How health sleuths are watching for threats like measles during the World Cup


Ciudad de México, 11 jun (Prensa Latina) El Gobierno de México descartó problemas durante la inauguración del Mundial de Fútbol 2026, adelantó que estará abierto el Fan Fest del Zócalo capitalino y señaló un interés político en movilizaciones programadas para hoy.
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© Instagram da Saeta

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.
Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.
As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.
Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.
Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.
Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.
Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.
Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.
Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.
Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.
Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.
Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.
Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.
No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.
Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.
As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.
Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.
Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.
Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.
Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.
Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).
Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.
Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.
No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.
Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.
No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.
Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.
Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.
Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.
Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.
Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.
Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.
Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

As the 2026 FIFA World Cup officially kicks off across North America, a long-standing question resurfaces on the global stage: Do Americans actually care about soccer?
While traditional sports still rule the airwaves, a massive generational and demographic shift is actively rewriting the American sports landscape.
Historically, soccer in the United States has struggled to compete with the domestic dominance of the NFL, NBA, and Major League Baseball. That skepticism persists among older demographics. According to a new Pew Research Center survey, 66% of American adults state they are “not too” or “not at all” likely to follow the tournament. Broadly speaking, a separate YouGov poll confirms that 54% of the overall adult population maintains zero interest in the sport. For a large share of traditional sports fans over fifty, the tournament remains an afterthought.
However, statistics show that there is a soccer boom among younger individuals. The game is rapidly becoming the sport of choice for the next generation of American consumers. YouGov data reveals that an average of 23% of Americans aged 18 to 34 now identify as avid soccer viewers. More telling is the fact that over 56% of all active soccer fans in the United States are currently under the age of 35.
This generational momentum is heavily reinforced by cultural shifts. Comprehensive market data from Numerator indicates that enthusiasm for this year’s tournament is highest among multicultural communities, with 54% of Hispanic Americans and 51% of Asian Americans planning to actively tune in to the month-long event.
Furthermore, the reality of the United States co-hosting the expanded 48-team tournament alongside Canada and Mexico has created a “host nation surge.” Overall consumer intent to watch has nearly doubled compared to the 2022 World Cup in Qatar, with 32% of all US citizens now planning to watch the matches. This enthusiasm is heavily concentrated around the eleven American host cities, including Dallas, Los Angeles, Atlanta, New York/New Jersey, and Philadelphia, where consumer interest jumps to 42%.
Despite this undeniable wave of momentum, soccer is not quite ready to dethrone America’s biggest sporting events. When stacked against domestic mainstays, the World Cup still plays catch-up. Consumer data tracking viewership intent shows that while 32% of Americans plan to watch the World Cup, 58% plan to watch the Winter Olympics, and a staggering 69% will tune into the NFL’s Super Bowl.

However, as the world’s biggest tournament returns to US soil for the first time in thirty-two years, it faces an entirely different landscape strained by corporate economics.
The 1994 World Cup in the US was a staggering, record-breaking success. It drew 3.59 million fans across 52 matches, averaging nearly 69,000 attendees per game. It remains the most attended World Cup in history.
However, speculation about whether Americans will pack stadiums like they did in 1994 has hit an unexpected snag: FIFA’s aggressive corporate pricing model. During the 1994 tournament, group-stage tickets were relatively accessible, ranging from $25 to $75. By stark contrast, FIFA’s 2026 individual match tickets see first-round seats averaging around $400, with opening match tickets starting at $560 and category-one seats scaling up to $2,735. For the United States’ highly anticipated matches, primary, and resale prices have left ordinary local families facing severe sticker shock, with select group-stage tickets soaring past $1,100.
Because FIFA now tightly controls its own resale marketplace to harvest transactional fees, prices fluctuate based on demand like airline tickets. While major marquee matches and the knockout rounds are completely sold out, ordinary American supporters have openly complained about being priced out of lesser group-stage fixtures, leaving thousands of tickets sitting on primary resale portals on the eve of kickoff.
Ultimately, the 2026 World Cup catches the United States at a historic sporting crossroads. Driven by a younger, more diverse fanbase, soccer is no longer a niche novelty in America. The interest is real, deep, and fully integrated into the culture. But while the stadium atmospheres will be electric, any empty seats seen during the opening weeks shouldn’t be blamed on an “indifferent American public”—rather, blame a modern corporate strategy that misjudged the wallet of the everyday fan.
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Ciudad de México, 10 jun (Prensa Latina) La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, dio la bienvenida hoy en Palacio Nacional al titular de la FIFA, Gianni Infantino, y a representantes de federaciones y confederaciones, en vísperas de la inauguración del Mundial 2026.
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Os jogadores vão passar a estar representados nas reuniões do Conselho da FIFA, o órgão máximo da entidade que rege o futebol mundial, com o estatuto de observadores, adiantou hoje o sindicato mundial dos jogadores profissionais (FIFPro).
“A voz dos jogadores será representada nas reuniões do Conselho da FIFA através do estatuto de observador, com o direito de se manifestar quando são discutidos assuntos relacionados com os seus interesses”, revelou em comunicado a FIFPro.
Segundo a entidade, o novo memorando de entendimento assinado com a FIFA vai permitir o seu envolvimento em “todas as reformas importantes relacionadas com o bem-estar dos jogadores”.
A FIFPro vai trabalhar com a FIFA no calendário internacional e no sistema de transferências, duas questões em que as duas organizações divergem frequentemente.
O acordo prevê ainda o fim dos processos judiciais iniciados contra a FIFA pela FIFPro ou pelas suas divisões continentais e sindicatos membros (incluindo a UNFP em França).
Em outubro de 2024, a FIFPro apresentou uma queixa contra a FIFA à Comissão Europeia relativamente ao calendário de jogos, denunciando as exigências laborais cada vez maiores impostas aos jogadores profissionais.
Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores e membro do quadro mundial da FIFPRO, considerou, em comunicado, este um “momento decisivo” para o futuro do futebol.
“Esta quarta-feira foi dada a conhecer uma grande reforma do sistema de transferências da FIFA, que decorre de um processo negocial iniciado com diferentes ações judiciais interpostas pela FIFPro, Ligas e associações de clubes, tendo por base a decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia no caso Diarra”, sublinhou.
O responsável destacou que “os jogadores passam a ter uma verdadeira voz nas decisões que afetam o futebol mundial”.
