No meio século de autonomia da Madeira, o chefe de Estado apelou à revisão da Lei das Finanças Regionais e defendeu que a gestão do mar da região deve sair de Lisboa.
André Ventura, que disputou a segunda volta das eleições presidenciais contra António José Seguro e perdeu, afirmou que com este veto "ficou claro o preço de ter um Presidente socialista".
José Manuel Bolieiro diz que Governo Montenegro "tem procurado afirmar-se como reformista", mas "xadrez político" é limitação. Defende a presença dos EUA nas Lajes, mas também revisão de acordo de uso
O presidente da República iniciou hoje sua visita oficial na Madeira na Universidade da Madeira, onde foi recebido pela Reitoria e com honras académicas, tendo assistido a momentos de saudação por parte da comunidade estudantil, incluindo uma actuação da Tuna D’Elas, salienta uma publicação do Governo Regional da Madeira. Nas instalações da ARDITI, António José […]
Ventura dá o dito por não dito à prestação única em troca de revisão constitucional. Já Seguro serviu autoajuda morna no 10 de Junho, perdendo-se em Camões e numa "ambição" sem rumo nem destinatários
Primeiro veto político do Presidente divide Parlamento. Seguro distingue causas humanitárias de posições partidárias e aponta falhas jurídicas no decreto aprovado em abril.
Presidente diz que quando "um político hasteia uma bandeira que representa os direitos humanos" não está a imprimir "orientação que é estranha", mas a cumprir a Constituição e o Direito Internacional.
Seguro devolveu ao Parlamento a proposta aprovada por PSD, Chega e CDS que prevê multas de até 4000 euros para quem hasteasse bandeiras de natureza partidária ou ideológica em edifícios públicos. O Presidente da República devolveu ao parlamento, sem promulgação, o decreto sobre as regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos que tinha sido aprovado em abril com votos do PSD, Chega e CDS-PP. Uma nota hoje publicada no ‘site’ da Presidência da República indica que António José Seguro “devolveu à Assembleia da República, sem promulgação, o Decreto que estabelece regras de utilização de bandeiras em edifícios públicos”. “A
António José Seguro foi aos Açores para o primeiro 10 de Junho enquanto Presidente. Entre os discursos destaca-se o de Miguel Monjardino sobre a situação internacional com alerta à "grande ruptura".
Neste jornal, o debate entre Chega e PS sobre o discurso de António José Seguro. Ainda nesta edição, o conflito no Médio Oriente e um olhar ao arranque do Mundial 2026.
Pedro Frazão (CH) diz que António José Seguro foi o "maior populista de centro do país". Francisco César (PS) elogia o discurso do Presidente da República por ter tocado em vários pontos importantes.
Cerimónia contará com a presença do Presidente António José Seguro e programa tem forte cariz cultural. "A Ordem tem que falar para a sociedade", afirma o bastonário João Massano.
O caso da menina que ligou para o 112 a falar em código revela a importância da perícia policial. A primeira intervenção presidencial do 10 de junho é criticada pela falta de substância do discurso.
Os alunos e os pais (que fazem provas quando os sindicatos deixam), o INEM (que não cumpre os tempos) e o discurso do Presidente (que quis agradar a todos) são o Bom, o Mau e o Vilão.
O primeiro 10 de Junho do Presidente Seguro foi nos Açores, mas foi Miguel Monjardino que se ocupou da reflexão sobre a situação internacional, num discurso onde alertou para “a grande ruptura”.