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Vai assar chouriço nos Santos Populares? Estes truques fazem toda a diferença

Com a chegada dos Santos Populares, há petiscos que ganham lugar obrigatório à mesa. Além das sardinhas e das bifanas, o chouriço assado continua a ser uma das escolhas mais populares, seja num arraial, numa festa em casa ou numa refeição descontraída entre família e amigos.

Apesar de parecer simples, assar chouriço exige alguns cuidados para que o resultado fique no ponto certo. A escolha do enchido, o tipo de assador, a quantidade de álcool e o tempo de exposição ao lume fazem toda a diferença entre um chouriço suculento e outro demasiado seco ou queimado.

O chouriço assado é apreciado precisamente por juntar sabor intenso, textura crocante por fora e interior mais macio. Quando bem preparado, fica pronto em poucos minutos e acompanha na perfeição com pão fresco, broa ou até outros petiscos típicos da época.

A escolha do chouriço faz diferença

De acordo com o Notícias ao Minuto, o primeiro passo está na escolha do chouriço. Deve preferir uma peça com equilíbrio entre carne e gordura, já que a gordura ajuda a manter o enchido mais suculento durante a confeção. Se tiver pouca gordura, o chouriço pode secar depressa e perder parte do sabor.

Ainda assim, também não convém escolher um chouriço demasiado gordo, pois pode libertar excesso de gordura durante a confeção e tornar-se enjoativo. O ideal é procurar um enchido de boa qualidade, com aspeto firme, aroma agradável e composição equilibrada.

Entre as opções mais recomendadas está o chouriço de porco preto, muitas vezes mais saboroso e adequado para este tipo de preparação. Já os chouriços mais secos podem ser melhores para fatiar e servir crus ou em tábuas, mas nem sempre são a melhor escolha para assar.

Antes de o levar ao lume, deve dar alguns golpes no chouriço ou picá-lo ligeiramente com um garfo. Este passo ajuda a gordura a derreter de forma mais uniforme e evita que o enchido rebente ou fique cozinhado de forma irregular.

O assador de barro continua a ser uma boa opção

O assador de barro é uma das formas mais tradicionais de preparar chouriço assado. Além do efeito visual, com a chama à vista, este tipo de assador ajuda a distribuir melhor o calor e permite controlar a confeção com mais facilidade.

Antes de começar, é importante garantir que o assador está limpo e completamente seco. Qualquer resto de gordura, água ou álcool usado anteriormente pode interferir com a chama e tornar o processo menos seguro.

O álcool deve ser colocado apenas no fundo do assador, em pequena quantidade. Duas a três colheres de sopa costumam ser suficientes para assar um chouriço, dependendo do tamanho da peça e da intensidade da chama.

Deve usar álcool etílico próprio para uso alimentar, geralmente entre 70% e 90%, e nunca despejá-lo diretamente da garrafa junto da chama. O mais seguro é colocar primeiro o álcool no assador, afastar a garrafa e só depois acender com um fósforo comprido ou um isqueiro adequado.

Como assar sem deixar queimar

Quando a chama estiver acesa, coloque o chouriço sobre o assador e deixe cozinhar lentamente. O segredo está em virar a peça com frequência, idealmente a cada 30 segundos, para que todos os lados recebam calor de forma equilibrada.

O objetivo não é queimar o chouriço, mas sim caramelizar o exterior e aquecer bem o interior. Se ficar demasiado tempo exposto à chama no mesmo ponto, pode escurecer depressa e ganhar um sabor amargo.

Em média, o chouriço fica pronto entre seis a oito minutos, embora o tempo possa variar conforme o tamanho, a espessura e a intensidade do lume. Deve estar atento à cor, ao aroma e à textura para perceber quando está no ponto certo.

Se a chama apagar antes de o chouriço estar pronto, pode adicionar mais uma pequena quantidade de álcool, mas sempre com o lume apagado e com cuidado. Nunca deve colocar álcool diretamente sobre uma chama ativa.

Um toque diferente no final

Para quem gosta de sabores mais intensos, há pequenos truques que podem transformar o resultado final. Nos últimos segundos de confeção, pode pincelar o chouriço com um pouco de mel e aguardente, criando uma camada ligeiramente caramelizada.

Este passo deve ser feito com moderação, para não tapar o sabor natural do enchido. A ideia é apenas acrescentar brilho, doçura e um aroma diferente, sem transformar o petisco numa preparação demasiado pesada.

Depois de assado, o chouriço deve repousar durante um ou dois minutos antes de ser cortado. Desta forma, os sucos assentam e a textura fica mais agradável. O ideal é servir em rodelas, ainda quente, acompanhado de pão.

Também pode usar forno ou air fryer

Quem não tem assador de barro em casa pode preparar chouriço no forno. Neste caso, deve pré-aquecer o forno a 200 ºC, colocar o chouriço num tabuleiro e deixar assar durante cerca de 15 minutos, virando a meio do tempo.

A air fryer também é uma alternativa prática. Basta colocar o chouriço no cesto, programar cerca de oito minutos a 180 ºC e virar a meio da confeção. Tal como no assador, deve dar alguns golpes antes de cozinhar.

Embora estas alternativas não tenham o mesmo efeito tradicional da chama, conseguem um resultado saboroso e mais simples para quem quer evitar o uso de álcool ou não tem espaço para preparar o chouriço no assador.

No fim, o segredo está em três pontos simples: escolher um bom chouriço, controlar o calor e evitar cozinhar em excesso. Com estes cuidados, este petisco típico dos Santos Populares fica pronto em poucos minutos e com sabor digno de arraial.

Leia também: Sardinha no pão está em destaque nos Santos Populares: saiba quanto custa este ano

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Muere José Ignacio López de Arriortua, el 'Superlópez' de la industria del automóvil al que General Motors acusó de espionaje

Muere José Ignacio López de Arriortua, el 'Superlópez' de la industria del automóvil al que General Motors acusó de espionaje

Marchó de la empresa estadounidense a la alemana Volkswagen con el sueño de abrir una planta en su Amorebieta natal con más de 4.000 puestos de trabajo

Piden la desclasificación de los documentos sobre 'Naparra' cuando se cumplen 46 años de su desaparición

El empresario e ingeniero José Ignacio López de Arriortua, conocido como 'Superlópez', ha fallecido este miércoles. Tenía 85 años. Nacido en la localidad vizcaína de Amorebieta, comenzó trabajando para Firestone y en 1980 fichó por la estadounidense General Motors, en la que llegó a desempeñar un cargo directivo. Casi tres lustros después, en 1993, se marchó a la alemana Volkswagen, donde alcanzó el puesto de vicepresidente, si bien lo hizo entre acusaciones de espionaje por General Motors. Las acusaciones cristalizaron en un proceso judicial que se cerró con el compromiso de la empresa alemana de abonar cien millones de dólares a la estadounidense y de adquirir de ella durante años componentes, que alcanzaron una suma total de más de mil millones.

López de Arriortua, nacido en 1941, cursó estudios de Ingeniería Industrial en la Escuela de Ingenieros Industriales de Bilbao, en al que se doctoró. Sus primeros pasos laborales los dio en la planta de Firestone en Basauri. De General Motors se machó a Volskwagen con la intención de abrir una fábrica en su localidad natal que pudiera dar trabajo a cuatro millares de personas. “Es el único proyecto que no me ha salido en mi vida. Pero sigo albergando la esperanza de que un día...”, explicaba, muchos años después, en una entrevista concedida al periódico 'Deia'. “Es que solo hace falta que algún político vea la oportunidad”, recalcaba. En otra entrevista, en este caso con 'Abc', presumía de ser el “salvador” de ambas empresas, tanto de General Motors como de Volkswagen.

En enero de 1998, sufrió un accidente de tráfico al colisionar con un camión el vehículo en el que viajaba. Perdió la memoria durante más de un mes y pasó tres en el hospital. Una vez recuperado, se retiró a Busturia con su esposa, Margarita Urquiza, y sus tres hijas.

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Esta inesperada serie de Batman continúa reescribiendo oficialmente a los villanos principales de DC

Producida por Matt Reeves, la serie de animación de Batman titulada Batman: Caped Crusader regresa con una prometedora segunda temporada. Lo más sorprendente es que, según lo revelado hasta ahora, pretende reescribir los villanos principales asociados al personaje. Esto coincide exactamente con un momento en el que el Universo DC continúa extendiéndose tanto en cine como en televisión. Justamente, Matt Reeves es actualmente uno de los cineastas más involucrados en el mundo de Batman, sobre todo por el impacto de The Batman.

Estrenada en 2022, esta cinta del murciélago se concibió como parte de un Elseworlds del Universo DC. De hecho, terminó convirtiéndose en franquicia tras expandirse con la serie derivada de El Pingüino, de la cual Matt Reeves fue productor ejecutivo. Aparte de la tan esperada secuela, otro proyecto en el que participa regresa el próximo mes de julio. No es otro que Batman: Caped Crusader, una serie de animación de Prime Video que ha destacado por redefinir la mayoría de los personajes de Gotham.

La serie que reinterpreta a los villanos clásicos del Caballero Oscuro

La propuesta transporta al público a una oscura versión de Gotham para seguir a un joven Bruce Wayne en sus años primerizos como detective. Estrenada en 2024, fue un éxito entre crítica y público. De hecho, se elogió su particular tono, guion y animación, así como su enfoque centrado en los personajes y la narrativa. Pues bien, la segunda temporada presentará a más enemigos clásicos de Batman, pero con nuevos cambios que mostrarán una nueva faceta de su legado.

De un modo similar a la visión de Matt Reeves en The Batman, Batman: Caped Crusader se centra más bien en los aspectos noir que rodean a la figura del Caballero Oscuro. Es por eso que profundiza aún más en el submundo criminal de DC o en la corrupción policial de Gotham. Pues bien, según las últimas confirmaciones, los villanos que se irán sumando poco a poco a esta renovada entrega son el Sombrerero Loco, el Espantapájaros, el Joker y Acertijo.

Aunque no tengan una relación directa, muchos afirman que Batman: Caped Crusader es la sucesora ideal de Batman: La serie animada, considerada una de las mejores series de DC. De modo similar, esta última producción relata el conflicto del Caballero Oscuro contra algunos de sus enemigos más notables. Eso sí, destacó principalmente por profundizar en la complejidad de los personajes.

En este sentido, Batman: La serie animada proporcionó a la mayoría de los villanos historias trágicas que se sentían especialmente traumáticas. El objetivo era explorar qué fue lo que los llevó a actuar del modo en que lo hacen. Entre otras cosas, esto añade otra conexión más entre ambas series del murciélago. Queda por ver qué otros cambios introducirá Batman: Caped Crusader en el lore de este conocido personaje, así como las repercusiones que esto tendrá de cara al futuro de la serie.

© Difoosion

El personaje de Batman ha sido interpretado en cine y televisión por múltiples actores en el transcurso de décadas
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Eli Lilly regressa ao clube dos bilionários

A Eli Lilly regressou recentemente ao clube das empresas cotadas em bolsa com um valor de mercado acima de um bilião de dólares (ou trilião na denominação norte-americana), o equivalente a 870 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual. Neste clube estão atualmente 14 empresas.

A farmacêutica, que detém medicamentos para a obesidade e diabetes como o Mounjaro e o Zepbound, já tinha estado no clube dos bilionários em 2025, é atualmente a 14ª cotada mais valiosa do mundo, com um valor estimado de 1,02 biliões de dólares (880 mil milhões de euros).

No clube bilionário estão a Nvidia, a Alphabet (detentora da Google), a Apple, a Microsoft, a Amazon, a TSMC, a Broadcom, a Saudi Aramco, a Tesla, a Meta, a Samsung, a Micron, a Berkshire Hathaway, e a Eli Lilly. Neste grupo só a Nvidia tem um valor de mercado estimado acima dos cinco biliões de dólares (4,3 biliões de euros).

A SK Hynix, que desenvolve e fabrica chips de memória, esteve recentemente neste clube mas dele saiu na sequência da forte desvalorização no setor dos chips, ocorrida na sexta-feira (5 de junho). O índice de semicondutores caiu nesse mais de 8%. Esta quebra deveu-se à reação negativa dos investidores à guidance emitida pela Broadcom durante a apresentação de resultados. A empresa sul-coreana SK Hynix chegou a quebrar mais de 9% com o impacto da guidance da Broadcom. Calcula-se que o setor dos chips tenha perdido mais de um bilião de dólares (870 mil milhões de euros) em valor de mercado a 5 de junho.

Perto de entrar no clube dos bilionários está a Walmart que possui um valor de mercado estimado em 946 mil milhões de dólares (819,6 mil milhões de euros).

SpaceX, Anthropic e OpenAI perto de se juntarem ao clube

A SpaceX, que é atualmente a não cotada mais valiosa do mundo, está a dois dias de se juntar ao clube dos bilionários. A empresa de foguetões, satélites e inteligência artificial, liderada por Elon Musk, entra no mercado de capital, na sexta-feira, naquela que será a maior estreia de sempre.

A empresa deve angariar 75 mil milhões de dólares (64,5 mil milhões de euros) com a sua oferta pública inicial (IPO na sigla inglesa) superando o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) estabelecido pela Saudi Aramco em 2019.

A empresa terá 555,6 milhões de ações em negociação, a um preço de 135 dólares cada, sendo que até 30% será alocado ao retalho. Estes números colocam o valor da SpaceX nos 1,77 biliões de dólares (1,52 biliões de euros), deixando-a como a oitava cotada mais valiosa do mundo.

O banco que vai liderar o IPO será o Goldman Sachs. E na dianteira estará também o Morgan Stanley, Bank of America, Citigroup, e JP Morgan Chase.

Perto de se juntar ao clube está também a Anthropic e a OpenAI, que são a segunda e a terceira não cotadas mais valiosa do mundo. Ambas já confirmaram junto do regulador dos mercados norte-americanos (SEC) a sua intenção de entrar em bolsa. Embora não tenham avançado nenhuma data para essa estreia.

As suas últimas rondas de financiamento colocaram as avaliações da Anthropic e da OpenAI nos 965 mil milhões de dólares (827,9 mil milhões de euros) e nos 852 mil milhões de dólares (731 mil milhões de euros).

“Hoje, a Anthropic submeteu confidencialmente um rascunho de declaração de registo no Formulário S-1 à SEC para uma proposta de oferta pública inicial (IPO) das nossas ações ordinárias. Isto dá-nos a opção de abrir o capital após a conclusão da análise da SEC. A oferta pública inicial proposta dependerá das condições de mercado e de outros fatores. O número de ações a oferecer e o preço ainda não foram definidos”, disse a Anthropic a 1 de junho.

“Recentemente, submetemos um formulário S-1 confidencial. Prevemos que ele seja alvo de uma fuga, por isso estamos apenas a anunciá-lo. Ainda não definimos um cronograma; pode demorar um pouco, pois há coisas que queremos fazer que provavelmente serão mais fáceis como empresa não cotada. Mas é uma questão complexa de ponderação e isso dá-nos a opção de abrir o capital mais cedo, se for o melhor caminho”, confirmou a OpenAI junto da SEC a 8 de junho.

Em março a Bloomberg avançava que a entrada em bolsa da Anthropic poderia ocorrer em outubro, no melhor cenário.

O “Wall Street Journal” avançou, em janeiro, que a entrada em bolsa da OpenAI poderia acontecer no quarto trimestre do ano.

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Vizinhos podem trazer pessoas para a piscina do condomínio? Saiba o que diz a lei

Com o verão à porta, muitos condomínios voltam a enfrentar a mesma dúvida: um morador pode levar amigos ou familiares para a piscina do prédio? Em Portugal, não existe uma regra nacional que diga exatamente quantos convidados cada condómino pode levar, mas o regulamento do condomínio pode impor limites.

A piscina de um condomínio é, em regra, uma parte comum do prédio, salvo se o título constitutivo estabelecer outra afetação. Isto significa que pertence ao conjunto dos condóminos e deve ser usada de acordo com as regras aprovadas para esse edifício.

O ponto essencial é este: o direito principal de usar a piscina pertence aos condóminos. Residentes, arrendatários, familiares, visitantes ou hóspedes podem utilizá-la nos termos do regulamento e do título que legitima a ocupação da fração. Já a entrada de convidados depende das normas internas do condomínio.

Regulamento pode limitar convidados

O regulamento do condomínio pode definir se os convidados podem ou não usar a piscina. Também pode estabelecer quantas pessoas cada fração pode levar, em que horários e com que condições.

O Código Civil prevê que o regulamento do condomínio discipline o uso, a fruição e a conservação das partes comuns. Segundo a DECO, as regras sobre piscinas em condomínios podem abranger o uso exclusivo pelos condóminos, o alargamento a familiares e amigos, a possibilidade de eventos, os horários, a higiene e a vigilância.

Estas regras devem ser aprovadas em assembleia de condóminos e aplicadas de forma igual a todos. O objetivo não deve ser perseguir um morador específico, mas garantir segurança, conforto e boa convivência.

Por exemplo, um condomínio pode decidir que cada fração só pode levar um ou dois convidados para a piscina. Também pode limitar o acesso em dias de maior lotação ou exigir que o condómino ou residente responsável esteja presente enquanto os convidados utilizam o espaço.

Não há número fixo na lei

A lei não diz que cada vizinho pode levar uma, duas, três ou cinco pessoas. Esse número depende da dimensão da piscina, da lotação recomendada do espaço, do número de frações e do que estiver definido no regulamento interno.

Num condomínio pequeno, permitir muitos convidados por fração pode tornar a piscina impraticável para os restantes moradores. Já num condomínio maior, com espaço amplo e regras claras, pode haver maior flexibilidade.

Por isso, a resposta à pergunta “quantas pessoas podem levar?” é simples: depende do regulamento do condomínio e das regras aprovadas pela assembleia.

Convidados não podem tirar o direito aos moradores

Mesmo quando os convidados são permitidos, a sua presença não deve impedir os condóminos e residentes autorizados de usar a piscina. A prioridade deve ser sempre de quem tem direito regular à utilização do espaço comum.

Se um condómino levar muitas pessoas e isso causar excesso de lotação, barulho, falta de espaço ou conflitos, o condomínio pode intervir. O administrador deve aplicar o regulamento e, se necessário, levar o tema à assembleia.

A piscina não deve transformar-se num espaço de festas privadas, a menos que isso esteja expressamente previsto e autorizado pelas regras internas.

Segurança também conta

As regras da piscina não servem apenas para evitar conflitos. Também existem por razões de segurança. A lotação recomendada, a vigilância de crianças, os horários, o ruído, a higiene e o uso correto do espaço devem estar definidos de forma clara.

A DECO PROteste tem alertado para a insuficiência de regulamentação específica sobre piscinas de lazer em condomínios, o que torna ainda mais importante a existência de regras internas bem aprovadas e publicitadas.

Em condomínios com piscina, é aconselhável que as principais regras estejam afixadas junto ao acesso. O Decreto-Lei n.º 268/94 também prevê que o administrador assegure a publicitação das regras respeitantes à segurança do edifício e dos equipamentos de uso comum. Assim, moradores, arrendatários e convidados sabem o que podem ou não fazer.

Também pode ser exigido que os convidados estejam sempre acompanhados pelo morador responsável. Em caso de danos, incumprimento de regras ou comportamento inadequado, o condómino ou residente que os levou pode ser chamado a responder perante o condomínio, sem prejuízo de eventual responsabilidade civil.

E se não houver regulamento?

Se o condomínio não tiver regras claras sobre convidados na piscina, podem surgir conflitos. Nesses casos, o tema deve ser levado à assembleia de condóminos para aprovação de normas internas.

A assembleia pode definir limites razoáveis, desde que respeite a lei, o título constitutivo da propriedade horizontal e os direitos dos condóminos. As regras devem ser proporcionais e justificadas pela boa utilização do espaço comum.

O ideal é que o regulamento indique quem pode usar a piscina, quantos convidados são permitidos, se há necessidade de identificação, quais os horários e que comportamentos são proibidos.

Se forem aprovadas sanções por incumprimento, estas devem respeitar os limites legais e ficar previstas no regulamento ou em deliberação válida da assembleia.

Alojamento local

Quando há alojamento local no condomínio, a questão pode tornar-se mais sensível. A entrada frequente de hóspedes na piscina deve ser analisada à luz do regulamento e das deliberações da assembleia.

Segundo o Guia Técnico do Alojamento Local do Turismo de Portugal, quando o alojamento local funciona em edifício em propriedade horizontal, o livro de informações disponibilizado aos hóspedes deve incluir informação sobre o regulamento e as regras do condomínio relevantes para a utilização do alojamento e das partes comuns.

O que fazer em caso de abuso

Se um vizinho leva constantemente grupos grandes para a piscina e isso causa incómodo, o primeiro passo é verificar o regulamento do condomínio. Se houver uma regra clara, deve ser comunicada ao administrador.

Caso o regulamento seja omisso, os condóminos podem pedir que o assunto seja discutido em assembleia. A partir daí, podem ser aprovadas regras mais concretas para evitar novas situações de conflito.

A resposta prática é simples: os vizinhos podem levar convidados para a piscina do condomínio se o regulamento o permitir. Mas não há um direito automático a levar grupos sem limite, nem uma regra nacional igual para todos os prédios.

Antes de convidar amigos ou familiares, o melhor é confirmar o regulamento, respeitar a lotação e garantir que os convidados não retiram aos restantes moradores o direito de usar a piscina em segurança e tranquilidade.

Leia também: Tem infiltração vinda do vizinho? Saiba quem pode ter de pagar os estragos

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Bolsa de Lisboa e Europa caem no vermelho

A bolsa de Lisboa e os principais índices europeus caíram a meio da sessão no vermelho depois de terem iniciado o dia a negociar no verde. O índice português (PSI) desvaloriza 0,41% para os 8.866,44 pontos.

As maiores descidas na bolsa portuguesa vão para os CTT que quebra 2,84% para os 5,66 euros, seguida pela EDP Renováveis que desce 2,32% para os 13,48 euros, e a Mota-Engil desliza 1,38% para os 4,41 euros.

No vermelho encontra-se também a EDP, a Jerónimo Martins, o Banco Comercial Português (BCP), a Teixeira Duarte, a Galp Energia, e a REN.

No verde está a Corticeira Amorim que sobe 2,92% para os 6,70 euros, seguida pela Semapa que valoriza 1,30% para os 23,35 euros, e a NOS avança 0,98% para os 5,03 euros.

A negociar no verde está também a Navigator e a Sonae.

Europa está no vermelho

As principais bolsas europeias estão a negociar no vermelho. O DAX (Alemanha) quebra 0,65% para os 24.258,70 pontos, o CAC 40 (França) desce 0,35% para os 8.175,03 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) desvaloriza 0,40% para os 10.186,30 pontos.

O AEX (Países Baixos) quebra 0,09% para os 1.045,88 pontos, o IBEX 35 (Espanha) desce 0,45% para os 18.104,75 pontos, e o FTSE MIB (Itália) desvaloriza 0,16% para os 50.180,50 pontos.

O petróleo está a ser negociado em baixa com o brent a descer 0,34% para os 91,14 dólares e o crude desvaloriza 0,18% para os 88.04 dólares.

O euro está a subir 0,12%, face ao dólar, para os 1,15530 dólares e o euro quebra 0,03%, face à libra, para as 0,86252 libras.

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Algarve ‘aquece motores’ para o verão com ocupação perto dos 80% nas ‘miniférias’ de junho

A ocupação hoteleira no Algarve deverá rondar os 80% durante as miniférias proporcionadas pelos feriados de junho. O setor turístico fala num ligeiro aumento da procura face ao ano passado, com o mercado português a ter um papel decisivo nos resultados registados nesta altura.

De acordo com o Notícias ao Minuto, as expectativas foram avançadas à agência Lusa pelo presidente da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, Hélder Martins. O responsável afirmou que a região deverá ultrapassar os 80% de ocupação durante esta semana marcada pelos feriados de 4 e 10 de junho.

Para os empresários do setor, estes dias funcionam como uma espécie de arranque simbólico da época turística. Depois de meses de preparação, o Algarve entra agora num período de maior movimento, antes de chegar ao pico do verão.

Mercado português impulsiona reservas

Segundo Hélder Martins, o mercado nacional é o que mais está a contribuir para a ocupação registada nesta fase. Muitos portugueses aproveitaram os feriados de junho para fazer pequenas escapadas e escolheram o Algarve como destino.

O tempo quente e sem chuva também ajudou. As condições meteorológicas favoráveis permitiram às famílias aproveitar os primeiros dias de praia, reforçando a atratividade da região nesta altura do ano.

Para o presidente da AHETA, este período serve para “aquecer os motores” antes da época média-alta e da época alta. O setor mostra-se satisfeito com a procura e encara os próximos meses com confiança.

A procura interna continua, assim, a ter um peso importante no desempenho turístico algarvio, sobretudo em fins de semana prolongados, feriados e períodos festivos.

Algarve continua a ser escolha de eleição

Também o presidente da Região de Turismo do Algarve, André Gomes, destacou o impacto positivo dos feriados na procura. O responsável afirmou que houve um ligeiro aumento das reservas do mercado interno, embora sem grandes diferenças face ao ano passado.

Segundo André Gomes, os feriados são tradicionalmente aproveitados por muitos portugueses para pequenas viagens dentro do país. O Algarve mantém-se como um dos destinos preferidos para este tipo de escapadas.

O responsável sublinhou que a região continua a ser um destino consolidado e com níveis de procura consistentes. Essa estabilidade ajuda a reforçar a confiança dos operadores turísticos numa fase em que o verão se aproxima.

Apesar de não haver variações muito significativas face ao ano anterior, os indicadores são considerados positivos para o setor.

Feriados dão sinal para a época alta

Os períodos de maior procura em junho são vistos pelos responsáveis do turismo como um bom indicador para os meses seguintes. A ocupação registada nas miniférias permite perceber tendências de consumo e avaliar o comportamento do mercado nacional.

Para a Região de Turismo do Algarve, os resultados reforçam a confiança numa época alta positiva. A expectativa é que a procura se mantenha forte, sustentada tanto pelos turistas portugueses como pelos visitantes estrangeiros.

O Algarve tem conseguido manter-se como uma das principais escolhas para férias de verão, beneficiando da oferta hoteleira, das praias, da restauração e da notoriedade internacional do destino.

Ainda assim, o desempenho do setor dependerá de vários fatores, incluindo preços, disponibilidade de alojamento, ligações aéreas e comportamento dos mercados externos.

Setor confiante para os próximos meses

A hotelaria algarvia encara estes números como um sinal positivo. A ocupação perto dos 80% durante as miniférias mostra que a região continua a atrair visitantes antes mesmo do início oficial da época alta.

Para os empresários, esta dinâmica é importante porque ajuda a distribuir a procura por mais semanas e a prolongar a atividade turística para lá dos meses de julho e agosto.

O turismo continua a ser um dos motores económicos do Algarve, com impacto direto na hotelaria, restauração, comércio, transportes e serviços. Por isso, cada período de forte ocupação é acompanhado com atenção pelo setor.

A confirmar-se uma época alta positiva, o Algarve deverá voltar a registar um verão de forte movimento turístico, apoiado na procura nacional e internacional.

Primeiros dias de praia ajudam procura

O bom tempo registado durante este período também contribuiu para a escolha do Algarve. Com temperaturas favoráveis e ausência de chuva, muitos visitantes aproveitaram para fazer praia e antecipar o ambiente de verão.

Este fator é particularmente relevante numa região cuja imagem turística continua muito associada ao sol, ao mar e às férias em família.

As miniférias de junho acabam, por isso, por funcionar como uma antevisão do verão algarvio. Hotéis, restaurantes e comércio local beneficiam do aumento de visitantes, enquanto o setor mede o pulso à procura para os meses de maior pressão.

No final, a mensagem dos responsáveis é de confiança. O Algarve chega à porta da época alta com ocupação elevada, procura consistente e expectativa de um bom desempenho turístico nos próximos meses.

Leia também: Cuidado com o seu carro: cidade algarvia tem sido alvo de vários assaltos durante o dia

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El Niño está de volta: IPMA esclarece o que pode mudar no tempo em Portugal

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera alerta para uma elevada probabilidade de ocorrência de um episódio de El Niño entre junho e agosto. Apesar de este fenómeno ocorrer no Oceano Pacífico, pode influenciar padrões climáticos em várias regiões do planeta, embora em Portugal os efeitos previstos sejam indiretos e pouco significativos.

Segundo o IPMA, a informação atualizada sobre a temperatura da superfície do oceano no Pacífico equatorial indica que o sistema ainda se encontra numa fase neutral. No entanto, as previsões apontam para uma mudança nas próximas semanas.

De acordo com os modelos de previsão sazonal, a passagem da fase neutral para a fase de El Niño poderá ocorrer entre junho e julho de 2026, com uma probabilidade superior a 80%. O fenómeno poderá manter-se até ao final do ano.

El Niño pode ser moderado a forte

A previsão mais recente indica que o próximo episódio de El Niño poderá atingir intensidade moderada a forte. Esta classificação depende da evolução da temperatura da superfície do mar no Pacífico tropical.

O El Niño é a fase quente de um ciclo natural conhecido como Oscilação Sul do El Niño, ou ENSO. O fenómeno ocorre quando as águas superficiais do Pacífico central e oriental ficam mais quentes do que o normal durante um determinado período.

Para ser classificado como El Niño, esse aquecimento tem de atingir e manter-se pelo menos 0,5 graus Celsius acima da média de longo prazo. Esta alteração interfere com padrões atmosféricos e pode ter impacto no clima em várias partes do mundo.

Em termos globais, o El Niño tende a contribuir para o aumento da temperatura média do planeta. Em algumas regiões, está associado a secas prolongadas; noutras, pode favorecer chuvas intensas e inundações.

E em Portugal?

Apesar da influência global do fenómeno, o IPMA esclarece que os efeitos do El Niño em Portugal são indiretos e pouco significativos quando comparados com regiões como a América do Sul, a Austrália ou zonas do Pacífico.

A ligação ao clima português não é direta. Segundo o instituto, alguns estudos apontam para uma influência através da Oscilação do Atlântico Norte, conhecida como NAO, que pode condicionar a precipitação e a temperatura do ar na Península Ibérica.

Essa possível influência tende a ser mais relevante durante o inverno do Hemisfério Norte. Ainda assim, o impacto em Portugal é bastante menos evidente do que noutras áreas do planeta, onde o El Niño altera de forma mais marcada os padrões de chuva e temperatura.

Por isso, a previsão de um novo episódio de El Niño não significa, por si só, que Portugal vá enfrentar automaticamente seca extrema, ondas de calor mais intensas ou chuva fora do normal. O efeito depende de vários fatores atmosféricos e regionais.

Fenómeno ocorre longe, mas tem alcance global

Embora se forme no Pacífico tropical, o El Niño pode alterar a circulação atmosférica à escala global. Esse efeito em cadeia ajuda a explicar por que razão um fenómeno distante pode influenciar o clima em diferentes continentes.

Na América do Sul, por exemplo, pode favorecer episódios de chuva intensa em algumas zonas. Na Austrália e noutras regiões, pode estar associado a maior risco de seca e temperaturas elevadas.

Em Portugal, porém, essa influência chega de forma mais diluída. O clima nacional continua a depender de fatores mais próximos, como a circulação atmosférica no Atlântico, a posição dos centros de altas e baixas pressões e a evolução da Oscilação do Atlântico Norte.

É por isso que o IPMA sublinha que a influência do El Niño no território português não deve ser comparada com a observada em regiões diretamente afetadas pelo fenómeno.

La Niña é a fase oposta

O ciclo ENSO tem também uma fase fria, conhecida como La Niña. Esta ocorre quando a temperatura da superfície do mar no Pacífico tropical desce pelo menos 0,5 graus Celsius abaixo da média de longo prazo.

Tal como o El Niño, a La Niña pode influenciar padrões climáticos globais, mas com efeitos diferentes consoante as regiões. Ambas as fases fazem parte de uma oscilação natural do sistema oceano-atmosfera.

O episódio mais recente de El Niño ocorreu entre 2023 e 2024 e contribuiu para temperaturas globais recorde. O ano de 2024 foi considerado o mais quente desde que há registos.

Ainda assim, cada episódio tem características próprias. A intensidade, duração e época do ano em que se desenvolve podem alterar a forma como afeta diferentes regiões.

IPMA mantém acompanhamento

O IPMA atualiza mensalmente a informação sobre a evolução do índice ENSO e das temperaturas no Pacífico equatorial. Estes dados permitem acompanhar a probabilidade de formação e persistência de episódios de El Niño ou La Niña.

Para Portugal, a principal mensagem é de prudência. O fenómeno deve ser acompanhado, mas não há indicação de efeitos diretos e relevantes no território nacional neste momento.

A eventual influência poderá fazer-se sentir sobretudo de forma indireta, através de padrões atmosféricos mais amplos, em especial durante o inverno.

No entanto, o comportamento do clima depende sempre da conjugação de vários fatores. Por isso, as previsões sazonais devem ser lidas como tendências e não como certezas absolutas para o tempo que se fará em Portugal.

O que os portugueses devem saber

Para os portugueses, o El Niño deve ser entendido como um fenómeno climático global com impacto variável consoante as regiões. Não é um evento que se forme perto da costa nacional, nem tem uma ligação imediata ao tempo do dia a dia no país.

Ainda assim, por poder influenciar a temperatura média global e os padrões de circulação atmosférica, continua a ser acompanhado por serviços meteorológicos em todo o mundo.

Em Portugal, segundo o IPMA, os efeitos esperados são indiretos e nada significativos quando comparados com outras zonas do planeta. A evolução será monitorizada ao longo dos próximos meses.

A confirmar-se, este novo episódio de El Niño poderá marcar a segunda metade de 2026 no contexto climático global, mas sem que isso signifique, para já, alterações diretas relevantes no clima português.

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Piden la desclasificación de los documentos sobre 'Naparra' cuando se cumplen 46 años de su desaparición

Piden la desclasificación de los documentos sobre 'Naparra' cuando se cumplen 46 años de su desaparición

El Observatorio Vasco de Derechos Humanos se apoya en el testimonio de un hombre que prestó servicios a la inteligencia española y asegura que conocía el paradero de los restos

Un documental rescata la lucha de la familia de 'Naparra' por encontrar su cuerpo más de 40 años después

A pocos días de que se cumplan 46 años de la desaparición de José Miguel Etxeberria Álvarez, alias 'Naparra', el Observatorio Vasco de Derechos Humanos ha solicitado de manera formal la desclasificación “inmediata” de los documentos relacionados que obren en poder del Centro Nacional de Inteligencia (CNI), heredero del Centro Superior de Información de la Defensa (CESID). 'Naparra', que había pertenecido a ETA político-militar primero y a ETA militar después, se integró más tarde en los Comandos Autónomos Anticapitalistas, en los que llegó a destacarse como líder. Huido a Francia en 1978, desapareció el 11 de junio de 1980.

La petición se ha hecho a través de un escrito, fechado el 4 de junio, dirigido a seis diputados (Mertxe Aizpurua, de EH Bildu; Maribel Vaquero, del PNV; Rafaela Romero y Adriana Maldonado, socialistas; Ione Belarra, de Podemos, y Lander Martínez, de Sumar) y cinco senadores (Estefanía Beltrán de Heredia, del PNV; Uxue Barkos, de Geroa Bai; Gorka Elejaberrieta, de EH Bildu, y Nuria Medina y Alfonso Gil, socialistas). Se les solicita que “promuevan [...] la desclasificación inmediata de la documentación obrante en el CESID (actual CNI) relativa al secuestro, desaparición y ocultación de los restos mortales” del desaparecido.

En el escrito, en una sección dedicada a recoger los hechos, se apunta a que Ramón Francisco Arnau de la Nuez, que habría prestado “servicios para el CESID en la época de los hechos”, ha declarado “públicamente, bajo su nombre y responsabilidad, que durante su pertenencia a los servicios de inteligencia españoles tuvo conocimiento directo y fehaciente de la localización exacta de los restos mortales”. Con unas coordenadas, de hecho, apuntó a la localidad de Brocas, en el departamento de las Landas.

Esta declaración, se sostiene en el escrito firmado por Agus Hernán, coordinador del observatorio, “constituye una prueba indiciaria sólida de que los servicios de inteligencia españoles elaboraron en su día informes operativos, notas de seguimiento o al menos documentación de inteligencia territorial donde se consignaron los datos geográficos del enterramiento clandestino”. “Dicha documentación, de existir y todo apunta a que existe, sigue en poder del Estado y permanece ilegítimamente clasificada”, abunda. Se apoya en el derecho internacional, concretamente en la Convención Internacional para la Protección de Todas las Personas contra las Desapariciones Forzadas, de 2009 y ratificada por España, para sostener que existe un “derecho inalienable a conocer la verdad sobre las circunstancias de la desaparición, la suerte de la persona desaparecida y el paradero de sus restos”.

Alude, además, a un “principio de proporcionalidad” para alegar que no hay motivos para mantener el secreto. “No hay fuentes activas que proteger. No hay planes militares en curso”, dice, por ejemplo. “El perjuicio de desclasificar es nulo para la seguridad nacional. El perjuicio de no desclasificar es inmenso para la familia: 46 años de duelo interminable, de incertidumbre, de sufrimiento, de búsqueda permanente”, añade. “Lo que sentimos es un dolor continuado que seguimos padeciendo desde hace 41 años, no podemos cerrar la herida hasta que no demos con él. No solo es que te arrebaten y maten a tu ser querido, sino que te impiden que puedas hacer el duelo”, contó en 2021 Eneko Etxeberria, hermano del desaparecido, a este periódico, con motivo del estreno de un documenta.

Batallón Vasco Español

Recoge el Comité de Víctimas del Terrorismo (Covite) que la autoría de este caso es “confusa”. 'Naparra' habría acudido a una cita en San Juan de Luz y ya no se le volvió a ver. Tan solo apareció su vehículo. Días después de su desaparición, una llamada anónima al periódico 'Deia' reivindicó el secuestro en nombre del Batallón Vasco Español (BVE), grupo terrorista parapolicial y de extrema derecha. “Reivindicamos el secuestro de 'Naparra' en Ciboure, en Francia. Está en España. Después de los últimos asesinatos de ETA su suerte está echada. El Batallón Vasco Español es la única solución. Viva la Unidad de España — Batallón Vasco Español, Comando Esteban Beldarrain”, proclamaba en el comunicado.

Un mes después, y a través de una llamada anónima, este mismo grupo terrorista volvió a ponerse en contacto con el periódico y comunicó que lo había asesinado y que lo había enterrado cerca de San Juan de Luz: “José Miguel Etxeberria 'Naparra' ha sido ejecutado el día 30 y está enterrado cerca de Biarritz, por la zona de Txantako. Nuestros comandos seguirán actuando en Francia contra los terroristas marxistas de ETA y contra instalaciones turísticas del Sur de Francia y Costa Azul”. El grupo terrorista de extrema derecha llegó a revindicar el secuestro y asesinato hasta en cinco ocasiones, apuntando a cinco localizacones distintas.

Sin embargo, se rumoreó también que los autores podrían haber sido sus propios compañeros de los Comandos Autónomos Anticapitalistas, que pusieron en duda la reivindicación que achacaba la desaparición al BVE. También se habló de ETA. El pasado abril, la familia de 'Naparra' pidió retirar al desaparecido del Memorial de Víctimas del Terrorismo al entender que este apuntaba a ETA y no al Batallón Vasco Español como responsable de su desaparición. La institución se escudó en que la información se ajustaba a lo que se conocía, sin descartar “ninguna de las hipótesis posibles”.

Se han rastreado varias zonas de Francia a lo largo de los años, pero todas las búsquedas han resultado infructuosas. En 1999, por ejemplo, la Audiencia Nacional admitió una querella interpuesta porla familia, pero el caso se volvió a zanjar como “supuesta desaparición”. En 2016, se reabrió nuevamente y un año después, en 2017, se buscó en otra zona de la localidad de Labrit, nuevamente sin éxito.

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BCE colocou restrições à Revolut devido à rapidez de aprovação de novos produtos financeiros

BCE

O Banco Central Europeu (BCE) tomou medidas para restringir as operações da fintech Revolut no ano passado, avançou esta quarta-feira o Financial Times. Estas limitações à filial europeia da fintech, com sede no Reino Unido, deveu-se às preocupações sobre a rapidez com que a empresa aprovava novos produtos financeiros.

De acordo com fontes consultadas pela publicação britânica estas restrições temporárias, que foram aplicadas no verão passado, continuariam em vigor até que fossem corrigidas as “deficiências” nos processos de aprovação. A Revolut foi obrigada a realizar uma revisão por terceiros das suas funções de risco, conformidade e jurídicas que regem os lançamentos de novos produtos na Europa.

O Financial Times adianta também que as restrições foram ainda mais apertadas fora do bloco para a filial europeia da Revolut, impedindo-a de fazer aquisições ou de conquistar novos clientes fora do continente.

A publicação britânica referiu que o conselho europeu da Revolut foi informado das restrições em julho de 2025. Uma fonte referiu ao Financial Times que, desde o verão passado, a Revolut melhorou o seu processo interno de lançamento de produtos, com análises mais rigorosas de novas iniciativas por parte de especialistas internos.

A Revolut citada pela publicação britânica referiu que mantém um “diálogo contínuo e construtivo” com os seus reguladores, incluindo o Banco Central Europeu, como parte das suas operações normais enquanto banco totalmente licenciado. “A Revolut está empenhada nos mais elevados padrões de governação e gestão de riscos. Em conformidade com as expectativas de supervisão, reforçamos regularmente o nosso ambiente de controlo interno e os nossos processos operacionais”, acrescentou a fintech.

Já o BCE não prestou comentários.

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Bolsa de Lisboa e Europa abrem no verde

A bolsa de Lisboa abre a sessão desta quarta-feira com uma subida de 0,13% para os 8.914,13 pontos. Os principais índices europeus estão também no verde.

As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Mota-Engil que valoriza 1,34% para os 4,53 euros, seguida pela Corticeira Amorim que sobe 1,23% para os 6,59 euros, e a REN avança 0,86% para os 3,50 euros.
A negociar no verde está também o Banco Comercial Português (BCP), a EDP, a Galp Energia, os CTT, a Navigator, e a Jerónimo Martins.
No vermelho encontra-se a Ibersol que desce 1,17% para os 10,12 euros, seguida pela Teixeira Duarte que desvaloriza 0,97% para os 0,40 euros, e a Semapa cai 0,65% para os 23,05 euros.
A negociar no vermelho está ainda a NOS.

Europa está no verde

O DAX (Alemanha) sobe 0,32% para os 24.496,85 pontos, o CAC 40 (França) avança 0,15% para os 8.215,38 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) está inalterado nos 10.227,09 pontos.

O AEX (Países Baixos) sobe 0,13% para os 1.048,18 pontos, o IBEX 35 (Espanha) valoriza 0,36% para os 18.251,76 pontos, e o FTSE MIB (Itália) avança 0,56% para os 50.543,50 pontos.

O petróleo está a negociar em alta com o brent a subir 0,02% para os 91,47 dólares e o crude valoriza 0,01% para os 88,21 dólares.

O euro está a subir 0,08%, face ao dólar, para os 1,15481 dólares e o euro valoriza 0,02%, face à libra, para as 0,86296 libras.

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Benfica confirma saída de José Mourinho para o Real Madrid por 15 milhões de euros

O Sport Lisboa e Benfica oficializou junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), na terça-feira, a saída de José Mourinho para o Real Madrid por 15 milhões de euros.

“A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD (“Benfica SAD”) informa que o Real Madrid CF formalizou a intenção de
contratar o treinador José Mário dos Santos Mourinho Félix pelo valor de 15 milhões de euros correspondente à cláusula de rescisão do contrato de trabalho desportivo em vigor, tendo o treinador dado o seu acordo a essa contratação”, referiu o clube português.

No passado domingo Florentino Pérez venceu as eleições no Real Madrid frente a Enrique Riquelme.

Durante a campanha eleitoral Florentino Pérez tinha prometido contratar o treinador português, algo que agora acaba por oficializar.

José Mourinho regressa assim ao Real Madrid clube espanhol no qual entrou em 2010 para sair em 2013. Pelo clube espanhol o treinador português venceu uma liga espanhola, uma taça de Espanha, e uma supertaça de Espanha.

Benfica chega a acordo com Marco Silva

O Benfica com a saída de José Mourinho confirmou, junto da CMVM, na terça-feira, que “chegou a acordo com o treinador Marco Alexandre Saraiva da Silva (Marco Silva) para a celebração de um contrato de trabalho desportivo para vigorar até ao final da época desportiva 2027/2028, extensível até 2028/2029″.

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La mejor sucesora de 'Jujutsu Kaisen' y 'Solo Leveling: este fenómeno shonen apunta a la grandeza

La realidad es que el género shonen centrado en peleas siempre busca su próximo referente. Es una situación que se da a medida que las principales franquicias de anime llegan a lo que parece ser el final de sus historias. Pues bien, en el caso de esos lectores que busquen una nueva serie de acción que combine combate sobrenatural y fantasía oscura, Apollyon es un título reciente que vale la pena tener en consideración.

El equipo creativo que lidera el proyecto está formado por Brandon Chen y Valkyrae, figuras clave al combinar los elementos característicos del shonen con un mundo tan distintivo y reconocible. En el caso concreto de Apollyon, parece que aspira a ser un proyecto de mayor envergadura. De hecho, se ambienta en un escenario único dividido entre dos sociedades que son radicalmente opuestas.

'Apollyon' apuesta por un mundo dividido entre magia y oscuridad

Por encima del mundo flota Caelira, una ciudad aparentemente perfecta entre las nubes en la que la magia es algo común. Muy abajo está un entorno hostil construido alrededor de un enorme abismo en el que aquellos sin magia son marginados y obligados a sobrevivir entre demonios. En este mundo tan interesante, el protagonista es Neru, considerado el hijo del mago más poderoso de Caelira.

Sin embargo, pese a que reúne lo necesario como potencial mágico, se ve sometido a un problema: no puede lanzar hechizos. Su incapacidad para cumplir con las expectativas lo lleva al exilio en Ciudad Abismo, el lugar en el que se ve obligado a vivir una vida que está alejada de la grandeza que está asociada a su nombre. Todo cambia cuando Neru encuentra un ángel caído, un ser que se creía extinto.

Portada de 'Apollyon' Portada de 'Apollyon'

Este encuentro despierta sus habilidades latentes y le proporciona la oportunidad de recuperar el futuro que creía perdido. Sin embargo, este poder termina colocando a Neru en el centro de peleas que podrían transformar ambos lugares. La premisa aprovecha de inmediato muchas de las cualidades que han hecho tan exitosos a los animes de acción más conocidos.

Después de todo, los lectores se familiarizan con un protagonista superado por las expectativas, un sistema de poder complejo, un mundo caracterizado por la tensión política y la existencia de amenazas sobrenaturales. Estos ingredientes son los que confeccionan una historia que encaja a la perfección con lo que se entiende como shonen, mientras demuestra saber seguir su propio camino.

El propio Brandon Chen se pronunció sobre las comparaciones que muchos lectores han hecho: "En cuanto a las batallas, se parece mucho a Jujutsu Kaisen, ya que es un shonen tradicional centrado en los personajes. Respecto a sus temas, se asemeja más a Ataque a los Titanes. En relación al estilo, sin duda, nos inspiramos en Solo Leveling". Si buscas el próximo shonen de fantasía que apunta a lo más alto, Apollyon es una de las opciones más prometedoras.

© Difoosion

'Jujutsu Kaisen' es considerado uno de los animes más populares de los últimos años
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