitando que se vote medidas ruins. Caso seja necessário o governo irá ao STF. Agora, quem tem que tomar medidas é o Congresso, que é soberano. E a tramitação dos temas lá precisa observar esses requisitos mínimos”, disse.

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Governo aprovou novas regras para a carta de condução: conheça as mudanças importantes para os condutores

A carta de condução em Portugal prepara-se para sofrer alterações com a aprovação de um novo regime pelo Governo, que introduz mudanças na forma como os candidatos podem aprender a conduzir. Entre as novidades, destaca-se o reforço do papel do tutor na aprendizagem prática.

O decreto-lei aprovado em Conselho de Ministros revê o Regime Jurídico do Ensino da Condução, atualmente definido pela Lei n.º 14/2014. De acordo com a informação divulgada pelo Governo no âmbito da iniciativa Mobilidade 2.0, a 23 de janeiro, passa a existir um regime alternativo que permite maior flexibilidade no ensino prático da condução.

Tutor passa a ter papel mais central

Uma das principais alterações está relacionada com a aprendizagem acompanhada. Até agora, a condução com tutor já era permitida, mas funcionava apenas como complemento às aulas obrigatórias nas escolas de condução. Segundo o modelo anterior, essa prática não dispensava a formação formal para acesso ao exame. O tutor servia como apoio adicional, mas não substituía o papel do instrutor certificado.

Com a nova proposta, este princípio altera-se. A aprendizagem prática poderá ser feita com tutor ou com instrutor, integrando um modelo alternativo que mantém o exame final como obrigatório. O objetivo, segundo o enquadramento apresentado pelo Governo, é criar um sistema mais flexível, sem retirar às escolas a responsabilidade de acompanhar e avaliar o progresso dos candidatos.

Regras para tutores mantêm exigência

Apesar da maior abertura ao modelo de aprendizagem acompanhada, os critérios para exercer a função de tutor mantêm-se exigentes. A lei continua a estabelecer requisitos claros para garantir alguma segurança no processo.

Entre as condições previstas, o tutor deve possuir carta de condução da categoria B há pelo menos 10 anos. Além disso, não pode ter sido condenado por crime rodoviário ou por contraordenação grave ou muito grave nos últimos cinco anos. De acordo com o regime em vigor, é também obrigatório frequentar um módulo de segurança rodoviária com aproveitamento. Estes requisitos procuram assegurar que o tutor tem experiência e conhecimentos adequados.

Limites atuais ainda estão definidos

O regime atual impõe várias limitações à condução acompanhada, que continuam a ser relevantes nesta fase de transição. Entre elas, destaca-se a proibição de transportar passageiros durante a aprendizagem. Também não é permitido circular em autoestradas ou vias equiparadas, sendo necessário cumprir regras específicas de segurança. Segundo o enquadramento legal, é ainda obrigatório contratar um seguro de responsabilidade civil próprio para esta fase.

A prática com tutor só pode começar depois de um mínimo de formação inicial, que inclui pelo menos 12 horas de condução e 250 quilómetros em trânsito real, ministrados por uma escola.

Escolas continuam a ter papel decisivo

Apesar da introdução deste regime alternativo, as escolas de condução mantêm um papel central no processo. Caberá a estas entidades avaliar se o candidato está preparado para exame.

De acordo com o modelo aprovado, as escolas poderão exigir aulas adicionais antes de propor o candidato à prova final. O exame continua a ser obrigatório e sujeito a supervisão oficial. O Governo prevê ainda medidas que permitem maior flexibilidade na gestão de veículos entre escolas, facilitando a partilha e a locação de viaturas.

Setor reage com reservas

A proposta não foi recebida de forma consensual. Representantes das escolas de condução têm manifestado preocupações quanto ao impacto destas alterações.

Algumas entidades alertam para o risco de diminuição da qualidade da formação prática, defendendo que o papel dos instrutores certificados deve continuar a ser predominante. A segurança rodoviária é um dos principais pontos levantados.

Ainda há regras por definir

Apesar da aprovação política, o novo regime ainda depende de regulamentação adicional. Faltam clarificar vários aspetos práticos, incluindo a articulação entre tutor e escola. Também não estão totalmente definidos os mecanismos de validação das horas de prática realizadas no novo modelo. Esta incerteza poderá manter-se até à publicação das normas complementares.

Para quem está a iniciar o processo, a recomendação é acompanhar as orientações das escolas de condução. O sistema está em mudança, mas o modelo tradicional continua em vigor, pelo menos nesta fase de transição.

Leia também: Tem um destes veículos? Pode estar isento de pagar IUC e muitos condutores não sabem

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Já é oficial: Segurança Social tem nova funcionalidade que vai facilitar (e muito) a vida aos cidadãos

Fazer simulações no Portal ou na App da Segurança Social ficou mais fácil. A Segurança Social passou a disponibilizar o pré-preenchimento automático de dados, uma novidade que pretende tornar o processo mais rápido, simples e menos sujeito a erros no momento de calcular possíveis apoios sociais.

De acordo com o Pplware, portal especializado em tecnologia que cita informação divulgada pelo Instituto da Segurança Social, a nova funcionalidade permite que, ao realizar uma simulação no Portal ou na App da Segurança Social, parte da informação necessária surja automaticamente preenchida. Até agora, os utilizadores tinham de inserir manualmente vários dados pessoais e profissionais para avançar com a simulação, o que podia tornar o processo mais demorado.

Com o pré-preenchimento automático, o sistema passa a apresentar os dados relevantes já disponíveis, permitindo que o cidadão avance mais rapidamente para o cálculo do apoio. A medida aplica-se às simulações feitas através dos canais digitais da Segurança Social, nomeadamente o Portal e a aplicação móvel.

Segurança Social permite confirmar ou alterar os dados

Apesar da automatização, o utilizador continua a poder verificar, editar ou introduzir manualmente informações sempre que necessário. Esta possibilidade é importante porque permite corrigir dados desatualizados, completar informação em falta ou ajustar elementos que possam influenciar o resultado da simulação.

A Segurança Social sublinha, assim, a importância de confirmar os dados antes de concluir a simulação. O resultado apresentado pelo simulador depende da informação usada no processo, pelo que a validação por parte do cidadão continua a ser essencial.

Simulador ajuda a perceber possíveis apoios

O Simulador de Prestações Sociais permite aos cidadãos fazer uma simulação para perceber se podem ter direito a alguma prestação social. No Portal da Segurança Social, esta ferramenta está disponível na área dos simuladores e pode ser usada para obter uma estimativa antes de avançar para eventuais pedidos.

Segundo a informação oficial, o Simulador de Prestações Sociais abrange diferentes áreas de apoio, incluindo prestações associadas a situações de carência socioeconómica. A funcionalidade pretende facilitar o acesso à informação e ajudar os cidadãos a perceberem que apoios podem estar ao seu alcance.

Passos para fazer a simulação na Segurança Social

Para usar o simulador, o cidadão deve aceder ao Portal da Segurança Social ou à App da Segurança Social e escolher a opção relacionada com os simuladores. Depois, deve selecionar o Simulador de Prestações Sociais e iniciar o preenchimento da informação pedida pelo sistema.

O primeiro passo é confirmar a informação geral apresentada. De seguida, o utilizador deve verificar os dados relativos à família, ao trabalho, à doença ou a outras situações que sejam relevantes para a simulação. Sempre que algum campo surgir pré-preenchido, deve ser confirmado antes de avançar.

Depois de validar ou corrigir os dados, o utilizador pode prosseguir até ao resumo da simulação. Esta etapa permite rever a informação introduzida e perceber o resultado estimado, antes de guardar a simulação ou avançar para outros procedimentos, caso se justifique.

Digitalização torna o processo mais rápido

Esta novidade enquadra-se na estratégia de digitalização dos serviços públicos, ao reduzir o número de dados que o cidadão tem de escrever manualmente e ao tornar o acesso às simulações mais simples. A medida pode ser especialmente útil para quem procura informação rápida sobre apoios sociais sem ter de repetir dados que a Segurança Social já possui.

Ainda assim, a simulação não dispensa a confirmação oficial de direitos nem substitui a análise de um pedido. O simulador serve para obter uma estimativa, ajudando o cidadão a perceber melhor a sua situação antes de recorrer aos serviços ou apresentar um pedido através dos canais digitais da Segurança Social.

Leia também: Não pagou o IRS a tempo? Fisco explica quando pode pagar um imposto em prestações

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Pacote laboral tem “todas as condições” para “ser derrotado” na próxima semana, afirma CGTP

Tiago Oliveira, CGTP

O secretário-geral da CGTP afirmou hoje que há “todas as condições” para o pacote laboral “ser derrotado” no parlamento, reiterando que os partidos serão responsabilizados pelo seu posicionamento e acusou o Governo de “encurtar prazos”.

“Há todas as condições para o pacote laboral ser derrotado no próximo dia 18 [de junho] na Assembleia da República, dando resposta ao anseio que existe por parte dos trabalhadores”, afirmou o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, referindo-se à discussão da proposta de lei que será debatida em plenário na próxima quinta-feira, e, em princípio, votada na generalidade no dia seguinte, 19 de junho.

Questionado sobre uma eventual descida do documento à fase da especialidade sem votação na generalidade, Tiago Oliveira sublinha que “de qualquer das formas” terá que haver uma votação, dado que nesse cenário terá que ser apresentado um requerimento que será sujeito a votação, pelo que insiste que a proposta “só sobrevive se os partidos permitirem que sobreviva”.

Mas o “Governo vai tentar, como é óbvio, que o pacote laboral sobreviva o maior tempo possível”, acrescentou, em conferência de imprensa após a central sindical ter reunido o seu Conselho Nacional.

Neste sentido, a CGTP reitera que responsabilizará os partidos com assento parlamentar “relativamente ao seu posicionamento sobre o pacote laboral”, afirmou.

O líder da CGTP criticou o ‘timming’ da discussão, acusando o Governo de tentar por “todos os meios, encurtar prazos, não respeitando os próprios prazos da discussão pública”, lembrando que a discussão pública termina em 02 de julho.

Para o secretário-geral desta central sindical, a concentração convocada para quinta-feira frente à Assembleia da República é, por isso, mais um momento “para que a voz dos trabalhadores seja ouvida”.

Questionado sobre se a CGTP fez algum contacto prévio com a UGT para que esta pudesse ser uma concentração conjunta, Tiago Oliveira indicou a iniciativa foi alvo “de discussão com outras estruturas”, à luz de outras já realizadas, como a greve geral de 11 de dezembro, que contou com a convergência da central liderada por Mário Mourão, ou a greve do passado dia 03.

Não obstante, e não mencionando diretamente o nome da UGT, Tiago Oliveira considerou que foi a “CGTP que, ao longo de todos estes meses de discussão do pacote laboral, tem assumido a condução da luta”.

Já sobre a greve geral de 03 de junho, Tiago Oliveira reiterou que foi “uma grande greve geral”, em que foi dada “uma resposta massiva por parte dos trabalhadores, seja do setor público, seja do setor privado”.

O secretário-geral da CGTP criticou ainda a “falta de disponibilidade e de vontade política” do executivo de Luís Montenegro para responder aos problemas do país, nomeadamente ao nível dos serviços públicos, do Serviço Nacional de Saúde (SNS) ou da educação.

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Luísa Neto falha eleição para provedora da Justiça

A jurista Luísa Neto, candidata indicada pelo PS com o apoio do PSD, falhou no Parlamento a eleição para o cargo de provedora de Justiça, obtendo 131 votos favoráveis, insuficientes para alcançar a necessária maioria de dois terços. A atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA), Luísa Neto, obteve 131 votos favoráveis, 58 brancos e 18 nulos. Para ser eleita, a jurista precisava de recolher os votos de 2/3 dos deputados presentes na sessão, desde que em número superior à maioria absoluta dos deputados. Na votação desta sexta-feira, a jurista, que foi proposta no fim de

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Há um nova rota de 35 quilómetros para descobrir os picos da Serra do Marão

Os Baldios de Ansiães, em Amarante, inauguram no sábado a Grande Rota 56 (GR56), um percurso de trilhos com 35,5 quilómetros sobre a Serra do Marão que passará pelo ponto mais alto do distrito do Porto, foi hoje revelado.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Amarante, Jorge Ricardo (PSD/CDS-PP), descreveu a rota GR56 – Picos do Marão, elogiando pormenores como o facto de toda a sinalização ser feita de pedras da região, bem como a importância de iniciativas destas para a preservação e turismo de natureza.

“Esta rota constitui mais um motivo para visitar o Marão e para o Marão continuar a desempenhar o papel que queremos: ser um motor de desenvolvimento aqui da região, na valorização do turismo, do turismo de natureza mais concretamente”, disse o autarca.

A cerimónia de inauguração está marcada para sábado, com um programa que terá início às 09:00 junto às piscinas de Ansiães e inclui uma homenagem ao professor Arménio Miranda, pela dedicação prestada ao Baldio de Ansiães, uma caminhada inaugural com um percurso simbólico de aproximadamente nove quilómetros e um almoço convívio.

Projetada por Carlos Silva, funcionário do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) nos viveiros de Amarante, a rota GR56 – Picos do Marão tem 35,45 quilómetros de distância, sendo que se desenvolve no Baldio/Freguesia de Ansiães, com exceção de cerca de um quilómetro que passa por caminhos da freguesia de Candemil, bem como da União de Freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea.

O nome Picos do Marão surge do facto da rota percorrer a maioria dos picos da Serra do Marão, passando pelo ponto mais alto do distrito do Porto.

Com sinalização feita com recurso a pedras da região, “não houve artificialização de nenhum trilho com passadiços ou sinalização desajustada, mantendo a originalidade da natureza e trilhos pré-existentes, e ao mesmo tempo será humanizada com informação de lendas e memórias populares”, lê-se no resumo enviado à agência Lusa.

O projeto foi desenvolvido pelos Baldios de Ansiães com o apoio da Câmara Municipal de Amarante e da empresa TamegaSteel, responsável pela sinalética metálica.

Segundo a autarquia, o objetivo primário da GR56 é “a dinamização da região e mudança de paradigma dos terrenos baldios, pretendendo-se que o usufruto do baldio pelos seus compartes acompanhe a evolução dos tempos”.

À Lusa, e elogiando o trabalho dos Baldios de Ansiães, Jorge Ricardo disse que a rota tem “muito potencial” e lembrou a interligação com outros percursos como o conhecido como “Marão tem sangue azul”.

“Não tenho dúvidas que quem experimentar vai querer repetir porque efetivamente são paisagens deslumbrantes”, referiu.

Sobre projetos futuros, o autarca revelou que várias antigas escolas estão a ser convertidas em albergues e que está em andamento um projeto orçado em 900 mil euros, na União de Freguesias de Aboadela, Sanche e Várzea, às portas da serra, para apoio ao BTT, restaurante, oferta de camas, entre outros serviços.

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